Tag: SRAG

  • Covid-19 Ainda Predomina Entre Idosos, Mas Vírus Sincicial Supera Mortes por Covid em Crianças

    Covid-19 Ainda Predomina Entre Idosos, Mas Vírus Sincicial Supera Mortes por Covid em Crianças

    O Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado na última semana, acende um alerta sobre o aumento nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

    Os dados indicam que o VSR (vírus sincicial respiratório) e a influenza A são os principais responsáveis por esse crescimento, especialmente entre crianças menores de dois anos.

    Embora a Covid-19 ainda seja a principal causa de mortalidade por SRAG em idosos, o VSR já a supera em número de mortes nessa faixa etária nas últimas oito semanas. Nas últimas quatro semanas, o VSR também foi responsável por 57,8% dos casos de SRAG com identificação de vírus respiratório.

    Covid-19 em Queda Entre Adultos, Mas Ainda Preocupante em Idosos

    Apesar do aumento do VSR e da influenza A, a Covid-19 mostra sinais de queda ou estabilidade em níveis relativamente baixos em algumas regiões do país. No entanto, a doença ainda é a principal causa de morte por SRAG em idosos.

    Vacinação e Máscaras Continuam Essenciais

    Diante desse cenário, Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz e coordenador do InfoGripe, reforça a importância da vacinação contra a influenza A e do uso de máscaras adequadas (N95, KN95, PFF2) em unidades de saúde e por pessoas com sintomas de infecção respiratória.

    Tendências por Região

    A atualização do InfoGripe também mostra que 23 estados apresentam crescimento de SRAG na tendência de longo prazo. Já os casos de SRAG por Covid-19 estão em queda no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, e estáveis em níveis relativamente baixos nas demais regiões. Entre as capitais, 21 apresentam indícios de aumento de SRAG.

    Dados Anuais

    No ano epidemiológico de 2024, já foram notificados 38.670 casos de SRAG, sendo 45,4% com resultado positivo para algum vírus respiratório. Entre os óbitos por SRAG, 59,3% foram positivos para algum vírus respiratório.

    O Boletim InfoGripe serve como um alerta para a população sobre a importância de medidas de prevenção contra doenças respiratórias, especialmente para grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos. A vacinação contra a influenza A e o uso de máscaras adequadas são medidas simples, mas eficazes, para proteger a si mesmo e aos outros.

    Fonte: Link.


    Os dados indicam que o VSR (vírus sincicial respiratório) e a influenza A são os principais responsáveis por esse crescimento, especialmente entre crianças menores de dois anos.

    Embora a Covid-19 ainda seja a principal causa de mortalidade por SRAG em idosos, o VSR já a supera em número de mortes nessa faixa etária nas últimas oito semanas. Nas últimas quatro semanas, o VSR também foi responsável por 57,8% dos casos de SRAG com identificação de vírus respiratório.

    Covid-19 em Queda Entre Adultos, Mas Ainda Preocupante em Idosos

    Apesar do aumento do VSR e da influenza A, a Covid-19 mostra sinais de queda ou estabilidade em níveis relativamente baixos em algumas regiões do país. No entanto, a doença ainda é a principal causa de morte por SRAG em idosos.

    Vacinação e Máscaras Continuam Essenciais

    Diante desse cenário, Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz e coordenador do InfoGripe, reforça a importância da vacinação contra a influenza A e do uso de máscaras adequadas (N95, KN95, PFF2) em unidades de saúde e por pessoas com sintomas de infecção respiratória.

    Tendências por Região

    A atualização do InfoGripe também mostra que 23 estados apresentam crescimento de SRAG na tendência de longo prazo. Já os casos de SRAG por Covid-19 estão em queda no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, e estáveis em níveis relativamente baixos nas demais regiões. Entre as capitais, 21 apresentam indícios de aumento de SRAG.

    Dados Anuais

    No ano epidemiológico de 2024, já foram notificados 38.670 casos de SRAG, sendo 45,4% com resultado positivo para algum vírus respiratório. Entre os óbitos por SRAG, 59,3% foram positivos para algum vírus respiratório.

    O Boletim InfoGripe serve como um alerta para a população sobre a importância de medidas de prevenção contra doenças respiratórias, especialmente para grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos. A vacinação contra a influenza A e o uso de máscaras adequadas são medidas simples, mas eficazes, para proteger a si mesmo e aos outros.

    Fonte: Link.


  • Aumento de casos de SRAG preocupa especialistas em saúde no Brasil

    Aumento de casos de SRAG preocupa especialistas em saúde no Brasil

    Especialistas em saúde pública estão em alerta devido ao recente aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o Brasil.

    O crescimento significativo de infecções tem sido observado em crianças, jovens e adultos, uma mudança preocupante que desafia as tendências anteriores.

    Os vírus respiratórios, como influenza, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus, estão entre os principais responsáveis por essa onda de casos. A situação é agravada pela reversão na tendência de aumento de casos em pessoas com mais de 50 anos, que agora apresentam uma diminuição, principalmente devido à redução dos casos de Covid-19.

    Autoridades de saúde enfatizam a importância da prevenção. Recomendações incluem a procura por atendimento médico ao primeiro sinal de sintomas, repouso adequado, uso contínuo de máscaras em locais fechados e, acima de tudo, a vacinação. A vacinação continua sendo a ferramenta mais eficaz para prevenir não apenas a Covid-19, mas também outras infecções respiratórias graves.

    O crescimento significativo de infecções tem sido observado em crianças, jovens e adultos, uma mudança preocupante que desafia as tendências anteriores.

    Os vírus respiratórios, como influenza, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus, estão entre os principais responsáveis por essa onda de casos. A situação é agravada pela reversão na tendência de aumento de casos em pessoas com mais de 50 anos, que agora apresentam uma diminuição, principalmente devido à redução dos casos de Covid-19.

    Autoridades de saúde enfatizam a importância da prevenção. Recomendações incluem a procura por atendimento médico ao primeiro sinal de sintomas, repouso adequado, uso contínuo de máscaras em locais fechados e, acima de tudo, a vacinação. A vacinação continua sendo a ferramenta mais eficaz para prevenir não apenas a Covid-19, mas também outras infecções respiratórias graves.

  • COVID-19: SRAG atinge níveis preocupantes entre crianças e idosos no Brasil

    COVID-19: SRAG atinge níveis preocupantes entre crianças e idosos no Brasil

    Especialistas em saúde estão em alerta com o recente aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o território brasileiro.

    Segundo o mais recente Boletim do InfoGripe, houve um crescimento significativo de casos, afetando principalmente crianças, pré-adolescentes e idosos.

    A prevalência do Sars-CoV-2 entre os casos positivos para vírus respiratórios é a principal causa dessa elevação, indicando que a Covid-19 ainda representa uma ameaça significativa à saúde pública. As tendências de longo e curto prazo mostram um crescimento contínuo de SRAG no país.

    Enquanto algumas regiões, como o Centro-Oeste e Sudeste, apresentam uma queda nos casos de Covid-19 e uma desaceleração no Sul, o Nordeste, Sudeste e Sul registram um aumento preocupante de casos de influenza.

    Autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação e das medidas de prevenção para conter a disseminação dos vírus respiratórios, especialmente em grupos vulneráveis. A situação demanda atenção e ação imediata para evitar um novo surto em larga escala.

    Fonte: Link.

    Segundo o mais recente Boletim do InfoGripe, houve um crescimento significativo de casos, afetando principalmente crianças, pré-adolescentes e idosos.

    A prevalência do Sars-CoV-2 entre os casos positivos para vírus respiratórios é a principal causa dessa elevação, indicando que a Covid-19 ainda representa uma ameaça significativa à saúde pública. As tendências de longo e curto prazo mostram um crescimento contínuo de SRAG no país.

    Enquanto algumas regiões, como o Centro-Oeste e Sudeste, apresentam uma queda nos casos de Covid-19 e uma desaceleração no Sul, o Nordeste, Sudeste e Sul registram um aumento preocupante de casos de influenza.

    Autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação e das medidas de prevenção para conter a disseminação dos vírus respiratórios, especialmente em grupos vulneráveis. A situação demanda atenção e ação imediata para evitar um novo surto em larga escala.

    Fonte: Link.

  • Aumento nos casos de doenças respiratórias preocupa especialistas

    Aumento nos casos de doenças respiratórias preocupa especialistas

    Especialistas em saúde pública estão em alerta com o aumento significativo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o Brasil, conforme o último Boletim InfoGripe da Fiocruz.

    Dados recentes indicam uma tendência crescente de infecções, com variações regionais nos vírus predominantes.

    No Centro-Sul, a Covid-19 continua sendo a principal preocupação, enquanto as regiões Sudeste e Sul também enfrentam um surto de influenza, sugerindo uma cocirculação dos vírus. O Nordeste e o Norte destacam-se pelo aumento de casos de influenza, especialmente entre a população adulta.

    O vírus sincicial respiratório (VSR) está ressurgindo, afetando principalmente crianças pequenas e idosos. Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz, enfatiza a importância da vacinação contra a Covid-19 e a gripe como ferramentas essenciais de prevenção. Ele também recomenda o uso de máscaras de alta qualidade (N95 e PFF2) para diminuir o risco de contrair vírus respiratórios, particularmente em unidades de saúde.

    A Fiocruz aconselha que pessoas com sintomas semelhantes aos de um resfriado, especialmente aquelas em grupos de risco, busquem atendimento médico para receber o tratamento adequado. A análise da Semana Epidemiológica 9 mostra um aumento nos casos de SRAG, com maior impacto em crianças de até dois anos e idosos.

    Vinte e três unidades federativas e dezoito capitais apresentam sinais de crescimento nos casos de SRAG. As autoridades de saúde continuam monitorando a situação e reforçam a necessidade de medidas preventivas para controlar a disseminação dos vírus respiratórios.

    Dados recentes indicam uma tendência crescente de infecções, com variações regionais nos vírus predominantes.

    No Centro-Sul, a Covid-19 continua sendo a principal preocupação, enquanto as regiões Sudeste e Sul também enfrentam um surto de influenza, sugerindo uma cocirculação dos vírus. O Nordeste e o Norte destacam-se pelo aumento de casos de influenza, especialmente entre a população adulta.

    O vírus sincicial respiratório (VSR) está ressurgindo, afetando principalmente crianças pequenas e idosos. Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz, enfatiza a importância da vacinação contra a Covid-19 e a gripe como ferramentas essenciais de prevenção. Ele também recomenda o uso de máscaras de alta qualidade (N95 e PFF2) para diminuir o risco de contrair vírus respiratórios, particularmente em unidades de saúde.

    A Fiocruz aconselha que pessoas com sintomas semelhantes aos de um resfriado, especialmente aquelas em grupos de risco, busquem atendimento médico para receber o tratamento adequado. A análise da Semana Epidemiológica 9 mostra um aumento nos casos de SRAG, com maior impacto em crianças de até dois anos e idosos.

    Vinte e três unidades federativas e dezoito capitais apresentam sinais de crescimento nos casos de SRAG. As autoridades de saúde continuam monitorando a situação e reforçam a necessidade de medidas preventivas para controlar a disseminação dos vírus respiratórios.

  • Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta sexta-feira (4) mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e pelo vírus influenza A e B estão diminuindo ou se estabilizando na maioria dos estados brasileiros, exceto no Acre e no Espírito Santo, onde há sinal de…

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

  • VSR é o vírus respiratório mais comum em crianças com SRAG, aponta boletim da Fiocruz

    VSR é o vírus respiratório mais comum em crianças com SRAG, aponta boletim da Fiocruz

    O boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra a situação da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil, baseado nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe).

    O boletim é atualizado semanalmente e traz informações sobre os vírus respiratórios que circulam no país, incluindo o Sars-CoV-2 (Covid-19).

    De acordo com o último boletim, referente à Semana Epidemiológica (SE) 26, período de 25 de junho a 1 de julho., o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal vírus identificado nas crianças com SRAG, seguido pelo influenza A. Outros vírus respiratórios também foram detectados, como bocavirus, rinovírus e metapneumovírus.

    O VSR é um vírus comum que causa infecções respiratórias leves a moderadas em adultos e crianças saudáveis, mas pode ser grave em bebês prematuros, crianças com doenças crônicas ou imunodeprimidas e idosos. O VSR pode causar bronquiolite, pneumonia e até mesmo óbito.

    O boletim também mostra que a maioria dos estados e capitais apresenta sinal de diminuição ou estabilidade dos casos positivos para Sars-CoV-2 na população adulta. A partir de 65 anos, o predomínio de Covid-19 ainda é claro, mas com tendência de queda.

    O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que o momento ainda exige precauções para reduzir a transmissão de vírus respiratórios, especialmente entre as crianças, que têm alta demanda por leitos pediátricos. Ele recomenda o uso de máscaras, a higiene das mãos e o distanciamento social como medidas de prevenção.

    Para acessar o boletim completo, visite o site do InfoGripe: https://info.gripe.fiocruz.br/

    O boletim é atualizado semanalmente e traz informações sobre os vírus respiratórios que circulam no país, incluindo o Sars-CoV-2 (Covid-19).

    De acordo com o último boletim, referente à Semana Epidemiológica (SE) 26, período de 25 de junho a 1 de julho., o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal vírus identificado nas crianças com SRAG, seguido pelo influenza A. Outros vírus respiratórios também foram detectados, como bocavirus, rinovírus e metapneumovírus.

    O VSR é um vírus comum que causa infecções respiratórias leves a moderadas em adultos e crianças saudáveis, mas pode ser grave em bebês prematuros, crianças com doenças crônicas ou imunodeprimidas e idosos. O VSR pode causar bronquiolite, pneumonia e até mesmo óbito.

    O boletim também mostra que a maioria dos estados e capitais apresenta sinal de diminuição ou estabilidade dos casos positivos para Sars-CoV-2 na população adulta. A partir de 65 anos, o predomínio de Covid-19 ainda é claro, mas com tendência de queda.

    O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que o momento ainda exige precauções para reduzir a transmissão de vírus respiratórios, especialmente entre as crianças, que têm alta demanda por leitos pediátricos. Ele recomenda o uso de máscaras, a higiene das mãos e o distanciamento social como medidas de prevenção.

    Para acessar o boletim completo, visite o site do InfoGripe: https://info.gripe.fiocruz.br/

  • Aumento de H1N1 em adultos preocupa autoridades de saúde no Brasil

    Aumento de H1N1 em adultos preocupa autoridades de saúde no Brasil

    O Brasil está enfrentando um aumento do número de casos de gripe em adultos, principalmente causada pelo vírus influenza A, subtipo H1N1. Segundo o Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado no dia 1º de junho, cerca de 31% dos casos positivos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na população a partir de 15 anos estavam associados…

    O H1N1 é um vírus que pode ser prevenido pela vacina contra a gripe, que está disponível gratuitamente para toda a população com mais de seis meses de idade no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, apenas 40% do público-alvo tomou a vacina até o final de maio, o que levou à prorrogação da campanha nacional de vacinação em ao menos sete estados, entre eles Rio de Janeiro e São Paulo.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para a importância da imunização, especialmente diante da pandemia de coronavírus, que ainda não está controlada no país. “A vacina contra a gripe é uma forma de proteger a saúde individual e coletiva, reduzindo o risco de complicações e óbitos por influenza e também evitando sobrecarga do sistema de saúde”, afirma.

    Além dos adultos, as crianças também estão sofrendo com o aumento de infecções respiratórias, principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que é responsável por quadros graves de bronquiolite e pneumonia. O VSR vem crescendo desde abril e atinge principalmente as crianças até quatro anos de idade, sendo mais grave nas menores de dois anos. O vírus não tem vacina e nem tratamento específico, apenas medidas de suporte.

    De acordo com o Boletim InfoGripe, 19 estados e 14 capitais apresentam sinal de crescimento de SRAG, que pode ser causada por diversos vírus respiratórios. A recomendação é procurar atendimento médico em caso de sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar, e seguir as medidas de prevenção, como lavar as mãos, usar máscara e evitar aglomerações.

    Fonte: Link.

    O H1N1 é um vírus que pode ser prevenido pela vacina contra a gripe, que está disponível gratuitamente para toda a população com mais de seis meses de idade no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, apenas 40% do público-alvo tomou a vacina até o final de maio, o que levou à prorrogação da campanha nacional de vacinação em ao menos sete estados, entre eles Rio de Janeiro e São Paulo.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, alerta para a importância da imunização, especialmente diante da pandemia de coronavírus, que ainda não está controlada no país. “A vacina contra a gripe é uma forma de proteger a saúde individual e coletiva, reduzindo o risco de complicações e óbitos por influenza e também evitando sobrecarga do sistema de saúde”, afirma.

    Além dos adultos, as crianças também estão sofrendo com o aumento de infecções respiratórias, principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que é responsável por quadros graves de bronquiolite e pneumonia. O VSR vem crescendo desde abril e atinge principalmente as crianças até quatro anos de idade, sendo mais grave nas menores de dois anos. O vírus não tem vacina e nem tratamento específico, apenas medidas de suporte.

    De acordo com o Boletim InfoGripe, 19 estados e 14 capitais apresentam sinal de crescimento de SRAG, que pode ser causada por diversos vírus respiratórios. A recomendação é procurar atendimento médico em caso de sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade para respirar, e seguir as medidas de prevenção, como lavar as mãos, usar máscara e evitar aglomerações.

    Fonte: Link.

  • Internações infantis por Síndrome Respiratória Aguda Grave permanecem em alta

    Internações infantis por Síndrome Respiratória Aguda Grave permanecem em alta

    As crianças estão entre os grupos mais afetados pelas doenças respiratórias graves, segundo um estudo da Fiocruz, divulgado.

    A SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) é uma complicação de uma infecção respiratória que pode levar à insuficiência respiratória e à necessidade de internação hospitalar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e falta de ar. Algumas pessoas podem apresentar também dor no peito, cianose (cor azulada da pele e das mucosas), desidratação e alteração do estado mental.

    Existem vários vírus que podem causar SRAG, mas os mais frequentes são o Sars-CoV-2 (o vírus da Covid-19), o vírus influenza A e B (os vírus da gripe) e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Cada um desses vírus tem características próprias e pode afetar mais ou menos determinados grupos de pessoas.

    O Sars-CoV-2 é o vírus que causa a Covid-19, uma doença que se espalhou pelo mundo desde o final de 2019 e que já matou mais de 3 milhões de pessoas. Esse vírus pode infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos e pessoas com doenças crônicas. As crianças geralmente têm sintomas leves ou assintomáticos, mas podem transmitir o vírus para outras pessoas. Por isso, é importante que elas usem máscara, mantenham o distanciamento social e higienizem as mãos com frequência. Além disso, as crianças com mais de 12 anos já podem se vacinar contra a Covid-19 em alguns países.

    O vírus influenza A e B são os vírus que causam a gripe, uma doença muito comum que ocorre todos os anos, principalmente no inverno. Esses vírus podem infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos, crianças menores de 5 anos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Os sintomas da gripe são parecidos com os da Covid-19, mas costumam ser mais intensos e durar menos tempo. A melhor forma de prevenir a gripe é se vacinar todos os anos contra os tipos de vírus influenza que circulam na época.

    O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é um vírus que causa infecções respiratórias principalmente em bebês e crianças pequenas. Esse vírus pode causar desde um resfriado comum até uma bronquiolite ou uma pneumonia grave. Os sintomas do VSR são febre, tosse seca, chiado no peito e dificuldade para respirar. O VSR é muito contagioso e pode se espalhar pelo contato direto com secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Não existe vacina contra o VSR, mas existem algumas medidas para prevenir a infecção, como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados.

    Segundo o estudo da Fiocruz, baseado nos dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de maio de 2023, houve um aumento dos casos de SRAG associados ao VSR entre as crianças em 13 das 27 unidades federativas do Brasil. Já entre os adultos, houve uma queda dos casos associados ao Sars-CoV-2 e um aumento dos casos associados ao vírus influenza A e B em diversos estados.

    Esses dados mostram que as doenças respiratórias graves continuam sendo um problema de saúde pública no país e que é preciso estar atento aos sintomas e às formas de prevenção. Se você ou seu filho apresentarem sinais de SRAG, procure atendimento médico imediatamente. E não se esqueça de seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a transmissão dos vírus respiratórios.

    A SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) é uma complicação de uma infecção respiratória que pode levar à insuficiência respiratória e à necessidade de internação hospitalar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e falta de ar. Algumas pessoas podem apresentar também dor no peito, cianose (cor azulada da pele e das mucosas), desidratação e alteração do estado mental.

    Existem vários vírus que podem causar SRAG, mas os mais frequentes são o Sars-CoV-2 (o vírus da Covid-19), o vírus influenza A e B (os vírus da gripe) e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Cada um desses vírus tem características próprias e pode afetar mais ou menos determinados grupos de pessoas.

    O Sars-CoV-2 é o vírus que causa a Covid-19, uma doença que se espalhou pelo mundo desde o final de 2019 e que já matou mais de 3 milhões de pessoas. Esse vírus pode infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos e pessoas com doenças crônicas. As crianças geralmente têm sintomas leves ou assintomáticos, mas podem transmitir o vírus para outras pessoas. Por isso, é importante que elas usem máscara, mantenham o distanciamento social e higienizem as mãos com frequência. Além disso, as crianças com mais de 12 anos já podem se vacinar contra a Covid-19 em alguns países.

    O vírus influenza A e B são os vírus que causam a gripe, uma doença muito comum que ocorre todos os anos, principalmente no inverno. Esses vírus podem infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos, crianças menores de 5 anos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Os sintomas da gripe são parecidos com os da Covid-19, mas costumam ser mais intensos e durar menos tempo. A melhor forma de prevenir a gripe é se vacinar todos os anos contra os tipos de vírus influenza que circulam na época.

    O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é um vírus que causa infecções respiratórias principalmente em bebês e crianças pequenas. Esse vírus pode causar desde um resfriado comum até uma bronquiolite ou uma pneumonia grave. Os sintomas do VSR são febre, tosse seca, chiado no peito e dificuldade para respirar. O VSR é muito contagioso e pode se espalhar pelo contato direto com secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Não existe vacina contra o VSR, mas existem algumas medidas para prevenir a infecção, como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados.

    Segundo o estudo da Fiocruz, baseado nos dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de maio de 2023, houve um aumento dos casos de SRAG associados ao VSR entre as crianças em 13 das 27 unidades federativas do Brasil. Já entre os adultos, houve uma queda dos casos associados ao Sars-CoV-2 e um aumento dos casos associados ao vírus influenza A e B em diversos estados.

    Esses dados mostram que as doenças respiratórias graves continuam sendo um problema de saúde pública no país e que é preciso estar atento aos sintomas e às formas de prevenção. Se você ou seu filho apresentarem sinais de SRAG, procure atendimento médico imediatamente. E não se esqueça de seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a transmissão dos vírus respiratórios.

  • Síndrome Respiratória Aguda Grave: o que é, como identificar e como se prevenir

    Síndrome Respiratória Aguda Grave: o que é, como identificar e como se prevenir

    A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG ou SARS) é uma doença respiratória contagiosa que afeta os pulmões e pode causar pneumonia grave.

    Ela pode ser provocada por diferentes agentes infecciosos, como vírus ou bactérias, mas os mais comuns são os coronavírus (Sars-CoV) e o Influenza H1N1.

    Os sintomas da SRAG são semelhantes aos da gripe comum, mas podem se agravar rapidamente e levar a complicações respiratórias graves. Os principais sinais são:

    – Febre acima de 38ºC;

    – Tosse seca e persistente;

    – Falta de ar ou dificuldade para respirar;

    – Dor no peito ou sensação de pressão;

    – Baixa oxigenação do sangue (saturação menor que 95%);

    – Pele ou lábios azulados ou arroxeados.

    Em crianças, também podem ocorrer:

    – Desidratação;

    – Perda de apetite;

    – Irritabilidade ou sonolência.

    O diagnóstico da SRAG é feito por um médico, que avalia os sintomas, o histórico de saúde e o contato com pessoas doentes. Além disso, são solicitados exames de imagem (raio X ou tomografia do tórax) e de laboratório (hemograma, oximetria de pulso, cultura de escarro, teste de antígeno pneumocócico e RT-PCR para coronavírus).

    O tratamento da SRAG depende da causa e da gravidade do quadro. Em geral, é necessário o internamento hospitalar para receber oxigênio e medicamentos para aliviar os sintomas e combater a infecção. Nos casos mais críticos, pode ser preciso usar máquinas para respirar (ventilação mecânica ou ECMO).

    A prevenção da SRAG envolve medidas simples, mas eficazes, como:

    – Lavar as mãos com frequência com água e sabão ou álcool em gel;

    – Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com um lenço descartável ou com o cotovelo;

    – Evitar contato próximo com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios;

    – Usar máscara de proteção em locais públicos ou com aglomeração de pessoas;

    – Manter os ambientes ventilados e limpos;

    – Vacinar-se contra a gripe e outras doenças respiratórias.

    A SRAG é uma doença séria que pode levar à morte se não for tratada adequadamente. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas e procurar ajuda médica imediatamente em caso de suspeita.

    Ela pode ser provocada por diferentes agentes infecciosos, como vírus ou bactérias, mas os mais comuns são os coronavírus (Sars-CoV) e o Influenza H1N1.

    Os sintomas da SRAG são semelhantes aos da gripe comum, mas podem se agravar rapidamente e levar a complicações respiratórias graves. Os principais sinais são:

    – Febre acima de 38ºC;

    – Tosse seca e persistente;

    – Falta de ar ou dificuldade para respirar;

    – Dor no peito ou sensação de pressão;

    – Baixa oxigenação do sangue (saturação menor que 95%);

    – Pele ou lábios azulados ou arroxeados.

    Em crianças, também podem ocorrer:

    – Desidratação;

    – Perda de apetite;

    – Irritabilidade ou sonolência.

    O diagnóstico da SRAG é feito por um médico, que avalia os sintomas, o histórico de saúde e o contato com pessoas doentes. Além disso, são solicitados exames de imagem (raio X ou tomografia do tórax) e de laboratório (hemograma, oximetria de pulso, cultura de escarro, teste de antígeno pneumocócico e RT-PCR para coronavírus).

    O tratamento da SRAG depende da causa e da gravidade do quadro. Em geral, é necessário o internamento hospitalar para receber oxigênio e medicamentos para aliviar os sintomas e combater a infecção. Nos casos mais críticos, pode ser preciso usar máquinas para respirar (ventilação mecânica ou ECMO).

    A prevenção da SRAG envolve medidas simples, mas eficazes, como:

    – Lavar as mãos com frequência com água e sabão ou álcool em gel;

    – Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com um lenço descartável ou com o cotovelo;

    – Evitar contato próximo com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios;

    – Usar máscara de proteção em locais públicos ou com aglomeração de pessoas;

    – Manter os ambientes ventilados e limpos;

    – Vacinar-se contra a gripe e outras doenças respiratórias.

    A SRAG é uma doença séria que pode levar à morte se não for tratada adequadamente. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas e procurar ajuda médica imediatamente em caso de suspeita.