Tag: Temer

  • Temer: denunciado pela Lava-Jato por corrupção e peculato

    O ex-presidente Michel Temer foi denunciado nesta sexta-feira (29) pela Lava-Jato do Rio de Janeiro por corrupção, lavagem de dinheiro e peculato.

    Temer foi acusado de corrupção por supostamente ter desviado R$ 1 milhão de um contrato de serviços de mídia para o Aeroporto de Brasília.

    Já a acusação de peculato está relacionada com um suposto favorecimento de uma empresa ligada ao ex-presidente nas obras da usina nuclear Angra 3, no Rio de Janeiro.

    O ex-presidente chegou a ser preso no dia 21 e ficou quatro dias detido na Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, mas foi solto quatro dias depois.

    Na quinta-feira (28), Temer virou réu em um processo por corrupção envolvendo a JBS, empresa integrante do Grupo J&F.

  • Temer e Bolsonaro trocam promessas de colaboração após transição de governo

    O presidente eleito Jair Bolsonaro e o presidente Michel Temer tiveram sua primeira reunião formal na tarde desta quarta-feira, no Palácio do Planalto, em Brasília.

    Bolsonaro mencionou que foi ele quem pediu o encontro e disse que Temer se mostrou disposto a colaborar com o que for possível ainda neste ano.

    O presidente eleito falou que pretende manter a colaboração mesmo após a posse.

    Já Michel Temer disse que pretende colaborar intensamente com o novo governo, e não apenas de maneira formal.

    Temer ressaltou que pediu a Bolsonaro uma lista dos projetos que tramitam na Câmara e no Senado e que a aprovação ainda neste ano seja de interesse do presidente eleito. Segundo Temer, seu governo vai se esforçar para dar andamento aos projetos.

    O atual presidente também convidou Bolsonaro para acompanhá-lo em viagens internacionais.

    Temer e Bolsonaro já tinham estado juntos na última terça-feira, durante a cerimônia no Congresso em comemoração aos 30 anos da Constituição de 1988.

  • Fachin dá 15 dias para PGR se manifestar em inquérito sobre Temer e ministros

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin deu um prazo de 15 dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste à respeito do relatório da Polícia Federal (PF) sobre o inquérito que investiga repasses da Odebrecht ao partido MDB. Neste inquérito, são investigados o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco.

    A investigação da PF se baseia em um depoimento de delação premiada do ex-executivo da Odebrecht Claudio Melo Filho. Segundo o delator, houve um jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, quando foi solicitado pela cúpula do partido um repasse de R$ 10 milhões para campanha do então PMDB, hoje MDB.

    Em troca, segundo a Polícia Federal, houve favorecimento da empresa Odebrecht em contratos com o governo.

    Agora, a procuradora Raquel Dodge deve decidir se aceita a denúncia, se arquiva ou se aguarda o término do mandato do presidente Temer e envia a investigação para a primeira instância da Justiça. Isto porque, na época dos fatos, Temer era vice-presidente, e de acordo com a Constituição, o presidente da República não pode ser responsabilizado por atos fora do mandato.

    Na última semana, após a conclusão do inquérito da Polícia Federal, o Palácio do Planalto se pronunciou em nota.

    Ele rebateu a conclusão do inquérito, afirmando que o pedido de apoio à campanha eleitoral do PMDB ocorreu de forma legal e os recursos doados em contas do partido foram declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

  • Temer assina decreto que reserva 30% de vagas de estágio para negros

    O presidente Michel Temer disse hoje (28) que “a história é que vai registrar” o que aconteceu durante o período de seu governo no comando do país. Segundo Temer, ao assumir o cargo foram estabelecidos três conceitos fundamentais que são o diálogo, a responsabilidade fiscal e a responsabilidade social.

    A declaração foi feita no dia em que foi divulgada a pesquisa CNI-Ibope apontando que o percentual de confiança no governo Michel Temer recuou de março para junho, passando de 8% para 6%.

    Temer discursou no evento de assinatura do decreto que prevê a reservada de 30% das vagas em processos de seleção de estágio e na contratação de jovens aprendizes no serviço público para estudantes negros.

    Ao dizer que pediu aos dirigentes de empresas do governo federal que assinem o termo de compromisso da reserva de vagas, ele declarou: “A história é que vai registrar, que vai dizer o que aconteceu nesses dois anos, dois anos e meio de governo. Então, eu digo: as palavras voam, mas o escrito permanece. Por isso pedi a todos que assinassem esse documento”.

    Segundo ele, ao longo de sua atuação no comando do país, foi feito muito mais que em anos anteriores. Ele citou ações na área social como a manutenção do Bolsa Família e os reajustes no valor do benefício. “Aqui no Brasil quando você tem um programa chega um novo governo e a tentativa é de destruir o que o governo anterior fez. Nós, pautados pela modernidade política, fizemos o contrário, os programas que são bons, continuamos”, disse.

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    Temer também mencionou o esforço para manter a responsabilidade fiscal com medidas como as reformas propostas pelo governo. Durante sua gestão foi aprovada a reforma trabalhista e proposta a reforma da Previdência, por exemplo.

    Pelo decreto assinado hoje por Temer, em cerimônia no Palácio do Planalto, a reserva de 30% das vagas para jovens negros em estágios e programas de aprendizado será aplicada na administração pública, autarquias, fundações públicas e sociedades de economia mista controladas pela União. Por Agência Brasil.

  • Polícia Federal prende José Yunes em São Paulo; defesa alega ilegalidade

    A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta (29), em São Paulo, o advogado José Yunes, ex-assessor da Presidência da República.

    Apesar de a PF dizer que não se manifestará sobre a prisão, a defesa do advogado classificou como ilegal a prisão de Yunes.

    O advogado de defesa de José Yunes afirmou em nota que “É inaceitável a prisão de um advogado com mais de 50 anos de advocacia, que sempre que intimado ou mesmo espontaneamente compareceu a todos os atos para colaborar. O advogado de Yunes, José Luís de Oliveira Lima, afirma que a prisão ilegal é uma violência contra José Yunes e contra a cidadania”.

    Em novembro do ano passado, Yunes prestou depoimento à Polícia Federal no âmbito do inquérito que investiga o decreto presidencial que aumentou o prazo dos contratos de concessão de áreas portuárias, beneficiando as atuais empresas concessionárias. A polícia investiga se houve propina por parte da empresa Rodrimar para a edição do decreto.

    Em 2016, Yunes pediu demissão do cargo de assessor especial da presidência da República depois de ser acusado nas delações da Odebrecht de receber propina da empreiteira para o MDB na eleição de 2014.

    O partido afirma que as doações da Odebrecht foram todas legais e registradas na justiça.

    Já o presidente Temer sempre negou as acusações sobre o decreto dos portos. Por: Radioagência Nacional