Tag: terapia

  • Resultados promissores: pesquisadores testam terapia revolucionária contra doenças neurodegenerativas

    Resultados promissores: pesquisadores testam terapia revolucionária contra doenças neurodegenerativas

    Uma nova esperança surge no horizonte para pacientes com doenças priônicas, graças a um ensaio clínico inovador que está testando uma terapia com oligonucleotídeos antisentido (ASO).

    Esta abordagem terapêutica tem como alvo a prevenção da produção da proteína priônica normal, que quando mal dobrada, leva ao desenvolvimento da doença.

    As doenças priônicas são conhecidas por sua natureza fatal e pela falta de tratamentos eficazes. Elas ocorrem quando proteínas priônicas no cérebro começam a se dobrar de maneira incorreta, formando agregados que danificam os neurônios. A maioria dos casos surge esporadicamente, mas alguns são herdados geneticamente ou adquiridos através de fontes externas de infecção.

    O estudo atual representa um marco significativo na luta contra essas doenças devastadoras. Se bem-sucedido, o tratamento não apenas beneficiará aqueles que sofrem de doenças priônicas, mas também poderá ser aplicado a outras condições neurodegenerativas que compartilham mecanismos patológicos semelhantes.

    Os pesquisadores estão cautelosamente otimistas, cientes de que ainda há um longo caminho a percorrer. No entanto, a possibilidade de retardar ou até mesmo parar a progressão dessas doenças oferece uma luz no fim do túnel para muitos.

    Para mais informações sobre o ensaio clínico e a terapia ASO, os interessados são encorajados a entrar em contato com os centros de pesquisa participantes.

    Fonte: Link.

    Esta abordagem terapêutica tem como alvo a prevenção da produção da proteína priônica normal, que quando mal dobrada, leva ao desenvolvimento da doença.

    As doenças priônicas são conhecidas por sua natureza fatal e pela falta de tratamentos eficazes. Elas ocorrem quando proteínas priônicas no cérebro começam a se dobrar de maneira incorreta, formando agregados que danificam os neurônios. A maioria dos casos surge esporadicamente, mas alguns são herdados geneticamente ou adquiridos através de fontes externas de infecção.

    O estudo atual representa um marco significativo na luta contra essas doenças devastadoras. Se bem-sucedido, o tratamento não apenas beneficiará aqueles que sofrem de doenças priônicas, mas também poderá ser aplicado a outras condições neurodegenerativas que compartilham mecanismos patológicos semelhantes.

    Os pesquisadores estão cautelosamente otimistas, cientes de que ainda há um longo caminho a percorrer. No entanto, a possibilidade de retardar ou até mesmo parar a progressão dessas doenças oferece uma luz no fim do túnel para muitos.

    Para mais informações sobre o ensaio clínico e a terapia ASO, os interessados são encorajados a entrar em contato com os centros de pesquisa participantes.

    Fonte: Link.

  • Terapia ou remédio? Estudo compara tratamentos para a depressão em pacientes com insuficiência cardíaca

    Terapia ou remédio? Estudo compara tratamentos para a depressão em pacientes com insuficiência cardíaca

    Novo estudo mostrou que a terapia de ativação comportamental é tão eficaz quanto os medicamentos antidepressivos no tratamento dos sintomas de depressão em pacientes com insuficiência cardíaca.

    A insuficiência cardíaca é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para o corpo, causando fadiga, falta de ar, inchaço nas pernas e outros problemas. A depressão é um transtorno mental que afeta o humor, os pensamentos e o comportamento de uma pessoa, causando tristeza, desesperança, perda de interesse, culpa e outros sintomas.

    Ambas as condições podem afetar negativamente a qualidade de vida e a saúde dos pacientes. Estima-se que cerca de 20% dos pacientes com insuficiência cardíaca tenham depressão maior, e até 50% tenham sintomas depressivos. Além disso, a depressão é um fator de risco para o desenvolvimento e a piora da insuficiência cardíaca, e vice-versa.

    O estudo, publicado na revista científica JAMA Network Open em 2022, acompanhou mais de 400 pacientes com insuficiência cardíaca e depressão por um ano, dividindo-os aleatoriamente em dois grupos: um que recebeu gerenciamento de medicação antidepressiva e outro que participou de terapia de ativação comportamental.

    A terapia de ativação comportamental é uma forma de psicoterapia baseada em evidências que visa aumentar o envolvimento dos pacientes em atividades prazerosas e significativas, reduzindo assim os sintomas depressivos. A terapia de ativação comportamental é baseada na ideia de que a depressão é causada por um ciclo de inatividade, isolamento e pensamentos negativos.

    Os medicamentos antidepressivos são medicamentos que atuam no cérebro para alterar o equilíbrio de substâncias químicas chamadas neurotransmissores, que estão envolvidas no humor e nas emoções. Os medicamentos antidepressivos mais comuns são os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), como a fluoxetina e a sertralina, que aumentam a disponibilidade de serotonina no cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que não houve diferença estatisticamente significativa entre a eficácia dos dois métodos, com cada grupo de pacientes experimentando uma redução de mais de 50% na gravidade dos sintomas depressivos.

    “O achado mais importante aqui é que os pacientes que sofrem de depressão têm uma escolha em termos de seu tratamento entre terapia ou medicamentos,” disse Waguih W. IsHak, MD, vice-presidente de Educação e Pesquisa do Departamento de Psiquiatria e Neurociências Comportamentais do Cedars-Sinai e primeiro autor do estudo.

    “Os pacientes que preferem não tomar medicamentos podem fazer terapia de ativação comportamental com resultados semelhantes.”

    Os pesquisadores ressaltam que tanto a terapia de ativação comportamental quanto os medicamentos antidepressivos têm vantagens e desvantagens, e que a escolha do tratamento deve ser feita em conjunto com o médico, levando em conta as preferências, as necessidades e as condições de cada paciente.

    Eles também destacam que o estudo tem algumas limitações, como o fato de que os pacientes foram recrutados de um único centro médico, o que pode limitar a generalização dos resultados para outras populações. Além disso, o estudo não avaliou os efeitos dos tratamentos sobre a função cardíaca, os eventos cardiovasculares, a mortalidade ou os custos de saúde.

    Os pesquisadores esperam que o estudo contribua para o avanço do conhecimento e da prática clínica no tratamento da depressão em pacientes com insuficiência cardíaca, uma população que muitas vezes não recebe a atenção adequada para sua saúde mental.

    Fonte: Link.

    A insuficiência cardíaca é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para o corpo, causando fadiga, falta de ar, inchaço nas pernas e outros problemas. A depressão é um transtorno mental que afeta o humor, os pensamentos e o comportamento de uma pessoa, causando tristeza, desesperança, perda de interesse, culpa e outros sintomas.

    Ambas as condições podem afetar negativamente a qualidade de vida e a saúde dos pacientes. Estima-se que cerca de 20% dos pacientes com insuficiência cardíaca tenham depressão maior, e até 50% tenham sintomas depressivos. Além disso, a depressão é um fator de risco para o desenvolvimento e a piora da insuficiência cardíaca, e vice-versa.

    O estudo, publicado na revista científica JAMA Network Open em 2022, acompanhou mais de 400 pacientes com insuficiência cardíaca e depressão por um ano, dividindo-os aleatoriamente em dois grupos: um que recebeu gerenciamento de medicação antidepressiva e outro que participou de terapia de ativação comportamental.

    A terapia de ativação comportamental é uma forma de psicoterapia baseada em evidências que visa aumentar o envolvimento dos pacientes em atividades prazerosas e significativas, reduzindo assim os sintomas depressivos. A terapia de ativação comportamental é baseada na ideia de que a depressão é causada por um ciclo de inatividade, isolamento e pensamentos negativos.

    Os medicamentos antidepressivos são medicamentos que atuam no cérebro para alterar o equilíbrio de substâncias químicas chamadas neurotransmissores, que estão envolvidas no humor e nas emoções. Os medicamentos antidepressivos mais comuns são os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), como a fluoxetina e a sertralina, que aumentam a disponibilidade de serotonina no cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que não houve diferença estatisticamente significativa entre a eficácia dos dois métodos, com cada grupo de pacientes experimentando uma redução de mais de 50% na gravidade dos sintomas depressivos.

    “O achado mais importante aqui é que os pacientes que sofrem de depressão têm uma escolha em termos de seu tratamento entre terapia ou medicamentos,” disse Waguih W. IsHak, MD, vice-presidente de Educação e Pesquisa do Departamento de Psiquiatria e Neurociências Comportamentais do Cedars-Sinai e primeiro autor do estudo.

    “Os pacientes que preferem não tomar medicamentos podem fazer terapia de ativação comportamental com resultados semelhantes.”

    Os pesquisadores ressaltam que tanto a terapia de ativação comportamental quanto os medicamentos antidepressivos têm vantagens e desvantagens, e que a escolha do tratamento deve ser feita em conjunto com o médico, levando em conta as preferências, as necessidades e as condições de cada paciente.

    Eles também destacam que o estudo tem algumas limitações, como o fato de que os pacientes foram recrutados de um único centro médico, o que pode limitar a generalização dos resultados para outras populações. Além disso, o estudo não avaliou os efeitos dos tratamentos sobre a função cardíaca, os eventos cardiovasculares, a mortalidade ou os custos de saúde.

    Os pesquisadores esperam que o estudo contribua para o avanço do conhecimento e da prática clínica no tratamento da depressão em pacientes com insuficiência cardíaca, uma população que muitas vezes não recebe a atenção adequada para sua saúde mental.

    Fonte: Link.

  • Demi Lovato pretende disponibilizar terapia gratuita aos seus fãs

    A cantora Demi Lovato mostrou que se importa com a saúde mental dos seus fãs, que em sua maioria são adolescentes. Com a intenção de ajudar os seu público a ultrapassar todos os problemas, desde os mais simples até aos mais graves, Demi decidiu disponibilizar terapia gratuita.

    “É basicamente como uma sessão de terapia antes dos concertos, temos oradores de todo o mundo e também estamos a ajudar com diferentes instituições de caridade de todo o país. Então, será uma experiência incrível, muito emocionante e inspiradora. Eu quero fazer isto porque foi uma experiência incrível a última vez que fizemos numa digressão”, disse a cantora, acrescentando que há pessoas que vão às sessões e que percebem que precisam ficar sóbrias”.

    Vale lembrar que Demi foi frequentadora e é co-proprietária do centro de tratamento de saúde mental e bem-estar CAST Centers.