Tag: Terra

  • A NASA simplesmente não viu o enorme asteroide que passou bem próximo da Terra

    Enquanto o mundo estava ocupado fazendo suas coisas no sábado, um asteroide do tamanho de um campo de futebol passou tirando tinta do nosso planeta e, pasmem, os cientistas da NASA só notaram o objeto poucas horas antes.

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    Viajando a cerca de 106.000 km/h, o asteroide passou no espaço entre a Terra e a Lua. Por mais distante que isso possa parecer, em termos espaciais, isso é assustadoramente próximo. A situação é especialmente aterrorizante principalmente se considerarmos o tamanho do asteroide.

    Geralmente, em um período de uma a duas semanas, os cientistas descobrem objetos do tamanho de um ônibus, ou talvez de uma casa, o que é comum. Mas o asteroide 2018 GE3, como foi batizado, tem algo entre 47 e 100 metros de largura, aproximadamente 3,6 vezes o tamanho do que eliminou 500.000 acres da floresta siberiana em 1908.

    Estimava-se que o impacto causado por um objeto desse tamanho, possa produzir cerca de 185 vezes mais energia do que a bomba atômica de Hiroshima.

    “Se ele tivesse atingido a Terra, teria causado danos regionais, não globais, e também poderia ter se desintegrado na atmosfera antes de chegar ao solo. No entanto, é este um asteroide significativo, ilustrando como até mesmo grandes rochas espaciais ainda podem nos surpreender”, relatou o SpaceWeather.com.

    Os asteroides são pequenos e escuros, por isso são difíceis de serem captados pelos cientistas. Além disso, eles se movem muito rapidamente, o que significa que um telescópio precisa ser apontado para o ponto certo na hora certa para pegá-los.

    Felizmente a NASA tem um programa para detecção de asteroides. Mesmo que ele procure apenas por asteroides com 140 metros de largura, já nos dá uma certa sensação de segurança saber que se algo realmente devastador se aproximar, ele será detectado.

    Mesmo assim vale lembrar que não é preciso muito para um asteroide causar dano aqui na Terra. Em 2013, um asteroide três a seis vezes menor do que o 2018 GE3 feriu mais de 1.200 pessoas e danificou milhares de edifícios em Chelyabinsk, na Rússia.

  • NASA envia esperma humano ao espaço em pesquisa determinante para o futuro da humanidade

    A tripulação da Estação Espacial Internacional e pesquisadores da Terra ajudarão a determinar como o esperma se comporta na microgravidade, ajudando a responder dúvidas sobre a capacidade reprodução no espaço.

    De acordo com a NASA, o experimento faz parte do projeto Micro-11 que busca entender se o tempo as voos espaciais influenciam a saúde reprodutiva humana, particularmente na qualidade do esperma.

    Espera-se que o projeto descubra como viabilizar a concepção de bebês em condições de baixa gravidade. A equipe de pesquisa afirma que, na probabilidade de termos que deixar nosso planeta um dia, não resolver a questão colocaria o futuro da humanidade em risco.

    “Como planejamos viajar para além da estação espacial com pensamentos de colonização na Lua, em Marte e em outros corpos celestes, a questão de sobrevivência multi-geracional pode ocorrer — não apenas em animais, mas em humanos — é uma questão muito fundamental. Isso precisa ser abordado “, disse o pesquisador do Centro Médico da Universidade de Kansas, Joseph Tash que deve checar as alterações no esperma.

    A falta de gravidade desafia a capacidade de fundir um óvulo, embora o esperma possa se mover mais livremente na ausência de peso. “Atrasos ou problemas neste estágio podem impedir que a fertilização aconteça no espaço”, segundo o site da NASA.

    Amostras de esperma para o experimento Micro-11 chegaram ao Kennedy Space Center da NASA, na Flórida, onde os pesquisadores as prepararam para o lançamento na Estação Espacial Internacional.

    Até agora, os mamíferos tiveram pouco sucesso na reprodução do espaço, ao contrário dos sapos, caracóis e salamandras. Em 2017, a NASA enviou espermatozoides de rato para o espaço exterior; as amostras congeladas sobreviveram a uma viagem de nove meses e ratos saudáveis ​​nasceram após o retorno à Terra.

    Para a pesquisa recente, amostras congeladas de espermatozoides humanos foram lançadas a bordo de um foguete Falcon 9, desenvolvido Elon Musk. A tripulação de astronautas irá descongelá-los, ativá-los com produtos químicos especiais para fazê-lo se mover e esperançosamente poder fundi-lo com um óvulo.

    Quando os experimentos terminarem, o espermatozoide será misturado com conservantes e enviado de volta à Terra para análises. Com informações da Sputnik Brasil

  • Fim do mundo outra vez: falta menos de duas semanas para o apocalipse

    Algumas teorias sugerem que o ‘fim do mundo’ estaria mais perto do que imaginamos e que tal pode começar já em abril de 2018.

    Os adeptos das teorias de conspiração afirmam que o começo do fim do nosso planeta será em 23 de abril de 2018. As previsões são baseadas em uma passagem bíblica do Livro das Revelações (Apocalipse) que supostamente fala da segunda vinda de Jesus Cristo.

    “E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz”, diz o verso 12, capítulos 1 e 2 do livro de Apocalipse.

    Segundo os adeptos da teoria, a mulher da passagem seria a constelação de Virgem. Em 23 de abril, o Sol e a Lua estarão em Virgem, assim como o planeta Júpiter, que representa o Messias. Embora esse alinhamento aconteça a cada 12 anos, outro alinhamento planetário simultâneo, que representa o Leão de Judá, vaticina que esta será a última vez.

    Além disso, o sistema planetário mitológico conhecido como Planeta X ou Nibiru surgirá no céu em 23 de abril, explicou o adepto destas teorias David Meade ao jornal britânico Express. Quando o planeta passar perto da Terra em outubro, ele provocará o “começo do fim”, que resultará em enormes erupções vulcânicas por causa de sua força gravitacional, assegurou ele.

    No entanto, segundo os cientistas, é mais provável que isso não passe de fantasias. A NASA rejeitou a existência do Planeta X em 2010, quando teóricos afirmaram que tal planeta atingiria a Terra em 2012.

    “Não há fundamento para essas anunciações. Se Nibiru, ou o Planeta X, fosse real e se direcionasse a um choque com a Terra […], os astrônomos teriam monitorado isso pelo menos durante a última década e agora seria possível ver o tal planeta a olho nu. Obviamente, isso não existe”, explicou a agência espacial dos EUA.

    Outro amante destas teorias, Jonathan Sarfati, disse que o alinhamento celestial, que supostamente marca o fim dos dias, também é extremamente raro.

    “O fenômeno aconteceu quatro vezes no último milênio e ainda estamos aqui”, comentou ele. Por Sputnik Brasil

  • Cientistas encontram sinais de catástrofe global no Atlântico

    Cientistas da University College de Londres descobriram que a corrente marítima do Golfo diminuiu significativamente, atingindo o nível mínimo nos últimos 1.600 anos.

    Eles afirmaram que isso pode provocar invernos rigorosos na Europa Ocidental, aumento acelerado do nível do mar e enfraquecimento das chuvas tropicais, segundo as informações reportadas pelo The Guardian.

    A corrente do Golfo entra na circulação meridional do Atlântico, um sistema de correntes que inclui correntes quentes do sul para o norte nas camadas superiores do oceano, e águas frias profundas, que fluem na direção oposta. O aquecimento global impede o resfriamento da água e o derretimento do gelo no Ártico, o que significa que grandes volumes de água doce e consequentemente menos densa, entram no oceano Ártico.

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    Os cientistas analisaram os depósitos no cabo Hatteras no estado norte-americano da Carolina do Norte, que está enfrentando a corrente quente do Golfo e a corrente fria do Labrador. Por causa disso, formam-se vórtices e arenitos de areia perigosos para os navios. Pelo tamanho dos grãos de areia datados, pode-se julgar a força das correntes de um período determinado.

    Acontece que a velocidade da circulação meridional do Atlântico atingiu um recorde de baixa por mais de 1.500 anos, tornando-se 15% mais fraca. Começou a diminuir depois do final do pequeno período glacial nos séculos XIV e XIX. Essa tendência continuou devido ao aquecimento global. Os cientistas também chegaram à conclusão de que a corrente do Golfo se tornará ainda mais fraca, já que a atmosfera da Terra continua a aquecer devido à queima de grandes volumes de combustíveis fósseis pelo homem. Com informações da Sputnik Brasil