Tag: TikTok

  • Saúde mental nas redes sociais: o projeto da Harvard que treina influenciadores do TikTok para informar e conscientizar

    Saúde mental nas redes sociais: o projeto da Harvard que treina influenciadores do TikTok para informar e conscientizar

    Em um mundo cada vez mais conectado e estressante, muitas pessoas buscam nas redes sociais informações e apoio sobre saúde mental.

    No entanto, nem sempre o conteúdo que circula nessas plataformas é confiável ou baseado em evidências científicas. Para tentar oferecer uma alternativa à profusão de conteúdos (bons e ruins) sobre saúde mental nas redes sociais, a Universidade de Harvard iniciou um projeto inovador que envolve a colaboração de influenciadores de saúde mental no TikTok.

    O TikTok é uma rede social que permite aos usuários criar e compartilhar vídeos curtos, geralmente com música, humor ou efeitos especiais. A plataforma tem mais de 1 bilhão de usuários ativos mensais, sendo especialmente popular entre os jovens. Segundo uma pesquisa da YouGov, 57% dos brasileiros acreditam que os influenciadores podem ajudar ou atrapalhar a saúde mental dos internautas e 25% já buscaram ajuda profissional após serem impactados por um conteúdo online.

    Nesse contexto, a Escola de Saúde Pública TH Chan, em Harvard, convidou 25 influenciadores de saúde mental do TikTok para participar de uma experiência de campo, na qual cientistas sociais tentaram injetar conteúdo baseado em evidências nos seus feeds. Os influenciadores são pessoas que usam a plataforma para compartilhar suas experiências, dicas, conselhos e humor sobre saúde mental, abordando assuntos como depressão, ansiedade, estilos de apego, rompimentos e autoestima.

    O objetivo do projeto é avaliar se os influenciadores podem ser agentes de mudança positiva na saúde mental dos seus seguidores, transmitindo informações corretas e encorajando o cuidado e a prevenção. Além disso, o projeto visa entender como as redes sociais podem ser usadas para disseminar conhecimento científico de forma acessível e atraente.

    O projeto é coordenado pelo professor Ichiro Kawachi, que é especialista em epidemiologia social e saúde pública. Ele explica que a ideia surgiu após observar o aumento da demanda por informação sobre saúde mental durante a pandemia de Covid-19 e a falta de fontes confiáveis nas redes sociais. Segundo ele, os influenciadores têm um papel importante na formação da opinião pública e podem contribuir para reduzir o estigma e o preconceito em torno da saúde mental.

    Os influenciadores selecionados para o projeto receberam treinamento online sobre temas como neurociência, psicologia, psiquiatria e políticas públicas. Eles também tiveram acesso a materiais educativos produzidos por Harvard e puderam interagir com os pesquisadores para tirar dúvidas e dar feedback. A partir disso, eles criaram vídeos sobre saúde mental usando sua própria linguagem e estilo, incorporando as informações baseadas em evidências.

    Um dos influenciadores que participou do projeto foi Rachel Havekost, uma bartender de meio período em Seattle que gosta de brincar que sua principal qualificação são 19 anos de terapia. Ela conta que ficou surpresa ao receber o convite de Harvard e que achou a experiência muito enriquecedora. Ela diz que aprendeu muito sobre saúde mental e que se sentiu mais confiante para falar sobre o assunto com seus mais de 300 mil seguidores.

    Outro influenciador que fez parte do projeto foi Trey Tucker, também conhecido como @ruggedcounseling no TikTok. Ele é um terapeuta de Chattanooga, Tennessee, que discute estilos de apego em sua conta no TikTok, às vezes enquanto carrega fardos de feno na carroceria de uma caminhonete. Ele afirma que o projeto foi uma oportunidade única de ampliar seu conhecimento sobre saúde mental e de alcançar um público maior com conteúdo relevante e responsável.

    O projeto ainda está em fase de análise dos resultados, mas os pesquisadores já adiantam que houve um aumento significativo no engajamento dos seguidores dos influenciadores após o início da intervenção. Eles também relatam que receberam feedback positivo dos usuários do TikTok, que elogiaram a qualidade e a utilidade das informações sobre saúde mental.

    O professor Kawachi diz que o projeto é um exemplo de como a academia pode se aproximar da sociedade e usar as redes sociais como uma ferramenta de educação e comunicação. Ele espera que o projeto possa inspirar outras iniciativas semelhantes e que possa contribuir para a promoção da saúde mental no Brasil e no mundo.

    No entanto, nem sempre o conteúdo que circula nessas plataformas é confiável ou baseado em evidências científicas. Para tentar oferecer uma alternativa à profusão de conteúdos (bons e ruins) sobre saúde mental nas redes sociais, a Universidade de Harvard iniciou um projeto inovador que envolve a colaboração de influenciadores de saúde mental no TikTok.

    O TikTok é uma rede social que permite aos usuários criar e compartilhar vídeos curtos, geralmente com música, humor ou efeitos especiais. A plataforma tem mais de 1 bilhão de usuários ativos mensais, sendo especialmente popular entre os jovens. Segundo uma pesquisa da YouGov, 57% dos brasileiros acreditam que os influenciadores podem ajudar ou atrapalhar a saúde mental dos internautas e 25% já buscaram ajuda profissional após serem impactados por um conteúdo online.

    Nesse contexto, a Escola de Saúde Pública TH Chan, em Harvard, convidou 25 influenciadores de saúde mental do TikTok para participar de uma experiência de campo, na qual cientistas sociais tentaram injetar conteúdo baseado em evidências nos seus feeds. Os influenciadores são pessoas que usam a plataforma para compartilhar suas experiências, dicas, conselhos e humor sobre saúde mental, abordando assuntos como depressão, ansiedade, estilos de apego, rompimentos e autoestima.

    O objetivo do projeto é avaliar se os influenciadores podem ser agentes de mudança positiva na saúde mental dos seus seguidores, transmitindo informações corretas e encorajando o cuidado e a prevenção. Além disso, o projeto visa entender como as redes sociais podem ser usadas para disseminar conhecimento científico de forma acessível e atraente.

    O projeto é coordenado pelo professor Ichiro Kawachi, que é especialista em epidemiologia social e saúde pública. Ele explica que a ideia surgiu após observar o aumento da demanda por informação sobre saúde mental durante a pandemia de Covid-19 e a falta de fontes confiáveis nas redes sociais. Segundo ele, os influenciadores têm um papel importante na formação da opinião pública e podem contribuir para reduzir o estigma e o preconceito em torno da saúde mental.

    Os influenciadores selecionados para o projeto receberam treinamento online sobre temas como neurociência, psicologia, psiquiatria e políticas públicas. Eles também tiveram acesso a materiais educativos produzidos por Harvard e puderam interagir com os pesquisadores para tirar dúvidas e dar feedback. A partir disso, eles criaram vídeos sobre saúde mental usando sua própria linguagem e estilo, incorporando as informações baseadas em evidências.

    Um dos influenciadores que participou do projeto foi Rachel Havekost, uma bartender de meio período em Seattle que gosta de brincar que sua principal qualificação são 19 anos de terapia. Ela conta que ficou surpresa ao receber o convite de Harvard e que achou a experiência muito enriquecedora. Ela diz que aprendeu muito sobre saúde mental e que se sentiu mais confiante para falar sobre o assunto com seus mais de 300 mil seguidores.

    Outro influenciador que fez parte do projeto foi Trey Tucker, também conhecido como @ruggedcounseling no TikTok. Ele é um terapeuta de Chattanooga, Tennessee, que discute estilos de apego em sua conta no TikTok, às vezes enquanto carrega fardos de feno na carroceria de uma caminhonete. Ele afirma que o projeto foi uma oportunidade única de ampliar seu conhecimento sobre saúde mental e de alcançar um público maior com conteúdo relevante e responsável.

    O projeto ainda está em fase de análise dos resultados, mas os pesquisadores já adiantam que houve um aumento significativo no engajamento dos seguidores dos influenciadores após o início da intervenção. Eles também relatam que receberam feedback positivo dos usuários do TikTok, que elogiaram a qualidade e a utilidade das informações sobre saúde mental.

    O professor Kawachi diz que o projeto é um exemplo de como a academia pode se aproximar da sociedade e usar as redes sociais como uma ferramenta de educação e comunicação. Ele espera que o projeto possa inspirar outras iniciativas semelhantes e que possa contribuir para a promoção da saúde mental no Brasil e no mundo.

  • Como fazer uma foto de gravidez usando o Remini, o app que viralizou no TikTok

    Como fazer uma foto de gravidez usando o Remini, o app que viralizou no TikTok

    O Remini é um aplicativo de edição de fotos que usa inteligência artificial para criar imagens em variados cenários, incluindo fotos de mulheres grávidas e bebês.

    Essa tendência está se espalhando pelas redes sociais e já foi compartilhada por várias influenciadoras.

    Para fazer uma foto de gravidez com o Remini, você precisa seguir os seguintes passos:

    1. Baixe o aplicativo Remini, disponível para Android e iOS.

    2. Abra o app e acesse “Permitir acesso às fotos”.

    3. Na parte superior da tela clique em “Gerar fotos”.

    4. Clique na opção “Envie suas selfies” e escolha uma foto sua que mostre bem o seu rosto.

    5. Selecione o gênero e escolha uma imagem de modelo que tenha uma mulher grávida.

    6. Toque em “Usar esta imagem de modelo” e aguarde alguns minutos até que sua foto seja gerada.

    7. Salve sua imagem ou compartilhe nas redes sociais.

    Pronto! Agora você já sabe como fazer uma foto de gravidez com o Remini. Espero que tenha gostado da dica! ????

    Essa tendência está se espalhando pelas redes sociais e já foi compartilhada por várias influenciadoras.

    Para fazer uma foto de gravidez com o Remini, você precisa seguir os seguintes passos:

    1. Baixe o aplicativo Remini, disponível para Android e iOS.

    2. Abra o app e acesse “Permitir acesso às fotos”.

    3. Na parte superior da tela clique em “Gerar fotos”.

    4. Clique na opção “Envie suas selfies” e escolha uma foto sua que mostre bem o seu rosto.

    5. Selecione o gênero e escolha uma imagem de modelo que tenha uma mulher grávida.

    6. Toque em “Usar esta imagem de modelo” e aguarde alguns minutos até que sua foto seja gerada.

    7. Salve sua imagem ou compartilhe nas redes sociais.

    Pronto! Agora você já sabe como fazer uma foto de gravidez com o Remini. Espero que tenha gostado da dica! ????

  • WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    Você já ouviu falar em WaterTok? Esse é o nome de uma nova tendência que surgiu no TikTok, a rede social de vídeos curtos que faz sucesso entre os jovens.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

  • Desafio do Benadryl no TikTok: o que é e quais são os riscos

    Desafio do Benadryl no TikTok: o que é e quais são os riscos

    O TikTok é uma rede social que se tornou popular entre os jovens por seus vídeos curtos e divertidos.

    Porém, nem tudo é diversão na plataforma. Alguns desafios propostos pelos usuários podem ser perigosos e até fatais. Um deles é o chamado Desafio do Benadryl, que consiste em ingerir grandes quantidades de um antialérgico e filmar os efeitos no corpo.

    O Benadryl é o nome comercial de um medicamento que contém difenidramina, uma substância anti-histamínica que combate alergias. Em doses normais, o remédio pode causar sonolência, boca seca e tontura. Em doses elevadas, pode provocar alucinações, arritmia cardíaca, convulsões, coma e até morte.

    O desafio viralizou no TikTok em 2020, mas voltou a ganhar repercussão após a morte de um adolescente de 13 anos nos Estados Unidos, em maio de 2023. Segundo a imprensa local, o jovem tomou mais de 14 comprimidos de Benadryl e teve uma overdose. Ele ficou seis dias internado em estado grave até que os médicos declararam sua morte cerebral.

    O caso acendeu um alerta para os pais e as autoridades sobre os riscos dos desafios do TikTok. Especialistas alertam que a ingestão de medicamentos sem prescrição médica pode causar danos irreversíveis à saúde e até levar à morte. Além disso, recomendam que os medicamentos sejam mantidos fora do alcance de crianças e adolescentes.

    O TikTok, por sua vez, afirmou que proíbe conteúdos que incentivem ou promovam comportamentos perigosos e que remove vídeos que violem suas políticas. A rede social também disse que oferece ferramentas para os pais controlarem o acesso dos filhos à plataforma.

    Porém, nem tudo é diversão na plataforma. Alguns desafios propostos pelos usuários podem ser perigosos e até fatais. Um deles é o chamado Desafio do Benadryl, que consiste em ingerir grandes quantidades de um antialérgico e filmar os efeitos no corpo.

    O Benadryl é o nome comercial de um medicamento que contém difenidramina, uma substância anti-histamínica que combate alergias. Em doses normais, o remédio pode causar sonolência, boca seca e tontura. Em doses elevadas, pode provocar alucinações, arritmia cardíaca, convulsões, coma e até morte.

    O desafio viralizou no TikTok em 2020, mas voltou a ganhar repercussão após a morte de um adolescente de 13 anos nos Estados Unidos, em maio de 2023. Segundo a imprensa local, o jovem tomou mais de 14 comprimidos de Benadryl e teve uma overdose. Ele ficou seis dias internado em estado grave até que os médicos declararam sua morte cerebral.

    O caso acendeu um alerta para os pais e as autoridades sobre os riscos dos desafios do TikTok. Especialistas alertam que a ingestão de medicamentos sem prescrição médica pode causar danos irreversíveis à saúde e até levar à morte. Além disso, recomendam que os medicamentos sejam mantidos fora do alcance de crianças e adolescentes.

    O TikTok, por sua vez, afirmou que proíbe conteúdos que incentivem ou promovam comportamentos perigosos e que remove vídeos que violem suas políticas. A rede social também disse que oferece ferramentas para os pais controlarem o acesso dos filhos à plataforma.

  • TikTok: por que o app está sendo proibido em empresas e governos?

    TikTok: por que o app está sendo proibido em empresas e governos?

    O TikTok é uma rede social que permite criar e compartilhar vídeos curtos de até 60 segundos. O aplicativo é um sucesso entre os jovens e já tem mais de 2 bilhões de downloads no mundo todo.

    Mas nem tudo são flores para a plataforma chinesa, que enfrenta uma série de restrições e acusações de vários países ocidentais.

    Um dos principais motivos para o banimento do TikTok em empresas e governos é a preocupação com a segurança dos dados dos usuários. O app é acusado de coletar muitas informações pessoais, como localização, contatos, álbum de fotos, interação com outros apps e até mesmo o modelo do aparelho onde o app foi instalado. Esses dados poderiam ser usados para espionagem ou manipulação pelo governo chinês, que é o dono da empresa ByteDance, responsável pelo TikTok.

    Alguns países que já proibiram o uso do TikTok em dispositivos oficiais ou da administração pública são: Estados Unidos, França, Austrália e Reino Unido. A medida não afeta toda a população, mas apenas os funcionários públicos que trabalham na área de segurança nacional ou que tenham acesso a dados sensíveis. A proibição também vale para as escolas públicas nos EUA.

    O TikTok nega as acusações e diz que não compartilha os dados dos usuários com o governo chinês. A empresa afirma que respeita as leis e regulamentos dos países onde atua e que tem políticas de privacidade e segurança rigorosas. A rede social também diz que é vítima de um boicote por parte dos governos ocidentais, que querem impedir o crescimento de uma empresa asiática no mercado global.

    O banimento do TikTok pode ter consequências negativas para a plataforma, que pode perder usuários e receita com publicidade. Além disso, pode abrir espaço para concorrentes que oferecem serviços semelhantes, como o Instagram Reels ou o YouTube Shorts. Por outro lado, pode ser uma oportunidade para o TikTok se adaptar às exigências dos países e melhorar sua transparência e confiabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4, Link 5.

    Mas nem tudo são flores para a plataforma chinesa, que enfrenta uma série de restrições e acusações de vários países ocidentais.

    Um dos principais motivos para o banimento do TikTok em empresas e governos é a preocupação com a segurança dos dados dos usuários. O app é acusado de coletar muitas informações pessoais, como localização, contatos, álbum de fotos, interação com outros apps e até mesmo o modelo do aparelho onde o app foi instalado. Esses dados poderiam ser usados para espionagem ou manipulação pelo governo chinês, que é o dono da empresa ByteDance, responsável pelo TikTok.

    Alguns países que já proibiram o uso do TikTok em dispositivos oficiais ou da administração pública são: Estados Unidos, França, Austrália e Reino Unido. A medida não afeta toda a população, mas apenas os funcionários públicos que trabalham na área de segurança nacional ou que tenham acesso a dados sensíveis. A proibição também vale para as escolas públicas nos EUA.

    O TikTok nega as acusações e diz que não compartilha os dados dos usuários com o governo chinês. A empresa afirma que respeita as leis e regulamentos dos países onde atua e que tem políticas de privacidade e segurança rigorosas. A rede social também diz que é vítima de um boicote por parte dos governos ocidentais, que querem impedir o crescimento de uma empresa asiática no mercado global.

    O banimento do TikTok pode ter consequências negativas para a plataforma, que pode perder usuários e receita com publicidade. Além disso, pode abrir espaço para concorrentes que oferecem serviços semelhantes, como o Instagram Reels ou o YouTube Shorts. Por outro lado, pode ser uma oportunidade para o TikTok se adaptar às exigências dos países e melhorar sua transparência e confiabilidade.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4, Link 5.

  • SpeedupSongs: O que é e como acelerar suas músicas favoritas

    SpeedupSongs: O que é e como acelerar suas músicas favoritas

    Você já ouviu falar do SpeedupSongs? É uma tendência que surgiu nas redes sociais, especialmente no TikTok, que consiste em acelerar músicas para deixá-las mais curtas e agudas.

    O resultado é uma versão divertida e diferente da canção original, que pode caber em um post de 30 a 40 segundos.

    O SpeedupSongs começou com versões amadoras, criadas pelos próprios usuários das redes, mas logo chamou a atenção de artistas e produtores, que passaram a lançar suas próprias músicas aceleradas em plataformas como o Spotify. Nomes como Lana Del Rey, Demi Lovato, Michael Bublé e Madonna já entraram na onda e disponibilizaram singles modificados em seus perfis.

    Mas como fazer o SpeedupSongs? Existem alguns aplicativos e sites que permitem acelerar músicas de forma simples e rápida. Um deles é o Audacity, um programa gratuito de edição de áudio que permite alterar a velocidade e o tom de qualquer arquivo de som. Outro é o Online Audio Speed Changer, um site que permite fazer o mesmo sem precisar baixar nada.

    Para usar o Audacity, basta baixar o programa no seu computador, abrir o arquivo de áudio que você quer acelerar e selecionar a opção “Efeito” no menu superior. Depois, escolha “Alterar Velocidade” e ajuste o percentual de aumento ou diminuição da velocidade. Quanto maior o percentual, mais rápida e aguda será a música. Depois, é só salvar o arquivo e compartilhar nas redes.

    Para usar o Online Audio Speed Changer, basta acessar o site https://onlinetonegenerator.com/time-stretcher.html, clicar em “Escolher arquivo” e selecionar o arquivo de áudio que você quer acelerar. Depois, arraste o controle deslizante para ajustar a velocidade da música. Você pode ouvir uma prévia antes de baixar o arquivo final.

    Alguns exemplos de músicas que ficaram famosas no SpeedupSongs são:

    • “Moral of the Story”, de Ashe
    • “Bring It Back”, de Travis Porter
    • “Black Out Days (Future Islands Remix)”, de Phantogram
    • “Without Me”, de Halsey
    • “King’s Dead”, de Jay Rock, Kendrick Lamar, Future e James Blake
    • “SUGAR”, de Brockhampton
    • “MAMMAMIA”, de Aya Nakamura
    • “idontwannabeyouanymore”, de Billie Eilish

    Se você quer conhecer mais músicas aceleradas, pode conferir a playlist Speed up Songs no Spotify, que tem cerca de dois milhões de curtidas e reúne vários sucessos nesse formato.

    O SpeedupSongs é uma forma divertida e criativa de ouvir e compartilhar músicas nas redes sociais. Experimente você também e veja como suas músicas favoritas podem ganhar uma nova vibe!

    O resultado é uma versão divertida e diferente da canção original, que pode caber em um post de 30 a 40 segundos.

    O SpeedupSongs começou com versões amadoras, criadas pelos próprios usuários das redes, mas logo chamou a atenção de artistas e produtores, que passaram a lançar suas próprias músicas aceleradas em plataformas como o Spotify. Nomes como Lana Del Rey, Demi Lovato, Michael Bublé e Madonna já entraram na onda e disponibilizaram singles modificados em seus perfis.

    Mas como fazer o SpeedupSongs? Existem alguns aplicativos e sites que permitem acelerar músicas de forma simples e rápida. Um deles é o Audacity, um programa gratuito de edição de áudio que permite alterar a velocidade e o tom de qualquer arquivo de som. Outro é o Online Audio Speed Changer, um site que permite fazer o mesmo sem precisar baixar nada.

    Para usar o Audacity, basta baixar o programa no seu computador, abrir o arquivo de áudio que você quer acelerar e selecionar a opção “Efeito” no menu superior. Depois, escolha “Alterar Velocidade” e ajuste o percentual de aumento ou diminuição da velocidade. Quanto maior o percentual, mais rápida e aguda será a música. Depois, é só salvar o arquivo e compartilhar nas redes.

    Para usar o Online Audio Speed Changer, basta acessar o site https://onlinetonegenerator.com/time-stretcher.html, clicar em “Escolher arquivo” e selecionar o arquivo de áudio que você quer acelerar. Depois, arraste o controle deslizante para ajustar a velocidade da música. Você pode ouvir uma prévia antes de baixar o arquivo final.

    Alguns exemplos de músicas que ficaram famosas no SpeedupSongs são:

    • “Moral of the Story”, de Ashe
    • “Bring It Back”, de Travis Porter
    • “Black Out Days (Future Islands Remix)”, de Phantogram
    • “Without Me”, de Halsey
    • “King’s Dead”, de Jay Rock, Kendrick Lamar, Future e James Blake
    • “SUGAR”, de Brockhampton
    • “MAMMAMIA”, de Aya Nakamura
    • “idontwannabeyouanymore”, de Billie Eilish

    Se você quer conhecer mais músicas aceleradas, pode conferir a playlist Speed up Songs no Spotify, que tem cerca de dois milhões de curtidas e reúne vários sucessos nesse formato.

    O SpeedupSongs é uma forma divertida e criativa de ouvir e compartilhar músicas nas redes sociais. Experimente você também e veja como suas músicas favoritas podem ganhar uma nova vibe!

  • Para combater as fake news nas redes sociais, STF se reúne novamente com as big techs

    Para combater as fake news nas redes sociais, STF se reúne novamente com as big techs

    O Supremo Tribunal Federal (STF) reúne nesta terça-feira (28) com representantes das principais plataformas digitais do mundo para debater a responsabilidade das empresas sobre os conteúdos publicados por seus usuários.

    O encontro faz parte de uma audiência pública convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques aos ministros da Corte.

    Segundo o Globo, participam da audiência os representantes do TikTok, Google, Facebook, Twitter e WhatsApp.

    Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

    • A defesa da liberdade de expressão e do direito à informação como valores fundamentais das plataformas, mas também a necessidade de combater os abusos e as violações aos direitos humanos.

    • A importância da colaboração entre as empresas, o poder público, a sociedade civil e a imprensa para enfrentar o problema das fake news, respeitando o devido processo legal e a privacidade dos usuários.

    • A adoção de medidas preventivas e reativas para identificar, remover ou reduzir a visibilidade de conteúdos que violem as regras das plataformas ou a legislação vigente, bem como para promover a educação midiática e o jornalismo profissional.

    • A dificuldade de definir o que é uma fake news, dada a complexidade e a diversidade dos contextos em que elas surgem e circulam, e a necessidade de evitar a censura ou a interferência indevida na liberdade de expressão.

    A audiência pública é um instrumento democrático que permite ao STF ouvir diferentes vozes e perspectivas sobre um tema relevante para a sociedade. O objetivo é subsidiar o julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da Lei das Fake News (Lei nº 13.834/2019), que tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

    O debate sobre as fake news nas redes sociais é fundamental para garantir o direito à informação verídica e de qualidade, bem como para preservar a democracia e o Estado de Direito. Por isso, é importante que todos os envolvidos nesse processo sejam responsáveis e transparentes em suas ações e comunicações.

    O encontro faz parte de uma audiência pública convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques aos ministros da Corte.

    Segundo o Globo, participam da audiência os representantes do TikTok, Google, Facebook, Twitter e WhatsApp.

    Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

    • A defesa da liberdade de expressão e do direito à informação como valores fundamentais das plataformas, mas também a necessidade de combater os abusos e as violações aos direitos humanos.

    • A importância da colaboração entre as empresas, o poder público, a sociedade civil e a imprensa para enfrentar o problema das fake news, respeitando o devido processo legal e a privacidade dos usuários.

    • A adoção de medidas preventivas e reativas para identificar, remover ou reduzir a visibilidade de conteúdos que violem as regras das plataformas ou a legislação vigente, bem como para promover a educação midiática e o jornalismo profissional.

    • A dificuldade de definir o que é uma fake news, dada a complexidade e a diversidade dos contextos em que elas surgem e circulam, e a necessidade de evitar a censura ou a interferência indevida na liberdade de expressão.

    A audiência pública é um instrumento democrático que permite ao STF ouvir diferentes vozes e perspectivas sobre um tema relevante para a sociedade. O objetivo é subsidiar o julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da Lei das Fake News (Lei nº 13.834/2019), que tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

    O debate sobre as fake news nas redes sociais é fundamental para garantir o direito à informação verídica e de qualidade, bem como para preservar a democracia e o Estado de Direito. Por isso, é importante que todos os envolvidos nesse processo sejam responsáveis e transparentes em suas ações e comunicações.

  • TikTok: por que o aplicativo gera desconfiança nos governos?

    TikTok: por que o aplicativo gera desconfiança nos governos?

    O TikTok é um dos aplicativos mais populares do mundo, com mais de 150 milhões de usuários mensais ativos nos Estados Unidos e milhões de outros em diversos países.

    Porém, o sucesso do aplicativo de vídeos curtos também atraiu a atenção e a desconfiança de vários governos, que temem que os dados dos usuários sejam compartilhados com o governo chinês, dono da empresa que controla o TikTok, a ByteDance.

    Nos últimos meses, o TikTok foi banido ou ameaçado de banimento em vários países, como Estados Unidos, Canadá, Índia e Austrália. A principal acusação é que o aplicativo representa um risco à segurança nacional e à privacidade dos usuários, pois poderia enviar informações sensíveis para a China ou ser usado para disseminar propaganda ou desinformação.

    O TikTok nega as acusações e afirma que não tem laços com o governo chinês, que seus dados não estão na China e que nunca entregaria os dados dos usuários se fosse solicitado. A empresa também diz que investe bilhões de dólares em medidas de segurança de dados e que é uma plataforma global, amada por milhões de pessoas.

    No entanto, esses argumentos não convenceram os governos que desconfiam do TikTok. Alguns deles exigiram que a ByteDance vendesse sua participação no aplicativo ou enfrentasse uma proibição total. Outros impuseram restrições ao uso do TikTok em dispositivos oficiais ou corporativos. E alguns ainda deram poderes ao presidente ou ao Congresso para banir o aplicativo se considerarem necessário.

    A situação do TikTok é delicada e incerta. O aplicativo pode perder milhões de usuários e receitas se for banido em mercados importantes. Além disso, pode enfrentar processos judiciais e sanções econômicas. Por outro lado, o aplicativo pode tentar negociar com os governos ou recorrer à Justiça para defender seus direitos e interesses.

    O futuro do TikTok depende de vários fatores, como as relações diplomáticas entre a China e os países que desconfiam do aplicativo, as decisões políticas e jurídicas dos governos envolvidos e a opinião pública dos usuários e das empresas que usam o TikTok para se comunicar e se divertir.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    Porém, o sucesso do aplicativo de vídeos curtos também atraiu a atenção e a desconfiança de vários governos, que temem que os dados dos usuários sejam compartilhados com o governo chinês, dono da empresa que controla o TikTok, a ByteDance.

    Nos últimos meses, o TikTok foi banido ou ameaçado de banimento em vários países, como Estados Unidos, Canadá, Índia e Austrália. A principal acusação é que o aplicativo representa um risco à segurança nacional e à privacidade dos usuários, pois poderia enviar informações sensíveis para a China ou ser usado para disseminar propaganda ou desinformação.

    O TikTok nega as acusações e afirma que não tem laços com o governo chinês, que seus dados não estão na China e que nunca entregaria os dados dos usuários se fosse solicitado. A empresa também diz que investe bilhões de dólares em medidas de segurança de dados e que é uma plataforma global, amada por milhões de pessoas.

    No entanto, esses argumentos não convenceram os governos que desconfiam do TikTok. Alguns deles exigiram que a ByteDance vendesse sua participação no aplicativo ou enfrentasse uma proibição total. Outros impuseram restrições ao uso do TikTok em dispositivos oficiais ou corporativos. E alguns ainda deram poderes ao presidente ou ao Congresso para banir o aplicativo se considerarem necessário.

    A situação do TikTok é delicada e incerta. O aplicativo pode perder milhões de usuários e receitas se for banido em mercados importantes. Além disso, pode enfrentar processos judiciais e sanções econômicas. Por outro lado, o aplicativo pode tentar negociar com os governos ou recorrer à Justiça para defender seus direitos e interesses.

    O futuro do TikTok depende de vários fatores, como as relações diplomáticas entre a China e os países que desconfiam do aplicativo, as decisões políticas e jurídicas dos governos envolvidos e a opinião pública dos usuários e das empresas que usam o TikTok para se comunicar e se divertir.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • TikTok ultrapassa Facebook e suas plataformas de mensagens como aplicativo mais baixado de 2020


    O aplicativo chinês tem mais de um bilhão de usuários em todo o mundo, ultrapassando o Facebook e dois dos maiores aplicativos de mensagens, Messenger e WhatsApp, segundo a rastreadora de mercado App Annie.

    O crescimento aconteceu mesmo com os esforços do ex-presidente americano Donald Trump para bani-lo ou forçar uma venda a investidores americanos.

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