Tag: Trânsito

  • Pesquisadores desenvolvem algoritmo que monitora a carga de trabalho dos motoristas e melhora a segurança no trânsito

    Pesquisadores desenvolvem algoritmo que monitora a carga de trabalho dos motoristas e melhora a segurança no trânsito

    Um novo algoritmo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Cambridge, pode ajudar a prevenir acidentes de trânsito, ao prever quando os motoristas estão aptos a interagir com sistemas dentro do veículo ou receber mensagens, como alertas de trânsito, chamadas ou direções de navegação.

    O algoritmo se baseia em técnicas de aprendizado de máquina e filtragem bayesiana, que permitem medir de forma confiável e contínua o nível de demanda mental que o motorista enfrenta ao dirigir, chamado de carga de trabalho. A carga de trabalho pode variar de acordo com o comportamento e o status do motorista, as condições da estrada, o tipo de estrada ou as características do motorista. Por exemplo, dirigir em uma área desconhecida pode significar uma alta carga de trabalho, enquanto um trajeto diário pode significar uma carga de trabalho menor.

    O algoritmo é altamente adaptável e pode responder em tempo real às mudanças na situação de condução. Essa informação pode ser usada para personalizar a interação entre o motorista e o veículo, de forma a priorizar a segurança e melhorar a experiência do usuário. Por exemplo, os motoristas só são alertados em momentos de baixa carga de trabalho, para que possam manter sua total concentração na estrada em cenários de condução mais estressantes. Além disso, o algoritmo pode ajustar o nível de intervenção dos sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS), que podem auxiliar o motorista em tarefas como frenagem, aceleração ou mudança de faixa.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista IEEE Transactions on Intelligent Vehicles. Os pesquisadores trabalharam em parceria com a JLR, uma empresa líder em inovação automotiva, que tem interesse em aplicar o algoritmo em seus veículos, sejam eles autônomos, híbridos ou convencionais. O objetivo é aumentar a segurança e o conforto dos motoristas e passageiros, ao mesmo tempo em que se reduz o consumo de combustível e as emissões de poluentes.

    “Com o aumento da quantidade de dados disponíveis para os motoristas, é preciso garantir que eles não se distraiam ou se sobrecarreguem com informações irrelevantes ou inoportunas”, disse o Dr. Bashar Ahmad, co-primeiro autor do estudo e pesquisador do Departamento de Engenharia da Universidade de Cambridge. “Nosso algoritmo permite que os sistemas dentro do veículo se adaptem ao status do motorista, de forma a fornecer apenas as informações necessárias e no momento adequado.”

    O algoritmo se baseia em técnicas de aprendizado de máquina e filtragem bayesiana, que permitem medir de forma confiável e contínua o nível de demanda mental que o motorista enfrenta ao dirigir, chamado de carga de trabalho. A carga de trabalho pode variar de acordo com o comportamento e o status do motorista, as condições da estrada, o tipo de estrada ou as características do motorista. Por exemplo, dirigir em uma área desconhecida pode significar uma alta carga de trabalho, enquanto um trajeto diário pode significar uma carga de trabalho menor.

    O algoritmo é altamente adaptável e pode responder em tempo real às mudanças na situação de condução. Essa informação pode ser usada para personalizar a interação entre o motorista e o veículo, de forma a priorizar a segurança e melhorar a experiência do usuário. Por exemplo, os motoristas só são alertados em momentos de baixa carga de trabalho, para que possam manter sua total concentração na estrada em cenários de condução mais estressantes. Além disso, o algoritmo pode ajustar o nível de intervenção dos sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS), que podem auxiliar o motorista em tarefas como frenagem, aceleração ou mudança de faixa.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista IEEE Transactions on Intelligent Vehicles. Os pesquisadores trabalharam em parceria com a JLR, uma empresa líder em inovação automotiva, que tem interesse em aplicar o algoritmo em seus veículos, sejam eles autônomos, híbridos ou convencionais. O objetivo é aumentar a segurança e o conforto dos motoristas e passageiros, ao mesmo tempo em que se reduz o consumo de combustível e as emissões de poluentes.

    “Com o aumento da quantidade de dados disponíveis para os motoristas, é preciso garantir que eles não se distraiam ou se sobrecarreguem com informações irrelevantes ou inoportunas”, disse o Dr. Bashar Ahmad, co-primeiro autor do estudo e pesquisador do Departamento de Engenharia da Universidade de Cambridge. “Nosso algoritmo permite que os sistemas dentro do veículo se adaptem ao status do motorista, de forma a fornecer apenas as informações necessárias e no momento adequado.”

  • Sinais de rádio da Terra já alcançaram 75 sistemas estelares que também podem nos ver

    Sinais de rádio da Terra já alcançaram 75 sistemas estelares que também podem nos ver

    Você sabia que as ondas de rádio que emitimos há mais de 100 anos já chegaram a 75 sistemas estelares que também podem observar a Terra passando na frente do Sol? Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista Nature, que usou dados da missão Gaia da Agência Espacial Europeia para mapear as…

    Os pesquisadores Lisa Kaltenegger, da Universidade Cornell, e Jackie Faherty, do Museu Americano de História Natural, calcularam o tamanho da esfera que os nossos sinais de rádio cobriram desde que saíram da Terra e contaram as estrelas que ficam dentro dela. Eles também determinaram quais dessas estrelas poderiam ver a Terra transitando o Sol, ou seja, passando na frente dele como um pequeno ponto escuro.

    Esse fenômeno é usado pelos astrônomos para detectar exoplanetas, ou planetas fora do Sistema Solar, e também para estudar suas atmosferas em busca de sinais de vida. Por isso, saber quais estrelas podem ver a Terra transitando o Sol é importante para avaliar as chances de sermos observados por civilizações alienígenas.

    O estudo revelou que 1.715 estrelas dentro de 100 parsecs (cerca de 326 anos-luz) do Sol estão na posição certa para terem visto a vida em uma Terra transitante desde o início da civilização humana (cerca de 5 mil anos atrás), com mais 319 estrelas entrando nessa posição especial nos próximos 5 mil anos. Entre essas estrelas, há sete que já têm exoplanetas conhecidos, incluindo Ross-128, que viu a Terra transitar o Sol no passado, e Teegarden’s Star e Trappist-1, que começarão a ver isso em 29 e 1.642 anos, respectivamente.

    Os pesquisadores também identificaram um subconjunto de 75 estrelas localizadas em uma esfera de 30 parsecs (cerca de 98 anos-luz), que os sinais de rádio da Terra já alcançaram. Essas estrelas são as mais próximas candidatas a receberem uma mensagem nossa ou a enviarem uma resposta.

    O estudo mostra que há uma grande diversidade entre as 2.034 estrelas que entram ou saem da zona de trânsito da Terra ao longo de 10 mil anos. Há desde anãs vermelhas frias até gigantes azuis quentes, passando por anãs brancas e marrons. A maioria delas são estrelas do tipo M, como Trappist-1, que têm uma longa vida útil e podem abrigar planetas rochosos na zona habitável.

    Os autores do estudo esperam que seu trabalho estimule novas pesquisas sobre essas estrelas e seus possíveis planetas, tanto para buscar sinais de vida quanto para entender melhor o nosso ambiente galáctico. Eles também sugerem que essas estrelas sejam alvo de programas de busca por inteligência extraterrestre (SETI), que tentam captar sinais artificiais vindos do espaço.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores Lisa Kaltenegger, da Universidade Cornell, e Jackie Faherty, do Museu Americano de História Natural, calcularam o tamanho da esfera que os nossos sinais de rádio cobriram desde que saíram da Terra e contaram as estrelas que ficam dentro dela. Eles também determinaram quais dessas estrelas poderiam ver a Terra transitando o Sol, ou seja, passando na frente dele como um pequeno ponto escuro.

    Esse fenômeno é usado pelos astrônomos para detectar exoplanetas, ou planetas fora do Sistema Solar, e também para estudar suas atmosferas em busca de sinais de vida. Por isso, saber quais estrelas podem ver a Terra transitando o Sol é importante para avaliar as chances de sermos observados por civilizações alienígenas.

    O estudo revelou que 1.715 estrelas dentro de 100 parsecs (cerca de 326 anos-luz) do Sol estão na posição certa para terem visto a vida em uma Terra transitante desde o início da civilização humana (cerca de 5 mil anos atrás), com mais 319 estrelas entrando nessa posição especial nos próximos 5 mil anos. Entre essas estrelas, há sete que já têm exoplanetas conhecidos, incluindo Ross-128, que viu a Terra transitar o Sol no passado, e Teegarden’s Star e Trappist-1, que começarão a ver isso em 29 e 1.642 anos, respectivamente.

    Os pesquisadores também identificaram um subconjunto de 75 estrelas localizadas em uma esfera de 30 parsecs (cerca de 98 anos-luz), que os sinais de rádio da Terra já alcançaram. Essas estrelas são as mais próximas candidatas a receberem uma mensagem nossa ou a enviarem uma resposta.

    O estudo mostra que há uma grande diversidade entre as 2.034 estrelas que entram ou saem da zona de trânsito da Terra ao longo de 10 mil anos. Há desde anãs vermelhas frias até gigantes azuis quentes, passando por anãs brancas e marrons. A maioria delas são estrelas do tipo M, como Trappist-1, que têm uma longa vida útil e podem abrigar planetas rochosos na zona habitável.

    Os autores do estudo esperam que seu trabalho estimule novas pesquisas sobre essas estrelas e seus possíveis planetas, tanto para buscar sinais de vida quanto para entender melhor o nosso ambiente galáctico. Eles também sugerem que essas estrelas sejam alvo de programas de busca por inteligência extraterrestre (SETI), que tentam captar sinais artificiais vindos do espaço.

    Fonte: Link.

  • Terça-feira começa com trânsito complicado em São Paulo

    O dia para o motorista começou complicado na cidade de São Paulo. Os congestionamentos na Zona Sul e Oeste
    refletiram em toda a cidade. Segundo a CET, a lentidão chegou a somar 52 km no início da manhã.

    Confira como está agora a situação do transito na capital.

  • Sexta-feira começa com trânsito complicado nas rodovias paulistas


  • Projeto separa rodovias federais de vias urbanas para reduzir acidentes

    As rodovias federais poderão ser separadas das vias urbanas locais. Esse é o objetivo de um projeto de lei (PLS 702/2015) do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). A separação das vias de trânsito rápido nas zonas urbanas deverá ser feita por meio de contornos, anéis viários, rodovias perimetrais ou obras similares, sempre que houver viabilidade técnica ou financeira. O relator da proposta, senador Lasier Martins (PSD-RS), ressaltou que a ideia é evitar acidentes. A proposta já foi aprovada na Comissão de Infraestrutura do Senado (CI) na forma de texto alternativo. Por isso, deverá passar por turno suplementar de votação, antes de seguir para a Câmara dos Deputados. Ouça a reportagem de Iara Farias Borges, da Rádio Senado.

  • SUS poderá receber 30% do valor das multas de trânsito

    Projeto que destina 30% dos recursos arrecadados com as multas de trânsito para o Sistema Único de Saúde (SUS) tramita na Câmara dos Deputados. O PLS 426/2012, do senador Eduardo Amorim (PSDB-SE), foi aprovado em abril pelo Senado e é analisado em conjunto com outra iniciativa que permite o uso do dinheiro das multas para financiar atividades de salvamento e resgate de vítimas de acidente de trânsito.

    A relatora do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senadora Marta Suplicy (MDB-SP), explicou que os valores não entram na conta dos percentuais mínimos estabelecidos pela Constituição, ou seja, representam recursos extras para a área da saúde. A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado.

  • Cai o número de multas de trânsito na capital paulista

    Dados do Painel Mobilidade Segura da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes revelam que o número o número de multas registradas na cidade de São Paulo foi 14,4% menor em 2017 na comparação com o mesmo período do ano anterior.

    No ano passado foram registradas mais de 13 milhões de autuações de 15 milhões e meio em 2016, uma queda de mais de 2 milhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira.

    As multas por excesso de velocidade, desrespeito ao rodízio e transitar em faixa de transporte público continuaram no topo do ranking das infrações mais cometidas pelos motoristas de acordo com o estudo.

    Para a Secretaria de Municipal de Transporte, a queda do número de autuações ocorreu em função de melhorias na sinalização de radares além da intensificação de ações de educação e conscientização ao longo de 2017. Outra medida adotada pela pasta foi a extinção dos radares móveis em caixas de metal que dificultavam a visualização dos motoristas. Por: Radioagencia Nacional