Tag: tumor

  • Estudo revela como o envelhecimento pode tornar o sistema imunológico menos eficiente contra tumores

    Estudo revela como o envelhecimento pode tornar o sistema imunológico menos eficiente contra tumores

    Um novo estudo mostrou que níveis altos de uma substância chamada ácido metilmalônico podem enfraquecer células do sistema imunológico chamadas células T CD8+, que são importantes na luta contra o câncer de pulmão.

    Cientistas do Moffitt Cancer Center descobriram como mudanças no corpo causadas pelo envelhecimento podem afetar a capacidade do sistema imunológico de combater tumores.

    O estudo, publicado na revista Oncogene, revelou que o ácido metilmalônico, quando em níveis elevados, atrapalha a ativação e o funcionamento dessas células T. Normalmente, os níveis dessa substância são baixos em pessoas saudáveis, mas podem aumentar com a idade ou em caso de falta de vitamina B12. A pesquisadora Ana Gomes, Ph.D., explicou que o ácido metilmalônico interfere na produção de energia das células T CD8+, tornando-as menos eficientes na luta contra o câncer. Isso sugere que, se for possível diminuir ou neutralizar o efeito dessa substância, os tratamentos contra o câncer podem se tornar mais eficazes, principalmente em pessoas mais velhas, que têm maior risco de desenvolver a doença.

    Os testes mostraram que o ácido metilmalônico reduz a atividade das células T CD8+, o que enfraquece a resposta imunológica ao câncer. Além disso, o estudo apontou que essa substância afeta também outras células do sistema imunológico e o ambiente ao redor dos tumores, favorecendo o crescimento e a propagação do câncer. Com essas descobertas, os pesquisadores acreditam que encontrar formas de reduzir o ácido metilmalônico pode ser uma estratégia importante para melhorar o combate ao câncer, especialmente em idosos.

    Fonte: Link, Link 2.


    Cientistas do Moffitt Cancer Center descobriram como mudanças no corpo causadas pelo envelhecimento podem afetar a capacidade do sistema imunológico de combater tumores.

    O estudo, publicado na revista Oncogene, revelou que o ácido metilmalônico, quando em níveis elevados, atrapalha a ativação e o funcionamento dessas células T. Normalmente, os níveis dessa substância são baixos em pessoas saudáveis, mas podem aumentar com a idade ou em caso de falta de vitamina B12. A pesquisadora Ana Gomes, Ph.D., explicou que o ácido metilmalônico interfere na produção de energia das células T CD8+, tornando-as menos eficientes na luta contra o câncer. Isso sugere que, se for possível diminuir ou neutralizar o efeito dessa substância, os tratamentos contra o câncer podem se tornar mais eficazes, principalmente em pessoas mais velhas, que têm maior risco de desenvolver a doença.

    Os testes mostraram que o ácido metilmalônico reduz a atividade das células T CD8+, o que enfraquece a resposta imunológica ao câncer. Além disso, o estudo apontou que essa substância afeta também outras células do sistema imunológico e o ambiente ao redor dos tumores, favorecendo o crescimento e a propagação do câncer. Com essas descobertas, os pesquisadores acreditam que encontrar formas de reduzir o ácido metilmalônico pode ser uma estratégia importante para melhorar o combate ao câncer, especialmente em idosos.

    Fonte: Link, Link 2.


  • Descoberta surpreendente mostra que neutrófilos podem ser armas antitumorais essenciais

    Descoberta surpreendente mostra que neutrófilos podem ser armas antitumorais essenciais

    Um estudo publicado na revista Cell mostrou que os neutrófilos, um tipo de glóbulo branco, têm um papel importante na eliminação de tumores sólidos.

    Os pesquisadores investigaram como uma imunoterapia baseada em células T foi capaz de destruir tumores de melanoma, mesmo que muitas das células tumorais não tivessem os marcadores ou “antígenos” alvo das células T.

    Eles descobriram que as células T, ao atacar os tumores, ativaram um enxame de neutrófilos, que por sua vez mataram as células tumorais que as células T não conseguiram eliminar.

    Os achados podem levar a novas imunoterapias que aproveitem essa resposta imune antitumoral inesperada, mas potente.

    Fonte: ScienceDaily

    Os pesquisadores investigaram como uma imunoterapia baseada em células T foi capaz de destruir tumores de melanoma, mesmo que muitas das células tumorais não tivessem os marcadores ou “antígenos” alvo das células T.

    Eles descobriram que as células T, ao atacar os tumores, ativaram um enxame de neutrófilos, que por sua vez mataram as células tumorais que as células T não conseguiram eliminar.

    Os achados podem levar a novas imunoterapias que aproveitem essa resposta imune antitumoral inesperada, mas potente.

    Fonte: ScienceDaily

  • Inteligência artificial prevê a genética de tumores cerebrais cancerígenos em menos de 90 segundos

    Inteligência artificial prevê a genética de tumores cerebrais cancerígenos em menos de 90 segundos

    Uso da inteligência artificial pode ajudar os médicos a diagnosticar e tratar tumores cerebrais cancerígenos de forma mais rápida e precisa.

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revelou que um algoritmo de aprendizado profundo pode analisar a genética de tumores cerebrais em menos de 90 segundos, enquanto os métodos tradicionais podem levar até 150 horas.

    Os pesquisadores usaram uma rede neural convolucional, um tipo de inteligência artificial que imita o funcionamento do cérebro humano, para treinar o algoritmo com mais de 2.600 imagens de tumores cerebrais. O algoritmo foi capaz de identificar os padrões genéticos dos tumores com uma precisão de 94%, superando os métodos convencionais que dependem de análises laboratoriais demoradas e invasivas.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar o prognóstico e o tratamento dos pacientes com tumores cerebrais, que são uma das formas mais agressivas e mortais de câncer. Ao prever a genética dos tumores em questão de segundos, os médicos podem personalizar as terapias mais adequadas para cada caso e reduzir os riscos de complicações.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revelou que um algoritmo de aprendizado profundo pode analisar a genética de tumores cerebrais em menos de 90 segundos, enquanto os métodos tradicionais podem levar até 150 horas.

    Os pesquisadores usaram uma rede neural convolucional, um tipo de inteligência artificial que imita o funcionamento do cérebro humano, para treinar o algoritmo com mais de 2.600 imagens de tumores cerebrais. O algoritmo foi capaz de identificar os padrões genéticos dos tumores com uma precisão de 94%, superando os métodos convencionais que dependem de análises laboratoriais demoradas e invasivas.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar o prognóstico e o tratamento dos pacientes com tumores cerebrais, que são uma das formas mais agressivas e mortais de câncer. Ao prever a genética dos tumores em questão de segundos, os médicos podem personalizar as terapias mais adequadas para cada caso e reduzir os riscos de complicações.

    Fonte: Link.