O vírus do papiloma humano (HPV) é uma das principais causas de câncer de colo do útero, que afeta milhares de mulheres no Brasil e no mundo.
Para facilitar o diagnóstico precoce dessa doença, a Fiocruz e a Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram uma nova técnica que utiliza a saliva como material biológico.
A técnica consiste em coletar a saliva da paciente e analisá-la por meio de um teste molecular chamado PCR em tempo real, que detecta a presença do DNA do HPV. O resultado sai em cerca de duas horas, o que permite um tratamento mais rápido e eficaz.
Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, a técnica é mais simples, barata e menos invasiva do que os métodos tradicionais, que exigem a coleta de material do colo do útero. Além disso, a saliva pode ser coletada em qualquer lugar, sem a necessidade de um profissional de saúde especializado.
O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde e pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), e contou com a participação de 300 mulheres voluntárias. Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE, e mostraram que a técnica tem uma sensibilidade de 87% e uma especificidade de 94% para o diagnóstico de HPV.
Os pesquisadores esperam que a técnica possa ser incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para a prevenção e o controle do câncer de colo do útero no país.
Fonte: Agência Fiocruz
Para facilitar o diagnóstico precoce dessa doença, a Fiocruz e a Universidade de Brasília (UnB) desenvolveram uma nova técnica que utiliza a saliva como material biológico.
A técnica consiste em coletar a saliva da paciente e analisá-la por meio de um teste molecular chamado PCR em tempo real, que detecta a presença do DNA do HPV. O resultado sai em cerca de duas horas, o que permite um tratamento mais rápido e eficaz.
Segundo os pesquisadores envolvidos no projeto, a técnica é mais simples, barata e menos invasiva do que os métodos tradicionais, que exigem a coleta de material do colo do útero. Além disso, a saliva pode ser coletada em qualquer lugar, sem a necessidade de um profissional de saúde especializado.
O projeto foi financiado pelo Ministério da Saúde e pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), e contou com a participação de 300 mulheres voluntárias. Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE, e mostraram que a técnica tem uma sensibilidade de 87% e uma especificidade de 94% para o diagnóstico de HPV.
Os pesquisadores esperam que a técnica possa ser incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para a prevenção e o controle do câncer de colo do útero no país.
Fonte: Agência Fiocruz
