Tag: vida extraterrestre

  • 6 descobertas científicas recentes que podem mudar tudo o que sabemos sobre o mundo

    6 descobertas científicas recentes que podem mudar tudo o que sabemos sobre o mundo

    De diamantes falsos que impulsionam computadores quânticos a bactérias que curam o câncer: conheça as descobertas científicas que estão reescrevendo a ciência moderna e talvez o futuro da humanidade.

    Vivemos em uma era em que novas descobertas científicas são anunciadas todos os dias. Mas, em meio ao bombardeio constante de informações, muitas das mais transformadoras passam despercebidas — escondidas à vista de todos.

    Da computação quântica às possibilidades de vida fora da Terra, pesquisadores de todo o mundo estão desafiando o que achávamos saber sobre o universo e até sobre nós mesmos. A W Rádio Brasil reuniu seis das descobertas mais impressionantes publicadas recentemente em revistas e portais científicos. São avanços que podem redefinir não apenas a tecnologia e a medicina, mas a própria noção de vida.

    1️⃣ Um “diamante falso” pode ser o segredo da computação quântica

    Um material barato e comum, o titanato de estrôncio (STO), pode ser a peça que faltava para tornar os computadores quânticos realmente funcionais.

    Pesquisadores de Stanford descobriram que esse cristal — usado até como imitação de diamante em joias — não apenas resiste ao frio criogênico extremo, mas melhora seu desempenho quanto mais frio fica. Suas propriedades ópticas e mecânicas se tornam 40 vezes mais poderosas que as de materiais atualmente usados.

    Ao substituir átomos de oxigênio por isótopos mais pesados, os cientistas criaram uma versão “turbinada” do STO, com comportamento próximo da criticidade quântica — uma espécie de ponto ideal entre estabilidade e caos. O resultado? Um material potencialmente revolucionário para processadores quânticos.

    “Encontramos este material na prateleira, e ele se mostrou o melhor do mundo para essas aplicações.”
    — Christopher Anderson, pesquisador da equipe

    2️⃣ Bactérias que matam o câncer sem ajuda do sistema imunológico

    Uma equipe japonesa desenvolveu um tratamento inovador que usa duas bactérias trabalhando em harmonia para destruir tumores — sem depender do sistema imunológico do paciente.

    O método, batizado de AUN (palavra japonesa que simboliza equilíbrio entre opostos), combina Proteus mirabilis e Rhodopseudomonas palustris. Juntas, elas invadem o tumor e ajustam sua proporção interna até atingir a máxima eficácia, matando as células cancerosas mesmo em pacientes com imunidade comprometida.

    “Um novo capítulo na terapia bacteriana contra o câncer está finalmente começando.”
    — Prof. Eijiro Miyako

    3️⃣ Lua de Saturno pode abrigar vida há bilhões de anos

    A lua Enceladus, de Saturno, tem um oceano subterrâneo que permanece líquido há bilhões de anos — e pode abrigar vida.

    Dados recentes da missão Cassini, da NASA, mostram que o calor emanado de Enceladus vem não só do polo sul, mas também do polo norte, criando um equilíbrio térmico global. O fluxo de energia, estimado em 54 gigawatts, seria suficiente para manter o oceano líquido por tempo geológico quase infinito.

    Essa descoberta coloca Enceladus no topo da lista de destinos para futuras missões em busca de vida fora da Terra.

    “Este é um passo fundamental na busca por ambientes habitáveis no Sistema Solar.”
    — Dra. Carly Howett, NASA

    4️⃣ Seu corpo é minoria dentro de si mesmo

    Parece incrível, mas o ser humano é formado por mais células bacterianas do que humanas. Nosso intestino abriga cerca de 100 trilhões de microrganismos, que influenciam desde o metabolismo até o humor.

    Para entender essa complexidade, cientistas criaram a IA VBayesMM, que analisa o microbioma com base em incertezas probabilísticas. O sistema consegue identificar ligações reais entre bactérias e doenças como obesidade e câncer, abrindo caminho para tratamentos personalizados e medicina preditiva.

    “Podemos descobrir relações biológicas reais — não apenas coincidências estatísticas.”
    — Tung Dang, pesquisador do projeto

    5️⃣ Vida floresce em um ambiente “impossível” — com pH igual ao da água sanitária

    Nas profundezas do Pacífico, em lamas vulcânicas altamente alcalinas (pH 12), cientistas encontraram microorganismos vivos — algo considerado impossível.

    Sem DNA detectável, os pesquisadores usaram biomarcadores lipídicos, moléculas de gordura que indicam atividade biológica. A descoberta expande os limites conhecidos da vida na Terra e sugere que a origem da vida pode ter ocorrido em ambientes extremos como esse.

    “A vida primordial pode ter surgido exatamente em locais assim.”
    — Dra. Florence Schubotz

    6️⃣ A notícia científica que você acabou de ler pode ser um comunicado de imprensa

    A última descoberta é sobre como consumimos ciência. Muitos portais publicam textos diretamente adaptados de comunicados de imprensa de universidades. Esse fenômeno, chamado churnalism, mistura jornalismo com assessoria de imprensa científica.

    Embora os dados sejam corretos, é importante lembrar que a narrativa é construída pela própria instituição — não por jornalistas independentes. Saber disso é essencial para quem busca informação científica confiável.

    “Esses sites oferecem a aparência de jornalismo, mas são, na prática, vitrines para relações públicas.”
    — Ed Yong, National Geographic Phenomena

    Essas seis descobertas mostram que a ciência moderna está repleta de surpresas — e que muitas revoluções começam silenciosamente.
    Um cristal comum, uma bactéria, uma lua gelada ou até um simples comunicado de imprensa podem carregar a semente da próxima grande transformação.

    À medida que novas tecnologias, inteligências artificiais e missões espaciais expandem nossos horizontes, uma pergunta permanece:
    qual das certezas de hoje será a descoberta surpreendente de amanhã?

  • Onde estão os alienígenas? Um estudo propõe uma nova resposta

    Onde estão os alienígenas? Um estudo propõe uma nova resposta

    Se o espaço é tão grande e há tantos planetas que podem abrigar vida, por que não encontramos nenhum sinal de civilizações alienígenas?

    Essa é a essência do chamado paradoxo de Fermi, formulado pelo físico italiano Enrico Fermi em 1950. Ele argumentou que, se existem muitas civilizações extraterrestres na galáxia, algumas delas deveriam ter desenvolvido tecnologia suficiente para viajar e colonizar outros sistemas estelares. Mas então, onde estão elas?

    Uma possível solução para esse paradoxo foi proposta por um grupo de pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos. Eles sugerem que as civilizações alienígenas avançadas podem atingir um limite de crescimento e exploração espacial, chamado de “horizonte de esgotamento”, e optar por priorizar a homeostase e o bem-estar em vez de expandir-se sem controle.

    O estudo, publicado na revista científica Astrophysical Journal, usa uma abordagem baseada na relação entre informação e energia. Segundo os autores, a vida e a civilização podem ser vistas como um ciclo de retroalimentação entre fluxos de informação e energia. A informação é o que permite aos organismos e às sociedades se adaptarem ao seu ambiente e aos desafios que enfrentam. A energia é o que permite aos organismos e às sociedades realizarem as ações necessárias para sobreviver e prosperar.

    No entanto, esse ciclo não é infinito. Há um limite para a quantidade de informação que pode ser processada e armazenada por um sistema, e há um limite para a quantidade de energia que pode ser extraída e utilizada por um sistema. Esses limites dependem das leis da física, da natureza do ambiente e da complexidade do sistema.

    Quando um sistema se aproxima desses limites, ele enfrenta uma crise ou um colapso. Para evitar isso, ele precisa inovar, ou seja, encontrar novas formas de obter e usar informação e energia. Isso pode envolver mudanças tecnológicas, sociais, culturais ou políticas. A inovação é essencial para manter o ciclo de retroalimentação entre informação e energia.

    Os pesquisadores aplicaram esse modelo para analisar o comportamento das civilizações alienígenas. Eles assumiram que as civilizações alienígenas seguem um padrão semelhante ao da humanidade: começam como sociedades agrárias, passam por revoluções industriais e tecnológicas, e eventualmente alcançam a capacidade de explorar o espaço.

    Eles também assumiram que as civilizações alienígenas têm dois objetivos principais: maximizar a sua taxa de crescimento (ou seja, o quanto elas se expandem no espaço) e maximizar a sua taxa de homeostase (ou seja, o quanto elas mantêm o equilíbrio interno e o bem-estar).

    O estudo mostrou que as civilizações alienígenas podem seguir três caminhos possíveis:

    • Caminho 1: Elas continuam a expandir-se pelo espaço sem limites, consumindo cada vez mais energia e informação. Esse caminho leva ao esgotamento dos recursos e à instabilidade do sistema.

    • Caminho 2: Elas atingem um ponto de saturação, onde não conseguem mais crescer nem inovar. Esse caminho leva ao colapso do sistema ou à sua extinção.

    • Caminho 3: Elas alcançam um ponto de equilíbrio, onde elas reduzem a sua expansão espacial e priorizam a homeostase e o bem-estar. Esse caminho leva à estabilidade do sistema e à sua sobrevivência.

    Os pesquisadores argumentam que o caminho 3 é o mais provável para as civilizações alienígenas avançadas. Eles chamam esse ponto de equilíbrio de “horizonte de esgotamento”, pois representa o limite máximo de crescimento e exploração espacial que uma civilização pode atingir sem comprometer a sua sustentabilidade.

    O estudo também sugere que podemos detectar sinais de civilizações alienígenas próximas do horizonte de esgotamento ou logo após o seu “despertar homeostático”, quando elas mudam o seu rumo e reduzem a sua expansão cósmica. Esses sinais podem ser emissões de rádio, laser ou outras formas de comunicação ou observação.

    Os pesquisadores afirmam que o seu modelo pode ter implicações para a humanidade, que está enfrentando os seus próprios desafios de crescimento e sustentabilidade. Eles alertam que a humanidade pode estar se aproximando do seu próprio horizonte de esgotamento, e que é preciso buscar um equilíbrio entre a exploração espacial e a preservação da Terra.

    Eles também esperam que o seu estudo estimule novas pesquisas e debates sobre o paradoxo de Fermi e a busca por vida inteligente fora da Terra. Eles concluem que “a questão ‘onde estão eles?’ pode ser menos relevante do que ‘como eles estão?’”.

    Essa é a essência do chamado paradoxo de Fermi, formulado pelo físico italiano Enrico Fermi em 1950. Ele argumentou que, se existem muitas civilizações extraterrestres na galáxia, algumas delas deveriam ter desenvolvido tecnologia suficiente para viajar e colonizar outros sistemas estelares. Mas então, onde estão elas?

    Uma possível solução para esse paradoxo foi proposta por um grupo de pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos. Eles sugerem que as civilizações alienígenas avançadas podem atingir um limite de crescimento e exploração espacial, chamado de “horizonte de esgotamento”, e optar por priorizar a homeostase e o bem-estar em vez de expandir-se sem controle.

    O estudo, publicado na revista científica Astrophysical Journal, usa uma abordagem baseada na relação entre informação e energia. Segundo os autores, a vida e a civilização podem ser vistas como um ciclo de retroalimentação entre fluxos de informação e energia. A informação é o que permite aos organismos e às sociedades se adaptarem ao seu ambiente e aos desafios que enfrentam. A energia é o que permite aos organismos e às sociedades realizarem as ações necessárias para sobreviver e prosperar.

    No entanto, esse ciclo não é infinito. Há um limite para a quantidade de informação que pode ser processada e armazenada por um sistema, e há um limite para a quantidade de energia que pode ser extraída e utilizada por um sistema. Esses limites dependem das leis da física, da natureza do ambiente e da complexidade do sistema.

    Quando um sistema se aproxima desses limites, ele enfrenta uma crise ou um colapso. Para evitar isso, ele precisa inovar, ou seja, encontrar novas formas de obter e usar informação e energia. Isso pode envolver mudanças tecnológicas, sociais, culturais ou políticas. A inovação é essencial para manter o ciclo de retroalimentação entre informação e energia.

    Os pesquisadores aplicaram esse modelo para analisar o comportamento das civilizações alienígenas. Eles assumiram que as civilizações alienígenas seguem um padrão semelhante ao da humanidade: começam como sociedades agrárias, passam por revoluções industriais e tecnológicas, e eventualmente alcançam a capacidade de explorar o espaço.

    Eles também assumiram que as civilizações alienígenas têm dois objetivos principais: maximizar a sua taxa de crescimento (ou seja, o quanto elas se expandem no espaço) e maximizar a sua taxa de homeostase (ou seja, o quanto elas mantêm o equilíbrio interno e o bem-estar).

    O estudo mostrou que as civilizações alienígenas podem seguir três caminhos possíveis:

    • Caminho 1: Elas continuam a expandir-se pelo espaço sem limites, consumindo cada vez mais energia e informação. Esse caminho leva ao esgotamento dos recursos e à instabilidade do sistema.

    • Caminho 2: Elas atingem um ponto de saturação, onde não conseguem mais crescer nem inovar. Esse caminho leva ao colapso do sistema ou à sua extinção.

    • Caminho 3: Elas alcançam um ponto de equilíbrio, onde elas reduzem a sua expansão espacial e priorizam a homeostase e o bem-estar. Esse caminho leva à estabilidade do sistema e à sua sobrevivência.

    Os pesquisadores argumentam que o caminho 3 é o mais provável para as civilizações alienígenas avançadas. Eles chamam esse ponto de equilíbrio de “horizonte de esgotamento”, pois representa o limite máximo de crescimento e exploração espacial que uma civilização pode atingir sem comprometer a sua sustentabilidade.

    O estudo também sugere que podemos detectar sinais de civilizações alienígenas próximas do horizonte de esgotamento ou logo após o seu “despertar homeostático”, quando elas mudam o seu rumo e reduzem a sua expansão cósmica. Esses sinais podem ser emissões de rádio, laser ou outras formas de comunicação ou observação.

    Os pesquisadores afirmam que o seu modelo pode ter implicações para a humanidade, que está enfrentando os seus próprios desafios de crescimento e sustentabilidade. Eles alertam que a humanidade pode estar se aproximando do seu próprio horizonte de esgotamento, e que é preciso buscar um equilíbrio entre a exploração espacial e a preservação da Terra.

    Eles também esperam que o seu estudo estimule novas pesquisas e debates sobre o paradoxo de Fermi e a busca por vida inteligente fora da Terra. Eles concluem que “a questão ‘onde estão eles?’ pode ser menos relevante do que ‘como eles estão?’”.

  • Cientistas detectam fosfatos na lua de Saturno Encelado

    Cientistas detectam fosfatos na lua de Saturno Encelado

    Uma descoberta surpreendente pode aumentar as chances de encontrar vida fora da Terra. Uma equipe internacional de cientistas detectou fosfatos na lua de Saturno Encelado, um dos mundos mais promissores para a busca de vida extraterrestre.

    Encelado é uma lua gelada que abriga um oceano global sob sua crosta. Esse oceano é alimentado por atividade hidrotermal no núcleo rochoso da lua, que lança material para o espaço através de gêiseres na região polar sul. A sonda Cassini, da NASA, investigou a composição desse material ao analisar grãos de gelo ejetados pelo pluma de Encelado.

    Os cientistas usaram um instrumento chamado Analisador de Poeira Cósmica (CDA, na sigla em inglês) para medir os espectros de massa dos grãos de gelo, que revelam os elementos e compostos presentes neles. Eles encontraram evidências de fosfatos de sódio, uma forma de fósforo solúvel em água.

    O fósforo é um dos elementos essenciais para a vida, pois faz parte das moléculas que compõem o DNA, o RNA e as membranas celulares. No entanto, ele é o menos abundante dos elementos biogênicos e sua detecção em um oceano além da Terra é inédita.

    Os resultados, publicados na revista Nature, sugerem que o fósforo está disponível no oceano de Encelado na forma de ortofosfatos, com concentrações pelo menos 100 vezes maiores do que nos oceanos terrestres. Além disso, experimentos e modelagens geoquímicas mostram que essas altas abundâncias de fosfato podem ser alcançadas em Encelado e possivelmente em outros mundos oceânicos gelados além da linha de neve primordial de CO2, seja no fundo frio do oceano ou em ambientes hidrotermais com temperaturas moderadas.

    Os autores do estudo afirmam que essa descoberta aumenta o potencial habitável de Encelado e abre novas perspectivas para a exploração futura desse fascinante mundo.

    Encelado é uma lua gelada que abriga um oceano global sob sua crosta. Esse oceano é alimentado por atividade hidrotermal no núcleo rochoso da lua, que lança material para o espaço através de gêiseres na região polar sul. A sonda Cassini, da NASA, investigou a composição desse material ao analisar grãos de gelo ejetados pelo pluma de Encelado.

    Os cientistas usaram um instrumento chamado Analisador de Poeira Cósmica (CDA, na sigla em inglês) para medir os espectros de massa dos grãos de gelo, que revelam os elementos e compostos presentes neles. Eles encontraram evidências de fosfatos de sódio, uma forma de fósforo solúvel em água.

    O fósforo é um dos elementos essenciais para a vida, pois faz parte das moléculas que compõem o DNA, o RNA e as membranas celulares. No entanto, ele é o menos abundante dos elementos biogênicos e sua detecção em um oceano além da Terra é inédita.

    Os resultados, publicados na revista Nature, sugerem que o fósforo está disponível no oceano de Encelado na forma de ortofosfatos, com concentrações pelo menos 100 vezes maiores do que nos oceanos terrestres. Além disso, experimentos e modelagens geoquímicas mostram que essas altas abundâncias de fosfato podem ser alcançadas em Encelado e possivelmente em outros mundos oceânicos gelados além da linha de neve primordial de CO2, seja no fundo frio do oceano ou em ambientes hidrotermais com temperaturas moderadas.

    Os autores do estudo afirmam que essa descoberta aumenta o potencial habitável de Encelado e abre novas perspectivas para a exploração futura desse fascinante mundo.

  • O que é a teoria do grande filtro e como ela explica a ausência de vida extraterrestre?

    O que é a teoria do grande filtro e como ela explica a ausência de vida extraterrestre?

    Você já se perguntou por que nunca encontramos sinais de vida inteligente em outros planetas, apesar do universo ser tão vasto e antigo?

    Essa questão é conhecida como o paradoxo de Fermi, formulado pelo físico italiano Enrico Fermi em 1950. Segundo ele, se há bilhões de estrelas e planetas potencialmente habitáveis na nossa galáxia, e se algumas civilizações alienígenas fossem capazes de viajar pelo espaço, já deveríamos ter entrado em contato com elas. Mas então, onde estão todos?

    Uma possível resposta para esse mistério é a teoria do grande filtro, proposta pelo economista sueco Robin Hanson em 1996. Essa teoria sugere que existe um obstáculo extremamente difícil ou impossível de ser superado no caminho evolutivo de uma vida simples para uma vida inteligente e tecnológica. Esse obstáculo seria o grande filtro, que impediria a maioria das formas de vida de se desenvolverem e se comunicarem com outras civilizações.

    Mas onde estaria esse grande filtro? Ele poderia estar no passado ou no futuro da humanidade. Se estiver no passado, significa que nós já superamos o grande filtro, que poderia ser algo como o surgimento da vida a partir da matéria inanimada, a transição de organismos unicelulares para multicelulares, ou o desenvolvimento da inteligência e da linguagem. Nesse caso, nós seríamos uma das poucas civilizações que conseguiram chegar até aqui, e por isso não encontramos outras.

    Se estiver no futuro, significa que nós ainda não superamos o grande filtro, e que ele poderia ser algo como uma guerra nuclear, uma catástrofe ambiental, uma rebelião das máquinas, ou qualquer outro evento que extinguisse ou impedisse o avanço da nossa civilização. Nesse caso, nós estaríamos em perigo iminente, e por isso não deveríamos nos alegrar se encontrássemos evidências de vida extraterrestre extinta, pois isso indicaria que o grande filtro está à nossa frente.

    A teoria do grande filtro é uma hipótese intrigante e assustadora, que nos faz refletir sobre o nosso lugar no universo e o nosso destino como espécie. Será que estamos sozinhos ou acompanhados? Será que estamos seguros ou ameaçados? Será que algum dia vamos descobrir a verdade?

    Essa questão é conhecida como o paradoxo de Fermi, formulado pelo físico italiano Enrico Fermi em 1950. Segundo ele, se há bilhões de estrelas e planetas potencialmente habitáveis na nossa galáxia, e se algumas civilizações alienígenas fossem capazes de viajar pelo espaço, já deveríamos ter entrado em contato com elas. Mas então, onde estão todos?

    Uma possível resposta para esse mistério é a teoria do grande filtro, proposta pelo economista sueco Robin Hanson em 1996. Essa teoria sugere que existe um obstáculo extremamente difícil ou impossível de ser superado no caminho evolutivo de uma vida simples para uma vida inteligente e tecnológica. Esse obstáculo seria o grande filtro, que impediria a maioria das formas de vida de se desenvolverem e se comunicarem com outras civilizações.

    Mas onde estaria esse grande filtro? Ele poderia estar no passado ou no futuro da humanidade. Se estiver no passado, significa que nós já superamos o grande filtro, que poderia ser algo como o surgimento da vida a partir da matéria inanimada, a transição de organismos unicelulares para multicelulares, ou o desenvolvimento da inteligência e da linguagem. Nesse caso, nós seríamos uma das poucas civilizações que conseguiram chegar até aqui, e por isso não encontramos outras.

    Se estiver no futuro, significa que nós ainda não superamos o grande filtro, e que ele poderia ser algo como uma guerra nuclear, uma catástrofe ambiental, uma rebelião das máquinas, ou qualquer outro evento que extinguisse ou impedisse o avanço da nossa civilização. Nesse caso, nós estaríamos em perigo iminente, e por isso não deveríamos nos alegrar se encontrássemos evidências de vida extraterrestre extinta, pois isso indicaria que o grande filtro está à nossa frente.

    A teoria do grande filtro é uma hipótese intrigante e assustadora, que nos faz refletir sobre o nosso lugar no universo e o nosso destino como espécie. Será que estamos sozinhos ou acompanhados? Será que estamos seguros ou ameaçados? Será que algum dia vamos descobrir a verdade?

  • Vida extraterrestre: como a ciência busca evidências de vida em outros planetas

    Vida extraterrestre: como a ciência busca evidências de vida em outros planetas

    A busca por vida fora da Terra é uma das questões mais fascinantes da ciência. Será que estamos sozinhos no universo? Será que existem outras civilizações inteligentes? Será que já fomos visitados por alienígenas?

    Neste post, vamos explorar alguns dos principais aspectos dessa questão, baseados em artigos científicos e reportagens sobre o tema.

    • A vida extraterrestre pode assumir diversas formas, desde microrganismos até seres avançados. Alguns dos possíveis habitats para a vida são planetas rochosos como a Terra, luas geladas como Europa e Encélado, e até mesmo estrelas moribundas como a anã branca WD 1856+534.
    • A vida extraterrestre pode ser detectada de várias maneiras, como pela análise da atmosfera dos planetas, pela busca por sinais de rádio ou laser.
    • A vida extraterrestre pode ter impactos profundos na humanidade, tanto positivos quanto negativos. Alguns dos possíveis benefícios são o aumento do conhecimento científico, a expansão da consciência cósmica e a cooperação interestelar. Alguns dos possíveis riscos são o conflito, a contaminação e a perda de identidade.
    • A vida extraterrestre é um tema que desperta a curiosidade e a imaginação de muitas pessoas. A ficção científica retrata os extraterrestres de diversas formas, desde amigos até inimigos. A cultura popular também está repleta de referências aos alienígenas, como nas pirâmides do Egito, nos desenhos em plantações e no caso de Varginha.

    A vida extraterrestre é um assunto que ainda tem muito a ser explorado pela ciência e pela sociedade. Quem sabe um dia teremos a resposta definitiva para essa questão tão intrigante?

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    Neste post, vamos explorar alguns dos principais aspectos dessa questão, baseados em artigos científicos e reportagens sobre o tema.

    • A vida extraterrestre pode assumir diversas formas, desde microrganismos até seres avançados. Alguns dos possíveis habitats para a vida são planetas rochosos como a Terra, luas geladas como Europa e Encélado, e até mesmo estrelas moribundas como a anã branca WD 1856+534.
    • A vida extraterrestre pode ser detectada de várias maneiras, como pela análise da atmosfera dos planetas, pela busca por sinais de rádio ou laser.
    • A vida extraterrestre pode ter impactos profundos na humanidade, tanto positivos quanto negativos. Alguns dos possíveis benefícios são o aumento do conhecimento científico, a expansão da consciência cósmica e a cooperação interestelar. Alguns dos possíveis riscos são o conflito, a contaminação e a perda de identidade.
    • A vida extraterrestre é um tema que desperta a curiosidade e a imaginação de muitas pessoas. A ficção científica retrata os extraterrestres de diversas formas, desde amigos até inimigos. A cultura popular também está repleta de referências aos alienígenas, como nas pirâmides do Egito, nos desenhos em plantações e no caso de Varginha.

    A vida extraterrestre é um assunto que ainda tem muito a ser explorado pela ciência e pela sociedade. Quem sabe um dia teremos a resposta definitiva para essa questão tão intrigante?

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Por que a humanidade não consegue detectar vida extraterrestre?

    Terráqueos não conseguem encontrar extraterrestres pela mesma razão que as pessoas que monitoram atentamente um acontecimento não podem notar o que está acontecendo ao seu redor, diz um estudo, publicado na revista Acta Astronautica.

    Cortina invisível do espaço

    Há mais de meio século, o astrônomo norte-americano Frank Drake elaborou uma fórmula para calcular o número de civilizações na galáxia com que se pode entrar em contato, tentando avaliar as chances de descobrir vida e inteligência extraterrestre.

    Baseando-se na fórmula de Drake e nas chances bastante altas de estabelecer contato interplanetário, o físico italiano Enrico Fermi criou a tese, conhecida como o paradoxo de Fermi: se o número de civilizações extraterrestres é tão alto, por que a humanidade não possui nenhuma pista?

    Cientistas têm recorrido a muitos métodos para resolver o paradoxo, mas o mais popular é a Hipótese da Terra Rara. A hipótese diz que para o surgimento de vida inteligente são necessárias condições únicas, ou seja, cópia ideal do nosso planeta.
    Outros astrônomos acham que não podemos nos contactar com os extraterrestres porque as civilizações da galáxia ou desaparecem rápido demais para serem detectadas ou porque escondem ativamente o fato de sua existência da humanidade.

    O neurofísico Gabriel de la Torre, da Universidade de Cádiz (Espanha), e seu colega Manuel Garcia propuseram a própria explicação do paradoxo de Fermi: eles relacionam a falta da inteligência extraterrestre não com os processos no espaço, mas com a psicologia e caraterísticas do cérebro humano.

    “Quando pensamos em ‘irmãos racionais’, imaginamos de maneira permitida por nossa imaginação e mente. Não entendemos o ponto a que a percepção do mundo, única para os humanos, limita nossas possibilidades, sendo difícil para nós admiti-lo. Tentamos ultrapassar estes limites e imaginar os seres inteligentes que vivem além do possível”, afirma o neurofísico em seu estudo.

    Ele e seu colega realizaram um experimento em que pediram 137 voluntários para que encontrassem várias estruturas feitas por humanos, tais como pontes e estradas em fotos de satélite. Em algumas destas fotos havia uma anomalia quase invisível, mas muito “brilhante” — uma foto microscópica de gorila.

    Limitações da percepção

    Em situações normais, pessoas quase sempre notam tais objetos. Os experimentos dos cientistas espanhóis mostram que a concentração em outros detalhes da imagem faz com que estes “gorilas” se tornem invisíveis para 66% dos voluntários.

    O fenômeno, batizado de efeito Gorila, foi descoberto há cerca de 20 anos por psicólogos estadunidenses. Eles repararam que os estudantes que contavam passes entre jogadores de uma equipe de basquete, não notavam um menino vestido de gorila. Um processo semelhante acontece com as pessoas que tentam encontrar evidências de “vida inteligente” nas fotos, baseando-se apenas na própria noção de sua possível aparência.
    Vale destacar que este fenômeno se encontra mais entre as pessoas racionais que tendem a sistematizar seus conhecimentos, ou seja, a maioria dos cientistas.

    Segundo Garcia, isso significa que estamos buscando sinais de inteligência extraterrestre nos lugares onde pensam que possam estar e não onde realmente possam estar.

    Em outras palavras, extraterrestres podem viver em várias dimensões, ser feitos de matéria escura ou outras formas exóticas de matéria, usar totalmente diferentes meios de comunicação, incluindo ondas gravitacionais para entrar em contato com outras civilizações.

    Cientistas espanhóis acreditam que, em primeiro lugar, a humanidade não deve se focar na busca de vida extraterrestre, parecida com a nossa, mas entender como podemos estabelecer contato com os seres que estão além de nossa percepção comum. Por Sputnik Brasil