Tag: VSR

  • Covid-19 Ainda Predomina Entre Idosos, Mas Vírus Sincicial Supera Mortes por Covid em Crianças

    Covid-19 Ainda Predomina Entre Idosos, Mas Vírus Sincicial Supera Mortes por Covid em Crianças

    O Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado na última semana, acende um alerta sobre o aumento nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

    Os dados indicam que o VSR (vírus sincicial respiratório) e a influenza A são os principais responsáveis por esse crescimento, especialmente entre crianças menores de dois anos.

    Embora a Covid-19 ainda seja a principal causa de mortalidade por SRAG em idosos, o VSR já a supera em número de mortes nessa faixa etária nas últimas oito semanas. Nas últimas quatro semanas, o VSR também foi responsável por 57,8% dos casos de SRAG com identificação de vírus respiratório.

    Covid-19 em Queda Entre Adultos, Mas Ainda Preocupante em Idosos

    Apesar do aumento do VSR e da influenza A, a Covid-19 mostra sinais de queda ou estabilidade em níveis relativamente baixos em algumas regiões do país. No entanto, a doença ainda é a principal causa de morte por SRAG em idosos.

    Vacinação e Máscaras Continuam Essenciais

    Diante desse cenário, Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz e coordenador do InfoGripe, reforça a importância da vacinação contra a influenza A e do uso de máscaras adequadas (N95, KN95, PFF2) em unidades de saúde e por pessoas com sintomas de infecção respiratória.

    Tendências por Região

    A atualização do InfoGripe também mostra que 23 estados apresentam crescimento de SRAG na tendência de longo prazo. Já os casos de SRAG por Covid-19 estão em queda no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, e estáveis em níveis relativamente baixos nas demais regiões. Entre as capitais, 21 apresentam indícios de aumento de SRAG.

    Dados Anuais

    No ano epidemiológico de 2024, já foram notificados 38.670 casos de SRAG, sendo 45,4% com resultado positivo para algum vírus respiratório. Entre os óbitos por SRAG, 59,3% foram positivos para algum vírus respiratório.

    O Boletim InfoGripe serve como um alerta para a população sobre a importância de medidas de prevenção contra doenças respiratórias, especialmente para grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos. A vacinação contra a influenza A e o uso de máscaras adequadas são medidas simples, mas eficazes, para proteger a si mesmo e aos outros.

    Fonte: Link.


    Os dados indicam que o VSR (vírus sincicial respiratório) e a influenza A são os principais responsáveis por esse crescimento, especialmente entre crianças menores de dois anos.

    Embora a Covid-19 ainda seja a principal causa de mortalidade por SRAG em idosos, o VSR já a supera em número de mortes nessa faixa etária nas últimas oito semanas. Nas últimas quatro semanas, o VSR também foi responsável por 57,8% dos casos de SRAG com identificação de vírus respiratório.

    Covid-19 em Queda Entre Adultos, Mas Ainda Preocupante em Idosos

    Apesar do aumento do VSR e da influenza A, a Covid-19 mostra sinais de queda ou estabilidade em níveis relativamente baixos em algumas regiões do país. No entanto, a doença ainda é a principal causa de morte por SRAG em idosos.

    Vacinação e Máscaras Continuam Essenciais

    Diante desse cenário, Marcelo Gomes, pesquisador da Fiocruz e coordenador do InfoGripe, reforça a importância da vacinação contra a influenza A e do uso de máscaras adequadas (N95, KN95, PFF2) em unidades de saúde e por pessoas com sintomas de infecção respiratória.

    Tendências por Região

    A atualização do InfoGripe também mostra que 23 estados apresentam crescimento de SRAG na tendência de longo prazo. Já os casos de SRAG por Covid-19 estão em queda no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, e estáveis em níveis relativamente baixos nas demais regiões. Entre as capitais, 21 apresentam indícios de aumento de SRAG.

    Dados Anuais

    No ano epidemiológico de 2024, já foram notificados 38.670 casos de SRAG, sendo 45,4% com resultado positivo para algum vírus respiratório. Entre os óbitos por SRAG, 59,3% foram positivos para algum vírus respiratório.

    O Boletim InfoGripe serve como um alerta para a população sobre a importância de medidas de prevenção contra doenças respiratórias, especialmente para grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos. A vacinação contra a influenza A e o uso de máscaras adequadas são medidas simples, mas eficazes, para proteger a si mesmo e aos outros.

    Fonte: Link.


  • Nova vacina contra VSR promete proteção para idosos no Brasil

    Nova vacina contra VSR promete proteção para idosos no Brasil

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), destinada a proteger a população idosa, um grupo particularmente vulnerável a essa infecção respiratória.

    A vacina, chamada Arexvy e fabricada pela gigante farmacêutica GSK, já está disponível na rede privada de saúde. Ela é administrada em uma dose única, via intramuscular, e oferece proteção contra os subtipos mais comuns do vírus, VSR-A e VSR-B.

    Especialistas em saúde enfatizam que a vacinação é uma ferramenta crucial na prevenção do VSR, especialmente durante os meses de inverno, quando os casos tendem a aumentar. Além da vacinação, recomenda-se a manutenção de uma boa higiene das mãos e o uso de máscaras em locais públicos como medidas adicionais de prevenção.

    Os efeitos adversos da vacina Arexvy são geralmente leves e incluem dor no local da injeção e dor de cabeça. Os profissionais de saúde estão otimistas de que a disponibilidade dessa nova vacina contribuirá significativamente para a redução das taxas de hospitalização e mortalidade associadas ao VSR entre os idosos no Brasil.

    Para mais informações sobre a vacinação VSR para idosos, os interessados devem consultar seus médicos ou acessar o site da Anvisa.

    A vacina, chamada Arexvy e fabricada pela gigante farmacêutica GSK, já está disponível na rede privada de saúde. Ela é administrada em uma dose única, via intramuscular, e oferece proteção contra os subtipos mais comuns do vírus, VSR-A e VSR-B.

    Especialistas em saúde enfatizam que a vacinação é uma ferramenta crucial na prevenção do VSR, especialmente durante os meses de inverno, quando os casos tendem a aumentar. Além da vacinação, recomenda-se a manutenção de uma boa higiene das mãos e o uso de máscaras em locais públicos como medidas adicionais de prevenção.

    Os efeitos adversos da vacina Arexvy são geralmente leves e incluem dor no local da injeção e dor de cabeça. Os profissionais de saúde estão otimistas de que a disponibilidade dessa nova vacina contribuirá significativamente para a redução das taxas de hospitalização e mortalidade associadas ao VSR entre os idosos no Brasil.

    Para mais informações sobre a vacinação VSR para idosos, os interessados devem consultar seus médicos ou acessar o site da Anvisa.

  • Novos tratamentos prometem combater o vírus que causa infecções respiratórias graves

    Novos tratamentos prometem combater o vírus que causa infecções respiratórias graves

    O vírus sincicial respiratório (VSR) é um dos principais responsáveis por doenças respiratórias em crianças e idosos.

    A cada ano, estima-se que ele infecte cerca de 64 milhões de pessoas no mundo, causando 160 mil mortes. No Brasil, o VSR é responsável por 75% das internações por bronquiolite e 50% das internações por pneumonia em crianças menores de dois anos.

    Até agora, não havia vacinas ou tratamentos específicos para o VSR, apenas medidas de prevenção e suporte. Mas isso pode mudar em breve, graças aos avanços médicos recentes que podem oferecer novas opções de prevenção e tratamento para essa doença.

    Um anticorpo que pode prevenir as complicações do VSR

    Uma das novidades é um anticorpo monoclonal chamado nirsevimabe, que foi desenvolvido pela empresa farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Sanofi Pasteur. Esse anticorpo é capaz de se ligar ao VSR e impedir que ele entre nas células e se multiplique.

    O nirsevimabe foi testado em um estudo clínico com mais de 1.500 bebês prematuros ou com doenças cardíacas ou pulmonares, que são os grupos mais vulneráveis ao VSR. Os resultados mostraram que o anticorpo reduziu em 70% as hospitalizações e em 78% as visitas médicas por infecções respiratórias causadas pelo VSR.

    O diferencial do nirsevimabe é que ele pode ser administrado uma única vez por via intramuscular, antes da temporada do VSR, e proteger os bebês por até seis meses. Isso é uma vantagem em relação ao único medicamento disponível atualmente para prevenir o VSR, o palivizumabe, que precisa ser aplicado mensalmente por via intravenosa e tem um custo elevado.

    O nirsevimabe ainda não foi aprovado pelas agências regulatórias, mas já recebeu a designação de terapia inovadora pela FDA (Food and Drug Administration), a agência americana que regula medicamentos e alimentos. Isso significa que ele terá uma avaliação mais rápida e prioritária.

    Vacinas para proteger os idosos e as gestantes

    Outra frente de pesquisa é o desenvolvimento de vacinas contra o VSR, que poderiam imunizar as pessoas antes da exposição ao vírus. Uma das candidatas mais avançadas é a vacina da Pfizer, que está sendo testada em pessoas com mais de 60 anos, que têm maior risco de complicações pelo VSR.

    A vacina da Pfizer usa uma tecnologia chamada RNA mensageiro, a mesma usada nas vacinas contra a Covid-19. Ela consiste em introduzir no organismo um fragmento de material genético do vírus, que faz com que as células produzam uma proteína viral. Essa proteína estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra o VSR.

    A vacina da Pfizer mostrou-se segura e capaz de induzir uma resposta imune em um estudo de fase 1 com 50 voluntários. Agora, ela está sendo testada em um estudo de fase 2/3 com cerca de 8.600 participantes em vários países, incluindo o Brasil. Os resultados devem ser divulgados no final deste ano.

    Outra vacina em desenvolvimento é a da Novavax, que está sendo testada em gestantes. A ideia é que as mulheres grávidas possam transmitir os anticorpos contra o VSR para os seus bebês, protegendo-os nos primeiros meses de vida. A vacina da Novavax usa uma tecnologia chamada subunitária, que consiste em usar apenas uma parte do vírus para induzir a resposta imune.

    A vacina da Novavax está sendo testada em um estudo de fase 3 com cerca de 3.000 gestantes em vários países, incluindo o Brasil. Os resultados devem ser divulgados no início do próximo ano.

    Desafios para a implementação dos tratamentos

    Apesar dos avanços científicos, ainda há muitos desafios para que os novos tratamentos para o VSR cheguem a todos que precisam. Um deles é o custo, que pode ser proibitivo para os países de baixa e média renda, onde ocorrem a maioria das mortes pelo VSR.

    Outro desafio é a logística, que envolve a distribuição, o armazenamento e a aplicação dos tratamentos. Por exemplo, o nirsevimabe precisa ser mantido em uma temperatura entre 2°C e 8°C, o que pode dificultar o seu transporte e conservação em locais sem infraestrutura adequada. Além disso, ele precisa ser aplicado por profissionais de saúde treinados, o que pode limitar o seu acesso em áreas remotas ou carentes.

    Um terceiro desafio é a vigilância do VSR, que é essencial para monitorar a sua circulação, os grupos afetados e a sua evolução genética. Isso pode ajudar a planejar as estratégias de prevenção e tratamento, bem como a avaliar a sua eficácia e segurança. No entanto, muitos países não têm sistemas de vigilância do VSR adequados ou padronizados, o que dificulta a obtenção de dados confiáveis e comparáveis.

    Efeitos a longo prazo do VSR

    Além dos efeitos imediatos, o VSR pode ter consequências a longo prazo para a saúde respiratória. Estudos sugerem que as crianças que tiveram infecções graves pelo VSR na infância têm maior probabilidade de desenvolver chiado e asma na vida adulta. Essas condições podem afetar a qualidade de vida e aumentar o risco de outras doenças.

    Outro aspecto que ainda precisa ser melhor estudado é a interação entre o VSR e outros patógenos respiratórios, como o vírus da gripe e o coronavírus. Esses patógenos podem coexistir ou se suceder no organismo, influenciando a gravidade da doença. Por exemplo, alguns estudos sugerem que a infecção pelo VSR pode aumentar a suscetibilidade à Covid-19 ou piorar o seu prognóstico.

    Por isso, é importante continuar investindo em pesquisas sobre o VSR e os seus impactos na saúde pública. Os novos tratamentos podem representar um avanço significativo na prevenção e no controle dessa doença, mas ainda precisam ser testados em larga escala e tornados acessíveis para todos que precisam.

    A cada ano, estima-se que ele infecte cerca de 64 milhões de pessoas no mundo, causando 160 mil mortes. No Brasil, o VSR é responsável por 75% das internações por bronquiolite e 50% das internações por pneumonia em crianças menores de dois anos.

    Até agora, não havia vacinas ou tratamentos específicos para o VSR, apenas medidas de prevenção e suporte. Mas isso pode mudar em breve, graças aos avanços médicos recentes que podem oferecer novas opções de prevenção e tratamento para essa doença.

    Um anticorpo que pode prevenir as complicações do VSR

    Uma das novidades é um anticorpo monoclonal chamado nirsevimabe, que foi desenvolvido pela empresa farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Sanofi Pasteur. Esse anticorpo é capaz de se ligar ao VSR e impedir que ele entre nas células e se multiplique.

    O nirsevimabe foi testado em um estudo clínico com mais de 1.500 bebês prematuros ou com doenças cardíacas ou pulmonares, que são os grupos mais vulneráveis ao VSR. Os resultados mostraram que o anticorpo reduziu em 70% as hospitalizações e em 78% as visitas médicas por infecções respiratórias causadas pelo VSR.

    O diferencial do nirsevimabe é que ele pode ser administrado uma única vez por via intramuscular, antes da temporada do VSR, e proteger os bebês por até seis meses. Isso é uma vantagem em relação ao único medicamento disponível atualmente para prevenir o VSR, o palivizumabe, que precisa ser aplicado mensalmente por via intravenosa e tem um custo elevado.

    O nirsevimabe ainda não foi aprovado pelas agências regulatórias, mas já recebeu a designação de terapia inovadora pela FDA (Food and Drug Administration), a agência americana que regula medicamentos e alimentos. Isso significa que ele terá uma avaliação mais rápida e prioritária.

    Vacinas para proteger os idosos e as gestantes

    Outra frente de pesquisa é o desenvolvimento de vacinas contra o VSR, que poderiam imunizar as pessoas antes da exposição ao vírus. Uma das candidatas mais avançadas é a vacina da Pfizer, que está sendo testada em pessoas com mais de 60 anos, que têm maior risco de complicações pelo VSR.

    A vacina da Pfizer usa uma tecnologia chamada RNA mensageiro, a mesma usada nas vacinas contra a Covid-19. Ela consiste em introduzir no organismo um fragmento de material genético do vírus, que faz com que as células produzam uma proteína viral. Essa proteína estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos contra o VSR.

    A vacina da Pfizer mostrou-se segura e capaz de induzir uma resposta imune em um estudo de fase 1 com 50 voluntários. Agora, ela está sendo testada em um estudo de fase 2/3 com cerca de 8.600 participantes em vários países, incluindo o Brasil. Os resultados devem ser divulgados no final deste ano.

    Outra vacina em desenvolvimento é a da Novavax, que está sendo testada em gestantes. A ideia é que as mulheres grávidas possam transmitir os anticorpos contra o VSR para os seus bebês, protegendo-os nos primeiros meses de vida. A vacina da Novavax usa uma tecnologia chamada subunitária, que consiste em usar apenas uma parte do vírus para induzir a resposta imune.

    A vacina da Novavax está sendo testada em um estudo de fase 3 com cerca de 3.000 gestantes em vários países, incluindo o Brasil. Os resultados devem ser divulgados no início do próximo ano.

    Desafios para a implementação dos tratamentos

    Apesar dos avanços científicos, ainda há muitos desafios para que os novos tratamentos para o VSR cheguem a todos que precisam. Um deles é o custo, que pode ser proibitivo para os países de baixa e média renda, onde ocorrem a maioria das mortes pelo VSR.

    Outro desafio é a logística, que envolve a distribuição, o armazenamento e a aplicação dos tratamentos. Por exemplo, o nirsevimabe precisa ser mantido em uma temperatura entre 2°C e 8°C, o que pode dificultar o seu transporte e conservação em locais sem infraestrutura adequada. Além disso, ele precisa ser aplicado por profissionais de saúde treinados, o que pode limitar o seu acesso em áreas remotas ou carentes.

    Um terceiro desafio é a vigilância do VSR, que é essencial para monitorar a sua circulação, os grupos afetados e a sua evolução genética. Isso pode ajudar a planejar as estratégias de prevenção e tratamento, bem como a avaliar a sua eficácia e segurança. No entanto, muitos países não têm sistemas de vigilância do VSR adequados ou padronizados, o que dificulta a obtenção de dados confiáveis e comparáveis.

    Efeitos a longo prazo do VSR

    Além dos efeitos imediatos, o VSR pode ter consequências a longo prazo para a saúde respiratória. Estudos sugerem que as crianças que tiveram infecções graves pelo VSR na infância têm maior probabilidade de desenvolver chiado e asma na vida adulta. Essas condições podem afetar a qualidade de vida e aumentar o risco de outras doenças.

    Outro aspecto que ainda precisa ser melhor estudado é a interação entre o VSR e outros patógenos respiratórios, como o vírus da gripe e o coronavírus. Esses patógenos podem coexistir ou se suceder no organismo, influenciando a gravidade da doença. Por exemplo, alguns estudos sugerem que a infecção pelo VSR pode aumentar a suscetibilidade à Covid-19 ou piorar o seu prognóstico.

    Por isso, é importante continuar investindo em pesquisas sobre o VSR e os seus impactos na saúde pública. Os novos tratamentos podem representar um avanço significativo na prevenção e no controle dessa doença, mas ainda precisam ser testados em larga escala e tornados acessíveis para todos que precisam.

  • VSR é o vírus respiratório mais comum em crianças com SRAG, aponta boletim da Fiocruz

    VSR é o vírus respiratório mais comum em crianças com SRAG, aponta boletim da Fiocruz

    O boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra a situação da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil, baseado nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe).

    O boletim é atualizado semanalmente e traz informações sobre os vírus respiratórios que circulam no país, incluindo o Sars-CoV-2 (Covid-19).

    De acordo com o último boletim, referente à Semana Epidemiológica (SE) 26, período de 25 de junho a 1 de julho., o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal vírus identificado nas crianças com SRAG, seguido pelo influenza A. Outros vírus respiratórios também foram detectados, como bocavirus, rinovírus e metapneumovírus.

    O VSR é um vírus comum que causa infecções respiratórias leves a moderadas em adultos e crianças saudáveis, mas pode ser grave em bebês prematuros, crianças com doenças crônicas ou imunodeprimidas e idosos. O VSR pode causar bronquiolite, pneumonia e até mesmo óbito.

    O boletim também mostra que a maioria dos estados e capitais apresenta sinal de diminuição ou estabilidade dos casos positivos para Sars-CoV-2 na população adulta. A partir de 65 anos, o predomínio de Covid-19 ainda é claro, mas com tendência de queda.

    O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que o momento ainda exige precauções para reduzir a transmissão de vírus respiratórios, especialmente entre as crianças, que têm alta demanda por leitos pediátricos. Ele recomenda o uso de máscaras, a higiene das mãos e o distanciamento social como medidas de prevenção.

    Para acessar o boletim completo, visite o site do InfoGripe: https://info.gripe.fiocruz.br/

    O boletim é atualizado semanalmente e traz informações sobre os vírus respiratórios que circulam no país, incluindo o Sars-CoV-2 (Covid-19).

    De acordo com o último boletim, referente à Semana Epidemiológica (SE) 26, período de 25 de junho a 1 de julho., o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal vírus identificado nas crianças com SRAG, seguido pelo influenza A. Outros vírus respiratórios também foram detectados, como bocavirus, rinovírus e metapneumovírus.

    O VSR é um vírus comum que causa infecções respiratórias leves a moderadas em adultos e crianças saudáveis, mas pode ser grave em bebês prematuros, crianças com doenças crônicas ou imunodeprimidas e idosos. O VSR pode causar bronquiolite, pneumonia e até mesmo óbito.

    O boletim também mostra que a maioria dos estados e capitais apresenta sinal de diminuição ou estabilidade dos casos positivos para Sars-CoV-2 na população adulta. A partir de 65 anos, o predomínio de Covid-19 ainda é claro, mas com tendência de queda.

    O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, alerta que o momento ainda exige precauções para reduzir a transmissão de vírus respiratórios, especialmente entre as crianças, que têm alta demanda por leitos pediátricos. Ele recomenda o uso de máscaras, a higiene das mãos e o distanciamento social como medidas de prevenção.

    Para acessar o boletim completo, visite o site do InfoGripe: https://info.gripe.fiocruz.br/

  • Internações infantis por Síndrome Respiratória Aguda Grave permanecem em alta

    Internações infantis por Síndrome Respiratória Aguda Grave permanecem em alta

    As crianças estão entre os grupos mais afetados pelas doenças respiratórias graves, segundo um estudo da Fiocruz, divulgado.

    A SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) é uma complicação de uma infecção respiratória que pode levar à insuficiência respiratória e à necessidade de internação hospitalar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e falta de ar. Algumas pessoas podem apresentar também dor no peito, cianose (cor azulada da pele e das mucosas), desidratação e alteração do estado mental.

    Existem vários vírus que podem causar SRAG, mas os mais frequentes são o Sars-CoV-2 (o vírus da Covid-19), o vírus influenza A e B (os vírus da gripe) e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Cada um desses vírus tem características próprias e pode afetar mais ou menos determinados grupos de pessoas.

    O Sars-CoV-2 é o vírus que causa a Covid-19, uma doença que se espalhou pelo mundo desde o final de 2019 e que já matou mais de 3 milhões de pessoas. Esse vírus pode infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos e pessoas com doenças crônicas. As crianças geralmente têm sintomas leves ou assintomáticos, mas podem transmitir o vírus para outras pessoas. Por isso, é importante que elas usem máscara, mantenham o distanciamento social e higienizem as mãos com frequência. Além disso, as crianças com mais de 12 anos já podem se vacinar contra a Covid-19 em alguns países.

    O vírus influenza A e B são os vírus que causam a gripe, uma doença muito comum que ocorre todos os anos, principalmente no inverno. Esses vírus podem infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos, crianças menores de 5 anos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Os sintomas da gripe são parecidos com os da Covid-19, mas costumam ser mais intensos e durar menos tempo. A melhor forma de prevenir a gripe é se vacinar todos os anos contra os tipos de vírus influenza que circulam na época.

    O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é um vírus que causa infecções respiratórias principalmente em bebês e crianças pequenas. Esse vírus pode causar desde um resfriado comum até uma bronquiolite ou uma pneumonia grave. Os sintomas do VSR são febre, tosse seca, chiado no peito e dificuldade para respirar. O VSR é muito contagioso e pode se espalhar pelo contato direto com secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Não existe vacina contra o VSR, mas existem algumas medidas para prevenir a infecção, como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados.

    Segundo o estudo da Fiocruz, baseado nos dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de maio de 2023, houve um aumento dos casos de SRAG associados ao VSR entre as crianças em 13 das 27 unidades federativas do Brasil. Já entre os adultos, houve uma queda dos casos associados ao Sars-CoV-2 e um aumento dos casos associados ao vírus influenza A e B em diversos estados.

    Esses dados mostram que as doenças respiratórias graves continuam sendo um problema de saúde pública no país e que é preciso estar atento aos sintomas e às formas de prevenção. Se você ou seu filho apresentarem sinais de SRAG, procure atendimento médico imediatamente. E não se esqueça de seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a transmissão dos vírus respiratórios.

    A SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) é uma complicação de uma infecção respiratória que pode levar à insuficiência respiratória e à necessidade de internação hospitalar. Os sintomas mais comuns são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar e falta de ar. Algumas pessoas podem apresentar também dor no peito, cianose (cor azulada da pele e das mucosas), desidratação e alteração do estado mental.

    Existem vários vírus que podem causar SRAG, mas os mais frequentes são o Sars-CoV-2 (o vírus da Covid-19), o vírus influenza A e B (os vírus da gripe) e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Cada um desses vírus tem características próprias e pode afetar mais ou menos determinados grupos de pessoas.

    O Sars-CoV-2 é o vírus que causa a Covid-19, uma doença que se espalhou pelo mundo desde o final de 2019 e que já matou mais de 3 milhões de pessoas. Esse vírus pode infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos e pessoas com doenças crônicas. As crianças geralmente têm sintomas leves ou assintomáticos, mas podem transmitir o vírus para outras pessoas. Por isso, é importante que elas usem máscara, mantenham o distanciamento social e higienizem as mãos com frequência. Além disso, as crianças com mais de 12 anos já podem se vacinar contra a Covid-19 em alguns países.

    O vírus influenza A e B são os vírus que causam a gripe, uma doença muito comum que ocorre todos os anos, principalmente no inverno. Esses vírus podem infectar pessoas de todas as idades, mas os casos graves e fatais são mais comuns em idosos, crianças menores de 5 anos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Os sintomas da gripe são parecidos com os da Covid-19, mas costumam ser mais intensos e durar menos tempo. A melhor forma de prevenir a gripe é se vacinar todos os anos contra os tipos de vírus influenza que circulam na época.

    O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é um vírus que causa infecções respiratórias principalmente em bebês e crianças pequenas. Esse vírus pode causar desde um resfriado comum até uma bronquiolite ou uma pneumonia grave. Os sintomas do VSR são febre, tosse seca, chiado no peito e dificuldade para respirar. O VSR é muito contagioso e pode se espalhar pelo contato direto com secreções respiratórias ou superfícies contaminadas. Não existe vacina contra o VSR, mas existem algumas medidas para prevenir a infecção, como lavar as mãos com frequência, evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados.

    Segundo o estudo da Fiocruz, baseado nos dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 8 de maio de 2023, houve um aumento dos casos de SRAG associados ao VSR entre as crianças em 13 das 27 unidades federativas do Brasil. Já entre os adultos, houve uma queda dos casos associados ao Sars-CoV-2 e um aumento dos casos associados ao vírus influenza A e B em diversos estados.

    Esses dados mostram que as doenças respiratórias graves continuam sendo um problema de saúde pública no país e que é preciso estar atento aos sintomas e às formas de prevenção. Se você ou seu filho apresentarem sinais de SRAG, procure atendimento médico imediatamente. E não se esqueça de seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a transmissão dos vírus respiratórios.