Lockdown em Fortaleza, deflação no Brasil, coronavírus na África e prorrogação da quarentena em SP.
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Petrobras anunciou um aumento de 12% no preço da gasolina.
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Bolsonaro se aproxima do “centrão” de Gilberto Kassab.
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Bolsonaro teme por impeachment e começa a negociar com o Centrão.
Confira:
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Brasil confirma 204 mortes e 3 mil novos casos de COVID-19 em 24 horas. Mandetta diz que secretário de Vigilância em Saúde fica no cargo. Cientistas testam remédio que reduz 94% da carga viral da covid-19.
Banco Inter lidera ranking de reclamações do Banco Central. Ex-espião britânico afirma que a China escondeu o início do surto de coronavírus. Escritor Rubem Fonseca morre aos 94 anos no hospital Samaritano no Rio de Janeiro.
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Como a queda do preço do petróleo no mercado internacional continua, a Petrobras reduziu novamente o preço médio da gasolina e do diesel. Dessa vez, a redução é de 6% para gasolina e 8% para o diesel.
Assim como aconteceu nas últimas reduções, o novo valor não chegou aos postos de combustíveis. Especialistas dizem que o repasse dos valores para o consumidor final depende de diversos fatores e não é imediato.
Por que depois de tantas reduções seguidas, desde o início do ano até agora, não vimos os preços serem reduzidos? Queremos saber a sua opinião. Pra você, por que o preço da gasolina não reduz nos postos?
Uma pesquisa feita pelo aponta que, para 85% dos brasileiros, a vida estará de volta ao normal até junho.
Instituto entrevistou 28 mil pessoas em 15 países e o Brasil é apontado como o segundo mais otimista. O primeiro lugar é ocupado pelo Vietnã, onde 92% dos cidadãos acreditam que a pandemia terá fim em dois meses.
Entre os países mais pessimistas, estão Japão, Reino Unido e Austrália.
De acordo com os últimos dados da Organização Mundial da Saúde, divulgados nesta terça-feira (14), em todo o mundo há 1.848.439 casos confirmados e 117.217 mortes pela COVID-19.
Como a queda do preço do petróleo no mercado internacional continua, a Petrobras anunciou que vai reduzirá novamente o preço médio da gasolina e o do diesel. A redução será de 6% para gasolina e 8% do diesel nas refinarias a partir desta quarta-feira (15).
Apesar do acordo entre os grandes produtores de petróleo para reduzir a oferta de combustíveis no mundo causada pela pandemia, especialistas acreditam que ainda assim haverá cortes nos preços.
Vale lembrar que o repasse dos valores para o consumidor final nos postos não é imediato e depende de diversos fatores, como consumo de estoques, impostos, margens de distribuição, revenda e mistura de biocombustíveis.
Taiwan não registra novos casos de coronavírus pela primeira vez em um mês. Mourão diz que Mandetta “cruzou linha da bola”, mas defende permanência do ministro.
Espanha e Áustria permitem retorno parcial ao trabalho. Anvisa agora tem controle mais rígido para exportação de cloroquina e hidroxicloroquina.
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A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira (8) integrantes de uma quadrilha que furtava insumos hospitalares em São Paulo. Ao todo, nove pessoas já foram detidas na operação que investiga o desvio de 50 mil máscaras de um hospital na Mooca.