Autor: Redação

  • A cada cinco segundos uma empresa do ramo de e-commerce é fraudada no Brasil

    Se você adquiriu o presente do Dia dos Pais pela internet e teve algum problema, fique atento aos seus direitos e a algumas dicas sobre como fazer compras no meio digital com mais segurança.

    O volume de negócios online tem aumentado a cada ano e o número de golpes contra consumidores na internet não fica pra trás.

    O faturamento do comércio eletrônico cresceu 7,5% em 2017 e para este ano, o avanço deve ser de 12%, atingindo R% 53 bilhões, estima o Ebit, que mede a reputação de lojas virtuais e dados para o mercado.

    Porém, a cada cinco segundos alguma empresa do comércio eletrônico sofre algum tipo de fraude no Brasil, segundo estudo da Konduto, um sistema antifraude para e-commerce.

    De acordo com o especialista em Defesa do Consumidor, Sérgio Tannuri, o golpe mais comum no comércio eletrônico é a propaganda enganosa e tentativas de roubos de dados bancários. Daí, a necessidade de redobrar a atenção diante da tela do computador.

    Sonora: “Verificando se o site tem um ambiente virtual seguro se informa o endereço comercial físico e com telefone fixo porque site que não informa o endereço comercial físico, da loja, e também não informa o telefone fixo, tem que desconfiar”.

    Para se certificar sobre a proteção de dados pessoais em ambientes de comércio eletrônico, o consumidor deve verificar se no canto superior esquerdo aparece a figura de um cadeado fechado.

    Sonora: “Se trata de um ambiente virtual seguro, no qual você pode fornecer os seus dados, como CPF e os dados do seu cartão de crédito. Ou seja, se não tiver aquele cadeado fechado, então ambiente aberto e desprotegido”.

    Outro problema comum é o atraso ou falha na entrega de produtos, principalmente perto de datas comemorativas, como Dia dos Pais, das Crianças e Black Friday.

    Para evitar dor de cabeça, o especialista Sérgio Tannuri aconselha pesquisar sobre a reputação das lojas virtuais antes das compras em ambiente digital.

    Sonora: “O ideal é que o consumidor faça pesquisas em sites, como o E-Bit, Reclame Aqui, inclusive no Procon do seu estado, ver lá no cadastro de reclamações fundamentadas, para conferir a idoneidade da empresa”.

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    Vale lembrar ainda do direito de arrependimento, que é uma regra de consumo específica para compras fora de loja física. O cliente tem sete dias, a partir do recebimento do produto, para cancelar o negócio sem necessidade de apresentar justificativa. Além disso, todo o valor pago, inclusive pelo frete, deve ser devolvido de imediato.

    Uma dica final é verificar se o site é ponto com ponto br.

    Isso significa que a página na internet está hospedada no Brasil e portanto o Código de Defesa do Consumidor terá validade. E lembre-se: o fornecedor é obrigado a cumprir as condições da oferta.

    Caso contrário, além do dinheiro de volta, é possível pedir na Justiça indenização por eventuais perdas e danos.

    Em caso de problemas, acesse a plataforma virtual consumidor.gov.br, um serviço público para solução alternativa de conflitos de consumo.

  • A cada 10 minutos um estupro é registrado no Brasil, mostra levantamento

    Em 2017, 175 pessoas foram assassinadas, por dia, no Brasil. Foram quase 64 mil mortes violentas, um aumento de quase 3% comparado com 2016, que fez o país bater mais um recorde no histórico de violência.

    Com 30,8 homicídios por 100 mil habitantes, o Brasil tem uma taxa três vezes maior que o limite definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para considerar a violência epidêmica.

    O Brasil também registrou um novo recorde também na violência contra a mulher. O número de estupros aumentou mais de 8% quando comparado com 2016 e chegou a mais de 60 mil casos.

    A cada 10 minutos um estupro é registrado no país. Na prática, esse número pode ser dez vezes maior, já que menos de 10% dos estupros são registrados em boletins de ocorrência.

    O que também cresceu foi o número de pessoas mortas em intervenções policiais. Em média, são 14 mortes decorrentes de ações policiais, por dia. Um crescimento de 20% comparando com 2016.

    O número coloca a polícia brasileira como uma das mais letais do mundo e a situação varia muito de estado para estado. A polícia de São Paulo está entre as mais letais. De cada três homicídios registrados na capital paulista, um foi resultado de uma ação policial.

    Esses são números que estão no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nessa quinta-feira (9), pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

    Segundo a análise feita pelos especialistas do fórum, o aumento da violência tem relação direta com o caos no sistema prisional e o crime organizado para a venda de armas e drogas.

    Sobre as armas, o fórum afirma que há um completo descontrole sobre as armas que circulam no país.

    Enquanto a violência cresce, os estados, que respondem por mais de R$ 8 a cada R$ 10 investidos na segurança pública, não aumentam os gastos no setor em função do teto no corte de gastos.

    Mas para David Marques, coordenador de projetos do fórum, mais do que ampliar o volume de investimentos é preciso mudar os rumos das políticas de segurança pública.

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    “Com o que existe hoje, com esse nível de investimento, e os nossos recursos daria para fazer melhor. Nós ainda podemos crescer em recursos, em investimento na área é necessário, principalmente por parte do governo federal, mas não é um gasto para mais arma, mais viatura, mais do mesmo, é para fazer alguma coisa diferente, é para fazer uma coisa nova. Eleger prioridades com objetivos e metas claras e estratégias que sejam inovadoras, baseadas em envidências que sejam científicas.

    O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, comentou os números do relatório. Disse que o governo trabalha contra o crime organizado e prometeu que o novo Susp, o Sistema Único de Segurança Publica, começa a ser implantado até o final do mês.

    “Nós estamos criando a coordenação nacional, reunindo todos os orgãos da área de segurança pública, de acompanhamento de monitoramento, para combater as facções criminosas, motor da violência no país.”

    O Susp prevê a integração das políticas de segurança de estados, municípios e da União. O projeto aprovado pelo Congresso Nacional foi sancionado em junho.

    A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo discorda da metodologia aplicada e da nomenclatura utilizada “Mortes Violentas Intencionais”, já que é errado somar ocorrências de morte decorrente de intervenção policial aos homicídios e latrocínios, pois são situações que por sua dinâmica e modo de controle em nada se equivalem.

    São Paulo adota o modelo de contabilização de dados de mortes semelhante ao modelo do FBI – polícia americana equivalente à Polícia Federal brasileira – e da Organização das Nações Unidas (ONU), onde ações de forças policiais são contabilizadas de forma separada.

    A secretaria desenvolve medidas para redução da letalidade policial. Toda a ocorrência é acompanhada, monitorada e analisada para constatar se a ação policial foi realmente legítima.

    A maioria dos casos ocorre quando policiais atuam para impedir roubos. Nos últimos cinco anos, cerca de 60% dos confrontos entre policiais militares e criminosos aconteceram nesta situação.

    Em 2017, foram presos em flagrante 152.448 pessoas contra 687 que morreram durante troca de tiros. Assim, o total de mortos sobre o universo de pessoas presas representa 0,45%. Por Radioagência Nacional.

  • Incêndios na Califórnia deixam 10 mortos; 1,1 mil casas foram destruídas

    Já são 10 vítimas confirmadas devido aos incêndios que afetam a Califórnia há 10 dias.

    A informação foi divulgada nessa quinta-feira (9) em um balanço do Departamento estadual de Proteção Florestal contra incêndios do estado.

    Desde julho, 20 incêndios afetam a região – o maior deles ainda ativo – foi chamado de Carr e já destruiu mais de 71 mil hectares no norte do estado.

    Segundo o levantamento, até agora somente 48% das chamas foram contidas e cerca de 1,1 mil casas foram destruídas.

    Ao todo, quatro mil bombeiros trabalham para conter os focos do incêndio. Mas segundo o governo as equipes sofrem com o trabalho intenso. Dois bombeiros morreram em atividade.

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    Os incêndios deste mês de julho e começo de agosto já destruíram mais de 1,150 quilômetros e já ultrapassaram o recorde anterior deixado pelo incêndio Thomaz, que em dezembro atingiu uma área de 1,140 quilômetros, no sul do estado.

    Segundo especialistas, os incêndios na Califórnia têm sido cada vez mais frequentes e intensos, formando tempestades de fogo, por causa do tempo seco, calor intenso e ventos fortes.

    Combinados, esses três elementos servem de combustível para aumentar o poder de destruição das chamas. Por Radioagência Nacional.

  • Comissão de Direitos Humanos pode votar Estatuto do Cigano

    Pode ser votado na próxima semana pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) o projeto que cria o Estatuto do Cigano. O texto, do senador Paulo Paim (PT-RS), traz definições sobre o povo cigano e garante direitos aos indivíduos dessa população, que no Brasil é estimada em 500 mil pessoas. O relatório do senador Hélio José (Pros-DF) foi lido na terça-feira (7).

    — Precisamos estender aos povos ciganos o manto da proteção e respeito que a doutrina contemporânea dos direitos humanos garante a todas as minorias étnicas, de modo a combater sua marginalização e concretizar o direito democrático de grupos específicos de ter a sua diferença legitimamente incluída na pluralidade democrática reconhecida no nosso ordenamento institucional — diz Hélio José.

    Informações divulgadas pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) apontam a existência, no Brasil, de pelo menos três etnias ciganas: Calon, Rom e Sinti. Levantamento feito em 2011 mostrou que os acampamentos ciganos encontravam-se em 291 municípios situados em 21 unidades da Federação. Estima-se que, naquele ano, a população cigana brasileira chegava a meio milhão de pessoas.

    Por conta dessa defasagem nos dados, um dos pontos reivindicados pelos ciganos e incluídos no projeto é justamente a obrigação de recolhimento periódico de dados demográficos sobre sua população para subsidiar a elaboração de políticas públicas.

    Garantias

    O projeto busca garantir aos povos ciganos a inclusão social, política e econômica, além da defesa dos direitos individuais e coletivos; e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica. De acordo com o texto, é dever do Estado e da sociedade promover a inclusão dos ciganos, defendendo sua dignidade, sua liberdade de crença e de consciência e sua cultura.

    A proposição garante oportunidades nos diversos setores da vida social, no acesso a saúde, terra e trabalho, e nas políticas de promoção da igualdade social. Incentiva a educação básica dos ciganos, sem distinção de gênero. Também prevê a criação de espaços para a disseminação da cultura desta população.

    Outra inovação é a caracterização das línguas ciganas como bem cultural de natureza imaterial e o reconhecimento de contribuição dos ciganos como povo formador da história do Brasil. Também está prevista a garantia do atendimento de saúde mesmo ao cigano que não for civilmente identificado.

    Na área trabalhista, o governo deverá adotar ações para vedar a discriminação no emprego e na profissão. O texto também prevê oficinas de profissionalização e incentivo a empresas e organizações privadas para que contratem ciganos recém-formados.

    Além disso, há a previsão de incentivo ao crédito e acesso à moradia, respeitando-se as particularidades culturais da etnia. Os ranchos e acampamentos são partes da cultura e tradição da população cigana, configurando-se asilo inviolável, diz o projeto.

    Alterações

    O texto já tinha sido analisado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde sofreu alterações. Na CDH, o relator sugeriu novas mudanças, que ainda precisam ser votadas. Grande parte delas para melhorar a redação e atualizar alguns termos presentes no texto.

    A expressão “população cigana” foi substituída por “povos ciganos”, considerada mais condizente com a realidade sociocultural desses grupos étnicos. “Um povo é um grupo de pessoas com identidade histórica e cultural própria, ao passo que população é apenas um conjunto de pessoas”, explicou. Outra substituição feita foi a de “igualdade de oportunidades” por “inclusão”, termo considerado mais atual pelo relator.

    Já a expressão “valores religiosos” foi substituída por “liberdade de crença e de consciência”. Outro ajuste de redação sugerido é a substituição de “pequena e média produção, nos meios rural e urbano”, por “pequena e média empresa e para a agricultura familiar e o cooperativismo” na parte do texto que prevê o incentivo e a orientação do poder público sobre o acesso ao crédito para o povo cigano.

    Hélio José também sugere suprimir a parte do texto que assegura à criança e ao adolescente ciganos o direito de transferência de matrícula quando forem filhos de artistas profissionais itinerantes. De acordo com o relator, esse direito já é garantido por lei a qualquer criança ou adolescente.

    Mudanças acatadas

    Além das emendas da CDH, o relator sugere, ainda, que sejam mantidas alterações feitas nas outras comissões, como a determinação da identidade cigana. O texto original previa que seriam considerados ciganos os que se autodeclarassem assim. Uma mudança aprovada pela CE e pela CAS reformulou essa definição e incluiu como critério para a identificação do cigano o reconhecimento da comunidade.

    Outra alteração já aprovada anteriormente e mantida pelo relator foi a supressão do artigo que tornava obrigatório o estudo da história geral da população cigana no ensino fundamental e no ensino médio. O entendimento foi de que a implantação de inovações curriculares não deve ser feita por meio de alterações da legislação ordinária, mas pelas áreas técnicas do governo federal.

    Também foram mantidas no relatório a inclusão de um capítulo específico para o desporto e o lazer, as alterações nas ações de saúde voltadas especificamente para os ciganos e a previsão de atendimento de urgência e emergência do Sistema Único de Saúde (SUS) ao cigano que não for civilmente identificado. O texto original não especificava o tipo de atendimento. Por Agência Senado.

  • Jovem é condenado a 5 prisões perpétuas por assassinar a família

    Um adolescente foi condenado nos Estados Unidos a cinco prisões perpétuas por matar a facadas os seus pais e três irmãos, segundo informou a Associated Press nesta quinta-feira.

    Michael Bever, hoje com 19 anos, tinha 16 quando ele e seu irmão mais velho, Robert, assassinaram a mãe, o pai, dois irmãos mais novos e a irmã de apenas 5 anos no subúrbio de Tulsa, no estado do Oklahoma. Outras duas irmãs, felizmente, sobreviveram ao ataque. Robert, na época com 18 anos, foi condenado em 2016 a uma pena de prisão perpétua.

    Michael, além das cinco penas de prisão perpétua, também foi condenado pelo juri a mais 28 anos de prisão pelo ataque a uma das irmãs sobreviventes, que, na época, tinha 13 anos. Até hoje, o motivo dos crimes é desconhecido.

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    De acordo com os vizinhos, todas as crianças da família Bever eram educadas em casa e mantidas sob forte vigilância, sendo proibidas de se misturar com pessoas de fora da família. Pouco depois da chacina, em 2015, Robert disse à polícia que seus pais costumavam bater neles. Segundo ele, sua esperança era a de se tornar famoso com os assassinatos. Por Sputnik Brasil.

  • Assembléia Legislativa do Rio aprova criação da Política de Incentivo ao Samba Fluminense

    A ALERJ (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) aprovou a criação da Política Estadual de Promoção, Salvaguarda, Fomento e Incentivo ao Samba Fluminense através da votação em segunda discussão do projeto de lei número 2903/17, de autoria dos deputados Carlos Minc, do PSB (Partido Socialista Brasileiro), Waldeck Carneiro, do PT (Partido dos Trabalhadores) e Zaqueu Teixeira, do PSD (Partido Social Democrático).

    O deputado Waldeck pontuou alguns dos instrumentos a partir dos quais se dará a valorização do samba.

    O projeto de lei foi elaborado em conjunto com movimentos de sambistas e, agora que foi aprovado em segunda votação, o texto segue para sanção do governador Luiz Fernando Pezão. Por Radioagência Nacional.

  • Crimes de estupro terão penas aumentadas; matéria vai à sanção presidencial

    O Senado aprovou um texto que torna mais rígida a pena para quem praticar estupro coletivo.

    A pena será aumentada em um terço se o crime for cometido em local público, aberto ao público ou com grande aglomeração de pessoas ou em meio de transporte público, durante a noite em lugar ermo, com o uso de arma, ou por qualquer meio que impeça a vítima de se defender.

    A punição pode ser aumentada em dois terços se o crime resultar em gravidez da vítima, ou se ela for contaminada por doença sexualmente transmissível. E ainda se a vítima for idosa ou pessoa com deficiência.

    O texto também torna crime a importunação sexual, a chamada vingança pornográfica e a divulgação de cenas de estupro.

    Porém, esse dois tipos de crime são consideradas penalidades de gravidade média porque, segundo os senadores, não ocorre tecnicamente um estupro. Antes, essas ocorrências eram enquadradas como uma simples contravenção ou transgressão.

    Um exemplo da importunação sexual são as ocorrências de assédio à mulheres, no transporte coletivo. Neste caso, a pena é de reclusão de 1 a 5 anos.

    Essa é a mesma pena prevista para quem oferecer, vender ou divulgar, por qualquer meio, fotografia ou vídeo com cena de estupro ou com apologia a essa prática.

    No caso de o criminoso manter ou ter mantido alguma relação íntima com a vítima, como ex-namorado, marido ou companheiro, a pena poderá ser aumentada de um terço a dois terços.

    O projeto, agora, segue para sanção presidencial. Por Radioagência Nacional.

  • Próximo governo terá de concluir reformas, diz o presidente Temer

    O presidente Michel Temer afirmou hoje (7) que o próximo presidente eleito no Brasil terá de concluir as reformas que não foram finalizadas em seu governo, como a reforma da Previdência Social.

    “Fincamos estacas, estabelecemos pilares que nenhum governante que venha conseguirá modificar. Ao contrário, vão ter que continuar com as reformas que começamos e não pudemos concluir”, disse o presidente, em discurso durante o 28º Congresso e Expo da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), na capital paulista.

    Temer destacou a importância do setor para a economia, como responsável por 7,4 mil distribuidores de veículos, pela geração de 300 mil empregos diretos e por 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país). Ele disse que os profissionais do setor atuam com dinamismo e agilidade, contribuindo para a recuperação da economia brasileira.

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    Lançamento de bomba atômica sobre Hiroshima completa 73 anos

    Rota 2030

    O presidente disse que o governo vem agindo lado a lado com representantes da indústria de veículos e trabalhadores do setor na elaboração do Programa Rota 2030, que impulsiona o desenvolvimento da indústria automotiva, com total atenção à expectativa dos consumidores. Segundo Temer, o programa vai incentivar a produção de mais veículos, com melhor qualidade, segurança, tecnologia e eficiência energética.

    O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, também presente ao evento, ressaltou o lançamento do Programa Rota 2030, no início do mês passado. Marcos Jorge estima que, nos próximos 15 anos, o país terá carros mais eficientes e seguros. “Um dos grandes pilares é o estimulo à modernização do setor, fundamental para a recuperação da economia brasileira.” Por Agência Brasil.

  • Lançamento de bomba atômica sobre Hiroshima completa 73 anos

    Seis de agosto de 1945, 8h15 da manhã. Os moradores da cidade de Hiroshima, no Japão, começavam o dia quando avião americano B-29 chamado de Enola Gay lançou uma bomba atômica com 12 toneladas e meia de TNT que detonou 580 metros acima do centro da cidade. Por Radioagência Nacional.

  • CDH vota projetos sobre aleitamento materno e instalação de fraldários

    A reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) agendada para as 11h30 da terça-feira (7) terá 23 itens na pauta de votações. Um dos projetos torna obrigatório que hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, sejam eles públicos ou particulares, ofereçam orientação sobre aleitamento materno.

    O PLS 24/2016, da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para incluir entre as obrigações de locais públicos e privados dedicados à saúde de gestantes o oferecimento de serviço de orientação sobre amamentação, com profissionais habilitados e capacitados para essa função, “com o objetivo de apoiar a puérpera para a prática do aleitamento materno”.

    A proposta tem voto favorável do relator, senador José Medeiros (Pode-MT). Mas seu relatório excluiu a determinação de que só profissionais habilitados e capacitados para a função poderiam fazer esse tipo de orientação. Segundo ele, a medida acarretaria a criação de funções públicas, ação reservada pela Constituição ao presidente da República. A votação será terminativa na CDH.

    Banheiros familiares

    Também na pauta está o PLS 152/2018, que torna obrigatória a instalação de banheiro familiar e fraldário em hospitais, universidades e centros comerciais. O objetivo da proposta do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) é garantir privacidade e trazer comodidade a crianças e responsáveis.

    Pela proposta, o banheiro familiar será destinado a crianças de até dez anos de idade acompanhadas do responsável. O fraldário destina-se à troca de fraldas e à amamentação de crianças de até três anos.

    O voto da relatora Lídice da Mata (PSB-BA) é favorável à aprovação do PLS.

    O projeto aplica-se a locais com circulação, concentração e permanência de grande número de pessoas, sejam locais públicos, privados, definitivos, provisórios, cobertos ou descobertos. O autor cita como exemplos hospitais e centros de saúde, universidades e centros universitários, centros de convenções e centros comerciais.

    Os estabelecimentos já em funcionamento terão de se adaptar no prazo de 12 meses e o descumprimento da determinação pode acarretar advertência, multa de até R$ 50 mil e interdição do estabelecimento.

    Depois da CDH, o projeto será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde receberá decisão terminativa.

    Audiências públicas

    Há ainda na pauta da CDH quatro requerimentos para a realização de audiências públicas: sobre as cobranças adicionais da Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) a seus participantes; os direitos das crianças de pais presos; a situação prisional do Brasil; e projetos de prevenção à violência contra a mulher e de recuperação e reeducação de agressores. Por Agência Senado.