Autor: Redação

  • Astrônomos descobrem o objeto mais brilhante do Universo jovem

    Astrônomos conseguiram obter imagens de um buraco negro anormalmente brilhante, o PSO J352-15, afastado da Terra à distância de 13 bilhões de anos-luz e existindo desde os primeiros dias de vida do Universo.

    “Vemos esse objeto no estado em que ele estava no tempo quando o Universo teve menos de um bilhão de anos. Esse quasar existiu no fim daquela era de sua evolução, quando as primeiras estrelas e galáxias tornaram o Universo transparente, ionizando hidrogênio no meio interestelar”, declarou Chris Carilli do Observatório Nacional de Rádio e Astronomia, EUA.

    Em particular, ele acredita que futuras observações do PSO J352-15 lhes ajudarão a entender o número de meios interestelares que existiam naquele tempo.

    Previamente os cientistas pensavam que esses buracos negros podiam ter massa equivalente a milhões de massas solares. Mas quando começaram a observar as primeiras galáxias no Universo descobriram que seus buracos negros contam com dezenas de bilhões de massas solares.

    Por esta razão, eles tentam determinar que tamanho eles tinham quando nasceram e que fontes contribuíram para seu crescimento.

    Atualmente, dezenas de astrônomos em todo o mundo estão buscando buracos negros grandes e brilhantes, que tinham habitado no início do Universo, para que sua luz seja uma espécie de ”lâmpada” e ilumine o espaço escuro ao seu redor.

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    O PSO J352-15 - buraco negro (quasar) anormalmente brilhante
    © Foto: Robin Dienel / Instituto Carnegie

    Os cientistas supõem que ondas de rádio e luz produzidos por esses buracos negros possam ”revelar” as fontes de massa que os alimentam, fazendo-os crescer mais rápido que predizem as teorias.

    A primeira ”lâmpada” semelhante foi encontrada na constelação de Aquarius a uma distância enorme da Terra — 13 bilhões de anos-luz e recebeu o nome de P352-15.

    Ao analisar sua estrutura, os cientistas concluíram que se trata de um poderoso quasar — enorme buraco negro no centro de uma galáxia longínqua que sempre expele feixes de matéria quente com uma velocidade próxima da luz.

    A enorme distância ente o P352-15 e a Terra não permite determinar sua massa e tamanho da galáxia em que se encontra. No entanto, ainda hoje é possível dizer com certeza que este representa a fonte de ondas de rádio mais brilhante no Universo jovem, cuja potência supera em dezenas de vezes todos os outros objetos, descobertos pelos astrônomos. Por Sputnik Brasil.

  • No Brasil, Malala defende que a educação é o melhor investimento

    A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, em visita hoje (9) à capital paulista, defendeu a educação a longo prazo como melhor investimento, em especial para o desenvolvimento feminino. “O empoderamento das meninas vem da educação, tem a ver com emancipação”, disse. Ela participou de evento promovido pelo Itaú Unibanco, no Auditório Ibirapuera.

    Malala é a pessoa mais jovem a receber um Prêmio Nobel da Paz, aos 17 anos de idade. Com 15 anos, ela foi baleada pelo Talibã por se manifestar contra a proibição da educação para mulheres. A paquistanesa lembra que, quando era uma aluna em seu país, outras colegas de sua classe também defendiam a educação feminina. “A diferença é que os meus pais nunca me impediram de falar o que eu pensava”, disse.

    A ativista lembrou uma situação em que uma colega da escola chegou atrasada para aula. A garota tinha de esperar os pais saírem de casa e, assim, sair para estudar escondida. “O papel dos pais e das mães é fundamental no empoderamento feminino”, disse. “É importante que as mulheres se expressem, as mulheres têm que quebrar essas barreiras”, completou.

    Viagem ao Brasil

    A ativista disse que um dos seus objetivos no Brasil é “achar meios para que as 1,5 milhão de meninas [fora da escola] tenham acesso à educação”. Outra razão que levou Malala a viajar para o Brasil foi a força dos ativistas locais descobertos por ela. A ativista quer promover a educação entre as comunidades menos favorecidas do Brasil, especialmente as afro-brasileiras.

    “Trabalhando junto com os defensores da educação e podendo dar a todas as pessoas, que vem das camadas menos privilegiadas, a esperança de que todos em volta se sintam seguras em receber educação de alta qualidade”, disse. Malala afirmou ainda que vai anunciar, em breve, um projeto do Fundo Malala para que a educação seja abordada pelas campanhas eleitorais.

    Participou também do debate sobre o assunto, a ativista Tábata Amaral, de 24 anos, nascida na periferia de São Paulo, que representou o Brasil em competições internacionais de ciências e estuda astrofísica em Harvard. Tábata questionou sobre a possibilidade da união entre os ativistas internacionais. Em resposta, Malala disse acreditar na solução nascida entre os líderes comunitários. “Temos que ir às comunidades de base e trabalhar com os ativistas locais, que entendem os problemas e sabem a melhor maneira de resolvê-los”, disse.

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    Ministério Público do Rio vai investigar Crivella por reunião com pastores

    Leitura

    Outra participante foi a escritora mineira Conceição Evaristo, doutora em literatura comparada e vencedora do Prêmio Jabuti na categoria contos pela obra Olhos d’Água (2014). Conceição destacou o poder da leitura e da escrita incentivados por Malala, já que a adolescente partilhou a sua história e luta em seu livro.

    “As pessoas que não têm acesso [à leitura], não têm uma cidadania incompleta. Que a sua presença fortifique essa ideia e o compromisso que o estado brasileiro precisa ter com a alfabetização”, disse a escritora. “A escrita amplia o seu papel, porque, enquanto leitor, você pode abarcar o mundo através da leitura. Mas quando você escreve, tem esse poder de intervenção no mundo”, acrescentou.

    Em resposta ao tema, Malala lembrou da história da própria mãe, que parou de estudar aos seis anos. “Como filha, estou lendo para a minha mãe, é uma experiência maravilhosa”, disse. Segundo a paquistanesa, a sua mãe está estudando novamente, e este é seu grande estímulo para continuar na buscar pela educação das mulheres. Por Agência Brasil.

  • Ministério Público do Rio vai investigar Crivella por reunião com pastores

    O Ministério Público do Rio de Janeiro vai investigar uma reunião entre o prefeito da capital Marcelo Crivella e um grupo de 250 pastores.

    Um registro do encontro foi divulgado pelo jornal O Globo e nas gravações o prefeito prometeu solucionar problemas de IPTU das igrejas e disse ainda que os fiéis poderiam procurar uma funcionária para ter prioridade na marcação de cirurgias.

    De acordo com o procurador-geral do estado, Eduardo Gussem, a denúncia apresentada pelo Psol já foi repassada para averiguação pela promotoria eleitoral.

    Além disso, o órgão analisa a possibilidade de abertura de um inquérito civil , já que o ato pode configurar improbidade administrativa.

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    Medo do desemprego é um dos maiores dos últimos 22 anos, diz CNI
    PF prende quadrilha acusada de exportar cocaína para a Europa em contêineres

    O encontro também gerou um pedido de impeachment protocolado pelo vereador Atila Nunes por crime de responsabilidade e infração político administrativa.

    A mesa diretora da Casa já informou, no entanto, que o recesso parlamentar será mantido e com isso a denúncia só terá prosseguimento no mês que vem.

    Em nota, a prefeitura do Rio de Janeiro afirmou que a reunião teve como objetivo prestar contas e divulgar serviços como o mutirão de cirurgias de cataratas e de varizes. E que não há qualquer irregularidade na ação do prefeito de indicar uma assessora para orientar a população. Por Radioagência Nacional.

  • Medo do desemprego é um dos maiores dos últimos 22 anos, diz CNI

    O Índice do Medo do Desemprego subiu para 67,9 pontos em junho, e está entre os maiores da série histórica iniciada em 1996. Os dados são de pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela CNI, a Confederação Nacional da Indústria. O indicador varia de zero a cem pontos, e quanto mais alto o número, maior o medo de não encontrar emprego.

    O temor de ficar sem trabalho só foi menor em maio de 1999 e em junho de 2016. O gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, explica o motivo da alta no índice.

    De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego cresceu mais para os homens; mas entre as mulheres o índice é maior.

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    PF prende quadrilha acusada de exportar cocaína para a Europa em contêineres
    Monsanto é processada por jardineiro vítima de câncer

    A reportagem ouviu pessoas do Distrito Federal sobre o assunto. As opiniões vão do pessimismo a tranquilidade.

    Outro dado da pesquisa da CNI aponta que o receio de não encontrar colocação no mercado é maior entre trabalhadores com menor grau de instrução. Neste caso, segundo o pesquisador, o motivo é que em tempos de crise econômica, as empresas preferem contratar quem tem mais qualificação. Por Radioagência Nacional.

  • PF prende quadrilha acusada de exportar cocaína para a Europa em contêineres

    Integrantes de uma quadrilha acusada de exportar cocaína para a Europa em contêineres foram presos nesta segunda-feira pela Polícia Federal no Rio de Janeiro.

    Até o final da tarde, os agentes já tinham cumprido 12 dos quinze mandados de prisão. De acordo com as investigações, que duraram cerca de 15 meses, havia envolvimento de funcionários do terminal de cargas do cais do porto do Rio, que eram responsáveis por colocar a droga dentro dos contêineres.

    Os suspeitos também são acusados de facilitar a entrada no terminal de caminhoneiros, que faziam o transporte da cocaína.

    Os líderes da quadrilha foram presos em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na zona oeste carioca. O casal levado pelos agentes é dono de uma empresa de exportação e importação, usada para movimentar a cocaína.

    De acordo com o chefe da Delegacia de Repressão a Drogas, Carlos Eduardo Thomé, parte das remessas era paga em bitcoins, moeda virtual que não circula fisicamente nem é regulada por bancos centrais. O objetivo era despistar as autoridades.

    Segundo o chefe da Delegacia de Repressão a Drogas, essa modalidade de envio de droga para o exterior aumentou nos últimos anos.

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    Monsanto é processada por jardineiro vítima de câncer
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    Os contêineres eram escolhidos de acordo com o destino da carga na Europa. O modo de agir da quadrilha envolvia até mesmo a falsificação de lacres, que eram substituídos durante as ações. Além disso, os criminosos tinham o mapa da localização e do destino dos contêineres nos portos.

    Houve apreensões de cocaína em portos do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Bahia e Pernambuco. No exterior, foram realizadas apreensões na Bélgica, Itália e Espanha.

    Outra forma de transportar a droga era por exportadoras e empresas de materiais de construção. Os investigados vão responder por tráfico transnacional de drogas e por associação para o tráfico. As penas podem chegar a 25 anos de reclusão. Por Agência Brasil.

  • Monsanto é processada por jardineiro vítima de câncer

    Nesta segunda-feira (9) começou uma batalha histórica: o processo de um jardineiro californiano, vítima de câncer, contra a Monsanto, poderosíssima produtora de agrotóxicos responsável pelo herbicida Roundup.

    “Nos últimos 40 anos, a Monsanto soube que o ingrediente principal do Roundup pode produzir tumores em animais de laboratório”, disse o advogado do jardineiro.

    A disputa legal envolve Dewayne Johnson, um pai de 46 anos de idade. Diagnosticado em 2014 com linfoma não-Hodgkin, um câncer que afeta células brancas do sangue, Johnson usou uma versão genérica do Roundup da Monsanto chamada “Ranger Pro” repetidamente em seu trabalho em uma escola na Califórnia.

    Em sua declaração, o advogado disse que a Monsanto optou por não alertar os consumidores sobre os riscos e que, em vez disso, “eles lutaram contra a ciência”, minimizando a suspeita de ligação entre o herbicida químico e o câncer.

    “A Monsanto se esforçou para intimidar cientistas e combater pesquisadores”, disse ele ao júri.

    O caso na Corte Superior da Califórnia é o primeiro julgamento em que se diz que o Roundup causou câncer, uma alegação repetidamente negada pela empresa química.

    Se a Monsanto perder, o caso pode abrir a porta para centenas de ações judiciais adicionais contra a empresa recentemente adquirida pelo grupo químico e farmacêutico alemão Bayer.

    A Monsanto afirma que seu produto não é cancerígeno e que o câncer de Johnson não está ligado ao seu emprego.

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    Agente Laranja

    Fundada em 1901 em St. Louis, Missouri, a Monsanto começou a produzir agrotóxicos na década de 1940. Recentemente a empresa foi adquirido pela Bayer por mais de US$ 62 bilhões.

    A Monsanto foi uma das empresas que produziu o desfolhante “Agente Laranja”, que tem sido associado ao câncer e outras doenças, para uso das forças dos EUA no Vietnã. Ele nega a responsabilidade de como os militares o usaram.

    O principal herbicida Roundup da Monsanto foi lançado em 1976. A empresa logo em seguida começou a modificar geneticamente as plantas, tornando algumas resistentes ao Roundup.

    Em 2015, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer — órgão da Organização Mundial de Saúde — classificou o glifosato como “provavelmente cancerígeno” e, como resultado, o estado da Califórnia o listou como carcinogênico.

    Mas as agências europeias de segurança alimentar e de produtos químicos até agora não seguiram o exemplo, enquanto um estudo do Departamento de Saúde dos EUA sugere que sua toxicidade é limitada. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Projeto de lei sobre proteção de dados pode ir a plenário do Senado

    O Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional sobre matérias relacionadas ao tema, discutiu hoje (9) o Projeto de Lei da Câmara 53, que disciplina a proteção dos dados pessoais e a exploração destes por empresas e pelo poder público. O colegiado decidiu se abster e não abrir um processo de análise sobre a matéria.

    Com isso, o PLC pode ser apreciado no plenário do Senado. O texto, aprovado na Câmara em maio, disciplina a forma como as informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicadas em redes sociais. A proposta foi mantida na semana passada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), mantendo o conteúdo da Câmara e indicando regime de urgência para votação na casa. A urgência foi apresentada em plenário, mas não chegou a ser apreciada.

    Cronograma apertado

    A tensão sobre o PLC no Conselho estava relacionada ao cronograma apertado do Senado, que fará suas últimas sessões nesta semana antes do recesso de meio de ano. Caso o colegiado resolvesse escolher um relator e iniciar uma análise, dificultaria uma possível aprovação do projeto antes do recesso. Frente a esse prazo exíguo, a maioria dos integrantes optou por não se manifestar sobre o projeto.

    “Considerando o fato de que já foi aprovado na CAE, que o requerimento de urgência já está encaminhado e que o Conselho recebeu manifestações pela aprovação amparado por entidades representativas da nossa sociedade, entendo que o conselho não deveria se manifestar sobre o tema”, defendeu o presidente do órgão, Murillo de Aragão.

    “O texto construído pelo deputado Orlando Silva [PCdoB-SP, relator do PL na Câmara] ficou redondo e conseguiu consenso e oposição, governo e situação na hora de votação. Não é o texto ideal, mas como não cabe agora uma discussão prolongada a respeito do tema, que o Conselho ratifique o manifesto”, pontuou o conselheiro João Camilo Júnior.

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    Apoio e divergências

    O PLC tem apoio de entidades diversas, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e a Coalizão Direitos na Rede, que reúne entidades de defesa de direitos dos usuários de internet. Mas encontra resistência em organizações do ramo financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional de Seguradoras. Por Agência Brasil.

  • Reino Unido se prepara para legalizar uso medicinal da Cannabis

    A principal consultora médica da Inglaterra diz que há evidências suficientes sobre os benefícios terapêuticos dos medicamentos à base de cannabis, dando luz verde para a legalização da substância em tratamentos de saúde.

    A conclusão da professora Dame Sally Davies levou o novo ministro do Interior, Sajid Javid, a encomendar mais uma revisão sobre a aprovação da cannabis como medicamento, o que poderia levar à reclassificação da droga dentro de algumas semanas.

    “Há evidências claras de instituições de pesquisa altamente respeitadas e confiáveis ​​de que alguns medicamentos à base de cannabis têm benefícios terapêuticos para algumas condições médicas”, afirma a professora Dame Sally em seu relatório.

    Medicamentos à base de cannabis são categorizados como uma droga da Tabela 1, portanto, não são considerados terapêuticos. No entanto, removendo essa categorização, os médicos seriam capazes de prescrevê-los sob condições extremamente controladas.

    Há evidências de que a cannabis pode melhorar as condições de vida de quem sofre de apneia do sono, dores crônicas como a fibromialgia e esclerose múltipla.

    A reclassificação da discussão sobre a cannabis recomeçou depois que uma mãe retornou do Canadá com remédio à base de maconha para o filho. O produto foi confiscado no aeroporto de Heathrow, despertando debate nacional. Uma revisão sobre o uso de cannabis foi encomendada após o caso da mulher, desesperada para dar a seu filho de 12 anos o medicamento para a epilepsia.

    O Conselho Consultivo sobre o Uso Indevido de Drogas agora considerará as conclusões feitas pela principal conselheira médica da Inglaterra e decidirá se a droga pode ser recategorizada e remarcada para uso medicinal.

    “A posição em que nos encontramos atualmente não é satisfatória. Não é satisfatória para os pais, não é satisfatória para os médicos e não é satisfatória para mim”, disse Sajid Javid aos membros do Parlamento britânico. “Cheguei agora à conclusão de que este é o momento certo para rever o agendamento da cannabis”, completou. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Temer faz manobra que pode abrir caminho para privatização da Eletrobras

    Enquanto os olhos dos brasileiros estão voltados para a Copa do Mundo, o Presidente Michel Temer corre contra o tempo para dar início à privatização da Eletrobras. Com caráter de urgência, na noite da terça-feira (3), foi votado o projeto de lei que abre as portas para a privatização da estatal.

    A aprovação foi considerada uma manobra pela oposição, que aponta o uso do artigo 154 do regimento da Câmara. Esse artigo aponta que o projeto exija apenas maioria simples para ser aprovado. Enquanto que o projeto inicial baseava-se em um artigo solicitando maioria qualificada, ou seja, dois terços da Câmara, 342 votos.

    O Projeto de Lei 10.332/18 foi apresentado pelo Planalto e busca viabilizar a venda de distribuidoras de energia da Eletrobras. No total serão seis as distribuidoras envolvidas no PL, aproveitando os dispositivos apresentados na Medida Provisória 814/17 que, sem ser votada pelo Congresso, perdeu a validade.

    O próprio governo pediu o regime de urgência e espera que a pauta seja levada ao Plenário o mais breve possível.

    As distribuidoras já poderiam ser leiloadas, conforme modelo de privatização e regime de concessão de uma lei de 2016. No entanto, o projeto teria como função acelerar o processo de leilão das distribuidoras, retirando embaraços jurídicos que poderiam inibir compradores em leilão. As empresas têm desempenho considerado ruim no setor.

    As distribuidoras envolvidas no PL seriam a Amazonas Energia; a Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron); a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre); a Companhia Energética de Alagoas (Ceal), Companhia de Energia do Piauí (Cepisa) e a Boa Vista Energia, que atende Roraima.

    Outros projetos circulam na Câmara e podem também ditar sobre o campo de atuação da Petrobras.

    É o caso do Projeto de Lei 1917/15, do deputado Marcelo Squassoni (PRB-SP) apresenta a proposta de abertura do mercado de energia, em um primeiro momento de grandes consumidores como indústrias e, a partir de 2022, também do consumidor comum. Os defensores do projeto acreditam em aumento da eficiência através do incentivo à competição que traria a abertura de mercado. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Venda de veículos novos sobe no primeiro semestre

    A economia brasileira pode não ir nada bem em alguns setores, mas não no caso do automóveis. As vendas de veículos novos aumentaram 14,47% no primeiro semestre do ano comparado com o mesmo período de 2017, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

    O setor comercializou 1.166.663 unidades de veículos novos de janeiro a junho, mesmo com os efeitos da greve dos caminhoneiros em maio, quando houve problemas no fornecimento de peças e na entrega dos veículos prontos para concessionárias.

    Em junho, houve o emplacamento de 201.900 mil veículos, praticamente o mesmo número de vendas de maio. Apesar da estabilidade, o número de junho representa um aumento de 3,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em abril, antes da greve dos caminhoneiros, as vendas registravam 217.300 mil unidades.

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    Segmentos

    O setor de automóveis e veículos comerciais leves acumula uma alta de 13,71% em comparação ao mesmo período do ano passado. O setor de caminhões também registra uma venda de 32,3 mil unidades, um aumento de 50,7% no primeiro semestre.

    Os ônibus apresentaram um aumento de 9,9% nas vendas no primeiro semestre do ano em comparação com o mesmo período de 2017. O setor teve 7,1 mil unidades comercializadas. Com informações da Agência Brasil.