Autor: Redação

  • Isenção de direitos autorais para rádios comunitárias é aprovada na Comissão de Educação

    As rádios comunitárias podem ficar isentas do pagamento de direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). Esse é o teor do Projeto de Lei do Senado (PLS) 410/2017, aprovado nesta terça-feira (12) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O texto segue para análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde recebe decisão terminativa.

    O projeto, de autoria do senador Hélio José (Pros-DF), altera a Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/1998) para isentar as rádios comunitárias do pagamento de direitos autorais pela veiculação de obras musicais e literomusicais, o que inclui os direitos conexos (relativos aos intérpretes e executantes). O parlamentar argumenta que o pagamento de direitos autorais é um dos principais fatores que têm dificultado ou inviabilizado as rádios comunitárias, que já não podem obter recursos com a venda de anúncios.

    – O objetivo é ajudar, não entrar em guerra de braço com ninguém. Estamos todos muito felizes – comemorou.

    A relatora na CE, senadora Fátima Bezerra (PT-RN), acredita que o texto vai viabilizar a continuidade da atuação dessas rádios, essenciais para desenvolvimento cultural, comunicativo e social das comunidades por elas alcançadas, e ampliar a democratização dos meios de comunicação do país, que apresentam perfil extremamente concentrado, quase um oligopólio nas propriedade das emissoras de radiodifusão e televisão. Ela fez algumas correções e ajustes de redação por emendas.

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    – É uma proposta para democratizar a comunicação popular – comemorou.

    O texto recebeu apoio de parlamentares de vários partidos. Representantes da Abraço Nacional (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) também acompanharam a votação.

    – Esse projeto tira a cobrança muitas vezes abusiva e excessiva do Ecad sobre as comunitárias – disse Lindbergh Farias (PT-RJ).

    Os senadores José Agripino (DEM-RN) e Jorge Viana (PT-AC) afirmaram que as rádios comunitárias são geridas por locais, prestam serviços à comunidade e dão destaque a artistas regionais. Mesmo apoiando o texto, a senadora Regina Sousa (PT-PI) lembrou que há distorções a serem corrigidas para evitar que ocorra a seguinte situação: “a rádio de político que é disfarçada de comunitária”.
    Propostas semelhantes

    Durante a votação, a senadora Ana Amélia (PP-RS) mencionou proposta de sua autoria com teor semelhante. O PLS 206/2012 desonera de tributos de execução musical a sonorização do quarto das pousadas, hotéis e pensões do país. Fátima Bezerra prometeu pautá-lo na Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR).

    O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) disse que levará aos líderes a sugestão de votação, em Plenário, do PLS 513/2017, que altera o limite de potência de transmissão e a quantidade de canais designados para a execução do serviço das rádios comunitárias. A matéria está pronta para inclusão na Ordem do Dia.

    Lindbergh Farias citou ainda a aprovação na CCJ, há poucos dias, do PLS 55/2016 e que agora aguarda análise na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT). O texto permite às rádios comunitárias e educativas custear suas operações através da venda de publicidade comercial. Da Agência Senado.

  • Lei incentiva empresas de tecnologia e informática a investir em pesquisa e inovação

    Foi publicada nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União a Lei 13.674/2018, que autoriza empresas de tecnologia da informação e da comunicação a investirem em atividade de pesquisa, desenvolvimento e inovação como contrapartida para recebimento de isenções tributárias. A lei foi sancionada pelo presidente da República, Michel Temer, com uma série de vetos, como o que enquadra entre os gastos passíveis de benefício a modernização de infraestrutura física e de laboratórios nas empresas.

    O texto é proveniente do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 6/2018, decorrente da Medida Provisória (MP) 810/2017, aprovada no Senado no último dia 16.

    A proposição amplia de 3 para 48 meses o prazo para as empresas brasileiras de informática, beneficiadas com incentivos fiscais associados a investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), reinvestirem valores pendentes.

    O projeto é fruto do relatório do deputado Thiago Peixoto (PSD-GO), aprovado na Câmara dos Deputados em 8 de maio. Uma das novidades incluídas pelo relator é condicionar a concessão dos benefícios fiscais à comprovação, por parte das empresas, de regularidade das contribuições para a seguridade social.

    O texto original foi editado pelo Poder Executivo com o objetivo de dinamizar e fortalecer as atividades de P&D no setor de tecnologia da informação e da comunicação (TIC). Para isso, foram alteradas as Leis 8.248, que trata da capacitação e da competitividade do setor de informática e automação, e 8.387, ambas publicadas em 1991. Essas leis já exigem que empresas apresentem contrapartida para recebimento de incentivos fiscais. A contrapartida pode ser com investimentos em P&D de acordo com as leis. A nova lei, por sua vez, acrescentou como possibilidade os investimentos em inovação.

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    Vetos

    Foi vetado o enquadramento de gastos como pesquisa, inovação e desenvolvimento com aquisição, implantação, ampliação ou modernização de infraestrutura física e de laboratórios. Pelo PLV enviado à sanção, esses gastos poderiam atingir até 20% do total. De acordo com as razões para o veto, “não é razoável que gastos relativos às áreas dedicadas à administração, por não guardarem consonância direta com investimentos em PD&I, sejam ensejadores de incentivo tributário.”

    Outro veto foi ao acompanhamento das obrigações de que trata a nova lei ser realizado por amostragem ou com o uso de ferramentas automatizadas, para fins de fiscalização. De acordo com Temer, “a eventual impossibilidade de utilização de ferramenta automatizada, o acúmulo de relatórios anuais de prestação de contas dos investimentos em P&D ou a mudança metodológica para a análise desses documentos não se configuram justificáveis para a redução, via amostragem, das obrigações da Administração Pública em relação à fiscalização das contrapartidas de investimento em PD&I das empresas beneficiárias dos incentivos.”

    De acordo com o texto enviado à sanção, a partir do ano-calendário de 2015, os demonstrativos e os relatórios descritivos das atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação seriam considerados aprovados no prazo de cinco anos, salvo os casos de manifestação em contrário pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Temer vetou o trecho por considerar que “a previsão da aprovação por decurso de prazo dos demonstrativos e relatórios comprobatórios dos investimentos em PD&I não se configura adequada.”

    Pela nova lei, as empresas beneficiárias encaminharão anualmente ao Poder Executivo relatórios descritivos das atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação previstas no projeto elaborado e dos resultados alcançados, além de relatório consolidado e parecer conclusivo acerca dos demonstrativos elaborados por auditoria independente, credenciada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e cadastrada no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Mas foi vetada a necessidade do parecer conclusivo elaborado por auditoria independente a partir do ano-calendário de 2017. De acordo com Temer, será necessário mais tempo ao governo federal para elaborar as normas e fazer credenciamento das auditorias. Da Agência Senado.

  • Copa de 78 ficou marcada por um dos episódios mais polêmicos da história do mundial

    A Copa do Mundo de 1978 marcou o retorno da competição à América Latina, que havia recebido o torneio no Chile em 1962. Mas a Copa de 78 ficou marcada mesmo por um dos episódios mais polêmicos da história do futebol.

    O clima político na Argentina exerceu grande influência durante toda a competição. O país sede passava por um regime militar e os generais no poder, queria organizar a copa para dar algum tipo de entretenimento aos argentinos.

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    A história completa você ouve no Minuto da Copa. Quer ficar por dentro da história da Copa do Mundo? Não perca o Minuto da Copa, de segunda a sábado, na programação da W Rádio Brasil, você fica por dentro da trajetória da competição mais importante do mundo do futebol. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.

  • Crítica | Oito Mulheres e um segredo, planos e trapaças com um ar de glamour

    Já faz algum tempo que foi anunciado que a Warner faria uma versão feminina de 11 homens e um segredo. Então quando consegui uma vaguinha na pré-estreia de Oito Mulheres e um Segredo fiquei feliz igual criança quando vai pra Disney. Bruninho sabe das coisas.

    Apesar de ter ficado em pânico ao ler a notícia, quando vi o nome de Sandra Bullock e Cate Blanchett no trailer fiquei curiosa. Pois acredito que Sandrinha e Cate já são famosas o suficiente para não aceitar qualquer coisa. Como há muito tempo não fazia me enchi de expectativas e fui assistir ao filme.

    A premissa é a mesma, Ocean planeja um assalto cinematográfico e para que isso se torne realidade escala um time de mulheres, cada uma com um talento diferente, para executar o plano com perfeição. A partir daí o filme narra todo o planejamento e concretização do roubo de joias.

    Logo na primeira cena o meu radar foi acionado pela make do poder de Debbie Ocean. Eis que surge Sandrinha linda, no frescor e maquiada. Eu ali com o meu espírito de porco tentando encontrar uma falha na make e nada. Para completar ainda tinha aquela mesa dobrável made WalMart. Não! Warner essa foi inaceitável. Parece que a cena foi gravada de improviso para completar o roteiro. Pegou mal, muito mal.

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    Atualmente estou lendo um livro chamado #Girlboss, e qual não foi a minha surpresa ao assistir Ocean’s 8 e ver Sadrinha na tela realizando o mesmo crime que a autora descreve no livro.

    Oito mulheres e um segredo é um filme todo trabalhado na intertextualidade, com referências a outros filmes como Delírios de consumo de Beck Bloom e O Diabo Veste Prada, esse último é bem óbvio.

    Como a cena em que Anne Hathaway sobe a escada para entrar no Met Gala que me lembrou Audrey Hepburn em Cinderela em Paris.

    Ainda tem o vestido usado por Helena Bonham Carter que parecia uma das criações de Betsey Johnson. Aliás, acredito que a personagem dela foi baseada na Betsey meu ícone fashion das passarelas. Que desenhou os figurinos do filme Delírios de consumo de Beck Bloom.

    As piadas do filme são engraçadas e não parecem forçadas. A dupla Bullock e Blanchett funcionou tão bem quanto Pitt e Clooney, achei Cate a escolha perfeita para substituir Brad. Quando ela entra em cena sua elegância inunda a tela. A criatura sabe causar impacto.

    Ainda fazem parte o elenco Rihanna, Mindy Kaling (que achei bem sem graça), Awkwafina (que nunca tinha ouvido falar), Helena Bonham Carter (gostei de vê-la experimentando papéis diferentes) e Sarah Paulson (que toda vez que aparecia eu lembrava de um episódio de Law & Order – SVU no qual ela era uma psicopata).

    Muitas celebridades e artistas aparecem no decorrer do filme, até a Anna Wintor faz uma ponta no filme.

    Gostei muito do filme Oito Mulheres e um segredo, principalmente porque eu descobri uma parte do segredo apenas vendo o trailer. Ou foi depois de assistir os dois primeiros filmes da versão masculina e entender a estrutura? Enfim o filme é muito bom e recomendo. Por Karina E. da Costa do GeekBlast.

  • Crítica | Jurassic World – Reino Ameaçado SEM SPOILERS

    Depois de sofrer críticas por reciclar partes do roteiro do filme original, Jurassic World talvez tenha sido o revival que menos empolgou naquela leva de remakes de 2015 (que ainda contou com Creed e O Despertar da Força). A sequência, Reino Ameaçado, não deixa de trabalhar com clichês, mas o resultado é bem mais empolgante.

    Iniciando três anos após os acontecimentos do filme anterior, o longa mostra os efeitos do abandono à ilha do parque, onde um vulcão, antes adormecido, está prestes a entrar em erupção. Com isso, grupos de apoio aos animais, um deles liderados por Claire (Bryce Dallas Howard) pressiona o governo americano para salvar os dinossauros isolados.

    E é aí que entra Eli Mills (Rafe Spall, de A Grande Aposta), responsável pelo patrimônio de Benjamin Lockwood (James Cromwell, de À Espera de Um Milagre). Lockwood é um ex-sócio de John Hammond e co-idealizador do Parque dos Dinossauros (adicionado retroativamente a partir deste filme) e Mills fica encarregado de convocar Claire e Owen (Chris Pratt) para retornar à ilha e resgatar Blue, a velociraptor treinada do filme anterior.

    Melhor coisa de Jurassic World, a química entre Owen e Claire segue como um dos pilares do filme, assim como todas as relações pessoais que se desenrolam ao longo da trama. Durante a chegada à ilha, vemos mais da troca de farpas e ironias que fez do casal um sucesso no primeiro filme.

    Se o roteiro de Derek Connoly e Colin Trevorrow (este o diretor do último longa) esbarra em clichês, a direção de J.A. Bayona torna o filme realmente emocionante. O cineasta catalão conseguiu encaixar as referências certas em momentos oportunos e mostrou uma habilidade impressionante ao distribuir sustos e lágrimas pelos 128 minutos de projeção. Sob suas lentes, as cenas de ação de Reino Ameaçado dão inveja a vários filmes de super-heróis, especialmente a tão falada sequência debaixo d’água.

    Mas, claro, nem tudo são flores. Como disse acima, o roteiro esbarra em clichês e se apontarmos para um personagem e arriscarmos “ah, ele vai ser o vilão”, é tiro e queda. Mesmo no clímax do filme, quando um dos protagonistas precisa fazer uma escolha quase impossível, é claro que a criança destemida que os acompanha, Maisie Lockwood (a ótima estreante Isabella Sermon), toma para si o fardo de apertar ou não o grande botão da destruição.

    De novo, não fosse a grandeza com que Bayona lidou com a batalha final entre Blue e a nova ameaça criada in vitro pelos vilões, o terceiro ato de Reino Ameaçado poderia facilmente ser trocado pelo de seu predecessor, de 2015, que poucos notariam.

    Ainda assim, é impossível dizer que o filme não vale o preço do ingresso: os efeitos especiais estão belíssimos, o peso emocional é gigante, as atuações são ótimas e a diversão é feita na medida para quem ama o universo levado por Steven Spielberg aos cinemas em 1993, sem contar a fotografia e a trilha sonora sempre impecáveis da franquia.

    Dirigido por J.A. Bayona, Jurassic World – Reino Ameaçado estreia em 21 de junho. Por Nicolaos Garófalo do GeekBlast.

  • Petrobras reduz em 0,49% o preço da gasolina nas refinarias nesta sexta

    A Petrobras anunciou uma nova redução no preço da gasolina. A partir desta sexta-feira (07), o combustível ficará 0,49% mais barato nas refinarias da estatal, passando a custar R$ 1,95 por litro. O preço atual da gasolina nas refinarias da Companhia é de R$ 1,96 centavos por litro.

    Essa é a quarta queda consecutiva de preços anunciada pela Petrobras. Desde 2 de junho, o preço da gasolina já acumula uma redução 2,94%, que resultou em uma queda de R$ 0,06 no valor do litro nas refinarias. Informou Ícaro Matos da Rádio Nacional.

  • Dormir após o almoço faz mal para a saúde?

    Sabe aquela vontade irresistível de tirar uma soneca depois do almoço? Então, será faz bem? Será que dormir após o almoço pode prejudicar a sua saúde? Segundo os médicos, não só faz bem, como é aconselhável tirar uma sesta. Mas atenção, há algumas restrições.

    A sesta é uma breve cochilada no início da tarde, geralmente depois do almoço. Esse período de sono é uma tradição em alguns países, particularmente naqueles onde o clima é quente. A palavra tem origem na expressão latina hora sexta, que no calendário romano correspondia à sexta hora a partir da manhã, ou seja, ao meio-dia. Para que a sesta seja benéfica, deve durar no máximo 40 min.

    Quer desvenda mais mitos e verdades sobre diversos assuntos, com bom humor? Não perca, de segunda a sábado na programação da W Rádio Brasil. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.

  • Nova série do criador de Os Simpsons chega em agosto na Netflix

    Disenchantment é o nome da nova série de Matt Groening, criador de Os Simpsons, com exclusividade para a Netflix.

    A produção chegará ao catálogo da empresa de streaming em 17 de agosto deste ano. O anúncio foi feito oficialmente pelo Twitter da companhia, juntamente com algumas imagens promocionais.

    De acordo com as informações, Disenchantment terá uma primeira temporada com 10 episódios e contará a história da princesa alcoólatra Bean, juntamente de Elfo e de um demônio chamado Luci.

    É válido lembrar que Disenchantment não é a primeira produção de Groening após os Simpsons. Em março de 1999, o criador aventurou-se com uma, até então, nova série: Futurama. A sitcom animada durou até setembro de 2013. A nova produção é, portanto, a terceira grande criação de Matt Groening após o já conhecido clássico animado da Fox. Por Rafael C. Oliveira do GeekBlast.

  • 13 Reasons Why | Katherine Langford dá adeus a Hannah Baker

    A estreia da primeira temporada de 13 Reasons Why envolveu diversas discussões nas redes sociais – sobre suicídio, estupro, dentre outros temas considerados polêmicos. Com a segunda não foi diferente e, caso o terceiro ano da série seja confirmado, provavelmente continuará assim. A novidade, porém, é que Hannah Baker não deverá aparecer na continuação da trama.

    Em maio, a Netflix disponibilizou a nova temporada de 13 Reasons Why. Ao final da primeira, lançada em março de 2017, muitas questões ficaram em aberto para o imaginário do telespectador: o que aconteceria com os personagens? Bryce permaneceria impune?

    Caberia ao segundo ano da série responder tais perguntas. O que ocorreu, no entanto, foi um pouco diferente – algumas perguntas foram respondidas, todavia, o sentimento de receio com a nova temporada foi o que se sobressaiu.

    Afinal, ela foi ou não necessária? Continuações exigem responsabilidade, tanto dos produtores e roteiristas quanto dos demais envolvidos na construção da história. Se não forem bem desenvolvidas, podem transmitir mensagens erradas ou se tornar desnecessárias. No caso de 13 Reasons, por exemplo, talvez bastasse um ou dois episódios para uma finalização. O que não foi o caso.

    A segunda temporada se mostrou uma tanto quanto confusa, se comparada com a primeira. Ainda assim, deixou ganchos para uma continuação – o que ainda não foi confirmado. Caso a trama tenha continuidade, algo já é fato: Hannah Baker não estará mais na série. A atriz Katherine Langford, em entrevista ao The Hollywood Reporter, deu a entender que se despediu da personagem. Em uma postagem no Instagram, ela agradece a oportunidade de fazer parte da série e dá adeus a Hannah:

    Por Isabella Marques de Lacerda do GeekBlast.

  • Fim de emenda que proíbe aborto na Irlanda revela crise institucional da Igreja

    Durante décadas, parecia impossível. Mas a República da Irlanda, um dos países mais católicos do mundo, acaba de votar para acabar com a proibição do aborto. A emenda número 8 da Constituição que proibia a interrupção da gravidez era uma das mais repressivas da Europa: para ter assistência médica, milhares de irlandesas arriscavam 14 anos de prisão.

    Em 1983, a poderosa Igreja católica havia conseguido fazer aprovar a famosa emenda. Inscrita no texto constitucional, ficou impossível mudar alguma coisa pela legislação comum. Mas desta vez, a Irlanda decidiu entrar na modernidade: com uma participação recorde, dois terços dos eleitores aprovaram descartar a emenda. Por RFi