Autor: Redação

  • Tite anuncia seleção brasileira que vai para Copa da Rússia; confira os convocados

    O técnico Tite anunciou nesta segunda-feira (14) a escalação da seleção brasileira de futebol para a Copa do Mundo Rússia 2018. Confira o anúncio.

  • Ex-integrantes da Comissão da Verdade discutirão documentos da CIA e Lei da Anistia

    Os coordenadores da extinta Comissão Nacional da Verdade, que investigou crimes de agentes do Estado durante a ditadura militar, devem se reunir na casa do ex-ministro da Justiça José Carlos Dias. O encontro ocorre na terça-feira (15) à tarde.

    Os pesquisadores querem discutir a descoberta de documento interno da inteligência do governo dos Estados Unidos pelo pesquisador da FGV Matias Spektor.

    No documento, a CIA informa que Ernesto Geisel autorizou a manutenção de execuções contra opositores ao regime. O documento é de 11 de abril de 1974. Geisel foi presidente de 1974 a 1979.

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    O ex-coordenador da comissão Paulo Sergio Pinheiro contou que não ficou surpreso com a revelação. Ele disse que a comissão já responsabiliza os generais Geisel e João Baptista Figueiredo, que o sucedeu, pelas execuções.

    Os ex-integrantes vão discutir, inclusive, ações para estimular a revisão da Lei da Anistia. A lei, promulgada por Figueiredo em 1979, impede a punição de crimes cometidos por motivação política durante a ditadura. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Desmatamento na Amazônia Legal cai 12% entre 2016 e 2017

    O desmatamento na Amazônia Legal caiu 12% entre 2016 e 2017, segundo informações dos ministérios do Meio Ambiente, e de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

    De acordo com o levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a taxa do desmatamento chegou a 6.900 km², entre agosto de 2016 e julho de 2017.

    No mesmo período, entre 2015 e 2016, o desmatamento passou de 7.800 km².

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    CPI quer ouvir ex-técnico da seleção de ginástica na quarta-feira

    O índice de agosto de 2017 a julho de 2018 deve ser divulgado no segundo semestre.

    Em relação a 2004, quando foi lançado o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, a redução da área desflorestada chega a 75%. Com Radioagência Nacional.

  • Cauã Reymond se recusa a soprar bafômetro em blitz

    O ator global Cauã Reymond, foi parado em uma blitz policial no Rio de Janeiro na madrugada de sábado (13) e se envolveu em uma polêmica. Segundo informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o ator foi parado por agentes da Lei Seca e teria se recusado a soprar o bafômetro.

    A blitz acontecia na Av. Lúcio Costa, na Barra da Tijuca quando o carro do ator foi parado.

    Ainda segundo Ancelmo, o ator foi autuado e precisou chamar um motorista habilitado e não alcoolizado para dirigir seu carro. A multa por não soprar o bafômetro é considerada gravíssima e o valor a ser pago é de R$ 2.934,70.

    Até o momento da publicação deste texto, Cauã não havia se manifestado sobre o ocorrido.

  • CPI quer ouvir ex-técnico da seleção de ginástica na quarta-feira

    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga maus tratos contra crianças e adolescentes pretende ouvir nesta quarta-feira (16) o ex-técnico da Seleção Brasileira de Ginástica Artística Fernando de Carvalho Lopes, acusado de abuso contra jovens atletas da equipe. O treinador foi convocado, e a oitiva está prevista para as 14h.

    A iniciativa é do presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), que lembrou a grande repercussão na imprensa nacional das denúncias contra Fernando Lopes.

    “Entendemos necessário que esta CPI ouça o acusado visando ao esclarecimento dos fatos, contribuindo assim com o processo investigativo já iniciado pelo Ministério Público do estado de São Paulo”, afirmou Malta no requerimento.

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    O escândalo veio à tona em 29 de abril, quando o programa Fantástico da TV Globo exibiu uma reportagem com depoimentos de ginastas que se dizem vítimas do técnico. Fernando estava atuando no Clube de Campo Mesc, em São Bernardo do Campo (SP), e foi afastado no dia seguinte ao da veiculação da reportagem.

    De acordo com o Fantástico. os casos ocorreram ao longo de 15 anos, de 2001 a 2016, e mais de 40 atletas disseram que foram vítimas do treinador. O ginasta Petrix Barbosa foi um dos que falaram. Ele disse que começou a ser abusado aos 10 anos de idade e deu detalhes do comportamento do acusado.

    Fernando de Carvalho Lopes alega ser inocente e estar com a consciência tranquila. O advogado dele disse à imprensa que seu cliente está sendo vítima de uma conspiração e que os acusadores terão de provar as alegações na Justiça. Com informações da Agência Senado.

  • Novo Código Comercial não pode prejudicar pequenos e médios empreendedores, alertam especialistas

    Uma parte significativa dos desempregados brasileiros busca nas práticas empreendedoras informais suas alternativas de sobrevivência. A afirmativa foi feita por João Carlos Polidoro, presidente da Associação Comercial de Campo Grande (MS), durante audiência realizada na cidade nesta sexta-feira (11) pela comissão que elabora um novo Código Comercial (PLS 487/2013).

    Polidoro acrescentou que a informalidade nas relações negociais tem explodido nos últimos anos, um dos reflexos da crise econômica, por isso o Código deve priorizar ao máximo a simplicidade de procedimentos e a desburocratização e ter um olhar mais atento a micros e pequenos empreendedores. Para ele, o país precisa desenvolver estratégias visando incluir as milhões de pessoas hoje na informalidade, o que incrementará o mercado interno.

    — Mais do que nunca, o emprego e a renda estão vinculados a pequenos empreendimentos, muito mais do que a médias ou grandes companhias. Milhões de pessoas estão empreendendo por pura necessidade, porque perderam seus empregos. Honestamente, me parece que o anteprojeto hoje não os contempla, o Código tem mais de 1.100 artigos e não reconhece que grandes, médios e pequenos negócios vivem realidades completamente diferentes — criticou.

    Como alternativa para simplificar procedimentos e desburocratizar a atuação empresarial, Polidoro pediu ao relator, senador Pedro Chaves (PRB-MS), para concentrar ao máximo no ambiente online, a prestação de contas ao poder público. Lembrou que lidar com a burocracia é uma das coisas que mais consome recursos de quem procura empreender “de forma leal” no país, prejudicando também aí fortemente os pequenos negócios.

    Na resposta a Polidoro, Chaves garantiu que irá acolher sugestões de mudanças no texto, que vem recebendo por meio das audiências. Acrescentou que agiu desta forma quando foi o relator da reforma do Ensino Médio “que saiu completamente diferente da versão enviada pelo governo”. Garantiu que seu foco número 1 é desburocratizar ao máximo todos os procedimentos ligados à atividade empresarial, e que o texto final será apresentado à sociedade em 20 de junho.

    Mudanças

    Outros participantes da audiência expuseram visões semelhantes à de Polidoro.

    Para o promotor de Justiça Paulo César Zene, as associações ligadas a micros e pequenos empreendedores precisam se engajar mais nas discussões do novo Código. Para ele, o anteprojeto “só traz segurança jurídica aos bancos, ao mercado financeiro”, e também desconsidera que os micros e pequenos negócios vivem realidades totalmente distintas das grandes empresas.

    Quem também expôs esta visão, mas desta vez voltada para os pequenos produtores rurais, foi o presidente da Comissão de Direito Empresarial da OAB no Mato Grosso do Sul, Douglas Oliveira. Ele lamenta que o anteprojeto desconsidere as imprevisibilidades ligadas às condições climáticas para pequenos empreendimentos no campo.

    — Muita gente na área rural também está empreendendo porque perdeu seus postos de trabalho. As grandes empresas possuem pessoal especializado, departamentos focados no cálculo de riscos climáticos, e ainda assim não raro passam por prejuízos em seus empreendimentos. Já quem é micro e pequeno produtor está muito mais sujeito a estas intempéries, não é inteligente desconsiderar este fato.

    Contraponto

    Na resposta aos participantes, o jurista Fábio Ulhoa Coelho, presidente da comissão que elaborou o anteprojeto, garantiu que o novo Código, caso seja aprovado, “gerará uma atmosfera de negócios muito menos afetada pela burocracia e com muito mais segurança jurídica”.

    — Num mundo ideal, deveria existir o menor número de normas e regras, mas não dá. As relações hoje em dia são muito complexas, mas posso garantir a vocês que o Código, com seus mais de 1.000 artigos, é o mínimo para que seja garantida a atividade empresarial neste país. Se você deixa de regular certos aspectos, pode acabar gerando problemas muito maiores aos próprios empreendedores.

    Coelho ainda acrescentou que o potencial burocrático neste caso “não pode ser julgado pela quantidade de artigos, mas sim pela filosofia neles aplicada”, e que o Código substituirá as muitas leis hoje dispersas que regulam as atividades empresariais. Por Agência Senado.

  • Apelo ao FMI pode comprometer futuro político de presidente da Argentina

    Para frear uma corrida cambial contra o peso argentino, o presidente argentino, Mauricio Macri, jogou a sua carta mais alta: voltar a pedir um empréstimo ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A decisão pode compreter o futuro político do líder, que tentará se reeleger no próximo ano. Por RFI.

  • Juntar lixo durante a corrida: quando o esporte ajuda o planeta

    Os adeptos da corrida costumam encerrar o percurso animados, embriagados de endorfina e satisfeitos pelas calorias perdidas. E se além dessas sensações de bem-estar, houvesse um resultado concreto para mostrar, um pequeno gesto a favor do planeta? É o que propõe o grupo francês Run Eco Team: cada corrida, um lixo recolhido. A iniciativa alia esporte e ecologia, e ainda é sucesso garantido nas redes sociais. Por RFI.

  • PES 2019 é anunciado oficialmente e ganha primeiro trailer

    A Konami revelou oficialmente hoje os primeiros detalhes sobre Pro Evolution Soccer 2019, a próxima edição de sua série de jogos de futebol. As informações incluem data de lançamento e o primeiro trailer do game.

    PES 2019 está previsto para chegar as lojas no dia 30 de agosto, para PlayStation 4, Xbox One e no Steam e trará duas edições físicas. Phillippe Coutinho, jogador do Barcelona, virá na capa da edição padrão e p ex-jogador David Beckham em uma edição especial, que proporciona aos fãs a oportunidade de aproveitar os bônus do myClub. Também haverá uma edição de Lendas que os usuários podem acessar digitalmente.

    Entre as novidades anunciadas pela Konami, a empresa promete melhorias no sistema de física, com maior refinamento na movimentação dos jogadores e das mecânicas de chute. Uma nova tecnologia chamada de “Enlighten” promete efeitos visuais aprimorados e permitirá resolução em 4K e suporte a HDR nas três plataformas.

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    O myClub também deverá ganhar mudanças significativas, sofrendo sua maior reformulação até o momento de acordo com a desenvolvedora. Essas e outras mudanças gerais no jogo deverão ser aprofundadas nas próximas semanas. Por Flávio Augusto Priori do GameBlast.

  • Exposição mostra o genocídio de ucranianos pela fome na década de 1930

    Foi inaugurada na quarta-feira (9) no Senado a exposição Ucrânia 1932-1933: Genocídio pela Fome. São 15 painéis montados na Senado Galeria (corredor de acesso ao Anexo 1) que mostram o contexto histórico e as consequências do programa de reorganização da agricultura dos estados soviéticos, durante o governo de Josef Stalin, que matou milhões de ucranianos. A mostra fica aberta à visitação do público até 18 de maio.

    O embaixador da Ucrânia no Brasil, Rostyslav Tronenko, abriu o evento agradecendo a oportunidade dada pelo gabinete do senador Alvaro Dias (Pode-PR) em realizar a exposição e ressaltou a necessidade de manter as lembranças do passado.

    — A solenidade de hoje é para olharmos o passado, avaliarmos o futuro e planejarmos o presente. Entre tantas coisas ruins que ocorreram no passado e que se vinculam ao presente, está, sem dúvida, o Holodomor ucraniano — disse. A palavra holodomor significa, em ucraniano, morte por fome. O termo é usado para descrever o extermínio por fome, programado pelo Estado soviético, de milhões de ucranianos no início da década de 1930.

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    Tronenko afirmou que o extermino de pessoas inocentes só foi possível devido à política de terror do regime soviético. Ele também culpou a repressão pela pouca divulgação da tragédia.

    — Se o Holodomor não tivesse sido calado e silenciado pela propaganda soviética, certamente o holocausto poderia ter sido evitado. O silêncio ensurdecedor dessa tragédia e a omissão criminosa desse fato hediondo fizeram com que a impunidade fosse possível de outras formas, com outros países.

    O embaixador lembrou que o Holodomor já foi reconhecido por dezenas de países, assim como por algumas câmaras de vereadores e assembleias legislativas brasileiras.

    — Nossa comunidade conta hoje com mais de 1 milhão de descendentes espalhados por todo o Brasil e aguarda ansiosa por uma posição brasileira a respeito do reconhecimento do Holodomor como genocídio ou crime contra a humanidade.

    O senador José Medeiros (Pode-MT), presente na inauguração, afirmou que a história é sempre contada pelos vencedores, que, no entanto, nem sempre contam a verdade. Ele lembrou que o tema do genocídio na Ucrânia já foi tratado em debate no Senado e elogiou a exposição.

    — É importante que eventos dessa natureza ocorram para que esses fatos sempre sejam lembrados. Não somente para a Ucrânia, mas para todos os povos.
    Exposição

    A mostra é uma iniciativa do gabinete do senador Alvaro Dias e da Embaixada da Ucrânia no Brasil. Otto Fernandes, assessor parlamentar do Senado, ressaltou que o objetivo é relembrar a tragédia e também levar mais informações sobre o acontecimento aos cidadãos.

    — É uma forma de lembrar o que os ucranianos chamam de genocídio. As imagens mostram como era o país antes, durante e depois da tragédia — disse Fernandes.

    Volodymyl Kokhno, representante da Embaixada da Ucrânia, explica que a exposição conta detalhes da catástrofe, também conhecida como “Holodomor, um massacre pela fome”.

    — O conhecimento desse fato é importante para que isso não seja repetido nunca mais. Após o Congresso Nacional, temos a intenção de levar a exposição a outros órgãos públicos da capital — afirmou Kokhno. Com informações da Agência Senado.