Autor: Redação

  • Vingadores: Guerra Infinita acumula 1,1 bilhão de bilheteria em menos de 10 dias de exibição

    Pelas notícias desde a estreia, era cada dia mais claro o tamanho do sucesso que Guerra Infinita estava sendo, mas ainda precisava ser observado como a primeira semana iria se comportar, com o fim da primeira semana de exibição e o início do segundo fim de semana, mais um recorde foi atingido: O filme foi o mais rápido da história a atingir US$ 1 bilhão.

    Isto já coloca o filme como um dos 15 mais vistos na história e insere Vingadores: Guerra Infinita no Top 5 da Marvel, por hora na última posição, mas baseado no ritmo da bilheteria, o filme deve ocupar o primeiro lugar na próxima semana.

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    Resta saber, se o filme tem alguma chance de chegar próximo de Star Wars VII: O Despertar da Força, com memoráveis US$ 2 bilhões. Vingadores: Guerra Infinita está em cartaz nos cinemas brasileiros, confira nossa crítica. Por Murilo Henrique Sanches do GeekBlast.

  • Projeto social no Rio capacita jovens em artes cênicas

    Alunos de escolas públicas e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas no Rio de Janeiro vão participar de um projeto social de Aprendizagem e Formação Profissional em Teatro.

    Além da capacitação, os jovens terão a Carteira de Trabalho assinada e receberão salário por meio do Projeto Jovem Aprendiz.

    Os futuros alunos foram recebidos nesta quarta-feira (8) em uma cerimônia na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema , na zona sul.

    O secretário estadual de educação Vagner Victer avalia que a iniciativa traz impactos positivos não só para o jovem como também para a sociedade.

    Os alunos terão aulas teóricas e práticas com ênfase em pesquisas e demonstração de competências pessoais.

    A estudante Taíssa da Silva, de 18 anos, moradora da comunidade Pavão – Pavãozinho, em Ipanema, sempre quis ser atriz, mas nunca teve possibilidade de pagar por um curso de teatro devido a dificuldades financeiras. Agora, vai realizar um sonho.

    O Projeto “Jovem Aprendiz no Teatro” é resultado da parceria entre os Governos Estadual e Federal e apoios do RioSolidario, do MetrôRio e dos institutos Arcadia e Invepar.

    Técnicas de direção teatral, cenografia e sonoplastia, estão entre os ensinamentos que fazem parte da grade curricular dos cursos, com duração aproximada de 1.200 horas distribuídas em 15 meses.

    Ao final do curso, os jovens terão que preparar e apresentar uma peça de teatro.

  • Roraima tem 83 casos confirmados de sarampo; 238 registros são investigados

    A circulação do vírus do sarampo em Roraima segue preocupante. De março a maio, subiu de 40 para 83 o número de casos confirmados da doença no estado. Deste total, 62 foram registrados somente em Boa Vista, sendo 57 deles em venezuelanos.

    Outra cidade que concentra um alto número de migrantes, Pacaraima, já confirmou 19 casos de sarampo. A Secretaria de Saúde de Roraima ainda investiga 238 casos.

    Desde o início do ano, duas crianças venezuelanas morreram com a doença no estado. Uma delas tinha 4 anos e outra 3 meses de idade.

    Análises da Fundação Oswaldo Cruz apontam que o vírus do sarampo em circulação no estado é importado da Venezuela.

    O sarampo é uma doença altamente contagiosa. A população deve verificar sua carteira de vacinação e procurar os postos de saúde.

    A vacina tríplice viral é a única forma de prevenção à doença.

    Os principais sintomas de sarampo são febre, manchas avermelhadas, acompanhados de tosse ou coriza e conjuntivite.

  • Intérprete em ação trabalhista será pago por parte perdedora

    As custas referentes a honorários de intérpretes nas ações trabalhistas caberão à parte derrotada. É o que determina a Lei 13.660/2018, publicada nesta quarta-feira (9) no Diário Oficial da União.

    Os intérpretes judiciais são contratados nesses processos quando há a necessidade de oitivas com estrangeiros ou com pessoas que se expressam pela Língua Brasileira de Sinais (Libras).

    A lei tem origem no Projeto de Lei da Câmara PLC 73/2011, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) e vale a partir desta quarta-feira.

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    Na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde o PLC foi aprovado de forma terminativa, o relator, senador Humberto Costa (PT-PE), apresentou parecer favorável. Ele afirma que a proposta corrige uma injustiça flagrante.

    “É realmente absurdo que o trabalhador, ao necessitar do depoimento de uma testemunha estrangeira, tenha de pagar os honorários do intérprete judicial quando ele triunfar no processo trabalhista”.
    Crédito suplementar

    Foi publicada também nesta quarta-feira a Lei 13.662/2018, que abre crédito suplementar de R$ 3 bilhões em favor de diversos órgãos do Executivo federal (PLN 4/2018). Uma das destinações do crédito será a integração, pela Presidência da República, de conhecimentos estratégicos, táticos e operacionais em subsídio às ações do Plano de Segurança do Estado do Rio de Janeiro.

    Os R$ 3 bilhões vêm da anulação de dotações orçamentárias e de emendas de comissão e de bancadas estaduais de execução não obrigatória. O PLN 4/2018 tinha valor original de R$ 4,2 bilhões. O relator, deputado Cacá Leão (PP-BA), explicou que fez alguns ajustes no texto, cancelando o remanejamento de pouco mais de R$ 1,1 bilhão. Com informações da Agência Senado.

  • Senado aprova prisão domiciliar para gestantes e mães condenadas pela Justiça

    Gestantes, mães de crianças até 12 anos ou responsáveis por pessoas com deficiência poderão trocar a prisão preventiva por prisão domiciliar. É o que estabelece o PLS 64/2018, aprovado pela Plenário do Senado nesta terça-feira (8). O projeto, que segue para a análise da Câmara dos Deputados, também permite que mulheres já condenadas e presas nessas condições passem imediatamente à progressão de pena.

    O projeto torna lei uma decisão de 2016 do Supremo Tribunal Federal que permitiu a troca da prisão preventiva pela domiciliar para grávidas e mães de crianças de até 12 anos ou de crianças com deficiência.

    A autora do projeto, senadora Simone Tebet (PMDB-MS), ressalta que a separação dos filhos é bastante prejudicial para as crianças, e a presença deles na prisão é “a condenação de inocentes”.

    — Resolvi apresentar este projeto depois que tomei conhecimento das condições em que vivem e morrem as mulheres encarceradas e seus filhos. O vir à luz é sair do ventre materno acolhedor para o mundo da escuridão, das celas imundas, frias e inóspitas. A certidão de nascimento é uma sentença — criticou.
    Progressão de pena

    O projeto permite que as mulheres gestantes e as que já são mães de crianças possam ser beneficiadas com a progressão da pena após o cumprimento de 1/8, ou 12,5%, da sua pena — desde que sejam rés primárias, não integrem organização criminosa e não tenham praticado crime contra os próprios filhos.

    Atualmente, essas mulheres recebem o mesmo tratamento que os demais presos e só recebem a progressão após cumprimento de 1/6 da pena, em caso de crime comum, ou 2/5 da pena para crimes hediondos.

    Simone Tebet ressaltou que mais 60% da população carcerária feminina responde por tráfico de drogas — um crime considerado hediondo pela legislação brasileira. No entanto, ainda segundo a senadora, essas mulheres não representam perigo à sociedade: é comum que elas sejam condenadas por posse de pequenas quantidades de drogas, ao serem usadas por seus companheiros.

    Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o projeto foi aprovado em caráter terminativo, mas houve recurso para a análise da matéria no Plenário. Para o relator na CCJ, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), o fim do tempo mínimo para progressão de pena é importante para “promover o bem-estar da criança e da pessoa deficiente cuja mãe ou responsável esteja de qualquer forma presa”.

    Pauta feminina

    A proposta integra a chamada pauta feminina, um conjunto de projetos analisados no Senado com temas de interesse direto das mulheres. Entre as propostas que fazem parte desta pauta estão, também, o PLS 308/2016, que dá prazo de cinco dias para hospitais notificarem casos de violência; o PLS 233/2013, que garante reserva de vagas no Sistema S a vítimas de violência; o PLS 119/2015, que dispõe sobre o uso de um botão do pânico por mulheres ameaçadas; o PLS 197/2014, que facilita a aplicação de medidas protetivas; e o PLS 328/2013, que obriga realização de audiência prévia para soltura de agressores. Com informações da Agência Senado.

  • Profissionais da imprensa condenam violência contra jornalistas e radialistas

    Nos últimos 12 anos, 38 jornalistas foram assassinados no Brasil por cumprir a sua tarefa de informar ao público de acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), mas apenas 10 desses crimes foram solucionados. Em audiência sobre violência contra jornalistas, promovida nesta segunda-feira (7) pelo Conselho de Comunicação Social (CCS), profissionais da área lamentaram os números elevados de casos de intimidação, censura e violência física contra comunicadores e condenaram a impunidade.

    Adauto Soares, coordenador de Comunicação e Informação da Representação da Unesco no Brasil, observou que há 25 anos a Assembleia Geral da ONU proclamou 3 de maio como Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, em uma tentativa de conscientizar o mundo para a luta a favor do direito de informar. Jornalistas continuam, no entanto, sendo mortos por investigar, denunciar e contar histórias, acrescentou.

    — Os assassinatos de jornalistas acontecem em todos os estados. Tanto nas periferias, quanto nas grandes cidades, no Nordeste, no Norte, nas regiões de fronteira – apontou.

    No Brasil, um profissional foi assassinado no ano passado. Foram registrados 82 casos de violência não letal em 2017, queda de 52% em relação ao ano anterior, conforme dados sintetizados pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) com base em informações da Unesco e da ONG Repórteres sem Fronteiras. Embora os dados indiquem uma redução nos casos de violência, o problema está longe de uma solução segundo Paulo Tonet Camargo, presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

    — Não é alentador porque enquanto houver violência contra um jornalista que for não podemos tolerar. É um ataque à liberdade de imprensa – disse.

    Para Ana Dubeux, diretora de Redação do Correio Braziliense, a intolerância e a falta de compreensão sobre o papel do jornalista são algumas das razões que explicariam os ataques aos profissionais de comunicação.

    — Nossa principal missão é informar e não agradar. E muitas pessoas querem ser agradadas. Essa não é nossa função. Não é para isso que a gente trabalha. Sem liberdade de imprensa, a democracia não existe – disse.

    A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga, afirmou que até 2013 os profissionais de imprensa eram perseguidos principalmente por políticos, incomodados com notícias desfavoráveis a eles, mas desde então, com o boom de manifestações e protestos, cresceram os casos de agressões feitas por policiais e manifestantes. Ela também denunciou o descaso das empresas de comunicação com a segurança dos profissionais e criticou a impunidade:

    — A impunidade é o combustível da violência – criticou.

    Os ataques contra a imprensa têm tornado mais difícil o trabalho dos profissionais de comunicação, conforme apontou Gulíver Leão, presidente da Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert).

    — Os profissionais estão sendo proibidos até de se aproximar de manifestações. A imprensa é apenas a mensageira, noticia fatos, mas o que vemos é a imprensa sendo colocada como vilã – disse.

    Durante o seminário, o presidente do Conselho de Comunicação Social, Murillo de Aragão, afirmou que o colegiado vai trabalhar para buscar soluções para o problema. Com informações da Agência Senado.

  • Guardiões da Galáxia | James Gunn pode ter revelado data do terceiro filme

    Durante uma Live no Facebook, o diretor James Gunn pode ter revelado uma data de estreia do terceiro filme dos Guardiões da Galaxia.

    O diretor falou a seguinte frase :

    “Espero que vocês tenham gostado (de Vingadores: Guerra Infinita). Espero que vocês estejam empolgados para ver o que vem em seguida: daqui há um ano vocês verão o Vingadores 4 e então dois anos a partir de agora, ou mais ou menos nessa época, vocês terão Guardiões da Galáxia Vol. 3”.

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    Com a cena pós-créditos de Guardiões 2, sugere que Adam Warlock deve aparecer e ser o antagonista do filme.

    Personagem também tem ligação com Thanos, Manopla do infinito e as Joias do Infinito, e ainda se espera que o personagem possa ter um pequena aparição em Vingadores 4.

    O que você espera do Vol. 3? Por Murilo Barroso do GeekBlast.

  • Corrida à Marte lembra grandes navegações portuguesas em conquista de um Novo Mundo

    Nada melhor do que estar em Portugal para sonhar com a nova missão espacial da NASA em direção à Marte. Uma tentativa de instalar um sismômetro e um captor de fluxos de calor para mapear o coração rochosos do nosso vizinho. Porque será que um corpo celeste no começo tão parecido conosco perdeu toda a sua água e atmosfera? A ideia é obter bastantes informações para um dia chegar lá. Crônica de política internacional de Alfredo Valladão, do Instituto de Estudos Políticos de Paris para a RFI.

  • CDH deve debater falta de moradia e situação em prédios ocupados

    O senador Paulo Paim (PT-SP) quer que a Comissão de Direitos Humanos discuta o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, prédio público no largo do Paissandu, em São Paulo, ocupado por pessoas de baixa renda e que desabou após incêndio na terça-feira (1º).

    Ele avalia que esse não é um caso isolado e que tragédias parecidas podem se repetir no País. A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) avalia que a falta de moradia e de emprego faz com que pessoas se submetam a morar nos centros das grandes cidades de forma precária.

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    Já o senador Airton Sandoval (PMDB-SP) defende a discussão pelo Senado dos programas habitacionais como um todo. Ele também cobra investigação sobre o pagamento de aluguel pelos sem-teto. Mais informações com a repórter Hérica Christian, da Rádio Senado.

  • Violência contra jornalistas é tema de audiência do Conselho de Comunicação Social

    A violência contra jornalistas é tema da audiência pública que o Conselho de Comunicação Social (CCS) promove na segunda-feira (7), com início às 9h na sala 3 da ala Alexandre Costa.

    As agressões a jornalistas registradas nos últimos meses durante cobertura de protestos políticos em São Paulo, Brasília e Curitiba tem gerado reações de entidades representativas dos jornalistas.

    A audiência contará com a participação do coordenador de Comunicação e Informação da representação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Adauto Soares; do presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Paulo Tonet Camargo; e do presidente da Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert), Gulíver Augusto Leão.

    Também foram convidados o presidente da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), Márcio Novaes; a presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga; o secretário jurídico adjunto da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Rádio e Televisão (Fitert), Josemar Pinheiro; e a diretora de Redação do Correio Braziliense, Ana Dubeux.

    Criado pela Constituição de 1988, com 13 membros titulares e igual número de suplentes, o Conselho de Comunicação Social tem como função a realização de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Congresso Nacional a respeito de suas atribuições previstas na Constituição Federal (Título VIII, Capítulo V, artigo 224) e na Lei 8.389/1991 (artigo 2º). Com informações da Agência Senado.