Autor: Redação

  • Crítica | Vingadores: Guerra Infinita, o melhor presente de 10 anos do MCU

    Finalmente o tão esperado Vingadores: Guerra Infinita chegou. A expectativa por este filme era bem alta e ele veio para corresponder, com um longa de mais de 2 horas e meia, reunindo os personagens apresentados ao longo de 18(dezoito) filmes anteriores.

    Na história, Thanos está reunindo as Jóias do Infinito (que foram apresentadas em Vingadores, Thor: Mundo Sombrio, Vingadores: A Era de Ultron, Guardiões da Galáxia e Doutor Estranho) para poder realizar seu plano de balancear o universo matando metade dele.

    Um projeto desta magnitude, com os maiores heróis do universo é uma aventura sem precedentes. A história começa já com a guerra explodindo e Thanos mostrando como e porque é temido pelo cosmo. A força do titã é algo descomunal que, como mostrado nos trailers, consegue subjugar todos os heróis.

    O Filme tem um bom roteiro, uma história bem desenvolvida, a utilização dos personagens lembra o trabalho que Joss Whedon fez no primeiro filme dos Vingadores. Nenhum personagem deixou de ter importância, claro que os holofotes ficam mais tempo em cima de Tony Stark e Steve Rogers (não mais Capitão América, devido aos eventos de Capitão América: Guerra Civil). Em alguns momentos do filme o ritmo cai um pouco de maneira perceptível, o espectador sabe que a cena tem contexto mas é uma caída brusca no ritmo.

    A trilha sonora é excelente, até porque, tem o núcleo de Guardiões da Galáxia que tem uma trilha sonora maravilhosa nos seus dois filmes.

    Heróis

    Thanos chega em um período onde os heróis estão vivendo seu período mais complicado. Os Vingadores separados, Thor vagando no espaço após a queda de Asgard. Quem ainda tem um núcleo mais estável é o pessoal de Wakanda e os Guardiões que não sofreram um impacto que mudou o rumo da sua saga. Um conselho: é bom lembrar como foi cada filme porque chove referências.

    Thanos

    O que dizer do Titã louco que já flertou com a morte (literalmente)? Thanos é um vilão com um propósito “nobre” do tipo, “os fins justificam os meios”. É incrível como Josh Brolin apresentou um personagem que faz você se importar com o vilão e, ao mesmo tempo, achar ele um grande FDP. Thanos traz uma sentimentalidade e uma paixão pelos seus ideais que em certo momento te cativa.

    Conclusão

    Vingadores: Guerra Infinita é um filme que mesmo com a quebra de ritmo em alguns momentos, vale muito a pena conferir, afinal, é o resultado de um projeto que vem sendo desenvolvido há mais de 10 anos, não foi idealizado da noite para o dia. Com certeza Vingadores entra para um Top10 fácil. Por Fabio Camilo do Geekblast.

  • Pane interrompe circulação de trens no Metrô de SP; sindicato e estatal divergem sobre causa

    O metrô de São Paulo completou 50 anos nessa terça-feira, mas o que poderia ser um dia comemorativo, se transformou em transtorno. A Linha Azul, que é a maior e corta a cidade no sentido Norte-Sul, sofreu uma pane.

    O problema começou pela queda de energia na linha azul do metrô, a mais antiga das cinco linhas administradas pela estatal paulista.

    A circulação de trens foi interrompida por uma hora e meia, entre 8 e 47 e 10 e 17 da manhã, o que afetou todo o sistema e as linhas verde e vermelha tiveram que operar em velocidade reduzida.

    As estações ficaram lotadas e as pessoas tiveram que ser retiradas. Ônibus foram acionados para fazer o transporte dos passageiros.

    Quem estava dentro do trem quando o fornecimento de energia foi cortado, teve que andar pelos trilhos para conseguir sair do local.

    Em nota, o Metrô informou que a queda no fornecimento de energia foi resultado de uma “série de atuações indevidas e não autorizadas de equipamentos de emergência das estações”. A reportagem questionou o que seriam as atuações indevidas e não autorizadas, mas não houve resposta.

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    Já o sindicato dos metroviários informou, também em nota, que não houve interferência de pessoas já que os lacres dos sistemas de seguranças não foram violados. Segundo o sindicato o que aconteceu foi uma falha no mecanismo de segurança para proteção dos usuários. Além da linha azul, a linha prata, a do monotrilho, apresentou problemas.

    O sindicato chamou de irresponsáveis as declarações do governo do estado por insinuar que o problema pudesse ter sido causado por sabotagem dos funcionários.

    As quatro estações inauguradas pelo ex-governador Geraldo Alckimin no penúltimo dia de mandato, dia 6 de abril, antes de se licenciar para disputar as eleições, tiveram que ser fechadas por falha na via.

    Esta ocorrência não tem relação com a falta de energia que afetou a linha azul.

    Os problemas ocorreram no dia em que a Companhia do Metropolitano de São Paulo completou 50 anos. Segundo a empresa, 4 milhões de pessoas por dia usam o metrô, que conta com quase 90 quilômetros de trilhos, 79 estações e 6 linhas, sendo uma delas, operada por um concessionário privado. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Grupos de família no WhatsApp são os que mais disseminam fake news

    Dois dias depois da morte da vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro, a estudante de artes plásticas em São Paulo, Michele Karniol, de 20 anos, começou a ser bombardeada com fake news envolvendo a vereadora. Ela se lembra de, pelo menos, três boatos sobre o caso. Todos chegaram pelos grupos da família no WhatsApp.

    Sonora: “Dos parentes mais velhos: tio, sabe? irmão da minha avó, irmã da minha vó, sabe?”

    Assim como Michele, mais da metade das pessoas que receberam mensagens WhatsApp com fake news sobre a vereadora estavam em grupos de família. A constatação está no estudo feito pelo Monitor do Debate Político no Meio Digital, da Universidade de São Paulo (USP).

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    Segundo o estudo, o boato mais compartilhado foi um texto ligando Marielle ao traficante Marcinho VP; 916 entrevistados receberam a mensagem; 51% deles responderam que ela veio por grupos da família; 32% receberam em grupos de amigos e 9% de colegas de trabalho.

    O professor Pablo Ortelado, um dos responsáveis pela pesquisa, diz que uma das hipóteses é a de que, em grupos mais íntimos, as pessoas ficam mais à vontade para divulgar informações sem checar.

    Sonora: “O ônus é menor porque se você se expõe em família com um conteúdo assim especulativo, você provavelmente vai ser menos julgado do que se você estiver num ambiente mais impessoal, por exemplo, um grupo de trabalho, onde as pessoas vão te julgar, ou num grupo de amigos onde as pessoas podem ter opiniões mais dissidentes, contrárias.

    Outra avaliação do pesquisador é a de que, como os grupos de WhatsApp são de difícil monitoramento, eles acabam se transformando em um instrumento propício à divulgação de fake news.

    Sonora: “A gente acredita que os grupos políticos, quando eles têm estratégias mais sujas de difamação eles utilizam mais esse instrumento porque é muito difícil de ser monitorado.”

    No caso de Marielle, o primeiro boato circulou apenas duas horas e meia depois do assassinato. Um vídeo de uma rua escura acompanhado de um texto que dizia se tratar de um crime comum. O estudou não buscou de onde saiu o boato.

    Sonora: “A gente não sabe se é um autor político malicioso, se é uma coisa mais espontânea, a gente não sabe, inclusive, se isso não está ligado aos próprios executantes do crime participaram da divulgação desses boatos.”

    Segundo o estudo, só depois as fake news chegaram a outras redes sociais como o Twitter e o Facebook. O ápice se deu quando o deputado Alberto Fraga, do DEM, e a desembargadora Marília Castro Neves compartilharam as mensagens em suas próprias redes e os boatos foram parar nos grandes veículos de comunicação.

    A pesquisa avaliou as respostas de 2.520 que responderam o questionário, que ficou disponível nas páginas Quebrando o Tabu e da vereadora Marielle, entre os dias 26 de março e 3 abril. A estimativa é que seis a cada 10 brasileiros usem o WhatsApp como forma de comunicação. Com informações da Radioagência Nacional.

  • “Quem ganha mais, deveria pagar mais imposto no Brasil”, diz especialista da USP

    O RFI Convida entrevistou nesta quinta-feira (19) Maria Antonieta del Tedesco Lins, professora-associada do Instituto de Relações Internacionais da USP, especializada em Economia e Administração Pública. Ela foi uma das convidadas do Instituto de Negócios Internacionais de Roma para falar sobre a crise econômica na América Latina. Por RFI.

  • Mais da metade do esgoto produzido no Brasil vai para a natureza sem tratamento

    Segundo os dados do SNIS, o Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento, de cada 100 litros de esgoto produzido no ano de 2016, menos de 45 litros foram tratados. O restante, ou seja 55% do total, foi lançado na natureza sem qualquer tipo de tratamento.

    Os números mostram que enquanto o fornecimento de água potável já está próximo à universalização, a coleta e o tratamento do esgoto ainda são um desafio.

    83% da população recebe água potável em casa. O número ainda está abaixo do acesso a 100% da população até 2030, mas bem acima do número de pessoas que tem acesso ao serviço de coleta de esgoto.

    Pouco mais da metade da população brasileira, 52%, pode contar com rede de esgoto. O restante, mais de 100 milhões de pessoas ainda dependem de fossas ou alternativas mais precárias para descartar o resíduo. 120 milhões não têm acesso ao tratamento dos resíduos.

    Os números são de 2016 e foram analisados pelo Instituto Trata Brasil, que produz o Ranking do Saneamento no Brasil. Para Pedro Scazufca um dos responsáveis pela análise, o desafio é que para ampliar a rede de coleta e tratamento é preciso planejar e investir mais.

    Já para Edson Aparecido da Silva, Coordenador do Fórum Alternativo Mundial da Água, mais do que investimentos diretos é preciso rever o modelo de tarifas praticado no Brasil. No geral, metade da tarifa que o consumidor paga para as empresas de saneamento básico é para o fornecimento de água. A outra metade para a coleta e o tratamento de esgoto, que é paga, mesmo quando o serviço não é feito.

    A análise também mostra que a desigualdade no saneamento básico também é um problema. Segundo o ranking, nos 20 municípios com melhores índices de saneamento básico, o atendimento com rede de esgoto fica acima de 90%, bem próximo do que é chamado de universalização do serviço. Já nas 20 cidades com o os piores índices, a cobertura fica abaixo de 30%. Com informações da Radioagência Nacional

  • Distrito Federal entra em estado de emergência ambiental

    Boletim de notícias veiculado de hora em hora, com duração de três minutos. É publicado na Radioagência Nacional de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h (não há edições às 12h e às 13h). Produção do Radiojornalismo da EBC.

  • Cresce número de consumidores que recuperaram crédito no primeiro trimestre no Rio

    O número de consumidores que saldaram seus débitos com os lojistas cariocas, recuperando crédito, aumentou no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro.

    De janeiro a março, mais de 213 mil consumidores regularizaram suas dívidas, representando aumento de 0,3% na comparação ao mesmo período do ano passado.

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    Pelo lado negativo, 211 mil pessoas tiveram os nomes incluídos no cadastro do Serviço Central de Proteção ao Crédito.

    Acompanhe a reportagem e saiba mais. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Mais de 300 personalidades recebem a medalha da Ordem do Mérito Militar

    Cerca de 380 representantes de organizações civis e militares receberam nesta quinta-feira a medalha da Ordem do Mérito Militar no Dia do Exército. Entre os homenageados estavam os ministros do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso. Também receberam a medalha os senadores Ricardo Ferraço, do PSDB, e Armando Monteiro, do PTB.

    A cerimônia teve a presença do presidente Michel Temer, que é o atual comandante Supremo das Forças Armadas. De acordo com o protocolo, o presidente da República não discursa, mas deixa uma mensagem aos militares. No texto de Michel Temer, lido pelo cerimonial, ele destacou a ação conhecida como GLO – Garantia da Lei e da Ordem – e a intervenção militar no Rio de Janeiro.

    Ao lado de Temer, o comandante do Exército, general Villas Boas, deixou uma mensagem sobre corrupção, violência e eleições que foi também lida pelo cerimonial.

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    Sobre eleições, Villas Boas afirmou no texto que cabe à população definir de forma livre, legítima e transparente a vontade nacional. E destacou que assim que for definido o resultado da disputa, o desejo dele é de que o Brasil se una como nação. Segundo ele, assim os governantes deverão se comprometer com as aspirações legítimas do povo.

    A Ordem do Mérito Militar foi criada em 1934 e é a mais alta condecoração do Exército brasileiro. A medida homenageia militares das Forças Armadas, Forças Auxiliares e aos cidadãos, nacionais ou estrangeiros, que tenham prestado notáveis serviços ao país ou se destacam no exercício da profissão. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Desiludido com a pesquisa científica no Brasil? A China está a procura de pesquisadores brasileiros

    De olho na capacidade profissional de pesquisadores brasileiros e latinoamericanos, e com um orçamento de US$ 280 bilhões para investir em projetos científicos e tecnológicos, a China está recrutando profissionais para trabalhar em instituições de ponta no país por um prazo de seis meses a um ano renováveis.

    As inscrições estão abertas para diversas áreas, e o candidato deve ter, no máximo, 45 anos, experiência de cinco anos em pesquisa ou ter o doutorado concluído. Para ser contratado, os interessados devem contatar universidades e instituições públicas chinesas e apresentar suas qualificações. Vale notar que, desde 2016, a China lidera a pesquisa tecnológica mundial, deixando o país no primeiro lugar do ranking em pedidos e autorizações de patentes (1,2 milhão de projetos) e novas concepções tecnológicas (322 mil).

    Falando à Sputnik Brasil, o presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Davidovich, confirma não só o crescente interesse chinês como também de outros países na atração de pesquisadores brasileiros, lamenta a situação e se mostra preocupado com o futuro do desenvolvimento econômico e tecnológico do Brasil.

    “A China já há alguns anos está dando uma importância extrema ao desenvolvimento da ciência e tecnologia. Basta ver que em plena época de crise. Em 2012, eles aumentaram o financiamento de pesquisa básica em 26% em relação ao ano anterior, estão contratando pesquisadores em várias partes do mundo, pagando salários bastante competitivos, investindo não só na pesquisa que tem aplicação a mais curto prazo mas também na básica, a que promove a revolução em nosso cotidiano, a que dá origem ao que chamamos de inovação disruptiva”, diz Davidovich.

    O presidente da ABC lembra que os chineses estão na dianteira tecnológica há tempos. Em 2016, por exemplo, lançaram um satélite artificial de comunicação quântica que permite experimentos na fronteira do conhecimento, passando os Estados Unidos. Segundo Davidovich, eles estão com recorde de patentes em várias áreas e criando diversas instituições. Mesmo nos EUA, diz, há um esforço nesse sentido. O próprio Congresso americano vetou os cortes determinados pelo presidente Donald Trump em ciência e tecnologia e ainda promoveu um aumento de 8% no orçamento da NASA, de 5% nos institutos nacionais de saúde e de 4% no Conselho Nacional de Pesquisas, além de um acréscimo de US$ 20 bilhões sobre o orçamento de 2017.

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    “Há um movimento internacional que reconhece que o investimento em ciência e inovação tecnológica é a melhor maneira de combater a crise. A União Europeia chegou a um acordo pelo qual vai atingir, em 2020, 3% do Produto Interno Bruto (PIB) em investimento em pesquisa e desenvolvimento, enquanto no Brasil estamos estacionados em torno de 1%. São jovens pesquisadores que saem atraídos pela China e por outros países. Se pegarmos o orçamento que foi aprovado pelo Congresso para esse ano para o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação para a área de custeio e capital (recursos que vão para pesquisa), foi pouco mais de R$ 4 bilhões, isso representa 40% do que tínhamos em 2010”, desabafa o presidente da ABC.

    Davidovich diz não saber de uma estratégia política que vise a diminuir o protagonismo internacional do Brasil, mas assegura que as políticas que estão sendo adotadas acarretam exatamente isso, e em prejuízo também da população que deixa de usufruir de descobertas da ciência que podem ser usadas para melhorar a saúde, a segurança alimentar, a utilização da energia e impactar várias áreas do desenvolvimento. Segundo ele, o orçamento para ciência e tecnologia foi aumentando até 2010 e a partir de então começou a ter flutuações. Em 2013 atingiu o pico e começou a diminuir, com os maiores cortes ocorrendo nos últimos dois anos.

    “Se olharmos para a área de agricultura, que tem sido considerado o grande esteio da economia brasileira, é bom lembrar que alcançamos esse nível graças à ciência brasileira, como a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Queria lembrar que uma heroína brasileira é a professora Johanna Dobereiner, vice-presidente da ABC. Fazendo pesquisas em um laboratório da Embrapa aqui no Estado do Rio e na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro ela desenvolveu um método de absorver nitrogênio para plantas usando bactérias. Graças a esse método,a produtividade da soja no Brasil foi aumentada quatro vezes na média e, em algumas regiões, de sete a oito”, afirma Davidovich.

    Para o presidente da ABC, esse método liberou o Brasil da importação de adubo nitrogenado, o que rendeu uma economia ao país de US$ 13 bilhões só no ano passado. Segundo ele, a tecnologia que o país desenvolveu na agricultura também tende a ficar obsoleta, daí a importância da continuidade das pesquisas. Davidovich diz que o próprio agronegócio também está sendo prejudicado pelos cortes orçamentários.

    “A China está comprando terras e soja na África, que será muito mais barata do que a brasileira, porque o frete é mais barato. Temos que olhar o que está acontecendo no mundo e alavancar a ciência e a tecnologia no Brasil para que possamos sempre ser competitivos. Esse valor foi construído durante décadas. Lá no final do século 19, início do 20, tivemos a inauguração do Instituto Agronômico de Campinas, da Escola Superior Luiz de Queiróz (SP) que começaram a formar os profissionais que seriam fundamentais para uma Embrapa. Essas vitórias em certames internacionais são devidas ao desenvolvimento de instituições como o Instituto de Matemática Pura e Aplicada, ao CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), em 1951, de uma Capes. Construir isso leva décadas. Destruir você consegue fazer em dois anos”, conclui Davidovich.

    Maiores informações sobre vaga para pesquisadores na China podem ser obtidas pelo email: tysp@cstec.org.cn ou pelo endereço 54 Sanlihe Road, Beijing 100 045, China. Com informações da Sputnik Brasil

  • Rússia ameaça bloquear o Facebook caso a rede social não cumpra as regras

    A lei russa exige que todas as redes sociais movam dados de usuários russos para a Rússia. Assim, o Facebook também é obrigado a remover todas as informações proibidas, de acordo com o chefe da agência reguladora russa para internet Roskomnadzor, Aleksandr Zharov.

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    “Se nenhuma das medidas for tomada pelo Facebook ou se algumas delas não forem cumpridas, ou se o Estado russo não for informado da intenção de fazê-lo, obviamente haverá uma questão de bloqueio”, disse Zharov ao jornal Izvestia.

    O site da rede profissional LinkedIn já foi banido na Rússia por se recusar a cumprir a legislação. O popular mensageiro Telegram foi bloqueado na Rússia depois de se recusar a fornecer ao Serviço de Segurança Federal (FSB) da Rússia chaves para descriptografar suas mensagens.

    O FSB disse que o Telegram é amplamente usado por terroristas. O trabalho da Amazon e do Google na Rússia também está em questão, afirmou Zharov. A Roskomnadzor enfrentou problemas para bloquear o Telegram, já que está usando a Amazon e os servidores na nuvem do Google.

    A Roskomnadzor baniu 16 milhões de endereços IP usados pelo Telegram, incluindo os fornecidos pelo Google e pela Amazon. As ações da agência levaram a sérios distúrbios na Internet russa, e vários sites que usam a hospedagem da Amazon foram bloqueados acidentalmente.

    Zharov negou esta informação, dizendo que 99,9% dos sites inocentes permanecem intocados pelo regulador. O Telegram continua a funcionar como de costume.

    “O presidente do Telegram, Pavel Durov, tem usado as capacidades do Google e da Amazon para contornar a proibição da Roskomnadzor. Ninguém jamais tentou persistentemente contornar o bloqueio”, disse à RT o conselheiro presidencial para questões da Internet, German Klimenko.

    O conselheiro disse que os problemas com websites hospedados pela Amazon aconteceram porque seus proprietários não pagaram a taxa de US$ 5 por um grupo único de endereços IP e estavam usando endereços IP públicos em vez de uma versão paga barata. Com informações da Sputnik Brasil