Autor: Redação

  • Após ser acusado de pedofilia no Brasil, Wagner Schwartz apresenta “La Bête” em Paris

    Em setembro de 2017, Wagner Schwartz ficou conhecido no Brasil inteiro após o escândalo envolvendo uma de suas performances, que foi acusada de incitação à pedofilia. Seis meses depois, “La Bête” é apresentada novamente, mas desta vez em Paris. O artista comenta a recepção do público francês e conta como viveu as ameaças após o episódio. Por RFI

  • Lei Maria da Penha é aperfeiçoada e pode render até 2 anos de prisão

    Deixar de cumprir a medida protetiva, voltada a vítimas de algum tipo de violência doméstica ou familiar, agora é crime e pode render ao transgressor de três meses a dois anos de cadeia.

    A mudança na Lei Maria da Penha está em vigor desde o início de abril. De acordo com a presidente da Comissão de Combate à Violência Familiar da OAB-DF, Lúcia Bessa, essas mudanças trarão mais segurança às vítimas.

    A advogada explica algumas das medidas protetivas que podem ser determinadas pela Justiça.

    “Ser afastado do lar, ser proibido de se aproximar da mulher e de seus filhos. Ele também pode ser proibido de frequentar os mesmo lugares que essa mulher, como a igreja, o local de trabalho, locais de lazer. Ele também pode ser proibido de ter qualquer tipo de contato com a mulher ou com seus filhos ou com testemunhas ou até com familiares dessa mulher, ter o direito de visita aos filhos restringido ou até mesmo suspenso dependendo do caso. Restrição do uso de armas quando o agressor é policial civil ou militar e outras medidas que o juiz entender necessária.”

    Outra alteração da Lei Maria da Penha é que, agora, se o agressor for preso em flagrante apenas o juiz poderá conceder fiança. Antes esse pagamento poderia ser feito na própria delegacia. Por Radioagência Nacional

  • Bolsonaro usa as redes sociais para se defender da acusação de racismo

    O deputado Jair Bolsonaro usou as redes sociais para se defender de nova denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

    O pré-candidato à presidência pelo PSL foi acusado de racismo. A origem da denúncia foi uma fala do parlamentar em abril do ano passado quando ele compara populações quilombolas à animais.

    O deputado não foi encontrado pela reportagem para comentar a denúncia, mas usou as redes sociais. Disse que pode ter tido uma fala infeliz, mas alegou que tem imunidade parlamentar.

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    Para procuradora geral Raquel Dodge a Constituição proíbe qualquer forma de descriminação .

    Esta é a segunda denúncia que Bolsonaro enfrenta no STF. A primeira foi por incitação ao estupro quando afirmou a deputado Maria do Rosário, do PT, que só não há estuprava porque ela não merecia.

    A procuradoria também denunciou o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho de Jair, por ameaça a integridade física de uma jornalista. O deputado também usou as redes sociais para se defender e disse que as provas apresentadas pela denunciante são falsas. O processo dos dois deputados esta sob a relatoria do ministro Luis Roberto Barroso.

  • MP aponta que estado do Rio não cumpre repasse para saúde

    O Ministério Público do Rio de Janeiro divulgou relatório que mostra que o estado não cumpre repasse mínimo para a área da saúde pelo menos desde 2014.

    Segundo o estudo, a cada ano, o percentual investido no setor reduz. Em 2014, a aplicação foi de 10,82%, depois caiu para 8,81% em 2015, em seguida baixou para 5,76% em 2016, e ficou em apenas 5,10% em 2017.

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    Ainda de acordo com o MP, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) tem contribuído para essa violação ao permitir que entes da federação computem como receita aplicada em Saúde despesas fora das hipóteses legais.

    Desde 2003, nove ações judiciais questionam o cumprimento das regras do financiamento da Saúde pelo estado do Rio. No momento, o MP aguarda o resultado de uma das principais ações, que quer a garantir depósitos mensais pela Secretaria de Estado de Fazenda no Fundo Estadual de Saúde. Até o fechamento dessa matéria, o governo do estado não se posicionou sobre a questão. Por Radioagência Nacional

  • Bitcoin atrai quem gosta da ideia de que não veio de algum governo, diz Nobel de Economia

    O ganhador do Prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller, voltou a criticar o bitcoin, chamando a criptomoeda de mais um experimento psicológico do que um investimento sério.

    “Estou interessado em bitcoin como uma espécie de bolha. Isso não significa que irá desaparecer, que vai estourar para sempre. Pode permanecer conosco por um tempo”, disse Shiller à rede CNBC. “Para mim, é como outro exemplo de comportamento humano passageiro. É fascinante”, acrescentou.

    Segundo o economista, o bitcoin se assemelha à mania das tulipas do século 17, quando o preço dos bulbos de tulipas disparou e depois caiu no início de 1637.

    Shiller diz que não possui bitcoin, mas reconhece que alguns ganharam com o preço do balão. “Eu não quero descartá-lo. Algumas pessoas inteligentes entraram nessas e em outras criptomoedas”, afirmou.

    “Mas é uma história que acho que vai muito além do mérito da ideia […] É mais psicológica do que algo que poderia ser explicado pelo departamento de ciência da computação”, emendou.

    Shiller acrescentou que o bitcoin é sobre política também.

    “Parte disso é político. Os economistas tendem a negligenciar o lado político. Há um grande elemento de pessoas que não confiam mais no governo. Elas gostam da ideia de que isso não veio do governo. Ele veio de um cientista da computação realmente inteligente. Eles gostam disso. É uma ótima história para mercados de hoje”, avaliou.

    O bitcoin foi negociado na casa dos US$ 8.000 nesta segunda-feira, que é de 60% de seu recorde de US$ 20.000. Depois de registrar altas recordes quase todos os dias em dezembro de 2017, o bitcoin viu seu saldo girar em torno das marcas de US$ 6.500 a US$ 8.000. Apesar da recente volatilidade, o preço da criptomoeda número 1 do mundo subiu oito vezes nos últimos 16 meses. Com informações da Sputnik Brasil

  • Roger Waters diz que Capacetes Brancos são ‘propaganda terrorista’

    A Defesa Civil Síria, mais comumente conhecida como Capacetes Brancos, emergiu como uma das ferramentas de propaganda mais eficazes para os militantes islâmicos na Síria, com o grupo realizando inúmeras provocações para atrair a intervenção militar estrangeira para ajudar os militantes em sua busca para estabelecer Lei Sharia no estado árabe.

    Esse pelo menos é o raciocínio do cantor inglês Roger Waters, que era membro da banda de rock Pink Floyd, que criticou o grupo e os classificou como “uma organização falsa que existe apenas para criar propaganda para jihadistas e terroristas”, durante um show em Barcelona em 13 de abril.

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    Ele disse que os Capacetes Brancos encorajam os governos do Ocidente a atacar a Síria e pediu para as pessoas que vivem na Europa e na América do Norte que encorajem seus governos a não tomar esse tipo de atitude.

    “Se fôssemos ouvir a propaganda dos Capacetes Brancos e de outros, seríamos levados a encorajar nossos governos a lançarem bombas contra as pessoas na Síria. Isso seria um erro de proporções monumentais para nós como seres humanos “, insistiu Waters.

    “O que devemos fazer é convencer nossos governos a não jogar bombas nas pessoas. E certamente não até que tenhamos feito toda a pesquisa necessária para termos uma ideia clara do que realmente está acontecendo. Porque vivemos no mundo onde a propaganda parece ser mais importante do que a realidade do que realmente está acontecendo “.

    Os Capacetes Brancos são suspeitos de ter laços com a Al Qaeda, com membros da organização supostamente ajudando afiliados do grupo terrorista em execuções e outras violações de direitos humanos. Por Sputnik Brasil

  • ‘Tinha que ter apanhado mais’, disse filho de Bolsonaro a jornalista

    Na denúncia apresentada na última sexta-feira (13) contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho de Jair Bolsonaro (PSL), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, detalhou o diálogo entre a jornalista Patrícia de Oliveira Souza Lélis e Eduardo Bolsonaro.

    Em mensagens trocadas pelo aplicativo Telegram, o deputado federal diz que iria “acabar com a vida dela” e que Patrícia “iria se arrepender de ter nascido”.

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    Leia um trecho do diálogo:

    BOLSONARO: “Sua otária! Quem você pensa que é? Tá se achando demais. Se você falar mais alguma coisa eu acabo com sua vida”

    PATRICIA: “Isso é uma ameaça???”

    BOLSONARO: “Entenda como quiser. Depois reclama que apanhou. Você merece mesmo. Abusada. Tinha que ter apanhado mais pra aprender a ficar calada. Mais uma palavra e eu acabo com você. Acabo mais ainda com a sua vida”

    PATRICIA: “Eu estou gravando”

    BOLSONARO: “Foda-se. Ninguém vai acreditar em você. Nunca acreditaram. Somos fortes”

    PATRICIA: “Me aguarde pois vou falar”

    BOLSONARO: “Vai para o inferno. Puta. Você vai se arrepender de ter nascido. O aviso está dado. Mais uma palavra e eu vou pessoalmente atrás de você. Não pode me envergonhar.”

    PATRICIA: “Tchau”

    BOLSONARO: “Vagabunda”

    PATRICIA: “Resolvemos na justiça. É a melhor forma”

    BOLSONARO: “Enfia a justiça no cu”

    Raquel Dodge considerou ser ‘clara a intenção do acusado de impedir a livre manifestação da vítima, valendo-se de ameaça para tanto’.

    “Relevante destacar que o denunciado teve a preocupação em não deixar rastro das ameaças dirigidas à vítima alterando a configuração padrão do aplicativo Telegram para que as mensagens fossem automaticamente destruídas após 5 (cinco) segundos depois de enviadas. Não fossem os prints extraídos pela vítima, não haveria rastros da materialidade do crime de ameaça por ele praticado. A conduta ainda é especialmente valorada em razão de o acusado atribuir ofensas pessoais à vítima no intuito de desmoralizá-la, desqualificá-la e intimidá-la”, escreveu.

    A pena estabelecida é de um ano de prisão, mas se o acusado não tiver condenações anteriores, nem processos criminais em andamento, ele pode ser beneficiado pela Lei de Transação Penal e sua pena ser convertida para uma indenização contra a vítima, pague 25% do subsídio parlamentar mensal à uma instituição de atendimento a famílias e autores de violência doméstica por um ano, além de prestação de 120 horas de serviço à comunidade. O ministro Luiz Roberto Barroso é o relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Por Sputnik Brasil

  • Por que submarinos russos venceriam em qualquer duelo com inimigos?

    Na península de Kamchatka submarinos russos simularam uma espécie de duelo. Ao comentar as manobras em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksei Leonkov contou como, para ele, poderia se desenrolar a situação em condições de combate reais.

    Os submarinos nucleares Vladimir Monomakh e Aleksandr Nevsky realizaram manobras na península de Kamchatka simulando um duelo, comunicou em coletiva de imprensa o chefe do Departamento de Informação do Distrito Militar Oriental para a Frota do Pacífico, capitão-de-fragata Nikolai Voskresensky.

    “De acordo com o plano da preparação militar, o cruzador submarino nuclear estratégico Vladimir Monomakh, treinando ações do submarino inserido em agrupamento, efetuou busca e vigilância de um submarino do suposto inimigo. Do lado opositor esteve atuando outro cruzador estratégico — o Aleksandr Nevsky”, disse ele.
    Conforme Voskresensky, as tripulações dos cruzadores estratégicos, “encenando uma situação de duelo”, efetuaram manobras de ataque e contra-ataque com uso de armas e meios hidroacústicos.

    Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Aleksei Leonkov comentou estes exercícios.

    “Treinamentos desse tipo com submarinos continuam atuais porque não se exclui que em sequência de algum conflito global ou local os submarinos possam se encontrar. Nesse caso, a única arma de luta destes submarinos são os torpedos”, disse o analista.

    Ele acrescentou que se um dos submarinos atinge o outro, ele priva de fato o possível adversário de certas vantagens no combate futuro. Conforme Leonkov, exercícios desses são necessários tanto na Rússia como nos EUA.

    Segundo ele, em circunstâncias reais durante a realização de tais “duelos” há algumas particularidades: “Os nossos submarinos do projeto Yasen têm um torpedo-míssil único que, ao contrário dos torpedos convencionais, supera a distância de 50 quilômetros até o submarino do inimigo hipotético com uma velocidade surpreendente.”

    Leonkov ressaltou que o torpedo inicia o movimento debaixo d’água, supera a maior parte da distância pelo ar, atingindo velocidade até 3.000 km/h, e depois ataca do ar para a água. Os adversários da Rússia não têm tais armas. “Por isso, há mais chances que em um ‘duelo’ de submarinos vença o nosso submarino”, concluiu. Com informações da Sputnik Brasil

  • Caixa reduz para 9% ao ano taxa de juros do crédito imobiliário

    A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (16) redução das taxas de juros do crédito imobiliário e aumento do percentual do valor do imóvel financiado.

    As taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

    As taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do SFH, e de 12,25% 11,25%, no SFI.

    Segundo o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário.

    “O objetivo da redução é oferecer melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, destacou, em nota.

    A última redução de juros feita pela Caixa ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo SFH, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do SFI.

    Cota de financiamento

    O banco aumentou novamente o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para 70%. Em setembro do ano passado, a Caixa tinha reduzido para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento.

    A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

    Os prazos para permanecem entre 156 para 420 meses no caso do SFH e 120 a 420 meses, no SFI. A Caixa, que lidera o mercado com cerca de 70% das operações, possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018.

    Sistemas de financiamento

    Estão enquadrados no SFH imóveis residenciais de até R$ 800 mil para todo país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI. Essas alterações passam a valer a partir de hoje. Com informações da Agência Brasil