Autor: Clara Bittencourt

  • Como prevenir o infarto, a doença que cresceu 150% no Brasil em 14 anos

    Como prevenir o infarto, a doença que cresceu 150% no Brasil em 14 anos

    O infarto, também chamado de ataque cardíaco ou infarto agudo do miocárdio, é uma emergência médica que ocorre quando o fluxo de sangue para o coração é interrompido por um bloqueio nas artérias coronárias.

    Isso causa a morte das células cardíacas e pode levar à insuficiência cardíaca ou à parada cardiorrespiratória.

    O infarto é uma das principais manifestações das doenças cardiovasculares, que são a maior causa de morte no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 17,9 milhões de pessoas morrem por ano por essas doenças, sendo que 85% dessas mortes são por infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

    No Brasil, o número de internações por infarto aumentou mais de 150% entre 2008 e 2022, segundo um estudo do Instituto Nacional de Cardiologia (INC). O estudo analisou os dados do Sistema Único de Saúde (SUS) e constatou que em 2008 foram registradas 79.573 internações por infarto, enquanto em 2022 foram 203.504.

    Os pesquisadores atribuem esse aumento ao envelhecimento da população, à obesidade e ao frio. O envelhecimento aumenta o risco de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, que são fatores de risco para o infarto. A obesidade também contribui para o desenvolvimento dessas doenças e para a inflamação das artérias. O frio favorece a formação de trombos nas artérias, que podem se soltar e obstruir o fluxo sanguíneo para o coração.

    O estudo também revelou que a taxa de mortalidade por infarto no Brasil é de 9%, o que significa que a cada dez pessoas que sofrem um infarto, uma morre. Essa taxa é considerada alta em comparação com outros países, como os Estados Unidos, onde é de 4%. Uma das razões para essa diferença é o tempo de atendimento aos pacientes. Quanto mais rápido for o diagnóstico e o tratamento do infarto, maiores são as chances de sobrevivência e recuperação.

    O infarto é uma doença grave, mas pode ser prevenida com hábitos saudáveis. A OMS recomenda praticar pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana, manter uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras e grãos integrais, evitar o consumo excessivo de sal, açúcar e gorduras saturadas, não fumar e limitar o consumo de álcool. Além disso, é importante fazer exames periódicos para controlar a pressão arterial, o colesterol e o açúcar no sangue.

    Se você sentir dor ou desconforto no peito, que pode se irradiar para o braço esquerdo, o pescoço ou a mandíbula, falta de ar, suor frio, náusea ou tontura, procure atendimento médico imediatamente. Esses são os sintomas mais comuns do infarto e podem indicar que seu coração está em perigo.

    Isso causa a morte das células cardíacas e pode levar à insuficiência cardíaca ou à parada cardiorrespiratória.

    O infarto é uma das principais manifestações das doenças cardiovasculares, que são a maior causa de morte no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 17,9 milhões de pessoas morrem por ano por essas doenças, sendo que 85% dessas mortes são por infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

    No Brasil, o número de internações por infarto aumentou mais de 150% entre 2008 e 2022, segundo um estudo do Instituto Nacional de Cardiologia (INC). O estudo analisou os dados do Sistema Único de Saúde (SUS) e constatou que em 2008 foram registradas 79.573 internações por infarto, enquanto em 2022 foram 203.504.

    Os pesquisadores atribuem esse aumento ao envelhecimento da população, à obesidade e ao frio. O envelhecimento aumenta o risco de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e colesterol alto, que são fatores de risco para o infarto. A obesidade também contribui para o desenvolvimento dessas doenças e para a inflamação das artérias. O frio favorece a formação de trombos nas artérias, que podem se soltar e obstruir o fluxo sanguíneo para o coração.

    O estudo também revelou que a taxa de mortalidade por infarto no Brasil é de 9%, o que significa que a cada dez pessoas que sofrem um infarto, uma morre. Essa taxa é considerada alta em comparação com outros países, como os Estados Unidos, onde é de 4%. Uma das razões para essa diferença é o tempo de atendimento aos pacientes. Quanto mais rápido for o diagnóstico e o tratamento do infarto, maiores são as chances de sobrevivência e recuperação.

    O infarto é uma doença grave, mas pode ser prevenida com hábitos saudáveis. A OMS recomenda praticar pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por semana, manter uma alimentação balanceada, rica em frutas, verduras e grãos integrais, evitar o consumo excessivo de sal, açúcar e gorduras saturadas, não fumar e limitar o consumo de álcool. Além disso, é importante fazer exames periódicos para controlar a pressão arterial, o colesterol e o açúcar no sangue.

    Se você sentir dor ou desconforto no peito, que pode se irradiar para o braço esquerdo, o pescoço ou a mandíbula, falta de ar, suor frio, náusea ou tontura, procure atendimento médico imediatamente. Esses são os sintomas mais comuns do infarto e podem indicar que seu coração está em perigo.

  • Reforma tributária: o que muda para os setores da Bolsa?

    Reforma tributária: o que muda para os setores da Bolsa?

    A reforma tributária é um dos temas mais importantes e polêmicos da agenda econômica do governo federal. A proposta, que tramita no Congresso Nacional desde 2019, tem como objetivo simplificar o sistema tributário brasileiro por meio da substituição de cinco impostos por dois Impostos sobre Valor Agregado (IVAs).

    Os impostos que seriam extintos são: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Em seu lugar, seriam criados o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência federal, estadual e municipal, e o Imposto Seletivo (IS), de competência exclusiva da União, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas.

    A reforma tributária tem potencial de reduzir a burocracia, a sonegação e a guerra fiscal entre os estados, além de aumentar a transparência e a eficiência na arrecadação. No entanto, também pode gerar impactos significativos para diferentes setores da economia, especialmente os que atuam na Bolsa de Valores.

    De acordo com uma análise da XP Investimentos, publicada em julho de 2021, os setores que podem se beneficiar da reforma tributária são: bancos, seguradoras, varejo alimentar, educação e saúde. Esses setores pagam atualmente alíquotas elevadas de PIS/Cofins e poderiam ter uma redução da carga tributária com o IBS.

    Por outro lado, os setores que podem ser prejudicados pela reforma tributária são: energia elétrica, telecomunicações, saneamento, construção civil e transporte. Esses setores têm atualmente benefícios fiscais ou regimes especiais que poderiam ser extintos ou reduzidos com o IBS.

    Há também setores que podem ter um impacto neutro ou misto da reforma tributária, dependendo das alíquotas definidas para o IBS e o IS. São eles: indústria, mineração, siderurgia, petróleo e gás, papel e celulose, química e farmacêutica.

    É importante ressaltar que a proposta de reforma tributária ainda pode sofrer alterações até a votação final no Congresso. Além disso, as alíquotas dos novos impostos ainda não foram definidas pelo governo. Portanto, os impactos para os setores da Bolsa podem variar conforme o desenho final da reforma.

    Os impostos que seriam extintos são: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Em seu lugar, seriam criados o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência federal, estadual e municipal, e o Imposto Seletivo (IS), de competência exclusiva da União, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas.

    A reforma tributária tem potencial de reduzir a burocracia, a sonegação e a guerra fiscal entre os estados, além de aumentar a transparência e a eficiência na arrecadação. No entanto, também pode gerar impactos significativos para diferentes setores da economia, especialmente os que atuam na Bolsa de Valores.

    De acordo com uma análise da XP Investimentos, publicada em julho de 2021, os setores que podem se beneficiar da reforma tributária são: bancos, seguradoras, varejo alimentar, educação e saúde. Esses setores pagam atualmente alíquotas elevadas de PIS/Cofins e poderiam ter uma redução da carga tributária com o IBS.

    Por outro lado, os setores que podem ser prejudicados pela reforma tributária são: energia elétrica, telecomunicações, saneamento, construção civil e transporte. Esses setores têm atualmente benefícios fiscais ou regimes especiais que poderiam ser extintos ou reduzidos com o IBS.

    Há também setores que podem ter um impacto neutro ou misto da reforma tributária, dependendo das alíquotas definidas para o IBS e o IS. São eles: indústria, mineração, siderurgia, petróleo e gás, papel e celulose, química e farmacêutica.

    É importante ressaltar que a proposta de reforma tributária ainda pode sofrer alterações até a votação final no Congresso. Além disso, as alíquotas dos novos impostos ainda não foram definidas pelo governo. Portanto, os impactos para os setores da Bolsa podem variar conforme o desenho final da reforma.

  • 5 motivos para comprar o console portátil da Asus Rog Ally

    5 motivos para comprar o console portátil da Asus Rog Ally

    Se você é um gamer apaixonado por jogos de alta performance, provavelmente já ouviu falar do console portátil da Asus Rog Ally. Esse dispositivo promete levar a experiência dos jogos de PC para as suas mãos, com um design compacto, uma tela de 8 polegadas e um teclado destacável.

    Mas será que vale a pena investir nesse console? Neste post, vamos apresentar 5 motivos para comprar o console portátil da Asus Rog Ally e mostrar como ele pode transformar a sua diversão.

    1. Potência e velocidade

    O console portátil da Asus Rog Ally não é um simples tablet. Isso significa que ele é capaz de rodar os jogos mais exigentes do mercado, com gráficos incríveis, som imersivo e uma taxa de atualização de 120 Hz. Além disso, ele conta com um sistema de refrigeração avançado, que evita o superaquecimento e o ruído excessivo.

    1. Portabilidade e versatilidade

    O console portátil da Asus Rog Ally pesa apenas 1,39 kg e tem uma espessura de 2,9 cm. Isso o torna fácil de transportar e armazenar, podendo ser levado para qualquer lugar. Além disso, ele oferece várias opções de uso, graças ao seu teclado destacável, que pode ser conectado por Bluetooth ou por um cabo magnético. Você pode usar o console como um notebook, como um tablet ou como um dispositivo híbrido, dependendo da sua preferência e do tipo de jogo.

    1. Conectividade e compatibilidade

    O console portátil da Asus Rog Ally tem uma porta HDMI, uma porta USB-C, uma porta USB-A, uma entrada para fone de ouvido e um leitor de cartão microSD. Isso permite que você conecte diversos acessórios, como mouse, joystick, headset, monitor externo e até mesmo um dock station. Além disso, ele é compatível com os principais sistemas operacionais do mercado, como Windows 11.

    1. Bateria e autonomia

    O console portátil da Asus Rog Ally tem uma bateria de 90 Wh, que garante uma autonomia de até 10 horas de uso contínuo. Isso significa que você pode jogar por muito tempo sem se preocupar em recarregar o dispositivo. Além disso, ele conta com um carregador rápido, que permite recarregar até 50% da bateria em apenas 30 minutos. Você pode levar o console para viagens, passeios ou até mesmo para o trabalho, sem ficar na mão.

    1. Custo-benefício

    O console portátil da Asus Rog Ally tem um preço sugerido de R$ 14.999,00 no Brasil. Esse valor pode parecer alto à primeira vista, mas se compararmos com os custos de um PC gamer equivalente, veremos que ele é bastante justo. Um PC gamer com as mesmas configurações do console custaria cerca de R$ 20 mil, sem contar os acessórios e os periféricos necessários. Além disso, o console tem a vantagem de ser mais compacto, mais leve e mais versátil do que um PC. Portanto, se você quer ter uma experiência gamer completa e sem limites, o console portátil da Asus Rog Ally é uma ótima opção.

    Mas será que vale a pena investir nesse console? Neste post, vamos apresentar 5 motivos para comprar o console portátil da Asus Rog Ally e mostrar como ele pode transformar a sua diversão.

    1. Potência e velocidade

    O console portátil da Asus Rog Ally não é um simples tablet. Isso significa que ele é capaz de rodar os jogos mais exigentes do mercado, com gráficos incríveis, som imersivo e uma taxa de atualização de 120 Hz. Além disso, ele conta com um sistema de refrigeração avançado, que evita o superaquecimento e o ruído excessivo.

    1. Portabilidade e versatilidade

    O console portátil da Asus Rog Ally pesa apenas 1,39 kg e tem uma espessura de 2,9 cm. Isso o torna fácil de transportar e armazenar, podendo ser levado para qualquer lugar. Além disso, ele oferece várias opções de uso, graças ao seu teclado destacável, que pode ser conectado por Bluetooth ou por um cabo magnético. Você pode usar o console como um notebook, como um tablet ou como um dispositivo híbrido, dependendo da sua preferência e do tipo de jogo.

    1. Conectividade e compatibilidade

    O console portátil da Asus Rog Ally tem uma porta HDMI, uma porta USB-C, uma porta USB-A, uma entrada para fone de ouvido e um leitor de cartão microSD. Isso permite que você conecte diversos acessórios, como mouse, joystick, headset, monitor externo e até mesmo um dock station. Além disso, ele é compatível com os principais sistemas operacionais do mercado, como Windows 11.

    1. Bateria e autonomia

    O console portátil da Asus Rog Ally tem uma bateria de 90 Wh, que garante uma autonomia de até 10 horas de uso contínuo. Isso significa que você pode jogar por muito tempo sem se preocupar em recarregar o dispositivo. Além disso, ele conta com um carregador rápido, que permite recarregar até 50% da bateria em apenas 30 minutos. Você pode levar o console para viagens, passeios ou até mesmo para o trabalho, sem ficar na mão.

    1. Custo-benefício

    O console portátil da Asus Rog Ally tem um preço sugerido de R$ 14.999,00 no Brasil. Esse valor pode parecer alto à primeira vista, mas se compararmos com os custos de um PC gamer equivalente, veremos que ele é bastante justo. Um PC gamer com as mesmas configurações do console custaria cerca de R$ 20 mil, sem contar os acessórios e os periféricos necessários. Além disso, o console tem a vantagem de ser mais compacto, mais leve e mais versátil do que um PC. Portanto, se você quer ter uma experiência gamer completa e sem limites, o console portátil da Asus Rog Ally é uma ótima opção.

  • O que é o IVA e como ele vai funcionar na Reforma Tributária de 2023?

    O que é o IVA e como ele vai funcionar na Reforma Tributária de 2023?

    O IVA (Imposto sobre Valor Agregado) é um dos principais pontos da Reforma Tributária, que foi aprovada no Congresso Nacional em 2023.

    Mas o que é esse imposto e como ele vai afetar a vida dos brasileiros?

    O IVA é um imposto que será cobrado sobre o consumo de bens e serviços no Brasil, substituindo cinco tributos atuais: ICMS, PIS/Cofins, IPI e ISS. Esses impostos têm regras diferentes em cada estado e município, gerando muita complexidade, burocracia e insegurança jurídica para as empresas e os consumidores.

    Com o IVA, haverá um imposto único, com uma alíquota esperada de 25%, que será dividida entre a União, os estados e os municípios. O objetivo é simplificar o sistema tributário, reduzir a carga administrativa, aumentar a transparência e estimular o crescimento econômico.

    O IVA terá impactos diferentes em cada setor e atividade, dependendo da carga tributária atual. Alguns produtos e serviços podem ficar mais baratos, enquanto outros podem ficar mais caros. Por exemplo, os serviços de telecomunicações, que hoje pagam 21,65% de impostos, podem ter uma redução de preço com o IVA de 25%. Já os serviços de análises clínicas, que hoje pagam 5,65% de impostos, podem ter um aumento de preço com o IVA de 25%.

    O IVA é um modelo já adotado por mais de 170 países do mundo, sendo considerado mais justo, simples e moderno do que o atual sistema brasileiro. A Reforma Tributária é fundamental para o Brasil, pois possibilitará que a economia cresça, no mínimo, 12% a mais, e reduzirá as desigualdades sociais e regionais.

    Se você quer saber mais sobre o IVA e a Reforma Tributária, confira os links abaixo:

    Mas o que é esse imposto e como ele vai afetar a vida dos brasileiros?

    O IVA é um imposto que será cobrado sobre o consumo de bens e serviços no Brasil, substituindo cinco tributos atuais: ICMS, PIS/Cofins, IPI e ISS. Esses impostos têm regras diferentes em cada estado e município, gerando muita complexidade, burocracia e insegurança jurídica para as empresas e os consumidores.

    Com o IVA, haverá um imposto único, com uma alíquota esperada de 25%, que será dividida entre a União, os estados e os municípios. O objetivo é simplificar o sistema tributário, reduzir a carga administrativa, aumentar a transparência e estimular o crescimento econômico.

    O IVA terá impactos diferentes em cada setor e atividade, dependendo da carga tributária atual. Alguns produtos e serviços podem ficar mais baratos, enquanto outros podem ficar mais caros. Por exemplo, os serviços de telecomunicações, que hoje pagam 21,65% de impostos, podem ter uma redução de preço com o IVA de 25%. Já os serviços de análises clínicas, que hoje pagam 5,65% de impostos, podem ter um aumento de preço com o IVA de 25%.

    O IVA é um modelo já adotado por mais de 170 países do mundo, sendo considerado mais justo, simples e moderno do que o atual sistema brasileiro. A Reforma Tributária é fundamental para o Brasil, pois possibilitará que a economia cresça, no mínimo, 12% a mais, e reduzirá as desigualdades sociais e regionais.

    Se você quer saber mais sobre o IVA e a Reforma Tributária, confira os links abaixo:

  • Sintomas de hepatite viral: o que você precisa saber

    Sintomas de hepatite viral: o que você precisa saber

    A hepatite viral é uma inflamação do fígado causada por vírus que podem ser transmitidos de diversas formas, como contato sexual, uso de drogas injetáveis, transfusão de sangue ou até mesmo pela água e alimentos contaminados.

    Existem diferentes tipos de hepatite viral, sendo as mais comuns as do tipo A, B e C.

    Os sintomas de hepatite viral podem variar de acordo com o tipo e a gravidade da infecção, mas geralmente incluem:

    • Febre

    • Dor abdominal

    • Náuseas e vômitos

    • Perda de apetite

    • Icterícia (pele e olhos amarelados)

    • Urina escura e fezes claras

    • Cansaço e fraqueza

    Algumas pessoas podem não apresentar sintomas ou ter apenas sintomas leves, o que dificulta o diagnóstico e aumenta o risco de complicações, como cirrose ou câncer de fígado. Por isso, é importante fazer exames periódicos para detectar a presença dos vírus da hepatite no sangue e iniciar o tratamento adequado o quanto antes.

    O tratamento da hepatite viral depende do tipo e da fase da infecção. Em alguns casos, o próprio organismo consegue eliminar o vírus sem a necessidade de medicamentos. Em outros casos, é preciso usar antivirais específicos para combater a infecção e evitar danos maiores ao fígado. O tratamento também pode envolver medidas de suporte, como repouso, hidratação e dieta adequada.

    A prevenção da hepatite viral é fundamental para evitar a transmissão e as complicações da doença. Algumas medidas preventivas são:

    • Vacinar-se contra as hepatites A e B

    • Usar preservativo nas relações sexuais

    • Não compartilhar agulhas, seringas ou objetos cortantes

    • Lavar bem as mãos e os alimentos antes de consumir

    • Beber água filtrada ou fervida

    • Evitar o consumo excessivo de álcool

    A hepatite viral é uma doença séria que pode afetar a qualidade de vida e até mesmo levar à morte. Por isso, é essencial estar atento aos sintomas, fazer os exames regularmente e seguir as orientações médicas para o tratamento e a prevenção.

    Existem diferentes tipos de hepatite viral, sendo as mais comuns as do tipo A, B e C.

    Os sintomas de hepatite viral podem variar de acordo com o tipo e a gravidade da infecção, mas geralmente incluem:

    • Febre

    • Dor abdominal

    • Náuseas e vômitos

    • Perda de apetite

    • Icterícia (pele e olhos amarelados)

    • Urina escura e fezes claras

    • Cansaço e fraqueza

    Algumas pessoas podem não apresentar sintomas ou ter apenas sintomas leves, o que dificulta o diagnóstico e aumenta o risco de complicações, como cirrose ou câncer de fígado. Por isso, é importante fazer exames periódicos para detectar a presença dos vírus da hepatite no sangue e iniciar o tratamento adequado o quanto antes.

    O tratamento da hepatite viral depende do tipo e da fase da infecção. Em alguns casos, o próprio organismo consegue eliminar o vírus sem a necessidade de medicamentos. Em outros casos, é preciso usar antivirais específicos para combater a infecção e evitar danos maiores ao fígado. O tratamento também pode envolver medidas de suporte, como repouso, hidratação e dieta adequada.

    A prevenção da hepatite viral é fundamental para evitar a transmissão e as complicações da doença. Algumas medidas preventivas são:

    • Vacinar-se contra as hepatites A e B

    • Usar preservativo nas relações sexuais

    • Não compartilhar agulhas, seringas ou objetos cortantes

    • Lavar bem as mãos e os alimentos antes de consumir

    • Beber água filtrada ou fervida

    • Evitar o consumo excessivo de álcool

    A hepatite viral é uma doença séria que pode afetar a qualidade de vida e até mesmo levar à morte. Por isso, é essencial estar atento aos sintomas, fazer os exames regularmente e seguir as orientações médicas para o tratamento e a prevenção.

  • 5 redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam

    5 redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam

    O Twitter é uma das redes sociais mais populares do mundo, com mais de 300 milhões de usuários ativos por mês. Mas nem sempre foi assim.

    Ao longo dos anos, várias outras plataformas tentaram competir com o microblog, oferecendo recursos diferentes ou similares. No entanto, nenhuma delas conseguiu superar ou mesmo se igualar ao sucesso do Twitter.

    Neste post, vamos relembrar cinco redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam.

    1. Plurk: Lançado em 2008, o Plurk era um serviço de microblogging que se diferenciava pelo seu layout horizontal, que mostrava as postagens em uma linha do tempo. Além disso, o Plurk permitia que os usuários escolhessem entre vários emoticons para expressar seus sentimentos nas mensagens, que podiam ter até 210 caracteres. O Plurk chegou a ter uma boa base de usuários na Ásia, mas nunca decolou no resto do mundo. Em 2019, o Plurk anunciou o fim do seu serviço.

    2. App.net: Criado em 2012, o App.net era uma rede social paga, que cobrava uma taxa anual de US$ 50 para os usuários acessarem o seu serviço de microblogging. A ideia era oferecer uma plataforma livre de anúncios e focada na qualidade do conteúdo. O App.net também tinha uma API aberta, que permitia que desenvolvedores criassem aplicativos para a rede. No entanto, o App.net não conseguiu atrair um número suficiente de usuários e de desenvolvedores para sustentar o seu modelo de negócio. Em 2017, o App.net encerrou as suas operações.

    3. Pownce: Fundado em 2007 por Kevin Rose, o criador do Digg, o Pownce era uma rede social que permitia que os usuários compartilhassem mensagens de até 140 caracteres, além de arquivos, links e eventos. O Pownce tinha um design elegante e uma interface simples, mas enfrentou problemas de escalabilidade e de spam. Além disso, o Pownce não conseguiu se diferenciar o suficiente do Twitter, que já tinha uma base maior e mais engajada de usuários. Em 2008, o Pownce foi vendido para o Six Apart e descontinuado.

    4. Jaiku: Criado em 2006 na Finlândia, o Jaiku era uma rede social que combinava microblogging com agregação de conteúdo. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, mas também podiam integrar outros serviços, como Flickr, YouTube e Google Calendar, para mostrar as suas atividades online. O Jaiku tinha um recurso interessante chamado “channels”, que eram grupos temáticos onde os usuários podiam conversar sobre assuntos específicos. Em 2007, o Jaiku foi comprado pelo Google, mas nunca recebeu muita atenção da empresa. Em 2012, o Jaiku foi desligado pelo Google.

    5. Heello: Lançado em 2011 por Noah Everett, o fundador do Twitpic, o Heello era uma rede social que era praticamente uma cópia do Twitter. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, chamadas de “pings”, seguir outros usuários e usar hashtags. O Heello também tinha um recurso de áudio e vídeo, que permitia que os usuários gravassem e compartilhassem clipes curtos. No entanto, o Heello não tinha nada de original ou inovador para atrair os usuários do Twitter ou de outras redes sociais. Em 2013, o Heello foi fechado por Everett.

    Essas foram algumas das redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam. Você se lembra ou usou alguma delas?

    Ao longo dos anos, várias outras plataformas tentaram competir com o microblog, oferecendo recursos diferentes ou similares. No entanto, nenhuma delas conseguiu superar ou mesmo se igualar ao sucesso do Twitter.

    Neste post, vamos relembrar cinco redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam.

    1. Plurk: Lançado em 2008, o Plurk era um serviço de microblogging que se diferenciava pelo seu layout horizontal, que mostrava as postagens em uma linha do tempo. Além disso, o Plurk permitia que os usuários escolhessem entre vários emoticons para expressar seus sentimentos nas mensagens, que podiam ter até 210 caracteres. O Plurk chegou a ter uma boa base de usuários na Ásia, mas nunca decolou no resto do mundo. Em 2019, o Plurk anunciou o fim do seu serviço.

    2. App.net: Criado em 2012, o App.net era uma rede social paga, que cobrava uma taxa anual de US$ 50 para os usuários acessarem o seu serviço de microblogging. A ideia era oferecer uma plataforma livre de anúncios e focada na qualidade do conteúdo. O App.net também tinha uma API aberta, que permitia que desenvolvedores criassem aplicativos para a rede. No entanto, o App.net não conseguiu atrair um número suficiente de usuários e de desenvolvedores para sustentar o seu modelo de negócio. Em 2017, o App.net encerrou as suas operações.

    3. Pownce: Fundado em 2007 por Kevin Rose, o criador do Digg, o Pownce era uma rede social que permitia que os usuários compartilhassem mensagens de até 140 caracteres, além de arquivos, links e eventos. O Pownce tinha um design elegante e uma interface simples, mas enfrentou problemas de escalabilidade e de spam. Além disso, o Pownce não conseguiu se diferenciar o suficiente do Twitter, que já tinha uma base maior e mais engajada de usuários. Em 2008, o Pownce foi vendido para o Six Apart e descontinuado.

    4. Jaiku: Criado em 2006 na Finlândia, o Jaiku era uma rede social que combinava microblogging com agregação de conteúdo. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, mas também podiam integrar outros serviços, como Flickr, YouTube e Google Calendar, para mostrar as suas atividades online. O Jaiku tinha um recurso interessante chamado “channels”, que eram grupos temáticos onde os usuários podiam conversar sobre assuntos específicos. Em 2007, o Jaiku foi comprado pelo Google, mas nunca recebeu muita atenção da empresa. Em 2012, o Jaiku foi desligado pelo Google.

    5. Heello: Lançado em 2011 por Noah Everett, o fundador do Twitpic, o Heello era uma rede social que era praticamente uma cópia do Twitter. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, chamadas de “pings”, seguir outros usuários e usar hashtags. O Heello também tinha um recurso de áudio e vídeo, que permitia que os usuários gravassem e compartilhassem clipes curtos. No entanto, o Heello não tinha nada de original ou inovador para atrair os usuários do Twitter ou de outras redes sociais. Em 2013, o Heello foi fechado por Everett.

    Essas foram algumas das redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam. Você se lembra ou usou alguma delas?

  • Tablets para games: 5 modelos que vão te surpreender

    Tablets para games: 5 modelos que vão te surpreender

    Se você é um gamer que gosta de jogar em diferentes plataformas, talvez esteja interessado em conhecer alguns tablets que oferecem uma boa experiência de jogo.

    Neste post, vamos apresentar 5 modelos de tablets que se destacam por suas características técnicas, design e compatibilidade com jogos populares.

    1. iPad Pro 12.9 (2021): O tablet da Apple é um dos mais poderosos do mercado, com um processador M1, uma tela de 12.9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e suporte ao Apple Pencil e ao Magic Keyboard. Além de rodar os jogos da App Store com fluidez, o iPad Pro também permite acessar serviços de streaming de jogos como o Xbox Cloud Gaming e o GeForce Now.
    2. Samsung Galaxy Tab S7+: O tablet da Samsung é uma ótima opção para quem prefere o sistema Android, com um processador Snapdragon 865+, uma tela de 12.4 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e suporte à S Pen e ao teclado da marca. O Galaxy Tab S7+ também conta com uma bateria de 10.090 mAh, alto-falantes da AKG e acesso ao Samsung DeX, que transforma o tablet em um computador.
    3. Lenovo Tab P11 Pro: O tablet da Lenovo é um modelo intermediário que oferece um bom custo-benefício, com um processador Snapdragon 730G, uma tela de 11.5 polegadas com resolução 2K e suporte ao teclado e à caneta da marca. O Lenovo Tab P11 Pro também tem uma bateria de 8.600 mAh, quatro alto-falantes da JBL e um leitor de impressão digital na tela.
    4. Microsoft Surface Pro 7: O tablet da Microsoft é um híbrido entre tablet e notebook, com um processador Intel Core i5 ou i7, uma tela de 12.3 polegadas com resolução Full HD e suporte ao Surface Pen e ao teclado Type Cover. O Surface Pro 7 roda o sistema Windows 10, o que permite instalar e jogar diversos títulos do PC, além de acessar serviços como o Steam e o Game Pass.
    5. Amazon Fire HD 10 (2021): O tablet da Amazon é uma opção mais acessível, mas que ainda assim entrega uma boa performance para jogos casuais, com um processador MediaTek Helio P60T, uma tela de 10.1 polegadas com resolução Full HD e suporte ao Alexa Hands-Free. O Fire HD 10 também tem uma bateria de até 12 horas de duração, dois alto-falantes estéreo e acesso à Amazon Appstore.

    Neste post, vamos apresentar 5 modelos de tablets que se destacam por suas características técnicas, design e compatibilidade com jogos populares.

    1. iPad Pro 12.9 (2021): O tablet da Apple é um dos mais poderosos do mercado, com um processador M1, uma tela de 12.9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e suporte ao Apple Pencil e ao Magic Keyboard. Além de rodar os jogos da App Store com fluidez, o iPad Pro também permite acessar serviços de streaming de jogos como o Xbox Cloud Gaming e o GeForce Now.
    2. Samsung Galaxy Tab S7+: O tablet da Samsung é uma ótima opção para quem prefere o sistema Android, com um processador Snapdragon 865+, uma tela de 12.4 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e suporte à S Pen e ao teclado da marca. O Galaxy Tab S7+ também conta com uma bateria de 10.090 mAh, alto-falantes da AKG e acesso ao Samsung DeX, que transforma o tablet em um computador.
    3. Lenovo Tab P11 Pro: O tablet da Lenovo é um modelo intermediário que oferece um bom custo-benefício, com um processador Snapdragon 730G, uma tela de 11.5 polegadas com resolução 2K e suporte ao teclado e à caneta da marca. O Lenovo Tab P11 Pro também tem uma bateria de 8.600 mAh, quatro alto-falantes da JBL e um leitor de impressão digital na tela.
    4. Microsoft Surface Pro 7: O tablet da Microsoft é um híbrido entre tablet e notebook, com um processador Intel Core i5 ou i7, uma tela de 12.3 polegadas com resolução Full HD e suporte ao Surface Pen e ao teclado Type Cover. O Surface Pro 7 roda o sistema Windows 10, o que permite instalar e jogar diversos títulos do PC, além de acessar serviços como o Steam e o Game Pass.
    5. Amazon Fire HD 10 (2021): O tablet da Amazon é uma opção mais acessível, mas que ainda assim entrega uma boa performance para jogos casuais, com um processador MediaTek Helio P60T, uma tela de 10.1 polegadas com resolução Full HD e suporte ao Alexa Hands-Free. O Fire HD 10 também tem uma bateria de até 12 horas de duração, dois alto-falantes estéreo e acesso à Amazon Appstore.
  • BYD e 99 fecham parceria para fornecer carros elétricos para motoristas parceiros

    BYD e 99 fecham parceria para fornecer carros elétricos para motoristas parceiros

    A BYD, fabricante de carros elétricos chinesa, fechou uma parceria com a 99 para fornecer 300 carros elétricos D1 para locação por motoristas parceiros da 99 entre julho e outubro deste ano.

    A iniciativa é parte das ações da Aliança pela Mobilidade Sustentável, criada e liderada pela 99.

    O BYD D1 é um veículo “verde” repleto de tecnologia, com autonomia de até 418 km NEDC ou 258 km no ciclo PBEV (Inmetro). A parceria tem como objetivo promover mais sustentabilidade e tecnologia à mobilidade urbana local.

    A Aliança pela Mobilidade Sustentável é uma iniciativa da 99 que busca promover ações que contribuam para a redução das emissões de gases poluentes e para o desenvolvimento de soluções de mobilidade mais sustentáveis. A parceria com a BYD é um passo importante nessa direção.

    A iniciativa é parte das ações da Aliança pela Mobilidade Sustentável, criada e liderada pela 99.

    O BYD D1 é um veículo “verde” repleto de tecnologia, com autonomia de até 418 km NEDC ou 258 km no ciclo PBEV (Inmetro). A parceria tem como objetivo promover mais sustentabilidade e tecnologia à mobilidade urbana local.

    A Aliança pela Mobilidade Sustentável é uma iniciativa da 99 que busca promover ações que contribuam para a redução das emissões de gases poluentes e para o desenvolvimento de soluções de mobilidade mais sustentáveis. A parceria com a BYD é um passo importante nessa direção.

  • Petição online quer Padre Marcelo Rossi em jogo de combate a demônios

    Petição online quer Padre Marcelo Rossi em jogo de combate a demônios

    Uma petição online criada em 2021 pede para que o Padre Marcelo Rossi seja adicionado como personagem em Diablo IV, um jogo de combate a demônios. A petição já tem 666 assinaturas e diz que o padre é um “ícone da luta contra o mal” e que seria “uma honra tê-lo no jogo”.

    Diablo IV é um jogo de RPG de ação desenvolvido pela Blizzard Entertainment e anunciado em 2019. O jogo se passa em um mundo de fantasia sombrio, onde os jogadores enfrentam hordas de demônios e outras criaturas malignas. O jogo está previsto para ser lançado para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.

    O Padre Marcelo Rossi é um sacerdote católico brasileiro, conhecido por sua atuação na mídia e por seus livros e músicas religiosas. Ele também é famoso por suas missas lotadas, onde realiza exorcismos e curas. Em 2019, ele sofreu uma agressão durante uma missa, quando uma mulher o empurrou do palco.

    A petição online foi criada por um usuário identificado como “Diablo Fan”, que escreveu: “Padre Marcelo Rossi é um ícone da luta contra o mal no Brasil e no mundo. Ele já enfrentou muitos demônios em sua vida e em suas missas. Ele tem uma fé inabalável e uma voz poderosa. Ele seria uma ótima adição ao elenco de personagens de Diablo IV, trazendo mais diversidade e representatividade ao jogo. Seria uma honra tê-lo no jogo, assim como ele honra a Deus com seu trabalho”.

    A petição tem como objetivo alcançar mil assinaturas e será enviada à Blizzard Entertainment, a empresa responsável pelo jogo. Até o momento, a petição já tem 666 assinaturas, um número simbólico para os fãs de Diablo, que representa o número da besta na Bíblia.

    A Blizzard Entertainment não se pronunciou sobre a petição até o momento. Não se sabe se o Padre Marcelo Rossi está ciente da iniciativa ou se tem interesse em participar do jogo.

    O jogo Diablo IV está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC.

    Diablo IV é um jogo de RPG de ação desenvolvido pela Blizzard Entertainment e anunciado em 2019. O jogo se passa em um mundo de fantasia sombrio, onde os jogadores enfrentam hordas de demônios e outras criaturas malignas. O jogo está previsto para ser lançado para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.

    O Padre Marcelo Rossi é um sacerdote católico brasileiro, conhecido por sua atuação na mídia e por seus livros e músicas religiosas. Ele também é famoso por suas missas lotadas, onde realiza exorcismos e curas. Em 2019, ele sofreu uma agressão durante uma missa, quando uma mulher o empurrou do palco.

    A petição online foi criada por um usuário identificado como “Diablo Fan”, que escreveu: “Padre Marcelo Rossi é um ícone da luta contra o mal no Brasil e no mundo. Ele já enfrentou muitos demônios em sua vida e em suas missas. Ele tem uma fé inabalável e uma voz poderosa. Ele seria uma ótima adição ao elenco de personagens de Diablo IV, trazendo mais diversidade e representatividade ao jogo. Seria uma honra tê-lo no jogo, assim como ele honra a Deus com seu trabalho”.

    A petição tem como objetivo alcançar mil assinaturas e será enviada à Blizzard Entertainment, a empresa responsável pelo jogo. Até o momento, a petição já tem 666 assinaturas, um número simbólico para os fãs de Diablo, que representa o número da besta na Bíblia.

    A Blizzard Entertainment não se pronunciou sobre a petição até o momento. Não se sabe se o Padre Marcelo Rossi está ciente da iniciativa ou se tem interesse em participar do jogo.

    O jogo Diablo IV está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC.

  • Reforma tributária apoiada por Lula enfrenta resistência no Congresso e na sociedade

    Reforma tributária apoiada por Lula enfrenta resistência no Congresso e na sociedade

    A reforma tributária proposta pelo governo Lula, que tramita no Congresso Nacional como a PEC 45/2019, tem como principal medida a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, que substituiria cinco tributos sobre consumo: PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. 

    Além disso, a proposta prevê um imposto seletivo sobre bens e serviços que causam danos à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas e combustíveis fósseis.

    O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário brasileiro, considerado complexo, burocrático e regressivo, ou seja, que onera mais os mais pobres. Segundo os defensores da PEC 45/2019, a mudança traria benefícios para a economia e para a sociedade, como maior transparência, eficiência, justiça e competitividade.

    No entanto, a proposta enfrenta resistência de diversos setores, que apontam pontos controversos e potenciais prejuízos. Entre os principais pontos de discordância estão:

    • A alíquota única do IVA, que seria definida por lei complementar posteriormente. Alguns setores, como serviços e agronegócio, temem que a unificação das alíquotas implique em aumento da carga tributária e perda de competitividade.

    • O valor e a distribuição do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR), que seria criado para compensar as perdas de arrecadação dos estados com a extinção do ICMS. Há divergências sobre o montante necessário para garantir a neutralidade fiscal e sobre os critérios para repartir os recursos entre as unidades federativas.

    • A definição dos produtos que seriam tributados pelo imposto seletivo. A PEC 45/2019 não especifica quais bens e serviços estariam sujeitos ao novo tributo, deixando essa decisão para uma lei ordinária posterior. Há receio de que o imposto seletivo seja usado para aumentar a arrecadação do governo federal ou para interferir na política de preços de determinados produtos.

    Além desses pontos, há também divergências sobre os impactos econômicos e sociais da reforma. Estudos realizados por diferentes instituições apresentam estimativas distintas sobre o efeito da mudança na carga tributária total do país, no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), na geração de empregos e no preço da cesta básica. Alguns desses estudos apontam que a reforma poderia reduzir as desigualdades regionais e sociais, enquanto outros indicam que poderia aumentar a concentração de renda e riqueza.

    Diante dessas controvérsias, a reforma tributária apoiada por Lula enfrenta oposição tanto no Congresso quanto na sociedade. Partidos de oposição criticam o modelo de IVA proposto pela PEC 45/2019 e defendem outras alternativas, como a PEC 110/2019, que prevê um IVA mais amplo e progressivo; ou a PEC 128/2019, que propõe uma reforma mais abrangente, incluindo mudanças nos impostos sobre renda e patrimônio. Entidades representativas de setores afetados pela reforma também se mobilizam para pedir alterações no texto ou para barrar sua aprovação.

    A reforma tributária é uma das prioridades do governo Lula para o segundo semestre de 2023. A expectativa é que a PEC 45/2019 seja votada na Câmara dos Deputados até outubro e no Senado até dezembro. No entanto, o cenário político é incerto e pode sofrer influência das eleições presidenciais de 2024.

    Além disso, a proposta prevê um imposto seletivo sobre bens e serviços que causam danos à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas e combustíveis fósseis.

    O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário brasileiro, considerado complexo, burocrático e regressivo, ou seja, que onera mais os mais pobres. Segundo os defensores da PEC 45/2019, a mudança traria benefícios para a economia e para a sociedade, como maior transparência, eficiência, justiça e competitividade.

    No entanto, a proposta enfrenta resistência de diversos setores, que apontam pontos controversos e potenciais prejuízos. Entre os principais pontos de discordância estão:

    • A alíquota única do IVA, que seria definida por lei complementar posteriormente. Alguns setores, como serviços e agronegócio, temem que a unificação das alíquotas implique em aumento da carga tributária e perda de competitividade.

    • O valor e a distribuição do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR), que seria criado para compensar as perdas de arrecadação dos estados com a extinção do ICMS. Há divergências sobre o montante necessário para garantir a neutralidade fiscal e sobre os critérios para repartir os recursos entre as unidades federativas.

    • A definição dos produtos que seriam tributados pelo imposto seletivo. A PEC 45/2019 não especifica quais bens e serviços estariam sujeitos ao novo tributo, deixando essa decisão para uma lei ordinária posterior. Há receio de que o imposto seletivo seja usado para aumentar a arrecadação do governo federal ou para interferir na política de preços de determinados produtos.

    Além desses pontos, há também divergências sobre os impactos econômicos e sociais da reforma. Estudos realizados por diferentes instituições apresentam estimativas distintas sobre o efeito da mudança na carga tributária total do país, no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), na geração de empregos e no preço da cesta básica. Alguns desses estudos apontam que a reforma poderia reduzir as desigualdades regionais e sociais, enquanto outros indicam que poderia aumentar a concentração de renda e riqueza.

    Diante dessas controvérsias, a reforma tributária apoiada por Lula enfrenta oposição tanto no Congresso quanto na sociedade. Partidos de oposição criticam o modelo de IVA proposto pela PEC 45/2019 e defendem outras alternativas, como a PEC 110/2019, que prevê um IVA mais amplo e progressivo; ou a PEC 128/2019, que propõe uma reforma mais abrangente, incluindo mudanças nos impostos sobre renda e patrimônio. Entidades representativas de setores afetados pela reforma também se mobilizam para pedir alterações no texto ou para barrar sua aprovação.

    A reforma tributária é uma das prioridades do governo Lula para o segundo semestre de 2023. A expectativa é que a PEC 45/2019 seja votada na Câmara dos Deputados até outubro e no Senado até dezembro. No entanto, o cenário político é incerto e pode sofrer influência das eleições presidenciais de 2024.