Autor: Clara Bittencourt

  • Estudo revela que avanço da agricultura elevou o lençol freático e ampliou as áreas alagadas na América do Sul

    Estudo revela que avanço da agricultura elevou o lençol freático e ampliou as áreas alagadas na América do Sul

    Um novo estudo publicado na revista Science mostra como a expansão da agricultura de sequeiro nas planícies da América do Sul nos últimos 40 anos provocou mudanças hidrológicas que dobraram a área inundada e aumentaram a sensibilidade às chuvas nessa região.

    Os pesquisadores usaram dados de sensoriamento remoto, monitoramento de águas subterrâneas e estudos de campo para analisar as tendências e os mecanismos das alterações hidrológicas associadas à substituição de vegetação nativa e pastagens por culturas anuais, principalmente soja.

    Eles descobriram que a agricultura de sequeiro reduziu a profundidade das raízes das plantas e a evapotranspiração, causando elevação do nível do lençol freático e redução da drenagem profunda, especialmente em regiões planas e estagnadas hidrologicamente. Esses fatores tornaram o solo mais saturado e propenso a alagamentos durante períodos úmidos, mesmo sem aumento significativo das precipitações.

    O estudo também mostrou que as áreas recém-inundadas se expandiram progressivamente para regiões mais secas e quentes, afetando tanto os ecossistemas naturais quanto os sistemas agrícolas. Os autores alertam para os possíveis impactos negativos das mudanças hidrológicas para a infraestrutura rural, o clima e o meio ambiente, além dos desafios e oportunidades para a gestão da terra e da água.

    Os autores sugerem que soluções baseadas na vegetação e no uso racional dos recursos hídricos podem ajudar a mitigar os riscos de inundações e a promover uma agricultura mais sustentável nas planícies da América do Sul. Eles também destacam que os resultados do estudo podem contribuir para o entendimento das mudanças hidrológicas em outras regiões do mundo com características similares, como as planícies da Ucrânia ou do Canadá.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores usaram dados de sensoriamento remoto, monitoramento de águas subterrâneas e estudos de campo para analisar as tendências e os mecanismos das alterações hidrológicas associadas à substituição de vegetação nativa e pastagens por culturas anuais, principalmente soja.

    Eles descobriram que a agricultura de sequeiro reduziu a profundidade das raízes das plantas e a evapotranspiração, causando elevação do nível do lençol freático e redução da drenagem profunda, especialmente em regiões planas e estagnadas hidrologicamente. Esses fatores tornaram o solo mais saturado e propenso a alagamentos durante períodos úmidos, mesmo sem aumento significativo das precipitações.

    O estudo também mostrou que as áreas recém-inundadas se expandiram progressivamente para regiões mais secas e quentes, afetando tanto os ecossistemas naturais quanto os sistemas agrícolas. Os autores alertam para os possíveis impactos negativos das mudanças hidrológicas para a infraestrutura rural, o clima e o meio ambiente, além dos desafios e oportunidades para a gestão da terra e da água.

    Os autores sugerem que soluções baseadas na vegetação e no uso racional dos recursos hídricos podem ajudar a mitigar os riscos de inundações e a promover uma agricultura mais sustentável nas planícies da América do Sul. Eles também destacam que os resultados do estudo podem contribuir para o entendimento das mudanças hidrológicas em outras regiões do mundo com características similares, como as planícies da Ucrânia ou do Canadá.

    Fonte: Link.

  • Brasileiros são os mais otimistas com a inteligência artificial no trabalho, diz pesquisa

    Brasileiros são os mais otimistas com a inteligência artificial no trabalho, diz pesquisa

    A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que permite que máquinas e sistemas realizem tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana, como reconhecer imagens, compreender linguagem natural, tomar decisões e aprender com dados.

    A IA tem sido cada vez mais aplicada em diversos setores da economia, como saúde, educação, finanças, varejo e indústria, trazendo benefícios como aumento de produtividade, eficiência, inovação e personalização.

    Mas como os trabalhadores se sentem em relação à IA e seus impactos no mercado de trabalho? Será que eles têm medo de perder seus empregos para as máquinas ou estão confiantes nas oportunidades que a tecnologia pode oferecer? Uma pesquisa inédita da consultoria Boston Consulting Group (BCG) procurou responder a essas perguntas, ouvindo mais de 12.800 profissionais de 18 países, incluindo o Brasil.

    O resultado mostrou que os brasileiros são os mais otimistas com a IA no trabalho, superando até mesmo países desenvolvidos como os Estados Unidos, o Japão e a Alemanha. Segundo o levantamento, 70,6% dos entrevistados no Brasil se disseram otimistas com a IA no mercado de trabalho, contra uma média global de 54%. Além disso, apenas 19% dos brasileiros demonstraram temor em relação à aplicabilidade da ferramenta, perdendo apenas para a Índia, que registrou 14% nesse quesito.

    Os brasileiros também se mostraram confiantes nos benefícios da IA generativa, que é aquela que cria conteúdo original a partir de dados, como textos, imagens, músicas e vídeos. Para 77,3% dos profissionais brasileiros, os benefícios da IA generativa superam seus riscos – valor que está acima da média global, de 71%. Apenas 23,5% sentem que seu trabalho pode deixar de existir devido à IA.

    A pesquisa ainda revelou que os brasileiros estão dispostos a se adaptar à nova realidade trazida pela IA. Cerca de 80% dos entrevistados no Brasil afirmaram que estão dispostos a aprender novas habilidades ou mudar de função por causa da IA. Além disso, 76% disseram que confiam em sua capacidade de trabalhar com a IA e 72% afirmaram que se sentem confortáveis em trabalhar ao lado de máquinas inteligentes.

    Os dados da pesquisa indicam que os brasileiros têm uma visão positiva e proativa em relação à IA no trabalho, o que pode ser um diferencial competitivo para o país no cenário global. No entanto, para que esse potencial se concretize, é preciso investir em educação, capacitação e regulação para garantir que a IA seja usada de forma ética, responsável e inclusiva.

    A IA tem sido cada vez mais aplicada em diversos setores da economia, como saúde, educação, finanças, varejo e indústria, trazendo benefícios como aumento de produtividade, eficiência, inovação e personalização.

    Mas como os trabalhadores se sentem em relação à IA e seus impactos no mercado de trabalho? Será que eles têm medo de perder seus empregos para as máquinas ou estão confiantes nas oportunidades que a tecnologia pode oferecer? Uma pesquisa inédita da consultoria Boston Consulting Group (BCG) procurou responder a essas perguntas, ouvindo mais de 12.800 profissionais de 18 países, incluindo o Brasil.

    O resultado mostrou que os brasileiros são os mais otimistas com a IA no trabalho, superando até mesmo países desenvolvidos como os Estados Unidos, o Japão e a Alemanha. Segundo o levantamento, 70,6% dos entrevistados no Brasil se disseram otimistas com a IA no mercado de trabalho, contra uma média global de 54%. Além disso, apenas 19% dos brasileiros demonstraram temor em relação à aplicabilidade da ferramenta, perdendo apenas para a Índia, que registrou 14% nesse quesito.

    Os brasileiros também se mostraram confiantes nos benefícios da IA generativa, que é aquela que cria conteúdo original a partir de dados, como textos, imagens, músicas e vídeos. Para 77,3% dos profissionais brasileiros, os benefícios da IA generativa superam seus riscos – valor que está acima da média global, de 71%. Apenas 23,5% sentem que seu trabalho pode deixar de existir devido à IA.

    A pesquisa ainda revelou que os brasileiros estão dispostos a se adaptar à nova realidade trazida pela IA. Cerca de 80% dos entrevistados no Brasil afirmaram que estão dispostos a aprender novas habilidades ou mudar de função por causa da IA. Além disso, 76% disseram que confiam em sua capacidade de trabalhar com a IA e 72% afirmaram que se sentem confortáveis em trabalhar ao lado de máquinas inteligentes.

    Os dados da pesquisa indicam que os brasileiros têm uma visão positiva e proativa em relação à IA no trabalho, o que pode ser um diferencial competitivo para o país no cenário global. No entanto, para que esse potencial se concretize, é preciso investir em educação, capacitação e regulação para garantir que a IA seja usada de forma ética, responsável e inclusiva.

  • Como a religião e a ciência se relacionam na educação brasileira?

    Como a religião e a ciência se relacionam na educação brasileira?

    O Brasil é um país com uma grande diversidade religiosa, mas também com uma baixa qualidade da educação científica. Essa situação gera um dilema para muitas pessoas que precisam escolher entre uma educação baseada na fé ou na razão.

    Entenda os fatores que influenciam essa escolha e as consequências que ela pode ter para a sociedade.

    A religião é um fenômeno cultural que envolve crenças, rituais, valores e práticas relacionadas à espiritualidade e à transcendência. A religião pode oferecer às pessoas um sentido para a vida, uma esperança para o futuro, uma orientação moral e uma identidade social. Segundo o Censo de 2010 do IBGE, 86,8% dos brasileiros se declararam adeptos de alguma religião, sendo que 64,6% eram católicos e 22,2% eram evangélicos. A religião tem um papel importante na formação da cultura e da política brasileiras.

    A ciência é um conjunto de conhecimentos que busca explicar os fenômenos naturais e sociais por meio de métodos rigorosos e sistemáticos. A ciência se baseia na observação, na experimentação, na lógica e na falsificabilidade. A ciência tem como objetivo compreender a realidade e promover o bem-estar da humanidade. A ciência também contribui para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social do país.

    A relação entre religião e ciência no Brasil é complexa e multifacetada, envolvendo aspectos históricos, culturais, sociais, políticos e educacionais. Não há uma resposta simples ou única para explicar o fato de algumas pessoas preferirem uma educação voltada para a religiosidade do que para a ciência, mas é possível apontar alguns fatores que podem contribuir para essa preferência.

    Um desses fatores é a falta de investimento e de valorização da ciência e da educação científica no Brasil, que dificulta o acesso e a compreensão dos conhecimentos produzidos pela ciência. O Brasil ocupa o 13º lugar no ranking mundial de produção científica, mas apenas o 40º lugar no ranking de impacto científico. Além disso, o Brasil enfrenta problemas como a baixa qualidade do ensino básico, a escassez de recursos para a pesquisa, a fuga de cérebros e a desinformação sobre temas científicos. Esses problemas afetam a formação e a participação dos cidadãos na cultura científica.

    Outro fator é a existência de conflitos e tensões entre religião e ciência no Brasil, que podem gerar resistências ou rejeições à ciência por parte de alguns grupos religiosos. Esses conflitos podem ser motivados por questões como a origem da vida, a evolução das espécies, a sexualidade humana, o aborto, as células-tronco, as vacinas, entre outras. Alguns grupos religiosos podem ver a ciência como uma ameaça à sua fé ou à sua moral, e podem defender uma educação baseada em seus dogmas ou em suas interpretações da Bíblia.

    Um terceiro fator é o uso indevido ou distorcido da física quântica por parte de alguns charlatões que se aproveitam da confusão e da curiosidade das pessoas para vender produtos, serviços ou ideologias que não têm nenhuma base científica ou evidência empírica. Esses charlatões usam termos e conceitos da física quântica para explicar fenômenos espirituais ou paranormais que parecem dar suporte às suas afirmações. Eles também citam nomes de cientistas famosos ou usam argumentos de autoridade para dar um verniz de seriedade e legitimidade às suas propostas.

    Portanto, a preferência por uma educação voltada para a religiosidade do que para a ciência no Brasil pode ser explicada por uma combinação de fatores que envolvem a influência da religião na sociedade brasileira, os problemas da ciência e da educação científica no Brasil e os conflitos entre religião e ciência no Brasil. Esses fatores não são estáticos ou homogêneos, mas podem variar conforme o contexto histórico, o perfil social e o posicionamento ideológico dos indivíduos ou dos grupos envolvidos.

    Entenda os fatores que influenciam essa escolha e as consequências que ela pode ter para a sociedade.

    A religião é um fenômeno cultural que envolve crenças, rituais, valores e práticas relacionadas à espiritualidade e à transcendência. A religião pode oferecer às pessoas um sentido para a vida, uma esperança para o futuro, uma orientação moral e uma identidade social. Segundo o Censo de 2010 do IBGE, 86,8% dos brasileiros se declararam adeptos de alguma religião, sendo que 64,6% eram católicos e 22,2% eram evangélicos. A religião tem um papel importante na formação da cultura e da política brasileiras.

    A ciência é um conjunto de conhecimentos que busca explicar os fenômenos naturais e sociais por meio de métodos rigorosos e sistemáticos. A ciência se baseia na observação, na experimentação, na lógica e na falsificabilidade. A ciência tem como objetivo compreender a realidade e promover o bem-estar da humanidade. A ciência também contribui para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social do país.

    A relação entre religião e ciência no Brasil é complexa e multifacetada, envolvendo aspectos históricos, culturais, sociais, políticos e educacionais. Não há uma resposta simples ou única para explicar o fato de algumas pessoas preferirem uma educação voltada para a religiosidade do que para a ciência, mas é possível apontar alguns fatores que podem contribuir para essa preferência.

    Um desses fatores é a falta de investimento e de valorização da ciência e da educação científica no Brasil, que dificulta o acesso e a compreensão dos conhecimentos produzidos pela ciência. O Brasil ocupa o 13º lugar no ranking mundial de produção científica, mas apenas o 40º lugar no ranking de impacto científico. Além disso, o Brasil enfrenta problemas como a baixa qualidade do ensino básico, a escassez de recursos para a pesquisa, a fuga de cérebros e a desinformação sobre temas científicos. Esses problemas afetam a formação e a participação dos cidadãos na cultura científica.

    Outro fator é a existência de conflitos e tensões entre religião e ciência no Brasil, que podem gerar resistências ou rejeições à ciência por parte de alguns grupos religiosos. Esses conflitos podem ser motivados por questões como a origem da vida, a evolução das espécies, a sexualidade humana, o aborto, as células-tronco, as vacinas, entre outras. Alguns grupos religiosos podem ver a ciência como uma ameaça à sua fé ou à sua moral, e podem defender uma educação baseada em seus dogmas ou em suas interpretações da Bíblia.

    Um terceiro fator é o uso indevido ou distorcido da física quântica por parte de alguns charlatões que se aproveitam da confusão e da curiosidade das pessoas para vender produtos, serviços ou ideologias que não têm nenhuma base científica ou evidência empírica. Esses charlatões usam termos e conceitos da física quântica para explicar fenômenos espirituais ou paranormais que parecem dar suporte às suas afirmações. Eles também citam nomes de cientistas famosos ou usam argumentos de autoridade para dar um verniz de seriedade e legitimidade às suas propostas.

    Portanto, a preferência por uma educação voltada para a religiosidade do que para a ciência no Brasil pode ser explicada por uma combinação de fatores que envolvem a influência da religião na sociedade brasileira, os problemas da ciência e da educação científica no Brasil e os conflitos entre religião e ciência no Brasil. Esses fatores não são estáticos ou homogêneos, mas podem variar conforme o contexto histórico, o perfil social e o posicionamento ideológico dos indivíduos ou dos grupos envolvidos.

  • Veja os melhores modelos de Smart TV Xiaomi para comprar em 2023

    Veja os melhores modelos de Smart TV Xiaomi para comprar em 2023

    Se você está procurando uma Smart TV de qualidade, com design moderno, resolução 4K e sistema Android, a Xiaomi pode ser uma boa opção. A marca chinesa oferece diversos modelos de televisores inteligentes com preços competitivos e recursos avançados. 

    Confira alguns dos melhores modelos de Smart TV Xiaomi para comprar em 2023.

    Xiaomi Mi TV P1 32 LED: uma Smart TV compacta e completa

    Se você tem pouco espaço ou quer uma Smart TV para o quarto ou a cozinha, a Xiaomi Mi TV P1 32 LED pode ser uma boa escolha. Ela tem uma tela LED de 32 polegadas, sem bordas, que oferece uma imagem nítida e cores vivas. O som também é de alta qualidade, com dois alto-falantes de 5 W cada.

    A Xiaomi Mi TV P1 32 LED vem com o sistema Android, que permite acessar diversos aplicativos e jogos, como Netflix, YouTube, Spotify e muito mais. Ela também tem função Smart TV, que permite navegar na internet, usar o comando de voz e espelhar a tela do seu smartphone. O preço é de cerca de R$ 1.000.

    Xiaomi Mi TV 4A 43 T2: uma Smart TV elegante e versátil

    Se você quer uma Smart TV maior e mais sofisticada, a Xiaomi Mi TV 4A 43 T2 pode ser uma ótima opção. Ela tem uma tela LED de 43 polegadas, com design moderno e elegante, que ocupa quase toda a parte frontal do aparelho. O ângulo de visão é máximo, o que garante uma boa experiência em qualquer posição.

    A Xiaomi Mi TV 4A 43 T2 também vem com o sistema Android e função Smart TV, além de ter um som poderoso, com dois alto-falantes de 8 W cada. Ela também tem um sintonizador simples, com um conjunto básico de recursos. O preço é de cerca de R$ 2.000.

    Xiaomi Mi TV 4A 60: uma Smart TV robusta e potente

    Se você quer uma Smart TV grande e potente, a Xiaomi Mi TV 4A 60 pode ser a ideal para você. Ela tem uma tela LCD de 60 polegadas, com resolução 4K, que oferece uma imagem impressionante e detalhada. Ela também tem construção em metal, que dá um toque de requinte ao aparelho.

    A Xiaomi Mi TV 4A 60 tem um processador Amlogic de 1,5 GHz, uma placa gráfica Mali-450, 2 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno. Essas especificações garantem um bom desempenho na hora de rodar os aplicativos e jogos do sistema Android e da função Smart TV. O preço é de cerca de R$ 2.300.

    Xiaomi Mi TV Pro 75: uma Smart TV premium e imersiva

    Se você quer uma Smart TV premium e imersiva, a Xiaomi Mi TV Pro 75 pode ser a melhor escolha. Ela tem uma tela LCD de 75 polegadas, com resolução 4K e suporte ao padrão HDR10, que oferece uma imagem incrível e realista. Ela também tem design sem bordas, que ocupa 97% da parte frontal do aparelho.

    A Xiaomi Mi TV Pro 75 tem um processador Amlogic T972 de 1,9 GHz, uma placa gráfica Mali-G31, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno. Essas especificações garantem um ótimo desempenho na hora de rodar os aplicativos e jogos do sistema Android e da função Smart TV. Ela também está pronta para conteúdos em 8K através de upscaling. O preço é de cerca de R$ 8.900.

    Xiaomi Mi Box S: um aparelho que transforma sua TV antiga em Smart

    Se você não quer comprar uma nova Smart TV, mas quer aproveitar os recursos inteligentes em sua TV antiga, a Xiaomi Mi Box S pode ser a solução. Ela é um aparelho que se conecta à sua TV por meio de um cabo HDMI e permite acessar o sistema Android e diversos aplicativos e jogos.

    A Xiaomi Mi Box S tem resolução 4K, controle remoto com comando de voz, Chromecast integrado e acesso a serviços de streaming, como Netflix, YouTube, Amazon Prime Video e muito mais. Ela também tem um design compacto e discreto, que não ocupa muito espaço. O preço é de cerca de R$ 500.

    Confira alguns dos melhores modelos de Smart TV Xiaomi para comprar em 2023.

    Xiaomi Mi TV P1 32 LED: uma Smart TV compacta e completa

    Se você tem pouco espaço ou quer uma Smart TV para o quarto ou a cozinha, a Xiaomi Mi TV P1 32 LED pode ser uma boa escolha. Ela tem uma tela LED de 32 polegadas, sem bordas, que oferece uma imagem nítida e cores vivas. O som também é de alta qualidade, com dois alto-falantes de 5 W cada.

    A Xiaomi Mi TV P1 32 LED vem com o sistema Android, que permite acessar diversos aplicativos e jogos, como Netflix, YouTube, Spotify e muito mais. Ela também tem função Smart TV, que permite navegar na internet, usar o comando de voz e espelhar a tela do seu smartphone. O preço é de cerca de R$ 1.000.

    Xiaomi Mi TV 4A 43 T2: uma Smart TV elegante e versátil

    Se você quer uma Smart TV maior e mais sofisticada, a Xiaomi Mi TV 4A 43 T2 pode ser uma ótima opção. Ela tem uma tela LED de 43 polegadas, com design moderno e elegante, que ocupa quase toda a parte frontal do aparelho. O ângulo de visão é máximo, o que garante uma boa experiência em qualquer posição.

    A Xiaomi Mi TV 4A 43 T2 também vem com o sistema Android e função Smart TV, além de ter um som poderoso, com dois alto-falantes de 8 W cada. Ela também tem um sintonizador simples, com um conjunto básico de recursos. O preço é de cerca de R$ 2.000.

    Xiaomi Mi TV 4A 60: uma Smart TV robusta e potente

    Se você quer uma Smart TV grande e potente, a Xiaomi Mi TV 4A 60 pode ser a ideal para você. Ela tem uma tela LCD de 60 polegadas, com resolução 4K, que oferece uma imagem impressionante e detalhada. Ela também tem construção em metal, que dá um toque de requinte ao aparelho.

    A Xiaomi Mi TV 4A 60 tem um processador Amlogic de 1,5 GHz, uma placa gráfica Mali-450, 2 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno. Essas especificações garantem um bom desempenho na hora de rodar os aplicativos e jogos do sistema Android e da função Smart TV. O preço é de cerca de R$ 2.300.

    Xiaomi Mi TV Pro 75: uma Smart TV premium e imersiva

    Se você quer uma Smart TV premium e imersiva, a Xiaomi Mi TV Pro 75 pode ser a melhor escolha. Ela tem uma tela LCD de 75 polegadas, com resolução 4K e suporte ao padrão HDR10, que oferece uma imagem incrível e realista. Ela também tem design sem bordas, que ocupa 97% da parte frontal do aparelho.

    A Xiaomi Mi TV Pro 75 tem um processador Amlogic T972 de 1,9 GHz, uma placa gráfica Mali-G31, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno. Essas especificações garantem um ótimo desempenho na hora de rodar os aplicativos e jogos do sistema Android e da função Smart TV. Ela também está pronta para conteúdos em 8K através de upscaling. O preço é de cerca de R$ 8.900.

    Xiaomi Mi Box S: um aparelho que transforma sua TV antiga em Smart

    Se você não quer comprar uma nova Smart TV, mas quer aproveitar os recursos inteligentes em sua TV antiga, a Xiaomi Mi Box S pode ser a solução. Ela é um aparelho que se conecta à sua TV por meio de um cabo HDMI e permite acessar o sistema Android e diversos aplicativos e jogos.

    A Xiaomi Mi Box S tem resolução 4K, controle remoto com comando de voz, Chromecast integrado e acesso a serviços de streaming, como Netflix, YouTube, Amazon Prime Video e muito mais. Ela também tem um design compacto e discreto, que não ocupa muito espaço. O preço é de cerca de R$ 500.

  • Dá pra burlar o bloqueio do YouTube para quem usa adblock?

    Dá pra burlar o bloqueio do YouTube para quem usa adblock?

    Você já se deparou com uma tela que impede você de assistir aos vídeos do YouTube porque você usa um bloqueador de anúncios? Se sim, saiba que você não está sozinho.

    O YouTube está realizando um experimento global para impedir que usuários que usam adblock assistam aos vídeos sem publicidade. Mas por que o YouTube está fazendo isso? E existe alguma maneira de contornar essa restrição? Neste post, vamos explicar o que está acontecendo e quais são as possíveis soluções.

    O que é um adblock?

    Um adblock é uma extensão para navegador que permite bloquear anúncios de sites e vídeos, como os do YouTube. Ele pode tornar a navegação mais rápida, segura e menos poluída. Muitas pessoas usam adblock para evitar a interrupção dos vídeos por anúncios que não podem ser pulados ou que aparecem no meio da reprodução.

    Por que o YouTube está bloqueando quem usa adblock?

    Segundo a plataforma, essa medida visa incentivar os espectadores a permitir anúncios no YouTube ou experimentar o YouTube Premium, que oferece acesso sem anúncios e outros benefícios. O YouTube afirma que o uso de bloqueadores viola os Termos de Serviço do site e prejudica o ecossistema de criadores que dependem da receita dos anúncios. Os anúncios são a principal fonte de renda do YouTube e dos produtores de conteúdo que usam a plataforma.

    Como funciona o bloqueio?

    Os usuários afetados recebem uma notificação que informa que o player de vídeo será bloqueado depois de assistir a três vídeos com o adblock ativo, a menos que desativem a ferramenta ou permitam os anúncios. O bloqueio é temporário e pode ser revertido se o usuário seguir as instruções da plataforma. O YouTube diz que leva a desativação de reprodução muito a sério e só faz isso se os usuários ignorarem pedidos repetidos para permitir os anúncios.

    Como burlar o bloqueio?

    Existem algumas maneiras de tentar burlar o bloqueio de adblock no YouTube, mas nenhuma delas é garantida ou recomendada pela plataforma. Algumas delas são:

    • Usar um navegador ou uma extensão que tenha um bloqueador de anúncios nativo, como o DuckDuckGo ou o AdBlock Video. Esses bloqueadores podem não ser detectados pelo YouTube ou podem ter alguma forma de enganar o sistema.

    • Usar um script que desative o anti-adblock do YouTube, como o Anti Adblock Killer. Esse script é um código que pode ser instalado em uma extensão chamada Tampermonkey e que promete desabilitar as telas que detectam o adblock.

    • Permitir anúncios de canais específicos do YouTube que você queira apoiar, usando as opções do AdBlock. Essa opção permite que você crie uma lista de exceções para os canais que você gosta e quer ajudar financeiramente. Assim, você pode assistir aos vídeos desses canais com anúncios e sem bloqueio.

    Qual é a melhor opção?

    A melhor opção depende da sua preferência e do seu orçamento. Se você quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem burlar as regras, a melhor opção é assinar o YouTube Premium. Essa assinatura custa R$ 20,90 por mês e oferece acesso ilimitado ao YouTube sem anúncios, ao YouTube Music e ao YouTube Originals. Além disso, você pode baixar vídeos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano no seu celular.

    Se você não quiser pagar pelo YouTube Premium, mas quiser apoiar os criadores de conteúdo, você pode permitir os anúncios dos canais que você gosta usando as opções do AdBlock. Assim, você contribui para a renda dos produtores e evita o bloqueio do player.

    Se você não se importar em burlar as regras e quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem pagar nada, você pode tentar usar um navegador ou uma extensão com bloqueador nativo ou um script que desative o anti-adblock. No entanto, essas soluções podem não funcionar sempre ou podem trazer riscos de segurança ou de violação de privacidade. Além disso, você pode prejudicar os criadores de conteúdo que dependem dos anúncios para continuar produzindo.

    O YouTube está realizando um experimento global para impedir que usuários que usam adblock assistam aos vídeos sem publicidade. Mas por que o YouTube está fazendo isso? E existe alguma maneira de contornar essa restrição? Neste post, vamos explicar o que está acontecendo e quais são as possíveis soluções.

    O que é um adblock?

    Um adblock é uma extensão para navegador que permite bloquear anúncios de sites e vídeos, como os do YouTube. Ele pode tornar a navegação mais rápida, segura e menos poluída. Muitas pessoas usam adblock para evitar a interrupção dos vídeos por anúncios que não podem ser pulados ou que aparecem no meio da reprodução.

    Por que o YouTube está bloqueando quem usa adblock?

    Segundo a plataforma, essa medida visa incentivar os espectadores a permitir anúncios no YouTube ou experimentar o YouTube Premium, que oferece acesso sem anúncios e outros benefícios. O YouTube afirma que o uso de bloqueadores viola os Termos de Serviço do site e prejudica o ecossistema de criadores que dependem da receita dos anúncios. Os anúncios são a principal fonte de renda do YouTube e dos produtores de conteúdo que usam a plataforma.

    Como funciona o bloqueio?

    Os usuários afetados recebem uma notificação que informa que o player de vídeo será bloqueado depois de assistir a três vídeos com o adblock ativo, a menos que desativem a ferramenta ou permitam os anúncios. O bloqueio é temporário e pode ser revertido se o usuário seguir as instruções da plataforma. O YouTube diz que leva a desativação de reprodução muito a sério e só faz isso se os usuários ignorarem pedidos repetidos para permitir os anúncios.

    Como burlar o bloqueio?

    Existem algumas maneiras de tentar burlar o bloqueio de adblock no YouTube, mas nenhuma delas é garantida ou recomendada pela plataforma. Algumas delas são:

    • Usar um navegador ou uma extensão que tenha um bloqueador de anúncios nativo, como o DuckDuckGo ou o AdBlock Video. Esses bloqueadores podem não ser detectados pelo YouTube ou podem ter alguma forma de enganar o sistema.

    • Usar um script que desative o anti-adblock do YouTube, como o Anti Adblock Killer. Esse script é um código que pode ser instalado em uma extensão chamada Tampermonkey e que promete desabilitar as telas que detectam o adblock.

    • Permitir anúncios de canais específicos do YouTube que você queira apoiar, usando as opções do AdBlock. Essa opção permite que você crie uma lista de exceções para os canais que você gosta e quer ajudar financeiramente. Assim, você pode assistir aos vídeos desses canais com anúncios e sem bloqueio.

    Qual é a melhor opção?

    A melhor opção depende da sua preferência e do seu orçamento. Se você quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem burlar as regras, a melhor opção é assinar o YouTube Premium. Essa assinatura custa R$ 20,90 por mês e oferece acesso ilimitado ao YouTube sem anúncios, ao YouTube Music e ao YouTube Originals. Além disso, você pode baixar vídeos para assistir offline e reproduzir vídeos em segundo plano no seu celular.

    Se você não quiser pagar pelo YouTube Premium, mas quiser apoiar os criadores de conteúdo, você pode permitir os anúncios dos canais que você gosta usando as opções do AdBlock. Assim, você contribui para a renda dos produtores e evita o bloqueio do player.

    Se você não se importar em burlar as regras e quiser assistir aos vídeos sem anúncios e sem pagar nada, você pode tentar usar um navegador ou uma extensão com bloqueador nativo ou um script que desative o anti-adblock. No entanto, essas soluções podem não funcionar sempre ou podem trazer riscos de segurança ou de violação de privacidade. Além disso, você pode prejudicar os criadores de conteúdo que dependem dos anúncios para continuar produzindo.

  • Ondas gravitacionais gigantes: o que elas revelam sobre o universo

    Ondas gravitacionais gigantes: o que elas revelam sobre o universo

    As ondas gravitacionais são perturbações no espaço-tempo causadas por eventos cósmicos extremos, como a colisão de buracos negros ou estrelas de nêutrons. Elas foram previstas por Albert Einstein há mais de um século, mas só foram detectadas pela primeira vez em 2015, pelo observatório LIGO nos Estados Unidos.

    Desde então, os cientistas têm usado as ondas gravitacionais para estudar fenômenos que não podem ser observados diretamente pela luz, como a natureza da matéria escura, a origem dos elementos pesados e a evolução das galáxias.

    Mas há um tipo de onda gravitacional que ainda não foi captado pelos instrumentos atuais: as ondas gravitacionais gigantes, ou primordiais. Essas ondas teriam sido geradas logo após o Big Bang, na fase de inflação do universo, quando ele se expandiu exponencialmente em uma fração de segundo.

    As ondas gravitacionais gigantes são consideradas uma das evidências mais fortes da teoria da inflação, que tenta explicar como o universo adquiriu as propriedades que observamos hoje, como a homogeneidade, a isotropia e a planura. Além disso, elas poderiam revelar detalhes sobre a física de altas energias que ocorreu no início do universo, além do alcance do Modelo Padrão.

    Para detectar essas ondas, os cientistas precisam de instrumentos muito sensíveis e capazes de medir frequências muito baixas, da ordem de nanohertz. Essas frequências correspondem ao comprimento de onda do tamanho do universo observável, ou seja, cerca de 93 bilhões de anos-luz.

    Um dos projetos que busca captar essas ondas é o NANOGrav, uma colaboração internacional que usa uma rede de radiotelescópios para monitorar pulsares, que são estrelas de nêutrons que emitem feixes de rádio com períodos regulares. Ao medir o tempo de chegada dos sinais dos pulsares, os cientistas podem detectar variações causadas por ondas gravitacionais que passam pelo espaço-tempo.

    Em janeiro deste ano, o NANOGrav anunciou um resultado intrigante: eles encontraram uma correlação entre os sinais dos pulsares que poderia indicar a presença de um fundo estocástico de ondas gravitacionais. No entanto, eles não puderam confirmar se essas ondas são primordiais ou se têm outra origem, como a fusão de buracos negros supermassivos no centro das galáxias.

    Para esclarecer essa questão, os cientistas precisam de mais dados e de mais colaboração entre os diferentes projetos que buscam detectar ondas gravitacionais. Alguns exemplos são o LISA, um observatório espacial que será lançado em 2034 pela Agência Espacial Europeia (ESA), e o SKA, um conjunto de radiotelescópios que será construído na África do Sul e na Austrália pela Organização SKA.

    Se as ondas gravitacionais gigantes forem finalmente detectadas, elas serão uma janela única para o universo primordial e para a física além do conhecido. Elas também serão um marco histórico para a ciência e para a humanidade.

    Desde então, os cientistas têm usado as ondas gravitacionais para estudar fenômenos que não podem ser observados diretamente pela luz, como a natureza da matéria escura, a origem dos elementos pesados e a evolução das galáxias.

    Mas há um tipo de onda gravitacional que ainda não foi captado pelos instrumentos atuais: as ondas gravitacionais gigantes, ou primordiais. Essas ondas teriam sido geradas logo após o Big Bang, na fase de inflação do universo, quando ele se expandiu exponencialmente em uma fração de segundo.

    As ondas gravitacionais gigantes são consideradas uma das evidências mais fortes da teoria da inflação, que tenta explicar como o universo adquiriu as propriedades que observamos hoje, como a homogeneidade, a isotropia e a planura. Além disso, elas poderiam revelar detalhes sobre a física de altas energias que ocorreu no início do universo, além do alcance do Modelo Padrão.

    Para detectar essas ondas, os cientistas precisam de instrumentos muito sensíveis e capazes de medir frequências muito baixas, da ordem de nanohertz. Essas frequências correspondem ao comprimento de onda do tamanho do universo observável, ou seja, cerca de 93 bilhões de anos-luz.

    Um dos projetos que busca captar essas ondas é o NANOGrav, uma colaboração internacional que usa uma rede de radiotelescópios para monitorar pulsares, que são estrelas de nêutrons que emitem feixes de rádio com períodos regulares. Ao medir o tempo de chegada dos sinais dos pulsares, os cientistas podem detectar variações causadas por ondas gravitacionais que passam pelo espaço-tempo.

    Em janeiro deste ano, o NANOGrav anunciou um resultado intrigante: eles encontraram uma correlação entre os sinais dos pulsares que poderia indicar a presença de um fundo estocástico de ondas gravitacionais. No entanto, eles não puderam confirmar se essas ondas são primordiais ou se têm outra origem, como a fusão de buracos negros supermassivos no centro das galáxias.

    Para esclarecer essa questão, os cientistas precisam de mais dados e de mais colaboração entre os diferentes projetos que buscam detectar ondas gravitacionais. Alguns exemplos são o LISA, um observatório espacial que será lançado em 2034 pela Agência Espacial Europeia (ESA), e o SKA, um conjunto de radiotelescópios que será construído na África do Sul e na Austrália pela Organização SKA.

    Se as ondas gravitacionais gigantes forem finalmente detectadas, elas serão uma janela única para o universo primordial e para a física além do conhecido. Elas também serão um marco histórico para a ciência e para a humanidade.

  • Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    Positividade tóxica: Carolina Ferraz desabafa e recebe apoio e críticas nas redes sociais

    A atriz e apresentadora Carolina Ferraz usou o Instagram na última quarta-feira (28) para fazer um desabafo contra a chamada positividade tóxica, que é a tendência de ignorar ou reprimir as emoções negativas ou desagradáveis, como tristeza, raiva, frustração ou medo, e forçar uma atitude positiva ou otimista em todas as situações, mesmo quando não…

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

    Ela disse que se irritou com uma pessoa que perguntou o que ela já tinha feito para se tornar um ser humano melhor e que cancelou a pessoa. Ela também defendeu que as pessoas devem se permitir sentir tristeza e luto, sem ter que fingir uma felicidade constante. O vídeo dela gerou repercussão e dividiu opiniões nas redes sociais.

    “Eu sou comprometida comigo mesma, quero melhorar, quer ser um ser humano melhor. Mas esse povo que fica fazendo ‘coaching’ da alegria é muito irritante, essa positividade tóxica é muito chata, sabe? Eu tenho uma amiga e a mãe faleceu. Deixa a pessoa sofrer, gente! Deixa ela ficar de luto, ela vai se recuperar, é evidente. Mas, para se recuperar, você precisa viver aquela dor”, disse a atriz no vídeo.

    Ela também criticou a obrigação de se esforçar para ser uma pessoa melhor todos os dias. “Não dá para você acordar todo dia e dizer: ‘poxa, hoje o que é que eu já fiz para ser a pessoa que eu quero ser amanhã?’ Por que isso? Tem dia que eu acordo e o máximo que eu consigo é acordar, trabalhar, responder meus e-mails. O máximo que eu consigo naquele dia é fazer coisas do dia a dia”, afirmou.

    Na legenda do vídeo, Carolina ainda opinou mais sobre o assunto. “Quando a ‘positividade tóxica’ incomoda. Num mundo de imagens, onde todos estão ‘lindos e felizes’ o tempo todo, onde existem coachs para tudo (nada contra coachs, tá gente!), as pessoas não se permitem mais estarem tristes ou simplesmente normais.”

    A postagem da atriz recebeu apoio de alguns famosos, como Lucio Mauro Filho e Giovanna Lancellotti, mas também gerou críticas de alguns internautas, que acharam que ela foi exagerada ou desrespeitosa com quem tenta ser positivo.

    A positividade tóxica pode ser prejudicial para a saúde mental e o bem-estar das pessoas, pois nega a validade e a importância de expressar e lidar com os sentimentos difíceis. A positividade tóxica também pode isolar as pessoas que precisam de apoio e compreensão, pois elas podem se sentir culpadas ou inadequadas por não serem felizes o tempo todo.

    A positividade tóxica não deve ser confundida com a psicologia positiva, que é um ramo da psicologia que estuda os aspectos que tornam o ser humano feliz e resiliente, sem negar ou evitar as emoções negativas, mas sim reconhecendo-as e buscando formas de superá-las.

  • Novo tratamento genérico para vários tipos de câncer é testado com sucesso em camundongos

    Novo tratamento genérico para vários tipos de câncer é testado com sucesso em camundongos

    Uma equipe de pesquisadores japoneses desenvolveu um novo tipo de terapia alfa-particle que tem o potencial de tratar vários tipos de câncer, com menos efeitos colaterais negativos do que os métodos atualmente disponíveis.

    O estudo de prova de conceito mostrou que tumores em camundongos cresceram quase três vezes menos e a sobrevivência foi de 100% após apenas uma injeção de um composto que é projetado para emitir pequenas quantidades de radiação alfa de dentro das células cancerosas, matando-as mas poupando o tecido saudável.

    A terapia alfa-particle é uma forma de radioterapia que usa partículas alfa, que são núcleos de hélio com alta energia, para atacar as células cancerosas. As partículas alfa têm um alcance muito curto e podem ser bloqueadas por uma folha de papel, o que significa que elas causam menos danos aos tecidos normais ao redor do tumor. No entanto, para que essa terapia seja eficaz, é preciso encontrar uma maneira de direcionar as partículas alfa para as células cancerosas específicas.

    Os pesquisadores liderados por Katsunori Tanaka no RIKEN Cluster for Pioneering Research (CPR) e Hiromitsu Haba no RIKEN Nishina Center for Accelerator-Based Science (RNC) encontraram uma solução baseada na química básica e no fato de que um composto chamado acroleína se acumula nas células cancerosas. Eles usaram um tipo de azida – uma molécula orgânica com um grupo de três átomos de nitrogênio (N 3) na extremidade – para transportar um radionuclídeo chamado astato-211, que emite radiação alfa à medida que se decompõe. Quando a azida e a acroleína se encontram dentro de uma célula cancerosa, elas reagem e o astato-211 fica ancorado nas estruturas internas da célula. Como a acroleína está quase ausente das células saudáveis, essa técnica age como um míssil teleguiado para iluminar as células cancerosas no corpo.

    Em um experimento com camundongos, os pesquisadores implantaram células tumorais humanas de pulmão e testaram o tratamento sob três condições: injetando apenas astato-211 no tumor, injetando a sonda azida-astato-211 no tumor e injetando a sonda azida-astato-211 na corrente sanguínea. Eles descobriram que sem direcionamento, os tumores continuaram a crescer e os camundongos não sobreviveram. Como esperado, quando a sonda azida foi usada, os tumores cresceram quase três vezes menos e muitos mais camundongos sobreviveram – 100% quando foi injetada no tumor e 80% quando injetada no sangue.

    “Descobrimos que apenas uma injeção tumoral com apenas 70 kBq de radioatividade foi extremamente eficaz para direcionar e eliminar as células tumorais”, diz Tanaka. “Mesmo quando injetamos o composto de tratamento na corrente sanguínea, conseguimos obter resultados semelhantes. Isso significa que podemos usar esse método para tratar o câncer em estágio inicial mesmo se não soubermos onde está o tumor.” A versão fluorescente dessa técnica já está sendo testada em ensaios clínicos como uma forma de visualizar / diagnosticar o câncer em nível celular. O próximo passo é encontrar um parceiro e iniciar ensaios clínicos usando esse novo método para tratar o câncer em humanos.

    Fonte: Link.

    O estudo de prova de conceito mostrou que tumores em camundongos cresceram quase três vezes menos e a sobrevivência foi de 100% após apenas uma injeção de um composto que é projetado para emitir pequenas quantidades de radiação alfa de dentro das células cancerosas, matando-as mas poupando o tecido saudável.

    A terapia alfa-particle é uma forma de radioterapia que usa partículas alfa, que são núcleos de hélio com alta energia, para atacar as células cancerosas. As partículas alfa têm um alcance muito curto e podem ser bloqueadas por uma folha de papel, o que significa que elas causam menos danos aos tecidos normais ao redor do tumor. No entanto, para que essa terapia seja eficaz, é preciso encontrar uma maneira de direcionar as partículas alfa para as células cancerosas específicas.

    Os pesquisadores liderados por Katsunori Tanaka no RIKEN Cluster for Pioneering Research (CPR) e Hiromitsu Haba no RIKEN Nishina Center for Accelerator-Based Science (RNC) encontraram uma solução baseada na química básica e no fato de que um composto chamado acroleína se acumula nas células cancerosas. Eles usaram um tipo de azida – uma molécula orgânica com um grupo de três átomos de nitrogênio (N 3) na extremidade – para transportar um radionuclídeo chamado astato-211, que emite radiação alfa à medida que se decompõe. Quando a azida e a acroleína se encontram dentro de uma célula cancerosa, elas reagem e o astato-211 fica ancorado nas estruturas internas da célula. Como a acroleína está quase ausente das células saudáveis, essa técnica age como um míssil teleguiado para iluminar as células cancerosas no corpo.

    Em um experimento com camundongos, os pesquisadores implantaram células tumorais humanas de pulmão e testaram o tratamento sob três condições: injetando apenas astato-211 no tumor, injetando a sonda azida-astato-211 no tumor e injetando a sonda azida-astato-211 na corrente sanguínea. Eles descobriram que sem direcionamento, os tumores continuaram a crescer e os camundongos não sobreviveram. Como esperado, quando a sonda azida foi usada, os tumores cresceram quase três vezes menos e muitos mais camundongos sobreviveram – 100% quando foi injetada no tumor e 80% quando injetada no sangue.

    “Descobrimos que apenas uma injeção tumoral com apenas 70 kBq de radioatividade foi extremamente eficaz para direcionar e eliminar as células tumorais”, diz Tanaka. “Mesmo quando injetamos o composto de tratamento na corrente sanguínea, conseguimos obter resultados semelhantes. Isso significa que podemos usar esse método para tratar o câncer em estágio inicial mesmo se não soubermos onde está o tumor.” A versão fluorescente dessa técnica já está sendo testada em ensaios clínicos como uma forma de visualizar / diagnosticar o câncer em nível celular. O próximo passo é encontrar um parceiro e iniciar ensaios clínicos usando esse novo método para tratar o câncer em humanos.

    Fonte: Link.

  • Desenrola Brasil: saiba como renegociar suas dívidas com o governo

    Desenrola Brasil: saiba como renegociar suas dívidas com o governo

    Você está com o nome sujo e não sabe como sair dessa situação? Então fique atento ao Desenrola Brasil, um programa do governo federal que pode te ajudar a quitar suas dívidas com descontos e condições facilitadas.

    O Desenrola Brasil foi uma promessa de campanha do presidente Lula (PT) e foi regulamentado por uma portaria publicada nesta quarta-feira, 28 de junho de 2023. O objetivo do programa é combater a inadimplência no país e beneficiar cerca de 70 milhões de pessoas que estão com o CPF negativado nos cadastros dos birôs de crédito, como a Serasa e o SPC Brasil.

    O programa é dividido em duas faixas, de acordo com a renda mensal e o valor da dívida dos beneficiários. Veja como funciona cada uma delas:

    • Faixa 1: para quem recebe até dois salários mínimos ou está inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Essas pessoas podem renegociar dívidas de até R$ 5 mil, com juros de 1,99% ao mês, parcela mínima de R$ 50 e prazo de até 60 meses. O programa também prevê o perdão de dívidas de até R$ 100 e um curso de educação financeira para os participantes.

    • Faixa 2: para quem recebe até R$ 20 mil por mês e pode renegociar dívidas sem limite de valor, com prazo mínimo de 12 meses. Nesse caso, não há perdão de dívidas nem curso de educação financeira.

    Para aderir ao programa, os interessados devem acessar uma plataforma digital com o login do portal gov.br e escolher uma instituição financeira credenciada para fazer a renegociação. A previsão é que o programa comece a funcionar em setembro de 2023.

    O governo fará um leilão para a adesão dos credores, que são as empresas ou pessoas que têm direito a receber as dívidas. As instituições que oferecerem mais descontos serão contempladas pelo programa e receberão os valores renegociados dos devedores.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o Desenrola Brasil vai melhorar as condições dos credores e facilitar a vida dos devedores. Segundo ele, o programa vai possibilitar a recuperação do crédito no país e estimular a economia.

    Se você se enquadra em alguma das faixas do programa e quer se livrar das dívidas, não perca essa oportunidade. Acesse o site do Desenrola Brasil e saiba mais sobre como participar.

    O Desenrola Brasil foi uma promessa de campanha do presidente Lula (PT) e foi regulamentado por uma portaria publicada nesta quarta-feira, 28 de junho de 2023. O objetivo do programa é combater a inadimplência no país e beneficiar cerca de 70 milhões de pessoas que estão com o CPF negativado nos cadastros dos birôs de crédito, como a Serasa e o SPC Brasil.

    O programa é dividido em duas faixas, de acordo com a renda mensal e o valor da dívida dos beneficiários. Veja como funciona cada uma delas:

    • Faixa 1: para quem recebe até dois salários mínimos ou está inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Essas pessoas podem renegociar dívidas de até R$ 5 mil, com juros de 1,99% ao mês, parcela mínima de R$ 50 e prazo de até 60 meses. O programa também prevê o perdão de dívidas de até R$ 100 e um curso de educação financeira para os participantes.

    • Faixa 2: para quem recebe até R$ 20 mil por mês e pode renegociar dívidas sem limite de valor, com prazo mínimo de 12 meses. Nesse caso, não há perdão de dívidas nem curso de educação financeira.

    Para aderir ao programa, os interessados devem acessar uma plataforma digital com o login do portal gov.br e escolher uma instituição financeira credenciada para fazer a renegociação. A previsão é que o programa comece a funcionar em setembro de 2023.

    O governo fará um leilão para a adesão dos credores, que são as empresas ou pessoas que têm direito a receber as dívidas. As instituições que oferecerem mais descontos serão contempladas pelo programa e receberão os valores renegociados dos devedores.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o Desenrola Brasil vai melhorar as condições dos credores e facilitar a vida dos devedores. Segundo ele, o programa vai possibilitar a recuperação do crédito no país e estimular a economia.

    Se você se enquadra em alguma das faixas do programa e quer se livrar das dívidas, não perca essa oportunidade. Acesse o site do Desenrola Brasil e saiba mais sobre como participar.

  • Censo revela que Brasil tem menos habitantes do que se estimava

    Censo revela que Brasil tem menos habitantes do que se estimava

    O Brasil tem 203 milhões de habitantes, segundo o Censo Demográfico 2020 divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (28).

    O número é menor do que o projetado pelo próprio IBGE em 2019, que era de 211 milhões.

    O Censo é a principal fonte de dados sobre a população brasileira e suas características socioeconômicas. Ele é realizado a cada dez anos e abrange todos os domicílios do país. O levantamento foi adiado em 2020 por causa da pandemia de covid-19 e enfrentou dificuldades de financiamento e de contratação de recenseadores.

    De acordo com o IBGE, a população brasileira cresceu 8,6% entre 2010 e 2020, uma taxa média anual de 0,8%. Esse ritmo é menor do que o observado na década anterior, quando a população aumentou 12,3%, ou 1,2% ao ano.

    A redução do crescimento populacional se deve principalmente à queda da fecundidade, ou seja, do número médio de filhos por mulher. Em 2020, a taxa de fecundidade foi de 1,7 filho por mulher, abaixo do nível de reposição populacional, que é de 2,1. Em 2010, essa taxa era de 1,9.

    Outro fator que influenciou o resultado do Censo foi a mortalidade. A expectativa de vida ao nascer aumentou de 73,9 anos em 2010 para 76,7 anos em 2020. No entanto, a pandemia de covid-19 provocou um excesso de mortes no país, especialmente entre os idosos. Em 2020, foram registrados 1.455.590 óbitos, um aumento de 8,6% em relação a 2019.

    O Censo também mostrou que o Brasil está envelhecendo. A proporção de pessoas com 60 anos ou mais passou de 12,1% em 2010 para 16,4% em 2020. Já a parcela de crianças e adolescentes com até 14 anos caiu de 24,1% para 20%. A população em idade ativa (15 a 59 anos) se manteve estável em torno de 63%.

    Entre as regiões do país, o Sudeste continua sendo a mais populosa, com 87 milhões de habitantes, seguida pelo Nordeste (57 milhões), Sul (30 milhões), Norte (19 milhões) e Centro-Oeste (17 milhões). A região Norte foi a que mais cresceu proporcionalmente (15%), enquanto o Sul foi a que menos cresceu (5%).

    São Paulo é o estado mais populoso do Brasil, com 46 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais (21 milhões), Rio de Janeiro (17 milhões) e Bahia (15 milhões). Roraima é o estado menos populoso, com apenas 652 mil habitantes.

    Entre as capitais, São Paulo também lidera o ranking, com 12 milhões de habitantes, seguida por Rio de Janeiro (6 milhões), Brasília (3 milhões) e Salvador (3 milhões). A capital menos populosa é Palmas, com 313 mil habitantes.

    O Censo também revelou que o Brasil tem cerca de 71 milhões de domicílios ocupados. Desse total, 86% são casas e 14% são apartamentos. A maior parte dos domicílios é própria (67%), seguida por alugada (19%) e cedida (13%).

    O acesso a serviços básicos melhorou na última década. Em 2020, 99% dos domicílios tinham acesso à eletricidade, 88% tinham acesso à rede geral de abastecimento de água e 68% tinham acesso à rede geral de esgotamento sanitário. Além disso, 80% dos domicílios tinham acesso à internet.

    O Censo também coletou informações sobre renda, educação, trabalho, saúde e religião da população brasileira. Esses dados serão divulgados posteriormente pelo IBGE.

    O número é menor do que o projetado pelo próprio IBGE em 2019, que era de 211 milhões.

    O Censo é a principal fonte de dados sobre a população brasileira e suas características socioeconômicas. Ele é realizado a cada dez anos e abrange todos os domicílios do país. O levantamento foi adiado em 2020 por causa da pandemia de covid-19 e enfrentou dificuldades de financiamento e de contratação de recenseadores.

    De acordo com o IBGE, a população brasileira cresceu 8,6% entre 2010 e 2020, uma taxa média anual de 0,8%. Esse ritmo é menor do que o observado na década anterior, quando a população aumentou 12,3%, ou 1,2% ao ano.

    A redução do crescimento populacional se deve principalmente à queda da fecundidade, ou seja, do número médio de filhos por mulher. Em 2020, a taxa de fecundidade foi de 1,7 filho por mulher, abaixo do nível de reposição populacional, que é de 2,1. Em 2010, essa taxa era de 1,9.

    Outro fator que influenciou o resultado do Censo foi a mortalidade. A expectativa de vida ao nascer aumentou de 73,9 anos em 2010 para 76,7 anos em 2020. No entanto, a pandemia de covid-19 provocou um excesso de mortes no país, especialmente entre os idosos. Em 2020, foram registrados 1.455.590 óbitos, um aumento de 8,6% em relação a 2019.

    O Censo também mostrou que o Brasil está envelhecendo. A proporção de pessoas com 60 anos ou mais passou de 12,1% em 2010 para 16,4% em 2020. Já a parcela de crianças e adolescentes com até 14 anos caiu de 24,1% para 20%. A população em idade ativa (15 a 59 anos) se manteve estável em torno de 63%.

    Entre as regiões do país, o Sudeste continua sendo a mais populosa, com 87 milhões de habitantes, seguida pelo Nordeste (57 milhões), Sul (30 milhões), Norte (19 milhões) e Centro-Oeste (17 milhões). A região Norte foi a que mais cresceu proporcionalmente (15%), enquanto o Sul foi a que menos cresceu (5%).

    São Paulo é o estado mais populoso do Brasil, com 46 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais (21 milhões), Rio de Janeiro (17 milhões) e Bahia (15 milhões). Roraima é o estado menos populoso, com apenas 652 mil habitantes.

    Entre as capitais, São Paulo também lidera o ranking, com 12 milhões de habitantes, seguida por Rio de Janeiro (6 milhões), Brasília (3 milhões) e Salvador (3 milhões). A capital menos populosa é Palmas, com 313 mil habitantes.

    O Censo também revelou que o Brasil tem cerca de 71 milhões de domicílios ocupados. Desse total, 86% são casas e 14% são apartamentos. A maior parte dos domicílios é própria (67%), seguida por alugada (19%) e cedida (13%).

    O acesso a serviços básicos melhorou na última década. Em 2020, 99% dos domicílios tinham acesso à eletricidade, 88% tinham acesso à rede geral de abastecimento de água e 68% tinham acesso à rede geral de esgotamento sanitário. Além disso, 80% dos domicílios tinham acesso à internet.

    O Censo também coletou informações sobre renda, educação, trabalho, saúde e religião da população brasileira. Esses dados serão divulgados posteriormente pelo IBGE.