Autor: Hermano Oliveira

  • Sistema de IA pode descrever odores a partir de estruturas moleculares

    Sistema de IA pode descrever odores a partir de estruturas moleculares

    Um novo sistema de inteligência artificial (IA) pode atribuir palavras descritivas, como frutado ou gramado, a odorantes, apenas analisando suas estruturas moleculares.

    Os pesquisadores que projetaram o sistema usaram-no para listar os odores que correspondem a centenas de estruturas químicas. O sistema poderia ajudar a projetar novos aromas sintéticos e entender como o cérebro humano interpreta o cheiro.

    O sistema, chamado de mapa de odor principal (POM), foi desenvolvido por uma equipe liderada por Omer Tsimhoni, da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel. Eles se inspiraram em um conceito chamado de mapa de cor principal (PCM), que é uma maneira de representar todas as cores possíveis em um espaço tridimensional.

    O POM funciona de forma semelhante, mas em vez de cores, ele usa 21 palavras descritivas para classificar os odores em um espaço tridimensional. Essas palavras foram escolhidas com base em um estudo prévio que perguntou a 49 pessoas para descrever 150 odorantes diferentes.

    Os pesquisadores treinaram o POM usando um conjunto de dados de 502 odorantes com suas estruturas moleculares e descrições de palavras. Eles usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para encontrar as relações entre as características moleculares e as palavras descritivas. Em seguida, eles testaram o POM em 575 odorantes novos e encontraram que ele podia prever as palavras descritivas com uma precisão média de 68%.

    Para validar o POM, os pesquisadores também compararam as respostas da IA com as de narizes humanos. Eles treinaram 15 voluntários para associar cheiros específicos com as mesmas palavras descritivas usadas pelo POM. Eles compararam as respostas da IA e dos humanos para 323 odorantes novos e encontraram uma alta similaridade.

    O POM é o primeiro sistema de IA capaz de descrever odores a partir de estruturas moleculares, diz Tsimhoni. Ele diz que o POM poderia ter várias aplicações, como ajudar a criar novos aromas sintéticos, melhorar a qualidade dos alimentos e bebidas, e até mesmo auxiliar no diagnóstico médico baseado em cheiro.

    No entanto, o POM também tem suas limitações e desafios. Por exemplo, ele não revela muito sobre a biologia por trás do olfato humano, como as moléculas interagem com os receptores de odor no nariz. Além disso, ele não pode prever como as misturas de odorantes criam cheiros complexos e diferentes.

    Tsimhoni diz que seu objetivo é melhorar o POM para torná-lo mais preciso e abrangente. Ele também espera colaborar com outros pesquisadores e indústrias interessados em explorar o mundo dos odores.

    O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

    Os pesquisadores que projetaram o sistema usaram-no para listar os odores que correspondem a centenas de estruturas químicas. O sistema poderia ajudar a projetar novos aromas sintéticos e entender como o cérebro humano interpreta o cheiro.

    O sistema, chamado de mapa de odor principal (POM), foi desenvolvido por uma equipe liderada por Omer Tsimhoni, da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel. Eles se inspiraram em um conceito chamado de mapa de cor principal (PCM), que é uma maneira de representar todas as cores possíveis em um espaço tridimensional.

    O POM funciona de forma semelhante, mas em vez de cores, ele usa 21 palavras descritivas para classificar os odores em um espaço tridimensional. Essas palavras foram escolhidas com base em um estudo prévio que perguntou a 49 pessoas para descrever 150 odorantes diferentes.

    Os pesquisadores treinaram o POM usando um conjunto de dados de 502 odorantes com suas estruturas moleculares e descrições de palavras. Eles usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para encontrar as relações entre as características moleculares e as palavras descritivas. Em seguida, eles testaram o POM em 575 odorantes novos e encontraram que ele podia prever as palavras descritivas com uma precisão média de 68%.

    Para validar o POM, os pesquisadores também compararam as respostas da IA com as de narizes humanos. Eles treinaram 15 voluntários para associar cheiros específicos com as mesmas palavras descritivas usadas pelo POM. Eles compararam as respostas da IA e dos humanos para 323 odorantes novos e encontraram uma alta similaridade.

    O POM é o primeiro sistema de IA capaz de descrever odores a partir de estruturas moleculares, diz Tsimhoni. Ele diz que o POM poderia ter várias aplicações, como ajudar a criar novos aromas sintéticos, melhorar a qualidade dos alimentos e bebidas, e até mesmo auxiliar no diagnóstico médico baseado em cheiro.

    No entanto, o POM também tem suas limitações e desafios. Por exemplo, ele não revela muito sobre a biologia por trás do olfato humano, como as moléculas interagem com os receptores de odor no nariz. Além disso, ele não pode prever como as misturas de odorantes criam cheiros complexos e diferentes.

    Tsimhoni diz que seu objetivo é melhorar o POM para torná-lo mais preciso e abrangente. Ele também espera colaborar com outros pesquisadores e indústrias interessados em explorar o mundo dos odores.

    O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

  • Governo de Minas lança novos produtos do Pró-Inovação para financiar projetos inovadores

    Governo de Minas lança novos produtos do Pró-Inovação para financiar projetos inovadores

    O Governo de Minas, lançou nesta sexta-feira (1º) novos produtos do Pró-Inovação, um programa de financiamento e incentivo à inovação no estado.

    O Pró-Inovação oferece condições diferenciadas para empresas mineiras que desejam investir em projetos de inovação, como desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços, melhoria da qualidade ou produtividade, adoção de novas tecnologias ou modelos de negócio, entre outros.

    O programa financia até 80% do valor do projeto de inovação, com teto entre R$ 5 milhões e R$ 30 milhões, prazo de até 36 meses de carência e até 96 meses para pagamento, e custos abaixo da taxa Selic. Além disso, o programa oferece bônus de adimplência de até 15% sobre os juros pagos.

    O objetivo do programa é impulsionar projetos de inovação em empresas mineiras, fortalecendo o setor produtivo com mais inovação e transferência de tecnologia, gerando mais competitividade, valor e emprego de qualidade. O programa também busca estimular a interação entre empresas e instituições científicas e tecnológicas, fomentando a pesquisa aplicada e a cooperação tecnológica.

    O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mateus Simões, destacou a importância do Pró-Inovação para o desenvolvimento econômico e social do estado. “O Pró-Inovação é uma iniciativa estratégica para apoiar as empresas mineiras que querem se diferenciar no mercado e se adaptar às novas demandas da sociedade. Com esse programa, o Governo de Minas reafirma o seu compromisso com a inovação como vetor de crescimento e transformação”, afirmou.

    O presidente do BDMG, Sérgio Gusmão, ressaltou as vantagens do Pró-Inovação para as empresas que buscam financiar seus projetos inovadores. “O Pró-Inovação é um produto único no mercado, que oferece condições muito atrativas para as empresas que querem investir em inovação. O programa tem uma taxa de juros muito competitiva, um prazo longo e flexível, e um bônus que reduz ainda mais o custo do financiamento. Além disso, o programa tem uma análise simplificada e ágil, que leva em conta o potencial inovador do projeto”, explicou.

    O diretor-presidente da Fapemig, Paulo Beirão, ressaltou o papel da fundação na concepção e na operacionalização do Pró-Inovação. “A Fapemig tem uma atuação fundamental no Pró-Inovação, pois é responsável pela avaliação técnica dos projetos de inovação submetidos ao programa. A fundação também contribui com a articulação entre as empresas e as instituições científicas e tecnológicas do estado, facilitando a realização de parcerias para o desenvolvimento dos projetos”, disse.

    As empresas interessadas em participar do Pró-Inovação devem acessar o site do BDMG e preencher o formulário de manifestação de interesse. Após a análise preliminar do BDMG, as empresas serão orientadas a enviar os documentos necessários para a formalização da proposta. O prazo para adesão ao programa é até 31 de dezembro de 2023.

    O Pró-Inovação oferece condições diferenciadas para empresas mineiras que desejam investir em projetos de inovação, como desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços, melhoria da qualidade ou produtividade, adoção de novas tecnologias ou modelos de negócio, entre outros.

    O programa financia até 80% do valor do projeto de inovação, com teto entre R$ 5 milhões e R$ 30 milhões, prazo de até 36 meses de carência e até 96 meses para pagamento, e custos abaixo da taxa Selic. Além disso, o programa oferece bônus de adimplência de até 15% sobre os juros pagos.

    O objetivo do programa é impulsionar projetos de inovação em empresas mineiras, fortalecendo o setor produtivo com mais inovação e transferência de tecnologia, gerando mais competitividade, valor e emprego de qualidade. O programa também busca estimular a interação entre empresas e instituições científicas e tecnológicas, fomentando a pesquisa aplicada e a cooperação tecnológica.

    O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mateus Simões, destacou a importância do Pró-Inovação para o desenvolvimento econômico e social do estado. “O Pró-Inovação é uma iniciativa estratégica para apoiar as empresas mineiras que querem se diferenciar no mercado e se adaptar às novas demandas da sociedade. Com esse programa, o Governo de Minas reafirma o seu compromisso com a inovação como vetor de crescimento e transformação”, afirmou.

    O presidente do BDMG, Sérgio Gusmão, ressaltou as vantagens do Pró-Inovação para as empresas que buscam financiar seus projetos inovadores. “O Pró-Inovação é um produto único no mercado, que oferece condições muito atrativas para as empresas que querem investir em inovação. O programa tem uma taxa de juros muito competitiva, um prazo longo e flexível, e um bônus que reduz ainda mais o custo do financiamento. Além disso, o programa tem uma análise simplificada e ágil, que leva em conta o potencial inovador do projeto”, explicou.

    O diretor-presidente da Fapemig, Paulo Beirão, ressaltou o papel da fundação na concepção e na operacionalização do Pró-Inovação. “A Fapemig tem uma atuação fundamental no Pró-Inovação, pois é responsável pela avaliação técnica dos projetos de inovação submetidos ao programa. A fundação também contribui com a articulação entre as empresas e as instituições científicas e tecnológicas do estado, facilitando a realização de parcerias para o desenvolvimento dos projetos”, disse.

    As empresas interessadas em participar do Pró-Inovação devem acessar o site do BDMG e preencher o formulário de manifestação de interesse. Após a análise preliminar do BDMG, as empresas serão orientadas a enviar os documentos necessários para a formalização da proposta. O prazo para adesão ao programa é até 31 de dezembro de 2023.

  • Imposto Sindical: um retorno polêmico

    Imposto Sindical: um retorno polêmico

    O Imposto Sindical é uma taxa que os trabalhadores devem pagar todo ano aos sindicatos que representam sua categoria profissional.

    Esse imposto foi criado em 1940, durante o governo de Getúlio Vargas, e tinha como objetivo fortalecer o movimento sindical e garantir a defesa dos direitos dos trabalhadores.

    No entanto, em 2017, o governo de Michel Temer extinguiu o Imposto Sindical, alegando que ele era uma forma de financiamento compulsório e antidemocrático dos sindicatos. Com isso, os trabalhadores passaram a ter a opção de contribuir ou não com os sindicatos, e muitos optaram por não pagar.

    Agora, em 2023, há propostas para restabelecer o Imposto Sindical, mas com um valor até três vezes maior do que antes. Segundo os defensores do retorno do imposto, ele é necessário para garantir a sobrevivência dos sindicatos e a manutenção da luta pelos direitos dos trabalhadores, especialmente em um cenário de crise econômica e social.

    No entanto, há também muitos argumentos contrários ao retorno do Imposto Sindical. Alguns deles são:

    • O retorno do Imposto Sindical pode favorecer o bolsonarismo ultraliberal, que prega uma política com menos Estado e mais mercado. O imposto pode ser visto como uma forma de financiar sindicatos que defendem interesses corporativos e não representam os trabalhadores de forma democrática e transparente.

    • O retorno do Imposto Sindical pode agravar a crise fiscal dos estados e municípios, que já enfrentam dificuldades para equilibrar suas contas e cumprir suas obrigações. O imposto pode reduzir a arrecadação tributária dos governos subnacionais e aumentar seus gastos com pessoal e previdência.

    • O retorno do Imposto Sindical pode desestimular a modernização do mercado de trabalho, que está passando por profundas transformações com o surgimento de novas profissões e formas de trabalho. O imposto pode perpetuar sindicatos que protegem profissões obsoletas e privilegiadas, em vez de apoiar os trabalhadores que precisam de qualificação e adaptação às novas demandas.

    Diante desses argumentos, fica claro que o retorno do Imposto Sindical é um tema polêmico e complexo, que envolve diferentes visões sobre o papel dos sindicatos na sociedade brasileira. Por isso, é importante que os trabalhadores se informem sobre o assunto e participem das decisões que afetam seus direitos e interesses.

    Esse imposto foi criado em 1940, durante o governo de Getúlio Vargas, e tinha como objetivo fortalecer o movimento sindical e garantir a defesa dos direitos dos trabalhadores.

    No entanto, em 2017, o governo de Michel Temer extinguiu o Imposto Sindical, alegando que ele era uma forma de financiamento compulsório e antidemocrático dos sindicatos. Com isso, os trabalhadores passaram a ter a opção de contribuir ou não com os sindicatos, e muitos optaram por não pagar.

    Agora, em 2023, há propostas para restabelecer o Imposto Sindical, mas com um valor até três vezes maior do que antes. Segundo os defensores do retorno do imposto, ele é necessário para garantir a sobrevivência dos sindicatos e a manutenção da luta pelos direitos dos trabalhadores, especialmente em um cenário de crise econômica e social.

    No entanto, há também muitos argumentos contrários ao retorno do Imposto Sindical. Alguns deles são:

    • O retorno do Imposto Sindical pode favorecer o bolsonarismo ultraliberal, que prega uma política com menos Estado e mais mercado. O imposto pode ser visto como uma forma de financiar sindicatos que defendem interesses corporativos e não representam os trabalhadores de forma democrática e transparente.

    • O retorno do Imposto Sindical pode agravar a crise fiscal dos estados e municípios, que já enfrentam dificuldades para equilibrar suas contas e cumprir suas obrigações. O imposto pode reduzir a arrecadação tributária dos governos subnacionais e aumentar seus gastos com pessoal e previdência.

    • O retorno do Imposto Sindical pode desestimular a modernização do mercado de trabalho, que está passando por profundas transformações com o surgimento de novas profissões e formas de trabalho. O imposto pode perpetuar sindicatos que protegem profissões obsoletas e privilegiadas, em vez de apoiar os trabalhadores que precisam de qualificação e adaptação às novas demandas.

    Diante desses argumentos, fica claro que o retorno do Imposto Sindical é um tema polêmico e complexo, que envolve diferentes visões sobre o papel dos sindicatos na sociedade brasileira. Por isso, é importante que os trabalhadores se informem sobre o assunto e participem das decisões que afetam seus direitos e interesses.

  • Ibovespa opera em alta após dados do PIB surpreenderem positivamente

    Ibovespa opera em alta após dados do PIB surpreenderem positivamente

    O Ibovespa, o principal índice da bolsa de valores brasileira, fechou em alta de 2,37% nesta sexta-feira (1º de setembro), aos 135.203 pontos, após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre de 2023, que superou as expectativas dos analistas.

    O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve como um termômetro da atividade econômica. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB do Brasil cresceu 0,9% no segundo trimestre, na comparação com o primeiro trimestre deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 12,4%.

    Os números surpreenderam o mercado, que esperava uma alta de no máximo 0,3% na comparação trimestral e de 11,8% na comparação anual. Todos os setores da economia apresentaram bons resultados, tanto do lado da oferta quanto do lado da demanda.

    A indústria cresceu 0,8% no trimestre e 17,8% no ano, puxada pelo desempenho da indústria de transformação, que se beneficiou da recuperação da demanda interna e externa. Os serviços, que representam cerca de 70% do PIB, avançaram 0,7% no trimestre e 9,4% no ano, com destaque para os segmentos de comércio, transporte e informação e comunicação. A agropecuária teve um crescimento modesto de 0,1% no trimestre, mas um salto de 21,9% no ano, impulsionada pela safra recorde de grãos.

    Pelo lado da demanda, o consumo das famílias subiu 0,9% no trimestre e 13% no ano, refletindo a melhora da renda, do crédito e da confiança dos consumidores. O consumo do governo aumentou 0,2% no trimestre e 3,7% no ano, mostrando uma certa contenção dos gastos públicos. O investimento (formação bruta de capital fixo) cresceu 3,6% no trimestre e 28,2% no ano, indicando uma maior disposição das empresas em ampliar sua capacidade produtiva.

    As exportações subiram 0,5% no trimestre e 19% no ano, beneficiadas pela alta dos preços das commodities e pela recuperação dos principais parceiros comerciais do Brasil. As importações aumentaram 2,1% no trimestre e 28,5% no ano, acompanhando a retomada da demanda interna.

    O cenário externo também contribuiu para o otimismo dos investidores. Nos Estados Unidos, o Congresso aprovou um projeto de lei que suspende o teto da dívida pública até dezembro de 2023, evitando uma possível moratória do governo norte-americano. Além disso, os dados do mercado de trabalho dos EUA mostraram uma criação de empregos menor do que o esperado em agosto, o que pode levar o Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, a adiar a redução dos estímulos monetários que vem injetando na economia.

    Com isso, o dólar caiu 1,71% frente ao real nesta sexta-feira, cotado a R$ 4,98. A moeda norte-americana acumula uma queda de 4,42% em setembro e de 1,03% em 2023.

    Para os analistas ouvidos pelo Boletim Focus, do Banco Central do Brasil (BCB), o PIB brasileiro deve crescer 5% em 2023. O BCB deve divulgar sua nova projeção na próxima semana.

    O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve como um termômetro da atividade econômica. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB do Brasil cresceu 0,9% no segundo trimestre, na comparação com o primeiro trimestre deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 12,4%.

    Os números surpreenderam o mercado, que esperava uma alta de no máximo 0,3% na comparação trimestral e de 11,8% na comparação anual. Todos os setores da economia apresentaram bons resultados, tanto do lado da oferta quanto do lado da demanda.

    A indústria cresceu 0,8% no trimestre e 17,8% no ano, puxada pelo desempenho da indústria de transformação, que se beneficiou da recuperação da demanda interna e externa. Os serviços, que representam cerca de 70% do PIB, avançaram 0,7% no trimestre e 9,4% no ano, com destaque para os segmentos de comércio, transporte e informação e comunicação. A agropecuária teve um crescimento modesto de 0,1% no trimestre, mas um salto de 21,9% no ano, impulsionada pela safra recorde de grãos.

    Pelo lado da demanda, o consumo das famílias subiu 0,9% no trimestre e 13% no ano, refletindo a melhora da renda, do crédito e da confiança dos consumidores. O consumo do governo aumentou 0,2% no trimestre e 3,7% no ano, mostrando uma certa contenção dos gastos públicos. O investimento (formação bruta de capital fixo) cresceu 3,6% no trimestre e 28,2% no ano, indicando uma maior disposição das empresas em ampliar sua capacidade produtiva.

    As exportações subiram 0,5% no trimestre e 19% no ano, beneficiadas pela alta dos preços das commodities e pela recuperação dos principais parceiros comerciais do Brasil. As importações aumentaram 2,1% no trimestre e 28,5% no ano, acompanhando a retomada da demanda interna.

    O cenário externo também contribuiu para o otimismo dos investidores. Nos Estados Unidos, o Congresso aprovou um projeto de lei que suspende o teto da dívida pública até dezembro de 2023, evitando uma possível moratória do governo norte-americano. Além disso, os dados do mercado de trabalho dos EUA mostraram uma criação de empregos menor do que o esperado em agosto, o que pode levar o Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, a adiar a redução dos estímulos monetários que vem injetando na economia.

    Com isso, o dólar caiu 1,71% frente ao real nesta sexta-feira, cotado a R$ 4,98. A moeda norte-americana acumula uma queda de 4,42% em setembro e de 1,03% em 2023.

    Para os analistas ouvidos pelo Boletim Focus, do Banco Central do Brasil (BCB), o PIB brasileiro deve crescer 5% em 2023. O BCB deve divulgar sua nova projeção na próxima semana.

  • Setembro Amarelo: uma campanha pela vida

    Setembro Amarelo: uma campanha pela vida

    Você sabia que o suicídio é uma das principais causas de morte no mundo?

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos, o que equivale a uma morte a cada 40 segundos. No Brasil, são cerca de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.

    Esses números alarmantes mostram que o suicídio é um grave problema de saúde pública que precisa ser prevenido e combatido. Por isso, existe o Setembro Amarelo, uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio que visa à conscientização da população sobre esse tema tão delicado e tabu.

    O Setembro Amarelo surgiu em 2015, por iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O objetivo é chamar a atenção para a importância de falar sobre o assunto, identificar os sinais de alerta, buscar ajuda profissional e oferecer apoio emocional às pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise.

    O dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a iniciativa acontece durante todo o ano. Durante o mês de setembro, são realizadas diversas atividades, como palestras, rodas de conversa, caminhadas, iluminação de monumentos e distribuição de materiais informativos. A cor amarela foi escolhida como símbolo da campanha por representar a luz, a esperança e a vida.

    De acordo com os especialistas, praticamente 100% dos casos de suicídio estavam relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Dessa forma, a maioria dos casos poderia ter sido evitada se esses pacientes tivessem acesso ao tratamento psiquiátrico e informações de qualidade.

    Algumas das principais doenças mentais associadas ao suicídio são a depressão, o transtorno bipolar, o transtorno de personalidade borderline, o transtorno obsessivo-compulsivo, o transtorno de estresse pós-traumático e o abuso de álcool e drogas. Essas doenças podem causar sofrimento intenso, desesperança, isolamento social e impulsividade.

    Além disso, existem outros fatores de risco que podem aumentar a probabilidade de alguém cometer suicídio, como histórico familiar, violência doméstica ou sexual, bullying, discriminação, perda afetiva ou financeira, doenças crônicas ou terminais e acesso a meios letais.

    Por outro lado, existem fatores de proteção que podem reduzir o risco de suicídio, como apoio familiar e social, religiosidade ou espiritualidade, hobbies e atividades prazerosas, autoestima e autoconfiança, resiliência e habilidades de enfrentamento e busca por ajuda profissional.

    É importante falar sobre o assunto para que as pessoas que estejam pensando em suicídio saibam que não estão sozinhas e que existem alternativas para superar as dificuldades. A vida sempre vai ser a melhor escolha.

    Se você precisar conversar, pode ligar para 188 ou acessar o chat no site do CVV (www.cvv.org.br), uma associação sem fins lucrativos que oferece apoio emocional e atua na prevenção do suicídio há mais de 50 anos. Você também pode procurar um médico psiquiatra ou um psicólogo para receber orientação profissional.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 700 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos, o que equivale a uma morte a cada 40 segundos. No Brasil, são cerca de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia.

    Esses números alarmantes mostram que o suicídio é um grave problema de saúde pública que precisa ser prevenido e combatido. Por isso, existe o Setembro Amarelo, uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio que visa à conscientização da população sobre esse tema tão delicado e tabu.

    O Setembro Amarelo surgiu em 2015, por iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O objetivo é chamar a atenção para a importância de falar sobre o assunto, identificar os sinais de alerta, buscar ajuda profissional e oferecer apoio emocional às pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise.

    O dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a iniciativa acontece durante todo o ano. Durante o mês de setembro, são realizadas diversas atividades, como palestras, rodas de conversa, caminhadas, iluminação de monumentos e distribuição de materiais informativos. A cor amarela foi escolhida como símbolo da campanha por representar a luz, a esperança e a vida.

    De acordo com os especialistas, praticamente 100% dos casos de suicídio estavam relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Dessa forma, a maioria dos casos poderia ter sido evitada se esses pacientes tivessem acesso ao tratamento psiquiátrico e informações de qualidade.

    Algumas das principais doenças mentais associadas ao suicídio são a depressão, o transtorno bipolar, o transtorno de personalidade borderline, o transtorno obsessivo-compulsivo, o transtorno de estresse pós-traumático e o abuso de álcool e drogas. Essas doenças podem causar sofrimento intenso, desesperança, isolamento social e impulsividade.

    Além disso, existem outros fatores de risco que podem aumentar a probabilidade de alguém cometer suicídio, como histórico familiar, violência doméstica ou sexual, bullying, discriminação, perda afetiva ou financeira, doenças crônicas ou terminais e acesso a meios letais.

    Por outro lado, existem fatores de proteção que podem reduzir o risco de suicídio, como apoio familiar e social, religiosidade ou espiritualidade, hobbies e atividades prazerosas, autoestima e autoconfiança, resiliência e habilidades de enfrentamento e busca por ajuda profissional.

    É importante falar sobre o assunto para que as pessoas que estejam pensando em suicídio saibam que não estão sozinhas e que existem alternativas para superar as dificuldades. A vida sempre vai ser a melhor escolha.

    Se você precisar conversar, pode ligar para 188 ou acessar o chat no site do CVV (www.cvv.org.br), uma associação sem fins lucrativos que oferece apoio emocional e atua na prevenção do suicídio há mais de 50 anos. Você também pode procurar um médico psiquiatra ou um psicólogo para receber orientação profissional.

  • Hantavirose: o que é, como se pega e como se prevenir

    Hantavirose: o que é, como se pega e como se prevenir

    A hantavirose é uma doença grave que pode levar à morte se não for tratada a tempo.

    Ela é causada por um vírus que vive em alguns ratos silvestres, que são diferentes dos ratos de esgoto ou de casa. Esses ratos podem soltar o vírus nas suas fezes, urina e saliva, e quando essas coisas secam, elas viram poeira que pode ficar no ar. Se uma pessoa respirar essa poeira, ela pode pegar a hantavirose.

    A doença pode se manifestar de duas formas: uma que afeta o coração e os pulmões, e outra que afeta os rins e causa sangramentos. Os sintomas são parecidos com os de uma gripe forte: febre, dor de cabeça, cansaço, dor no corpo, enjoo, vômito e dor na barriga. Mas em alguns casos, a pessoa pode ter dificuldade de respirar, tossir sangue, ter a pressão baixa, sangrar pelo nariz, boca ou olhos e ter os órgãos parando de funcionar.

    Para saber se alguém tem hantavirose, é preciso fazer exames de sangue ou de outros líquidos do corpo que podem mostrar se o vírus está presente ou se a pessoa tem anticorpos contra ele. Anticorpos são defesas que o corpo produz para combater o vírus. Mas esses exames podem demorar para ficar prontos, então é importante procurar um médico logo que aparecerem os primeiros sintomas.

    Não existe um remédio específico para curar a hantavirose. O tratamento é feito com medidas para aliviar os sintomas e evitar complicações, como dar soro na veia, oxigênio no nariz ou na boca e remédios para controlar a pressão. Em alguns casos, pode ser necessário usar um aparelho que ajuda a respirar ou fazer uma diálise, que é um procedimento que limpa o sangue quando os rins não funcionam bem.

    A melhor forma de evitar a hantavirose é não ter contato com os ratos silvestres e as coisas que eles deixam pelo caminho. Algumas dicas são: usar máscara e luvas ao limpar lugares que possam ter poeira contaminada, como galpões, celeiros ou casas abandonadas; não beber água ou comer alimentos que possam ter sido tocados pelos ratos; não acampar ou entrar em cavernas onde possam ter ratos; e manter o lixo bem fechado para não atrair os roedores.

    A hantavirose é uma doença séria, mas pode ser prevenida com cuidados simples. Se você tiver alguma dúvida sobre a doença ou achar que pode estar com ela, procure um médico imediatamente.

    Ela é causada por um vírus que vive em alguns ratos silvestres, que são diferentes dos ratos de esgoto ou de casa. Esses ratos podem soltar o vírus nas suas fezes, urina e saliva, e quando essas coisas secam, elas viram poeira que pode ficar no ar. Se uma pessoa respirar essa poeira, ela pode pegar a hantavirose.

    A doença pode se manifestar de duas formas: uma que afeta o coração e os pulmões, e outra que afeta os rins e causa sangramentos. Os sintomas são parecidos com os de uma gripe forte: febre, dor de cabeça, cansaço, dor no corpo, enjoo, vômito e dor na barriga. Mas em alguns casos, a pessoa pode ter dificuldade de respirar, tossir sangue, ter a pressão baixa, sangrar pelo nariz, boca ou olhos e ter os órgãos parando de funcionar.

    Para saber se alguém tem hantavirose, é preciso fazer exames de sangue ou de outros líquidos do corpo que podem mostrar se o vírus está presente ou se a pessoa tem anticorpos contra ele. Anticorpos são defesas que o corpo produz para combater o vírus. Mas esses exames podem demorar para ficar prontos, então é importante procurar um médico logo que aparecerem os primeiros sintomas.

    Não existe um remédio específico para curar a hantavirose. O tratamento é feito com medidas para aliviar os sintomas e evitar complicações, como dar soro na veia, oxigênio no nariz ou na boca e remédios para controlar a pressão. Em alguns casos, pode ser necessário usar um aparelho que ajuda a respirar ou fazer uma diálise, que é um procedimento que limpa o sangue quando os rins não funcionam bem.

    A melhor forma de evitar a hantavirose é não ter contato com os ratos silvestres e as coisas que eles deixam pelo caminho. Algumas dicas são: usar máscara e luvas ao limpar lugares que possam ter poeira contaminada, como galpões, celeiros ou casas abandonadas; não beber água ou comer alimentos que possam ter sido tocados pelos ratos; não acampar ou entrar em cavernas onde possam ter ratos; e manter o lixo bem fechado para não atrair os roedores.

    A hantavirose é uma doença séria, mas pode ser prevenida com cuidados simples. Se você tiver alguma dúvida sobre a doença ou achar que pode estar com ela, procure um médico imediatamente.

  • Engomadinho do Bitcoin: o golpe bilionário que envolveu até o PCC

    Engomadinho do Bitcoin: o golpe bilionário que envolveu até o PCC

    Você já ouviu falar do Engomadinho do Bitcoin? Ele é um suposto investidor de criptomoedas que prometia lucros altos e rápidos para quem aplicasse seu dinheiro em sua plataforma.

    Mas, na verdade, ele era o líder de um dos maiores golpes financeiros da história do Brasil, que lesou mais de 10 mil pessoas e movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão em bitcoins.

    Segundo a Polícia Federal, o Engomadinho do Bitcoin usava um esquema de pirâmide financeira, onde os novos investidores pagavam os antigos, sem que houvesse uma real aplicação dos recursos em criptomoedas. Ele atraía as vítimas com propagandas na internet, redes sociais e eventos presenciais, onde ostentava uma vida de luxo e sucesso.

    O golpe começou a ruir em junho de 2023, quando o Engomadinho do Bitcoin sumiu sem dar explicações aos seus clientes. Muitos deles tentaram sacar seus rendimentos, mas não conseguiram. Foi então que a Polícia Federal iniciou uma operação para investigar o caso e descobriu que o Engomadinho do Bitcoin estava foragido e que a Justiça havia bloqueado seus bens e contas bancárias.

    Mas essa não foi a única dor de cabeça do Engomadinho do Bitcoin. De acordo com uma reportagem publicada pelo site [O Antagonista], ele também teria se envolvido com o PCC, a maior facção criminosa do Brasil. O site afirma que o Engomadinho do Bitcoin teria contraído uma dívida de R$ 200 milhões com o PCC, que teria investido parte do dinheiro arrecadado com o tráfico de drogas em sua plataforma. O problema é que ele não pagou o que devia e passou a receber ameaças de morte da organização.

    O paradeiro do Engomadinho do Bitcoin ainda é desconhecido. A Polícia Federal continua as investigações para tentar localizá-lo e recuperar o dinheiro das vítimas. Enquanto isso, muitas pessoas que confiaram no seu discurso sofrem com as consequências de terem sido enganadas por um golpista.

    Mas, na verdade, ele era o líder de um dos maiores golpes financeiros da história do Brasil, que lesou mais de 10 mil pessoas e movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão em bitcoins.

    Segundo a Polícia Federal, o Engomadinho do Bitcoin usava um esquema de pirâmide financeira, onde os novos investidores pagavam os antigos, sem que houvesse uma real aplicação dos recursos em criptomoedas. Ele atraía as vítimas com propagandas na internet, redes sociais e eventos presenciais, onde ostentava uma vida de luxo e sucesso.

    O golpe começou a ruir em junho de 2023, quando o Engomadinho do Bitcoin sumiu sem dar explicações aos seus clientes. Muitos deles tentaram sacar seus rendimentos, mas não conseguiram. Foi então que a Polícia Federal iniciou uma operação para investigar o caso e descobriu que o Engomadinho do Bitcoin estava foragido e que a Justiça havia bloqueado seus bens e contas bancárias.

    Mas essa não foi a única dor de cabeça do Engomadinho do Bitcoin. De acordo com uma reportagem publicada pelo site [O Antagonista], ele também teria se envolvido com o PCC, a maior facção criminosa do Brasil. O site afirma que o Engomadinho do Bitcoin teria contraído uma dívida de R$ 200 milhões com o PCC, que teria investido parte do dinheiro arrecadado com o tráfico de drogas em sua plataforma. O problema é que ele não pagou o que devia e passou a receber ameaças de morte da organização.

    O paradeiro do Engomadinho do Bitcoin ainda é desconhecido. A Polícia Federal continua as investigações para tentar localizá-lo e recuperar o dinheiro das vítimas. Enquanto isso, muitas pessoas que confiaram no seu discurso sofrem com as consequências de terem sido enganadas por um golpista.

  • Câmara aprova prorrogação da desoneração da folha até 2027

    Câmara aprova prorrogação da desoneração da folha até 2027

    Em uma decisão que representou uma derrota significativa para o governo, a Câmara dos Deputados aprovou a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia até dezembro de 2027.

    Essa medida tem o objetivo de aliviar os encargos trabalhistas para empresas de diversos segmentos, estimulando a geração de empregos e a recuperação econômica.

    A medida aprovada permite que os setores beneficiados continuem a pagar alíquotas menores sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários, para a Previdência Social e outras contribuições. Isso representa um alívio considerável nas obrigações financeiras dessas empresas, permitindo que elas possam investir mais em suas operações e funcionários.

    A decisão da Câmara dos Deputados foi vista como uma derrota para o governo, que defendia que o debate sobre a desoneração fosse realizado como parte da reforma do Imposto de Renda. O governo argumentava que a proposta não previa a compensação do benefício fiscal, o que poderia afetar negativamente as finanças públicas. No entanto, os parlamentares decidiram avançar com a prorrogação, argumentando que essa era uma medida crucial para a manutenção e a criação de empregos em setores que enfrentaram desafios econômicos nos últimos anos.

    Além da prorrogação da desoneração da folha de pagamentos, o projeto também inclui a redução das alíquotas previdenciárias pagas pelos municípios à União, de acordo com o tamanho do PIB per capita de cada um. Isso visa dar mais flexibilidade financeira às prefeituras e incentivar o desenvolvimento econômico em nível local.

    A decisão da Câmara dos Deputados foi elogiada por representantes dos setores beneficiados, que acreditam que essa medida contribuirá para a retomada econômica e a criação de empregos. No entanto, críticos argumentam que a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos poderá representar uma perda significativa de receita para a Previdência Social, o que poderia ter impactos no longo prazo.

    A medida agora segue para o Senado Federal, onde será debatida e votada pelos senadores. A prorrogação da desoneração da folha de pagamentos é mais um exemplo dos desafios enfrentados pelo governo na condução de sua política econômica, em um cenário em que a recuperação econômica é uma prioridade nacional.

    Essa medida tem o objetivo de aliviar os encargos trabalhistas para empresas de diversos segmentos, estimulando a geração de empregos e a recuperação econômica.

    A medida aprovada permite que os setores beneficiados continuem a pagar alíquotas menores sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários, para a Previdência Social e outras contribuições. Isso representa um alívio considerável nas obrigações financeiras dessas empresas, permitindo que elas possam investir mais em suas operações e funcionários.

    A decisão da Câmara dos Deputados foi vista como uma derrota para o governo, que defendia que o debate sobre a desoneração fosse realizado como parte da reforma do Imposto de Renda. O governo argumentava que a proposta não previa a compensação do benefício fiscal, o que poderia afetar negativamente as finanças públicas. No entanto, os parlamentares decidiram avançar com a prorrogação, argumentando que essa era uma medida crucial para a manutenção e a criação de empregos em setores que enfrentaram desafios econômicos nos últimos anos.

    Além da prorrogação da desoneração da folha de pagamentos, o projeto também inclui a redução das alíquotas previdenciárias pagas pelos municípios à União, de acordo com o tamanho do PIB per capita de cada um. Isso visa dar mais flexibilidade financeira às prefeituras e incentivar o desenvolvimento econômico em nível local.

    A decisão da Câmara dos Deputados foi elogiada por representantes dos setores beneficiados, que acreditam que essa medida contribuirá para a retomada econômica e a criação de empregos. No entanto, críticos argumentam que a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos poderá representar uma perda significativa de receita para a Previdência Social, o que poderia ter impactos no longo prazo.

    A medida agora segue para o Senado Federal, onde será debatida e votada pelos senadores. A prorrogação da desoneração da folha de pagamentos é mais um exemplo dos desafios enfrentados pelo governo na condução de sua política econômica, em um cenário em que a recuperação econômica é uma prioridade nacional.

  • Lua Azul: como ela se forma, quando ela acontece e o que ela significa para você

    Lua Azul: como ela se forma, quando ela acontece e o que ela significa para você

    Você já ouviu falar em Lua Azul? Não se trata de uma cor diferente da Lua, mas sim de um fenômeno raro que acontece quando há duas Luas Cheias em um mesmo mês do calendário.

    A última vez que isso ocorreu foi no dia 30 de agosto de 2023, e a próxima será apenas em 2037. Neste artigo, vamos explicar o que é a Lua Azul, como ela se forma e qual o seu significado para a cultura e a espiritualidade.

    O que é a Lua Azul?

    A Lua Azul é um termo usado para descrever a segunda Lua Cheia em um único mês do calendário. Isso acontece porque o ciclo lunar, ou seja, o tempo que a Lua leva para passar por todas as suas fases, é de cerca de 29,5 dias, enquanto os meses do calendário têm entre 28 e 31 dias. Assim, às vezes, a Lua Cheia pode ocorrer no início e no final do mesmo mês, gerando a Lua Azul.

    Esse fenômeno é raro e ocorre apenas a cada dois ou três anos. O nome “Lua Azul” não tem nada a ver com a cor da Lua, mas sim com uma expressão antiga da língua inglesa: “once in a blue moon”, que significa “uma vez na vida” ou “muito raramente”. No entanto, em algumas situações muito específicas, a Lua pode ter uma tonalidade azulada devido à atmosfera terrestre. Isso pode acontecer quando há partículas de poeira, fumaça ou cinzas vulcânicas no ar, que filtram a luz vermelha e deixam passar a luz azul.

    Como foi a última Lua Azul?

    A última Lua Azul ocorreu no dia 30 de agosto de 2023 e foi também uma Superlua, ou seja, a Lua estava no ponto mais próximo da Terra e parecia maior e mais brilhante no céu. Essa combinação foi ainda mais especial, pois a Superlua aumenta o efeito das marés, causando ondas mais altas e fortes. Muitas pessoas aproveitaram para observar e fotografar a Lua Azul nessa noite. Você pode ver algumas imagens impressionantes.

    Qual o significado da Lua Azul?

    A Lua Azul também é considerada uma oportunidade para intensificar a espiritualidade, a intuição e os poderes psíquicos. Algumas pessoas acreditam que a Lua Azul tem uma energia especial que pode ser usada para atrair dinheiro, amor ou prosperidade. Para isso, elas fazem simpatias, orações ou rituais na noite da Lua Azul, usando velas, cristais, ervas ou outros elementos.

    Outras pessoas apenas admiram a beleza e o brilho da Lua Azul, que pode inspirar sentimentos de paz, harmonia e gratidão. A Lua Azul também pode ser um momento para refletir sobre os sonhos, os desejos e os objetivos que se quer alcançar na vida.

    A Lua Azul é um fenômeno raro e fascinante que desperta o interesse e a curiosidade de muitas pessoas. Ela pode ser vista como uma oportunidade para se conectar com a natureza, com o universo e consigo mesmo. Se você perdeu a última Lua Azul, não se preocupe: ela voltará em 2037.

    A última vez que isso ocorreu foi no dia 30 de agosto de 2023, e a próxima será apenas em 2037. Neste artigo, vamos explicar o que é a Lua Azul, como ela se forma e qual o seu significado para a cultura e a espiritualidade.

    O que é a Lua Azul?

    A Lua Azul é um termo usado para descrever a segunda Lua Cheia em um único mês do calendário. Isso acontece porque o ciclo lunar, ou seja, o tempo que a Lua leva para passar por todas as suas fases, é de cerca de 29,5 dias, enquanto os meses do calendário têm entre 28 e 31 dias. Assim, às vezes, a Lua Cheia pode ocorrer no início e no final do mesmo mês, gerando a Lua Azul.

    Esse fenômeno é raro e ocorre apenas a cada dois ou três anos. O nome “Lua Azul” não tem nada a ver com a cor da Lua, mas sim com uma expressão antiga da língua inglesa: “once in a blue moon”, que significa “uma vez na vida” ou “muito raramente”. No entanto, em algumas situações muito específicas, a Lua pode ter uma tonalidade azulada devido à atmosfera terrestre. Isso pode acontecer quando há partículas de poeira, fumaça ou cinzas vulcânicas no ar, que filtram a luz vermelha e deixam passar a luz azul.

    Como foi a última Lua Azul?

    A última Lua Azul ocorreu no dia 30 de agosto de 2023 e foi também uma Superlua, ou seja, a Lua estava no ponto mais próximo da Terra e parecia maior e mais brilhante no céu. Essa combinação foi ainda mais especial, pois a Superlua aumenta o efeito das marés, causando ondas mais altas e fortes. Muitas pessoas aproveitaram para observar e fotografar a Lua Azul nessa noite. Você pode ver algumas imagens impressionantes.

    Qual o significado da Lua Azul?

    A Lua Azul também é considerada uma oportunidade para intensificar a espiritualidade, a intuição e os poderes psíquicos. Algumas pessoas acreditam que a Lua Azul tem uma energia especial que pode ser usada para atrair dinheiro, amor ou prosperidade. Para isso, elas fazem simpatias, orações ou rituais na noite da Lua Azul, usando velas, cristais, ervas ou outros elementos.

    Outras pessoas apenas admiram a beleza e o brilho da Lua Azul, que pode inspirar sentimentos de paz, harmonia e gratidão. A Lua Azul também pode ser um momento para refletir sobre os sonhos, os desejos e os objetivos que se quer alcançar na vida.

    A Lua Azul é um fenômeno raro e fascinante que desperta o interesse e a curiosidade de muitas pessoas. Ela pode ser vista como uma oportunidade para se conectar com a natureza, com o universo e consigo mesmo. Se você perdeu a última Lua Azul, não se preocupe: ela voltará em 2037.

  • Preço do diesel vai subir na próxima semana com volta do PIS/Cofins

    Preço do diesel vai subir na próxima semana com volta do PIS/Cofins

    Os motoristas que abastecem com diesel vão sentir no bolso o impacto da reoneração do PIS/Cofins, que entra em vigor na próxima segunda-feira, dia 4 de setembro.

    O imposto, que hoje está zerado, passará a ser de R$ 0,11 por litro, elevando o valor do diesel na bomba em 1,7%, segundo cálculos da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

    O aumento do tributo foi anunciado pelo governo federal em julho, como parte do pacote de medidas para equilibrar as contas públicas. A reoneração do PIS/Cofins sobre o diesel estava prevista para começar em agosto, mas foi adiada por um mês após pressão dos caminhoneiros, que ameaçaram fazer uma nova greve nacional.

    O preço do diesel já vem subindo há quatro semanas nos postos de todo o país, acompanhando a alta do petróleo no mercado internacional. Segundo o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas era de R$ 6,40 por litro na semana passada, um aumento de 1,9% em relação à semana anterior.

    A Petrobras também reajustou o preço do diesel nas refinarias em meados de agosto, na primeira alta da gestão atual de Jean Paul Prates, que assumiu a presidência da estatal em maio. O valor médio do litro do diesel vendido pela empresa passou de R$ 2,81 para R$ 2,96, um aumento de 5,3%.

    A Petrobras adotou uma nova política de preços em maio deste ano, após a saída de Roberto Castello Branco da presidência da companhia. A nova política leva em conta os custos internos de produção e os preços praticados pelos concorrentes no mercado interno, além da cotação internacional do petróleo e da taxa de câmbio.

    No entanto, os preços praticados pela estatal ainda seguem defasados em relação ao mercado externo, segundo analistas. De acordo com o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a defasagem média do preço do diesel nas refinarias da Petrobras em relação ao preço no Golfo do México era de 13% na última sexta-feira.

    O petróleo vem registrando uma forte valorização nos últimos meses, impulsionado pela recuperação da demanda global após a crise provocada pela pandemia de Covid-19. O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a sexta-feira cotado a US$ 72,70, uma alta de 41% desde o início do ano.

    A alta do preço do diesel afeta diretamente os custos dos transportes rodoviários, que representam cerca de 60% da matriz de transporte brasileira. O aumento do combustível pode ter impactos na inflação e na competitividade dos produtos nacionais.

    O imposto, que hoje está zerado, passará a ser de R$ 0,11 por litro, elevando o valor do diesel na bomba em 1,7%, segundo cálculos da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

    O aumento do tributo foi anunciado pelo governo federal em julho, como parte do pacote de medidas para equilibrar as contas públicas. A reoneração do PIS/Cofins sobre o diesel estava prevista para começar em agosto, mas foi adiada por um mês após pressão dos caminhoneiros, que ameaçaram fazer uma nova greve nacional.

    O preço do diesel já vem subindo há quatro semanas nos postos de todo o país, acompanhando a alta do petróleo no mercado internacional. Segundo o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas era de R$ 6,40 por litro na semana passada, um aumento de 1,9% em relação à semana anterior.

    A Petrobras também reajustou o preço do diesel nas refinarias em meados de agosto, na primeira alta da gestão atual de Jean Paul Prates, que assumiu a presidência da estatal em maio. O valor médio do litro do diesel vendido pela empresa passou de R$ 2,81 para R$ 2,96, um aumento de 5,3%.

    A Petrobras adotou uma nova política de preços em maio deste ano, após a saída de Roberto Castello Branco da presidência da companhia. A nova política leva em conta os custos internos de produção e os preços praticados pelos concorrentes no mercado interno, além da cotação internacional do petróleo e da taxa de câmbio.

    No entanto, os preços praticados pela estatal ainda seguem defasados em relação ao mercado externo, segundo analistas. De acordo com o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a defasagem média do preço do diesel nas refinarias da Petrobras em relação ao preço no Golfo do México era de 13% na última sexta-feira.

    O petróleo vem registrando uma forte valorização nos últimos meses, impulsionado pela recuperação da demanda global após a crise provocada pela pandemia de Covid-19. O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou a sexta-feira cotado a US$ 72,70, uma alta de 41% desde o início do ano.

    A alta do preço do diesel afeta diretamente os custos dos transportes rodoviários, que representam cerca de 60% da matriz de transporte brasileira. O aumento do combustível pode ter impactos na inflação e na competitividade dos produtos nacionais.