Autor: Hermano Oliveira

  • Eclipse solar anular: um fenômeno raro e belo que poderá ser visto no Brasil em outubro de 2023

    Eclipse solar anular: um fenômeno raro e belo que poderá ser visto no Brasil em outubro de 2023

    No dia 14 de outubro de 2023, os brasileiros terão a chance de presenciar um fenômeno raro e belo no céu: um eclipse solar anular.

    Esse tipo de eclipse ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, mas não consegue cobrir totalmente o disco solar, deixando uma borda de luz ao redor da Lua. Essa borda forma um “anel de fogo”, que pode ser visto em algumas regiões do planeta onde o alinhamento entre os astros é perfeito.

    Segundo o Observatório Nacional, o eclipse solar anular de 2023 será visível em parte do Brasil, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Algumas cidades que terão uma boa visão do anel de fogo são João Pessoa, Natal, Fortaleza e Belém. Em outras regiões, como o Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste, o eclipse será parcial, ou seja, a Lua cobrirá apenas uma parte do Sol.

    O eclipse solar anular de 2023 começará às 10h12 (horário de Brasília) e terminará às 13h11. O momento máximo do fenômeno será às 11h41. Para observar o eclipse, é necessário usar filtros especiais ou óculos adequados, pois a luz solar pode causar danos aos olhos. Não se deve olhar diretamente para o Sol sem proteção.

    O eclipse solar anular de 2023 será um espetáculo raro e impressionante, que vale a pena conferir se você tiver a oportunidade.

    Esse tipo de eclipse ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, mas não consegue cobrir totalmente o disco solar, deixando uma borda de luz ao redor da Lua. Essa borda forma um “anel de fogo”, que pode ser visto em algumas regiões do planeta onde o alinhamento entre os astros é perfeito.

    Segundo o Observatório Nacional, o eclipse solar anular de 2023 será visível em parte do Brasil, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Algumas cidades que terão uma boa visão do anel de fogo são João Pessoa, Natal, Fortaleza e Belém. Em outras regiões, como o Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste, o eclipse será parcial, ou seja, a Lua cobrirá apenas uma parte do Sol.

    O eclipse solar anular de 2023 começará às 10h12 (horário de Brasília) e terminará às 13h11. O momento máximo do fenômeno será às 11h41. Para observar o eclipse, é necessário usar filtros especiais ou óculos adequados, pois a luz solar pode causar danos aos olhos. Não se deve olhar diretamente para o Sol sem proteção.

    O eclipse solar anular de 2023 será um espetáculo raro e impressionante, que vale a pena conferir se você tiver a oportunidade.

  • Fiocruz Amazônia desenvolve protocolo para detectar vírus Oropouche

    Fiocruz Amazônia desenvolve protocolo para detectar vírus Oropouche

    O vírus Oropouche é um dos principais agentes causadores de febre hemorrágica no Brasil, com sintomas parecidos com os da dengue.

    Em 2023, foram registrados surtos da doença em quatro estados da região Norte: Amazonas, Pará, Rondônia e Acre. Para facilitar o diagnóstico e a vigilância do vírus, pesquisadores da Fiocruz Amazônia desenvolveram um protocolo de detecção por PCR em tempo real, que será usado por oito laboratórios públicos brasileiros e outros países da América.

    O protocolo foi criado pelo Laboratório de Virologia Molecular da Fiocruz Amazônia, coordenado pelo pesquisador Felipe Naveca. Segundo ele, o método é rápido, sensível e específico para identificar o vírus Oropouche em amostras de sangue ou saliva de pacientes com suspeita da doença. Além disso, o protocolo permite fazer a caracterização genética do vírus, ou seja, saber quais são as variantes que estão circulando em cada região.

    “O vírus Oropouche é muito diverso e tem uma alta taxa de mutação. Isso pode influenciar na sua capacidade de transmissão e na gravidade dos casos. Por isso, é importante fazer a vigilância genômica para monitorar as mudanças que ocorrem no vírus e avaliar o impacto na saúde pública”, explica Naveca.

    O protocolo da Fiocruz Amazônia foi validado em parceria com o Instituto Evandro Chagas (IEC) e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O objetivo é ampliar a rede de diagnóstico do vírus Oropouche no Brasil e em outros países da América, como Peru, Colômbia, Venezuela e Suriname.

    “O vírus Oropouche é uma ameaça emergente para a saúde pública na América do Sul. Ele pode causar surtos explosivos e afetar milhares de pessoas. Por isso, é fundamental ter um protocolo padronizado e confiável para detectar o vírus e acompanhar a sua evolução”, afirma Naveca.

    Dengue no Brasil: situação heterogênea e complexa

    Outro vírus que preocupa as autoridades sanitárias no Brasil é o da dengue, que também causa febre hemorrágica e pode levar à morte. A situação da dengue no país é heterogênea, com predominância de diferentes sorotipos e genótipos em cada estado. A Fiocruz e outras instituições colaboram na identificação e monitoramento das linhagens circulantes do vírus da dengue.

    Existem quatro sorotipos do vírus da dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. Cada sorotipo pode ter vários genótipos, que são grupos de vírus com características genéticas semelhantes. A circulação de diferentes sorotipos e genótipos pode influenciar na intensidade das epidemias e na gravidade dos casos.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2023 foram notificados mais de 1 milhão de casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 óbitos. O sorotipo predominante foi o DENV-2, seguido pelo DENV-1 e DENV-4. No entanto, a distribuição dos sorotipos variou entre as regiões e os estados.

    Por exemplo, na região Norte, o DENV-2 foi o mais frequente em todos os estados, exceto no Amapá, onde prevaleceu o DENV-4. Na região Nordeste, o DENV-1 foi o mais comum em todos os estados, exceto na Bahia, onde predominou o DENV-2. Na região Centro-Oeste, o DENV-2 foi o mais encontrado em todos os estados. Na região Sudeste, o DENV-1 foi o mais detectado em São Paulo e Minas Gerais, enquanto o DENV-2 foi o mais observado no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Na região Sul, o DENV-2 foi o mais presente em todos os estados.

    Além da diversidade dos sorotipos, os pesquisadores também analisam os genótipos do vírus da dengue que estão circulando no Brasil. Um estudo realizado pela Fiocruz e pela Universidade de São Paulo (USP) mostrou que, entre 2019 e 2020, houve uma mudança no genótipo predominante do DENV-2 no país. O genótipo Americano/Asiático, que era o mais comum até então, foi substituído pelo genótipo Cosmopolita, que tem origem na Ásia e foi introduzido no Brasil em 2014.

    Os pesquisadores alertam que essa mudança pode ter implicações na epidemiologia e na clínica da dengue no Brasil. O genótipo Cosmopolita tem sido associado a casos mais graves e a maior transmissibilidade do vírus. Além disso, a substituição de um genótipo por outro pode indicar uma maior adaptação do vírus ao vetor (o mosquito Aedes aegypti) e ao hospedeiro humano.

    “A vigilância genômica do vírus da dengue é essencial para entender a dinâmica da doença no Brasil e para subsidiar as ações de prevenção e controle. É preciso acompanhar as mudanças que ocorrem no vírus e avaliar o seu impacto na saúde da população”, conclui Naveca.

    Em 2023, foram registrados surtos da doença em quatro estados da região Norte: Amazonas, Pará, Rondônia e Acre. Para facilitar o diagnóstico e a vigilância do vírus, pesquisadores da Fiocruz Amazônia desenvolveram um protocolo de detecção por PCR em tempo real, que será usado por oito laboratórios públicos brasileiros e outros países da América.

    O protocolo foi criado pelo Laboratório de Virologia Molecular da Fiocruz Amazônia, coordenado pelo pesquisador Felipe Naveca. Segundo ele, o método é rápido, sensível e específico para identificar o vírus Oropouche em amostras de sangue ou saliva de pacientes com suspeita da doença. Além disso, o protocolo permite fazer a caracterização genética do vírus, ou seja, saber quais são as variantes que estão circulando em cada região.

    “O vírus Oropouche é muito diverso e tem uma alta taxa de mutação. Isso pode influenciar na sua capacidade de transmissão e na gravidade dos casos. Por isso, é importante fazer a vigilância genômica para monitorar as mudanças que ocorrem no vírus e avaliar o impacto na saúde pública”, explica Naveca.

    O protocolo da Fiocruz Amazônia foi validado em parceria com o Instituto Evandro Chagas (IEC) e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto conta com o apoio do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). O objetivo é ampliar a rede de diagnóstico do vírus Oropouche no Brasil e em outros países da América, como Peru, Colômbia, Venezuela e Suriname.

    “O vírus Oropouche é uma ameaça emergente para a saúde pública na América do Sul. Ele pode causar surtos explosivos e afetar milhares de pessoas. Por isso, é fundamental ter um protocolo padronizado e confiável para detectar o vírus e acompanhar a sua evolução”, afirma Naveca.

    Dengue no Brasil: situação heterogênea e complexa

    Outro vírus que preocupa as autoridades sanitárias no Brasil é o da dengue, que também causa febre hemorrágica e pode levar à morte. A situação da dengue no país é heterogênea, com predominância de diferentes sorotipos e genótipos em cada estado. A Fiocruz e outras instituições colaboram na identificação e monitoramento das linhagens circulantes do vírus da dengue.

    Existem quatro sorotipos do vírus da dengue: DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. Cada sorotipo pode ter vários genótipos, que são grupos de vírus com características genéticas semelhantes. A circulação de diferentes sorotipos e genótipos pode influenciar na intensidade das epidemias e na gravidade dos casos.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2023 foram notificados mais de 1 milhão de casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 óbitos. O sorotipo predominante foi o DENV-2, seguido pelo DENV-1 e DENV-4. No entanto, a distribuição dos sorotipos variou entre as regiões e os estados.

    Por exemplo, na região Norte, o DENV-2 foi o mais frequente em todos os estados, exceto no Amapá, onde prevaleceu o DENV-4. Na região Nordeste, o DENV-1 foi o mais comum em todos os estados, exceto na Bahia, onde predominou o DENV-2. Na região Centro-Oeste, o DENV-2 foi o mais encontrado em todos os estados. Na região Sudeste, o DENV-1 foi o mais detectado em São Paulo e Minas Gerais, enquanto o DENV-2 foi o mais observado no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Na região Sul, o DENV-2 foi o mais presente em todos os estados.

    Além da diversidade dos sorotipos, os pesquisadores também analisam os genótipos do vírus da dengue que estão circulando no Brasil. Um estudo realizado pela Fiocruz e pela Universidade de São Paulo (USP) mostrou que, entre 2019 e 2020, houve uma mudança no genótipo predominante do DENV-2 no país. O genótipo Americano/Asiático, que era o mais comum até então, foi substituído pelo genótipo Cosmopolita, que tem origem na Ásia e foi introduzido no Brasil em 2014.

    Os pesquisadores alertam que essa mudança pode ter implicações na epidemiologia e na clínica da dengue no Brasil. O genótipo Cosmopolita tem sido associado a casos mais graves e a maior transmissibilidade do vírus. Além disso, a substituição de um genótipo por outro pode indicar uma maior adaptação do vírus ao vetor (o mosquito Aedes aegypti) e ao hospedeiro humano.

    “A vigilância genômica do vírus da dengue é essencial para entender a dinâmica da doença no Brasil e para subsidiar as ações de prevenção e controle. É preciso acompanhar as mudanças que ocorrem no vírus e avaliar o seu impacto na saúde da população”, conclui Naveca.

  • Jejum intermitente: uma estratégia alimentar que pode trazer mais malefícios do que benefícios

    Jejum intermitente: uma estratégia alimentar que pode trazer mais malefícios do que benefícios

    O jejum intermitente é uma estratégia alimentar que vem ganhando popularidade nos últimos anos.

    Ele consiste em alternar períodos de jejum e de alimentação, com o objetivo de emagrecer, melhorar a saúde ou por motivos religiosos. No entanto, essa prática também pode trazer riscos e efeitos colaterais, especialmente se não for feita com orientação profissional e acompanhamento médico.

    Veja quais são os principais riscos do jejum intermitente e de outras dietas radicais:

    • Hipoglicemia: é a queda dos níveis de açúcar no sangue, que pode causar sintomas como tontura, fraqueza, tremores, suor frio, confusão mental e até desmaio. O jejum intermitente pode provocar hipoglicemia em pessoas que têm diabetes ou que usam medicamentos que afetam a glicose. Além disso, ficar muito tempo sem comer pode diminuir a energia disponível para o cérebro e os músculos, prejudicando o desempenho cognitivo e físico.

    • Perda de massa muscular: o jejum intermitente pode levar à perda de massa muscular, principalmente se não houver uma ingestão adequada de proteínas e uma prática regular de exercícios físicos. A perda de massa muscular pode reduzir o metabolismo basal, ou seja, a quantidade de calorias que o corpo gasta em repouso, dificultando o emagrecimento a longo prazo. Além disso, a perda de massa muscular pode comprometer a força, a resistência, a postura e a saúde óssea.

    • Alterações hormonais: o jejum intermitente pode afetar os níveis de alguns hormônios importantes para o funcionamento do organismo, como a insulina, o glucagon, o cortisol, o hormônio do crescimento, a leptina e a grelina. Esses hormônios estão envolvidos na regulação da glicose, do estresse, do apetite, da saciedade, do crescimento e da reprodução. Algumas alterações hormonais podem ser benéficas, como o aumento da sensibilidade à insulina e da biogênese mitocondrial, mas outras podem ser prejudiciais, como o aumento do cortisol e da grelina, que podem causar ansiedade, fome excessiva e compulsão alimentar.

    • Desidratação: o jejum intermitente pode causar desidratação se não houver uma ingestão adequada de líquidos durante os períodos de alimentação. A desidratação pode provocar sintomas como dor de cabeça, boca seca, pele ressecada, olhos fundos, diminuição da elasticidade da pele e da pressão arterial. A desidratação também pode afetar os rins e aumentar o risco de cálculos renais.

    • Distúrbios alimentares: o jejum intermitente pode favorecer o desenvolvimento de distúrbios alimentares em pessoas que têm uma relação problemática com a comida ou com o corpo. O jejum intermitente pode gerar um ciclo vicioso de restrição e compulsão alimentar, além de sentimentos de culpa, vergonha e insatisfação corporal. O jejum intermitente também pode levar à ortorexia nervosa, que é uma obsessão por alimentos saudáveis e por regras alimentares rígidas.

    Portanto, antes de iniciar um jejum intermitente ou qualquer outra dieta radical, é importante consultar um médico e um nutricionista para avaliar os possíveis benefícios e riscos para a sua saúde. Lembre-se que o emagrecimento saudável depende de uma alimentação equilibrada, variada e individualizada, aliada à prática regular de atividade física e ao cuidado com a saúde mental.

    Ele consiste em alternar períodos de jejum e de alimentação, com o objetivo de emagrecer, melhorar a saúde ou por motivos religiosos. No entanto, essa prática também pode trazer riscos e efeitos colaterais, especialmente se não for feita com orientação profissional e acompanhamento médico.

    Veja quais são os principais riscos do jejum intermitente e de outras dietas radicais:

    • Hipoglicemia: é a queda dos níveis de açúcar no sangue, que pode causar sintomas como tontura, fraqueza, tremores, suor frio, confusão mental e até desmaio. O jejum intermitente pode provocar hipoglicemia em pessoas que têm diabetes ou que usam medicamentos que afetam a glicose. Além disso, ficar muito tempo sem comer pode diminuir a energia disponível para o cérebro e os músculos, prejudicando o desempenho cognitivo e físico.

    • Perda de massa muscular: o jejum intermitente pode levar à perda de massa muscular, principalmente se não houver uma ingestão adequada de proteínas e uma prática regular de exercícios físicos. A perda de massa muscular pode reduzir o metabolismo basal, ou seja, a quantidade de calorias que o corpo gasta em repouso, dificultando o emagrecimento a longo prazo. Além disso, a perda de massa muscular pode comprometer a força, a resistência, a postura e a saúde óssea.

    • Alterações hormonais: o jejum intermitente pode afetar os níveis de alguns hormônios importantes para o funcionamento do organismo, como a insulina, o glucagon, o cortisol, o hormônio do crescimento, a leptina e a grelina. Esses hormônios estão envolvidos na regulação da glicose, do estresse, do apetite, da saciedade, do crescimento e da reprodução. Algumas alterações hormonais podem ser benéficas, como o aumento da sensibilidade à insulina e da biogênese mitocondrial, mas outras podem ser prejudiciais, como o aumento do cortisol e da grelina, que podem causar ansiedade, fome excessiva e compulsão alimentar.

    • Desidratação: o jejum intermitente pode causar desidratação se não houver uma ingestão adequada de líquidos durante os períodos de alimentação. A desidratação pode provocar sintomas como dor de cabeça, boca seca, pele ressecada, olhos fundos, diminuição da elasticidade da pele e da pressão arterial. A desidratação também pode afetar os rins e aumentar o risco de cálculos renais.

    • Distúrbios alimentares: o jejum intermitente pode favorecer o desenvolvimento de distúrbios alimentares em pessoas que têm uma relação problemática com a comida ou com o corpo. O jejum intermitente pode gerar um ciclo vicioso de restrição e compulsão alimentar, além de sentimentos de culpa, vergonha e insatisfação corporal. O jejum intermitente também pode levar à ortorexia nervosa, que é uma obsessão por alimentos saudáveis e por regras alimentares rígidas.

    Portanto, antes de iniciar um jejum intermitente ou qualquer outra dieta radical, é importante consultar um médico e um nutricionista para avaliar os possíveis benefícios e riscos para a sua saúde. Lembre-se que o emagrecimento saudável depende de uma alimentação equilibrada, variada e individualizada, aliada à prática regular de atividade física e ao cuidado com a saúde mental.

  • Lula cobra imposto dos “super-ricos” para aumentar isenção do IR

    Lula cobra imposto dos “super-ricos” para aumentar isenção do IR

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na segunda-feira (28) uma medida provisória (MP) que cria uma nova tributação para os chamados “fundos exclusivos”, que são investimentos voltados para pessoas com alto poder aquisitivo e que têm benefícios fiscais.

    Segundo o governo, a medida visa tornar mais justa e igualitária a distribuição da carga tributária no país, já que esses fundos são utilizados por cerca de 0,1% dos contribuintes, mas representam 10% do patrimônio total aplicado em fundos de investimento no Brasil.

    Os fundos exclusivos são aqueles que exigem um investimento mínimo de R$ 10 milhões por cotista e que têm isenção do chamado “come-cotas”, que é um imposto semestral cobrado sobre os rendimentos dos fundos de investimento.

    Com a MP, esses fundos passarão a ser tributados da mesma forma que os demais fundos abertos, ou seja, terão incidência do come-cotas e do Imposto de Renda (IR) na fonte, conforme a tabela regressiva, que varia de 15% a 22,5%, dependendo do prazo de aplicação.

    A expectativa do governo é arrecadar R$ 24 bilhões entre 2023 e 2026 com a nova tributação, que servirá como compensação para o aumento da faixa de isenção do IR para as pessoas físicas que recebem até R$ 2.640 mensais, anunciado na semana passada pelo presidente Lula.

    A medida já havia sido tentada pelos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro, e pelo ministro da Economia Paulo Guedes, mas enfrentou resistência no Congresso Nacional, principalmente por parte dos parlamentares ligados ao setor financeiro.

    Agora, a MP terá que ser analisada pelos deputados e senadores em até 120 dias, caso contrário perderá a validade. O governo espera contar com o apoio da maioria dos partidos, especialmente os de esquerda e centro-esquerda, que defendem uma reforma tributária mais progressiva.

    Especialistas em economia e tributação veem com bons olhos a medida, que consideram um avanço na direção de reduzir as desigualdades sociais e econômicas no país. Eles argumentam que os fundos exclusivos são uma forma de elisão fiscal, ou seja, de evitar o pagamento de impostos por meio de brechas legais.

    Segundo eles, essa prática favorece os mais ricos em detrimento dos mais pobres, que pagam proporcionalmente mais impostos sobre o consumo e a renda. Além disso, eles afirmam que a tributação dos fundos exclusivos pode estimular o investimento produtivo e a geração de empregos, em vez da especulação financeira.

    Segundo o governo, a medida visa tornar mais justa e igualitária a distribuição da carga tributária no país, já que esses fundos são utilizados por cerca de 0,1% dos contribuintes, mas representam 10% do patrimônio total aplicado em fundos de investimento no Brasil.

    Os fundos exclusivos são aqueles que exigem um investimento mínimo de R$ 10 milhões por cotista e que têm isenção do chamado “come-cotas”, que é um imposto semestral cobrado sobre os rendimentos dos fundos de investimento.

    Com a MP, esses fundos passarão a ser tributados da mesma forma que os demais fundos abertos, ou seja, terão incidência do come-cotas e do Imposto de Renda (IR) na fonte, conforme a tabela regressiva, que varia de 15% a 22,5%, dependendo do prazo de aplicação.

    A expectativa do governo é arrecadar R$ 24 bilhões entre 2023 e 2026 com a nova tributação, que servirá como compensação para o aumento da faixa de isenção do IR para as pessoas físicas que recebem até R$ 2.640 mensais, anunciado na semana passada pelo presidente Lula.

    A medida já havia sido tentada pelos ex-presidentes Michel Temer e Jair Bolsonaro, e pelo ministro da Economia Paulo Guedes, mas enfrentou resistência no Congresso Nacional, principalmente por parte dos parlamentares ligados ao setor financeiro.

    Agora, a MP terá que ser analisada pelos deputados e senadores em até 120 dias, caso contrário perderá a validade. O governo espera contar com o apoio da maioria dos partidos, especialmente os de esquerda e centro-esquerda, que defendem uma reforma tributária mais progressiva.

    Especialistas em economia e tributação veem com bons olhos a medida, que consideram um avanço na direção de reduzir as desigualdades sociais e econômicas no país. Eles argumentam que os fundos exclusivos são uma forma de elisão fiscal, ou seja, de evitar o pagamento de impostos por meio de brechas legais.

    Segundo eles, essa prática favorece os mais ricos em detrimento dos mais pobres, que pagam proporcionalmente mais impostos sobre o consumo e a renda. Além disso, eles afirmam que a tributação dos fundos exclusivos pode estimular o investimento produtivo e a geração de empregos, em vez da especulação financeira.

  • Lua Azul 2023: o que é, quando e como ver a superlua rara que iluminará o céu em agosto

    Lua Azul 2023: o que é, quando e como ver a superlua rara que iluminará o céu em agosto

    No final deste mês, os amantes da astronomia terão um motivo especial para olhar para o céu.

    Na quarta-feira, dia 30 de agosto, acontecerá a Lua Azul 2023, um fenômeno raro que combina duas luas cheias no mesmo mês e uma superlua, que é quando a lua está mais próxima e mais brilhante do que o normal.

    A Lua Azul 2023 será a primeira desde 2018 e a última até 2037. Ela poderá ser vista em todas as partes do mundo, mas o melhor momento para apreciá-la é logo após o nascer da lua no horizonte leste. Quem não puder ver ao vivo, poderá acompanhar uma transmissão online pelo canal do The Virtual Telescope Project no YouTube.

    Mas por que esse fenômeno se chama Lua Azul, se a lua não fica azul de verdade? A explicação está em uma expressão em inglês que significa algo raro ou improvável. A origem dessa expressão é incerta, mas pode estar relacionada a uma erupção vulcânica na Indonésia em 1883, que deixou o céu com uma tonalidade azulada por vários meses.

    A Lua Azul é um espetáculo natural que inspira admiração e curiosidade. Ela também tem influência na cultura popular, sendo tema de músicas, filmes e livros. Algumas pessoas acreditam que ela tem poderes mágicos ou afeta o comportamento humano e animal. Mas o que sabemos com certeza é que ela é uma oportunidade única de contemplar a beleza do nosso satélite natural.

    Entenda o fenômeno

    A Lua Azul ocorre porque o ciclo lunar é de cerca de 29,5 dias, enquanto alguns meses têm mais de 30 dias. Isso faz com que, ocasionalmente, haja duas luas cheias no mesmo mês. A segunda lua cheia é chamada de Lua Azul.

    A Lua Azul 2023 também será uma superlua, ou seja, uma lua cheia que está mais próxima da Terra do que o normal, ficando maior e mais brilhante no céu. A distância média entre a Terra e a Lua é de 384 mil quilômetros, mas na superlua ela pode chegar a 357 mil quilômetros.

    A superlua acontece porque a órbita da lua ao redor da Terra não é perfeitamente circular, mas sim elíptica. Isso faz com que a lua tenha um ponto mais próximo da Terra, chamado de perigeu, e um ponto mais distante, chamado de apogeu. Quando a lua cheia coincide com o perigeu, temos uma superlua.

    A Lua Azul 2023 será a quarta e última superlua do ano. As outras três foram em junho, julho e agosto. A próxima superlua será em janeiro de 2024.

    Como ver a Lua Azul 2023

    A Lua Azul 2023 acontecerá na quarta-feira, dia 30 de agosto, às 22h35 no horário de Brasília. Ela poderá ser vista em todas as regiões do planeta, mas o melhor momento para observá-la é logo após o nascer da lua no horizonte leste.

    Para ver a Lua Azul 2023, não é necessário nenhum equipamento especial, basta ter um local com pouca poluição luminosa e uma boa visão do céu. No entanto, quem quiser ver mais detalhes da superfície lunar pode usar um binóculo ou um telescópio.

    Quem não puder ver a Lua Azul 2023 ao vivo, poderá assistir a uma transmissão online pelo canal do The Virtual Telescope Project no YouTube. O projeto é uma iniciativa do astrônomo italiano Gianluca Masi, que usa telescópios robóticos para mostrar os principais eventos celestes ao vivo pela internet.

    A transmissão da Lua Azul 2023 começará às 22h30 no horário de Brasília e terá comentários em inglês. Para assistir, basta acessar o link [aqui].

    Curiosidades sobre a Lua Azul

    • O nome Lua Azul não tem nada a ver com a cor da lua, mas sim com uma expressão em inglês que significa algo raro ou improvável. A origem dessa expressão é incerta, mas pode estar relacionada a uma erupção vulcânica na Indonésia em 1883, que deixou o céu com uma tonalidade azulada por vários meses.

    • A Lua Azul é um fenômeno raro, mas não tão raro quanto se pensa. Em média, ela acontece a cada dois anos e meio. A última Lua Azul ocorreu em 2018 e a próxima será em 2037.

    • A Lua Azul também pode ser definida de outra forma, como a terceira lua cheia de uma estação do ano que tem quatro luas cheias. Essa definição foi usada pelo Almanaque do Fazendeiro, uma publicação americana que trazia informações sobre o clima e a agricultura. Essa definição é mais antiga e mais rara do que a de duas luas cheias no mesmo mês.

    • A Lua Azul tem influência na cultura popular, sendo tema de músicas, filmes e livros. Uma das músicas mais famosas é “Blue Moon”, composta por Richard Rodgers e Lorenz Hart em 1934, que foi gravada por vários artistas, como Frank Sinatra, Elvis Presley e Rod Stewart. Um dos filmes mais conhecidos é “Lua de Papel”, de 1973, estrelado por Ryan O’Neal e sua filha Tatum O’Neal. Um dos livros mais populares é “Lua Azul”, de 2019, escrito por Lee Child, que faz parte da série de suspense protagonizada pelo ex-militar Jack Reacher.

    • Algumas pessoas acreditam que a Lua Azul tem poderes mágicos ou afeta o comportamento humano e animal. Essas crenças são baseadas em lendas e mitos antigos, que associavam a lua a fenômenos sobrenaturais e emocionais. No entanto, não há evidências científicas que comprovem essas influências.

    Na quarta-feira, dia 30 de agosto, acontecerá a Lua Azul 2023, um fenômeno raro que combina duas luas cheias no mesmo mês e uma superlua, que é quando a lua está mais próxima e mais brilhante do que o normal.

    A Lua Azul 2023 será a primeira desde 2018 e a última até 2037. Ela poderá ser vista em todas as partes do mundo, mas o melhor momento para apreciá-la é logo após o nascer da lua no horizonte leste. Quem não puder ver ao vivo, poderá acompanhar uma transmissão online pelo canal do The Virtual Telescope Project no YouTube.

    Mas por que esse fenômeno se chama Lua Azul, se a lua não fica azul de verdade? A explicação está em uma expressão em inglês que significa algo raro ou improvável. A origem dessa expressão é incerta, mas pode estar relacionada a uma erupção vulcânica na Indonésia em 1883, que deixou o céu com uma tonalidade azulada por vários meses.

    A Lua Azul é um espetáculo natural que inspira admiração e curiosidade. Ela também tem influência na cultura popular, sendo tema de músicas, filmes e livros. Algumas pessoas acreditam que ela tem poderes mágicos ou afeta o comportamento humano e animal. Mas o que sabemos com certeza é que ela é uma oportunidade única de contemplar a beleza do nosso satélite natural.

    Entenda o fenômeno

    A Lua Azul ocorre porque o ciclo lunar é de cerca de 29,5 dias, enquanto alguns meses têm mais de 30 dias. Isso faz com que, ocasionalmente, haja duas luas cheias no mesmo mês. A segunda lua cheia é chamada de Lua Azul.

    A Lua Azul 2023 também será uma superlua, ou seja, uma lua cheia que está mais próxima da Terra do que o normal, ficando maior e mais brilhante no céu. A distância média entre a Terra e a Lua é de 384 mil quilômetros, mas na superlua ela pode chegar a 357 mil quilômetros.

    A superlua acontece porque a órbita da lua ao redor da Terra não é perfeitamente circular, mas sim elíptica. Isso faz com que a lua tenha um ponto mais próximo da Terra, chamado de perigeu, e um ponto mais distante, chamado de apogeu. Quando a lua cheia coincide com o perigeu, temos uma superlua.

    A Lua Azul 2023 será a quarta e última superlua do ano. As outras três foram em junho, julho e agosto. A próxima superlua será em janeiro de 2024.

    Como ver a Lua Azul 2023

    A Lua Azul 2023 acontecerá na quarta-feira, dia 30 de agosto, às 22h35 no horário de Brasília. Ela poderá ser vista em todas as regiões do planeta, mas o melhor momento para observá-la é logo após o nascer da lua no horizonte leste.

    Para ver a Lua Azul 2023, não é necessário nenhum equipamento especial, basta ter um local com pouca poluição luminosa e uma boa visão do céu. No entanto, quem quiser ver mais detalhes da superfície lunar pode usar um binóculo ou um telescópio.

    Quem não puder ver a Lua Azul 2023 ao vivo, poderá assistir a uma transmissão online pelo canal do The Virtual Telescope Project no YouTube. O projeto é uma iniciativa do astrônomo italiano Gianluca Masi, que usa telescópios robóticos para mostrar os principais eventos celestes ao vivo pela internet.

    A transmissão da Lua Azul 2023 começará às 22h30 no horário de Brasília e terá comentários em inglês. Para assistir, basta acessar o link [aqui].

    Curiosidades sobre a Lua Azul

    • O nome Lua Azul não tem nada a ver com a cor da lua, mas sim com uma expressão em inglês que significa algo raro ou improvável. A origem dessa expressão é incerta, mas pode estar relacionada a uma erupção vulcânica na Indonésia em 1883, que deixou o céu com uma tonalidade azulada por vários meses.

    • A Lua Azul é um fenômeno raro, mas não tão raro quanto se pensa. Em média, ela acontece a cada dois anos e meio. A última Lua Azul ocorreu em 2018 e a próxima será em 2037.

    • A Lua Azul também pode ser definida de outra forma, como a terceira lua cheia de uma estação do ano que tem quatro luas cheias. Essa definição foi usada pelo Almanaque do Fazendeiro, uma publicação americana que trazia informações sobre o clima e a agricultura. Essa definição é mais antiga e mais rara do que a de duas luas cheias no mesmo mês.

    • A Lua Azul tem influência na cultura popular, sendo tema de músicas, filmes e livros. Uma das músicas mais famosas é “Blue Moon”, composta por Richard Rodgers e Lorenz Hart em 1934, que foi gravada por vários artistas, como Frank Sinatra, Elvis Presley e Rod Stewart. Um dos filmes mais conhecidos é “Lua de Papel”, de 1973, estrelado por Ryan O’Neal e sua filha Tatum O’Neal. Um dos livros mais populares é “Lua Azul”, de 2019, escrito por Lee Child, que faz parte da série de suspense protagonizada pelo ex-militar Jack Reacher.

    • Algumas pessoas acreditam que a Lua Azul tem poderes mágicos ou afeta o comportamento humano e animal. Essas crenças são baseadas em lendas e mitos antigos, que associavam a lua a fenômenos sobrenaturais e emocionais. No entanto, não há evidências científicas que comprovem essas influências.
  • A taiga: um bioma de extremos

    A taiga: um bioma de extremos

    Você já ouviu falar da taiga? Talvez você conheça esse bioma por outro nome, como floresta boreal ou floresta de coníferas.

    A taiga é um dos maiores e mais frios biomas do mundo, ocupando cerca de 17% da superfície terrestre no hemisfério norte. A taiga está localizada entre a tundra ao norte e as florestas temperadas ao sul, abrangendo partes da América do Norte, Europa e Ásia.

    A taiga é composta principalmente por árvores coníferas, como pinheiros, abetos e lariços, que têm folhas em forma de agulha e sementes em cones. Essas árvores são adaptadas ao clima subártico da taiga, que tem invernos longos e muito frios, verões curtos e moderados, e precipitação moderada a alta. O solo da taiga é pobre em nutrientes e muitas vezes congelado ou rochoso, o que dificulta o crescimento de muitas plantas. Por isso, a diversidade vegetal da taiga é baixa, comparada a outros biomas.

    A taiga abriga muitos tipos de animais, como ursos, lobos, alces, renas, raposas e lebres, que se adaptaram ao frio e à neve. Muitas aves migram para a taiga no verão para se alimentar de insetos e sementes. A taiga também é o lar de muitos povos indígenas, que vivem da caça, da pesca e da coleta de recursos naturais.

    A taiga é um bioma fascinante que enfrenta muitos desafios ambientais, como as mudanças climáticas, os incêndios florestais, o desmatamento e a poluição. As mudanças climáticas podem alterar o regime térmico e hidrológico da taiga, afetando a distribuição e a saúde das árvores e dos animais. Os incêndios florestais podem destruir grandes áreas de vegetação e liberar gases de efeito estufa na atmosfera. O desmatamento pode reduzir a cobertura florestal e fragmentar os habitats dos animais. A poluição pode contaminar o solo, a água e o ar da taiga, prejudicando a qualidade de vida dos seres vivos.

    A taiga é importante para a regulação do clima global, a conservação da biodiversidade e o fornecimento de recursos naturais para as pessoas. A taiga armazena grandes quantidades de carbono em suas árvores e no solo, ajudando a mitigar o aquecimento global. A taiga abriga cerca de um terço das espécies de aves do mundo e muitas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. A taiga fornece madeira, papel, celulose, resina, óleos essenciais, frutas silvestres, cogumelos e medicamentos para as indústrias e as populações humanas.

    A taiga merece ser protegida e respeitada por todos nós. Podemos contribuir para a conservação da taiga ao reduzir o consumo de produtos derivados da madeira, ao apoiar as iniciativas de manejo sustentável das florestas, ao combater as mudanças climáticas e ao educar-nos sobre a importância desse bioma. A taiga é um patrimônio natural que devemos preservar para as gerações futuras.

    A taiga é um dos maiores e mais frios biomas do mundo, ocupando cerca de 17% da superfície terrestre no hemisfério norte. A taiga está localizada entre a tundra ao norte e as florestas temperadas ao sul, abrangendo partes da América do Norte, Europa e Ásia.

    A taiga é composta principalmente por árvores coníferas, como pinheiros, abetos e lariços, que têm folhas em forma de agulha e sementes em cones. Essas árvores são adaptadas ao clima subártico da taiga, que tem invernos longos e muito frios, verões curtos e moderados, e precipitação moderada a alta. O solo da taiga é pobre em nutrientes e muitas vezes congelado ou rochoso, o que dificulta o crescimento de muitas plantas. Por isso, a diversidade vegetal da taiga é baixa, comparada a outros biomas.

    A taiga abriga muitos tipos de animais, como ursos, lobos, alces, renas, raposas e lebres, que se adaptaram ao frio e à neve. Muitas aves migram para a taiga no verão para se alimentar de insetos e sementes. A taiga também é o lar de muitos povos indígenas, que vivem da caça, da pesca e da coleta de recursos naturais.

    A taiga é um bioma fascinante que enfrenta muitos desafios ambientais, como as mudanças climáticas, os incêndios florestais, o desmatamento e a poluição. As mudanças climáticas podem alterar o regime térmico e hidrológico da taiga, afetando a distribuição e a saúde das árvores e dos animais. Os incêndios florestais podem destruir grandes áreas de vegetação e liberar gases de efeito estufa na atmosfera. O desmatamento pode reduzir a cobertura florestal e fragmentar os habitats dos animais. A poluição pode contaminar o solo, a água e o ar da taiga, prejudicando a qualidade de vida dos seres vivos.

    A taiga é importante para a regulação do clima global, a conservação da biodiversidade e o fornecimento de recursos naturais para as pessoas. A taiga armazena grandes quantidades de carbono em suas árvores e no solo, ajudando a mitigar o aquecimento global. A taiga abriga cerca de um terço das espécies de aves do mundo e muitas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. A taiga fornece madeira, papel, celulose, resina, óleos essenciais, frutas silvestres, cogumelos e medicamentos para as indústrias e as populações humanas.

    A taiga merece ser protegida e respeitada por todos nós. Podemos contribuir para a conservação da taiga ao reduzir o consumo de produtos derivados da madeira, ao apoiar as iniciativas de manejo sustentável das florestas, ao combater as mudanças climáticas e ao educar-nos sobre a importância desse bioma. A taiga é um patrimônio natural que devemos preservar para as gerações futuras.

  • Preço do etanol sobe em 15 Estados e no DF

    Preço do etanol sobe em 15 Estados e no DF

    O preço do etanol hidratado, combustível derivado da cana-de-açúcar, subiu em 15 Estados e no Distrito Federal na semana encerrada no sábado (26), segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

    O preço médio nacional do etanol subiu 1,39%, de R$ 3,61 para R$ 3,66 o litro.

    O etanol é considerado mais vantajoso do que a gasolina quando o seu preço equivale a até 70% do preço da gasolina. Segundo a ANP, o etanol está mais competitivo em relação à gasolina em sete unidades da federação: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. A paridade média nacional é de 62,24%.

    Em São Paulo, maior produtor e consumidor de etanol do país, o preço médio do etanol subiu 1,67%, de R$ 3,29 para R$ 3,35 o litro. A gasolina, por sua vez, subiu 0,64%, de R$ 5,65 para R$ 5,69 o litro. Assim, o etanol equivale a 58,88% do preço da gasolina no Estado .

    O preço médio nacional do etanol subiu 1,39%, de R$ 3,61 para R$ 3,66 o litro.

    O etanol é considerado mais vantajoso do que a gasolina quando o seu preço equivale a até 70% do preço da gasolina. Segundo a ANP, o etanol está mais competitivo em relação à gasolina em sete unidades da federação: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. A paridade média nacional é de 62,24%.

    Em São Paulo, maior produtor e consumidor de etanol do país, o preço médio do etanol subiu 1,67%, de R$ 3,29 para R$ 3,35 o litro. A gasolina, por sua vez, subiu 0,64%, de R$ 5,65 para R$ 5,69 o litro. Assim, o etanol equivale a 58,88% do preço da gasolina no Estado .

  • Playstation Portal: um fracasso anunciado?

    Playstation Portal: um fracasso anunciado?

    A Sony anunciou recentemente o seu novo dispositivo portátil dedicado ao Remote Play, o Playstation Portal.

    O aparelho, que custa US$ 199,99, promete permitir que os usuários joguem os seus jogos de PS5 em qualquer lugar, desde que tenham uma conexão Wi-Fi estável e o console ligado em casa. Mas será que o Playstation Portal tem chances de fazer sucesso em um mercado cada vez mais competitivo e exigente?

    O Playstation Portal tem um design que lembra um controle do PS5, com uma tela LCD de 8 polegadas e resolução de 1080p. Ele também conta com os recursos do DualSense, como os gatilhos adaptativos e o feedback háptico. No entanto, ele não é capaz de rodar jogos nativamente, dependendo exclusivamente do Remote Play para funcionar. Isso significa que ele não pode acessar a biblioteca de jogos do PC, do Xbox ou de outras plataformas, limitando-se aos títulos do PS5. Além disso, ele também não suporta os jogos do PS VR2, que requerem o headset, nem os jogos que são transmitidos pelo PlayStation Plus Premium.

    Essas limitações podem ser um grande obstáculo para o Playstation Portal, especialmente quando comparado a outros dispositivos portáteis que oferecem mais liberdade e compatibilidade aos jogadores. Um exemplo é o Steam Deck, da Valve, que é um verdadeiro PC portátil com Windows 11 e acesso à biblioteca do Steam e de outras lojas digitais. O Steam Deck tem três opções de armazenamento (64 GB, 256 GB e 512 GB), uma tela de 7 polegadas com taxa de atualização de 60 Hz e um processador AMD customizado com Zen 2 e RDNA 2. O Steam Deck também permite que os usuários façam streaming dos seus jogos do PC para o dispositivo, usando o Steam Remote Play. O preço do Steam Deck varia entre US$ 399 e US$ 649, dependendo da capacidade de armazenamento.

    Outro concorrente do Playstation Portal é o ASUS ROG Ally, o primeiro console portátil da ASUS. O ROG Ally também roda Windows 11 e vem com três meses grátis de Xbox Game Pass Ultimate, dando acesso a centenas de jogos da Microsoft e de outras desenvolvedoras. O ROG Ally tem um processador AMD Ryzen Z1 Extreme, baseado na arquitetura Zen 4 e com gráficos RDNA 3. Ele também tem uma tela Full HD de 120 Hz com FreeSync Premium, um sistema térmico avançado e personalização de comandos. O preço do ROG Ally é de US$ 699.

    Diante desses rivais, o Playstation Portal parece ter poucas chances de se destacar no mercado de portáteis. A sua dependência do Remote Play pode ser um fator decisivo para afastar os consumidores que buscam mais mobilidade e versatilidade na hora de jogar. Além disso, o seu preço pode não ser tão atrativo quando comparado aos benefícios oferecidos pelos seus concorrentes. Por isso, é possível que o Playstation Portal seja um fracasso anunciado, assim como foi o seu antecessor, o PS Vita.

    O aparelho, que custa US$ 199,99, promete permitir que os usuários joguem os seus jogos de PS5 em qualquer lugar, desde que tenham uma conexão Wi-Fi estável e o console ligado em casa. Mas será que o Playstation Portal tem chances de fazer sucesso em um mercado cada vez mais competitivo e exigente?

    O Playstation Portal tem um design que lembra um controle do PS5, com uma tela LCD de 8 polegadas e resolução de 1080p. Ele também conta com os recursos do DualSense, como os gatilhos adaptativos e o feedback háptico. No entanto, ele não é capaz de rodar jogos nativamente, dependendo exclusivamente do Remote Play para funcionar. Isso significa que ele não pode acessar a biblioteca de jogos do PC, do Xbox ou de outras plataformas, limitando-se aos títulos do PS5. Além disso, ele também não suporta os jogos do PS VR2, que requerem o headset, nem os jogos que são transmitidos pelo PlayStation Plus Premium.

    Essas limitações podem ser um grande obstáculo para o Playstation Portal, especialmente quando comparado a outros dispositivos portáteis que oferecem mais liberdade e compatibilidade aos jogadores. Um exemplo é o Steam Deck, da Valve, que é um verdadeiro PC portátil com Windows 11 e acesso à biblioteca do Steam e de outras lojas digitais. O Steam Deck tem três opções de armazenamento (64 GB, 256 GB e 512 GB), uma tela de 7 polegadas com taxa de atualização de 60 Hz e um processador AMD customizado com Zen 2 e RDNA 2. O Steam Deck também permite que os usuários façam streaming dos seus jogos do PC para o dispositivo, usando o Steam Remote Play. O preço do Steam Deck varia entre US$ 399 e US$ 649, dependendo da capacidade de armazenamento.

    Outro concorrente do Playstation Portal é o ASUS ROG Ally, o primeiro console portátil da ASUS. O ROG Ally também roda Windows 11 e vem com três meses grátis de Xbox Game Pass Ultimate, dando acesso a centenas de jogos da Microsoft e de outras desenvolvedoras. O ROG Ally tem um processador AMD Ryzen Z1 Extreme, baseado na arquitetura Zen 4 e com gráficos RDNA 3. Ele também tem uma tela Full HD de 120 Hz com FreeSync Premium, um sistema térmico avançado e personalização de comandos. O preço do ROG Ally é de US$ 699.

    Diante desses rivais, o Playstation Portal parece ter poucas chances de se destacar no mercado de portáteis. A sua dependência do Remote Play pode ser um fator decisivo para afastar os consumidores que buscam mais mobilidade e versatilidade na hora de jogar. Além disso, o seu preço pode não ser tão atrativo quando comparado aos benefícios oferecidos pelos seus concorrentes. Por isso, é possível que o Playstation Portal seja um fracasso anunciado, assim como foi o seu antecessor, o PS Vita.

  • Araxá sedia a maior feira de queijos artesanais do Brasil e premia os melhores produtores

    Araxá sedia a maior feira de queijos artesanais do Brasil e premia os melhores produtores

    A cidade de Araxá, no Alto Paranaíba, recebeu entre os dias 23 e 26 de agosto a ExpoQueijo Brasil 2023, a maior feira de queijos artesanais do país.

    O evento contou com a participação de 410 produtores de diversas regiões do Brasil, que apresentaram 1,3 mil tipos de queijos para o público e para os jurados do concurso internacional que premiou as melhores variedades.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, esteve presente na abertura da feira e elogiou a qualidade dos produtos mineiros. Ele destacou as políticas de valorização dos queijos artesanais promovidas pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e seus parceiros, como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

    “Minas Gerais é o maior produtor de queijos artesanais do Brasil, com mais de 9 mil toneladas por ano. Temos uma diversidade incrível de sabores, aromas e texturas, que são reconhecidos nacional e internacionalmente. O Governo de Minas tem apoiado os produtores com ações para simplificar a vida de quem produz, garantir a qualidade e a segurança dos produtos, capacitar os profissionais e agregar valor à cadeia produtiva. A ExpoQueijo Brasil é uma oportunidade para mostrar ao mundo o potencial dos nossos queijos”, afirmou Zema.

    O secretário de Agricultura, Antônio Carlos Souza Lima Neto, ressaltou a importância da feira para o desenvolvimento do setor. “A ExpoQueijo Brasil é o principal evento do segmento no país e reúne os principais atores da cadeia produtiva do queijo artesanal. É uma vitrine para os produtores exporem seus produtos, trocarem experiências, ampliarem seus mercados e se atualizarem sobre as novidades e tendências do setor. A Seapa e seus parceiros estão presentes na feira com diversas ações para fortalecer o segmento e fomentar a inovação”, disse.

    O concurso internacional da ExpoQueijo Brasil 2023 contou com a participação de 800 queijos inscritos nas categorias vaca, cabra, ovelha e misto. Os queijos foram avaliados por um júri composto por especialistas nacionais e internacionais, que levaram em conta critérios como aparência, textura, aroma e sabor. Os vencedores receberam troféus, medalhas e certificados, além da oportunidade de terem seus queijos reconhecidos, qualificados e expostos para todo o mundo.

    A ExpoQueijo Brasil 2023 foi realizada no Tauá Grande Hotel Termas de Araxá, com o apoio da Prefeitura Municipal de Araxá, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e da Associação Brasileira dos Produtores de Queijo Artesanal (ABPQA).

    O evento contou com a participação de 410 produtores de diversas regiões do Brasil, que apresentaram 1,3 mil tipos de queijos para o público e para os jurados do concurso internacional que premiou as melhores variedades.

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, esteve presente na abertura da feira e elogiou a qualidade dos produtos mineiros. Ele destacou as políticas de valorização dos queijos artesanais promovidas pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e seus parceiros, como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

    “Minas Gerais é o maior produtor de queijos artesanais do Brasil, com mais de 9 mil toneladas por ano. Temos uma diversidade incrível de sabores, aromas e texturas, que são reconhecidos nacional e internacionalmente. O Governo de Minas tem apoiado os produtores com ações para simplificar a vida de quem produz, garantir a qualidade e a segurança dos produtos, capacitar os profissionais e agregar valor à cadeia produtiva. A ExpoQueijo Brasil é uma oportunidade para mostrar ao mundo o potencial dos nossos queijos”, afirmou Zema.

    O secretário de Agricultura, Antônio Carlos Souza Lima Neto, ressaltou a importância da feira para o desenvolvimento do setor. “A ExpoQueijo Brasil é o principal evento do segmento no país e reúne os principais atores da cadeia produtiva do queijo artesanal. É uma vitrine para os produtores exporem seus produtos, trocarem experiências, ampliarem seus mercados e se atualizarem sobre as novidades e tendências do setor. A Seapa e seus parceiros estão presentes na feira com diversas ações para fortalecer o segmento e fomentar a inovação”, disse.

    O concurso internacional da ExpoQueijo Brasil 2023 contou com a participação de 800 queijos inscritos nas categorias vaca, cabra, ovelha e misto. Os queijos foram avaliados por um júri composto por especialistas nacionais e internacionais, que levaram em conta critérios como aparência, textura, aroma e sabor. Os vencedores receberam troféus, medalhas e certificados, além da oportunidade de terem seus queijos reconhecidos, qualificados e expostos para todo o mundo.

    A ExpoQueijo Brasil 2023 foi realizada no Tauá Grande Hotel Termas de Araxá, com o apoio da Prefeitura Municipal de Araxá, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e da Associação Brasileira dos Produtores de Queijo Artesanal (ABPQA).

  • Quais são os principais sintomas do HPV?

    Quais são os principais sintomas do HPV?

    O HPV é um vírus que pode infectar a pele e as mucosas, causando verrugas ou lesões que podem evoluir para câncer.

    O nome é uma sigla em inglês para Papiloma vírus humano, e existem mais de 200 tipos diferentes de HPV, sendo que alguns têm maior risco de provocar câncer do que outros.

    A forma mais comum de transmissão do HPV é pelo contato sexual, mesmo sem troca de fluidos. Basta o contato entre as partes íntimas para que o vírus possa passar de uma pessoa para outra. Por isso, o HPV é considerado uma infecção sexualmente transmissível (IST).

    Outras formas de transmissão, menos frequentes, são pelo contato com verrugas na pele, pelo compartilhamento de roupas íntimas ou toalhas e pela transmissão da mãe para o bebê durante o parto.

    Muitas vezes, a infecção pelo HPV não causa nenhum sintoma e a pessoa nem sabe que tem o vírus. Porém, quando os sintomas aparecem, o principal sinal é o surgimento de verrugas ou lesões na pele ou nas mucosas, que podem ser visíveis ou não a olho nu.

    As verrugas ou lesões podem surgir em diferentes partes do corpo, como boca, garganta, ânus, pênis, vagina e colo do útero. Dependendo do tipo de HPV e da localização da lesão, pode haver coceira, desconforto ou dor no local.

    O diagnóstico do HPV é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais, que podem identificar o vírus e o seu tipo. O tratamento depende do tipo de lesão e da sua localização, podendo incluir medicamentos ou procedimentos cirúrgicos.

    A prevenção do HPV é feita principalmente pelo uso de preservativos nas relações sexuais e pela vacinação contra o vírus. A vacina está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Além disso, é importante fazer consultas regulares com um médico ginecologista ou urologista para verificar a saúde das partes íntimas.

    O HPV é uma infecção muito comum e que pode ser tratada. Porém, se não for diagnosticada e tratada adequadamente, pode trazer complicações graves, como câncer de colo do útero, garganta e ânus. Por isso, é fundamental se prevenir e se cuidar.

    O nome é uma sigla em inglês para Papiloma vírus humano, e existem mais de 200 tipos diferentes de HPV, sendo que alguns têm maior risco de provocar câncer do que outros.

    A forma mais comum de transmissão do HPV é pelo contato sexual, mesmo sem troca de fluidos. Basta o contato entre as partes íntimas para que o vírus possa passar de uma pessoa para outra. Por isso, o HPV é considerado uma infecção sexualmente transmissível (IST).

    Outras formas de transmissão, menos frequentes, são pelo contato com verrugas na pele, pelo compartilhamento de roupas íntimas ou toalhas e pela transmissão da mãe para o bebê durante o parto.

    Muitas vezes, a infecção pelo HPV não causa nenhum sintoma e a pessoa nem sabe que tem o vírus. Porém, quando os sintomas aparecem, o principal sinal é o surgimento de verrugas ou lesões na pele ou nas mucosas, que podem ser visíveis ou não a olho nu.

    As verrugas ou lesões podem surgir em diferentes partes do corpo, como boca, garganta, ânus, pênis, vagina e colo do útero. Dependendo do tipo de HPV e da localização da lesão, pode haver coceira, desconforto ou dor no local.

    O diagnóstico do HPV é feito por meio de exames clínicos e laboratoriais, que podem identificar o vírus e o seu tipo. O tratamento depende do tipo de lesão e da sua localização, podendo incluir medicamentos ou procedimentos cirúrgicos.

    A prevenção do HPV é feita principalmente pelo uso de preservativos nas relações sexuais e pela vacinação contra o vírus. A vacina está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Além disso, é importante fazer consultas regulares com um médico ginecologista ou urologista para verificar a saúde das partes íntimas.

    O HPV é uma infecção muito comum e que pode ser tratada. Porém, se não for diagnosticada e tratada adequadamente, pode trazer complicações graves, como câncer de colo do útero, garganta e ânus. Por isso, é fundamental se prevenir e se cuidar.