Autor: Hermano Oliveira

  • Famosos que perderam dinheiro com criptomoedas: uma história de ganância e ilusão

    Famosos que perderam dinheiro com criptomoedas: uma história de ganância e ilusão

    As criptomoedas são um fenômeno que atraiu a atenção de muitas pessoas nos últimos anos, especialmente as celebridades. Muitos famosos se envolveram com projetos, empresas e moedas digitais, buscando lucrar com a alta volatilidade e o potencial de inovação desse mercado.

    No entanto, nem tudo são flores no mundo cripto. Alguns famosos acabaram perdendo muito dinheiro com investimentos mal feitos, fraudes ou quedas bruscas de preços. Veja alguns casos:

    • Gisele Bündchen e Tom Brady: O ex-casal de supermodelos e astro do futebol americano recebeu cerca de R$ 233 milhões em ações da FTX, uma das gigantes das criptomoedas, em 2021. Eles se tornaram embaixadores da corretora e fizeram propaganda da segurança e confiabilidade da empresa. Porém, em novembro de 2022, a FTX pediu falência e seu fundador, Sam Bankman-Fried, foi acusado de fraude. As ações da FTX se tornaram sem valor e Brady e Bündchen foram processados por clientes que se sentiram lesados pela corretora. Além disso, eles tiveram que pagar impostos sobre as ações recebidas, mesmo sem terem vendido ou lucrado com elas.

    • Kim Kardashian: A socialite e empresária foi multada em US$ 1,26 milhão pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por não fazer divulgações adequadas quando endossou o token EthereumMax em junho de 2021. Ela publicou em seu Instagram uma propaganda do token, que prometia ser uma versão melhorada do Ethereum, para seus mais de 200 milhões de seguidores. Porém, o token se revelou um esquema fraudulento que roubou milhões de dólares dos investidores. A SEC considerou que Kardashian violou as leis ao não informar que recebeu uma compensação pelo post e ao não alertar sobre os riscos do investimento.

    • Leandro Narloch: O jornalista e escritor foi um dos prejudicados pelo escândalo da Atlas Quantum, uma empresa brasileira que prometia rendimentos acima do mercado com arbitragem de criptomoedas. Narloch contou em um podcast que investiu na Atlas em 2018 e chegou a lucrar muito dinheiro com o negócio. Porém, em 2019, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) de operar no país por suspeita de pirâmide financeira. Desde então, os clientes da Atlas não conseguem sacar seus saldos em criptomoedas e estão na Justiça para tentar reaver seus valores.

    Esses são apenas alguns exemplos de famosos que perderam dinheiro com criptomoedas. Eles mostram que esse mercado é arriscado e exige cautela e conhecimento antes de investir. As criptomoedas podem oferecer oportunidades de ganhos, mas também podem trazer prejuízos e decepções.

    No entanto, nem tudo são flores no mundo cripto. Alguns famosos acabaram perdendo muito dinheiro com investimentos mal feitos, fraudes ou quedas bruscas de preços. Veja alguns casos:

    • Gisele Bündchen e Tom Brady: O ex-casal de supermodelos e astro do futebol americano recebeu cerca de R$ 233 milhões em ações da FTX, uma das gigantes das criptomoedas, em 2021. Eles se tornaram embaixadores da corretora e fizeram propaganda da segurança e confiabilidade da empresa. Porém, em novembro de 2022, a FTX pediu falência e seu fundador, Sam Bankman-Fried, foi acusado de fraude. As ações da FTX se tornaram sem valor e Brady e Bündchen foram processados por clientes que se sentiram lesados pela corretora. Além disso, eles tiveram que pagar impostos sobre as ações recebidas, mesmo sem terem vendido ou lucrado com elas.

    • Kim Kardashian: A socialite e empresária foi multada em US$ 1,26 milhão pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por não fazer divulgações adequadas quando endossou o token EthereumMax em junho de 2021. Ela publicou em seu Instagram uma propaganda do token, que prometia ser uma versão melhorada do Ethereum, para seus mais de 200 milhões de seguidores. Porém, o token se revelou um esquema fraudulento que roubou milhões de dólares dos investidores. A SEC considerou que Kardashian violou as leis ao não informar que recebeu uma compensação pelo post e ao não alertar sobre os riscos do investimento.

    • Leandro Narloch: O jornalista e escritor foi um dos prejudicados pelo escândalo da Atlas Quantum, uma empresa brasileira que prometia rendimentos acima do mercado com arbitragem de criptomoedas. Narloch contou em um podcast que investiu na Atlas em 2018 e chegou a lucrar muito dinheiro com o negócio. Porém, em 2019, a empresa foi proibida pela Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) de operar no país por suspeita de pirâmide financeira. Desde então, os clientes da Atlas não conseguem sacar seus saldos em criptomoedas e estão na Justiça para tentar reaver seus valores.

    Esses são apenas alguns exemplos de famosos que perderam dinheiro com criptomoedas. Eles mostram que esse mercado é arriscado e exige cautela e conhecimento antes de investir. As criptomoedas podem oferecer oportunidades de ganhos, mas também podem trazer prejuízos e decepções.

  • Como funciona a isenção de impostos para igrejas no Brasil?

    Como funciona a isenção de impostos para igrejas no Brasil?

    Você já se perguntou por que as igrejas não pagam impostos no Brasil? Qual é a base legal para esse benefício? Quais são os requisitos e as limitações para as entidades religiosas?

    Neste post, vamos explicar como funciona a imunidade tributária para igrejas no Brasil e quais são as implicações dessa medida.

    O que é a imunidade tributária?

    A imunidade tributária é um dispositivo previsto no artigo 150, inciso VI, da Constituição Federal de 1988, que isenta de cobrança de impostos sobre patrimônio, renda ou serviços as organizações sem fins lucrativos, partidos políticos, igrejas, sindicatos e outros setores da sociedade.

    A imunidade tributária é diferente da isenção tributária, que diz respeito ao perdão de tributos previstos em leis estaduais e municipais. A imunidade tributária é uma garantia constitucional que visa proteger a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a assistência social e o pluralismo político.

    Quem é beneficiado pela imunidade tributária?

    Além das igrejas e templos de qualquer credo, são beneficiados pela imunidade tributária:

    • As organizações sem fins lucrativos que atuem na educação, na saúde ou na assistência social;

    • Os partidos políticos e suas fundações, as entidades sindicais dos trabalhadores e as instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos;

    • Os livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão;

    • Os fonogramas e videofonogramas de produção nacional de obras musicais ou literomusicais de autores brasileiros;

    • Os e-books e os leitores digitais.

    Quais são os impostos que as igrejas não pagam?

    As igrejas estão livres de pagar os seguintes impostos:

    • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica;

    • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;

    • COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social;

    • ISS – Imposto Sobre Serviços;

    • ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;

    • IPTU – Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana;

    • IPVA – Imposto sobre Veículos Automotores.

    Quais são os requisitos para ter direito à imunidade tributária?

    Para ter direito à imunidade tributária, as igrejas precisam obedecer a três requisitos:

    • Manter a contabilidade regular;

    • Aplicar toda a renda em benfeitorias sociais;

    • Formar uma sociedade sem fins lucrativos.

    A imunidade tributária só vale para bens registrados no nome da instituição religiosa. Além disso, as igrejas podem ter fontes de receita, mas esses recursos são legalmente isentos de impostos.

    Quais são as implicações da imunidade tributária para igrejas?

    A imunidade tributária para igrejas é uma medida que visa garantir a liberdade religiosa e o respeito à diversidade de crenças no Brasil. Por outro lado, também gera debates sobre o papel das entidades religiosas na sociedade, o uso dos recursos públicos e a fiscalização das atividades das igrejas.

    Em 2020, o Congresso Nacional promulgou uma emenda constitucional que isenta igrejas e templos do pagamento de IPTU em imóvel alugado. A proposta foi criticada por alguns setores que consideram que ela amplia ainda mais os privilégios das organizações religiosas e reduz a arrecadação dos municípios.

    Além disso, há casos de igrejas que se tornaram grupos empresariais, controlando emissoras de TV, rádios, editoras e outros negócios. Essas atividades podem gerar questionamentos por parte dos órgãos de controle sobre a natureza e a finalidade dessas entidades.

    Neste post, vamos explicar como funciona a imunidade tributária para igrejas no Brasil e quais são as implicações dessa medida.

    O que é a imunidade tributária?

    A imunidade tributária é um dispositivo previsto no artigo 150, inciso VI, da Constituição Federal de 1988, que isenta de cobrança de impostos sobre patrimônio, renda ou serviços as organizações sem fins lucrativos, partidos políticos, igrejas, sindicatos e outros setores da sociedade.

    A imunidade tributária é diferente da isenção tributária, que diz respeito ao perdão de tributos previstos em leis estaduais e municipais. A imunidade tributária é uma garantia constitucional que visa proteger a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a assistência social e o pluralismo político.

    Quem é beneficiado pela imunidade tributária?

    Além das igrejas e templos de qualquer credo, são beneficiados pela imunidade tributária:

    • As organizações sem fins lucrativos que atuem na educação, na saúde ou na assistência social;

    • Os partidos políticos e suas fundações, as entidades sindicais dos trabalhadores e as instituições de educação e de assistência social sem fins lucrativos;

    • Os livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão;

    • Os fonogramas e videofonogramas de produção nacional de obras musicais ou literomusicais de autores brasileiros;

    • Os e-books e os leitores digitais.

    Quais são os impostos que as igrejas não pagam?

    As igrejas estão livres de pagar os seguintes impostos:

    • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica;

    • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;

    • COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social;

    • ISS – Imposto Sobre Serviços;

    • ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;

    • IPTU – Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana;

    • IPVA – Imposto sobre Veículos Automotores.

    Quais são os requisitos para ter direito à imunidade tributária?

    Para ter direito à imunidade tributária, as igrejas precisam obedecer a três requisitos:

    • Manter a contabilidade regular;

    • Aplicar toda a renda em benfeitorias sociais;

    • Formar uma sociedade sem fins lucrativos.

    A imunidade tributária só vale para bens registrados no nome da instituição religiosa. Além disso, as igrejas podem ter fontes de receita, mas esses recursos são legalmente isentos de impostos.

    Quais são as implicações da imunidade tributária para igrejas?

    A imunidade tributária para igrejas é uma medida que visa garantir a liberdade religiosa e o respeito à diversidade de crenças no Brasil. Por outro lado, também gera debates sobre o papel das entidades religiosas na sociedade, o uso dos recursos públicos e a fiscalização das atividades das igrejas.

    Em 2020, o Congresso Nacional promulgou uma emenda constitucional que isenta igrejas e templos do pagamento de IPTU em imóvel alugado. A proposta foi criticada por alguns setores que consideram que ela amplia ainda mais os privilégios das organizações religiosas e reduz a arrecadação dos municípios.

    Além disso, há casos de igrejas que se tornaram grupos empresariais, controlando emissoras de TV, rádios, editoras e outros negócios. Essas atividades podem gerar questionamentos por parte dos órgãos de controle sobre a natureza e a finalidade dessas entidades.

  • Mercúrio retrógrado: o que é, quando e como ver e como afeta sua vida

    Mercúrio retrógrado: o que é, quando e como ver e como afeta sua vida

    Você já ouviu falar de Mercúrio retrógrado? Esse termo é usado para descrever um fenômeno óptico em que o planeta Mercúrio parece se mover para trás no céu, em relação às estrelas. Mas o que isso significa e como isso afeta sua vida?

    Neste post, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre Mercúrio retrógrado, desde sua origem até sua influência na astrologia.

    O que é Mercúrio retrógrado

    Mercúrio retrógrado é um fenômeno que ocorre quando Mercúrio, o planeta mais próximo do sol, passa pela Terra em sua órbita. Como Mercúrio tem uma órbita menor e mais rápida do que a Terra, ele parece se mover mais rápido do que nós no céu. Porém, em alguns momentos, ele fica mais lento e parece mudar de direção, indo para trás. Isso acontece porque a Terra está ultrapassando Mercúrio em sua trajetória.

    Na verdade, Mercúrio não está se movendo para trás, mas apenas parece estar. É como quando você está em um carro e ultrapassa outro carro na estrada. O outro carro parece estar indo para trás, mas na verdade está indo para frente, só que mais devagar do que você. Esse é um efeito óptico chamado de movimento retrógrado.

    Quando e como ver Mercúrio retrógrado

    Mercúrio retrógrado acontece a cada três ou quatro meses, por três ou quatro semanas. Em 2023, os períodos de Mercúrio retrógrado serão:

    • De 21 de janeiro a 14 de fevereiro

    • De 9 de maio a 2 de junho

    • De 28 de agosto a 22 de setembro

    • De 13 de dezembro a 1º de janeiro de 2024

    Para ver Mercúrio retrógrado, você precisa olhar para o céu ao amanhecer ou ao anoitecer, quando o sol não está muito alto. Mercúrio é um planeta pequeno e brilhante, mas difícil de ver porque fica muito próximo ao horizonte. Você pode usar um aplicativo de astronomia ou um mapa celeste para localizar Mercúrio no céu.

    A influência de Mercúrio retrógrado na vida humana

    Segundo os astrólogos, Mercúrio é o planeta que rege a comunicação, o pensamento, a informação e a tecnologia. Por isso, quando ele está retrógrado, essas áreas da vida podem sofrer interferências ou contratempos. Alguns exemplos são:

    • Mal-entendidos ou conflitos nas relações interpessoais

    • Atrasos ou cancelamentos em viagens ou compromissos

    • Problemas técnicos ou falhas em aparelhos eletrônicos

    • Erros ou confusões em documentos ou contratos

    Porém, não há evidências científicas de que Mercúrio ou sua posição no céu afetem a vida na Terra. Qualquer “vibração ruim” é inteiramente de nossa própria criação. Na verdade, Mercúrio retrógrado pode ser uma oportunidade para revisar, refletir e reavaliar nossas atitudes e decisões. Em vez de culpar o planeta pelos nossos problemas, podemos aproveitar esse período para aprender com nossos erros e melhorar nossa comunicação e nossa organização.

    Mercúrio retrógrado é um fenômeno óptico fascinante e curioso, mas não precisa ser motivo de medo ou preocupação. Ele é apenas uma ilusão de ótica causada pela diferença de velocidade e órbita entre Mercúrio e a Terra. Ele não tem poder sobre nossa vida, mas pode nos inspirar a sermos mais conscientes e responsáveis por nossas escolhas.

    Neste post, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre Mercúrio retrógrado, desde sua origem até sua influência na astrologia.

    O que é Mercúrio retrógrado

    Mercúrio retrógrado é um fenômeno que ocorre quando Mercúrio, o planeta mais próximo do sol, passa pela Terra em sua órbita. Como Mercúrio tem uma órbita menor e mais rápida do que a Terra, ele parece se mover mais rápido do que nós no céu. Porém, em alguns momentos, ele fica mais lento e parece mudar de direção, indo para trás. Isso acontece porque a Terra está ultrapassando Mercúrio em sua trajetória.

    Na verdade, Mercúrio não está se movendo para trás, mas apenas parece estar. É como quando você está em um carro e ultrapassa outro carro na estrada. O outro carro parece estar indo para trás, mas na verdade está indo para frente, só que mais devagar do que você. Esse é um efeito óptico chamado de movimento retrógrado.

    Quando e como ver Mercúrio retrógrado

    Mercúrio retrógrado acontece a cada três ou quatro meses, por três ou quatro semanas. Em 2023, os períodos de Mercúrio retrógrado serão:

    • De 21 de janeiro a 14 de fevereiro

    • De 9 de maio a 2 de junho

    • De 28 de agosto a 22 de setembro

    • De 13 de dezembro a 1º de janeiro de 2024

    Para ver Mercúrio retrógrado, você precisa olhar para o céu ao amanhecer ou ao anoitecer, quando o sol não está muito alto. Mercúrio é um planeta pequeno e brilhante, mas difícil de ver porque fica muito próximo ao horizonte. Você pode usar um aplicativo de astronomia ou um mapa celeste para localizar Mercúrio no céu.

    A influência de Mercúrio retrógrado na vida humana

    Segundo os astrólogos, Mercúrio é o planeta que rege a comunicação, o pensamento, a informação e a tecnologia. Por isso, quando ele está retrógrado, essas áreas da vida podem sofrer interferências ou contratempos. Alguns exemplos são:

    • Mal-entendidos ou conflitos nas relações interpessoais

    • Atrasos ou cancelamentos em viagens ou compromissos

    • Problemas técnicos ou falhas em aparelhos eletrônicos

    • Erros ou confusões em documentos ou contratos

    Porém, não há evidências científicas de que Mercúrio ou sua posição no céu afetem a vida na Terra. Qualquer “vibração ruim” é inteiramente de nossa própria criação. Na verdade, Mercúrio retrógrado pode ser uma oportunidade para revisar, refletir e reavaliar nossas atitudes e decisões. Em vez de culpar o planeta pelos nossos problemas, podemos aproveitar esse período para aprender com nossos erros e melhorar nossa comunicação e nossa organização.

    Mercúrio retrógrado é um fenômeno óptico fascinante e curioso, mas não precisa ser motivo de medo ou preocupação. Ele é apenas uma ilusão de ótica causada pela diferença de velocidade e órbita entre Mercúrio e a Terra. Ele não tem poder sobre nossa vida, mas pode nos inspirar a sermos mais conscientes e responsáveis por nossas escolhas.

  • Whatsapp GB: o que é, como funciona e quais são os riscos

    Whatsapp GB: o que é, como funciona e quais são os riscos

    O Whatsapp é um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários. Mas você sabia que existe uma versão modificada do Whatsapp, chamada Whatsapp GB, que promete mais recursos e funcionalidades do que o original?

    Neste post, vamos explicar o que é o Whatsapp GB, como ele funciona e quais são os riscos de usá-lo. Acompanhe!

    O que é o Whatsapp GB?

    O Whatsapp GB é um aplicativo não oficial, criado por desenvolvedores independentes, que modifica o código-fonte do Whatsapp original para adicionar novas funções e personalizações. Por exemplo, com o Whatsapp GB, você pode:

    • Enviar arquivos de até 50 MB, enquanto o limite do Whatsapp é de 16 MB.

    • Escrever status de até 255 caracteres, enquanto o limite do Whatsapp é de 139 caracteres.

    • Ocultar o visto por último, os tiques azuis e a confirmação de leitura.

    • Usar dois números de telefone no mesmo aparelho.

    • Alterar o tema e as cores do aplicativo.

    Como funciona o Whatsapp GB?

    O Whatsapp GB funciona da mesma forma que o Whatsapp original, usando a internet para enviar e receber mensagens, áudios, vídeos, imagens e documentos. No entanto, ele não está disponível na Google Play Store ou na App Store, pois viola os termos de serviço do Whatsapp. Portanto, para instalá-lo, é preciso baixar o arquivo APK do aplicativo em sites não oficiais e habilitar a opção de instalar aplicativos de fontes desconhecidas no seu celular.

    Quais são os riscos de usar o Whatsapp GB?

    Apesar de parecer tentador ter mais recursos e personalizações no seu Whatsapp, usar o Whatsapp GB pode trazer vários riscos para a sua segurança e privacidade. Veja alguns deles:

    • O Whatsapp GB pode conter vírus, malwares ou spywares que podem roubar seus dados pessoais, bancários ou senhas.

    • O Whatsapp GB pode acessar suas conversas, contatos, fotos e outros arquivos sem a sua permissão.

    • O Whatsapp GB pode enviar mensagens indesejadas ou propagandas para os seus contatos ou grupos.

    • O Whatsapp GB pode ser banido pelo Whatsapp oficial a qualquer momento, fazendo você perder o acesso ao seu número e às suas conversas.

    • O Whatsapp GB pode violar as leis de proteção de dados pessoais, como a LGPD no Brasil ou a GDPR na Europa.

    O Whatsapp GB é uma versão modificada do Whatsapp original que oferece mais recursos e personalizações, mas também traz vários riscos para a sua segurança e privacidade. Por isso, não recomendamos o uso deste aplicativo, pois ele pode expor seus dados pessoais, infectar seu celular com vírus ou fazer você perder o acesso ao seu número e às suas conversas. O melhor é usar o Whatsapp oficial, que é seguro, confiável e atualizado constantemente.

    Neste post, vamos explicar o que é o Whatsapp GB, como ele funciona e quais são os riscos de usá-lo. Acompanhe!

    O que é o Whatsapp GB?

    O Whatsapp GB é um aplicativo não oficial, criado por desenvolvedores independentes, que modifica o código-fonte do Whatsapp original para adicionar novas funções e personalizações. Por exemplo, com o Whatsapp GB, você pode:

    • Enviar arquivos de até 50 MB, enquanto o limite do Whatsapp é de 16 MB.

    • Escrever status de até 255 caracteres, enquanto o limite do Whatsapp é de 139 caracteres.

    • Ocultar o visto por último, os tiques azuis e a confirmação de leitura.

    • Usar dois números de telefone no mesmo aparelho.

    • Alterar o tema e as cores do aplicativo.

    Como funciona o Whatsapp GB?

    O Whatsapp GB funciona da mesma forma que o Whatsapp original, usando a internet para enviar e receber mensagens, áudios, vídeos, imagens e documentos. No entanto, ele não está disponível na Google Play Store ou na App Store, pois viola os termos de serviço do Whatsapp. Portanto, para instalá-lo, é preciso baixar o arquivo APK do aplicativo em sites não oficiais e habilitar a opção de instalar aplicativos de fontes desconhecidas no seu celular.

    Quais são os riscos de usar o Whatsapp GB?

    Apesar de parecer tentador ter mais recursos e personalizações no seu Whatsapp, usar o Whatsapp GB pode trazer vários riscos para a sua segurança e privacidade. Veja alguns deles:

    • O Whatsapp GB pode conter vírus, malwares ou spywares que podem roubar seus dados pessoais, bancários ou senhas.

    • O Whatsapp GB pode acessar suas conversas, contatos, fotos e outros arquivos sem a sua permissão.

    • O Whatsapp GB pode enviar mensagens indesejadas ou propagandas para os seus contatos ou grupos.

    • O Whatsapp GB pode ser banido pelo Whatsapp oficial a qualquer momento, fazendo você perder o acesso ao seu número e às suas conversas.

    • O Whatsapp GB pode violar as leis de proteção de dados pessoais, como a LGPD no Brasil ou a GDPR na Europa.

    O Whatsapp GB é uma versão modificada do Whatsapp original que oferece mais recursos e personalizações, mas também traz vários riscos para a sua segurança e privacidade. Por isso, não recomendamos o uso deste aplicativo, pois ele pode expor seus dados pessoais, infectar seu celular com vírus ou fazer você perder o acesso ao seu número e às suas conversas. O melhor é usar o Whatsapp oficial, que é seguro, confiável e atualizado constantemente.

  • Threads: o aplicativo que quer desafiar o Twitter

    Threads: o aplicativo que quer desafiar o Twitter

    Você já ouviu falar do Threads? É um novo aplicativo de rede social que promete ser uma alternativa ao Twitter, com algumas diferenças importantes.

    Neste post, vamos explicar o que é o Threads, como ele funciona e quais são as suas vantagens e desvantagens.

    O que é o Threads?

    O Threads é um aplicativo de rede social que permite aos usuários publicar mensagens curtas, chamadas de threads, que podem ter até 280 caracteres. Os threads podem ser seguidos por outros usuários, que podem comentar, curtir e compartilhar as publicações. Até aí, parece muito com o Twitter, certo? Mas o Threads tem algumas características que o diferenciam do seu concorrente mais famoso.

    Uma delas é que o Threads não tem um feed cronológico, ou seja, as publicações não aparecem na ordem em que foram postadas. Em vez disso, o aplicativo usa um algoritmo que prioriza os threads mais relevantes para cada usuário, com base nos seus interesses, nas suas interações e na sua localização. Assim, o Threads pretende oferecer uma experiência mais personalizada e diversificada aos seus usuários.

    Outra diferença é que o Threads não tem anúncios. O aplicativo é financiado por uma assinatura mensal de R$ 9,90, que dá acesso a recursos exclusivos, como a possibilidade de criar grupos privados, enviar mensagens diretas e usar filtros e stickers nas publicações. Os usuários que não quiserem pagar podem usar o aplicativo gratuitamente, mas com algumas limitações.

    Quais são as vantagens e desvantagens do Threads?

    O Threads tem alguns pontos positivos e negativos em relação ao Twitter. Vejamos alguns deles:

    Vantagens:

    • O Threads oferece mais controle aos usuários sobre o que eles veem no aplicativo, já que eles podem escolher os tópicos e as fontes que querem seguir.

    • O Threads incentiva a interação entre os usuários, já que eles podem comentar e debater os threads com mais facilidade.

    • O Threads valoriza a qualidade dos conteúdos, já que eles são avaliados pelo algoritmo e pelos próprios usuários.

    • O Threads respeita a privacidade dos usuários, já que ele não coleta nem vende os seus dados para anunciantes.

    Desvantagens:

    • O Threads tem uma base de usuários menor do que o Twitter, o que significa que há menos diversidade de opiniões e informações no aplicativo.

    • O Threads pode gerar bolhas de informação, já que os usuários tendem a ver apenas os conteúdos que confirmam as suas visões de mundo.

    • O Threads pode favorecer a desinformação, já que os usuários podem compartilhar threads sem verificar a sua veracidade ou origem.

    • O Threads pode ser caro para alguns usuários, já que ele cobra uma assinatura mensal para liberar todos os recursos.

    O Threads é um aplicativo de rede social que quer ser uma alternativa ao Twitter, com algumas diferenças importantes. O aplicativo tem vantagens e desvantagens em relação ao seu concorrente mais famoso, e cabe aos usuários decidirem qual deles preferem usar. Se você ficou curioso para conhecer o Threads, você pode baixá-lo na App Store ou na Google Play Store.

    Neste post, vamos explicar o que é o Threads, como ele funciona e quais são as suas vantagens e desvantagens.

    O que é o Threads?

    O Threads é um aplicativo de rede social que permite aos usuários publicar mensagens curtas, chamadas de threads, que podem ter até 280 caracteres. Os threads podem ser seguidos por outros usuários, que podem comentar, curtir e compartilhar as publicações. Até aí, parece muito com o Twitter, certo? Mas o Threads tem algumas características que o diferenciam do seu concorrente mais famoso.

    Uma delas é que o Threads não tem um feed cronológico, ou seja, as publicações não aparecem na ordem em que foram postadas. Em vez disso, o aplicativo usa um algoritmo que prioriza os threads mais relevantes para cada usuário, com base nos seus interesses, nas suas interações e na sua localização. Assim, o Threads pretende oferecer uma experiência mais personalizada e diversificada aos seus usuários.

    Outra diferença é que o Threads não tem anúncios. O aplicativo é financiado por uma assinatura mensal de R$ 9,90, que dá acesso a recursos exclusivos, como a possibilidade de criar grupos privados, enviar mensagens diretas e usar filtros e stickers nas publicações. Os usuários que não quiserem pagar podem usar o aplicativo gratuitamente, mas com algumas limitações.

    Quais são as vantagens e desvantagens do Threads?

    O Threads tem alguns pontos positivos e negativos em relação ao Twitter. Vejamos alguns deles:

    Vantagens:

    • O Threads oferece mais controle aos usuários sobre o que eles veem no aplicativo, já que eles podem escolher os tópicos e as fontes que querem seguir.

    • O Threads incentiva a interação entre os usuários, já que eles podem comentar e debater os threads com mais facilidade.

    • O Threads valoriza a qualidade dos conteúdos, já que eles são avaliados pelo algoritmo e pelos próprios usuários.

    • O Threads respeita a privacidade dos usuários, já que ele não coleta nem vende os seus dados para anunciantes.

    Desvantagens:

    • O Threads tem uma base de usuários menor do que o Twitter, o que significa que há menos diversidade de opiniões e informações no aplicativo.

    • O Threads pode gerar bolhas de informação, já que os usuários tendem a ver apenas os conteúdos que confirmam as suas visões de mundo.

    • O Threads pode favorecer a desinformação, já que os usuários podem compartilhar threads sem verificar a sua veracidade ou origem.

    • O Threads pode ser caro para alguns usuários, já que ele cobra uma assinatura mensal para liberar todos os recursos.

    O Threads é um aplicativo de rede social que quer ser uma alternativa ao Twitter, com algumas diferenças importantes. O aplicativo tem vantagens e desvantagens em relação ao seu concorrente mais famoso, e cabe aos usuários decidirem qual deles preferem usar. Se você ficou curioso para conhecer o Threads, você pode baixá-lo na App Store ou na Google Play Store.

  • Por que você não deve confiar nos algoritmos que adivinham raça, etnia e gênero

    Por que você não deve confiar nos algoritmos que adivinham raça, etnia e gênero

    Os algoritmos de inferência demográfica usam dados sobre raça, etnia, gênero e nomes para adivinhar as características de outras populações.

    No entanto, essas previsões às vezes são erradas e podem ser limitantes.

    Um estudo recente mostrou que as mulheres são identificadas incorretamente 3,5 vezes mais do que os homens e 80% das pessoas negras com pais altamente educados são classificadas incorretamente em termos de raça. Isso mostra que muitas facetas importantes da vida das pessoas não podem ser inferidas pelos nomes.

    Os usuários desses algoritmos devem considerar se é eficaz, justificado e defensável inferir o gênero, raça e etnia de outras pessoas em relação ao seu projeto de pesquisa. Alternativas como pesquisas respeitam o consentimento e permitem categorias mais diversas.

    Os projetistas de algoritmos devem divulgar informações sobre o desempenho do subgrupo e da população cruzada para ajudar os usuários a entender melhor a validade e confiabilidade dessas ferramentas.

    No entanto, essas previsões às vezes são erradas e podem ser limitantes.

    Um estudo recente mostrou que as mulheres são identificadas incorretamente 3,5 vezes mais do que os homens e 80% das pessoas negras com pais altamente educados são classificadas incorretamente em termos de raça. Isso mostra que muitas facetas importantes da vida das pessoas não podem ser inferidas pelos nomes.

    Os usuários desses algoritmos devem considerar se é eficaz, justificado e defensável inferir o gênero, raça e etnia de outras pessoas em relação ao seu projeto de pesquisa. Alternativas como pesquisas respeitam o consentimento e permitem categorias mais diversas.

    Os projetistas de algoritmos devem divulgar informações sobre o desempenho do subgrupo e da população cruzada para ajudar os usuários a entender melhor a validade e confiabilidade dessas ferramentas.

  • Retatrutida: o novo medicamento que promete revolucionar o tratamento da obesidade e do diabetes

    Retatrutida: o novo medicamento que promete revolucionar o tratamento da obesidade e do diabetes

    A obesidade e o diabetes são duas doenças crônicas que afetam milhões de pessoas no mundo todo e que podem trazer graves complicações para a saúde, como doenças cardiovasculares, renais, hepáticas e câncer.

    Por isso, a busca por novas formas de prevenir e tratar essas condições é constante na área médica.

    Uma das novidades mais recentes nesse campo é a retatrutida, um medicamento injetável que atua em três hormônios diferentes para controlar o apetite, o gasto energético e o metabolismo da glicose. A retatrutida é uma combinação de três peptídeos sintéticos que imitam os efeitos da grelina, do peptídeo YY e do glucagon no organismo.

    A grelina é um hormônio que estimula a fome e reduz a saciedade. O peptídeo YY é um hormônio que aumenta a saciedade e diminui a fome. O glucagon é um hormônio que eleva os níveis de glicose no sangue e acelera o metabolismo. Ao combinar esses três hormônios em uma única molécula, a retatrutida consegue equilibrar os sinais de fome e saciedade, aumentar o gasto calórico e melhorar o controle glicêmico.

    Os resultados dos estudos de fase 2 da retatrutida foram publicados na revista científica The Lancet e mostraram uma eficácia impressionante do medicamento na redução do peso corporal e na melhora da esteatose hepática (gordura no fígado) em pessoas com obesidade e diabetes tipo 2. Os participantes que usaram a retatrutida por um ano perderam em média 24,2% do seu peso inicial, enquanto os que usaram placebo perderam apenas 1%. Além disso, os que usaram a retatrutida tiveram uma redução significativa da gordura no fígado, um fator de risco para cirrose e câncer hepático.

    O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, comentou os resultados da retatrutida em uma entrevista ao site Época Negócios. Ele afirmou que o medicamento é uma “revolução” no tratamento da obesidade e do diabetes, pois oferece uma alternativa mais eficaz e segura do que as opções atuais. Ele também destacou que a retatrutida pode ajudar a prevenir as complicações associadas à obesidade e ao diabetes, como doenças cardiovasculares, renais e hepáticas.

    No entanto, ele também apontou os desafios de acesso e adesão ao tratamento com a retatrutida no Brasil. Ele explicou que o medicamento ainda não está disponível no mercado e que deve passar por mais estudos de fase 3 antes de ser aprovado pelas agências regulatórias. Ele também disse que o custo do medicamento pode ser um obstáculo para muitos pacientes, pois ele deve ser aplicado diariamente por injeção subcutânea. Além disso, ele ressaltou que o tratamento com a retatrutida deve ser acompanhado de mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e atividade física regular.

    A retatrutida é um medicamento promissor que pode mudar a vida de muitas pessoas que sofrem com obesidade e diabetes. No entanto, ainda há um longo caminho até que ele esteja disponível para uso clínico e acessível para todos. Enquanto isso, é importante seguir as orientações médicas e adotar hábitos saudáveis para prevenir e controlar essas doenças.

    Por isso, a busca por novas formas de prevenir e tratar essas condições é constante na área médica.

    Uma das novidades mais recentes nesse campo é a retatrutida, um medicamento injetável que atua em três hormônios diferentes para controlar o apetite, o gasto energético e o metabolismo da glicose. A retatrutida é uma combinação de três peptídeos sintéticos que imitam os efeitos da grelina, do peptídeo YY e do glucagon no organismo.

    A grelina é um hormônio que estimula a fome e reduz a saciedade. O peptídeo YY é um hormônio que aumenta a saciedade e diminui a fome. O glucagon é um hormônio que eleva os níveis de glicose no sangue e acelera o metabolismo. Ao combinar esses três hormônios em uma única molécula, a retatrutida consegue equilibrar os sinais de fome e saciedade, aumentar o gasto calórico e melhorar o controle glicêmico.

    Os resultados dos estudos de fase 2 da retatrutida foram publicados na revista científica The Lancet e mostraram uma eficácia impressionante do medicamento na redução do peso corporal e na melhora da esteatose hepática (gordura no fígado) em pessoas com obesidade e diabetes tipo 2. Os participantes que usaram a retatrutida por um ano perderam em média 24,2% do seu peso inicial, enquanto os que usaram placebo perderam apenas 1%. Além disso, os que usaram a retatrutida tiveram uma redução significativa da gordura no fígado, um fator de risco para cirrose e câncer hepático.

    O endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e membro da Sociedade Brasileira de Diabetes, comentou os resultados da retatrutida em uma entrevista ao site Época Negócios. Ele afirmou que o medicamento é uma “revolução” no tratamento da obesidade e do diabetes, pois oferece uma alternativa mais eficaz e segura do que as opções atuais. Ele também destacou que a retatrutida pode ajudar a prevenir as complicações associadas à obesidade e ao diabetes, como doenças cardiovasculares, renais e hepáticas.

    No entanto, ele também apontou os desafios de acesso e adesão ao tratamento com a retatrutida no Brasil. Ele explicou que o medicamento ainda não está disponível no mercado e que deve passar por mais estudos de fase 3 antes de ser aprovado pelas agências regulatórias. Ele também disse que o custo do medicamento pode ser um obstáculo para muitos pacientes, pois ele deve ser aplicado diariamente por injeção subcutânea. Além disso, ele ressaltou que o tratamento com a retatrutida deve ser acompanhado de mudanças no estilo de vida, como alimentação saudável e atividade física regular.

    A retatrutida é um medicamento promissor que pode mudar a vida de muitas pessoas que sofrem com obesidade e diabetes. No entanto, ainda há um longo caminho até que ele esteja disponível para uso clínico e acessível para todos. Enquanto isso, é importante seguir as orientações médicas e adotar hábitos saudáveis para prevenir e controlar essas doenças.

  • Sony pode encerrar o PS4 em breve, aponta rumores

    Sony pode encerrar o PS4 em breve, aponta rumores

    O PlayStation 4 (PS4) é um dos consoles mais populares da história, com mais de 116 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento em 2013. No entanto, o console da geração passada pode estar com os dias contados, segundo alguns rumores que circulam na internet.

    Um dos indícios de que a Sony pode encerrar o PS4 em breve é o lançamento de uma versão Slim do PlayStation 5 (PS5), prevista para este ano. O PS5 Slim seria uma versão mais compacta e barata do console atual, que enfrenta problemas de estoque e distribuição por causa da escassez de chips e outros componentes eletrônicos.

    Outro indício é o desenvolvimento de jogos exclusivos para o PS5, que deixariam o PS4 de fora. Os principais lançamentos da Sony para 2023 ainda serão compatíveis com o PS4, mas isso pode mudar nos próximos anos. Um exemplo é o Gran Turismo 8, que já está em desenvolvimento e será exclusivo para o PS5.

    Além disso, a Sony também está investindo em outras plataformas, como PC e mobile, para expandir seu público e suas receitas. Segundo uma apresentação para investidores, a empresa planeja lançar metade de seus jogos no PC e mobile até 2025, aproveitando o sucesso de títulos como Horizon Zero Dawn, Days Gone e God of War nesses mercados.

    Oficialmente, a Sony nega que tenha planos de encerrar a produção do PS4. Um porta-voz da empresa disse que o console continuará em fabricação em 2023, mas não revelou por quanto tempo. A expectativa é que o PS4 tenha uma sobrevida até 2025, quando a situação do PS5 deve se normalizar e a demanda pelo console antigo deve diminuir.

    Um dos indícios de que a Sony pode encerrar o PS4 em breve é o lançamento de uma versão Slim do PlayStation 5 (PS5), prevista para este ano. O PS5 Slim seria uma versão mais compacta e barata do console atual, que enfrenta problemas de estoque e distribuição por causa da escassez de chips e outros componentes eletrônicos.

    Outro indício é o desenvolvimento de jogos exclusivos para o PS5, que deixariam o PS4 de fora. Os principais lançamentos da Sony para 2023 ainda serão compatíveis com o PS4, mas isso pode mudar nos próximos anos. Um exemplo é o Gran Turismo 8, que já está em desenvolvimento e será exclusivo para o PS5.

    Além disso, a Sony também está investindo em outras plataformas, como PC e mobile, para expandir seu público e suas receitas. Segundo uma apresentação para investidores, a empresa planeja lançar metade de seus jogos no PC e mobile até 2025, aproveitando o sucesso de títulos como Horizon Zero Dawn, Days Gone e God of War nesses mercados.

    Oficialmente, a Sony nega que tenha planos de encerrar a produção do PS4. Um porta-voz da empresa disse que o console continuará em fabricação em 2023, mas não revelou por quanto tempo. A expectativa é que o PS4 tenha uma sobrevida até 2025, quando a situação do PS5 deve se normalizar e a demanda pelo console antigo deve diminuir.

  • Casos de demência no Brasil devem triplicar até 2050: entenda o que é essa doença e como se proteger dela

    Casos de demência no Brasil devem triplicar até 2050: entenda o que é essa doença e como se proteger dela

    A demência é uma doença que afeta a capacidade cognitiva e funcional das pessoas, causando perda de memória, dificuldade de raciocínio, alterações de humor e comportamento, entre outros sintomas.

    A demência pode ter várias causas, mas as mais comuns são o Alzheimer, a demência vascular e a demência com corpos de Lewy, que são provocadas pelo acúmulo de proteínas deformadas no cérebro. Não há cura para essas formas de demência, mas existem tratamentos que podem retardar a progressão da doença ou aliviar os sintomas.

    A demência é um problema de saúde pública que deve aumentar nas próximas décadas devido ao envelhecimento da população. Segundo estimativas de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, o número de casos de demência no mundo deve passar de 55 milhões em 2020 para 152 milhões em 2050, sendo que o Brasil terá um crescimento proporcionalmente maior do que os países ricos, principalmente nas regiões mais pobres. O custo social e econômico da demência é enorme, pois afeta não só as pessoas com a doença, mas também seus familiares e cuidadores.

    A prevenção e a intervenção na demência são possíveis e necessárias, baseadas em 12 fatores de risco modificáveis, como baixo nível educacional, obesidade, diabetes, hipertensão e consumo de álcool. O controle desses fatores pode reduzir até 48% dos casos de demência no Brasil, sendo que o aumento do nível educacional é o fator com maior potencial. Além disso, é preciso melhorar o diagnóstico, o manejo e o cuidado das pessoas com demência no sistema de saúde e nas famílias, oferecendo apoio psicológico, social e legal aos pacientes e aos cuidadores. Também é importante promover a saúde cerebral desde a infância até a velhice, através de políticas públicas que estimulem hábitos saudáveis, atividades físicas, mentais e sociais.

    A demência é um desafio crescente para o Brasil e o mundo, mas também uma oportunidade para desenvolver pesquisas, inovações e soluções que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença e seus familiares.

    Fonte: Link.

    A demência pode ter várias causas, mas as mais comuns são o Alzheimer, a demência vascular e a demência com corpos de Lewy, que são provocadas pelo acúmulo de proteínas deformadas no cérebro. Não há cura para essas formas de demência, mas existem tratamentos que podem retardar a progressão da doença ou aliviar os sintomas.

    A demência é um problema de saúde pública que deve aumentar nas próximas décadas devido ao envelhecimento da população. Segundo estimativas de pesquisadores brasileiros e estrangeiros, o número de casos de demência no mundo deve passar de 55 milhões em 2020 para 152 milhões em 2050, sendo que o Brasil terá um crescimento proporcionalmente maior do que os países ricos, principalmente nas regiões mais pobres. O custo social e econômico da demência é enorme, pois afeta não só as pessoas com a doença, mas também seus familiares e cuidadores.

    A prevenção e a intervenção na demência são possíveis e necessárias, baseadas em 12 fatores de risco modificáveis, como baixo nível educacional, obesidade, diabetes, hipertensão e consumo de álcool. O controle desses fatores pode reduzir até 48% dos casos de demência no Brasil, sendo que o aumento do nível educacional é o fator com maior potencial. Além disso, é preciso melhorar o diagnóstico, o manejo e o cuidado das pessoas com demência no sistema de saúde e nas famílias, oferecendo apoio psicológico, social e legal aos pacientes e aos cuidadores. Também é importante promover a saúde cerebral desde a infância até a velhice, através de políticas públicas que estimulem hábitos saudáveis, atividades físicas, mentais e sociais.

    A demência é um desafio crescente para o Brasil e o mundo, mas também uma oportunidade para desenvolver pesquisas, inovações e soluções que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas com a doença e seus familiares.

    Fonte: Link.

  • Saiba como funciona a vacina contra a dengue que já pode ser encontrada em clínicas privadas

    Saiba como funciona a vacina contra a dengue que já pode ser encontrada em clínicas privadas

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que pode causar febre, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, manchas vermelhas na pele e, em alguns casos, complicações graves que podem levar à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1 milhão de casos de dengue em 2020, com 528 mortes.

    Para prevenir a doença, além de eliminar os criadouros do mosquito, uma opção é a vacinação. No Brasil, já existe uma vacina contra a dengue produzida pelo laboratório japonês Takeda, que recebeu o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2019. Essa vacina protege contra quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença e tem eficácia geral de 80,2%, ou seja, reduz em 80% o risco de contrair a dengue após a vacinação.

    A vacina japonesa é aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre elas, e pode ser usada por pessoas de 4 a 60 anos de idade. Ela já está disponível em clínicas particulares de algumas cidades brasileiras, mas ainda não faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ser oferecida pelo SUS, a vacina ainda depende da avaliação e aprovação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), um órgão que analisa a eficácia, a segurança e o custo-benefício das novas tecnologias para a saúde pública. Esse processo pode demorar pelo menos um ano para acontecer.

    Enquanto isso, o Instituto Butantan, um centro de pesquisa ligado ao governo de São Paulo, tem desenvolvido desde 2009 uma vacina brasileira contra a dengue, que chegou à fase final de testes neste ano. Essa vacina também protege contra os quatro sorotipos do vírus e apresentou eficácia de 76,89%, ou seja, reduz em quase 77% o risco de contrair a dengue após a vacinação. A vacina brasileira é aplicada em dose única e pode ser usada por pessoas de 2 a 59 anos de idade.

    De acordo com nota divulgada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que colabora com a realização dos testes, a expectativa é de que em dois anos a vacina nacional esteja disponível para a população. O Instituto Butantan já solicitou à Anvisa o registro da vacina e espera obter a autorização até o final deste ano. Se isso acontecer, a vacina poderá ser produzida em larga escala e distribuída pelo SUS.

    As duas vacinas contra a dengue são consideradas seguras e bem toleradas pelos voluntários que participaram dos estudos clínicos. Os efeitos colaterais mais comuns foram dor e vermelhidão no local da aplicação, dor de cabeça e febre baixa. Esses sintomas costumam desaparecer em poucos dias.

    A vacinação contra a dengue é uma forma importante de prevenir a doença e suas complicações, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor. Por isso, é recomendado manter os ambientes limpos e livres de água parada, usar repelentes e telas nas janelas e portas.

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 1 milhão de casos de dengue em 2020, com 528 mortes.

    Para prevenir a doença, além de eliminar os criadouros do mosquito, uma opção é a vacinação. No Brasil, já existe uma vacina contra a dengue produzida pelo laboratório japonês Takeda, que recebeu o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2019. Essa vacina protege contra quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença e tem eficácia geral de 80,2%, ou seja, reduz em 80% o risco de contrair a dengue após a vacinação.

    A vacina japonesa é aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre elas, e pode ser usada por pessoas de 4 a 60 anos de idade. Ela já está disponível em clínicas particulares de algumas cidades brasileiras, mas ainda não faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ser oferecida pelo SUS, a vacina ainda depende da avaliação e aprovação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), um órgão que analisa a eficácia, a segurança e o custo-benefício das novas tecnologias para a saúde pública. Esse processo pode demorar pelo menos um ano para acontecer.

    Enquanto isso, o Instituto Butantan, um centro de pesquisa ligado ao governo de São Paulo, tem desenvolvido desde 2009 uma vacina brasileira contra a dengue, que chegou à fase final de testes neste ano. Essa vacina também protege contra os quatro sorotipos do vírus e apresentou eficácia de 76,89%, ou seja, reduz em quase 77% o risco de contrair a dengue após a vacinação. A vacina brasileira é aplicada em dose única e pode ser usada por pessoas de 2 a 59 anos de idade.

    De acordo com nota divulgada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que colabora com a realização dos testes, a expectativa é de que em dois anos a vacina nacional esteja disponível para a população. O Instituto Butantan já solicitou à Anvisa o registro da vacina e espera obter a autorização até o final deste ano. Se isso acontecer, a vacina poderá ser produzida em larga escala e distribuída pelo SUS.

    As duas vacinas contra a dengue são consideradas seguras e bem toleradas pelos voluntários que participaram dos estudos clínicos. Os efeitos colaterais mais comuns foram dor e vermelhidão no local da aplicação, dor de cabeça e febre baixa. Esses sintomas costumam desaparecer em poucos dias.

    A vacinação contra a dengue é uma forma importante de prevenir a doença e suas complicações, mas não dispensa os cuidados para evitar a proliferação do mosquito transmissor. Por isso, é recomendado manter os ambientes limpos e livres de água parada, usar repelentes e telas nas janelas e portas.