Autor: Rafaela Maia

  • Estudo de Cambridge mostra diferenças cerebrais em pessoas com excesso de peso ou obesidade

    Estudo de Cambridge mostra diferenças cerebrais em pessoas com excesso de peso ou obesidade

    Um estudo da Universidade de Cambridge, publicado na revista Neuroimage: Clinical, encontrou diferenças no volume do hipotálamo, uma região do cérebro que regula o apetite, entre pessoas com peso saudável, excesso de peso e obesidade.

    Os pesquisadores usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar varreduras cerebrais por MRI de 1.351 jovens adultos e descobriram que o hipotálamo era maior nos grupos com excesso de peso e obesos, especialmente nas sub-regiões que controlam a fome e a saciedade por meio da liberação de hormônios.

    Os autores do estudo sugerem que essa diferença pode estar relacionada à inflamação, que pode ser causada por uma dieta rica em gordura e que pode afetar a capacidade de sentir quando se está cheio ou com fome. Eles também dizem que mais pesquisas são necessárias para entender se as mudanças no hipotálamo são uma causa ou uma consequência do aumento do peso corporal.

    A obesidade é um problema de saúde pública que afeta bilhões de pessoas em todo o mundo e aumenta o risco de várias doenças, como diabetes, doenças cardíacas, câncer e problemas mentais. O estudo de Cambridge contribui para a compreensão dos mecanismos cerebrais envolvidos no controle do apetite e na obesidade.

    Os pesquisadores usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar varreduras cerebrais por MRI de 1.351 jovens adultos e descobriram que o hipotálamo era maior nos grupos com excesso de peso e obesos, especialmente nas sub-regiões que controlam a fome e a saciedade por meio da liberação de hormônios.

    Os autores do estudo sugerem que essa diferença pode estar relacionada à inflamação, que pode ser causada por uma dieta rica em gordura e que pode afetar a capacidade de sentir quando se está cheio ou com fome. Eles também dizem que mais pesquisas são necessárias para entender se as mudanças no hipotálamo são uma causa ou uma consequência do aumento do peso corporal.

    A obesidade é um problema de saúde pública que afeta bilhões de pessoas em todo o mundo e aumenta o risco de várias doenças, como diabetes, doenças cardíacas, câncer e problemas mentais. O estudo de Cambridge contribui para a compreensão dos mecanismos cerebrais envolvidos no controle do apetite e na obesidade.

  • 5 dietas da moda que não emagrecem e fazem mal para a saúde

    5 dietas da moda que não emagrecem e fazem mal para a saúde

    Você já tentou fazer alguma dieta que prometia resultados milagrosos, mas acabou se frustrando e até engordando mais?

    Infelizmente, muitas pessoas caem em armadilhas que podem prejudicar a saúde e o bem-estar. Veja a seguir 5 dietas enganosas que não emagrecem e fazem mal para a saúde.

    Dieta Detox

    A dieta detox é baseada na ideia de que é preciso eliminar as toxinas do corpo para perder peso e melhorar a saúde. Por isso, ela restringe vários alimentos e prioriza sucos, sopas e chás. No entanto, essa dieta não tem comprovação científica e pode causar deficiências nutricionais, perda de massa muscular, desidratação e efeito rebote.

    Dieta Low-Carb

    A dieta low-carb consiste em reduzir drasticamente o consumo de carboidratos, como pães, massas, arroz e frutas. Em contrapartida, ela aumenta o consumo de proteínas e gorduras, como carnes, ovos, queijos e óleos. Essa dieta pode até levar a uma perda de peso inicial, mas também pode provocar problemas como constipação, mau hálito, colesterol alto, pedras nos rins e cetoacidose.

    Dieta dos chás milagrosos

    A dieta dos chás milagrosos promete acelerar o metabolismo, queimar gordura e desinchar o corpo. Ela consiste em tomar vários tipos de chás ao longo do dia, como chá verde, chá de hibisco, chá de gengibre e chá de canela. Porém, essa dieta não tem evidências científicas de que funciona e pode causar efeitos colaterais como insônia, irritação, gastrite, diarreia e arritmia cardíaca.

    Dieta da sopa

    A dieta da sopa é uma das mais populares entre as pessoas que querem emagrecer rápido. Ela consiste em substituir as refeições principais por sopas caseiras ou industrializadas. Essa dieta pode até gerar uma perda de peso temporária, mas também pode levar à desnutrição, fraqueza, anemia, queda de cabelo e flacidez da pele.

    Dieta do tipo sanguíneo

    A dieta do tipo sanguíneo é baseada na teoria de que cada tipo de sangue (A, B, AB ou O) tem uma alimentação mais adequada. Por exemplo, as pessoas do tipo A devem comer mais vegetais e evitar carne vermelha, enquanto as do tipo O devem fazer o contrário. Essa dieta não tem nenhuma comprovação científica e pode excluir alimentos importantes para a saúde.

    Infelizmente, muitas pessoas caem em armadilhas que podem prejudicar a saúde e o bem-estar. Veja a seguir 5 dietas enganosas que não emagrecem e fazem mal para a saúde.

    Dieta Detox

    A dieta detox é baseada na ideia de que é preciso eliminar as toxinas do corpo para perder peso e melhorar a saúde. Por isso, ela restringe vários alimentos e prioriza sucos, sopas e chás. No entanto, essa dieta não tem comprovação científica e pode causar deficiências nutricionais, perda de massa muscular, desidratação e efeito rebote.

    Dieta Low-Carb

    A dieta low-carb consiste em reduzir drasticamente o consumo de carboidratos, como pães, massas, arroz e frutas. Em contrapartida, ela aumenta o consumo de proteínas e gorduras, como carnes, ovos, queijos e óleos. Essa dieta pode até levar a uma perda de peso inicial, mas também pode provocar problemas como constipação, mau hálito, colesterol alto, pedras nos rins e cetoacidose.

    Dieta dos chás milagrosos

    A dieta dos chás milagrosos promete acelerar o metabolismo, queimar gordura e desinchar o corpo. Ela consiste em tomar vários tipos de chás ao longo do dia, como chá verde, chá de hibisco, chá de gengibre e chá de canela. Porém, essa dieta não tem evidências científicas de que funciona e pode causar efeitos colaterais como insônia, irritação, gastrite, diarreia e arritmia cardíaca.

    Dieta da sopa

    A dieta da sopa é uma das mais populares entre as pessoas que querem emagrecer rápido. Ela consiste em substituir as refeições principais por sopas caseiras ou industrializadas. Essa dieta pode até gerar uma perda de peso temporária, mas também pode levar à desnutrição, fraqueza, anemia, queda de cabelo e flacidez da pele.

    Dieta do tipo sanguíneo

    A dieta do tipo sanguíneo é baseada na teoria de que cada tipo de sangue (A, B, AB ou O) tem uma alimentação mais adequada. Por exemplo, as pessoas do tipo A devem comer mais vegetais e evitar carne vermelha, enquanto as do tipo O devem fazer o contrário. Essa dieta não tem nenhuma comprovação científica e pode excluir alimentos importantes para a saúde.

  • Como o sistema nervoso se organiza em duas partes principais: o central e o periférico

    Como o sistema nervoso se organiza em duas partes principais: o central e o periférico

    O sistema nervoso é o conjunto de órgãos que permite ao nosso corpo receber, processar e responder aos estímulos do ambiente.

    Ele é formado por células chamadas neurônios, que transmitem impulsos elétricos entre si. O sistema nervoso pode ser dividido em duas partes principais: o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico.

    O sistema nervoso central é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal, que ficam protegidos dentro do crânio e da coluna vertebral. O encéfalo é a parte mais importante do sistema nervoso, pois é responsável pelo controle de todas as funções do corpo, como a respiração, os batimentos cardíacos, os movimentos, os sentidos, o pensamento, a memória, a linguagem, etc. O encéfalo é composto por três partes: o cérebro, o cerebelo e o tronco encefálico. O cérebro é a maior parte do encéfalo e está dividido em dois hemisférios: o direito e o esquerdo. O cerebelo fica na parte de trás do cérebro e ajuda a coordenar os movimentos e o equilíbrio do corpo. O tronco encefálico fica na parte inferior do encéfalo e conecta o cérebro com a medula espinhal. Ele também controla as funções vitais, como a respiração e os batimentos cardíacos, e os reflexos, como a tosse e o espirro. A medula espinhal é um cordão de tecido nervoso que sai do tronco encefálico e desce pela coluna vertebral. Ela conduz os impulsos nervosos do cérebro para o resto do corpo e também coordena os atos involuntários, como retirar a mão de uma superfície quente.

    O sistema nervoso periférico é formado pelos nervos e pelos gânglios, que são aglomerados de neurônios fora do sistema nervoso central. Os nervos são feixes de fibras nervosas que saem do encéfalo ou da medula espinhal e se ramificam pelo corpo. Eles levam as informações dos órgãos sensoriais para o sistema nervoso central e levam as ordens do sistema nervoso central para os músculos ou as glândulas. Os nervos podem ser cranianos ou raquidianos. Os nervos cranianos são 12 pares de nervos que saem do encéfalo e se distribuem principalmente pela cabeça e pelo pescoço. Eles transmitem mensagens sensoriais ou motoras, como a visão, a audição, o olfato, o paladar, a fala, etc. Os nervos raquidianos são 31 pares de nervos que saem da medula espinhal e se distribuem pelo tronco e pelos membros. Eles transmitem mensagens sensoriais ou motoras para todo o corpo.

    Ele é formado por células chamadas neurônios, que transmitem impulsos elétricos entre si. O sistema nervoso pode ser dividido em duas partes principais: o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico.

    O sistema nervoso central é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal, que ficam protegidos dentro do crânio e da coluna vertebral. O encéfalo é a parte mais importante do sistema nervoso, pois é responsável pelo controle de todas as funções do corpo, como a respiração, os batimentos cardíacos, os movimentos, os sentidos, o pensamento, a memória, a linguagem, etc. O encéfalo é composto por três partes: o cérebro, o cerebelo e o tronco encefálico. O cérebro é a maior parte do encéfalo e está dividido em dois hemisférios: o direito e o esquerdo. O cerebelo fica na parte de trás do cérebro e ajuda a coordenar os movimentos e o equilíbrio do corpo. O tronco encefálico fica na parte inferior do encéfalo e conecta o cérebro com a medula espinhal. Ele também controla as funções vitais, como a respiração e os batimentos cardíacos, e os reflexos, como a tosse e o espirro. A medula espinhal é um cordão de tecido nervoso que sai do tronco encefálico e desce pela coluna vertebral. Ela conduz os impulsos nervosos do cérebro para o resto do corpo e também coordena os atos involuntários, como retirar a mão de uma superfície quente.

    O sistema nervoso periférico é formado pelos nervos e pelos gânglios, que são aglomerados de neurônios fora do sistema nervoso central. Os nervos são feixes de fibras nervosas que saem do encéfalo ou da medula espinhal e se ramificam pelo corpo. Eles levam as informações dos órgãos sensoriais para o sistema nervoso central e levam as ordens do sistema nervoso central para os músculos ou as glândulas. Os nervos podem ser cranianos ou raquidianos. Os nervos cranianos são 12 pares de nervos que saem do encéfalo e se distribuem principalmente pela cabeça e pelo pescoço. Eles transmitem mensagens sensoriais ou motoras, como a visão, a audição, o olfato, o paladar, a fala, etc. Os nervos raquidianos são 31 pares de nervos que saem da medula espinhal e se distribuem pelo tronco e pelos membros. Eles transmitem mensagens sensoriais ou motoras para todo o corpo.

  • O que é o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro

    O que é o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro

    O Banco Central (BC) está desenvolvendo o Drex, uma versão virtual do real que poderá ser usada para realizar pagamentos, transferências, compras e vendas de forma rápida, barata e segura, sem a necessidade de intermediários financeiros.

    O Drex será uma moeda de curso legal, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas com a vantagem de ser totalmente digital.

    Mas como funcionará o Drex? Quais são os benefícios e os desafios dessa nova forma de dinheiro? E quando ele estará disponível para o público? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro.

    O que é o Drex?

    O Drex é o nome dado à moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. O nome é uma abreviação de “digital real”, ou seja, real digital. O Drex será uma representação eletrônica do real, com as mesmas funções e propriedades da moeda física, mas com a diferença de que não existirá em forma de cédulas ou moedas, mas sim em forma de dados armazenados em dispositivos eletrônicos.

    O Drex será emitido e controlado pelo BC, que será o único responsável pela sua criação, distribuição e regulação. O Drex será uma moeda de curso forçado, ou seja, terá aceitação obrigatória em todo o território nacional. O Drex também terá paridade com o real, ou seja, um Drex valerá um real.

    Como funcionará o Drex?

    O Drex funcionará por meio de uma tecnologia chamada Distributed Ledger Technology (DLT), ou tecnologia de registro distribuído. Essa tecnologia permite que as transações sejam registradas e validadas por uma rede de computadores, sem a necessidade de um intermediário centralizado. A DLT garante a segurança, a transparência e a rastreabilidade das operações com o Drex.

    Para usar o Drex, os usuários precisarão ter um dispositivo eletrônico, como um celular ou um computador, que possa se conectar à internet e acessar uma carteira digital. A carteira digital será um aplicativo que permitirá aos usuários armazenar, enviar e receber Drex. A carteira digital também poderá ser integrada a outros serviços financeiros, como bancos, fintechs e plataformas de pagamento.

    As transações com o Drex serão realizadas por meio de códigos QR ou NFC (Near Field Communication), que permitirão a troca de informações entre os dispositivos dos usuários. As transações serão instantâneas e irrevogáveis, ou seja, não poderão ser canceladas ou estornadas depois de confirmadas. As transações também serão anônimas, mas não ilimitadas, ou seja, haverá um limite máximo de valor por operação e por período.

    Quais são os benefícios do Drex?

    O Drex trará uma série de benefícios para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. Entre eles, podemos destacar:

    • Maior rapidez: as transações com o Drex serão realizadas em segundos, sem depender do horário bancário ou da compensação dos intermediários financeiros.

    • Menor custo: as transações com o Drex serão gratuitas ou terão taxas muito baixas, reduzindo os custos operacionais e aumentando a eficiência do sistema financeiro.

    • Maior segurança: as transações com o Drex serão protegidas pela criptografia e pela validação da rede de computadores, evitando fraudes, falsificações e roubos.

    • Maior inclusão: o Drex permitirá que pessoas e empresas que não têm acesso aos serviços bancários ou que pagam altas taxas por eles possam participar do sistema financeiro de forma simples e acessível.

    • Maior facilidade: o Drex poderá ser usado para comprar e vender produtos e serviços em qualquer país que aceite o Drex, facilitando o comércio internacional e a integração econômica.

    • Maior inovação: o Drex incentivará a criação de novos modelos de negócio e soluções baseadas em tecnologia, estimulando a competição e a diversificação do mercado financeiro.

    Quais são os desafios do Drex?

    O Drex também trará alguns desafios para o BC, para os usuários e para a sociedade. Entre eles, podemos citar:

    • Regulação: o BC terá que definir as regras e os padrões para o funcionamento, a supervisão e a fiscalização do Drex, garantindo a sua estabilidade, a sua confiabilidade e a sua conformidade com as normas legais e internacionais.

    • Educação: os usuários terão que aprender a usar o Drex, entendendo os seus benefícios, os seus riscos e as suas responsabilidades. O BC terá que promover campanhas de conscientização e capacitação para difundir o conhecimento sobre o Drex.

    • Infraestrutura: os usuários terão que ter acesso a dispositivos eletrônicos e à internet para usar o Drex. O BC terá que garantir que a rede de computadores que suporta o Drex seja robusta, resiliente e segura.

    • Privacidade: os usuários terão que proteger os seus dados pessoais e financeiros ao usar o Drex. O BC terá que respeitar o direito à privacidade dos usuários, mas também ter acesso às informações necessárias para combater crimes como lavagem de dinheiro, evasão fiscal e financiamento ao terrorismo.

    • Sustentabilidade: o Drex terá um impacto ambiental menor do que a moeda física, mas também consumirá energia e recursos para funcionar. O BC terá que avaliar o impacto ambiental do Drex e adotar medidas para reduzi-lo.

    Quando o Drex estará disponível?

    O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024. O BC está estudando os aspectos técnicos, regulatórios, jurídicos e econômicos da moeda digital, bem como os possíveis impactos na sociedade e no meio ambiente. O BC também está dialogando com outros países e organizações internacionais para garantir a interoperabilidade e a conformidade do Drex com os padrões globais.

    O BC já divulgou alguns detalhes sobre o projeto do Drex, como o seu nome, o seu design, o seu funcionamento e os seus objetivos. O BC também já realizou algumas demonstrações públicas do Drex, como a transferência de valores entre dois celulares e a compra de um café com a moeda digital. O BC pretende realizar mais testes e consultas públicas antes de lançar o Drex oficialmente.

    O Drex é a moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. Ela será uma versão virtual do real, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas sem a necessidade de intermediários financeiros para as transações. O Drex trará benefícios como maior rapidez, menor custo, maior segurança, maior inclusão, maior facilidade e maior inovação para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. O Drex também trará desafios como regulação, educação, infraestrutura, privacidade e sustentabilidade para o BC, para os usuários e para a sociedade. O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024.

    O Drex será uma moeda de curso legal, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas com a vantagem de ser totalmente digital.

    Mas como funcionará o Drex? Quais são os benefícios e os desafios dessa nova forma de dinheiro? E quando ele estará disponível para o público? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre o Drex, a moeda digital brasileira que promete revolucionar o sistema financeiro.

    O que é o Drex?

    O Drex é o nome dado à moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. O nome é uma abreviação de “digital real”, ou seja, real digital. O Drex será uma representação eletrônica do real, com as mesmas funções e propriedades da moeda física, mas com a diferença de que não existirá em forma de cédulas ou moedas, mas sim em forma de dados armazenados em dispositivos eletrônicos.

    O Drex será emitido e controlado pelo BC, que será o único responsável pela sua criação, distribuição e regulação. O Drex será uma moeda de curso forçado, ou seja, terá aceitação obrigatória em todo o território nacional. O Drex também terá paridade com o real, ou seja, um Drex valerá um real.

    Como funcionará o Drex?

    O Drex funcionará por meio de uma tecnologia chamada Distributed Ledger Technology (DLT), ou tecnologia de registro distribuído. Essa tecnologia permite que as transações sejam registradas e validadas por uma rede de computadores, sem a necessidade de um intermediário centralizado. A DLT garante a segurança, a transparência e a rastreabilidade das operações com o Drex.

    Para usar o Drex, os usuários precisarão ter um dispositivo eletrônico, como um celular ou um computador, que possa se conectar à internet e acessar uma carteira digital. A carteira digital será um aplicativo que permitirá aos usuários armazenar, enviar e receber Drex. A carteira digital também poderá ser integrada a outros serviços financeiros, como bancos, fintechs e plataformas de pagamento.

    As transações com o Drex serão realizadas por meio de códigos QR ou NFC (Near Field Communication), que permitirão a troca de informações entre os dispositivos dos usuários. As transações serão instantâneas e irrevogáveis, ou seja, não poderão ser canceladas ou estornadas depois de confirmadas. As transações também serão anônimas, mas não ilimitadas, ou seja, haverá um limite máximo de valor por operação e por período.

    Quais são os benefícios do Drex?

    O Drex trará uma série de benefícios para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. Entre eles, podemos destacar:

    • Maior rapidez: as transações com o Drex serão realizadas em segundos, sem depender do horário bancário ou da compensação dos intermediários financeiros.

    • Menor custo: as transações com o Drex serão gratuitas ou terão taxas muito baixas, reduzindo os custos operacionais e aumentando a eficiência do sistema financeiro.

    • Maior segurança: as transações com o Drex serão protegidas pela criptografia e pela validação da rede de computadores, evitando fraudes, falsificações e roubos.

    • Maior inclusão: o Drex permitirá que pessoas e empresas que não têm acesso aos serviços bancários ou que pagam altas taxas por eles possam participar do sistema financeiro de forma simples e acessível.

    • Maior facilidade: o Drex poderá ser usado para comprar e vender produtos e serviços em qualquer país que aceite o Drex, facilitando o comércio internacional e a integração econômica.

    • Maior inovação: o Drex incentivará a criação de novos modelos de negócio e soluções baseadas em tecnologia, estimulando a competição e a diversificação do mercado financeiro.

    Quais são os desafios do Drex?

    O Drex também trará alguns desafios para o BC, para os usuários e para a sociedade. Entre eles, podemos citar:

    • Regulação: o BC terá que definir as regras e os padrões para o funcionamento, a supervisão e a fiscalização do Drex, garantindo a sua estabilidade, a sua confiabilidade e a sua conformidade com as normas legais e internacionais.

    • Educação: os usuários terão que aprender a usar o Drex, entendendo os seus benefícios, os seus riscos e as suas responsabilidades. O BC terá que promover campanhas de conscientização e capacitação para difundir o conhecimento sobre o Drex.

    • Infraestrutura: os usuários terão que ter acesso a dispositivos eletrônicos e à internet para usar o Drex. O BC terá que garantir que a rede de computadores que suporta o Drex seja robusta, resiliente e segura.

    • Privacidade: os usuários terão que proteger os seus dados pessoais e financeiros ao usar o Drex. O BC terá que respeitar o direito à privacidade dos usuários, mas também ter acesso às informações necessárias para combater crimes como lavagem de dinheiro, evasão fiscal e financiamento ao terrorismo.

    • Sustentabilidade: o Drex terá um impacto ambiental menor do que a moeda física, mas também consumirá energia e recursos para funcionar. O BC terá que avaliar o impacto ambiental do Drex e adotar medidas para reduzi-lo.

    Quando o Drex estará disponível?

    O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024. O BC está estudando os aspectos técnicos, regulatórios, jurídicos e econômicos da moeda digital, bem como os possíveis impactos na sociedade e no meio ambiente. O BC também está dialogando com outros países e organizações internacionais para garantir a interoperabilidade e a conformidade do Drex com os padrões globais.

    O BC já divulgou alguns detalhes sobre o projeto do Drex, como o seu nome, o seu design, o seu funcionamento e os seus objetivos. O BC também já realizou algumas demonstrações públicas do Drex, como a transferência de valores entre dois celulares e a compra de um café com a moeda digital. O BC pretende realizar mais testes e consultas públicas antes de lançar o Drex oficialmente.

    O Drex é a moeda digital brasileira que está sendo desenvolvida pelo BC. Ela será uma versão virtual do real, com as mesmas características e garantias da moeda física, mas sem a necessidade de intermediários financeiros para as transações. O Drex trará benefícios como maior rapidez, menor custo, maior segurança, maior inclusão, maior facilidade e maior inovação para os usuários, para o mercado financeiro e para a economia brasileira. O Drex também trará desafios como regulação, educação, infraestrutura, privacidade e sustentabilidade para o BC, para os usuários e para a sociedade. O Drex ainda está em fase de testes e deve ser lançado para o público apenas no final de 2024.

  • Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo. A perda de memória é um dos sintomas mais comuns e devastadores dessa condição.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

  • Cientistas identificam genes em células imunes que influenciam o resultado do câncer e podem indicar a sobrevida dos pacientes

    Cientistas identificam genes em células imunes que influenciam o resultado do câncer e podem indicar a sobrevida dos pacientes

    Um novo estudo revelou uma maneira de prever o resultado de pacientes com câncer com base na expressão de dois genes em um tipo de célula imune que vive dentro dos tumores.

    Esses genes também estão relacionados a uma rede complexa de outros genes que são ativados ou desativados por diferentes tipos de células no ambiente do tumor, e que podem influenciar o crescimento ou a regressão do câncer. Os pesquisadores esperam que essa descoberta possa ajudar a desenvolver novas estratégias de tratamento e diagnóstico para os pacientes.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Ludwig Cancer Research, uma organização internacional dedicada à pesquisa do câncer, e publicado na revista Science. Eles analisaram 52 tumores de 51 pacientes com câncer de cabeça e pescoço, usando uma técnica chamada análise de célula única, que permite medir a expressão de milhares de genes em cada célula individualmente.

    Os pesquisadores se concentraram em um tipo de célula imune chamada macrófago, que pode ter efeitos pró ou anti-tumorais, dependendo do seu estado de ativação. Eles descobriram que dois genes, chamados CXCL9 e SPP1, eram os mais importantes para determinar o estado dos macrófagos. O gene CXCL9 estava associado a um estado anti-tumoral, em que os macrófagos atacam as células cancerosas e recrutam outras células imunes para ajudar. O gene SPP1 estava associado a um estado pró-tumoral, em que os macrófagos apoiam o crescimento do tumor e inibem as respostas imunes.

    Os pesquisadores também descobriram que a razão entre a expressão desses dois genes nos macrófagos (chamada de razão CS) era um bom indicador do resultado dos pacientes. Pacientes com uma razão CS alta, ou seja, com mais expressão de CXCL9 do que SPP1, tinham uma sobrevida melhor do que aqueles com uma razão CS baixa. Além disso, a razão CS estava correlacionada com a expressão de outros genes em outros tipos de células no ambiente do tumor, como fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Esses genes também estavam envolvidos em processos que podem favorecer ou dificultar o câncer, como inflamação, angiogênese e metástase.

    “Isso significa que, apesar da sua enorme complexidade, os ambientes dos tumores são governados por um conjunto claro de regras. Nós descrevemos uma delas neste estudo”, disse Mikaël Pittet, o líder do estudo e membro da Ludwig Lausanne.

    Os pesquisadores acreditam que a razão CS pode ser usada como um marcador molecular para prever o prognóstico dos pacientes e orientar as decisões terapêuticas. Por exemplo, pacientes com uma razão CS baixa podem se beneficiar de tratamentos que alteram o estado dos macrófagos ou das outras células no ambiente do tumor para torná-los mais hostis ao câncer. Esses tratamentos podem incluir imunoterapia, que visa estimular o sistema imune a reconhecer e eliminar as células cancerosas.

    Os pesquisadores pretendem continuar investigando as redes de expressão gênica no ambiente do tumor e como elas interagem com a razão CS. Eles também querem testar se a razão CS pode prever o resultado dos pacientes prospectivamente ou avaliar as prováveis respostas a várias terapias.

    “A grande questão é: quais são as melhores maneiras de interferir terapeuticamente com essa rede, com o objetivo de beneficiar o paciente?”, disse Pittet.

    Fonte: Link.

    Esses genes também estão relacionados a uma rede complexa de outros genes que são ativados ou desativados por diferentes tipos de células no ambiente do tumor, e que podem influenciar o crescimento ou a regressão do câncer. Os pesquisadores esperam que essa descoberta possa ajudar a desenvolver novas estratégias de tratamento e diagnóstico para os pacientes.

    O estudo foi conduzido por cientistas da Ludwig Cancer Research, uma organização internacional dedicada à pesquisa do câncer, e publicado na revista Science. Eles analisaram 52 tumores de 51 pacientes com câncer de cabeça e pescoço, usando uma técnica chamada análise de célula única, que permite medir a expressão de milhares de genes em cada célula individualmente.

    Os pesquisadores se concentraram em um tipo de célula imune chamada macrófago, que pode ter efeitos pró ou anti-tumorais, dependendo do seu estado de ativação. Eles descobriram que dois genes, chamados CXCL9 e SPP1, eram os mais importantes para determinar o estado dos macrófagos. O gene CXCL9 estava associado a um estado anti-tumoral, em que os macrófagos atacam as células cancerosas e recrutam outras células imunes para ajudar. O gene SPP1 estava associado a um estado pró-tumoral, em que os macrófagos apoiam o crescimento do tumor e inibem as respostas imunes.

    Os pesquisadores também descobriram que a razão entre a expressão desses dois genes nos macrófagos (chamada de razão CS) era um bom indicador do resultado dos pacientes. Pacientes com uma razão CS alta, ou seja, com mais expressão de CXCL9 do que SPP1, tinham uma sobrevida melhor do que aqueles com uma razão CS baixa. Além disso, a razão CS estava correlacionada com a expressão de outros genes em outros tipos de células no ambiente do tumor, como fibroblastos, células endoteliais e células epiteliais. Esses genes também estavam envolvidos em processos que podem favorecer ou dificultar o câncer, como inflamação, angiogênese e metástase.

    “Isso significa que, apesar da sua enorme complexidade, os ambientes dos tumores são governados por um conjunto claro de regras. Nós descrevemos uma delas neste estudo”, disse Mikaël Pittet, o líder do estudo e membro da Ludwig Lausanne.

    Os pesquisadores acreditam que a razão CS pode ser usada como um marcador molecular para prever o prognóstico dos pacientes e orientar as decisões terapêuticas. Por exemplo, pacientes com uma razão CS baixa podem se beneficiar de tratamentos que alteram o estado dos macrófagos ou das outras células no ambiente do tumor para torná-los mais hostis ao câncer. Esses tratamentos podem incluir imunoterapia, que visa estimular o sistema imune a reconhecer e eliminar as células cancerosas.

    Os pesquisadores pretendem continuar investigando as redes de expressão gênica no ambiente do tumor e como elas interagem com a razão CS. Eles também querem testar se a razão CS pode prever o resultado dos pacientes prospectivamente ou avaliar as prováveis respostas a várias terapias.

    “A grande questão é: quais são as melhores maneiras de interferir terapeuticamente com essa rede, com o objetivo de beneficiar o paciente?”, disse Pittet.

    Fonte: Link.

  • Molécula essencial para vida é encontrada no espaço pelo telescópio James Webb

    Molécula essencial para vida é encontrada no espaço pelo telescópio James Webb

    Uma descoberta surpreendente foi anunciada pela equipe do telescópio espacial James Webb, o mais poderoso observatório astronômico já lançado.

    Pela primeira vez na história, os cientistas detectaram a presença de uma molécula de cátion metila (CH3+) no espaço, considerada fundamental para a formação de outras moléculas de carbono que são essenciais ao surgimento da vida.

    A molécula foi localizada em um disco de gás e poeira formado ao redor de uma estrela, em um jovem sistema estelar na Nebulosa de Órion. Esse sistema está cerca de 1.350 anos-luz de distância da Terra, no mesmo braço espiral da Via Láctea onde está o nosso Sistema Solar. A Nebulosa de Órion é uma região rica em formação estelar, onde novas estrelas e planetas nascem a partir da matéria interestelar.

    O que torna essa descoberta ainda mais interessante é que o sistema onde a molécula foi encontrada é bombardeado por forte luz ultravioleta (UV) de estrelas quentes, jovens e massivas. Os cientistas acreditam que a radiação UV pode fornecer a fonte de energia necessária para a formação do CH3+, que promove reações químicas adicionais para construir moléculas de carbono mais complexas. Essas moléculas podem ser os precursores da vida, como os aminoácidos, as bases nitrogenadas e os açúcares.

    A detecção do CH3+ no espaço é um grande avanço para a astroquímica e a astrobiologia, pois mostra que o universo é capaz de produzir as condições necessárias para a emergência da vida. O telescópio James Webb continuará explorando o espaço em busca de novas descobertas e mistérios.

    Pela primeira vez na história, os cientistas detectaram a presença de uma molécula de cátion metila (CH3+) no espaço, considerada fundamental para a formação de outras moléculas de carbono que são essenciais ao surgimento da vida.

    A molécula foi localizada em um disco de gás e poeira formado ao redor de uma estrela, em um jovem sistema estelar na Nebulosa de Órion. Esse sistema está cerca de 1.350 anos-luz de distância da Terra, no mesmo braço espiral da Via Láctea onde está o nosso Sistema Solar. A Nebulosa de Órion é uma região rica em formação estelar, onde novas estrelas e planetas nascem a partir da matéria interestelar.

    O que torna essa descoberta ainda mais interessante é que o sistema onde a molécula foi encontrada é bombardeado por forte luz ultravioleta (UV) de estrelas quentes, jovens e massivas. Os cientistas acreditam que a radiação UV pode fornecer a fonte de energia necessária para a formação do CH3+, que promove reações químicas adicionais para construir moléculas de carbono mais complexas. Essas moléculas podem ser os precursores da vida, como os aminoácidos, as bases nitrogenadas e os açúcares.

    A detecção do CH3+ no espaço é um grande avanço para a astroquímica e a astrobiologia, pois mostra que o universo é capaz de produzir as condições necessárias para a emergência da vida. O telescópio James Webb continuará explorando o espaço em busca de novas descobertas e mistérios.

  • Cinco desastres humanos que marcaram a história moderna

    Cinco desastres humanos que marcaram a história moderna

    A humanidade tem sido capaz de realizar grandes avanços na ciência, na tecnologia, na arte e na cultura.

    No entanto, nem tudo é motivo de orgulho. Ao longo da história, também houve casos em que a ação humana causou enormes danos ao meio ambiente e à vida de milhões de pessoas. Neste artigo, vamos revisar cinco exemplos de desastres humanos que ocorreram na era moderna e que tiveram consequências devastadoras.

    Chernobyl

    Em 26 de abril de 1986, uma explosão em um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl, localizada na Ucrânia, então parte da União Soviética, liberou grandes quantidades de material radioativo na atmosfera. A radiação se espalhou por uma vasta área, afetando principalmente a Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia, mas também outros países europeus. Mais de cinco milhões de pessoas foram expostas à radiação, sofrendo diversos problemas de saúde, como câncer, malformações congênitas e doenças cardiovasculares. Além disso, a explosão causou a morte imediata ou posterior de cerca de 50 trabalhadores da usina e bombeiros que tentaram conter o incêndio. A área ao redor da usina foi evacuada e declarada zona de exclusão, onde permanece até hoje. O desastre de Chernobyl é considerado o pior acidente nuclear da história em termos de custo e vítimas.

    Deepwater Horizon

    Em 20 de abril de 2010, uma plataforma de petróleo chamada Deepwater Horizon, operada pela empresa britânica BP no Golfo do México, explodiu e afundou após uma falha no sistema de segurança. O acidente provocou o maior derramamento de óleo marinho da história, com cerca de 134 milhões de galões (507 milhões de litros) de óleo vazando no oceano por quase três meses. O óleo atingiu mais de 2.100 quilômetros de costa nos Estados Unidos, afetando os estados da Louisiana, Mississippi, Alabama e Flórida. O derramamento causou graves danos à vida marinha e aos ecossistemas costeiros, além de impactar negativamente a saúde e o emprego das pessoas que viviam nas áreas afetadas. O desastre também gerou uma série de processos judiciais e multas contra a BP e outras empresas envolvidas.

    Libby

    Entre 1920 e 1990, uma mina de vermiculita operada pela empresa americana W.R. Grace na cidade de Libby, no estado de Montana, EUA, liberou grandes quantidades de asbesto no ar e no solo. O asbesto é uma substância mineral fibrosa que pode causar câncer e outras doenças respiratórias quando inalada ou ingerida. Os trabalhadores da mina e os moradores da cidade foram expostos ao asbesto por décadas, sem saber dos riscos à sua saúde. Muitos desenvolveram mesotelioma, uma forma rara e agressiva de câncer que afeta o revestimento dos pulmões e do abdômen. Estima-se que mais de 400 pessoas morreram em Libby por causa do asbesto e que mais de 2.000 foram diagnosticadas com doenças relacionadas. A mina foi fechada em 1990 e a cidade foi declarada um local contaminado pelo governo federal em 2002.

    Dust Bowl

    Entre 1930 e 1936, vários períodos de seca severa atingiram o centro dos Estados Unidos, afetando cerca de 150 mil milhas quadradas (390 mil quilômetros quadrados) em estados como Oklahoma, Texas, Kansas e Colorado. A seca foi agravada por fatores como a depressão econômica, as técnicas agrícolas inadequadas, as altas temperaturas e os ventos fortes. A falta de chuva e a erosão do solo causaram tempestades de poeira que cobriram o céu com nuvens escuras e reduziram a visibilidade. As tempestades danificaram as plantações e os animais, tornando a agricultura quase impossível. Além disso, a poeira causou doenças respiratórias e infecções nos olhos nas pessoas que viviam na região. Estima-se que o Dust Bowl matou cerca de 7.000 pessoas e fez com que milhões perdessem suas fazendas, casas e meios de subsistência. Muitos migraram para outros estados em busca de trabalho e melhores condições de vida.

    Minamata

    Entre 1932 e 1968, uma fábrica química da empresa japonesa Chisso Corporation na cidade de Minamata, na província de Kumamoto, Japão, liberou metilmercúrio na água residual que despejava no mar. O metilmercúrio é uma forma orgânica e altamente tóxica do mercúrio, que se acumula nos tecidos dos organismos vivos. A água contaminada afetou os peixes e os frutos do mar que eram consumidos diariamente pelos moradores de Minamata e das áreas vizinhas. A ingestão do metilmercúrio causou envenenamento por mercúrio, que resultou em graves danos neurológicos, como perda de visão, audição, coordenação, fala e memória. A doença também causou convulsões, paralisia, coma e morte. A doença ficou conhecida como doença de Minamata e acredita-se que tenha causado mais de 900 mortes e mais de 2.000 casos confirmados.

    Estes são apenas alguns dos muitos exemplos de desastres humanos que ocorreram na história moderna. Eles nos mostram como as ações humanas podem ter consequências catastróficas para o meio ambiente e para a sociedade. Eles também nos lembram da importância de agir com responsabilidade, ética e precaução diante dos desafios e oportunidades que o mundo nos oferece.

    No entanto, nem tudo é motivo de orgulho. Ao longo da história, também houve casos em que a ação humana causou enormes danos ao meio ambiente e à vida de milhões de pessoas. Neste artigo, vamos revisar cinco exemplos de desastres humanos que ocorreram na era moderna e que tiveram consequências devastadoras.

    Chernobyl

    Em 26 de abril de 1986, uma explosão em um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl, localizada na Ucrânia, então parte da União Soviética, liberou grandes quantidades de material radioativo na atmosfera. A radiação se espalhou por uma vasta área, afetando principalmente a Ucrânia, a Bielorrússia e a Rússia, mas também outros países europeus. Mais de cinco milhões de pessoas foram expostas à radiação, sofrendo diversos problemas de saúde, como câncer, malformações congênitas e doenças cardiovasculares. Além disso, a explosão causou a morte imediata ou posterior de cerca de 50 trabalhadores da usina e bombeiros que tentaram conter o incêndio. A área ao redor da usina foi evacuada e declarada zona de exclusão, onde permanece até hoje. O desastre de Chernobyl é considerado o pior acidente nuclear da história em termos de custo e vítimas.

    Deepwater Horizon

    Em 20 de abril de 2010, uma plataforma de petróleo chamada Deepwater Horizon, operada pela empresa britânica BP no Golfo do México, explodiu e afundou após uma falha no sistema de segurança. O acidente provocou o maior derramamento de óleo marinho da história, com cerca de 134 milhões de galões (507 milhões de litros) de óleo vazando no oceano por quase três meses. O óleo atingiu mais de 2.100 quilômetros de costa nos Estados Unidos, afetando os estados da Louisiana, Mississippi, Alabama e Flórida. O derramamento causou graves danos à vida marinha e aos ecossistemas costeiros, além de impactar negativamente a saúde e o emprego das pessoas que viviam nas áreas afetadas. O desastre também gerou uma série de processos judiciais e multas contra a BP e outras empresas envolvidas.

    Libby

    Entre 1920 e 1990, uma mina de vermiculita operada pela empresa americana W.R. Grace na cidade de Libby, no estado de Montana, EUA, liberou grandes quantidades de asbesto no ar e no solo. O asbesto é uma substância mineral fibrosa que pode causar câncer e outras doenças respiratórias quando inalada ou ingerida. Os trabalhadores da mina e os moradores da cidade foram expostos ao asbesto por décadas, sem saber dos riscos à sua saúde. Muitos desenvolveram mesotelioma, uma forma rara e agressiva de câncer que afeta o revestimento dos pulmões e do abdômen. Estima-se que mais de 400 pessoas morreram em Libby por causa do asbesto e que mais de 2.000 foram diagnosticadas com doenças relacionadas. A mina foi fechada em 1990 e a cidade foi declarada um local contaminado pelo governo federal em 2002.

    Dust Bowl

    Entre 1930 e 1936, vários períodos de seca severa atingiram o centro dos Estados Unidos, afetando cerca de 150 mil milhas quadradas (390 mil quilômetros quadrados) em estados como Oklahoma, Texas, Kansas e Colorado. A seca foi agravada por fatores como a depressão econômica, as técnicas agrícolas inadequadas, as altas temperaturas e os ventos fortes. A falta de chuva e a erosão do solo causaram tempestades de poeira que cobriram o céu com nuvens escuras e reduziram a visibilidade. As tempestades danificaram as plantações e os animais, tornando a agricultura quase impossível. Além disso, a poeira causou doenças respiratórias e infecções nos olhos nas pessoas que viviam na região. Estima-se que o Dust Bowl matou cerca de 7.000 pessoas e fez com que milhões perdessem suas fazendas, casas e meios de subsistência. Muitos migraram para outros estados em busca de trabalho e melhores condições de vida.

    Minamata

    Entre 1932 e 1968, uma fábrica química da empresa japonesa Chisso Corporation na cidade de Minamata, na província de Kumamoto, Japão, liberou metilmercúrio na água residual que despejava no mar. O metilmercúrio é uma forma orgânica e altamente tóxica do mercúrio, que se acumula nos tecidos dos organismos vivos. A água contaminada afetou os peixes e os frutos do mar que eram consumidos diariamente pelos moradores de Minamata e das áreas vizinhas. A ingestão do metilmercúrio causou envenenamento por mercúrio, que resultou em graves danos neurológicos, como perda de visão, audição, coordenação, fala e memória. A doença também causou convulsões, paralisia, coma e morte. A doença ficou conhecida como doença de Minamata e acredita-se que tenha causado mais de 900 mortes e mais de 2.000 casos confirmados.

    Estes são apenas alguns dos muitos exemplos de desastres humanos que ocorreram na história moderna. Eles nos mostram como as ações humanas podem ter consequências catastróficas para o meio ambiente e para a sociedade. Eles também nos lembram da importância de agir com responsabilidade, ética e precaução diante dos desafios e oportunidades que o mundo nos oferece.

  • Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta sexta-feira (4) mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e pelo vírus influenza A e B estão diminuindo ou se estabilizando na maioria dos estados brasileiros, exceto no Acre e no Espírito Santo, onde há sinal de…

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

  • Prazo para sacar cota do PIS/Pasep termina neste sábado

    Prazo para sacar cota do PIS/Pasep termina neste sábado

    Quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 1988 e ainda não sacou os valores da cota do PIS/Pasep tem até este sábado, 5 de agosto de 2023, para retirar o dinheiro.

    Caso contrário, o valor vai para o Tesouro Nacional, mas pode ser resgatado em até cinco anos, mediante solicitação.

    O PIS é o Programa de Integração Social, destinado aos trabalhadores do setor privado, e o Pasep é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, voltado para os servidores públicos. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas dos trabalhadores, que funcionavam como uma poupança.

    O saque das cotas foi liberado em 2017 pelo governo federal, como uma medida para estimular a economia. Desde então, mais de 18 milhões de trabalhadores já sacaram os valores, totalizando cerca de R$ 40 bilhões.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do PIS, ainda há R$ 6,5 bilhões disponíveis para 6,3 milhões de cotistas. Já o Banco do Brasil, que paga o Pasep, informou que há R$ 2 bilhões para 1,7 milhão de cotistas.

    O valor médio das cotas é de R$ 2,3 mil, mas depende do tempo e do salário do trabalhador no período. Quem sacar agora receberá o valor corrigido pela inflação e pelos juros.

    Para saber se tem direito ao saque, o trabalhador pode consultar os sites da Caixa ([1]) e do Banco do Brasil ([2]), ou ligar para os telefones 0800-726-0207 (Caixa) e 0800-729-0001 (BB).

    O saque pode ser feito pelo aplicativo do FGTS, pela internet ou nas agências da Caixa (para o PIS) ou do Banco do Brasil (para o PASEP). É preciso ter em mãos o número do PIS/Pasep, o CPF e um documento de identidade.

    Os herdeiros podem sacar os valores, mas precisam apresentar documentos que comprovem o direito, como certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS, atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público) ou alvará judicial designando o sucessor/representante legal.

    Caso contrário, o valor vai para o Tesouro Nacional, mas pode ser resgatado em até cinco anos, mediante solicitação.

    O PIS é o Programa de Integração Social, destinado aos trabalhadores do setor privado, e o Pasep é o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, voltado para os servidores públicos. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas dos trabalhadores, que funcionavam como uma poupança.

    O saque das cotas foi liberado em 2017 pelo governo federal, como uma medida para estimular a economia. Desde então, mais de 18 milhões de trabalhadores já sacaram os valores, totalizando cerca de R$ 40 bilhões.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento do PIS, ainda há R$ 6,5 bilhões disponíveis para 6,3 milhões de cotistas. Já o Banco do Brasil, que paga o Pasep, informou que há R$ 2 bilhões para 1,7 milhão de cotistas.

    O valor médio das cotas é de R$ 2,3 mil, mas depende do tempo e do salário do trabalhador no período. Quem sacar agora receberá o valor corrigido pela inflação e pelos juros.

    Para saber se tem direito ao saque, o trabalhador pode consultar os sites da Caixa ([1]) e do Banco do Brasil ([2]), ou ligar para os telefones 0800-726-0207 (Caixa) e 0800-729-0001 (BB).

    O saque pode ser feito pelo aplicativo do FGTS, pela internet ou nas agências da Caixa (para o PIS) ou do Banco do Brasil (para o PASEP). É preciso ter em mãos o número do PIS/Pasep, o CPF e um documento de identidade.

    Os herdeiros podem sacar os valores, mas precisam apresentar documentos que comprovem o direito, como certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS, atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público) ou alvará judicial designando o sucessor/representante legal.