Autor: Rafaela Maia

  • Por que os brasileiros estão comendo menos feijão?

    Por que os brasileiros estão comendo menos feijão?

    O feijão é um alimento tradicional e nutritivo na culinária brasileira, mas vem perdendo espaço no prato dos consumidores nos últimos anos.

    Segundo dados da Cogo – Inteligência em Agronegócio, o consumo per capita de feijão no Brasil caiu 42,5% nos últimos 40 anos, passando de 24,9 quilos por habitante ao ano para 14,3 kg/habitante/ano. No mesmo período, o arroz também registrou queda de 35,1%, saindo de 52,2 kg/habitante/ano para 33,9 kg/habitante/ano.

    Mas por que os brasileiros estão comendo menos feijão? Quais são as consequências dessa mudança alimentar? E como reverter essa tendência?

    Uma das razões apontadas para a redução do consumo de feijão é o aumento da oferta e da preferência por alimentos ultraprocessados, que são mais práticos e baratos, mas também mais pobres em nutrientes e mais ricos em gordura, açúcar e sal. Esses alimentos podem contribuir para o aumento da obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão .

    Outro fator que influencia na diminuição do consumo de feijão é a redução da área de cultivo dessa leguminosa no país. Entre 1990 e 2020, a área plantada com as três safras de feijão no Brasil encolheu 42%, caindo de 5 milhões de hectares para 2,9 milhões de hectares. Isso se deve à menor rentabilidade do feijão em relação a outras culturas agrícolas e à maior vulnerabilidade às variações climáticas.

    A redução do consumo de feijão pode trazer prejuízos à saúde e à cultura dos brasileiros. O feijão é uma fonte importante de proteína vegetal, ferro, cálcio, potássio e fibras. Além disso, ele faz parte da identidade gastronômica nacional e está presente em diversos pratos típicos regionais.

    Segundo dados da Cogo – Inteligência em Agronegócio, o consumo per capita de feijão no Brasil caiu 42,5% nos últimos 40 anos, passando de 24,9 quilos por habitante ao ano para 14,3 kg/habitante/ano. No mesmo período, o arroz também registrou queda de 35,1%, saindo de 52,2 kg/habitante/ano para 33,9 kg/habitante/ano.

    Mas por que os brasileiros estão comendo menos feijão? Quais são as consequências dessa mudança alimentar? E como reverter essa tendência?

    Uma das razões apontadas para a redução do consumo de feijão é o aumento da oferta e da preferência por alimentos ultraprocessados, que são mais práticos e baratos, mas também mais pobres em nutrientes e mais ricos em gordura, açúcar e sal. Esses alimentos podem contribuir para o aumento da obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão .

    Outro fator que influencia na diminuição do consumo de feijão é a redução da área de cultivo dessa leguminosa no país. Entre 1990 e 2020, a área plantada com as três safras de feijão no Brasil encolheu 42%, caindo de 5 milhões de hectares para 2,9 milhões de hectares. Isso se deve à menor rentabilidade do feijão em relação a outras culturas agrícolas e à maior vulnerabilidade às variações climáticas.

    A redução do consumo de feijão pode trazer prejuízos à saúde e à cultura dos brasileiros. O feijão é uma fonte importante de proteína vegetal, ferro, cálcio, potássio e fibras. Além disso, ele faz parte da identidade gastronômica nacional e está presente em diversos pratos típicos regionais.

  • Ozempic: O que você precisa saber sobre este medicamento para diabetes e obesidade

    Ozempic: O que você precisa saber sobre este medicamento para diabetes e obesidade

    Ozempic é um medicamento usado para tratar diabetes e também é recomendado para combater a obesidade nos Estados Unidos.

    No Brasil, o Ozempic ainda não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso contra a obesidade, mas muitos médicos prescrevem o remédio com essa finalidade usando a prática off-label (sem indicação na receita).

    Ozempic foi aprovado pela Anvisa em agosto de 2018 somente para o tratamento de diabetes tipo 2. O uso do medicamento para tratar a obesidade é considerado off-label e deve ser feito sob supervisão médica.

    Recentemente, a fabricante do medicamento comunicou a possibilidade de falta do Ozempic no mercado brasileiro em 2023, devido à enorme demanda mundial pelo medicamento. Uma das razões para essa procura é o uso do Ozempic para tratar o excesso de peso.

    Os riscos desses medicamentos são que eles podem causar efeitos colaterais gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Eles também podem causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) se usados com outros antidiabéticos ou se a alimentação não for adequada.

    Além disso, eles não devem ser usados por pessoas que não têm diabetes ou que querem emagrecer sem orientação médica, pois podem trazer riscos à saúde.

    No Brasil, o Ozempic ainda não está aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso contra a obesidade, mas muitos médicos prescrevem o remédio com essa finalidade usando a prática off-label (sem indicação na receita).

    Ozempic foi aprovado pela Anvisa em agosto de 2018 somente para o tratamento de diabetes tipo 2. O uso do medicamento para tratar a obesidade é considerado off-label e deve ser feito sob supervisão médica.

    Recentemente, a fabricante do medicamento comunicou a possibilidade de falta do Ozempic no mercado brasileiro em 2023, devido à enorme demanda mundial pelo medicamento. Uma das razões para essa procura é o uso do Ozempic para tratar o excesso de peso.

    Os riscos desses medicamentos são que eles podem causar efeitos colaterais gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Eles também podem causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) se usados com outros antidiabéticos ou se a alimentação não for adequada.

    Além disso, eles não devem ser usados por pessoas que não têm diabetes ou que querem emagrecer sem orientação médica, pois podem trazer riscos à saúde.

  • Quais os principais medicamentos à base de semaglutida?

    Quais os principais medicamentos à base de semaglutida?

    Os benefícios desses medicamentos são que eles ajudam a controlar o nível de açúcar no sangue e a reduzir o risco de complicações do diabetes tipo 2.

    Eles também podem ajudar na perda de peso, pois aumentam a sensação de saciedade.

    Os medicamentos mais famosos à base de semaglutida são:

    • Rybelsus: é um comprimido que pode ser usado sozinho ou com outros antidiabéticos.
    • Ozempic: é uma caneta injetável que pode ser usada uma vez por semana para tratar o diabetes tipo 2.
    • Wegovy: é uma caneta injetável que pode ser usada uma vez por semana para tratar a obesidade ou o excesso de peso em adultos com pelo menos um problema de saúde relacionado ao peso.

    Os riscos desses medicamentos são que eles podem causar efeitos colaterais gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Eles também podem causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) se usados com outros antidiabéticos ou se a alimentação não for adequada.

    Além disso, eles não devem ser usados por pessoas que não têm diabetes ou que querem emagrecer sem orientação médica, pois podem trazer riscos à saúde.

    Eles também podem ajudar na perda de peso, pois aumentam a sensação de saciedade.

    Os medicamentos mais famosos à base de semaglutida são:

    • Rybelsus: é um comprimido que pode ser usado sozinho ou com outros antidiabéticos.
    • Ozempic: é uma caneta injetável que pode ser usada uma vez por semana para tratar o diabetes tipo 2.
    • Wegovy: é uma caneta injetável que pode ser usada uma vez por semana para tratar a obesidade ou o excesso de peso em adultos com pelo menos um problema de saúde relacionado ao peso.

    Os riscos desses medicamentos são que eles podem causar efeitos colaterais gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Eles também podem causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) se usados com outros antidiabéticos ou se a alimentação não for adequada.

    Além disso, eles não devem ser usados por pessoas que não têm diabetes ou que querem emagrecer sem orientação médica, pois podem trazer riscos à saúde.

  • Novo Nordisk alerta para falta do medicamento Ozempic devido à enorme demanda

    Novo Nordisk alerta para falta do medicamento Ozempic devido à enorme demanda

    Uma das razões para essa procura é o uso do Ozempic para tratar o excesso de peso, um dos efeitos colaterais da semaglutida.

    A Novo Nordisk é uma empresa farmacêutica dinamarquesa que produz medicamentos para o tratamento de diabetes, obesidade e outras doenças endócrinas. Um dos seus produtos é o Ozempic, uma solução injetável de semaglutida 1 mg que pode ser usada uma vez por semana para controlar o nível de açúcar no sangue em pessoas com diabetes tipo 2.

    Recentemente, a Novo Nordisk comunicou a possibilidade de falta do Ozempic no mercado brasileiro em 2023, devido à enorme demanda mundial pelo medicamento. Uma das razões para essa procura é o uso do Ozempic para tratar o excesso de peso, um dos efeitos colaterais da semaglutida. No entanto, esse uso não é recomendado sem orientação médica, pois pode trazer riscos à saúde.

    A Novo Nordisk informou que está trabalhando para aumentar a capacidade de produção do Ozempic e que está em contato com as autoridades regulatórias para garantir o abastecimento do medicamento no Brasil. Enquanto isso, os pacientes que usam o Ozempic devem procurar seus médicos para avaliar outras opções terapêuticas disponíveis.

    Os medicamentos mais famosos à base de semaglutida são:

    • Rybelsus: é um comprimido que pode ser usado sozinho ou com outros antidiabéticos.
    • Ozempic: é uma caneta injetável que pode ser usada uma vez por semana para tratar o diabetes tipo 2.
    • Wegovy: é uma caneta injetável que pode ser usada uma vez por semana para tratar a obesidade ou o excesso de peso em adultos com pelo menos um problema de saúde relacionado ao peso.

    Os benefícios desses medicamentos são que eles ajudam a controlar o nível de açúcar no sangue e a reduzir o risco de complicações do diabetes tipo 2. Eles também podem ajudar na perda de peso, pois aumentam a sensação de saciedade.

    Os riscos desses medicamentos são que eles podem causar efeitos colaterais gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Eles também podem causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) se usados com outros antidiabéticos ou se a alimentação não for adequada.

    Além disso, eles não devem ser usados por pessoas que não têm diabetes ou que querem emagrecer sem orientação médica, pois podem trazer riscos à saúde.

    A Novo Nordisk é uma empresa farmacêutica dinamarquesa que produz medicamentos para o tratamento de diabetes, obesidade e outras doenças endócrinas. Um dos seus produtos é o Ozempic, uma solução injetável de semaglutida 1 mg que pode ser usada uma vez por semana para controlar o nível de açúcar no sangue em pessoas com diabetes tipo 2.

    Recentemente, a Novo Nordisk comunicou a possibilidade de falta do Ozempic no mercado brasileiro em 2023, devido à enorme demanda mundial pelo medicamento. Uma das razões para essa procura é o uso do Ozempic para tratar o excesso de peso, um dos efeitos colaterais da semaglutida. No entanto, esse uso não é recomendado sem orientação médica, pois pode trazer riscos à saúde.

    A Novo Nordisk informou que está trabalhando para aumentar a capacidade de produção do Ozempic e que está em contato com as autoridades regulatórias para garantir o abastecimento do medicamento no Brasil. Enquanto isso, os pacientes que usam o Ozempic devem procurar seus médicos para avaliar outras opções terapêuticas disponíveis.

    Os medicamentos mais famosos à base de semaglutida são:

    • Rybelsus: é um comprimido que pode ser usado sozinho ou com outros antidiabéticos.
    • Ozempic: é uma caneta injetável que pode ser usada uma vez por semana para tratar o diabetes tipo 2.
    • Wegovy: é uma caneta injetável que pode ser usada uma vez por semana para tratar a obesidade ou o excesso de peso em adultos com pelo menos um problema de saúde relacionado ao peso.

    Os benefícios desses medicamentos são que eles ajudam a controlar o nível de açúcar no sangue e a reduzir o risco de complicações do diabetes tipo 2. Eles também podem ajudar na perda de peso, pois aumentam a sensação de saciedade.

    Os riscos desses medicamentos são que eles podem causar efeitos colaterais gastrointestinais, como náusea, vômito, diarreia e dor abdominal. Eles também podem causar hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) se usados com outros antidiabéticos ou se a alimentação não for adequada.

    Além disso, eles não devem ser usados por pessoas que não têm diabetes ou que querem emagrecer sem orientação médica, pois podem trazer riscos à saúde.

  • Como denunciar casos de trabalho análogo à escravidão no Brasil

    Como denunciar casos de trabalho análogo à escravidão no Brasil

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador.

    Segundo o Artigo 149 do Código Penal, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que seres humanos estão submetidos a uma ou mais das seguintes situações: trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho ou restrição de locomoção por dívida com empregador ou preposto.

    Essas situações violam os direitos fundamentais e a dignidade do trabalhador e colocam em risco sua vida.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil. Dessas, 13 mil estavam no estado do Pará.

    Em 2023, até março, 523 vítimas foram resgatadas em diferentes estados. Um dos casos mais notórios foi o da Fazenda Volkswagen no Pará, onde mais de mil trabalhadores foram submetidos a trabalho forçado e condições degradantes entre os anos 1970 e 1980.

    No Brasil, submeter o trabalhador a trabalho análogo à escravidão é crime, previsto no artigo 149 do Código Penal.

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador. Além disso, o empregador pode ter seu nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, que é um cadastro público de empresas e pessoas flagradas explorando esse tipo de trabalho. Essa lista pode gerar restrições de crédito e financiamento por parte de bancos públicos e privados.

    Para denunciar trabalho escravo, você pode ligar para o Disque 100, que é um serviço gratuito e confidencial do governo federal. Você também pode acessar o site da Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério da Economia (Detrae), ou o site do Ministério Público do Trabalho, ou ainda usar o aplicativo MPT Pardal.

    As informações mínimas para denunciar são: nome e endereço da empresa ou empregador, fatos e irregularidades ocorridas e número de trabalhadores envolvidos.

    Segundo o Artigo 149 do Código Penal, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que seres humanos estão submetidos a uma ou mais das seguintes situações: trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho ou restrição de locomoção por dívida com empregador ou preposto.

    Essas situações violam os direitos fundamentais e a dignidade do trabalhador e colocam em risco sua vida.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil. Dessas, 13 mil estavam no estado do Pará.

    Em 2023, até março, 523 vítimas foram resgatadas em diferentes estados. Um dos casos mais notórios foi o da Fazenda Volkswagen no Pará, onde mais de mil trabalhadores foram submetidos a trabalho forçado e condições degradantes entre os anos 1970 e 1980.

    No Brasil, submeter o trabalhador a trabalho análogo à escravidão é crime, previsto no artigo 149 do Código Penal.

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador. Além disso, o empregador pode ter seu nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, que é um cadastro público de empresas e pessoas flagradas explorando esse tipo de trabalho. Essa lista pode gerar restrições de crédito e financiamento por parte de bancos públicos e privados.

    Para denunciar trabalho escravo, você pode ligar para o Disque 100, que é um serviço gratuito e confidencial do governo federal. Você também pode acessar o site da Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério da Economia (Detrae), ou o site do Ministério Público do Trabalho, ou ainda usar o aplicativo MPT Pardal.

    As informações mínimas para denunciar são: nome e endereço da empresa ou empregador, fatos e irregularidades ocorridas e número de trabalhadores envolvidos.

  • Trabalho análogo à escravidão: o que é e como denunciar

    Trabalho análogo à escravidão: o que é e como denunciar

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil.

    Segundo o Artigo 149 do Código Penal, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que seres humanos estão submetidos a uma ou mais das seguintes situações: trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho ou restrição de locomoção por dívida com empregador ou preposto.

    Essas situações violam os direitos fundamentais e a dignidade do trabalhador e colocam em risco sua vida.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil. Dessas, 13 mil estavam no estado do Pará.

    Em 2023, até março, 523 vítimas foram resgatadas em diferentes estados. Um dos casos mais notórios foi o da Fazenda Volkswagen no Pará, onde mais de mil trabalhadores foram submetidos a trabalho forçado e condições degradantes entre os anos 1970 e 1980.

    No Brasil, submeter o trabalhador a trabalho análogo à escravidão é crime, previsto no artigo 149 do Código Penal.

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador. Além disso, o empregador pode ter seu nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, que é um cadastro público de empresas e pessoas flagradas explorando esse tipo de trabalho. Essa lista pode gerar restrições de crédito e financiamento por parte de bancos públicos e privados.

    Para denunciar trabalho escravo, você pode ligar para o Disque 100, que é um serviço gratuito e confidencial do governo federal. Você também pode acessar o site da Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério da Economia (Detrae), ou o site do Ministério Público do Trabalho, ou ainda usar o aplicativo MPT Pardal.

    As informações mínimas para denunciar são: nome e endereço da empresa ou empregador, fatos e irregularidades ocorridas e número de trabalhadores envolvidos.

    Segundo o Artigo 149 do Código Penal, o trabalho análogo à escravidão é aquele em que seres humanos estão submetidos a uma ou mais das seguintes situações: trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho ou restrição de locomoção por dívida com empregador ou preposto.

    Essas situações violam os direitos fundamentais e a dignidade do trabalhador e colocam em risco sua vida.

    De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, entre 1995 e 2022, mais de 60 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil. Dessas, 13 mil estavam no estado do Pará.

    Em 2023, até março, 523 vítimas foram resgatadas em diferentes estados. Um dos casos mais notórios foi o da Fazenda Volkswagen no Pará, onde mais de mil trabalhadores foram submetidos a trabalho forçado e condições degradantes entre os anos 1970 e 1980.

    No Brasil, submeter o trabalhador a trabalho análogo à escravidão é crime, previsto no artigo 149 do Código Penal.

    A punição para o empregador pode ser reclusão de dois a oito anos, pagamento de multa e indenização ao trabalhador. Além disso, o empregador pode ter seu nome incluído na chamada “lista suja” do trabalho escravo, que é um cadastro público de empresas e pessoas flagradas explorando esse tipo de trabalho. Essa lista pode gerar restrições de crédito e financiamento por parte de bancos públicos e privados.

    Para denunciar trabalho escravo, você pode ligar para o Disque 100, que é um serviço gratuito e confidencial do governo federal. Você também pode acessar o site da Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério da Economia (Detrae), ou o site do Ministério Público do Trabalho, ou ainda usar o aplicativo MPT Pardal.

    As informações mínimas para denunciar são: nome e endereço da empresa ou empregador, fatos e irregularidades ocorridas e número de trabalhadores envolvidos.

  • Novo estudo sobre resposta de células imunológicas pode levar a uma imunoterapia mais eficaz

    Novo estudo sobre resposta de células imunológicas pode levar a uma imunoterapia mais eficaz

    O estudo da UCLA revelou como as células imunológicas chamadas macrófagos podem ser treinadas para responder de forma mais agressiva e potente a ameaças virais e bacterianas.

    Os macrófagos são um tipo de célula branca do sangue que se desenvolvem na medula óssea a partir de células chamadas monócitos.

    Eles podem ser treinados por meio de estímulos ambientais, como baixo oxigênio ou infecções, para produzir fatores que aumentam a resposta imunológica. Esses fatores incluem moléculas inflamatórias, fatores de crescimento e citocinas.

    Os pesquisadores descobriram que a dinâmica de uma molécula sinalizadora chamada NF-kB é fundamental para esse processo. Eles esperam que essa descoberta possa permitir que os médicos “hackeiem” o sistema imunológico para fortalecê-lo.

    Os macrófagos são um tipo de célula branca do sangue que se desenvolvem na medula óssea a partir de células chamadas monócitos.

    Eles podem ser treinados por meio de estímulos ambientais, como baixo oxigênio ou infecções, para produzir fatores que aumentam a resposta imunológica. Esses fatores incluem moléculas inflamatórias, fatores de crescimento e citocinas.

    Os pesquisadores descobriram que a dinâmica de uma molécula sinalizadora chamada NF-kB é fundamental para esse processo. Eles esperam que essa descoberta possa permitir que os médicos “hackeiem” o sistema imunológico para fortalecê-lo.

  • Quem é Nikolas Ferreira?

    Quem é Nikolas Ferreira?

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo.

    Nikolas Ferreira é um político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Ele foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2022 com quase 1,5 milhão de votos. Ele é apoiador do ex-presidente Bolsonaro e próximo dos seus filhos.

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo. Ele também ganhou muitos seguidores nas redes sociais após essa fala.

    Nikolas Ferreira é um político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Ele foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2022 com quase 1,5 milhão de votos. Ele é apoiador do ex-presidente Bolsonaro e próximo dos seus filhos.

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo. Ele também ganhou muitos seguidores nas redes sociais após essa fala.

  • O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a Constelação Familiar?

    O que o Conselho Federal de Psicologia diz sobre a Constelação Familiar?

    A Constelação Familiar é uma prática sem fundamento científico, que contraria os valores éticos e técnicos da psicologia e pode comprometer a integridade dos pacientes.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou uma nota técnica em que destaca as incompatibilidades entre a prática da Constelação Familiar e a atuação da psicologia. De acordo com o documento, a Constelação Familiar não possui embasamento científico e apresenta riscos à integridade dos pacientes, além de contrariar os princípios éticos e técnicos da psicologia.

    O CFP alerta que a prática da Constelação Familiar não pode ser considerada como uma técnica psicológica e que os profissionais da área devem se abster de utilizá-la em sua prática clínica. Além disso, o Conselho enfatiza a importância da formação profissional e da atualização contínua dos conhecimentos pelos psicólogos, a fim de garantir a qualidade dos serviços prestados à população.

    Por fim, o CFP reitera seu compromisso com a defesa da ética e da qualidade na atuação dos psicólogos, e destaca a importância de a população buscar profissionais habilitados e com formação adequada para receber tratamento psicológico.

    Confira a nota técnica.

    O Conselho Federal de Psicologia (CFP) divulgou uma nota técnica em que destaca as incompatibilidades entre a prática da Constelação Familiar e a atuação da psicologia. De acordo com o documento, a Constelação Familiar não possui embasamento científico e apresenta riscos à integridade dos pacientes, além de contrariar os princípios éticos e técnicos da psicologia.

    O CFP alerta que a prática da Constelação Familiar não pode ser considerada como uma técnica psicológica e que os profissionais da área devem se abster de utilizá-la em sua prática clínica. Além disso, o Conselho enfatiza a importância da formação profissional e da atualização contínua dos conhecimentos pelos psicólogos, a fim de garantir a qualidade dos serviços prestados à população.

    Por fim, o CFP reitera seu compromisso com a defesa da ética e da qualidade na atuação dos psicólogos, e destaca a importância de a população buscar profissionais habilitados e com formação adequada para receber tratamento psicológico.

    Confira a nota técnica.

  • Confira como resgatar o dinheiro esquecido a partir de hoje com o passo a passo

    Confira como resgatar o dinheiro esquecido a partir de hoje com o passo a passo

    A partir de hoje, é possível resgatar dinheiro esquecido. Se você acredita que possa ter algum valor a receber, confira agora mesmo como realizar o saque.

    O dinheiro esquecido do Banco Central é o saldo que as pessoas têm direito a receber de contas encerradas ou cobranças indevidas, por exemplo.

    Você pode consultar se tem algum valor a receber no site valoresareceber.bcb.gov.br.

    O sistema está disponível desde 14 de fevereiro e os saques podem ser feitos a partir de 7 de março.

    Se você acredita que possa ter algum valor a receber, confira agora mesmo como realizar o saque.

    Para começar, é importante que você acesse o site oficial do órgão responsável pelo pagamento, informando seus dados pessoais e confirmando a existência de possíveis valores esquecidos em seu nome.

    Após a confirmação, basta seguir o passo a passo indicado no site para realizar o saque. Não deixe essa oportunidade passar e verifique se você tem dinheiro esquecido a ser resgatado.

    O dinheiro esquecido do Banco Central é o saldo que as pessoas têm direito a receber de contas encerradas ou cobranças indevidas, por exemplo.

    Você pode consultar se tem algum valor a receber no site valoresareceber.bcb.gov.br.

    O sistema está disponível desde 14 de fevereiro e os saques podem ser feitos a partir de 7 de março.

    Se você acredita que possa ter algum valor a receber, confira agora mesmo como realizar o saque.

    Para começar, é importante que você acesse o site oficial do órgão responsável pelo pagamento, informando seus dados pessoais e confirmando a existência de possíveis valores esquecidos em seu nome.

    Após a confirmação, basta seguir o passo a passo indicado no site para realizar o saque. Não deixe essa oportunidade passar e verifique se você tem dinheiro esquecido a ser resgatado.