Autor: Renato Guedes

  • Feira do Empreendedor 2023: saiba tudo sobre o maior evento de empreendedorismo do Brasil

    Feira do Empreendedor 2023: saiba tudo sobre o maior evento de empreendedorismo do Brasil

    Você é um empreendedor ou tem vontade de abrir o seu próprio negócio?

    Então você não pode perder a oportunidade de participar da Feira do Empreendedor 2023, o maior evento de empreendedorismo do Brasil, que acontece de 16 a 19 de outubro de 2023, das 10h às 20h, no São Paulo Expo, um dos mais modernos locais para eventos do País.

    A Feira do Empreendedor é uma iniciativa do Sebrae, que tem como objetivo promover a capacitação, a inovação e a troca de experiências entre os participantes. O evento conta com uma programação variada e atualizada sobre temas relacionados ao empreendedorismo, como inovação, tecnologia, finanças, marketing, sustentabilidade e muito mais.

    Além disso, a Feira do Empreendedor oferece diversas oportunidades para os visitantes, como:

    • Conhecer casos de sucesso e se inspirar com as histórias de quem já empreendeu ou está empreendendo no Brasil e no mundo. Você vai poder conhecer a história de Ana Paula e Marcelo, que criaram a BeeCorp, uma empresa que produz mel e própolis a partir de colmeias instaladas em áreas urbanas; de Bruno e Rafael, que fundaram a EasyCrédito, uma plataforma online que conecta pessoas que precisam de crédito com instituições financeiras; de Carla e Renata, que desenvolveram a Pet Anjo, uma rede de cuidadores profissionais de animais de estimação; e de Daniel e Eduardo, que lançaram a In Loco Media, uma empresa que utiliza a geolocalização para oferecer publicidade digital mais relevante e eficiente para os usuários de aplicativos móveis.

    • Acessar soluções e serviços para o seu negócio, como consultorias, orientações, crédito, franquias, startups, etc. Você vai poder contar com o apoio do Sebrae e de seus parceiros para tirar suas dúvidas, obter informações, fazer simulações e encontrar as melhores opções para o seu negócio.

    • Participar de oficinas, palestras, workshops e rodadas de negócios com especialistas e parceiros do Sebrae. Você vai poder aprender sobre as tendências do mercado, as novidades do setor, as melhores práticas de gestão e as oportunidades de negócios.

    • Ampliar sua rede de contatos e fazer novas parcerias com outros empreendedores e potenciais clientes. Você vai poder interagir com pessoas que têm os mesmos interesses e objetivos que você, trocar experiências, fazer contatos e ampliar sua visibilidade.

    A entrada na Feira do Empreendedor é gratuita, mas é necessário fazer um cadastro prévio no site oficial do evento. A programação está em constante atualização, por isso é importante ficar atento ao site para não perder nenhuma novidade.

    Então você não pode perder a oportunidade de participar da Feira do Empreendedor 2023, o maior evento de empreendedorismo do Brasil, que acontece de 16 a 19 de outubro de 2023, das 10h às 20h, no São Paulo Expo, um dos mais modernos locais para eventos do País.

    A Feira do Empreendedor é uma iniciativa do Sebrae, que tem como objetivo promover a capacitação, a inovação e a troca de experiências entre os participantes. O evento conta com uma programação variada e atualizada sobre temas relacionados ao empreendedorismo, como inovação, tecnologia, finanças, marketing, sustentabilidade e muito mais.

    Além disso, a Feira do Empreendedor oferece diversas oportunidades para os visitantes, como:

    • Conhecer casos de sucesso e se inspirar com as histórias de quem já empreendeu ou está empreendendo no Brasil e no mundo. Você vai poder conhecer a história de Ana Paula e Marcelo, que criaram a BeeCorp, uma empresa que produz mel e própolis a partir de colmeias instaladas em áreas urbanas; de Bruno e Rafael, que fundaram a EasyCrédito, uma plataforma online que conecta pessoas que precisam de crédito com instituições financeiras; de Carla e Renata, que desenvolveram a Pet Anjo, uma rede de cuidadores profissionais de animais de estimação; e de Daniel e Eduardo, que lançaram a In Loco Media, uma empresa que utiliza a geolocalização para oferecer publicidade digital mais relevante e eficiente para os usuários de aplicativos móveis.

    • Acessar soluções e serviços para o seu negócio, como consultorias, orientações, crédito, franquias, startups, etc. Você vai poder contar com o apoio do Sebrae e de seus parceiros para tirar suas dúvidas, obter informações, fazer simulações e encontrar as melhores opções para o seu negócio.

    • Participar de oficinas, palestras, workshops e rodadas de negócios com especialistas e parceiros do Sebrae. Você vai poder aprender sobre as tendências do mercado, as novidades do setor, as melhores práticas de gestão e as oportunidades de negócios.

    • Ampliar sua rede de contatos e fazer novas parcerias com outros empreendedores e potenciais clientes. Você vai poder interagir com pessoas que têm os mesmos interesses e objetivos que você, trocar experiências, fazer contatos e ampliar sua visibilidade.

    A entrada na Feira do Empreendedor é gratuita, mas é necessário fazer um cadastro prévio no site oficial do evento. A programação está em constante atualização, por isso é importante ficar atento ao site para não perder nenhuma novidade.

  • O que é o bisfenol A e quais são os seus riscos para a saúde?

    O que é o bisfenol A e quais são os seus riscos para a saúde?

    O bisfenol A, ou BPA, é uma substância química que está presente em muitos produtos plásticos que usamos no dia a dia.

    Ele pode ser encontrado em embalagens de alimentos, mamadeiras, brinquedos, cosméticos e papel térmico. Mas você sabe o que ele pode causar no seu organismo?

    Segundo alguns estudos científicos, o BPA pode ser prejudicial para a saúde, pois ele pode imitar o hormônio feminino estrogênio e interferir no funcionamento do sistema endócrino. Isso pode provocar diversos problemas, como:

    • Alterações gastrointestinais, como inflamação, lesões e câncer no estômago e no intestino.

    • Alterações hormonais, como redução da fertilidade, câncer de próstata e de mama.

    • Alterações comportamentais e neurológicas, como déficit de atenção, hiperatividade, ansiedade e depressão.

    • Malformações no embrião, como má formação dos órgãos, diminuição dos batimentos cardíacos e aborto espontâneo.

    Por isso, alguns países proibiram o uso de BPA em mamadeiras e outros produtos infantis. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação e fabricação de mamadeiras com BPA desde 2012. Para as demais aplicações, existe um limite máximo de migração do BPA para o alimento.

    Mas como saber se um produto contém BPA? Uma dica é verificar se há o número 7 dentro do símbolo de reciclagem do plástico. Esse número indica que o plástico é do tipo policarbonato, que pode conter BPA. Outros tipos de plástico podem ter números de 1 a 6 e não contêm BPA.

    Além disso, recomenda-se evitar o uso de recipientes plásticos que contenham BPA, especialmente se forem expostos a altas temperaturas ou alimentos quentes. Isso porque o calor pode fazer com que o BPA se desprenda do plástico e contamine o alimento. Uma alternativa é usar recipientes de vidro, cerâmica ou aço inoxidável.

    O BPA é uma substância que pode trazer riscos para a saúde humana e animal. Por isso, é importante estar atento aos produtos que usamos e consumimos e buscar formas de reduzir a exposição ao BPA. Assim, podemos proteger a nossa saúde e o meio ambiente.

    Ele pode ser encontrado em embalagens de alimentos, mamadeiras, brinquedos, cosméticos e papel térmico. Mas você sabe o que ele pode causar no seu organismo?

    Segundo alguns estudos científicos, o BPA pode ser prejudicial para a saúde, pois ele pode imitar o hormônio feminino estrogênio e interferir no funcionamento do sistema endócrino. Isso pode provocar diversos problemas, como:

    • Alterações gastrointestinais, como inflamação, lesões e câncer no estômago e no intestino.

    • Alterações hormonais, como redução da fertilidade, câncer de próstata e de mama.

    • Alterações comportamentais e neurológicas, como déficit de atenção, hiperatividade, ansiedade e depressão.

    • Malformações no embrião, como má formação dos órgãos, diminuição dos batimentos cardíacos e aborto espontâneo.

    Por isso, alguns países proibiram o uso de BPA em mamadeiras e outros produtos infantis. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a importação e fabricação de mamadeiras com BPA desde 2012. Para as demais aplicações, existe um limite máximo de migração do BPA para o alimento.

    Mas como saber se um produto contém BPA? Uma dica é verificar se há o número 7 dentro do símbolo de reciclagem do plástico. Esse número indica que o plástico é do tipo policarbonato, que pode conter BPA. Outros tipos de plástico podem ter números de 1 a 6 e não contêm BPA.

    Além disso, recomenda-se evitar o uso de recipientes plásticos que contenham BPA, especialmente se forem expostos a altas temperaturas ou alimentos quentes. Isso porque o calor pode fazer com que o BPA se desprenda do plástico e contamine o alimento. Uma alternativa é usar recipientes de vidro, cerâmica ou aço inoxidável.

    O BPA é uma substância que pode trazer riscos para a saúde humana e animal. Por isso, é importante estar atento aos produtos que usamos e consumimos e buscar formas de reduzir a exposição ao BPA. Assim, podemos proteger a nossa saúde e o meio ambiente.

  • Spotify pode lançar plano Supremium com áudio lossless de 24-bits e audiobooks

    Spotify pode lançar plano Supremium com áudio lossless de 24-bits e audiobooks

    O Spotify, um dos maiores serviços de streaming de música do mundo, pode estar preparando uma novidade para os seus usuários mais exigentes.

    Segundo uma análise do código do aplicativo feita pelo site 9to5Google, o Spotify está testando um novo plano de assinatura chamado Supremium, que ofereceria áudio lossless de 24-bits, ou seja, sem perdas de qualidade por compressão.

    O áudio lossless é um formato que preserva todos os detalhes da gravação original, proporcionando uma experiência sonora mais fiel e imersiva. Atualmente, o Spotify oferece áudio de até 320 kbps no seu plano Premium, que custa R$ 16,90 por mês no Brasil. O novo plano Supremium teria um preço mais elevado, de US$ 19,99 mensais no exterior, o equivalente a cerca de R$ 110 na cotação atual.

    Além da qualidade superior do som, o Supremium também ofereceria recursos adicionais aos assinantes, como ferramentas de mixagem, geração de playlists com inteligência artificial, estatísticas de audição e mais horas de audiolivros por mês. Esses recursos seriam exclusivos do plano Supremium e não estariam disponíveis nos planos existentes.

    No entanto, as descobertas no código do aplicativo não foram confirmadas pelo Spotify, que disse não comentar especulações. Portanto, não há garantia de que o plano Supremium será lançado oficialmente ou quando isso aconteceria. Se os planos forem verdadeiros, o Supremium seria um diferencial competitivo para o Spotify em relação aos seus concorrentes, como Apple Music, Amazon Music e Deezer, que ainda não oferecem áudio lossless no Brasil.

    Segundo uma análise do código do aplicativo feita pelo site 9to5Google, o Spotify está testando um novo plano de assinatura chamado Supremium, que ofereceria áudio lossless de 24-bits, ou seja, sem perdas de qualidade por compressão.

    O áudio lossless é um formato que preserva todos os detalhes da gravação original, proporcionando uma experiência sonora mais fiel e imersiva. Atualmente, o Spotify oferece áudio de até 320 kbps no seu plano Premium, que custa R$ 16,90 por mês no Brasil. O novo plano Supremium teria um preço mais elevado, de US$ 19,99 mensais no exterior, o equivalente a cerca de R$ 110 na cotação atual.

    Além da qualidade superior do som, o Supremium também ofereceria recursos adicionais aos assinantes, como ferramentas de mixagem, geração de playlists com inteligência artificial, estatísticas de audição e mais horas de audiolivros por mês. Esses recursos seriam exclusivos do plano Supremium e não estariam disponíveis nos planos existentes.

    No entanto, as descobertas no código do aplicativo não foram confirmadas pelo Spotify, que disse não comentar especulações. Portanto, não há garantia de que o plano Supremium será lançado oficialmente ou quando isso aconteceria. Se os planos forem verdadeiros, o Supremium seria um diferencial competitivo para o Spotify em relação aos seus concorrentes, como Apple Music, Amazon Music e Deezer, que ainda não oferecem áudio lossless no Brasil.

  • Pesquisadores criam sensor que monitora hormônio feminino pelo suor

    Pesquisadores criam sensor que monitora hormônio feminino pelo suor

    O estradiol é um hormônio sexual feminino que tem diversas funções no organismo das mulheres.

    Ele é responsável pelo desenvolvimento das características sexuais secundárias, como os seios e os pelos pubianos, e também regula o ciclo reprodutivo, influenciando o crescimento e a liberação do óvulo e o espessamento do revestimento uterino para permitir a implantação de um óvulo fertilizado.

    Os níveis de estradiol no corpo das mulheres podem variar de acordo com a fase do ciclo menstrual, a idade, o uso de medicamentos e outros fatores. Por isso, é importante monitorar esse hormônio para avaliar a saúde e a fertilidade femininas. No entanto, os métodos tradicionais para medir o estradiol exigem a coleta de sangue ou urina e a análise em um laboratório, o que pode ser demorado, invasivo e caro.

    Mas agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) desenvolveram um sensor vestível que monitora o estradiol pelo suor. O sensor é um adesivo que pode ser colado na pele e que detecta a presença do hormônio no suor por meio de uma reação química. O sensor envia um sinal elétrico para um aplicativo no smartphone, que mostra o nível de estradiol em tempo real.

    O sensor usa aptâmeros, que são fragmentos de DNA que se ligam especificamente a uma molécula-alvo, neste caso, o estradiol. Quando um aptâmero se liga a uma molécula de estradiol, ele libera uma molécula redox, que é capturada por um eletrodo próximo, gerando um sinal elétrico que corresponde ao nível de estradiol.

    O sensor pode beneficiar mulheres que estão tentando conceber um filho, seja naturalmente ou por fertilização in vitro (FIV), pois o estradiol aumenta antes da ovulação e indica o momento ideal para a fecundação. O sensor também pode ajudar mulheres que estão fazendo terapia de reposição hormonal (TRH) porque seus corpos não produzem estradiol suficiente. Nesses casos, os níveis de estradiol precisam ser cuidadosamente monitorados para garantir que elas estejam tomando a dosagem correta.

    O sensor é uma inovação na área da saúde feminina e pode facilitar o acompanhamento dos níveis de estradiol em casa e em qualquer lugar. Os pesquisadores esperam que o sensor possa ser comercializado em breve e que possa ser adaptado para detectar outros hormônios e biomarcadores.

    Fonte: Link.

    Ele é responsável pelo desenvolvimento das características sexuais secundárias, como os seios e os pelos pubianos, e também regula o ciclo reprodutivo, influenciando o crescimento e a liberação do óvulo e o espessamento do revestimento uterino para permitir a implantação de um óvulo fertilizado.

    Os níveis de estradiol no corpo das mulheres podem variar de acordo com a fase do ciclo menstrual, a idade, o uso de medicamentos e outros fatores. Por isso, é importante monitorar esse hormônio para avaliar a saúde e a fertilidade femininas. No entanto, os métodos tradicionais para medir o estradiol exigem a coleta de sangue ou urina e a análise em um laboratório, o que pode ser demorado, invasivo e caro.

    Mas agora, pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) desenvolveram um sensor vestível que monitora o estradiol pelo suor. O sensor é um adesivo que pode ser colado na pele e que detecta a presença do hormônio no suor por meio de uma reação química. O sensor envia um sinal elétrico para um aplicativo no smartphone, que mostra o nível de estradiol em tempo real.

    O sensor usa aptâmeros, que são fragmentos de DNA que se ligam especificamente a uma molécula-alvo, neste caso, o estradiol. Quando um aptâmero se liga a uma molécula de estradiol, ele libera uma molécula redox, que é capturada por um eletrodo próximo, gerando um sinal elétrico que corresponde ao nível de estradiol.

    O sensor pode beneficiar mulheres que estão tentando conceber um filho, seja naturalmente ou por fertilização in vitro (FIV), pois o estradiol aumenta antes da ovulação e indica o momento ideal para a fecundação. O sensor também pode ajudar mulheres que estão fazendo terapia de reposição hormonal (TRH) porque seus corpos não produzem estradiol suficiente. Nesses casos, os níveis de estradiol precisam ser cuidadosamente monitorados para garantir que elas estejam tomando a dosagem correta.

    O sensor é uma inovação na área da saúde feminina e pode facilitar o acompanhamento dos níveis de estradiol em casa e em qualquer lugar. Os pesquisadores esperam que o sensor possa ser comercializado em breve e que possa ser adaptado para detectar outros hormônios e biomarcadores.

    Fonte: Link.

  • Dormir pouco pode aumentar o risco de hipertensão em mulheres, diz estudo

    Dormir pouco pode aumentar o risco de hipertensão em mulheres, diz estudo

    Um estudo realizado por pesquisadores da Channing Division of Network Medicine at Brigham and Women’s Hospital, nos EUA, encontrou uma associação entre dormir menos de sete a oito horas por noite e um maior risco de desenvolver hipertensão, ou pressão alta, em mulheres.

    A hipertensão é uma condição que afeta cerca de 25% da população adulta brasileira, segundo o Ministério da Saúde. Ela é caracterizada por níveis elevados e persistentes da pressão arterial nas artérias, o que pode causar danos ao coração, aos rins, ao cérebro e a outros órgãos.

    O estudo, publicado na revista científica Sleep Medicine, acompanhou 66.122 participantes entre 25 e 42 anos de idade, sem hipertensão no início do estudo, por 16 anos. Eles coletaram informações sobre idade, raça, índice de massa corporal (IMC), dieta, estilo de vida, atividade física, histórico de apneia do sono e histórico familiar de hipertensão.

    Os dados mostraram que as mulheres com dificuldades de sono tinham IMCs mais altos, menor atividade física e dietas mais pobres, em média. Elas também eram mais propensas a fumar e beber álcool e ter passado pela menopausa. Entre os 25.987 casos de hipertensão documentados durante o acompanhamento, as mulheres que dormiam menos de sete a oito horas por noite tinham um risco significativamente maior de desenvolver hipertensão, assim como as que tinham problemas para adormecer e permanecer dormindo.

    Os pesquisadores ressaltam que esses achados não indicam causalidade e que o estudo só analisou a associação entre sono e hipertensão em mulheres. Eles esperam expandir seu trabalho para incluir homens e participantes não binários. Eles também pretendem investigar se os medicamentos para dormir podem ter um efeito benéfico sobre a pressão arterial. Eles enfatizam a importância de uma boa noite de sono para a saúde geral.

    “O sono é essencial para a regulação dos vários sistemas do corpo, incluindo o sistema cardiovascular. Dormir pouco ou mal pode afetar negativamente os hormônios, o metabolismo, a inflamação e o estresse oxidativo, que são fatores de risco para a hipertensão”, disse a Dra. Susan Redline, uma das autoras do estudo.

    Os pesquisadores recomendam que as mulheres que sofrem de insônia ou outros distúrbios do sono procurem ajuda médica especializada e adotem hábitos saudáveis para melhorar a qualidade do sono, como evitar cafeína, álcool e nicotina antes de dormir, manter um horário regular de sono e evitar o uso de aparelhos eletrônicos na cama.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    A hipertensão é uma condição que afeta cerca de 25% da população adulta brasileira, segundo o Ministério da Saúde. Ela é caracterizada por níveis elevados e persistentes da pressão arterial nas artérias, o que pode causar danos ao coração, aos rins, ao cérebro e a outros órgãos.

    O estudo, publicado na revista científica Sleep Medicine, acompanhou 66.122 participantes entre 25 e 42 anos de idade, sem hipertensão no início do estudo, por 16 anos. Eles coletaram informações sobre idade, raça, índice de massa corporal (IMC), dieta, estilo de vida, atividade física, histórico de apneia do sono e histórico familiar de hipertensão.

    Os dados mostraram que as mulheres com dificuldades de sono tinham IMCs mais altos, menor atividade física e dietas mais pobres, em média. Elas também eram mais propensas a fumar e beber álcool e ter passado pela menopausa. Entre os 25.987 casos de hipertensão documentados durante o acompanhamento, as mulheres que dormiam menos de sete a oito horas por noite tinham um risco significativamente maior de desenvolver hipertensão, assim como as que tinham problemas para adormecer e permanecer dormindo.

    Os pesquisadores ressaltam que esses achados não indicam causalidade e que o estudo só analisou a associação entre sono e hipertensão em mulheres. Eles esperam expandir seu trabalho para incluir homens e participantes não binários. Eles também pretendem investigar se os medicamentos para dormir podem ter um efeito benéfico sobre a pressão arterial. Eles enfatizam a importância de uma boa noite de sono para a saúde geral.

    “O sono é essencial para a regulação dos vários sistemas do corpo, incluindo o sistema cardiovascular. Dormir pouco ou mal pode afetar negativamente os hormônios, o metabolismo, a inflamação e o estresse oxidativo, que são fatores de risco para a hipertensão”, disse a Dra. Susan Redline, uma das autoras do estudo.

    Os pesquisadores recomendam que as mulheres que sofrem de insônia ou outros distúrbios do sono procurem ajuda médica especializada e adotem hábitos saudáveis para melhorar a qualidade do sono, como evitar cafeína, álcool e nicotina antes de dormir, manter um horário regular de sono e evitar o uso de aparelhos eletrônicos na cama.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Ministro dos Direitos Humanos quer debater abuso da constelação familiar na justiça

    Ministro dos Direitos Humanos quer debater abuso da constelação familiar na justiça

    O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, solicitou ao Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) que promova um debate sobre o uso da constelação familiar na justiça brasileira.

    A constelação familiar não tem comprovação científica e é criticada por profissionais da psicologia e da ciência, que apontam problemas como a reprodução de visões tradicionais e patriarcais de família, que podem prejudicar mulheres, especialmente em processos de conciliação em Varas de Família.

    O pedido do ministro foi motivado por uma carta enviada por representantes do Conselho Federal de Psicologia (CFP), do Instituto Questão de Ciência (IQC) e de pesquisadores universitários, que alertaram para o abuso da constelação familiar na justiça e para os riscos que ela representa para os direitos humanos. O ministro também encaminhou o caso ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Ministério das Mulheres e ao Ministério da Saúde, para que tomem as medidas cabíveis.

    A carta cita alguns exemplos de como a constelação familiar pode ser prejudicial para as vítimas de violência e abusos sexuais, ao atribuir a elas a responsabilidade pela violência sofrida e ao incentivar o perdão aos agressores. Em um caso relatado pelo jornal Folha de S.Paulo, uma mulher que sofria violência doméstica foi orientada por uma juíza a participar de uma sessão de constelação familiar, na qual teve que olhar nos olhos do marido agressor e dizer que o amava. Em outro caso, uma menina de 12 anos que foi estuprada pelo padrasto teve que abraçá-lo em uma sessão de constelação familiar, sob a justificativa de que isso iria curar o trauma.

    Segundo os autores da carta, a constelação familiar viola os princípios éticos e científicos da psicologia e da ciência, além de desrespeitar a autonomia e a dignidade das pessoas envolvidas nos conflitos familiares. Eles afirmam que essa prática não tem respaldo em evidências empíricas e que se baseia em concepções místicas e religiosas, que não devem interferir na esfera pública e na administração da justiça. Eles também denunciam que a constelação familiar é uma forma de imposição ideológica e moral, que reforça estereótipos de gênero e de família, que podem ser opressores e discriminatórios.

    O ministro dos Direitos Humanos disse que espera que o debate sobre o uso da constelação familiar na justiça seja amplo e democrático, envolvendo diferentes setores da sociedade civil e do poder público. Ele disse que é preciso garantir o respeito aos direitos humanos e à diversidade das famílias brasileiras, sem impor modelos ou soluções pré-definidas. Ele também disse que é preciso valorizar o conhecimento científico e a atuação profissional dos psicólogos, que são fundamentais para a promoção da saúde mental e do bem-estar das pessoas.

    A constelação familiar não tem comprovação científica e é criticada por profissionais da psicologia e da ciência, que apontam problemas como a reprodução de visões tradicionais e patriarcais de família, que podem prejudicar mulheres, especialmente em processos de conciliação em Varas de Família.

    O pedido do ministro foi motivado por uma carta enviada por representantes do Conselho Federal de Psicologia (CFP), do Instituto Questão de Ciência (IQC) e de pesquisadores universitários, que alertaram para o abuso da constelação familiar na justiça e para os riscos que ela representa para os direitos humanos. O ministro também encaminhou o caso ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ao Ministério das Mulheres e ao Ministério da Saúde, para que tomem as medidas cabíveis.

    A carta cita alguns exemplos de como a constelação familiar pode ser prejudicial para as vítimas de violência e abusos sexuais, ao atribuir a elas a responsabilidade pela violência sofrida e ao incentivar o perdão aos agressores. Em um caso relatado pelo jornal Folha de S.Paulo, uma mulher que sofria violência doméstica foi orientada por uma juíza a participar de uma sessão de constelação familiar, na qual teve que olhar nos olhos do marido agressor e dizer que o amava. Em outro caso, uma menina de 12 anos que foi estuprada pelo padrasto teve que abraçá-lo em uma sessão de constelação familiar, sob a justificativa de que isso iria curar o trauma.

    Segundo os autores da carta, a constelação familiar viola os princípios éticos e científicos da psicologia e da ciência, além de desrespeitar a autonomia e a dignidade das pessoas envolvidas nos conflitos familiares. Eles afirmam que essa prática não tem respaldo em evidências empíricas e que se baseia em concepções místicas e religiosas, que não devem interferir na esfera pública e na administração da justiça. Eles também denunciam que a constelação familiar é uma forma de imposição ideológica e moral, que reforça estereótipos de gênero e de família, que podem ser opressores e discriminatórios.

    O ministro dos Direitos Humanos disse que espera que o debate sobre o uso da constelação familiar na justiça seja amplo e democrático, envolvendo diferentes setores da sociedade civil e do poder público. Ele disse que é preciso garantir o respeito aos direitos humanos e à diversidade das famílias brasileiras, sem impor modelos ou soluções pré-definidas. Ele também disse que é preciso valorizar o conhecimento científico e a atuação profissional dos psicólogos, que são fundamentais para a promoção da saúde mental e do bem-estar das pessoas.

  • Pesquisadores criam estratégia baseada em plantas para combater doença de Huntington

    Pesquisadores criam estratégia baseada em plantas para combater doença de Huntington

    Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Colônia, na Alemanha, desenvolveu uma nova estratégia para tratar doenças neurodegenerativas, como a doença de Huntington, usando uma enzima derivada de plantas.

    A doença de Huntington é uma condição genética que causa a degeneração progressiva das células nervosas do cérebro, levando a problemas de movimento, cognição e comportamento.

    A enzima, chamada peptidase de processamento estromal (SPP), é capaz de reduzir o acúmulo de proteínas anormais que causam as alterações patológicas associadas à doença de Huntington. Essas proteínas se agregam e formam depósitos tóxicos nas células nervosas, interferindo em seu funcionamento normal.

    Os cientistas descobriram que as plantas não apresentam esse problema de agregação proteica porque possuem organelas especiais chamadas cloroplastos, que realizam a fotossíntese. Os cloroplastos contêm a enzima SPP, que corta as proteínas anormais e as impede de se agruparem.

    Os pesquisadores conseguiram transferir a capacidade das plantas de evitar a agregação para células humanas cultivadas em laboratório e para um pequeno organismo modelo, o nematoide Caenorhabditis elegans. Eles mostraram que a expressão da enzima SPP nessas células e animais reduziu significativamente os níveis de proteínas anormais e melhorou sua sobrevivência e função.

    Os resultados são promissores para o desenvolvimento de uma terapia potencial para a doença de Huntington e outras doenças neurodegenerativas. A equipe planeja fundar uma startup para produzir proteínas terapêuticas derivadas de plantas e testá-las como potenciais terapêuticos para tratar doenças neurodegenerativas em humanos.

    A doença de Huntington é uma condição genética que causa a degeneração progressiva das células nervosas do cérebro, levando a problemas de movimento, cognição e comportamento.

    A enzima, chamada peptidase de processamento estromal (SPP), é capaz de reduzir o acúmulo de proteínas anormais que causam as alterações patológicas associadas à doença de Huntington. Essas proteínas se agregam e formam depósitos tóxicos nas células nervosas, interferindo em seu funcionamento normal.

    Os cientistas descobriram que as plantas não apresentam esse problema de agregação proteica porque possuem organelas especiais chamadas cloroplastos, que realizam a fotossíntese. Os cloroplastos contêm a enzima SPP, que corta as proteínas anormais e as impede de se agruparem.

    Os pesquisadores conseguiram transferir a capacidade das plantas de evitar a agregação para células humanas cultivadas em laboratório e para um pequeno organismo modelo, o nematoide Caenorhabditis elegans. Eles mostraram que a expressão da enzima SPP nessas células e animais reduziu significativamente os níveis de proteínas anormais e melhorou sua sobrevivência e função.

    Os resultados são promissores para o desenvolvimento de uma terapia potencial para a doença de Huntington e outras doenças neurodegenerativas. A equipe planeja fundar uma startup para produzir proteínas terapêuticas derivadas de plantas e testá-las como potenciais terapêuticos para tratar doenças neurodegenerativas em humanos.

  • Astronauta americano volta à Terra após um ano no espaço

    Astronauta americano volta à Terra após um ano no espaço

    O astronauta americano Frank Rubio voltou à Terra nessa quarta-feira, 27, depois de passar 371 dias na Estação Espacial Internacional (ISS).

    Ele se tornou o americano que mais tempo ficou em órbita terrestre, superando o recorde anterior de Scott Kelly, que ficou 340 dias no espaço em 2015 e 2016.

    Rubio e dois cosmonautas russos, Oleg Novitskiy e Pyotr Dubrov, deveriam retornar ao planeta em dezembro do ano passado, mas um problema na cápsula Soyuz MS-22 impediu a viagem. Um furo foi detectado na cápsula, que poderia causar uma despressurização durante a reentrada na atmosfera. A tripulação teve que esperar a chegada de outra cápsula, a Soyuz MS-23, para poder voltar em segurança.

    Rubio disse que teria recusado a missão se soubesse que ela duraria o dobro do tempo previsto. Ele afirmou que sentiu falta da família, dos amigos e da comida terrestre. Ele também relatou alguns efeitos físicos da longa permanência no espaço, como perda de massa muscular, alterações na visão e no equilíbrio.

    O recorde mundial de dias consecutivos no espaço é do russo Valeri Polyakov, que ficou 438 dias na estação espacial Mir entre 1994 e 1995. O recorde de dias não consecutivos é do russo Oleg Kononenko, que acumulou mais de 1.000 dias em quatro missões na ISS entre 2008 e 2019.

    A NASA e a Roscosmos, as agências espaciais dos Estados Unidos e da Rússia, respectivamente, têm realizado missões de longa duração no espaço para estudar os efeitos da microgravidade no corpo humano e preparar futuras explorações no sistema solar.

    Ele se tornou o americano que mais tempo ficou em órbita terrestre, superando o recorde anterior de Scott Kelly, que ficou 340 dias no espaço em 2015 e 2016.

    Rubio e dois cosmonautas russos, Oleg Novitskiy e Pyotr Dubrov, deveriam retornar ao planeta em dezembro do ano passado, mas um problema na cápsula Soyuz MS-22 impediu a viagem. Um furo foi detectado na cápsula, que poderia causar uma despressurização durante a reentrada na atmosfera. A tripulação teve que esperar a chegada de outra cápsula, a Soyuz MS-23, para poder voltar em segurança.

    Rubio disse que teria recusado a missão se soubesse que ela duraria o dobro do tempo previsto. Ele afirmou que sentiu falta da família, dos amigos e da comida terrestre. Ele também relatou alguns efeitos físicos da longa permanência no espaço, como perda de massa muscular, alterações na visão e no equilíbrio.

    O recorde mundial de dias consecutivos no espaço é do russo Valeri Polyakov, que ficou 438 dias na estação espacial Mir entre 1994 e 1995. O recorde de dias não consecutivos é do russo Oleg Kononenko, que acumulou mais de 1.000 dias em quatro missões na ISS entre 2008 e 2019.

    A NASA e a Roscosmos, as agências espaciais dos Estados Unidos e da Rússia, respectivamente, têm realizado missões de longa duração no espaço para estudar os efeitos da microgravidade no corpo humano e preparar futuras explorações no sistema solar.

  • Vacinas e anticorpos contra o vírus sincicial respiratório podem salvar milhões de vidas

    Vacinas e anticorpos contra o vírus sincicial respiratório podem salvar milhões de vidas

    O vírus sincicial respiratório (RSV) é um dos maiores assassinos silenciosos de crianças e idosos no mundo.

    A cada ano, cerca de 33 milhões de pessoas são infectadas pelo RSV, das quais 3 milhões são hospitalizadas e 60 mil morrem, principalmente em países de baixa e média renda. O RSV causa infecções respiratórias que podem evoluir para pneumonia, bronquiolite e asma.

    No entanto, a pandemia de COVID-19 trouxe uma mudança inesperada na dinâmica do RSV. As medidas de saúde pública para prevenir a COVID-19, como o uso de máscaras, o distanciamento social e o fechamento de escolas, também reduziram drasticamente as infecções por RSV em 2020 e 2021. Isso significa que muitas crianças não foram expostas ao RSV nesse período e não desenvolveram imunidade natural ao vírus.

    Quando essas medidas foram relaxadas em alguns países, o RSV voltou com força total, causando surtos fora de época entre as crianças que não tinham sido infectadas antes. Esses surtos sobrecarregaram os sistemas de saúde já fragilizados pela COVID-19 e aumentaram o risco de complicações graves e mortes por RSV.

    Diante desse cenário alarmante, a comunidade científica tem trabalhado incansavelmente para desenvolver estratégias preventivas contra o RSV. Uma das mais promissoras é a vacinação, que pode induzir uma resposta imune duradoura e proteger contra a infecção. Várias vacinas candidatas contra o RSV estão em fase avançada de testes clínicos, incluindo vacinas convencionais que usam partes inativadas ou enfraquecidas do vírus, e vacinas modernas que usam material genético ou vetores virais para estimular a produção de anticorpos.

    Outra estratégia preventiva é a administração de anticorpos antivirais, que são moléculas que se ligam ao vírus e impedem sua entrada nas células. Esses anticorpos podem ser produzidos em laboratório ou extraídos do plasma de pessoas que se recuperaram da infecção. Eles podem ser usados como uma forma de imunização passiva, ou seja, uma proteção temporária que dura algumas semanas ou meses. Essa abordagem pode ser útil para os grupos mais vulneráveis ao RSV grave, como bebês prematuros, crianças com doenças crônicas e adultos mais velhos.

    Ambas as estratégias preventivas mostraram resultados animadores em ensaios clínicos de fase III, que são os últimos estágios antes da aprovação regulatória. Algumas delas já receberam autorização de uso emergencial em alguns países e devem estar disponíveis nos hospitais ainda este ano. Essas estratégias podem salvar milhões de vidas e reduzir o impacto do RSV na saúde pública mundial.

    A cada ano, cerca de 33 milhões de pessoas são infectadas pelo RSV, das quais 3 milhões são hospitalizadas e 60 mil morrem, principalmente em países de baixa e média renda. O RSV causa infecções respiratórias que podem evoluir para pneumonia, bronquiolite e asma.

    No entanto, a pandemia de COVID-19 trouxe uma mudança inesperada na dinâmica do RSV. As medidas de saúde pública para prevenir a COVID-19, como o uso de máscaras, o distanciamento social e o fechamento de escolas, também reduziram drasticamente as infecções por RSV em 2020 e 2021. Isso significa que muitas crianças não foram expostas ao RSV nesse período e não desenvolveram imunidade natural ao vírus.

    Quando essas medidas foram relaxadas em alguns países, o RSV voltou com força total, causando surtos fora de época entre as crianças que não tinham sido infectadas antes. Esses surtos sobrecarregaram os sistemas de saúde já fragilizados pela COVID-19 e aumentaram o risco de complicações graves e mortes por RSV.

    Diante desse cenário alarmante, a comunidade científica tem trabalhado incansavelmente para desenvolver estratégias preventivas contra o RSV. Uma das mais promissoras é a vacinação, que pode induzir uma resposta imune duradoura e proteger contra a infecção. Várias vacinas candidatas contra o RSV estão em fase avançada de testes clínicos, incluindo vacinas convencionais que usam partes inativadas ou enfraquecidas do vírus, e vacinas modernas que usam material genético ou vetores virais para estimular a produção de anticorpos.

    Outra estratégia preventiva é a administração de anticorpos antivirais, que são moléculas que se ligam ao vírus e impedem sua entrada nas células. Esses anticorpos podem ser produzidos em laboratório ou extraídos do plasma de pessoas que se recuperaram da infecção. Eles podem ser usados como uma forma de imunização passiva, ou seja, uma proteção temporária que dura algumas semanas ou meses. Essa abordagem pode ser útil para os grupos mais vulneráveis ao RSV grave, como bebês prematuros, crianças com doenças crônicas e adultos mais velhos.

    Ambas as estratégias preventivas mostraram resultados animadores em ensaios clínicos de fase III, que são os últimos estágios antes da aprovação regulatória. Algumas delas já receberam autorização de uso emergencial em alguns países e devem estar disponíveis nos hospitais ainda este ano. Essas estratégias podem salvar milhões de vidas e reduzir o impacto do RSV na saúde pública mundial.

  • Consumo excessivo de álcool pode levar a uma epidemia de doença hepática, alerta estudo

    Consumo excessivo de álcool pode levar a uma epidemia de doença hepática, alerta estudo

    Um novo estudo alerta para o aumento do consumo álcool nos EUA, especialmente entre mulheres e jovens, e suas consequências devastadoras para a saúde e a economia do país.

    O consumo de alto risco de álcool é definido como o consumo de mais de 14 doses por semana para homens e mais de 7 doses por semana para mulheres, ou o consumo de mais de 4 ou 5 doses em uma única ocasião. Esse padrão de consumo pode levar ao desenvolvimento da doença hepática associada ao álcool (ALD), que inclui a esteatose hepática alcoólica, a hepatite alcoólica e a cirrose hepática.

    O estudo usou dados nacionais de saúde e econômicos para estimar o número de mortes, os anos de vida perdidos, os custos médicos diretos e indiretos e os custos intangíveis relacionados à ALD nos EUA entre 2022 e 2040. Os resultados são alarmantes: se as tendências atuais persistirem, em 20 anos cerca de 956 mil pessoas morrerão anualmente de ALD, com maiores percentuais de mulheres (55%) e jovens (40% com menos de 50 anos). Os custos totais de ALD chegarão a 880 bilhões de dólares no mesmo período, sendo 60% atribuídos aos custos intangíveis, como a dor e o sofrimento dos pacientes e familiares.

    Os autores do estudo afirmam que é urgente implementar programas para conscientizar sobre os efeitos nocivos do consumo de alto risco de álcool e desenvolver terapias eficazes para tratar a doença hepática avançada. Eles também defendem ações políticas e de saúde pública para reduzir o estresse na sociedade, que é parcialmente responsável pelo consumo excessivo de álcool. Segundo eles, essas medidas podem salvar milhões de vidas e bilhões de dólares nos próximos anos.

    O consumo de alto risco de álcool é definido como o consumo de mais de 14 doses por semana para homens e mais de 7 doses por semana para mulheres, ou o consumo de mais de 4 ou 5 doses em uma única ocasião. Esse padrão de consumo pode levar ao desenvolvimento da doença hepática associada ao álcool (ALD), que inclui a esteatose hepática alcoólica, a hepatite alcoólica e a cirrose hepática.

    O estudo usou dados nacionais de saúde e econômicos para estimar o número de mortes, os anos de vida perdidos, os custos médicos diretos e indiretos e os custos intangíveis relacionados à ALD nos EUA entre 2022 e 2040. Os resultados são alarmantes: se as tendências atuais persistirem, em 20 anos cerca de 956 mil pessoas morrerão anualmente de ALD, com maiores percentuais de mulheres (55%) e jovens (40% com menos de 50 anos). Os custos totais de ALD chegarão a 880 bilhões de dólares no mesmo período, sendo 60% atribuídos aos custos intangíveis, como a dor e o sofrimento dos pacientes e familiares.

    Os autores do estudo afirmam que é urgente implementar programas para conscientizar sobre os efeitos nocivos do consumo de alto risco de álcool e desenvolver terapias eficazes para tratar a doença hepática avançada. Eles também defendem ações políticas e de saúde pública para reduzir o estresse na sociedade, que é parcialmente responsável pelo consumo excessivo de álcool. Segundo eles, essas medidas podem salvar milhões de vidas e bilhões de dólares nos próximos anos.