Autor: Renato Guedes

  • Nova técnica promete levar anticorpos para o cérebro

    Nova técnica promete levar anticorpos para o cérebro

    Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Alabama, nos EUA, desenvolveu uma forma de aumentar a entrega de anticorpos no cérebro, usando um polímero biodegradável que se liga ao anticorpo trastuzumabe.

    O estudo, publicado na revista Frontiers in Cell and Developmental Biology, abre novas possibilidades para o tratamento de doenças cerebrais, como tumores cerebrais.

    O que são anticorpos e por que eles são importantes?

    Anticorpos são moléculas produzidas pelo sistema imunológico que se ligam a alvos específicos nas células doentes, bloqueando seu crescimento ou destruindo-as. Eles são usados como medicamentos para tratar vários tipos de câncer e outras doenças, como infecções, doenças autoimunes e metabólicas.

    Qual é o problema com a barreira hematoencefálica?

    A barreira hematoencefálica é uma estrutura que protege o cérebro de substâncias nocivas ou indesejadas que circulam no sangue, como bactérias, vírus e toxinas. No entanto, essa barreira também impede a entrada de anticorpos no cérebro, limitando o uso desses medicamentos para tratar doenças cerebrais, como tumores cerebrais.

    Como os pesquisadores resolveram esse problema?

    Os pesquisadores usaram um polímero chamado poli (ácido lático-co-glicólico), ou PLGA, que é aprovado pela FDA (agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) e já é usado em implantes médicos e sistemas de liberação de fármacos. Eles adicionaram esse polímero nas regiões da dobradiça e próxima à dobradiça do anticorpo trastuzumabe, que é usado para tratar câncer de mama e gástrico. Essa modificação aumentou a solubilidade e a estabilidade do anticorpo, e facilitou sua entrada no cérebro, tanto em testes in vitro quanto em modelos de camundongos.

    Quais são as implicações dessa descoberta?

    Os pesquisadores afirmam que essa metodologia simples pode servir como uma plataforma para converter anticorpos terapêuticos em uma forma que possa atuar no cérebro, mantendo sua funcionalidade médica. Isso poderia ampliar as possibilidades de tratamento para doenças cerebrais que atualmente têm opções limitadas, como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla e epilepsia. Além disso, essa técnica poderia ser aplicada a outros tipos de anticorpos, aumentando o arsenal de medicamentos disponíveis para combater as doenças cerebrais.

    O estudo, publicado na revista Frontiers in Cell and Developmental Biology, abre novas possibilidades para o tratamento de doenças cerebrais, como tumores cerebrais.

    O que são anticorpos e por que eles são importantes?

    Anticorpos são moléculas produzidas pelo sistema imunológico que se ligam a alvos específicos nas células doentes, bloqueando seu crescimento ou destruindo-as. Eles são usados como medicamentos para tratar vários tipos de câncer e outras doenças, como infecções, doenças autoimunes e metabólicas.

    Qual é o problema com a barreira hematoencefálica?

    A barreira hematoencefálica é uma estrutura que protege o cérebro de substâncias nocivas ou indesejadas que circulam no sangue, como bactérias, vírus e toxinas. No entanto, essa barreira também impede a entrada de anticorpos no cérebro, limitando o uso desses medicamentos para tratar doenças cerebrais, como tumores cerebrais.

    Como os pesquisadores resolveram esse problema?

    Os pesquisadores usaram um polímero chamado poli (ácido lático-co-glicólico), ou PLGA, que é aprovado pela FDA (agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) e já é usado em implantes médicos e sistemas de liberação de fármacos. Eles adicionaram esse polímero nas regiões da dobradiça e próxima à dobradiça do anticorpo trastuzumabe, que é usado para tratar câncer de mama e gástrico. Essa modificação aumentou a solubilidade e a estabilidade do anticorpo, e facilitou sua entrada no cérebro, tanto em testes in vitro quanto em modelos de camundongos.

    Quais são as implicações dessa descoberta?

    Os pesquisadores afirmam que essa metodologia simples pode servir como uma plataforma para converter anticorpos terapêuticos em uma forma que possa atuar no cérebro, mantendo sua funcionalidade médica. Isso poderia ampliar as possibilidades de tratamento para doenças cerebrais que atualmente têm opções limitadas, como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla e epilepsia. Além disso, essa técnica poderia ser aplicada a outros tipos de anticorpos, aumentando o arsenal de medicamentos disponíveis para combater as doenças cerebrais.

  • Dinheiro esquecido: como consultar e resgatar os valores no Banco Central

    Dinheiro esquecido: como consultar e resgatar os valores no Banco Central

    Você sabia que pode ter dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição financeira?

    Isso acontece quando você tem uma conta inativa, um depósito judicial, um crédito rural ou outro tipo de valor que não foi sacado. Esses recursos ficam sob a guarda do Banco Central (BC), que é o órgão responsável por regular e fiscalizar o sistema financeiro nacional.

    O BC disponibiliza um serviço gratuito para que você possa consultar se tem algum valor a receber e, caso tenha, solicitar o resgate. Esse serviço é chamado de Sistema de Valores a Receber (SVR) e pode ser acessado pelo site valores a receber.

    Para fazer a consulta, você precisa informar o seu CPF, no caso de pessoa física, ou o seu CNPJ, no caso de pessoa jurídica. A página vai informar se você tem ou não valores a receber e uma data para consultar os valores e solicitar o saque. Anote essa data e não perca o prazo.

    Para solicitar o saque, você precisa ter uma conta gov.br, que é um cadastro único do governo federal para acessar diversos serviços públicos. Se você ainda não tem, pode criar uma conta pelo site [gov.br]. Você vai precisar de um e-mail, um número de celular e um documento de identidade.

    Depois de fazer o login com a sua conta gov.br, você pode acessar o SVR novamente e verificar o valor que tem a receber. Você também pode escolher a instituição financeira de sua preferência para receber o dinheiro. O pagamento será feito preferencialmente por PIX, que é um sistema de transferência instantânea e gratuita.

    Segundo o BC, os brasileiros ainda têm pouco mais de R$ 7,5 bilhões para resgatar no sistema de “dinheiro esquecido”. Até o momento, foi resgatado um montante de pouco mais de R$ 5,3 bilhões dos mais de R$ 12 bilhões disponíveis para saque.

    Não deixe de aproveitar essa oportunidade e consultar se você tem algum dinheiro esquecido no BC. Você pode usar esse recurso para quitar dívidas, investir ou realizar algum sonho. Mas lembre-se: o dinheiro é seu e só você pode solicitar o resgate. Não caia em golpes de pessoas que oferecem ajuda para consultar ou sacar os valores. O BC não cobra nenhuma taxa ou comissão pelo serviço e não entra em contato com os clientes por telefone, e-mail ou redes sociais.

    Isso acontece quando você tem uma conta inativa, um depósito judicial, um crédito rural ou outro tipo de valor que não foi sacado. Esses recursos ficam sob a guarda do Banco Central (BC), que é o órgão responsável por regular e fiscalizar o sistema financeiro nacional.

    O BC disponibiliza um serviço gratuito para que você possa consultar se tem algum valor a receber e, caso tenha, solicitar o resgate. Esse serviço é chamado de Sistema de Valores a Receber (SVR) e pode ser acessado pelo site valores a receber.

    Para fazer a consulta, você precisa informar o seu CPF, no caso de pessoa física, ou o seu CNPJ, no caso de pessoa jurídica. A página vai informar se você tem ou não valores a receber e uma data para consultar os valores e solicitar o saque. Anote essa data e não perca o prazo.

    Para solicitar o saque, você precisa ter uma conta gov.br, que é um cadastro único do governo federal para acessar diversos serviços públicos. Se você ainda não tem, pode criar uma conta pelo site [gov.br]. Você vai precisar de um e-mail, um número de celular e um documento de identidade.

    Depois de fazer o login com a sua conta gov.br, você pode acessar o SVR novamente e verificar o valor que tem a receber. Você também pode escolher a instituição financeira de sua preferência para receber o dinheiro. O pagamento será feito preferencialmente por PIX, que é um sistema de transferência instantânea e gratuita.

    Segundo o BC, os brasileiros ainda têm pouco mais de R$ 7,5 bilhões para resgatar no sistema de “dinheiro esquecido”. Até o momento, foi resgatado um montante de pouco mais de R$ 5,3 bilhões dos mais de R$ 12 bilhões disponíveis para saque.

    Não deixe de aproveitar essa oportunidade e consultar se você tem algum dinheiro esquecido no BC. Você pode usar esse recurso para quitar dívidas, investir ou realizar algum sonho. Mas lembre-se: o dinheiro é seu e só você pode solicitar o resgate. Não caia em golpes de pessoas que oferecem ajuda para consultar ou sacar os valores. O BC não cobra nenhuma taxa ou comissão pelo serviço e não entra em contato com os clientes por telefone, e-mail ou redes sociais.

  • Conheça os fatos interessantes por trás dos relógios Rolex

    Conheça os fatos interessantes por trás dos relógios Rolex

    Os relógios Rolex são símbolos de prestígio, elegância e qualidade. A marca suíça, fundada em 1905, é uma das mais famosas e respeitadas do mundo da relojoaria.

    Mas você sabe quais são as características, a história e as curiosidades dos relógios Rolex? Neste artigo, vamos apresentar alguns fatos interessantes sobre essas peças de luxo que encantam milhões de pessoas.

    Características dos relógios Rolex

    Os relógios Rolex são produzidos com materiais nobres, como ouro, platina, aço inoxidável e pedras preciosas. Eles também possuem mecanismos sofisticados e precisos, que garantem o seu funcionamento perfeito e duradouro. Alguns modelos são equipados com funções especiais, como calendário, cronógrafo, fases da lua e indicação de diferentes fusos horários.

    Os relógios Rolex são divididos em duas categorias: Clássicos e Profissionais. Os Clássicos são aqueles que têm um design mais tradicional e discreto, como o Datejust, o Day-Date e o Oyster Perpetual. Os Profissionais são aqueles que foram criados para atender às necessidades de determinadas atividades, como mergulho, aviação, automobilismo e navegação. Entre eles, se destacam o Submariner, o GMT-Master II, o Cosmograph Daytona e o Yacht-Master.

    História dos relógios Rolex

    A Rolex foi fundada em 1905, em Londres, por Hans Wilsdorf, um empresário alemão que tinha o sonho de criar relógios de pulso que fossem tão precisos quanto os de bolso. Na época, os relógios de pulso eram considerados pouco confiáveis e pouco práticos. Wilsdorf queria mudar essa percepção, e escolheu o nome Rolex por ser fácil de pronunciar em qualquer idioma e por caber facilmente no mostrador dos relógios.

    Em 1910, a Rolex obteve o primeiro certificado de precisão para um relógio de pulso, concedido pelo Observatório de Cronometria de Bienne, na Suíça. Em 1914, a Rolex recebeu o mesmo reconhecimento do Observatório de Kew, na Inglaterra, com a mais alta distinção possível. Esses feitos colocaram a Rolex na vanguarda da relojoaria, e atraíram a atenção de clientes exigentes e famosos.

    Em 1926, a Rolex lançou o primeiro relógio de pulso à prova d’água do mundo, o Oyster, que tinha uma caixa hermética que protegia o mecanismo de poeira, umidade e choques. Em 1927, a nadadora inglesa Mercedes Gleitze atravessou o Canal da Mancha usando um relógio Oyster, que resistiu às 10 horas de imersão e manteve a sua precisão. Esse feito foi amplamente divulgado pela Rolex, que usou o slogan “O maravilhoso relógio que desafia os elementos”.

    Em 1931, a Rolex introduziu o primeiro mecanismo automático com rotor Perpetual, que permitia que o relógio se carregasse com o movimento do pulso do usuário. Esse sistema eliminava a necessidade de dar corda manualmente ao relógio, e aumentava a sua durabilidade e precisão. O mecanismo Perpetual se tornou um dos pilares da Rolex, e é usado até hoje em todos os seus relógios mecânicos.

    Ao longo dos anos, a Rolex desenvolveu diversos modelos que se tornaram ícones da relojoaria, como o Datejust (1945), o primeiro relógio de pulso com calendário automático; o Day-Date (1956), o primeiro relógio de pulso com indicação do dia da semana por extenso; o Submariner (1953), o primeiro relógio de mergulho à prova d’água até 100 metros de profundidade; o GMT-Master (1955), o primeiro relógio de pulso com indicação de dois fusos horários; o Cosmograph Daytona (1963), o relógio de cronógrafo preferido dos pilotos de corrida; e o Yacht-Master (1992), o relógio de regata com função de contagem regressiva.

    Curiosidades dos relógios Rolex

    • A Rolex é uma das marcas mais falsificadas do mundo. Estima-se que existam mais de 20 milhões de cópias dos relógios Rolex em circulação, contra cerca de 700 mil originais produzidos por ano. Para evitar as falsificações, a Rolex utiliza diversos recursos de segurança, como números de série, hologramas, selos e gravuras.

    • A Rolex é uma das marcas mais valiosas do mundo. Segundo o ranking da Forbes, a Rolex ocupa a 71ª posição entre as marcas mais valiosas do mundo em 2023, com um valor estimado de 9,1 bilhões de dólares. A Rolex é a única marca de relógios que aparece no ranking, e também a única marca suíça entre as 100 primeiras.

    • A Rolex é uma das marcas mais admiradas do mundo. Segundo o ranking da revista Fortune, a Rolex ocupa a 4ª posição entre as marcas mais admiradas do mundo em 2023, ficando atrás apenas da Apple, da Amazon e da Microsoft. A Rolex é a única marca de relógios que aparece no ranking, e também a única marca de luxo entre as 50 primeiras.

    • A Rolex é uma das marcas mais premiadas do mundo. A Rolex já recebeu mais de 400 certificados de precisão e qualidade, concedidos por instituições renomadas como o Observatório de Genebra, o Instituto Oficial de Testes de Cronômetros da Suíça e o Observatório de Kew. A Rolex também é a única marca de relógios que possui o certificado Superlative Chronometer, que garante uma precisão de -2/+2 segundos por dia.

    • A Rolex é uma das marcas mais usadas por celebridades do mundo. Muitas personalidades famosas são fãs dos relógios Rolex, como atores, músicos, esportistas, políticos e até membros da realeza. Entre eles, podemos citar James Bond, Martin Luther King, Winston Churchill, Elvis Presley, Paul Newman, Steve McQueen, Roger Federer, Tiger Woods, Barack Obama, Dalai Lama e Rainha Elizabeth II.

    Qual o relógio mais caro do mundo?

    O relógio mais caro do mundo não é um Rolex, mas sim um Patek Philippe. O modelo em questão é o Grandmaster Chime Ref. 6300A-010, que foi leiloado por 31 milhões de dólares (cerca de 165 milhões de reais) em 2019. Esse relógio é feito de aço inoxidável, tem dois mostradores reversíveis, 20 funções complexas e foi criado para celebrar os 175 anos da marca suíça.

    O Rolex mais caro do mundo é o Daytona 6263 Oyster Albino, que foi leiloado por 1,4 milhão de dólares (cerca de 7,4 milhões de reais) em 2014. Esse relógio é feito de aço inoxidável, tem um mostrador branco com submostradores brancos, e pertenceu ao músico Eric Clapton.

    Os relógios Rolex são mais do que simples acessórios. Eles são obras de arte, frutos de uma tradição centenária, de uma tecnologia avançada e de uma paixão pelo detalhe. Os relógios Rolex são admirados, desejados e colecionados por milhões de pessoas no mundo todo, que reconhecem o seu valor e a sua beleza. Os relógios Rolex são, sem dúvida, um dos maiores símbolos de luxo, tradição e curiosidades do mundo.

    Mas você sabe quais são as características, a história e as curiosidades dos relógios Rolex? Neste artigo, vamos apresentar alguns fatos interessantes sobre essas peças de luxo que encantam milhões de pessoas.

    Características dos relógios Rolex

    Os relógios Rolex são produzidos com materiais nobres, como ouro, platina, aço inoxidável e pedras preciosas. Eles também possuem mecanismos sofisticados e precisos, que garantem o seu funcionamento perfeito e duradouro. Alguns modelos são equipados com funções especiais, como calendário, cronógrafo, fases da lua e indicação de diferentes fusos horários.

    Os relógios Rolex são divididos em duas categorias: Clássicos e Profissionais. Os Clássicos são aqueles que têm um design mais tradicional e discreto, como o Datejust, o Day-Date e o Oyster Perpetual. Os Profissionais são aqueles que foram criados para atender às necessidades de determinadas atividades, como mergulho, aviação, automobilismo e navegação. Entre eles, se destacam o Submariner, o GMT-Master II, o Cosmograph Daytona e o Yacht-Master.

    História dos relógios Rolex

    A Rolex foi fundada em 1905, em Londres, por Hans Wilsdorf, um empresário alemão que tinha o sonho de criar relógios de pulso que fossem tão precisos quanto os de bolso. Na época, os relógios de pulso eram considerados pouco confiáveis e pouco práticos. Wilsdorf queria mudar essa percepção, e escolheu o nome Rolex por ser fácil de pronunciar em qualquer idioma e por caber facilmente no mostrador dos relógios.

    Em 1910, a Rolex obteve o primeiro certificado de precisão para um relógio de pulso, concedido pelo Observatório de Cronometria de Bienne, na Suíça. Em 1914, a Rolex recebeu o mesmo reconhecimento do Observatório de Kew, na Inglaterra, com a mais alta distinção possível. Esses feitos colocaram a Rolex na vanguarda da relojoaria, e atraíram a atenção de clientes exigentes e famosos.

    Em 1926, a Rolex lançou o primeiro relógio de pulso à prova d’água do mundo, o Oyster, que tinha uma caixa hermética que protegia o mecanismo de poeira, umidade e choques. Em 1927, a nadadora inglesa Mercedes Gleitze atravessou o Canal da Mancha usando um relógio Oyster, que resistiu às 10 horas de imersão e manteve a sua precisão. Esse feito foi amplamente divulgado pela Rolex, que usou o slogan “O maravilhoso relógio que desafia os elementos”.

    Em 1931, a Rolex introduziu o primeiro mecanismo automático com rotor Perpetual, que permitia que o relógio se carregasse com o movimento do pulso do usuário. Esse sistema eliminava a necessidade de dar corda manualmente ao relógio, e aumentava a sua durabilidade e precisão. O mecanismo Perpetual se tornou um dos pilares da Rolex, e é usado até hoje em todos os seus relógios mecânicos.

    Ao longo dos anos, a Rolex desenvolveu diversos modelos que se tornaram ícones da relojoaria, como o Datejust (1945), o primeiro relógio de pulso com calendário automático; o Day-Date (1956), o primeiro relógio de pulso com indicação do dia da semana por extenso; o Submariner (1953), o primeiro relógio de mergulho à prova d’água até 100 metros de profundidade; o GMT-Master (1955), o primeiro relógio de pulso com indicação de dois fusos horários; o Cosmograph Daytona (1963), o relógio de cronógrafo preferido dos pilotos de corrida; e o Yacht-Master (1992), o relógio de regata com função de contagem regressiva.

    Curiosidades dos relógios Rolex

    • A Rolex é uma das marcas mais falsificadas do mundo. Estima-se que existam mais de 20 milhões de cópias dos relógios Rolex em circulação, contra cerca de 700 mil originais produzidos por ano. Para evitar as falsificações, a Rolex utiliza diversos recursos de segurança, como números de série, hologramas, selos e gravuras.

    • A Rolex é uma das marcas mais valiosas do mundo. Segundo o ranking da Forbes, a Rolex ocupa a 71ª posição entre as marcas mais valiosas do mundo em 2023, com um valor estimado de 9,1 bilhões de dólares. A Rolex é a única marca de relógios que aparece no ranking, e também a única marca suíça entre as 100 primeiras.

    • A Rolex é uma das marcas mais admiradas do mundo. Segundo o ranking da revista Fortune, a Rolex ocupa a 4ª posição entre as marcas mais admiradas do mundo em 2023, ficando atrás apenas da Apple, da Amazon e da Microsoft. A Rolex é a única marca de relógios que aparece no ranking, e também a única marca de luxo entre as 50 primeiras.

    • A Rolex é uma das marcas mais premiadas do mundo. A Rolex já recebeu mais de 400 certificados de precisão e qualidade, concedidos por instituições renomadas como o Observatório de Genebra, o Instituto Oficial de Testes de Cronômetros da Suíça e o Observatório de Kew. A Rolex também é a única marca de relógios que possui o certificado Superlative Chronometer, que garante uma precisão de -2/+2 segundos por dia.

    • A Rolex é uma das marcas mais usadas por celebridades do mundo. Muitas personalidades famosas são fãs dos relógios Rolex, como atores, músicos, esportistas, políticos e até membros da realeza. Entre eles, podemos citar James Bond, Martin Luther King, Winston Churchill, Elvis Presley, Paul Newman, Steve McQueen, Roger Federer, Tiger Woods, Barack Obama, Dalai Lama e Rainha Elizabeth II.

    Qual o relógio mais caro do mundo?

    O relógio mais caro do mundo não é um Rolex, mas sim um Patek Philippe. O modelo em questão é o Grandmaster Chime Ref. 6300A-010, que foi leiloado por 31 milhões de dólares (cerca de 165 milhões de reais) em 2019. Esse relógio é feito de aço inoxidável, tem dois mostradores reversíveis, 20 funções complexas e foi criado para celebrar os 175 anos da marca suíça.

    O Rolex mais caro do mundo é o Daytona 6263 Oyster Albino, que foi leiloado por 1,4 milhão de dólares (cerca de 7,4 milhões de reais) em 2014. Esse relógio é feito de aço inoxidável, tem um mostrador branco com submostradores brancos, e pertenceu ao músico Eric Clapton.

    Os relógios Rolex são mais do que simples acessórios. Eles são obras de arte, frutos de uma tradição centenária, de uma tecnologia avançada e de uma paixão pelo detalhe. Os relógios Rolex são admirados, desejados e colecionados por milhões de pessoas no mundo todo, que reconhecem o seu valor e a sua beleza. Os relógios Rolex são, sem dúvida, um dos maiores símbolos de luxo, tradição e curiosidades do mundo.

  • 5 filmes sobre a crise climática para assistir e refletir

    5 filmes sobre a crise climática para assistir e refletir

    A mudança climática é um dos maiores desafios da humanidade no século 21.

    As emissões de gases de efeito estufa, provenientes principalmente da queima de combustíveis fósseis, estão alterando o equilíbrio térmico do planeta e causando fenômenos extremos, como secas, enchentes, furacões, incêndios e derretimento de geleiras. Esses eventos têm impactos diretos e indiretos na vida das pessoas, afetando a saúde, a segurança, a economia, a biodiversidade e os direitos humanos.

    Para entender melhor as causas, as consequências e as possíveis soluções para a crise climática, uma forma interessante e acessível é assistir a filmes que abordam o tema de diferentes perspectivas. O cinema pode ser uma ferramenta poderosa para sensibilizar, informar e inspirar o público a se engajar na luta contra o aquecimento global. Pensando nisso, selecionamos cinco filmes que você precisa assistir e refletir sobre a mudança climática. Confira:

    1. Em busca dos corais (2017)

    Este documentário da Netflix acompanha uma equipe de cientistas, fotógrafos e mergulhadores que registram o processo de branqueamento dos corais ao redor do mundo. Os corais são animais marinhos que formam recifes coloridos e abrigam uma grande diversidade de vida. No entanto, eles são muito sensíveis às variações de temperatura e pH da água, e quando sofrem estresse térmico, eles perdem as algas que lhes dão cor e energia, ficando brancos e vulneráveis à morte. O filme mostra a beleza e a fragilidade desses ecossistemas, que estão desaparecendo diante dos nossos olhos, e alerta para a urgência de protegê-los.

    2. Rompendo barreiras: nosso planeta (2021)

    Este filme, também da Netflix, é uma continuação da série documental Nosso Planeta, que explora a riqueza e a variedade da natureza na Terra. O filme é narrado pelo renomado naturalista David Attenborough, que aos 93 anos, faz um balanço de sua vida e de sua carreira dedicada à divulgação científica. Ele apresenta as principais ameaças que o planeta enfrenta, como a perda de biodiversidade, a degradação dos solos, a poluição e a mudança climática, e propõe uma visão de esperança e ação, baseada no conceito de limites planetários. Segundo ele, é possível reverter os danos causados pela atividade humana e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações, se respeitarmos os limites ecológicos do planeta.

    3. WALL-E (2008)

    Esta animação da Pixar é uma obra-prima que mistura ficção científica, romance e crítica social. O filme se passa no ano de 2805, quando a Terra está coberta de lixo e abandonada pela humanidade, que vive em uma nave espacial. O único habitante do planeta é um robô chamado WALL-E, que tem a função de compactar o lixo. Um dia, ele encontra uma sonda chamada EVE, que procura por sinais de vida. Os dois se apaixonam e embarcam em uma aventura que pode mudar o destino da Terra e da humanidade. O filme é uma reflexão sobre o consumismo, a obesidade, a alienação e a responsabilidade ambiental.

    4. Brave Blue World – A crise hídrica (2020)

    Este documentário, disponível no Prime Video, aborda um dos aspectos mais importantes da mudança climática: a escassez de água. O filme explora as histórias de pessoas e comunidades que enfrentam os desafios da falta de água potável e saneamento básico, e que buscam soluções inovadoras e sustentáveis para garantir o acesso a esse recurso vital. O filme conta com a participação de personalidades como Matt Damon, Jaden Smith e Liam Neeson, que apoiam projetos e iniciativas que visam melhorar a gestão e o uso da água no mundo.

    5. Solo fértil (2020)

    Este documentário, também disponível no Prime Video, mostra como a agricultura regenerativa pode ser uma das principais estratégias para combater a mudança climática. A agricultura regenerativa é um conjunto de práticas que visam restaurar a saúde e a fertilidade do solo, aumentando a sua capacidade de absorver carbono da atmosfera e reduzindo a emissão de gases de efeito estufa. O filme acompanha diversos agricultores que adotam esse modelo de produção, que além de beneficiar o clima, também melhora a qualidade dos alimentos, a renda dos produtores e a segurança alimentar.

    As emissões de gases de efeito estufa, provenientes principalmente da queima de combustíveis fósseis, estão alterando o equilíbrio térmico do planeta e causando fenômenos extremos, como secas, enchentes, furacões, incêndios e derretimento de geleiras. Esses eventos têm impactos diretos e indiretos na vida das pessoas, afetando a saúde, a segurança, a economia, a biodiversidade e os direitos humanos.

    Para entender melhor as causas, as consequências e as possíveis soluções para a crise climática, uma forma interessante e acessível é assistir a filmes que abordam o tema de diferentes perspectivas. O cinema pode ser uma ferramenta poderosa para sensibilizar, informar e inspirar o público a se engajar na luta contra o aquecimento global. Pensando nisso, selecionamos cinco filmes que você precisa assistir e refletir sobre a mudança climática. Confira:

    1. Em busca dos corais (2017)

    Este documentário da Netflix acompanha uma equipe de cientistas, fotógrafos e mergulhadores que registram o processo de branqueamento dos corais ao redor do mundo. Os corais são animais marinhos que formam recifes coloridos e abrigam uma grande diversidade de vida. No entanto, eles são muito sensíveis às variações de temperatura e pH da água, e quando sofrem estresse térmico, eles perdem as algas que lhes dão cor e energia, ficando brancos e vulneráveis à morte. O filme mostra a beleza e a fragilidade desses ecossistemas, que estão desaparecendo diante dos nossos olhos, e alerta para a urgência de protegê-los.

    2. Rompendo barreiras: nosso planeta (2021)

    Este filme, também da Netflix, é uma continuação da série documental Nosso Planeta, que explora a riqueza e a variedade da natureza na Terra. O filme é narrado pelo renomado naturalista David Attenborough, que aos 93 anos, faz um balanço de sua vida e de sua carreira dedicada à divulgação científica. Ele apresenta as principais ameaças que o planeta enfrenta, como a perda de biodiversidade, a degradação dos solos, a poluição e a mudança climática, e propõe uma visão de esperança e ação, baseada no conceito de limites planetários. Segundo ele, é possível reverter os danos causados pela atividade humana e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações, se respeitarmos os limites ecológicos do planeta.

    3. WALL-E (2008)

    Esta animação da Pixar é uma obra-prima que mistura ficção científica, romance e crítica social. O filme se passa no ano de 2805, quando a Terra está coberta de lixo e abandonada pela humanidade, que vive em uma nave espacial. O único habitante do planeta é um robô chamado WALL-E, que tem a função de compactar o lixo. Um dia, ele encontra uma sonda chamada EVE, que procura por sinais de vida. Os dois se apaixonam e embarcam em uma aventura que pode mudar o destino da Terra e da humanidade. O filme é uma reflexão sobre o consumismo, a obesidade, a alienação e a responsabilidade ambiental.

    4. Brave Blue World – A crise hídrica (2020)

    Este documentário, disponível no Prime Video, aborda um dos aspectos mais importantes da mudança climática: a escassez de água. O filme explora as histórias de pessoas e comunidades que enfrentam os desafios da falta de água potável e saneamento básico, e que buscam soluções inovadoras e sustentáveis para garantir o acesso a esse recurso vital. O filme conta com a participação de personalidades como Matt Damon, Jaden Smith e Liam Neeson, que apoiam projetos e iniciativas que visam melhorar a gestão e o uso da água no mundo.

    5. Solo fértil (2020)

    Este documentário, também disponível no Prime Video, mostra como a agricultura regenerativa pode ser uma das principais estratégias para combater a mudança climática. A agricultura regenerativa é um conjunto de práticas que visam restaurar a saúde e a fertilidade do solo, aumentando a sua capacidade de absorver carbono da atmosfera e reduzindo a emissão de gases de efeito estufa. O filme acompanha diversos agricultores que adotam esse modelo de produção, que além de beneficiar o clima, também melhora a qualidade dos alimentos, a renda dos produtores e a segurança alimentar.

  • COVID-19 e gripe sazonal podem causar problemas de saúde a longo prazo, diz estudo

    COVID-19 e gripe sazonal podem causar problemas de saúde a longo prazo, diz estudo

    Estudo mostra que pacientes hospitalizados por gripe ou COVID-19 enfrentam maior risco de problemas de saúde a longo prazo e morte

    Um novo estudo realizado por pesquisadores da Washington University School of Medicine e do Veterans Affairs St. Louis Health Care System indica que as pessoas hospitalizadas por gripe sazonal também podem sofrer efeitos negativos a longo prazo, especialmente envolvendo seus pulmões e vias aéreas.

    O estudo, publicado em 14 de dezembro na revista The Lancet Infectious Diseases, comparou os vírus que causam a COVID-19 e a gripe, e revelou que, nos 18 meses após a infecção, os pacientes hospitalizados por qualquer uma das doenças enfrentaram um risco aumentado de morte, readmissão hospitalar e problemas de saúde em muitos sistemas orgânicos. Além disso, o tempo de maior risco foi 30 dias ou mais após a infecção inicial.

    “O estudo ilustra a alta taxa de morte e perda de saúde após a hospitalização por COVID-19 ou gripe sazonal”, disse o autor sênior do estudo, Ziyad Al-Aly, médico epidemiologista da Washington University. “É importante notar que os riscos de saúde foram maiores após os primeiros 30 dias de infecção. Muitas pessoas pensam que estão livres da COVID-19 ou da gripe após receberem alta do hospital. Isso pode ser verdade para algumas pessoas. Mas nossa pesquisa mostra que ambos os vírus podem causar doenças de longa duração.”

    Os pesquisadores analisaram dados de mais de 3,6 milhões de veteranos dos EUA entre 2017 e 2021. Eles compararam os resultados de saúde de 89.530 pacientes hospitalizados por COVID-19 e 45.819 pacientes hospitalizados por gripe sazonal. Eles descobriram que os pacientes com COVID-19 tiveram um risco 50% maior de morrer nos 18 meses seguintes do que os pacientes com gripe. Eles também tiveram um risco 20% maior de serem readmitidos no hospital e um risco 14% maior de desenvolverem problemas de saúde em vários sistemas orgânicos, como respiratório, cardiovascular, renal, neurológico e psiquiátrico.

    Os pesquisadores estimaram que a cada 1.000 pacientes hospitalizados por COVID-19, 128 morreram nos 18 meses seguintes, em comparação com 76 a cada 1.000 pacientes hospitalizados por gripe sazonal. Eles também calcularam que a cada 1.000 pacientes hospitalizados por COVID-19, 770 tiveram pelo menos uma readmissão hospitalar, em comparação com 620 a cada 1.000 pacientes hospitalizados por gripe sazonal. Além disso, a cada 1.000 pacientes hospitalizados por COVID-19, 957 tiveram pelo menos um problema de saúde a longo prazo, em comparação com 766 a cada 1.000 pacientes hospitalizados por gripe sazonal.

    Os pesquisadores ressaltaram que os resultados do estudo podem ajudar a planejar estratégias de prevenção e tratamento para as duas doenças, bem como a conscientizar a população sobre a importância da vacinação contra a COVID-19 e a gripe. Eles também enfatizaram que os pacientes que sobreviveram à hospitalização por COVID-19 ou gripe sazonal devem receber acompanhamento médico adequado para monitorar e tratar possíveis complicações a longo prazo.

    Um novo estudo realizado por pesquisadores da Washington University School of Medicine e do Veterans Affairs St. Louis Health Care System indica que as pessoas hospitalizadas por gripe sazonal também podem sofrer efeitos negativos a longo prazo, especialmente envolvendo seus pulmões e vias aéreas.

    O estudo, publicado em 14 de dezembro na revista The Lancet Infectious Diseases, comparou os vírus que causam a COVID-19 e a gripe, e revelou que, nos 18 meses após a infecção, os pacientes hospitalizados por qualquer uma das doenças enfrentaram um risco aumentado de morte, readmissão hospitalar e problemas de saúde em muitos sistemas orgânicos. Além disso, o tempo de maior risco foi 30 dias ou mais após a infecção inicial.

    “O estudo ilustra a alta taxa de morte e perda de saúde após a hospitalização por COVID-19 ou gripe sazonal”, disse o autor sênior do estudo, Ziyad Al-Aly, médico epidemiologista da Washington University. “É importante notar que os riscos de saúde foram maiores após os primeiros 30 dias de infecção. Muitas pessoas pensam que estão livres da COVID-19 ou da gripe após receberem alta do hospital. Isso pode ser verdade para algumas pessoas. Mas nossa pesquisa mostra que ambos os vírus podem causar doenças de longa duração.”

    Os pesquisadores analisaram dados de mais de 3,6 milhões de veteranos dos EUA entre 2017 e 2021. Eles compararam os resultados de saúde de 89.530 pacientes hospitalizados por COVID-19 e 45.819 pacientes hospitalizados por gripe sazonal. Eles descobriram que os pacientes com COVID-19 tiveram um risco 50% maior de morrer nos 18 meses seguintes do que os pacientes com gripe. Eles também tiveram um risco 20% maior de serem readmitidos no hospital e um risco 14% maior de desenvolverem problemas de saúde em vários sistemas orgânicos, como respiratório, cardiovascular, renal, neurológico e psiquiátrico.

    Os pesquisadores estimaram que a cada 1.000 pacientes hospitalizados por COVID-19, 128 morreram nos 18 meses seguintes, em comparação com 76 a cada 1.000 pacientes hospitalizados por gripe sazonal. Eles também calcularam que a cada 1.000 pacientes hospitalizados por COVID-19, 770 tiveram pelo menos uma readmissão hospitalar, em comparação com 620 a cada 1.000 pacientes hospitalizados por gripe sazonal. Além disso, a cada 1.000 pacientes hospitalizados por COVID-19, 957 tiveram pelo menos um problema de saúde a longo prazo, em comparação com 766 a cada 1.000 pacientes hospitalizados por gripe sazonal.

    Os pesquisadores ressaltaram que os resultados do estudo podem ajudar a planejar estratégias de prevenção e tratamento para as duas doenças, bem como a conscientizar a população sobre a importância da vacinação contra a COVID-19 e a gripe. Eles também enfatizaram que os pacientes que sobreviveram à hospitalização por COVID-19 ou gripe sazonal devem receber acompanhamento médico adequado para monitorar e tratar possíveis complicações a longo prazo.

  • Vento solar: o que é e como afeta a Terra

    Vento solar: o que é e como afeta a Terra

    O vento solar é um fluxo contínuo de partículas carregadas, principalmente elétrons e prótons, que são lançadas pela coroa solar, a camada mais externa e quente do Sol.

    Essas partículas viajam pelo espaço a velocidades que podem variar de 300 a 900 km/s, dependendo da região de origem e da atividade solar. O vento solar carrega consigo o campo magnético do Sol, que pode interagir com os campos magnéticos dos planetas e outros corpos celestes.

    O que causa o vento solar?

    O mecanismo exato que gera o vento solar ainda não é totalmente conhecido, mas sabe-se que está relacionado com as altas temperaturas e as variações do campo magnético na coroa solar. A temperatura na coroa pode chegar a mais de 1 milhão de graus Celsius, o que faz com que os átomos se ionizem, ou seja, percam ou ganhem elétrons. Esses elétrons livres e os núcleos dos átomos formam um gás chamado plasma, que é o estado da matéria predominante no Sol e no vento solar.

    O campo magnético do Sol é gerado pelo movimento do plasma no seu interior, e é muito complexo e dinâmico. Ele pode formar estruturas como manchas solares, protuberâncias e ejeções de massa coronal, que são explosões de plasma que ocorrem na superfície do Sol. Essas estruturas podem influenciar a velocidade, a densidade e a direção do vento solar, tornando-o variável e instável.

    O vento solar é acelerado pela diferença de pressão entre a coroa solar e o espaço interplanetário. Como a pressão diminui mais lentamente do que a força gravitacional com a distância, o vento solar consegue escapar da atração do Sol e se expandir pelo espaço. Um mecanismo adicional de aceleração, provavelmente ligado aos campos magnéticos, também é necessário para explicar as altas velocidades do vento solar.

    Quais são os tipos de vento solar?

    O vento solar pode ser classificado em dois tipos principais, de acordo com a sua origem e as suas características: o vento solar rápido e o vento solar lento.

    O vento solar rápido se origina nos buracos coronais, que são regiões mais frias e menos densas da coroa solar, localizadas principalmente nas altas latitudes, próximas aos polos do Sol. Essas regiões têm linhas de campo magnético abertas, que facilitam a saída das partículas. O vento solar rápido pode atingir velocidades de até 900 km/s, e tem uma composição mais uniforme e uma temperatura mais baixa do que o vento solar lento.

    O vento solar lento se origina em regiões de baixas latitudes, mais próximas ao equador do Sol, onde o campo magnético é mais complexo e fechado. Essas regiões estão associadas a fenômenos como as manchas solares e as ejeções de massa coronal, que podem alterar o fluxo e a direção do vento solar. O vento solar lento tem uma velocidade média de 300 km/s, e uma composição mais variada e uma temperatura mais alta do que o vento solar rápido.

    Como o vento solar afeta a Terra?

    O vento solar pode ter diversos efeitos sobre a Terra e o seu ambiente espacial, dependendo da sua intensidade, da sua direção e do seu campo magnético. O campo magnético da Terra, chamado de magnetosfera, protege o planeta da maior parte das partículas do vento solar, desviando-as para os polos. No entanto, quando o campo magnético do vento solar tem uma orientação oposta à do campo magnético da Terra, pode ocorrer um fenômeno chamado de reconexão magnética, que permite a entrada de parte do vento solar na magnetosfera.

    A reconexão magnética pode causar perturbações no campo magnético da Terra, chamadas de tempestades geomagnéticas, que podem afetar sistemas elétricos, de comunicação e de navegação, além de alterar as órbitas de satélites artificiais. As tempestades geomagnéticas também podem aumentar a ionização na alta atmosfera, o que pode interferir nas ondas de rádio e causar o aquecimento da termosfera.

    Um dos efeitos mais visíveis do vento solar na Terra são as auroras polares, que são fenômenos luminosos que ocorrem nas regiões polares, quando as partículas do vento solar colidem com os átomos e as moléculas da atmosfera. As cores e as formas das auroras dependem da energia e do tipo das partículas, e dos gases que elas excitam. As auroras podem variar de acordo com a atividade solar, sendo mais intensas e frequentes durante os períodos de maior emissão de vento solar.

    O vento solar também pode ter efeitos sobre a vida na Terra, tanto positivos quanto negativos. Por um lado, o vento solar pode ser uma fonte de radiação cósmica, que pode causar danos ao DNA e aumentar o risco de câncer e mutações. Por outro lado, o vento solar pode ser uma fonte de energia renovável, que pode ser aproveitada por meio de dispositivos que captam o fluxo de partículas e o convertem em eletricidade. Além disso, o vento solar pode ter influência no clima e na evolução da Terra, ao interagir com a atmosfera e o campo magnético do planeta.

    O vento solar é um fenômeno fascinante e complexo, que revela muito sobre o Sol e o seu papel no sistema solar. Ao mesmo tempo, o vento solar é um desafio e uma oportunidade para a humanidade, que precisa entender os seus efeitos e as suas potencialidades. O estudo do vento solar é essencial para a ciência, a tecnologia e a sociedade, e requer o uso de instrumentos avançados, como sondas espaciais, satélites e telescópios. O vento solar é uma das manifestações da energia e da dinâmica do Sol, que nos ilumina e nos aquece, mas também nos surpreende e nos desafia.

    Essas partículas viajam pelo espaço a velocidades que podem variar de 300 a 900 km/s, dependendo da região de origem e da atividade solar. O vento solar carrega consigo o campo magnético do Sol, que pode interagir com os campos magnéticos dos planetas e outros corpos celestes.

    O que causa o vento solar?

    O mecanismo exato que gera o vento solar ainda não é totalmente conhecido, mas sabe-se que está relacionado com as altas temperaturas e as variações do campo magnético na coroa solar. A temperatura na coroa pode chegar a mais de 1 milhão de graus Celsius, o que faz com que os átomos se ionizem, ou seja, percam ou ganhem elétrons. Esses elétrons livres e os núcleos dos átomos formam um gás chamado plasma, que é o estado da matéria predominante no Sol e no vento solar.

    O campo magnético do Sol é gerado pelo movimento do plasma no seu interior, e é muito complexo e dinâmico. Ele pode formar estruturas como manchas solares, protuberâncias e ejeções de massa coronal, que são explosões de plasma que ocorrem na superfície do Sol. Essas estruturas podem influenciar a velocidade, a densidade e a direção do vento solar, tornando-o variável e instável.

    O vento solar é acelerado pela diferença de pressão entre a coroa solar e o espaço interplanetário. Como a pressão diminui mais lentamente do que a força gravitacional com a distância, o vento solar consegue escapar da atração do Sol e se expandir pelo espaço. Um mecanismo adicional de aceleração, provavelmente ligado aos campos magnéticos, também é necessário para explicar as altas velocidades do vento solar.

    Quais são os tipos de vento solar?

    O vento solar pode ser classificado em dois tipos principais, de acordo com a sua origem e as suas características: o vento solar rápido e o vento solar lento.

    O vento solar rápido se origina nos buracos coronais, que são regiões mais frias e menos densas da coroa solar, localizadas principalmente nas altas latitudes, próximas aos polos do Sol. Essas regiões têm linhas de campo magnético abertas, que facilitam a saída das partículas. O vento solar rápido pode atingir velocidades de até 900 km/s, e tem uma composição mais uniforme e uma temperatura mais baixa do que o vento solar lento.

    O vento solar lento se origina em regiões de baixas latitudes, mais próximas ao equador do Sol, onde o campo magnético é mais complexo e fechado. Essas regiões estão associadas a fenômenos como as manchas solares e as ejeções de massa coronal, que podem alterar o fluxo e a direção do vento solar. O vento solar lento tem uma velocidade média de 300 km/s, e uma composição mais variada e uma temperatura mais alta do que o vento solar rápido.

    Como o vento solar afeta a Terra?

    O vento solar pode ter diversos efeitos sobre a Terra e o seu ambiente espacial, dependendo da sua intensidade, da sua direção e do seu campo magnético. O campo magnético da Terra, chamado de magnetosfera, protege o planeta da maior parte das partículas do vento solar, desviando-as para os polos. No entanto, quando o campo magnético do vento solar tem uma orientação oposta à do campo magnético da Terra, pode ocorrer um fenômeno chamado de reconexão magnética, que permite a entrada de parte do vento solar na magnetosfera.

    A reconexão magnética pode causar perturbações no campo magnético da Terra, chamadas de tempestades geomagnéticas, que podem afetar sistemas elétricos, de comunicação e de navegação, além de alterar as órbitas de satélites artificiais. As tempestades geomagnéticas também podem aumentar a ionização na alta atmosfera, o que pode interferir nas ondas de rádio e causar o aquecimento da termosfera.

    Um dos efeitos mais visíveis do vento solar na Terra são as auroras polares, que são fenômenos luminosos que ocorrem nas regiões polares, quando as partículas do vento solar colidem com os átomos e as moléculas da atmosfera. As cores e as formas das auroras dependem da energia e do tipo das partículas, e dos gases que elas excitam. As auroras podem variar de acordo com a atividade solar, sendo mais intensas e frequentes durante os períodos de maior emissão de vento solar.

    O vento solar também pode ter efeitos sobre a vida na Terra, tanto positivos quanto negativos. Por um lado, o vento solar pode ser uma fonte de radiação cósmica, que pode causar danos ao DNA e aumentar o risco de câncer e mutações. Por outro lado, o vento solar pode ser uma fonte de energia renovável, que pode ser aproveitada por meio de dispositivos que captam o fluxo de partículas e o convertem em eletricidade. Além disso, o vento solar pode ter influência no clima e na evolução da Terra, ao interagir com a atmosfera e o campo magnético do planeta.

    O vento solar é um fenômeno fascinante e complexo, que revela muito sobre o Sol e o seu papel no sistema solar. Ao mesmo tempo, o vento solar é um desafio e uma oportunidade para a humanidade, que precisa entender os seus efeitos e as suas potencialidades. O estudo do vento solar é essencial para a ciência, a tecnologia e a sociedade, e requer o uso de instrumentos avançados, como sondas espaciais, satélites e telescópios. O vento solar é uma das manifestações da energia e da dinâmica do Sol, que nos ilumina e nos aquece, mas também nos surpreende e nos desafia.

  • O 13° salário no Brasil: origem, direitos e impactos econômicos

    O 13° salário no Brasil: origem, direitos e impactos econômicos

    O 13° salário é uma gratificação natalina que os trabalhadores brasileiros recebem no final do ano, equivalente a um salário mensal extra.

    Esse benefício foi instituído pela Lei 4.090, de 13 de julho de 1962, durante o governo de João Goulart, como uma forma de estimular o consumo e a distribuição de renda.

    Quem tem direito ao 13° salário?

    Segundo a legislação, têm direito ao 13° salário todos os trabalhadores com carteira assinada, sejam eles urbanos, rurais, domésticos ou avulsos. Também têm direito os aposentados e pensionistas do INSS, os servidores públicos civis e militares, e os trabalhadores temporários.

    O valor do 13° salário corresponde a 1/12 da remuneração devida em dezembro, por mês de serviço, do ano correspondente. Ou seja, se o trabalhador recebe R$ 1.200,00 por mês, ele terá direito a R$ 100,00 de 13° salário por cada mês trabalhado. Se ele trabalhou o ano inteiro, receberá R$ 1.200,00 de 13° salário. Se ele trabalhou apenas seis meses, receberá R$ 600,00.

    O pagamento do 13° salário deve ser feito em duas parcelas: a primeira, entre fevereiro e novembro, e a segunda, até o dia 20 de dezembro. A primeira parcela corresponde a 50% do valor total, sem descontos. A segunda parcela corresponde aos outros 50%, com os descontos devidos, como INSS, Imposto de Renda e pensão alimentícia.

    Por que o 13° salário é importante para a economia do país?

    O 13° salário é uma importante fonte de renda extra para os trabalhadores, que podem usar esse dinheiro para quitar dívidas, poupar, investir ou consumir bens e serviços. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o 13° salário injetou cerca de R$ 215 bilhões na economia brasileira em 2022, o que representa 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

    Esse montante movimenta diversos setores da economia, como o comércio, a indústria, o turismo, a construção civil, entre outros. Além disso, o 13° salário também gera arrecadação de impostos para o governo, que pode usar esses recursos para financiar políticas públicas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, etc.

    Portanto, o 13° salário é um benefício que beneficia tanto os trabalhadores quanto a sociedade em geral, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

    Esse benefício foi instituído pela Lei 4.090, de 13 de julho de 1962, durante o governo de João Goulart, como uma forma de estimular o consumo e a distribuição de renda.

    Quem tem direito ao 13° salário?

    Segundo a legislação, têm direito ao 13° salário todos os trabalhadores com carteira assinada, sejam eles urbanos, rurais, domésticos ou avulsos. Também têm direito os aposentados e pensionistas do INSS, os servidores públicos civis e militares, e os trabalhadores temporários.

    O valor do 13° salário corresponde a 1/12 da remuneração devida em dezembro, por mês de serviço, do ano correspondente. Ou seja, se o trabalhador recebe R$ 1.200,00 por mês, ele terá direito a R$ 100,00 de 13° salário por cada mês trabalhado. Se ele trabalhou o ano inteiro, receberá R$ 1.200,00 de 13° salário. Se ele trabalhou apenas seis meses, receberá R$ 600,00.

    O pagamento do 13° salário deve ser feito em duas parcelas: a primeira, entre fevereiro e novembro, e a segunda, até o dia 20 de dezembro. A primeira parcela corresponde a 50% do valor total, sem descontos. A segunda parcela corresponde aos outros 50%, com os descontos devidos, como INSS, Imposto de Renda e pensão alimentícia.

    Por que o 13° salário é importante para a economia do país?

    O 13° salário é uma importante fonte de renda extra para os trabalhadores, que podem usar esse dinheiro para quitar dívidas, poupar, investir ou consumir bens e serviços. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o 13° salário injetou cerca de R$ 215 bilhões na economia brasileira em 2022, o que representa 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

    Esse montante movimenta diversos setores da economia, como o comércio, a indústria, o turismo, a construção civil, entre outros. Além disso, o 13° salário também gera arrecadação de impostos para o governo, que pode usar esses recursos para financiar políticas públicas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, etc.

    Portanto, o 13° salário é um benefício que beneficia tanto os trabalhadores quanto a sociedade em geral, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

  • Engenheiros criam modelo robótico do ventrículo direito do coração humano

    Engenheiros criam modelo robótico do ventrículo direito do coração humano

    Uma equipe de engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) criou um modelo robótico do ventrículo direito do coração, que imita o movimento e a ação de bombeamento do sangue dos corações vivos.

    O ventrículo direito é a parte do coração que envia o sangue para os pulmões, onde ele recebe oxigênio.

    O modelo robótico, chamado de ventrículo direito robótico, ou RRV, é feito de um material semelhante ao tecido cardíaco, que é cultivado com células cardíacas humanas. O tecido é conectado a músculos artificiais que se contraem quando uma corrente elétrica é aplicada, simulando as batidas do coração.

    Os engenheiros conseguiram controlar as contrações do ventrículo robótico e observar como suas válvulas naturais e outras estruturas complexas funcionam. Eles também puderam ajustar o modelo para reproduzir estados saudáveis e doentes do coração, como hipertensão pulmonar e infarto do miocárdio, que são condições que afetam o ventrículo direito e podem levar à insuficiência cardíaca.

    Além disso, eles usaram o modelo para testar dispositivos cardíacos, como uma válvula mecânica para reparar uma válvula natural defeituosa, e ver como o ventrículo robótico se comportava em resposta. Eles esperam que o modelo possa ser usado como uma plataforma realista para estudar distúrbios do ventrículo direito e testar dispositivos e terapias voltados para o tratamento desses distúrbios.

    “O ventrículo direito é particularmente suscetível à disfunção em ambientes de terapia intensiva, especialmente em pacientes em ventilação mecânica”, diz Manisha Singh, uma pesquisadora do MIT que é uma das autoras do estudo. “O simulador RRV pode ser usado no futuro para estudar os efeitos da ventilação mecânica no ventrículo direito e desenvolver estratégias para prevenir a insuficiência cardíaca direita nesses pacientes vulneráveis.”

    O estudo foi publicado na revista Nature Cardiovascular Research e contou com a colaboração de pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts e da Cleveland Clinic. Os engenheiros pretendem continuar aprimorando o modelo e integrá-lo com outros modelos de órgãos, como o ventrículo esquerdo, que é responsável por bombear o sangue oxigenado para o resto do corpo. Eles também querem testar o modelo com diferentes tipos de células cardíacas, como as derivadas de células-tronco, que podem ter potencial para regenerar o tecido cardíaco danificado.

    Fonte: Link.

    O ventrículo direito é a parte do coração que envia o sangue para os pulmões, onde ele recebe oxigênio.

    O modelo robótico, chamado de ventrículo direito robótico, ou RRV, é feito de um material semelhante ao tecido cardíaco, que é cultivado com células cardíacas humanas. O tecido é conectado a músculos artificiais que se contraem quando uma corrente elétrica é aplicada, simulando as batidas do coração.

    Os engenheiros conseguiram controlar as contrações do ventrículo robótico e observar como suas válvulas naturais e outras estruturas complexas funcionam. Eles também puderam ajustar o modelo para reproduzir estados saudáveis e doentes do coração, como hipertensão pulmonar e infarto do miocárdio, que são condições que afetam o ventrículo direito e podem levar à insuficiência cardíaca.

    Além disso, eles usaram o modelo para testar dispositivos cardíacos, como uma válvula mecânica para reparar uma válvula natural defeituosa, e ver como o ventrículo robótico se comportava em resposta. Eles esperam que o modelo possa ser usado como uma plataforma realista para estudar distúrbios do ventrículo direito e testar dispositivos e terapias voltados para o tratamento desses distúrbios.

    “O ventrículo direito é particularmente suscetível à disfunção em ambientes de terapia intensiva, especialmente em pacientes em ventilação mecânica”, diz Manisha Singh, uma pesquisadora do MIT que é uma das autoras do estudo. “O simulador RRV pode ser usado no futuro para estudar os efeitos da ventilação mecânica no ventrículo direito e desenvolver estratégias para prevenir a insuficiência cardíaca direita nesses pacientes vulneráveis.”

    O estudo foi publicado na revista Nature Cardiovascular Research e contou com a colaboração de pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts e da Cleveland Clinic. Os engenheiros pretendem continuar aprimorando o modelo e integrá-lo com outros modelos de órgãos, como o ventrículo esquerdo, que é responsável por bombear o sangue oxigenado para o resto do corpo. Eles também querem testar o modelo com diferentes tipos de células cardíacas, como as derivadas de células-tronco, que podem ter potencial para regenerar o tecido cardíaco danificado.

    Fonte: Link.

  • Como os gigantes financeiros podem ajudar a evitar a próxima pandemia

    Como os gigantes financeiros podem ajudar a evitar a próxima pandemia

    Um novo estudo publicado na revista científica Lancet Planetary Health revela que os atores financeiros, como bancos, fundos de investimento e investidores públicos, têm um papel importante, mas muitas vezes ignorado, para ajudar a prevenir o surgimento de novas doenças infecciosas que podem se espalhar de animais para humanos, como a COVID-19.

    Os pesquisadores identificaram empresas públicas e privadas que operam em setores econômicos associados a riscos aumentados de doenças infecciosas emergentes e reemergentes, especialmente as zoonóticas, que são causadas por vírus, bactérias ou parasitas que saltam de animais para humanos. Esses setores incluem agricultura, pecuária, mineração, extração de madeira e comércio de vida selvagem.

    Os pesquisadores também analisaram as entidades financeiras que possuem participação acionária nessas empresas, e descobriram que uma parte significativa dos investimentos vem de entidades financeiras sediadas nos Estados Unidos, como Vanguard, State Street, BlackRock e T Rowe Price. Mas mesmo investidores públicos, como o estado da Califórnia, a Noruega por meio de seu Fundo Soberano e a Suécia por meio de seus fundos de pensão, possuem ações em empresas que operam em regiões de alto risco para o surgimento de doenças infecciosas.

    O estudo também apresentou um mapa global de hotspots regionais para o surgimento de doenças infecciosas, baseado em dados de biodiversidade, desmatamento, expansão agrícola e comércio de vida selvagem. Os hotspots são áreas onde há uma maior probabilidade de contato entre humanos e animais silvestres, e consequentemente, uma maior chance de transmissão de patógenos. Os pesquisadores destacaram que muitos desses hotspots coincidem com regiões onde há uma alta demanda por alimentos, energia e recursos naturais, e onde há uma baixa capacidade de resposta aos surtos de doenças.

    Os autores do estudo argumentam que os atores financeiros têm uma grande responsabilidade e oportunidade de ajudar a prevenir o surgimento de novas doenças infecciosas, que podem ter impactos devastadores na saúde, na economia e na segurança globais. Eles sugerem que esses atores financeiros devem garantir que seus investimentos ajudem a mitigar e se adaptar aos riscos associados às atividades econômicas que afetam a saúde dos ecossistemas e da vida selvagem.

    Para isso, os pesquisadores listam uma série de políticas e práticas que os investidores podem adotar ou incentivar, como:

    • Promover a restauração ecológica de áreas degradadas, como florestas, savanas e pastagens, que podem servir como barreiras naturais contra a transmissão de patógenos.
    • Apoiar a criação de sistemas de monitoramento e vigilância de patógenos em animais silvestres e domésticos, que podem alertar precocemente sobre o surgimento de novas ameaças à saúde humana.
    • Incentivar a adoção de padrões de sustentabilidade ambiental e social nas cadeias produtivas, que podem reduzir a pressão sobre os recursos naturais e a biodiversidade, e melhorar as condições de vida e trabalho das populações locais.
    • Integrar os riscos de doenças infecciosas nas análises de investimento e nas decisões de alocação de capital, que podem levar em conta os custos e benefícios de longo prazo das atividades econômicas para a saúde humana e planetária.

    Os pesquisadores concluem que os atores financeiros têm um papel vital na promoção de uma economia mais sustentável e responsável, que possa prevenir o surgimento de novas pandemias e proteger a saúde e o bem-estar de todos.

    Os pesquisadores identificaram empresas públicas e privadas que operam em setores econômicos associados a riscos aumentados de doenças infecciosas emergentes e reemergentes, especialmente as zoonóticas, que são causadas por vírus, bactérias ou parasitas que saltam de animais para humanos. Esses setores incluem agricultura, pecuária, mineração, extração de madeira e comércio de vida selvagem.

    Os pesquisadores também analisaram as entidades financeiras que possuem participação acionária nessas empresas, e descobriram que uma parte significativa dos investimentos vem de entidades financeiras sediadas nos Estados Unidos, como Vanguard, State Street, BlackRock e T Rowe Price. Mas mesmo investidores públicos, como o estado da Califórnia, a Noruega por meio de seu Fundo Soberano e a Suécia por meio de seus fundos de pensão, possuem ações em empresas que operam em regiões de alto risco para o surgimento de doenças infecciosas.

    O estudo também apresentou um mapa global de hotspots regionais para o surgimento de doenças infecciosas, baseado em dados de biodiversidade, desmatamento, expansão agrícola e comércio de vida selvagem. Os hotspots são áreas onde há uma maior probabilidade de contato entre humanos e animais silvestres, e consequentemente, uma maior chance de transmissão de patógenos. Os pesquisadores destacaram que muitos desses hotspots coincidem com regiões onde há uma alta demanda por alimentos, energia e recursos naturais, e onde há uma baixa capacidade de resposta aos surtos de doenças.

    Os autores do estudo argumentam que os atores financeiros têm uma grande responsabilidade e oportunidade de ajudar a prevenir o surgimento de novas doenças infecciosas, que podem ter impactos devastadores na saúde, na economia e na segurança globais. Eles sugerem que esses atores financeiros devem garantir que seus investimentos ajudem a mitigar e se adaptar aos riscos associados às atividades econômicas que afetam a saúde dos ecossistemas e da vida selvagem.

    Para isso, os pesquisadores listam uma série de políticas e práticas que os investidores podem adotar ou incentivar, como:

    • Promover a restauração ecológica de áreas degradadas, como florestas, savanas e pastagens, que podem servir como barreiras naturais contra a transmissão de patógenos.
    • Apoiar a criação de sistemas de monitoramento e vigilância de patógenos em animais silvestres e domésticos, que podem alertar precocemente sobre o surgimento de novas ameaças à saúde humana.
    • Incentivar a adoção de padrões de sustentabilidade ambiental e social nas cadeias produtivas, que podem reduzir a pressão sobre os recursos naturais e a biodiversidade, e melhorar as condições de vida e trabalho das populações locais.
    • Integrar os riscos de doenças infecciosas nas análises de investimento e nas decisões de alocação de capital, que podem levar em conta os custos e benefícios de longo prazo das atividades econômicas para a saúde humana e planetária.

    Os pesquisadores concluem que os atores financeiros têm um papel vital na promoção de uma economia mais sustentável e responsável, que possa prevenir o surgimento de novas pandemias e proteger a saúde e o bem-estar de todos.

  • Como fazer a bateria do celular durar mais sem trocar por uma nova

    Como fazer a bateria do celular durar mais sem trocar por uma nova

    A bateria do celular é um dos componentes mais importantes do aparelho, mas também um dos que mais sofrem com o desgaste do tempo e do uso.

    Com algumas dicas simples, é possível aumentar a duração da bateria do celular sem precisar trocar por uma nova. Neste artigo, vamos explicar como funcionam as baterias dos telefones celulares e como cuidar melhor delas.

    As baterias dos celulares modernos são feitas de íons de lítio, um material que tem a vantagem de armazenar mais energia e recarregar mais rápido do que as antigas baterias de níquel-cádmio ou níquel-híbrido. No entanto, as baterias de lítio também têm suas limitações e desafios.

    Uma das características das baterias de lítio é que elas têm um número limitado de ciclos de carga e descarga, que varia entre 300 e 1000 vezes, dependendo da qualidade da bateria. Um ciclo completo é quando a bateria vai de 100% a 0% de carga, mas isso não significa que você precisa usar toda a carga antes de recarregar. Na verdade, o ideal é evitar os extremos de carga, pois eles causam estresse na bateria e reduzem sua capacidade.

    Segundo os especialistas, o melhor é manter a bateria entre 20% e 80% de carga, e recarregar por períodos mais curtos e mais frequentes. Assim, você aproveita melhor cada ciclo e mantém a bateria menos estressada. Outra dica é não usar o celular enquanto ele estiver carregando, pois isso aumenta o aquecimento do aparelho, que é outro fator que prejudica a bateria.

    O calor é um dos principais inimigos das baterias de lítio, pois acelera a degradação química do material e diminui sua capacidade de armazenar energia. Por isso, é importante proteger o celular das temperaturas extremas, evitando deixá-lo exposto ao sol, em locais abafados ou sobre superfícies quentes. Também é recomendável usar carregadores originais ou compatíveis com o aparelho, pois eles têm o padrão de voltagem e amperagem adequados para a bateria.

    Além disso, existem alguns recursos e aplicativos que podem ajudar a economizar a bateria do celular, como o modo de economia de energia, que reduz o consumo de alguns componentes e funções do aparelho, como o brilho da tela, o Wi-Fi, o Bluetooth e as notificações. A tela é um dos componentes que mais consomem energia, por isso, vale a pena diminuir o brilho e o tempo de bloqueio automático. Também é bom desativar os aplicativos que ficam rodando em segundo plano e que não são essenciais.

    Com essas dicas, você pode fazer a bateria do seu celular durar mais e evitar ter que trocar por uma nova antes do tempo. Lembre-se de que a bateria é um recurso finito e que deve ser usado com consciência e responsabilidade. Assim, você preserva não só o seu aparelho, mas também o meio ambiente.

    Com algumas dicas simples, é possível aumentar a duração da bateria do celular sem precisar trocar por uma nova. Neste artigo, vamos explicar como funcionam as baterias dos telefones celulares e como cuidar melhor delas.

    As baterias dos celulares modernos são feitas de íons de lítio, um material que tem a vantagem de armazenar mais energia e recarregar mais rápido do que as antigas baterias de níquel-cádmio ou níquel-híbrido. No entanto, as baterias de lítio também têm suas limitações e desafios.

    Uma das características das baterias de lítio é que elas têm um número limitado de ciclos de carga e descarga, que varia entre 300 e 1000 vezes, dependendo da qualidade da bateria. Um ciclo completo é quando a bateria vai de 100% a 0% de carga, mas isso não significa que você precisa usar toda a carga antes de recarregar. Na verdade, o ideal é evitar os extremos de carga, pois eles causam estresse na bateria e reduzem sua capacidade.

    Segundo os especialistas, o melhor é manter a bateria entre 20% e 80% de carga, e recarregar por períodos mais curtos e mais frequentes. Assim, você aproveita melhor cada ciclo e mantém a bateria menos estressada. Outra dica é não usar o celular enquanto ele estiver carregando, pois isso aumenta o aquecimento do aparelho, que é outro fator que prejudica a bateria.

    O calor é um dos principais inimigos das baterias de lítio, pois acelera a degradação química do material e diminui sua capacidade de armazenar energia. Por isso, é importante proteger o celular das temperaturas extremas, evitando deixá-lo exposto ao sol, em locais abafados ou sobre superfícies quentes. Também é recomendável usar carregadores originais ou compatíveis com o aparelho, pois eles têm o padrão de voltagem e amperagem adequados para a bateria.

    Além disso, existem alguns recursos e aplicativos que podem ajudar a economizar a bateria do celular, como o modo de economia de energia, que reduz o consumo de alguns componentes e funções do aparelho, como o brilho da tela, o Wi-Fi, o Bluetooth e as notificações. A tela é um dos componentes que mais consomem energia, por isso, vale a pena diminuir o brilho e o tempo de bloqueio automático. Também é bom desativar os aplicativos que ficam rodando em segundo plano e que não são essenciais.

    Com essas dicas, você pode fazer a bateria do seu celular durar mais e evitar ter que trocar por uma nova antes do tempo. Lembre-se de que a bateria é um recurso finito e que deve ser usado com consciência e responsabilidade. Assim, você preserva não só o seu aparelho, mas também o meio ambiente.