Categoria: Ciência

  • O que a ciência está descobrindo sobre o órgão mais complexo do corpo humano

    O que a ciência está descobrindo sobre o órgão mais complexo do corpo humano

    O cérebro é um órgão fascinante que ainda guarda muitos mistérios para a ciência.

    Você sabia que o cérebro humano continua afiado até os 60 anos? Essa é uma das descobertas de um estudo publicado na revista Nature Human Behaviour, que analisou a velocidade de tomada de decisão de mais de um milhão de pessoas entre 10 e 80 anos.

    Os pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, usaram uma tarefa online para medir o tempo que os participantes levavam para classificar imagens como boas ou ruins.

    Eles descobriram que a velocidade mental não começou a diminuir até os 60 anos, mas a cautela nas decisões aumentou com a idade.

    Outro estudo publicado na revista Nature abordou os possíveis efeitos de longo prazo da pandemia sobre o cérebro. Os cientistas estão interessados em monitorar se a covid-19 também ocasionará aumento da taxa de casos de Parkinson nas próximas décadas, como já foi observado em outras pandemias causadas por vírus que podem invadir o tecido cerebral. Além disso, eles alertam para as consequências neurológicas da covid-19 em alguns pacientes recuperados, como perda dos sentidos do olfato e do paladar, confusão mental, depressão e ansiedade.

    Esses são apenas alguns exemplos dos artigos sobre o cérebro publicados na Revista Nature, uma das mais prestigiadas publicações científicas do mundo.

    A página da Revista Nature que lista os artigos mais recentes sobre diversos temas científicos é uma ótima fonte de informação para quem se interessa por ciência. Nessa página, você pode encontrar artigos sobre o cérebro publicados na revista ou em outras fontes confiáveis.

    Você sabia que o cérebro humano continua afiado até os 60 anos? Essa é uma das descobertas de um estudo publicado na revista Nature Human Behaviour, que analisou a velocidade de tomada de decisão de mais de um milhão de pessoas entre 10 e 80 anos.

    Os pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, usaram uma tarefa online para medir o tempo que os participantes levavam para classificar imagens como boas ou ruins.

    Eles descobriram que a velocidade mental não começou a diminuir até os 60 anos, mas a cautela nas decisões aumentou com a idade.

    Outro estudo publicado na revista Nature abordou os possíveis efeitos de longo prazo da pandemia sobre o cérebro. Os cientistas estão interessados em monitorar se a covid-19 também ocasionará aumento da taxa de casos de Parkinson nas próximas décadas, como já foi observado em outras pandemias causadas por vírus que podem invadir o tecido cerebral. Além disso, eles alertam para as consequências neurológicas da covid-19 em alguns pacientes recuperados, como perda dos sentidos do olfato e do paladar, confusão mental, depressão e ansiedade.

    Esses são apenas alguns exemplos dos artigos sobre o cérebro publicados na Revista Nature, uma das mais prestigiadas publicações científicas do mundo.

    A página da Revista Nature que lista os artigos mais recentes sobre diversos temas científicos é uma ótima fonte de informação para quem se interessa por ciência. Nessa página, você pode encontrar artigos sobre o cérebro publicados na revista ou em outras fontes confiáveis.

  • Vênus está vivo: a incrível descoberta de uma erupção vulcânica no planeta infernal

    Vênus está vivo: a incrível descoberta de uma erupção vulcânica no planeta infernal

    Você sabia que Vênus pode ter um vulcão ativo? É isso mesmo, o planeta mais quente do Sistema Solar pode estar escondendo uma fonte de calor ainda maior: o vulcão Idunn Mons.

    Idunn Mons é um pico vulcânico que se eleva a cerca de 8 km acima da superfície venusiana e possui uma caldeira em seu cume, com 28 x 31 km de extensão. Ele foi descoberto em 1991 pela sonda Magellan, da NASA, mas nenhuma erupção foi observada desde então.

    No entanto, um estudo recente analisou as observações feitas pela Magellan e por outras naves lançadas ao planeta e encontrou evidências de que Idunn Mons pode estar ativo há pouco tempo – nos padrões cósmicos. Isso significa que ele pode ter entrado em erupção nos últimos milhões ou até centenas de milhares de anos.

    Os pesquisadores usaram modelos computacionais para simular como o calor do vulcão se espalharia pelo subsolo e pela superfície de Vênus. Eles compararam esses modelos com os dados de radar e infravermelho coletados pelas sondas e encontraram uma boa correspondência entre as áreas mais quentes e a localização do Idunn Mons.

    Isso sugere que o vulcão ainda está liberando calor para o ambiente e pode estar pronto para entrar em erupção novamente no futuro. Se isso acontecer, seria uma oportunidade única para estudar o vulcanismo venusiano e entender melhor a geologia e a história do planeta.

    O estudo também abre caminho para a busca de outros vulcões ativos em Vênus, que podem ser fontes potenciais de vida microbiana. Afinal, se há vida nas profundezas dos oceanos da Terra, alimentada pelo calor dos vulcões submarinos, por que não poderia haver vida nas nuvens ácidas de Vênus?

    Vênus é um planeta fascinante e misterioso, que ainda guarda muitos segredos para serem revelados. Quem sabe o que mais podemos descobrir sobre ele com novas missões espaciais? Fique ligado nas novidades sobre o nosso vizinho infernal!

    Idunn Mons é um pico vulcânico que se eleva a cerca de 8 km acima da superfície venusiana e possui uma caldeira em seu cume, com 28 x 31 km de extensão. Ele foi descoberto em 1991 pela sonda Magellan, da NASA, mas nenhuma erupção foi observada desde então.

    No entanto, um estudo recente analisou as observações feitas pela Magellan e por outras naves lançadas ao planeta e encontrou evidências de que Idunn Mons pode estar ativo há pouco tempo – nos padrões cósmicos. Isso significa que ele pode ter entrado em erupção nos últimos milhões ou até centenas de milhares de anos.

    Os pesquisadores usaram modelos computacionais para simular como o calor do vulcão se espalharia pelo subsolo e pela superfície de Vênus. Eles compararam esses modelos com os dados de radar e infravermelho coletados pelas sondas e encontraram uma boa correspondência entre as áreas mais quentes e a localização do Idunn Mons.

    Isso sugere que o vulcão ainda está liberando calor para o ambiente e pode estar pronto para entrar em erupção novamente no futuro. Se isso acontecer, seria uma oportunidade única para estudar o vulcanismo venusiano e entender melhor a geologia e a história do planeta.

    O estudo também abre caminho para a busca de outros vulcões ativos em Vênus, que podem ser fontes potenciais de vida microbiana. Afinal, se há vida nas profundezas dos oceanos da Terra, alimentada pelo calor dos vulcões submarinos, por que não poderia haver vida nas nuvens ácidas de Vênus?

    Vênus é um planeta fascinante e misterioso, que ainda guarda muitos segredos para serem revelados. Quem sabe o que mais podemos descobrir sobre ele com novas missões espaciais? Fique ligado nas novidades sobre o nosso vizinho infernal!

  • Como as células-tronco formam um cérebro humano

    Como as células-tronco formam um cérebro humano

    As células-tronco são células que podem se transformar em qualquer tipo de célula do corpo humano e dar origem a outros tecidos, como ossos, nervos, músculos e sangue.

    Elas podem ser encontradas em células embrionárias e em diversas partes do corpo, como na medula óssea, no cordão umbilical e na polpa dentária.

    Uma das aplicações mais promissoras das células-tronco é a criação de cérebros humanos em miniatura, chamados de organoides cerebrais. Esses organoides são estruturas tridimensionais que imitam algumas características do desenvolvimento e da organização do cérebro humano.

    Para criar os organoides cerebrais, os cientistas usam células-tronco embrionárias ou induzidas (que são reprogramadas para voltarem ao estado embrionário) e as colocam em um ambiente que estimula o seu crescimento e diferenciação. As células-tronco se dividem e se especializam em diferentes tipos de células nervosas, formando camadas e regiões que lembram o córtex cerebral, o cerebelo e o tronco encefálico.

    Os organoides cerebrais podem ser usados para estudar o funcionamento do cérebro humano, as doenças neurológicas e os tratamentos potenciais. Eles também podem ser transplantados para animais, como ratos, para testar a sua capacidade de se comunicar com o sistema nervoso hospedeiro.

    No entanto, os organoides cerebrais ainda são muito simples e limitados em comparação com o cérebro humano real. Eles não possuem vasos sanguíneos, nem todas as regiões cerebrais e nem todas as conexões entre elas. Além disso, eles levantam questões éticas sobre a sua origem, o seu destino e a sua possível consciência.

    Portanto, as células-tronco são capazes de formar um cérebro humano em miniatura com algumas semelhanças com o original, mas ainda há muitos desafios científicos e éticos para avançar nessa área de pesquisa.

    Elas podem ser encontradas em células embrionárias e em diversas partes do corpo, como na medula óssea, no cordão umbilical e na polpa dentária.

    Uma das aplicações mais promissoras das células-tronco é a criação de cérebros humanos em miniatura, chamados de organoides cerebrais. Esses organoides são estruturas tridimensionais que imitam algumas características do desenvolvimento e da organização do cérebro humano.

    Para criar os organoides cerebrais, os cientistas usam células-tronco embrionárias ou induzidas (que são reprogramadas para voltarem ao estado embrionário) e as colocam em um ambiente que estimula o seu crescimento e diferenciação. As células-tronco se dividem e se especializam em diferentes tipos de células nervosas, formando camadas e regiões que lembram o córtex cerebral, o cerebelo e o tronco encefálico.

    Os organoides cerebrais podem ser usados para estudar o funcionamento do cérebro humano, as doenças neurológicas e os tratamentos potenciais. Eles também podem ser transplantados para animais, como ratos, para testar a sua capacidade de se comunicar com o sistema nervoso hospedeiro.

    No entanto, os organoides cerebrais ainda são muito simples e limitados em comparação com o cérebro humano real. Eles não possuem vasos sanguíneos, nem todas as regiões cerebrais e nem todas as conexões entre elas. Além disso, eles levantam questões éticas sobre a sua origem, o seu destino e a sua possível consciência.

    Portanto, as células-tronco são capazes de formar um cérebro humano em miniatura com algumas semelhanças com o original, mas ainda há muitos desafios científicos e éticos para avançar nessa área de pesquisa.

  • Como o cérebro armazena e recupera memórias?

    Como o cérebro armazena e recupera memórias?

    Você já se perguntou como o cérebro aprende, lembra e evoca memórias?

    Um novo estudo liderado pelas universidades de Bristol e Heidelberg revelou que esse processo envolve múltiplos grupos de neurônios conectados dentro e entre regiões-chave do cérebro. Se essas assembleias neurais não se sincronizarem no momento certo, as memórias se perdem.

    O estudo, publicado na revista Currently Biology, investigou como duas regiões cerebrais importantes para a memória de curto prazo – o hipocampo e o córtex pré-frontal – interagem entre si em nível de grupos específicos de neurônios. Os pesquisadores também quiseram entender por que a memória às vezes falha.

    “Assembleias neurais” – grupos de neurônios que se unem para processar informações – foram propostas há mais de 70 anos, mas têm sido difíceis de identificar.

    Usando gravações cerebrais em ratos, a equipe de pesquisa mostrou que a codificação, o armazenamento e a recuperação da memória são suportados por interações dinâmicas que incorporam múltiplas assembleias neurais formadas dentro e entre o hipocampo e o córtex pré-frontal. Quando a coordenação dessas assembleias falha, os animais cometem erros.

    Esse achado pode ter implicações para o entendimento dos mecanismos subjacentes à perda de memória em doenças como Alzheimer e demência.

    O estudo também abre novas possibilidades para explorar como as assembleias neurais podem ser manipuladas para melhorar a memória ou reverter os déficits cognitivos.

    Um novo estudo liderado pelas universidades de Bristol e Heidelberg revelou que esse processo envolve múltiplos grupos de neurônios conectados dentro e entre regiões-chave do cérebro. Se essas assembleias neurais não se sincronizarem no momento certo, as memórias se perdem.

    O estudo, publicado na revista Currently Biology, investigou como duas regiões cerebrais importantes para a memória de curto prazo – o hipocampo e o córtex pré-frontal – interagem entre si em nível de grupos específicos de neurônios. Os pesquisadores também quiseram entender por que a memória às vezes falha.

    “Assembleias neurais” – grupos de neurônios que se unem para processar informações – foram propostas há mais de 70 anos, mas têm sido difíceis de identificar.

    Usando gravações cerebrais em ratos, a equipe de pesquisa mostrou que a codificação, o armazenamento e a recuperação da memória são suportados por interações dinâmicas que incorporam múltiplas assembleias neurais formadas dentro e entre o hipocampo e o córtex pré-frontal. Quando a coordenação dessas assembleias falha, os animais cometem erros.

    Esse achado pode ter implicações para o entendimento dos mecanismos subjacentes à perda de memória em doenças como Alzheimer e demência.

    O estudo também abre novas possibilidades para explorar como as assembleias neurais podem ser manipuladas para melhorar a memória ou reverter os déficits cognitivos.

  • O que a ciência diz sobre a astrologia?

    O que a ciência diz sobre a astrologia?

    A astrologia é uma prática milenar que relaciona a posição dos astros no céu com os acontecimentos na Terra, especialmente com as características e o destino das pessoas.

    Muitas pessoas consultam o horóscopo diariamente para saber o que os astros reservam para elas, mas o que a ciência diz sobre essa crença?

    Do ponto de vista científico, a astrologia não é reconhecida como uma ciência válida. A astrologia é considerada uma pseudociência, ou seja, uma forma de conhecimento que não segue os critérios e métodos da ciência verdadeira. Não há evidências empíricas ou teóricas que sustentem as afirmações da astrologia.

    Um dos principais problemas da astrologia é que ela se baseia em um modelo geocêntrico do Universo, ou seja, que coloca a Terra como o centro de tudo. Esse modelo foi refutado pela astronomia há séculos, quando se descobriu que a Terra gira em torno do Sol e não o contrário. Além disso, a astrologia ignora o fato de que existem mais planetas além dos conhecidos na Antiguidade e que o céu muda ao longo do tempo.

    Outro problema da astrologia é que ela atribui influências dos planetas sobre os seres humanos sem nenhuma explicação plausível. A única força física que os planetas exercem sobre nós é a gravitacional, mas essa força é muito fraca para ter algum efeito perceptível. Por exemplo, a Lua tem uma influência gravitacional maior do que qualquer planeta sobre a Terra, mas isso só afeta as marés e não as pessoas.

    Além disso, a astrologia não leva em conta outros fatores importantes na formação da personalidade e do comportamento das pessoas, como a genética, o ambiente e as experiências de vida. Acreditar que o signo determina tudo pode levar à falta de responsabilidade pessoal e à limitação das possibilidades individuais.

    Portanto, a ciência não reconhece nem apoia a astrologia como uma forma de conhecimento confiável ou útil. A astrologia é uma crença pessoal baseada na fé e na tradição, mas não na razão e na evidência. Cabe a cada um decidir se quer seguir ou não o horóscopo, mas sempre com consciência crítica e respeito pela diversidade de opiniões.

    Muitas pessoas consultam o horóscopo diariamente para saber o que os astros reservam para elas, mas o que a ciência diz sobre essa crença?

    Do ponto de vista científico, a astrologia não é reconhecida como uma ciência válida. A astrologia é considerada uma pseudociência, ou seja, uma forma de conhecimento que não segue os critérios e métodos da ciência verdadeira. Não há evidências empíricas ou teóricas que sustentem as afirmações da astrologia.

    Um dos principais problemas da astrologia é que ela se baseia em um modelo geocêntrico do Universo, ou seja, que coloca a Terra como o centro de tudo. Esse modelo foi refutado pela astronomia há séculos, quando se descobriu que a Terra gira em torno do Sol e não o contrário. Além disso, a astrologia ignora o fato de que existem mais planetas além dos conhecidos na Antiguidade e que o céu muda ao longo do tempo.

    Outro problema da astrologia é que ela atribui influências dos planetas sobre os seres humanos sem nenhuma explicação plausível. A única força física que os planetas exercem sobre nós é a gravitacional, mas essa força é muito fraca para ter algum efeito perceptível. Por exemplo, a Lua tem uma influência gravitacional maior do que qualquer planeta sobre a Terra, mas isso só afeta as marés e não as pessoas.

    Além disso, a astrologia não leva em conta outros fatores importantes na formação da personalidade e do comportamento das pessoas, como a genética, o ambiente e as experiências de vida. Acreditar que o signo determina tudo pode levar à falta de responsabilidade pessoal e à limitação das possibilidades individuais.

    Portanto, a ciência não reconhece nem apoia a astrologia como uma forma de conhecimento confiável ou útil. A astrologia é uma crença pessoal baseada na fé e na tradição, mas não na razão e na evidência. Cabe a cada um decidir se quer seguir ou não o horóscopo, mas sempre com consciência crítica e respeito pela diversidade de opiniões.

  • Entenda o caso da retratação da revista científica The Lancet e a pesquisa sobre a hidroxicloroquina

    Entenda o caso da retratação da revista científica The Lancet e a pesquisa sobre a hidroxicloroquina

    Um artigo publicado na revista médica The Lancet sobre o uso de hidroxicloroquina para tratar a COVID-19 foi retratado devido a possíveis falhas nos dados da pesquisa.

    O estudo, publicado em 2020, duas semanas antes da retratação, não encontrou benefícios no uso do medicamento e sugeriu que seu uso poderia até aumentar o risco de morte. Mas o estudo foi alvo de críticas sobre inconsistências nos dados hospitalares apresentados.

    Os vídeos que estão sendo compartilhados pelo WhatsApp passam a ideia de que a retratação significa que a substância é adequada para tratar a infecção, o que não é verdade.

    A eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é um assunto controverso e ainda em estudo. Algumas pesquisas sugerem que a hidroxicloroquina pode ser eficaz quando administrada precocemente em pacientes ambulatoriais com COVID-19, enquanto outras pesquisas não encontraram benefícios no uso do medicamento para tratar a doença.

    É importante ressaltar que as autoridades de saúde pública recomendam seguir as orientações médicas e científicas atualizadas sobre o tratamento da COVID-19.

    O estudo, publicado em 2020, duas semanas antes da retratação, não encontrou benefícios no uso do medicamento e sugeriu que seu uso poderia até aumentar o risco de morte. Mas o estudo foi alvo de críticas sobre inconsistências nos dados hospitalares apresentados.

    Os vídeos que estão sendo compartilhados pelo WhatsApp passam a ideia de que a retratação significa que a substância é adequada para tratar a infecção, o que não é verdade.

    A eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é um assunto controverso e ainda em estudo. Algumas pesquisas sugerem que a hidroxicloroquina pode ser eficaz quando administrada precocemente em pacientes ambulatoriais com COVID-19, enquanto outras pesquisas não encontraram benefícios no uso do medicamento para tratar a doença.

    É importante ressaltar que as autoridades de saúde pública recomendam seguir as orientações médicas e científicas atualizadas sobre o tratamento da COVID-19.

  • O que a ciência diz sobre o uso recreativo de maconha?

    O que a ciência diz sobre o uso recreativo de maconha?

    A ciência tem estudado há anos o uso recreativo da maconha e seus efeitos.

    Um estudo da Universidade do Colorado mostra que muitas pessoas que relatam o uso de cannabis antes ou depois de um treino acreditam que isso deixa o exercício mais agradável e que talvez os motive a se exercitar.

    No entanto, do ponto de vista do uso recreativo, os maiores riscos estão associados ao impacto do uso fumado e com o risco de desenvolvimento de psicoses (um tipo de transtorno mental grave), principalmente com a maconha rica em THC e quando o início do consumo acontece cedo (infância ou adolescência).

    Um outro estudo realizado pela Universidade de Cambridge associou o consumo de maconha ao maior risco de iniciação de esquizofrenia.

    O uso frequente da maconha e por muito tempo pode afetar o cérebro por tempo prolongado ou mesmo permanentemente, levando a dificuldades de atenção, concentração, memória e raciocínio. Além disso, o consumo de maconha pode trazer também outras reações como pânico, medo, desconfiança e paranoia.

    O uso medicinal da maconha é diferente do uso recreativo, pois é controlado.

    Existem vários países onde a maconha é legalizada para uso recreativo ou medicinal. O Uruguai foi o primeiro país a legalizar a venda, cultivo e distribuição de maconha em dezembro de 2013.

    No Canadá e nos Estados Unidos (em pelo menos 19 estados e no distrito de Columbia), a maconha também é legalizada para uso recreativo.

    Alguns outros países onde o uso pessoal e recreacional da maconha é descriminalizado incluem África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália (no Território do Norte, Austrália do Sul e Capital Australiana), Áustria entre outros.

    Um estudo da Universidade do Colorado mostra que muitas pessoas que relatam o uso de cannabis antes ou depois de um treino acreditam que isso deixa o exercício mais agradável e que talvez os motive a se exercitar.

    No entanto, do ponto de vista do uso recreativo, os maiores riscos estão associados ao impacto do uso fumado e com o risco de desenvolvimento de psicoses (um tipo de transtorno mental grave), principalmente com a maconha rica em THC e quando o início do consumo acontece cedo (infância ou adolescência).

    Um outro estudo realizado pela Universidade de Cambridge associou o consumo de maconha ao maior risco de iniciação de esquizofrenia.

    O uso frequente da maconha e por muito tempo pode afetar o cérebro por tempo prolongado ou mesmo permanentemente, levando a dificuldades de atenção, concentração, memória e raciocínio. Além disso, o consumo de maconha pode trazer também outras reações como pânico, medo, desconfiança e paranoia.

    O uso medicinal da maconha é diferente do uso recreativo, pois é controlado.

    Existem vários países onde a maconha é legalizada para uso recreativo ou medicinal. O Uruguai foi o primeiro país a legalizar a venda, cultivo e distribuição de maconha em dezembro de 2013.

    No Canadá e nos Estados Unidos (em pelo menos 19 estados e no distrito de Columbia), a maconha também é legalizada para uso recreativo.

    Alguns outros países onde o uso pessoal e recreacional da maconha é descriminalizado incluem África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália (no Território do Norte, Austrália do Sul e Capital Australiana), Áustria entre outros.

  • Como os processos livres de células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas

    Como os processos livres de células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas

    Pesquisadores descobriram que enriquecer extratos sem células com membranas celulares pode aumentar o rendimento da produção de vacinas baseadas em proteínas em cinco vezes.

    Processos sem células são sistemas que podem ser divididos em duas classificações principais: baseados em extratos celulares, que removem componentes de dentro de uma célula inteira para uso externo, e baseados em enzimas purificadas, que usam componentes purificados das moléculas conhecidas por estarem envolvidas em um determinado processo.

    Os processos sem células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas porque os bioengenheiros estão procurando maneiras mais baratas e fáceis de produzir proteínas e outras biomoléculas em vez de depender de leveduras e bactérias.

    Uma nova plataforma de fabricação chamada iVAX é possível graças à biologia sintética sem células, um processo em que os pesquisadores removem a parede externa (ou membrana) da célula e reutilizam sua maquinaria interna.

    Os pesquisadores então colocam essa maquinaria reutilizada em um tubo de ensaio e a liofilizam.

    Uma das vantagens dos processos sem células é a rapidez na fabricação. Graças aos avanços na confiabilidade e escala, a síntese sem células está emergindo como uma ferramenta importante para tudo, desde o desenvolvimento de sensores de diagnóstico até a biomanufatura de vacinas.

    Supondo que as vacinas de mRNA sejam clinicamente eficazes e seguras, uma das principais vantagens é a rapidez na fabricação. Em questão de semanas, lotes clínicos podem ser gerados.

    Fonte: Nature

    Processos sem células são sistemas que podem ser divididos em duas classificações principais: baseados em extratos celulares, que removem componentes de dentro de uma célula inteira para uso externo, e baseados em enzimas purificadas, que usam componentes purificados das moléculas conhecidas por estarem envolvidas em um determinado processo.

    Os processos sem células podem acelerar o desenvolvimento de vacinas porque os bioengenheiros estão procurando maneiras mais baratas e fáceis de produzir proteínas e outras biomoléculas em vez de depender de leveduras e bactérias.

    Uma nova plataforma de fabricação chamada iVAX é possível graças à biologia sintética sem células, um processo em que os pesquisadores removem a parede externa (ou membrana) da célula e reutilizam sua maquinaria interna.

    Os pesquisadores então colocam essa maquinaria reutilizada em um tubo de ensaio e a liofilizam.

    Uma das vantagens dos processos sem células é a rapidez na fabricação. Graças aos avanços na confiabilidade e escala, a síntese sem células está emergindo como uma ferramenta importante para tudo, desde o desenvolvimento de sensores de diagnóstico até a biomanufatura de vacinas.

    Supondo que as vacinas de mRNA sejam clinicamente eficazes e seguras, uma das principais vantagens é a rapidez na fabricação. Em questão de semanas, lotes clínicos podem ser gerados.

    Fonte: Nature

  • Estudo examina inflamação cardíaca após vacina contra COVID

    Estudo examina inflamação cardíaca após vacina contra COVID

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação.

    Pesquisadores encontraram evidências de inflamação do músculo cardíaco em um pequeno número de pacientes com miocardite aguda após a vacinação contra COVID-19, mas não em pacientes sem miocardite aguda, de acordo com um novo estudo Radiology: Cardiothoracic Imaging, a journal of the Radiological Society of North America (RSNA).

    A inflamação cardíaca após a vacina contra COVID é um evento raro e geralmente leve. Há dois tipos de inflamação relatados: miocardite, que se refere a uma inflamação do músculo cardíaco, e pericardite, que envolve uma inflamação da membrana externa do coração. Os sintomas podem incluir dor no peito, falta de ar e palpitações. A maioria dos casos se resolve com tratamento médico simples.

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação com mRNA (Pfizer-BioNTech ou Moderna), mais frequentemente após a segunda dose. Um estudo também descobriu que o risco foi menor após uma dose de reforço.

    No entanto, o risco de desenvolver miocardite é sete vezes maior com uma infecção por COVID-19 do que com a vacina contra COVID-19. Portanto, os benefícios da vacinação superam os riscos potenciais da inflamação cardíaca.

    Pesquisadores encontraram evidências de inflamação do músculo cardíaco em um pequeno número de pacientes com miocardite aguda após a vacinação contra COVID-19, mas não em pacientes sem miocardite aguda, de acordo com um novo estudo Radiology: Cardiothoracic Imaging, a journal of the Radiological Society of North America (RSNA).

    A inflamação cardíaca após a vacina contra COVID é um evento raro e geralmente leve. Há dois tipos de inflamação relatados: miocardite, que se refere a uma inflamação do músculo cardíaco, e pericardite, que envolve uma inflamação da membrana externa do coração. Os sintomas podem incluir dor no peito, falta de ar e palpitações. A maioria dos casos se resolve com tratamento médico simples.

    A inflamação cardíaca foi relatada principalmente em adolescentes e adultos jovens do sexo masculino dentro de alguns dias após a vacinação com mRNA (Pfizer-BioNTech ou Moderna), mais frequentemente após a segunda dose. Um estudo também descobriu que o risco foi menor após uma dose de reforço.

    No entanto, o risco de desenvolver miocardite é sete vezes maior com uma infecção por COVID-19 do que com a vacina contra COVID-19. Portanto, os benefícios da vacinação superam os riscos potenciais da inflamação cardíaca.

  • Novo estudo sobre resposta de células imunológicas pode levar a uma imunoterapia mais eficaz

    Novo estudo sobre resposta de células imunológicas pode levar a uma imunoterapia mais eficaz

    O estudo da UCLA revelou como as células imunológicas chamadas macrófagos podem ser treinadas para responder de forma mais agressiva e potente a ameaças virais e bacterianas.

    Os macrófagos são um tipo de célula branca do sangue que se desenvolvem na medula óssea a partir de células chamadas monócitos.

    Eles podem ser treinados por meio de estímulos ambientais, como baixo oxigênio ou infecções, para produzir fatores que aumentam a resposta imunológica. Esses fatores incluem moléculas inflamatórias, fatores de crescimento e citocinas.

    Os pesquisadores descobriram que a dinâmica de uma molécula sinalizadora chamada NF-kB é fundamental para esse processo. Eles esperam que essa descoberta possa permitir que os médicos “hackeiem” o sistema imunológico para fortalecê-lo.

    Os macrófagos são um tipo de célula branca do sangue que se desenvolvem na medula óssea a partir de células chamadas monócitos.

    Eles podem ser treinados por meio de estímulos ambientais, como baixo oxigênio ou infecções, para produzir fatores que aumentam a resposta imunológica. Esses fatores incluem moléculas inflamatórias, fatores de crescimento e citocinas.

    Os pesquisadores descobriram que a dinâmica de uma molécula sinalizadora chamada NF-kB é fundamental para esse processo. Eles esperam que essa descoberta possa permitir que os médicos “hackeiem” o sistema imunológico para fortalecê-lo.