Categoria: Economia

  • Com passagens aéreas baratas, o melhor é comprar agora e viajar depois

    Com a pandemia de coronavírus no Brasil, o setor aéreo deve registrar uma queda de 40% nas receitas. Ainda é cedo para saber o real impacto que a categoria vai sentir, mas os efeitos já começam a surgir.

    Você já deve ter reparado que está aparecendo em seu feed, nas redes sociais, promoções de passagens e hospedagem para diversos lugares do mundo. Isso se deve pelo fato de que muitas agências de viagens precisam vender os pacotes que adquiriram antes da crise.

    Por isso o preço está tão convidativo.

    O melhor de tudo isso é que, na maioria das vezes, você pode comprar a passagem ou o pacote e viajar quando tudo voltar ao normal.

    Quer um exemplo?

    Na MaxMilhas há passagens para todo o Brasil a partir de R$100 com agendamento para setembro, outubro e até novembro.

    A dica é: fique de olho nas promoções e se possível agende sua viagem para o fim do ano, quando provavelmente a pandemia já deve estar controlada.

  • Coronavírus | Spotify vai permitir doações para músicos independentes

    O Spotify vai permitir que os artistas independentes criem links em seus perfis para que os usuários façam doações.

    O serviço de streaming entende que muitos artistas independentes tiveram que cancelar shows e, portanto, estão perdendo renda.

    A empresa está buscando ativamente organizações que arrecadam dinheiro para músicos. Até agora, eles formaram uma parceria com MusiCares, PRS Foundation e Help Musicians.

    Para saber mais, acesse este site disponibilizado pelo Spotify.

  • Toyota, Honda e FCA ampliam fechamentos de fábricas nos EUA

    Toyota, Honda e Fiat Chrysler Automobiles não reabrirão as fábricas norte-americanas no final do mês. A medida se deve pelo agravamento da COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus. Conforme o vírus se espalha, diminui a demanda por carros, caminhões e SUVs novos.

    A FCA disse em comunicado à imprensa que as fábricas nos EUA e Canadá, bem como as operações das sedes e os projetos de construção, devem permanecer fechadas até 14 de abril.

    Enquanto isso, Ford, Toyota e Honda também anunciaram planos para estender os fechamentos. A Ford disse que estenderá seu fechamento até 7 de abril.

    “Esta extensão é uma resposta ao declínio acentuado da demanda do mercado na indústria automotiva devido ao impacto da pandemia de COVID-19 na economia, resultando na incapacidade de consumidores em muitos mercados comprarem veículos novos”, disse a Honda em uma declaração por e-mail obtido pela W Rádio Brasil.

    A Toyota afirmou que suas instalações de fabricação permanecerão fechadas até 17 de abril e retomará a produção em 20 de abril. Segundo a montadora, seus depósitos de peças de reposição e centros de logística de veículos continuarão a operar.

    Nos EUA, o estado de Nova York registrou, somente nesta quinta-feira (26), 100 mortes causadas pela doença. No país, o número de vítimas já está em 1.046, segundo dados da universidade americana de Johns Hopkins.

  • #Coronavírus | Brasil deve gastar 2,4% do PIB para conter pandemia

    O governo anunciou pacote de medidas com gastos previstos de R$ 179,6 bilhões, que será destinado à saúde, à proteção das famílias mais vulneráveis, como os trabalhadores informais, e à manutenção do emprego.

    O pacote brasileiro equivale a cerca de 2,4% do PIB de 2019, que somou R$ 7,3 trilhões.

    A partir da semana que vem deve ser anunciado quando, e como, os trabalhadores informais poderão sacar os R$ 200 mensais prometidos pelo governo.

  • Dólar fecha em queda, mas tem maior alta semanal desde agosto de 2018

    O dólar voltou a fechar em queda nesta sexta-feira (20). A moeda caiu 1,50%, a 5,0274 reais na venda, depois de na véspera perder 1,83% – maior queda diária desde outubro de 2018.

    Durante o dia, a cotação chegou a cair para 4,9833 reais, mas retomou algum fôlego e acabou chegando a 5 reais.

  • FGV estima que economia do Brasil pode retrair 4,4% em 2020

    A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou uma previsão nada animadora para a economia brasileira.

    A estimativa é que a economia deve ter uma contração de 4,4% em 2020, graças aos impactos da crise do coronavírus. A previsão é de que os efeitos negativos durem até 2023.

    Essa previsão é resultado de cálculo considerado mais “realista” pela FGV que, baseado em modelos econométricos, leva em conta os mecanismos de propagação doméstico e externo operando simultaneamente.

  • Fábricas de veículos vão paralisar a produção nas próxima semanas

    A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) informou nesta quinta-feira (19), que todas as empresas do setor se preparam para paralisar atividades nas próximas semanas.

    O setor emprega 125 mil trabalhadores diretos em 43 cidades de dez Estados. A medida deve afetar também centenas de fornecedores de autopeças.

    Quatro montadoras já confirmaram férias coletivas para os quase 50 mil funcionários: Ford, General Motors, Mercedes-Benz e Volkswagen.

  • GM, Ford e FCA vão fechar todas as fábricas nos EUA

    As três grandes montadoras de Detroit devem fechar todas as fábricas devido a temores sobre o coronavírus. A informação foi divulgada pela Associated Press.

    Nos últimos dias, a United Auto Workers vinha pressionando as montadoras a fechar suas fábrica devido a preocupações com a segurança dos trabalhadores. O presidente do UAW, Rory Gamble, enviou uma carta pedindo às montadoras que paralisem por duas semanas.

    Ford e FCA disseram que pretendem suspender as operações em várias fábricas baseadas em Michigan. No início de hoje, a Honda anunciou que estava interrompendo todas as operações em suas 12 fábricas na América do Norte, incluindo fábricas de transmissão e motores em Ohio, Indiana, Alabama, Canadá e México.

  • Petrobrás reduz preço da gasolina em 12% e diesel em 7,5%

    A Petrobrás informou que a partir desta quinta-feira (19) vai reduzir o preço da gasolina em 12%.

    A estatal também vai reduzir o preço do diesel, este será de 7,5%.

    Os preços dos combustíveis da Petrobrás seguem a política da empresa de repassar para o mercado a paridade com o preço internacional.

    A Petrobrás informou ainda que vai reduzir o preço do diesel marítimo em 7,7% e das térmicas em 7,6%, para o diesel S500, e em 7,8% para as unidades que utilizam S10.

  • Brasileiros voltam a lotar mercados e esgotam produtos básicos por mais um dia

    Desde os últimos dias da semana passada, os supermercados e atacados de São Paulo registraram grande movimento. Isso se deve pela pandemia do coronavírus que chegou ao país. Na segunda-feira (16) diversas redes como Makro, Atacadão e Carrefour registraram falta de produtos básicos como água, papel higiênico e álcool em gel.

    Nossa reportagem foi até alguns mercados da zona Oeste de São Paulo e encontrou muitas filas e falta de produtos. Apesar das autoridades ressaltarem que não há motivos para estocar produtos em casa, nesta terça-feira (17) registamos novamente a mesma situação.

    Os mercados estão conseguindo repor os produtos, no entanto, assim que o local é reabastecido, as pessoas ficam sabendo pelas redes sociais e correm para comprar o máximo que puderem.

    Este movimento faz a com que falte os principais produtos para higiene pessoal. Autoridades alertam que não há necessidade para tal atitude, pois a indústria ainda não foi atingida pela crise do Coronavírus e o reabastecimento está garantido por mais alguns meses.