Categoria: Economia

  • Agrishow 2023: a maior feira de tecnologia agrícola do Brasil

    Agrishow 2023: a maior feira de tecnologia agrícola do Brasil

    A Agrishow é um evento que reúne as principais novidades e tendências do setor agropecuário nacional e internacional.

    Em sua 28ª edição, a feira acontecerá entre os dias 1 e 5 de maio de 2023, em Ribeirão Preto, São Paulo. A expectativa é de receber mais de 150 mil visitantes, entre produtores rurais, profissionais do agro, estudantes e pesquisadores.

    A feira contará com mais de 800 expositores, que apresentarão soluções para todos os tipos de culturas e tamanhos de propriedades, desde a agricultura familiar até o agronegócio. Além disso, a Agrishow oferecerá uma ampla programação de conteúdo, com palestras, debates, demonstrações e workshops sobre temas relevantes para o desenvolvimento do setor.

    A Agrishow também terá uma forte presença digital, com plataformas que possibilitam o relacionamento entre expositores e visitantes durante todo o ano, como a Agrishow Experience e o Agrishow Digital. Essas iniciativas visam fomentar o ecossistema de inovação agrícola e conectar os produtores rurais às soluções e novas tecnologias desenvolvidas por startups em prol do agronegócio brasileiro.

    A Agrishow é uma oportunidade única para quem quer conhecer as melhores práticas, fazer negócios, ampliar sua rede de contatos e se atualizar sobre as principais demandas e desafios do setor. Para garantir sua participação na maior feira de tecnologia agrícola do Brasil, basta comprar seu ingresso online com desconto no site oficial do evento.

    Em sua 28ª edição, a feira acontecerá entre os dias 1 e 5 de maio de 2023, em Ribeirão Preto, São Paulo. A expectativa é de receber mais de 150 mil visitantes, entre produtores rurais, profissionais do agro, estudantes e pesquisadores.

    A feira contará com mais de 800 expositores, que apresentarão soluções para todos os tipos de culturas e tamanhos de propriedades, desde a agricultura familiar até o agronegócio. Além disso, a Agrishow oferecerá uma ampla programação de conteúdo, com palestras, debates, demonstrações e workshops sobre temas relevantes para o desenvolvimento do setor.

    A Agrishow também terá uma forte presença digital, com plataformas que possibilitam o relacionamento entre expositores e visitantes durante todo o ano, como a Agrishow Experience e o Agrishow Digital. Essas iniciativas visam fomentar o ecossistema de inovação agrícola e conectar os produtores rurais às soluções e novas tecnologias desenvolvidas por startups em prol do agronegócio brasileiro.

    A Agrishow é uma oportunidade única para quem quer conhecer as melhores práticas, fazer negócios, ampliar sua rede de contatos e se atualizar sobre as principais demandas e desafios do setor. Para garantir sua participação na maior feira de tecnologia agrícola do Brasil, basta comprar seu ingresso online com desconto no site oficial do evento.

  • Manipulação de jogos no futebol brasileiro: um problema crescente e grave

    Manipulação de jogos no futebol brasileiro: um problema crescente e grave

    O futebol brasileiro enfrenta um grave problema de manipulação de resultados, que envolve apostadores, aliciadores e jogadores.

    Segundo uma empresa especializada em monitoramento de apostas esportivas, o Brasil foi o país com mais jogos suspeitos de manipulação no mundo em 2022, com mais de 150 partidas duvidosas, sendo 139 no futebol.

    Os jogos investigados são de diferentes competições, como o Campeonato Brasileiro da Série A, a Copa do Brasil e os campeonatos estaduais.

    Os lances exigidos pelos apostadores e aliciadores para os jogadores envolvidos incluem cartões amarelos, vermelhos, pênaltis e escanteios.

    As quantias oferecidas para os atletas variam de R$ 50 mil a R$ 60 mil por punição. A manipulação de jogos no futebol brasileiro é um crime que prejudica a integridade do esporte, a confiança dos torcedores e o fair play entre os times.

    Além disso, pode trazer consequências jurídicas e desportivas para os envolvidos, como prisão, multa e suspensão.

    Por isso, é preciso que as autoridades competentes investiguem e punam os responsáveis por esse esquema, e que os clubes e as federações adotem medidas preventivas e educativas para combater essa prática.

    Segundo uma empresa especializada em monitoramento de apostas esportivas, o Brasil foi o país com mais jogos suspeitos de manipulação no mundo em 2022, com mais de 150 partidas duvidosas, sendo 139 no futebol.

    Os jogos investigados são de diferentes competições, como o Campeonato Brasileiro da Série A, a Copa do Brasil e os campeonatos estaduais.

    Os lances exigidos pelos apostadores e aliciadores para os jogadores envolvidos incluem cartões amarelos, vermelhos, pênaltis e escanteios.

    As quantias oferecidas para os atletas variam de R$ 50 mil a R$ 60 mil por punição. A manipulação de jogos no futebol brasileiro é um crime que prejudica a integridade do esporte, a confiança dos torcedores e o fair play entre os times.

    Além disso, pode trazer consequências jurídicas e desportivas para os envolvidos, como prisão, multa e suspensão.

    Por isso, é preciso que as autoridades competentes investiguem e punam os responsáveis por esse esquema, e que os clubes e as federações adotem medidas preventivas e educativas para combater essa prática.

  • Como o desemprego no Brasil evoluiu no primeiro trimestre de 2023?

    Como o desemprego no Brasil evoluiu no primeiro trimestre de 2023?

    O IBGE divulgou nesta sexta-feira (28) que a taxa média de desemprego no Brasil subiu para 8,8% no primeiro trimestre de 2023, um aumento de 0,9 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

    Apesar do crescimento, o índice ficou abaixo das expectativas do mercado e mostrou uma queda de 2,4 pontos na comparação com o mesmo período do ano passado.

    Segundo especialistas consultados pela CNN, o dado revela que o mercado de trabalho caminha “lentamente” em 2023, mas traz “boas notícias”. Uma delas é a redução da taxa de subutilização, que mede as pessoas que gostariam de trabalhar mais horas e não encontram oportunidade. Esse indicador ficou em 18,9%, o menor nível desde o início da pandemia de Covid-19.

    Os analistas também apontam que a alta do desemprego no primeiro trimestre pode ser explicada em parte por questões sazonais, como a menor atividade econômica no início do ano e a recuperação ainda gradual após as restrições sanitárias. Além disso, eles afirmam que as ações do governo ainda não tiveram impacto significativo sobre o mercado de trabalho, que reage com defasagem à evolução da economia.

    O desemprego é um dos principais desafios do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assumiu em janeiro com a promessa de retomar o crescimento e gerar empregos. Para isso, ele terá que enfrentar os efeitos da crise hídrica, da inflação elevada e das incertezas políticas.

    Apesar do crescimento, o índice ficou abaixo das expectativas do mercado e mostrou uma queda de 2,4 pontos na comparação com o mesmo período do ano passado.

    Segundo especialistas consultados pela CNN, o dado revela que o mercado de trabalho caminha “lentamente” em 2023, mas traz “boas notícias”. Uma delas é a redução da taxa de subutilização, que mede as pessoas que gostariam de trabalhar mais horas e não encontram oportunidade. Esse indicador ficou em 18,9%, o menor nível desde o início da pandemia de Covid-19.

    Os analistas também apontam que a alta do desemprego no primeiro trimestre pode ser explicada em parte por questões sazonais, como a menor atividade econômica no início do ano e a recuperação ainda gradual após as restrições sanitárias. Além disso, eles afirmam que as ações do governo ainda não tiveram impacto significativo sobre o mercado de trabalho, que reage com defasagem à evolução da economia.

    O desemprego é um dos principais desafios do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assumiu em janeiro com a promessa de retomar o crescimento e gerar empregos. Para isso, ele terá que enfrentar os efeitos da crise hídrica, da inflação elevada e das incertezas políticas.

  • Petrobras reduz preço do diesel em quase 10% a partir de sábado

    Petrobras reduz preço do diesel em quase 10% a partir de sábado

    A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (28/4) uma nova redução do preço do diesel para as distribuidoras.

    Segundo a estatal, o preço médio de venda de diesel A passará de R$ 3,84 para R$ 3,46 por litro, uma queda de 9,90% ou R$ 0,38 por litro. A medida entra em vigor a partir deste sábado (29/4).

    A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino.

    A companhia destacou que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margem de lucro do distribuidor.

    Os preços dos demais combustíveis não sofreram alteração.

    Segundo a estatal, o preço médio de venda de diesel A passará de R$ 3,84 para R$ 3,46 por litro, uma queda de 9,90% ou R$ 0,38 por litro. A medida entra em vigor a partir deste sábado (29/4).

    A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino.

    A companhia destacou que o valor cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margem de lucro do distribuidor.

    Os preços dos demais combustíveis não sofreram alteração.

  • Contas públicas têm déficit em março: o que isso significa para a economia?

    Contas públicas têm déficit em março: o que isso significa para a economia?

    As contas públicas do governo federal registraram um déficit de R$ 14,182 bilhões em março, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (28).

    Esse foi o pior resultado para o mês desde 2018, quando o saldo negativo foi de R$ 18,629 bilhões.

    O déficit nas contas públicas é a diferença entre as receitas e as despesas do governo. Quando as despesas superam as receitas, o governo precisa se financiar por meio de emissão de títulos públicos ou aumento da dívida externa.

    Um dos indicadores que mede a capacidade do governo de pagar suas dívidas é a dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Em março, a dívida bruta chegou a 73% do PIB, o maior nível desde outubro de 2020.

    A situação fiscal do país é um dos fatores que afetam a confiança dos investidores e a nota de crédito do Brasil. Um déficit elevado e uma dívida crescente podem comprometer a credibilidade do governo e dificultar o acesso a recursos no mercado financeiro.

    Para tentar reverter esse quadro, o governo tem adotado medidas de ajuste fiscal, como o teto de gastos e a reforma da Previdência. No entanto, essas medidas enfrentam resistências no Congresso e na sociedade, além de serem insuficientes para equilibrar as contas públicas no curto prazo.

    O cenário fiscal também é afetado pela pandemia de Covid-19, que reduziu a arrecadação tributária e aumentou as despesas com saúde e auxílio emergencial. Segundo o Banco Central, o impacto fiscal da pandemia em 2020 foi de R$ 620 bilhões, ou 8,5% do PIB.

    Para este ano, o governo prevê um déficit primário de R$ 247,1 bilhões nas contas públicas. A meta fiscal foi flexibilizada para permitir um maior gasto público diante da crise sanitária e econômica.

    Esse foi o pior resultado para o mês desde 2018, quando o saldo negativo foi de R$ 18,629 bilhões.

    O déficit nas contas públicas é a diferença entre as receitas e as despesas do governo. Quando as despesas superam as receitas, o governo precisa se financiar por meio de emissão de títulos públicos ou aumento da dívida externa.

    Um dos indicadores que mede a capacidade do governo de pagar suas dívidas é a dívida bruta em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Em março, a dívida bruta chegou a 73% do PIB, o maior nível desde outubro de 2020.

    A situação fiscal do país é um dos fatores que afetam a confiança dos investidores e a nota de crédito do Brasil. Um déficit elevado e uma dívida crescente podem comprometer a credibilidade do governo e dificultar o acesso a recursos no mercado financeiro.

    Para tentar reverter esse quadro, o governo tem adotado medidas de ajuste fiscal, como o teto de gastos e a reforma da Previdência. No entanto, essas medidas enfrentam resistências no Congresso e na sociedade, além de serem insuficientes para equilibrar as contas públicas no curto prazo.

    O cenário fiscal também é afetado pela pandemia de Covid-19, que reduziu a arrecadação tributária e aumentou as despesas com saúde e auxílio emergencial. Segundo o Banco Central, o impacto fiscal da pandemia em 2020 foi de R$ 620 bilhões, ou 8,5% do PIB.

    Para este ano, o governo prevê um déficit primário de R$ 247,1 bilhões nas contas públicas. A meta fiscal foi flexibilizada para permitir um maior gasto público diante da crise sanitária e econômica.

  • Receita Federal paga restituições de IRPF de anos anteriores: saiba como consultar

    Receita Federal paga restituições de IRPF de anos anteriores: saiba como consultar

    Se você é um dos 290.934 contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com a Receita Federal, pode ter uma boa notícia nesta sexta-feira (28).

    A Receita está pagando as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de lote residual de anos anteriores, no valor total de mais de R$ 344 milhões. O pagamento será feito na conta bancária indicada na Declaração do Imposto de Renda ou por chave Pix.

    Para saber se você tem direito à restituição, basta acessar o site da Receita, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. Se houver alguma pendência na declaração, você pode corrigi-la e enviar uma declaração retificadora.

    O valor da restituição é atualizado pela taxa Selic a partir do mês seguinte ao prazo final de entrega da declaração até o mês anterior ao pagamento, mais 1% no mês do depósito. Caso o crédito não seja depositado na data, o valor ficará disponível para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

    A Receita está pagando as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de lote residual de anos anteriores, no valor total de mais de R$ 344 milhões. O pagamento será feito na conta bancária indicada na Declaração do Imposto de Renda ou por chave Pix.

    Para saber se você tem direito à restituição, basta acessar o site da Receita, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. Se houver alguma pendência na declaração, você pode corrigi-la e enviar uma declaração retificadora.

    O valor da restituição é atualizado pela taxa Selic a partir do mês seguinte ao prazo final de entrega da declaração até o mês anterior ao pagamento, mais 1% no mês do depósito. Caso o crédito não seja depositado na data, o valor ficará disponível para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

  • Brasil arrecadou mais de R$ 2,8 trilhões em impostos em 2022: saiba o que poderia ser feito com esse dinheiro

    Brasil arrecadou mais de R$ 2,8 trilhões em impostos em 2022: saiba o que poderia ser feito com esse dinheiro

    O Brasil é um dos países que mais cobra impostos de seus cidadãos. Em 2022, os brasileiros pagaram mais de R$ 2,8 trilhões em tributos federais, estaduais e municipais, segundo o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

    Esse valor representa um aumento real de 10,44% em relação ao ano anterior, de acordo com a Receita Federal.

    Mas para onde vai todo esse dinheiro? Segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, os principais gastos públicos em 2022 foram com previdência social (R$ 1 trilhão), saúde (R$ 212 bilhões), educação (R$ 156 bilhões) e defesa (R$ 115 bilhões). No entanto, muitos brasileiros ainda sofrem com a falta de serviços públicos de qualidade, como saúde, educação, segurança e infraestrutura.

    Para se ter uma ideia do que poderia ser feito com o valor arrecadado em impostos em 2022, vamos comparar com alguns dados:

    – Com R$ 2,8 trilhões, seria possível construir cerca de 93 milhões de casas populares de 40 m².

    – Com R$ 2,8 trilhões, seria possível pagar o salário mínimo atual (R$ 1.200) para cerca de 195 milhões de pessoas por um ano.

    – Com R$ 2,8 trilhões, seria possível comprar cerca de 560 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech.

    – Com R$ 2,8 trilhões, seria possível financiar o programa Bolsa Família para cerca de 117 milhões de famílias por um ano.

    Esses são apenas alguns exemplos hipotéticos do que poderia ser feito com o dinheiro dos impostos pagos pelos brasileiros em 2022. É claro que existem outras prioridades e desafios para a gestão pública, como o equilíbrio fiscal, a dívida pública e a reforma tributária. Mas é importante que os cidadãos acompanhem e fiscalizem como os recursos públicos são aplicados e cobrem dos governantes mais transparência e eficiência.

    Esse valor representa um aumento real de 10,44% em relação ao ano anterior, de acordo com a Receita Federal.

    Mas para onde vai todo esse dinheiro? Segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, os principais gastos públicos em 2022 foram com previdência social (R$ 1 trilhão), saúde (R$ 212 bilhões), educação (R$ 156 bilhões) e defesa (R$ 115 bilhões). No entanto, muitos brasileiros ainda sofrem com a falta de serviços públicos de qualidade, como saúde, educação, segurança e infraestrutura.

    Para se ter uma ideia do que poderia ser feito com o valor arrecadado em impostos em 2022, vamos comparar com alguns dados:

    – Com R$ 2,8 trilhões, seria possível construir cerca de 93 milhões de casas populares de 40 m².

    – Com R$ 2,8 trilhões, seria possível pagar o salário mínimo atual (R$ 1.200) para cerca de 195 milhões de pessoas por um ano.

    – Com R$ 2,8 trilhões, seria possível comprar cerca de 560 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech.

    – Com R$ 2,8 trilhões, seria possível financiar o programa Bolsa Família para cerca de 117 milhões de famílias por um ano.

    Esses são apenas alguns exemplos hipotéticos do que poderia ser feito com o dinheiro dos impostos pagos pelos brasileiros em 2022. É claro que existem outras prioridades e desafios para a gestão pública, como o equilíbrio fiscal, a dívida pública e a reforma tributária. Mas é importante que os cidadãos acompanhem e fiscalizem como os recursos públicos são aplicados e cobrem dos governantes mais transparência e eficiência.

  • Como a alta da dívida pública afeta a economia brasileira?

    Como a alta da dívida pública afeta a economia brasileira?

    A dívida pública federal (DPF) subiu 0,63% em março e ficou em R$ 5,89 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Esse é o maior valor da série histórica iniciada em 2004.

    O Tesouro estima que a alta da DPF continue nos próximos meses, devido ao aumento dos gastos públicos para enfrentar a pandemia de Covid-19 e à queda das receitas tributárias.

    A dívida pública é o conjunto de empréstimos contraídos pelo governo para financiar suas atividades. Quando a dívida cresce muito, pode gerar desconfiança dos investidores sobre a capacidade de pagamento do país, elevando os juros e dificultando o acesso ao crédito. Além disso, a dívida consome uma parte importante do orçamento federal com o pagamento de juros e amortizações, reduzindo os recursos disponíveis para investimentos e políticas sociais.

    Para controlar o crescimento da dívida, o governo precisa equilibrar suas contas, aumentando as receitas ou cortando as despesas. No entanto, essas medidas podem ter efeitos negativos sobre a atividade econômica e o bem-estar da população, especialmente em um cenário de crise sanitária e social. Por isso, é importante buscar um ajuste fiscal gradual e sustentável, que preserve os gastos essenciais e estimule a retomada do crescimento.

    O Tesouro estima que a alta da DPF continue nos próximos meses, devido ao aumento dos gastos públicos para enfrentar a pandemia de Covid-19 e à queda das receitas tributárias.

    A dívida pública é o conjunto de empréstimos contraídos pelo governo para financiar suas atividades. Quando a dívida cresce muito, pode gerar desconfiança dos investidores sobre a capacidade de pagamento do país, elevando os juros e dificultando o acesso ao crédito. Além disso, a dívida consome uma parte importante do orçamento federal com o pagamento de juros e amortizações, reduzindo os recursos disponíveis para investimentos e políticas sociais.

    Para controlar o crescimento da dívida, o governo precisa equilibrar suas contas, aumentando as receitas ou cortando as despesas. No entanto, essas medidas podem ter efeitos negativos sobre a atividade econômica e o bem-estar da população, especialmente em um cenário de crise sanitária e social. Por isso, é importante buscar um ajuste fiscal gradual e sustentável, que preserve os gastos essenciais e estimule a retomada do crescimento.

  • Ajuste fiscal: o que é, por que é necessário e como afeta a sua vida

    Ajuste fiscal: o que é, por que é necessário e como afeta a sua vida

    O ajuste fiscal é uma operação para reequilibrar as contas públicas de um país que está gastando mais do que arrecada. Ele envolve um conjunto de medidas que visam tanto o corte de gastos quanto o aumento de receita do governo.

    O objetivo é demonstrar responsabilidade fiscal e recuperar a confiança dos investidores, evitando o aumento da dívida pública e da inflação.

    Mas o que isso tem a ver com você? Bem, o ajuste fiscal pode ter impactos diretos e indiretos na sua vida. Por um lado, ele pode ajudar a melhorar a situação econômica do país, favorecendo o crescimento, o emprego e a renda. Por outro lado, ele pode exigir sacrifícios da população, como aumento de impostos, redução de benefícios sociais e diminuição de investimentos públicos em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

    O ajuste fiscal não é uma medida consensual. Existem diferentes visões sobre a sua eficácia, a sua necessidade e a sua forma de implementação. Alguns defendem que ele é indispensável para evitar uma crise fiscal mais grave e recuperar a credibilidade do país. Outros argumentam que ele é prejudicial para o desenvolvimento social e econômico e que existem alternativas menos dolorosas para equilibrar as contas públicas.

    O Brasil está passando por um processo de ajuste fiscal desde 2023, quando o governo anunciou um conjunto de medidas econômicas para a recuperação fiscal das contas públicas. Entre as ações propostas estão a redução da litigiosidade fiscal, a resolução de distorções tributárias e a avaliação da adequação e eficácia de políticas públicas e contratos administrativos. Além disso, foram feitos ajustes na forma de atuação e na estrutura de órgãos como o Carf, o Coaf e a JEO.

    O ajuste fiscal é um tema complexo e relevante para todos os brasileiros. Por isso, é importante se informar sobre ele e acompanhar os seus desdobramentos. Neste post, nós explicamos em linhas gerais o que é o ajuste fiscal, por que ele é necessário e como ele afeta a sua vida. Se você quiser saber mais sobre esse assunto, confira os links abaixo.

    O objetivo é demonstrar responsabilidade fiscal e recuperar a confiança dos investidores, evitando o aumento da dívida pública e da inflação.

    Mas o que isso tem a ver com você? Bem, o ajuste fiscal pode ter impactos diretos e indiretos na sua vida. Por um lado, ele pode ajudar a melhorar a situação econômica do país, favorecendo o crescimento, o emprego e a renda. Por outro lado, ele pode exigir sacrifícios da população, como aumento de impostos, redução de benefícios sociais e diminuição de investimentos públicos em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

    O ajuste fiscal não é uma medida consensual. Existem diferentes visões sobre a sua eficácia, a sua necessidade e a sua forma de implementação. Alguns defendem que ele é indispensável para evitar uma crise fiscal mais grave e recuperar a credibilidade do país. Outros argumentam que ele é prejudicial para o desenvolvimento social e econômico e que existem alternativas menos dolorosas para equilibrar as contas públicas.

    O Brasil está passando por um processo de ajuste fiscal desde 2023, quando o governo anunciou um conjunto de medidas econômicas para a recuperação fiscal das contas públicas. Entre as ações propostas estão a redução da litigiosidade fiscal, a resolução de distorções tributárias e a avaliação da adequação e eficácia de políticas públicas e contratos administrativos. Além disso, foram feitos ajustes na forma de atuação e na estrutura de órgãos como o Carf, o Coaf e a JEO.

    O ajuste fiscal é um tema complexo e relevante para todos os brasileiros. Por isso, é importante se informar sobre ele e acompanhar os seus desdobramentos. Neste post, nós explicamos em linhas gerais o que é o ajuste fiscal, por que ele é necessário e como ele afeta a sua vida. Se você quiser saber mais sobre esse assunto, confira os links abaixo.

  • Pix cresce em popularidade e bate recorde de transações em março

    Pix cresce em popularidade e bate recorde de transações em março

    Segundo dados do BC, em março deste ano, as transações de pessoas físicas para empresas representaram 27% do total de operações realizadas pelo Pix, o maior percentual desde o lançamento do sistema em novembro de 2020.

    Isso significa que o Pix está sendo usado não apenas para transferir dinheiro entre pessoas, mas também para fazer compras e pagar contas de forma rápida e segura. Em março, foram registradas 683,75 milhões de transações desse tipo, movimentando R$ 423,27 bilhões.

    O uso total do Pix também bateu recorde em março, superando pela primeira vez a marca de 3 bilhões de transações mensais. O valor movimentado também foi recorde, com R$ 1,28 trilhão transferidos no mês passado.

    O Pix é uma alternativa aos meios tradicionais de pagamento, como boleto, TED e DOC. Com ele, é possível enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, a qualquer hora do dia ou da noite, todos os dias da semana, inclusive feriados. Além disso, o Pix é gratuito para pessoas físicas e tem custos reduzidos para empresas.

    Para usar o Pix, basta ter uma conta em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o CPF, o CNPJ, o e-mail, o número de celular ou um código aleatório. Depois, é só informar a chave Pix do destinatário ou ler um QR Code para fazer a transação.

    O Pix é uma inovação que veio para facilitar a vida dos brasileiros e estimular a competição e a inclusão financeira no país. Se você ainda não usa o Pix, aproveite para conhecer os benefícios desse sistema e experimente essa nova forma de pagar e receber.

    Isso significa que o Pix está sendo usado não apenas para transferir dinheiro entre pessoas, mas também para fazer compras e pagar contas de forma rápida e segura. Em março, foram registradas 683,75 milhões de transações desse tipo, movimentando R$ 423,27 bilhões.

    O uso total do Pix também bateu recorde em março, superando pela primeira vez a marca de 3 bilhões de transações mensais. O valor movimentado também foi recorde, com R$ 1,28 trilhão transferidos no mês passado.

    O Pix é uma alternativa aos meios tradicionais de pagamento, como boleto, TED e DOC. Com ele, é possível enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, a qualquer hora do dia ou da noite, todos os dias da semana, inclusive feriados. Além disso, o Pix é gratuito para pessoas físicas e tem custos reduzidos para empresas.

    Para usar o Pix, basta ter uma conta em uma instituição financeira participante e cadastrar uma chave Pix, que pode ser o CPF, o CNPJ, o e-mail, o número de celular ou um código aleatório. Depois, é só informar a chave Pix do destinatário ou ler um QR Code para fazer a transação.

    O Pix é uma inovação que veio para facilitar a vida dos brasileiros e estimular a competição e a inclusão financeira no país. Se você ainda não usa o Pix, aproveite para conhecer os benefícios desse sistema e experimente essa nova forma de pagar e receber.