Categoria: Economia

  • A importância da Lei de Acesso à Informação para fiscalizar os gastos políticos

    A importância da Lei de Acesso à Informação para fiscalizar os gastos políticos

    A LAI – Lei de Acesso à Informação é um instrumento que garante o direito de qualquer pessoa solicitar e receber informações públicas dos órgãos e entidades do Estado.

    A Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei nº 12.527/2011, regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas produzidas ou custodiadas pelos órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluindo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o Ministério Público e os Tribunais de Conta. A LAI também se aplica às entidades privadas sem fins lucrativos que recebam recursos públicos.

    A LAI é um instrumento que permite ao cidadão exercer o controle social sobre a gestão pública, fiscalizando o uso dos recursos públicos e a atuação dos agentes políticos. Por meio da LAI, é possível solicitar informações sobre os gastos públicos com obras, serviços, salários, diárias, viagens, licitações, contratos, convênios, entre outros. Essas informações devem ser fornecidas de forma clara, objetiva e transparente, respeitando-se o prazo legal de 20 dias, prorrogável por mais 10 dias.

    A LAI também estabelece que as informações públicas devem ser divulgadas proativamente pelos órgãos e entidades públicos, por meio de portais na internet ou outros meios de comunicação. Essa divulgação deve abranger, no mínimo, as informações exigidas pelo art. 8º da LAI, que incluem as competências, estrutura organizacional, endereços e telefones das unidades e horários de atendimento ao público; os registros de quaisquer repasses ou transferências de recursos financeiros; os registros das despesas; as informações sobre licitações, contratos, convênios e parcerias; entre outras.

    A importância da LAI para fiscalizar os gastos políticos é evidente em um cenário de crise econômica e social, agravada pela pandemia da Covid-19. A transparência e o acesso à informação são fundamentais para garantir a eficiência, a eficácia e a efetividade das políticas públicas, bem como para prevenir e combater a corrupção e o desperdício de recursos públicos. A LAI é um direito de todos e um dever do Estado.

    A Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei nº 12.527/2011, regulamenta o direito constitucional de acesso às informações públicas produzidas ou custodiadas pelos órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluindo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o Ministério Público e os Tribunais de Conta. A LAI também se aplica às entidades privadas sem fins lucrativos que recebam recursos públicos.

    A LAI é um instrumento que permite ao cidadão exercer o controle social sobre a gestão pública, fiscalizando o uso dos recursos públicos e a atuação dos agentes políticos. Por meio da LAI, é possível solicitar informações sobre os gastos públicos com obras, serviços, salários, diárias, viagens, licitações, contratos, convênios, entre outros. Essas informações devem ser fornecidas de forma clara, objetiva e transparente, respeitando-se o prazo legal de 20 dias, prorrogável por mais 10 dias.

    A LAI também estabelece que as informações públicas devem ser divulgadas proativamente pelos órgãos e entidades públicos, por meio de portais na internet ou outros meios de comunicação. Essa divulgação deve abranger, no mínimo, as informações exigidas pelo art. 8º da LAI, que incluem as competências, estrutura organizacional, endereços e telefones das unidades e horários de atendimento ao público; os registros de quaisquer repasses ou transferências de recursos financeiros; os registros das despesas; as informações sobre licitações, contratos, convênios e parcerias; entre outras.

    A importância da LAI para fiscalizar os gastos políticos é evidente em um cenário de crise econômica e social, agravada pela pandemia da Covid-19. A transparência e o acesso à informação são fundamentais para garantir a eficiência, a eficácia e a efetividade das políticas públicas, bem como para prevenir e combater a corrupção e o desperdício de recursos públicos. A LAI é um direito de todos e um dever do Estado.

  • Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril

    Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril

    O custo da cesta básica aumentou em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de abril.

    Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), a cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que custou R$ 639,47 em abril, um aumento de 1,68% em relação a março.

    As outras capitais que registraram alta nos preços foram: Belém (3,28%), Fortaleza (2,75%), Salvador (2,72%), Brasília (2,58%), Rio de Janeiro (2,46%), Curitiba (1,86%), Aracaju (1,63%), Florianópolis (1,62%), Recife (1,61%), Porto Alegre (1,04%), Vitória (0,99%) e Natal (0,48%).

    As únicas capitais que tiveram queda nos preços foram Campo Grande (-1,92%), Goiânia (-0,99%) e Belo Horizonte (-0,45%).

    O Dieese calcula o valor da cesta básica com base na quantidade de alimentos essenciais que uma pessoa adulta precisa para se alimentar durante um mês. Esses alimentos são: arroz, feijão, carne bovina, leite integral, farinha de trigo, pão francês, banana-prata, tomate, óleo de soja, açúcar e café em pó.

    Entre os produtos que mais influenciaram a alta da cesta básica em abril estão o óleo de soja, o tomate e a carne bovina. Por outro lado, o arroz e o feijão tiveram redução de preço na maioria das capitais.

    O Dieese também calcula o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas se manter. Em abril, esse valor foi estimado em R$ 5.330,69, o que corresponde a 4,85 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.100.

    Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), a cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que custou R$ 639,47 em abril, um aumento de 1,68% em relação a março.

    As outras capitais que registraram alta nos preços foram: Belém (3,28%), Fortaleza (2,75%), Salvador (2,72%), Brasília (2,58%), Rio de Janeiro (2,46%), Curitiba (1,86%), Aracaju (1,63%), Florianópolis (1,62%), Recife (1,61%), Porto Alegre (1,04%), Vitória (0,99%) e Natal (0,48%).

    As únicas capitais que tiveram queda nos preços foram Campo Grande (-1,92%), Goiânia (-0,99%) e Belo Horizonte (-0,45%).

    O Dieese calcula o valor da cesta básica com base na quantidade de alimentos essenciais que uma pessoa adulta precisa para se alimentar durante um mês. Esses alimentos são: arroz, feijão, carne bovina, leite integral, farinha de trigo, pão francês, banana-prata, tomate, óleo de soja, açúcar e café em pó.

    Entre os produtos que mais influenciaram a alta da cesta básica em abril estão o óleo de soja, o tomate e a carne bovina. Por outro lado, o arroz e o feijão tiveram redução de preço na maioria das capitais.

    O Dieese também calcula o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas se manter. Em abril, esse valor foi estimado em R$ 5.330,69, o que corresponde a 4,85 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.100.

  • Petrobras investe em diesel renovável e reduz emissões de gases

    Petrobras investe em diesel renovável e reduz emissões de gases

    A Petrobras está apostando na produção de diesel com conteúdo renovável, o chamado Diesel R, que é uma mistura de derivados de petróleo com óleos vegetais.

    Esse combustível é uma alternativa sustentável no ciclo diesel, pois reduz as emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 60% em comparação com o diesel mineral.

    Em abril, a estatal produziu 5,8 milhões de litros de Diesel R, o primeiro produto lançado no âmbito do Programa de BioRefino da empresa, que visa se inserir na transição energética global. O programa projeta chegar em 2027 com a produção de 10,6 bilhões de litros por ano, com investimento previsto de US$ 600 milhões.

    O Diesel R está sendo produzido na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, que tem capacidade instalada para processar até 1,6 bilhão de litros por ano. A Petrobras pretende ampliar a capacidade da Repar e iniciar a produção do biocombustível em outras refinarias, como a de Cubatão (SP), Paulínia (SP), Duque de Caxias (RJ) e Capuava (SP).

    Além do Diesel R, a Petrobras também planeja implantar uma unidade dedicada à produção de querosene de aviação e diesel 100% renováveis na Refinaria de Cubatão. Esses produtos também contribuem para a redução das emissões de CO2 e podem ser usados sem adaptações nos motores dos veículos e das aeronaves.

    A Petrobras foi a primeira empresa no Brasil a desenvolver tecnologia própria de coprocessamento, que consiste em processar conjuntamente derivados de petróleo com matérias-primas vegetais. A empresa patenteou a tecnologia e se tornou referência no segmento.

    O diesel renovável é uma tendência mundial e já é produzido por outras empresas, como a Refinaria de Mataripe, na Bahia, que foi vendida pela Petrobras no final de 2021. A refinaria anunciou que vai investir R$ 12 bilhões nos próximos dez anos na produção de diesel verde e querosene de aviação sustentável 100% renováveis.

    Esse combustível é uma alternativa sustentável no ciclo diesel, pois reduz as emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 60% em comparação com o diesel mineral.

    Em abril, a estatal produziu 5,8 milhões de litros de Diesel R, o primeiro produto lançado no âmbito do Programa de BioRefino da empresa, que visa se inserir na transição energética global. O programa projeta chegar em 2027 com a produção de 10,6 bilhões de litros por ano, com investimento previsto de US$ 600 milhões.

    O Diesel R está sendo produzido na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, que tem capacidade instalada para processar até 1,6 bilhão de litros por ano. A Petrobras pretende ampliar a capacidade da Repar e iniciar a produção do biocombustível em outras refinarias, como a de Cubatão (SP), Paulínia (SP), Duque de Caxias (RJ) e Capuava (SP).

    Além do Diesel R, a Petrobras também planeja implantar uma unidade dedicada à produção de querosene de aviação e diesel 100% renováveis na Refinaria de Cubatão. Esses produtos também contribuem para a redução das emissões de CO2 e podem ser usados sem adaptações nos motores dos veículos e das aeronaves.

    A Petrobras foi a primeira empresa no Brasil a desenvolver tecnologia própria de coprocessamento, que consiste em processar conjuntamente derivados de petróleo com matérias-primas vegetais. A empresa patenteou a tecnologia e se tornou referência no segmento.

    O diesel renovável é uma tendência mundial e já é produzido por outras empresas, como a Refinaria de Mataripe, na Bahia, que foi vendida pela Petrobras no final de 2021. A refinaria anunciou que vai investir R$ 12 bilhões nos próximos dez anos na produção de diesel verde e querosene de aviação sustentável 100% renováveis.

  • Como Lula pretende usar o dinheiro dos brasileiros para ajudar a Argentina

    Como Lula pretende usar o dinheiro dos brasileiros para ajudar a Argentina

    A Argentina está passando por uma grave crise econômica e social, com alta inflação, baixo crescimento e dificuldades para pagar sua dívida externa.

    O presidente argentino, Alberto Fernández, veio ao Brasil nesta terça-feira (2) para pedir ajuda ao seu amigo e aliado político, Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em declaração conjunta após a reunião bilateral, Lula afirmou que fará “todo sacrifício” para ajudar o país vizinho. Segundo ele, isso inclui buscar uma solução para financiar os empresários brasileiros que exportam para a Argentina e iniciar conversas com o Brics (grupo de países emergentes formado por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) para socorrer a economia argentina.

    Lula também disse que pretende conversar com o FMI (Fundo Monetário Internacional) para “tirar a faca do pescoço da Argentina”, que tem uma dívida de US$ 45 bilhões com o organismo. Além disso, ele prometeu apoiar a exportação de gás de xisto de Vaca Muerta para o Brasil, através de um financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    As promessas de Lula geraram críticas de setores da oposição e da sociedade civil, que questionam se o presidente brasileiro está mais preocupado em acabar com a fome no Brasil ou em ajudar o exterior. Alguns analistas também alertam para os riscos de aumentar a dependência da Argentina em relação ao Brasil e de comprometer os recursos públicos brasileiros com projetos duvidosos ou inviáveis.

    O presidente argentino, Alberto Fernández, veio ao Brasil nesta terça-feira (2) para pedir ajuda ao seu amigo e aliado político, Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em declaração conjunta após a reunião bilateral, Lula afirmou que fará “todo sacrifício” para ajudar o país vizinho. Segundo ele, isso inclui buscar uma solução para financiar os empresários brasileiros que exportam para a Argentina e iniciar conversas com o Brics (grupo de países emergentes formado por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) para socorrer a economia argentina.

    Lula também disse que pretende conversar com o FMI (Fundo Monetário Internacional) para “tirar a faca do pescoço da Argentina”, que tem uma dívida de US$ 45 bilhões com o organismo. Além disso, ele prometeu apoiar a exportação de gás de xisto de Vaca Muerta para o Brasil, através de um financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    As promessas de Lula geraram críticas de setores da oposição e da sociedade civil, que questionam se o presidente brasileiro está mais preocupado em acabar com a fome no Brasil ou em ajudar o exterior. Alguns analistas também alertam para os riscos de aumentar a dependência da Argentina em relação ao Brasil e de comprometer os recursos públicos brasileiros com projetos duvidosos ou inviáveis.

  • Concessionários Peugeot-Citroën reclamam de carros defeituosos e ameaçam processar a Stellantis

    Concessionários Peugeot-Citroën reclamam de carros defeituosos e ameaçam processar a Stellantis

    A relação entre os concessionários brasileiros das marcas Peugeot e Citroën e a Stellantis, grupo controlador das duas empresas, está estremecida. 

    Segundo uma reportagem do UOL, as associações de concessionários enviaram uma carta à Stellantis alegando que os carros das marcas sofrem com falta de qualidade e de peças de reposição.

    Os concessionários afirmam que os problemas já foram apontados às marcas presencialmente e/ou de forma escrita, mas continuam afastando os clientes das lojas. Eles também reclamam do adiamento do lançamento do Citroën C3, que seria um dos principais atrativos para o mercado.

    Além disso, eles criticam a falta de resposta aos consumidores em canais como o Reclame Aqui e as redes sociais das marcas, onde há inúmeros comentários de clientes insatisfeitos com os veículos. Eles dizem que a insatisfação dos clientes tem gerado ações judiciais contra as concessionárias e prejudicado os bônus atrelados às pesquisas de qualidade.

    Os concessionários pedem que a Stellantis resolva urgentemente os problemas de peças e de qualidade dos carros, assuma a responsabilidade por falhas e/ou defeitos de fabricação e se abstenha de notificar as concessionárias por má gestão ou baixo índice em pesquisas de qualidade.

    A Stellantis, por sua vez, afirma que detém os mais rígidos testes de qualidade, alinhados com as melhores práticas globais e que inconvenientes pontuais de abastecimento de peças são tratados e corrigidos com a maior velocidade possível.

    Segundo uma reportagem do UOL, as associações de concessionários enviaram uma carta à Stellantis alegando que os carros das marcas sofrem com falta de qualidade e de peças de reposição.

    Os concessionários afirmam que os problemas já foram apontados às marcas presencialmente e/ou de forma escrita, mas continuam afastando os clientes das lojas. Eles também reclamam do adiamento do lançamento do Citroën C3, que seria um dos principais atrativos para o mercado.

    Além disso, eles criticam a falta de resposta aos consumidores em canais como o Reclame Aqui e as redes sociais das marcas, onde há inúmeros comentários de clientes insatisfeitos com os veículos. Eles dizem que a insatisfação dos clientes tem gerado ações judiciais contra as concessionárias e prejudicado os bônus atrelados às pesquisas de qualidade.

    Os concessionários pedem que a Stellantis resolva urgentemente os problemas de peças e de qualidade dos carros, assuma a responsabilidade por falhas e/ou defeitos de fabricação e se abstenha de notificar as concessionárias por má gestão ou baixo índice em pesquisas de qualidade.

    A Stellantis, por sua vez, afirma que detém os mais rígidos testes de qualidade, alinhados com as melhores práticas globais e que inconvenientes pontuais de abastecimento de peças são tratados e corrigidos com a maior velocidade possível.

  • Lula se hospeda em hotel de luxo em Londres para coroação de Charles III

    Lula se hospeda em hotel de luxo em Londres para coroação de Charles III

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em Londres para participar da coroação do rei Charles III do Reino Unido, que será realizada neste sábado (6) na Abadia de Westminster.

    Lula desembarcou na capital inglesa nesta sexta-feira (5) e à tarde se reúne com o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak.

    Para a sua estadia na cidade, Lula escolheu um hotel de luxo situado em Park Lane, na área de Mayfair. Trata-se do JW Marriott Grosvenor House London, um dos mais tradicionais e prestigiados hotéis da cidade, inaugurado em 1929 e frequentado pela realeza e por celebridades.

    O hotel oferece quartos espaçosos e elegantes, com vista para o Hyde Park, um dos principais parques de Londres. Os hóspedes podem desfrutar de um centro de fitness, um bar de coquetéis e um restaurante que serve cortes de carne grelhada e frutos do mar frescos. O hotel também conta com 31 salas de reuniões e acesso Wi-Fi gratuito nas áreas públicas.

    De acordo com o site Booking.com, o preço médio de uma diária no JW Marriott Grosvenor House London é de R$ 95 mil para um quarto duplo. No entanto, o valor pode variar de acordo com a época do ano, a disponibilidade e o tipo de acomodação.

    Um andar inteiro foi reservado para a comitiva brasileira. O Governo Federal não informou quem será responsável pelo pagamento da hospedagem.

    Lula desembarcou na capital inglesa nesta sexta-feira (5) e à tarde se reúne com o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak.

    Para a sua estadia na cidade, Lula escolheu um hotel de luxo situado em Park Lane, na área de Mayfair. Trata-se do JW Marriott Grosvenor House London, um dos mais tradicionais e prestigiados hotéis da cidade, inaugurado em 1929 e frequentado pela realeza e por celebridades.

    O hotel oferece quartos espaçosos e elegantes, com vista para o Hyde Park, um dos principais parques de Londres. Os hóspedes podem desfrutar de um centro de fitness, um bar de coquetéis e um restaurante que serve cortes de carne grelhada e frutos do mar frescos. O hotel também conta com 31 salas de reuniões e acesso Wi-Fi gratuito nas áreas públicas.

    De acordo com o site Booking.com, o preço médio de uma diária no JW Marriott Grosvenor House London é de R$ 95 mil para um quarto duplo. No entanto, o valor pode variar de acordo com a época do ano, a disponibilidade e o tipo de acomodação.

    Um andar inteiro foi reservado para a comitiva brasileira. O Governo Federal não informou quem será responsável pelo pagamento da hospedagem.

  • Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (5) que a reforma tributária em discussão no Congresso pode permitir um aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 4 mil em 2025.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

  • Heineken anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão em fábrica sustentável em Pernambuco

    Heineken anuncia investimento de R$ 1,2 bilhão em fábrica sustentável em Pernambuco

    A Heineken, segunda maior fabricante de cerveja do Brasil, anunciou que vai investir R$ 1,2 bilhão na sua fábrica em Igarassu, Pernambuco.

    O objetivo é desenvolver ações sustentáveis na unidade, que deve gerar 1 mil novos empregos.

    A fábrica de Igarassu é uma das 15 que a empresa possui no país e foi inaugurada em 2019. Segundo o comunicado do governo estadual, o investimento vai permitir a ampliação da capacidade produtiva e a implantação de projetos de eficiência energética e hídrica.

    A Heineken vem registrando um bom desempenho no mercado brasileiro, com crescimento acima da média e aumento de preços. No primeiro trimestre de 2023, a receita líquida da companhia nas Américas subiu 24% em relação ao mesmo período de 2022, impulsionada pelo Brasil e pelo México.

    O investimento em Pernambuco faz parte da estratégia da Heineken de reforçar sua presença no Nordeste, uma região com grande potencial de consumo e concorrência acirrada. A empresa também busca se posicionar como uma referência em sustentabilidade, alinhada aos objetivos globais de redução de emissões e uso de energia renovável.

    O objetivo é desenvolver ações sustentáveis na unidade, que deve gerar 1 mil novos empregos.

    A fábrica de Igarassu é uma das 15 que a empresa possui no país e foi inaugurada em 2019. Segundo o comunicado do governo estadual, o investimento vai permitir a ampliação da capacidade produtiva e a implantação de projetos de eficiência energética e hídrica.

    A Heineken vem registrando um bom desempenho no mercado brasileiro, com crescimento acima da média e aumento de preços. No primeiro trimestre de 2023, a receita líquida da companhia nas Américas subiu 24% em relação ao mesmo período de 2022, impulsionada pelo Brasil e pelo México.

    O investimento em Pernambuco faz parte da estratégia da Heineken de reforçar sua presença no Nordeste, uma região com grande potencial de consumo e concorrência acirrada. A empresa também busca se posicionar como uma referência em sustentabilidade, alinhada aos objetivos globais de redução de emissões e uso de energia renovável.

  • Endividamento das famílias brasileiras se mantém alto, aponta CNC

    Endividamento das famílias brasileiras se mantém alto, aponta CNC

    O endividamento das famílias brasileiras continua em um patamar elevado, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 78,3% das famílias tinham algum tipo de dívida em abril de 2023, o mesmo percentual registrado em março. Em relação a abril de 2022, houve um aumento de 1,8 ponto percentual.

    A pesquisa considera como dívidas as despesas declaradas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa, ainda que estejam em dia. O cartão de crédito foi o principal tipo de dívida para 81% das famílias endividadas, seguido por carnês (16%) e financiamento de carro (10%).

    O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também se manteve estável em 25% na comparação mensal. Já na comparação anual, houve uma queda de 0,9 ponto percentual. Entre as famílias com contas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 63 dias.

    A pesquisa também mostrou que o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes aumentou na comparação mensal, passando de 10% em março para 10,4% em abril. Em relação a abril do ano passado, houve uma redução de 0,2 ponto percentual.

    Para a CNC, os resultados da pesquisa refletem os efeitos da pandemia da covid-19 sobre a renda das famílias e o mercado de trabalho. A entidade defende a aceleração da vacinação e a adoção de medidas que facilitem o acesso ao crédito como formas de amenizar o endividamento e estimular o consumo.

    De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 78,3% das famílias tinham algum tipo de dívida em abril de 2023, o mesmo percentual registrado em março. Em relação a abril de 2022, houve um aumento de 1,8 ponto percentual.

    A pesquisa considera como dívidas as despesas declaradas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa, ainda que estejam em dia. O cartão de crédito foi o principal tipo de dívida para 81% das famílias endividadas, seguido por carnês (16%) e financiamento de carro (10%).

    O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também se manteve estável em 25% na comparação mensal. Já na comparação anual, houve uma queda de 0,9 ponto percentual. Entre as famílias com contas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 63 dias.

    A pesquisa também mostrou que o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes aumentou na comparação mensal, passando de 10% em março para 10,4% em abril. Em relação a abril do ano passado, houve uma redução de 0,2 ponto percentual.

    Para a CNC, os resultados da pesquisa refletem os efeitos da pandemia da covid-19 sobre a renda das famílias e o mercado de trabalho. A entidade defende a aceleração da vacinação e a adoção de medidas que facilitem o acesso ao crédito como formas de amenizar o endividamento e estimular o consumo.

  • O que é o Conselhão de Lula e quais empresários e influenciadores participam?

    O que é o Conselhão de Lula e quais empresários e influenciadores participam?

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recriou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o chamado “Conselhão”, que havia sido extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    O órgão tem como objetivo auxiliar o governo na formulação e análise de políticas públicas para o desenvolvimento do país.

    O Conselhão foi criado por Lula em 2003, em seu primeiro mandato, e era composto por dezenas de empresários e representantes de outros setores da sociedade. O grupo se reunia periodicamente com o presidente da República para discutir temas relevantes para a economia e o bem-estar social. Na era Lula, o Conselhão foi responsável pela elaboração de medidas importantes para que a crise econômica mundial de 2008 não atingisse o país.

    De acordo com o decreto publicado em março deste ano, o Conselhão será integrado pelo presidente da República, que também o presidirá, pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e por cidadãos brasileiros “de ilibada conduta e reconhecida liderança e representatividade”. Os representantes dos diversos setores serão escolhidos por Lula para um período inicial de dois anos, podendo ser reconduzidos.

    A previsão é de que o colegiado seja reinstalado em abril, por ocasião dos 100 dias do terceiro mandato de Lula. Entre os nomes já convidados para integrar o Conselhão estão: Neca Setúbal, socióloga e herdeira do grupo Itaú; Cristina Junqueira, dirigente do Nubank; Leila Pereira, empresária e presidente do Palmeiras; Luiza Trajano, empresária e fundadora do Magazine Luiza; Glauco Humai, presidente da Associação de Shopping Centers; José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares; entre outros.

    O órgão tem como objetivo auxiliar o governo na formulação e análise de políticas públicas para o desenvolvimento do país.

    O Conselhão foi criado por Lula em 2003, em seu primeiro mandato, e era composto por dezenas de empresários e representantes de outros setores da sociedade. O grupo se reunia periodicamente com o presidente da República para discutir temas relevantes para a economia e o bem-estar social. Na era Lula, o Conselhão foi responsável pela elaboração de medidas importantes para que a crise econômica mundial de 2008 não atingisse o país.

    De acordo com o decreto publicado em março deste ano, o Conselhão será integrado pelo presidente da República, que também o presidirá, pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e por cidadãos brasileiros “de ilibada conduta e reconhecida liderança e representatividade”. Os representantes dos diversos setores serão escolhidos por Lula para um período inicial de dois anos, podendo ser reconduzidos.

    A previsão é de que o colegiado seja reinstalado em abril, por ocasião dos 100 dias do terceiro mandato de Lula. Entre os nomes já convidados para integrar o Conselhão estão: Neca Setúbal, socióloga e herdeira do grupo Itaú; Cristina Junqueira, dirigente do Nubank; Leila Pereira, empresária e presidente do Palmeiras; Luiza Trajano, empresária e fundadora do Magazine Luiza; Glauco Humai, presidente da Associação de Shopping Centers; José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC); José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares; entre outros.