Categoria: Tecnologia

  • Como o PL 2630 pode afetar a publicidade digital no Brasil

    Como o PL 2630 pode afetar a publicidade digital no Brasil

    O Projeto de Lei 2630/2020, também conhecido como Lei das Fake News, é uma proposta que visa regulamentar as redes sociais e os serviços de mensagens privadas, estabelecendo normas de transparência e responsabilidade para o combate à desinformação e ao aumento da transparência na internet.

    O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

    Embora o objetivo do projeto seja nobre, ele pode trazer consequências negativas e indesejadas para a publicidade digital e para as empresas que dependem dela para divulgar seus produtos e serviços. Segundo especialistas do setor, o PL 2630 pode impactar a internet que conhecemos de três maneiras principais:

    – Obrigar a divulgação de informações estratégicas que poderiam ser usadas por pessoas mal-intencionadas para manipular os sistemas de busca e de recomendação de conteúdo, prejudicando a qualidade e a segurança dos resultados e favorecendo a disseminação de conteúdo falso ou de baixa qualidade;

    – Exigir o rastreamento dos usuários e das mensagens trocadas em plataformas privadas, violando o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais, além de aumentar os custos operacionais e os riscos jurídicos para as empresas que oferecem esses serviços;

    – Impor restrições à publicidade digital, limitando as possibilidades de segmentação e personalização dos anúncios, reduzindo a eficiência e a competitividade das campanhas e afetando negativamente o retorno sobre o investimento dos anunciantes.

    Diante desses desafios, é importante que o Congresso Nacional promova um debate amplo e democrático sobre o tema, ouvindo os diversos atores envolvidos na publicidade digital, como empresas, agências, veículos, criadores de conteúdo e consumidores. A publicidade digital é um setor dinâmico e inovador, que contribui para o desenvolvimento econômico e social do país, gerando empregos, renda e oportunidades. Por isso, é fundamental que qualquer regulamentação seja feita com base em evidências, equilíbrio e respeito aos direitos fundamentais.

    O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

    Embora o objetivo do projeto seja nobre, ele pode trazer consequências negativas e indesejadas para a publicidade digital e para as empresas que dependem dela para divulgar seus produtos e serviços. Segundo especialistas do setor, o PL 2630 pode impactar a internet que conhecemos de três maneiras principais:

    – Obrigar a divulgação de informações estratégicas que poderiam ser usadas por pessoas mal-intencionadas para manipular os sistemas de busca e de recomendação de conteúdo, prejudicando a qualidade e a segurança dos resultados e favorecendo a disseminação de conteúdo falso ou de baixa qualidade;

    – Exigir o rastreamento dos usuários e das mensagens trocadas em plataformas privadas, violando o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais, além de aumentar os custos operacionais e os riscos jurídicos para as empresas que oferecem esses serviços;

    – Impor restrições à publicidade digital, limitando as possibilidades de segmentação e personalização dos anúncios, reduzindo a eficiência e a competitividade das campanhas e afetando negativamente o retorno sobre o investimento dos anunciantes.

    Diante desses desafios, é importante que o Congresso Nacional promova um debate amplo e democrático sobre o tema, ouvindo os diversos atores envolvidos na publicidade digital, como empresas, agências, veículos, criadores de conteúdo e consumidores. A publicidade digital é um setor dinâmico e inovador, que contribui para o desenvolvimento econômico e social do país, gerando empregos, renda e oportunidades. Por isso, é fundamental que qualquer regulamentação seja feita com base em evidências, equilíbrio e respeito aos direitos fundamentais.

  • Como o PL das Fake News pode blindar os parlamentares na internet?

    Como o PL das Fake News pode blindar os parlamentares na internet?

    O Projeto de Lei n° 2630, de 2020, também conhecido como Lei das Fake News, é uma proposta que visa regulamentar as redes sociais e os serviços de mensagens privadas, estabelecendo normas de transparência e responsabilidade para o combate à desinformação e ao aumento da transparência na internet.

    O PL foi aprovado pelo Senado Federal em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados, onde recebeu urgência para votação em abril de 2023.

    Um dos pontos mais polêmicos do PL é o que diz respeito à imunidade parlamentar, ou seja, a garantia constitucional de que os parlamentares não podem ser processados ou presos por suas opiniões, palavras e votos. O texto original do PL previa que as plataformas deveriam suspender ou excluir conteúdos considerados falsos ou enganosos, independentemente da origem ou da autoria, o que poderia atingir também os parlamentares. No entanto, o relator do PL na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), apresentou um substitutivo que exclui os parlamentares dessa regra, mantendo a imunidade parlamentar para as manifestações nas redes sociais.

    Essa mudança gerou críticas de alguns setores da sociedade civil e de especialistas em direito digital, que alegam que o PL pode criar uma espécie de “casta privilegiada” na internet, que poderia disseminar conteúdos falsos ou ofensivos sem sofrer as consequências. Por outro lado, alguns parlamentares defendem que a imunidade é uma garantia da liberdade de expressão e da independência do Poder Legislativo.

    O debate sobre o PL das Fake News ainda está longe de terminar e envolve questões complexas e sensíveis sobre os limites e os direitos dos usuários da internet. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a proteção da democracia e da informação verídica e a preservação da liberdade de manifestação e da diversidade de opiniões.

    O PL foi aprovado pelo Senado Federal em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados, onde recebeu urgência para votação em abril de 2023.

    Um dos pontos mais polêmicos do PL é o que diz respeito à imunidade parlamentar, ou seja, a garantia constitucional de que os parlamentares não podem ser processados ou presos por suas opiniões, palavras e votos. O texto original do PL previa que as plataformas deveriam suspender ou excluir conteúdos considerados falsos ou enganosos, independentemente da origem ou da autoria, o que poderia atingir também os parlamentares. No entanto, o relator do PL na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), apresentou um substitutivo que exclui os parlamentares dessa regra, mantendo a imunidade parlamentar para as manifestações nas redes sociais.

    Essa mudança gerou críticas de alguns setores da sociedade civil e de especialistas em direito digital, que alegam que o PL pode criar uma espécie de “casta privilegiada” na internet, que poderia disseminar conteúdos falsos ou ofensivos sem sofrer as consequências. Por outro lado, alguns parlamentares defendem que a imunidade é uma garantia da liberdade de expressão e da independência do Poder Legislativo.

    O debate sobre o PL das Fake News ainda está longe de terminar e envolve questões complexas e sensíveis sobre os limites e os direitos dos usuários da internet. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a proteção da democracia e da informação verídica e a preservação da liberdade de manifestação e da diversidade de opiniões.

  • O que você precisa saber sobre o PL das Fake News

    O que você precisa saber sobre o PL das Fake News

    O PL das Fake News (PL 2630/2020) é um projeto de lei que visa estabelecer normas para a transparência e a responsabilidade das plataformas de redes sociais e de serviços de mensagens privadas na internet.

    O objetivo é combater a desinformação e a incitação à violência que podem afetar a democracia e os direitos humanos.

    O projeto foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (CIDADANIA-SE) em maio de 2020 e aprovado pelo Senado em junho do mesmo ano. Desde então, ele tramita na Câmara dos Deputados, onde recebeu uma nova versão do relator Orlando Silva (PCdoB-SP) em março de 2021. Um requerimento de urgência para votar o projeto no plenário foi rejeitado em abril de 2021, mas um novo requerimento deve ser apreciado em breve.

    O PL das Fake News tem gerado polêmica e debate entre diferentes setores da sociedade. Alguns defendem que ele é necessário para garantir a liberdade de expressão e o direito à informação verídica e plural. Outros criticam que ele pode representar uma ameaça à privacidade e à autonomia dos usuários e das plataformas na internet.

    Entre as principais medidas previstas no projeto estão:

    – A exigência de que as plataformas adotem políticas de moderação de conteúdo que respeitem os princípios constitucionais e os direitos humanos;

    – A obrigatoriedade de que as plataformas identifiquem e rotulem conteúdos patrocinados, impulsionados ou produzidos por robôs;

    – A proibição de que as plataformas excluam ou limitem o alcance de conteúdos sem justa causa ou sem informar os motivos aos usuários;

    – A criação de mecanismos para que os usuários possam recorrer das decisões das plataformas sobre a remoção ou a redução de visibilidade de conteúdos;

    – A determinação de que as plataformas mantenham registros dos conteúdos removidos ou rotulados por violarem as regras da plataforma ou a legislação brasileira;

    – A previsão de sanções administrativas para as plataformas que descumprirem a lei, que podem variar desde advertência até multa de até 10% do faturamento no Brasil.

    O projeto também estabelece regras específicas para os serviços de mensagens privadas, como o WhatsApp e o Telegram. Entre elas estão:

    – A limitação do número de encaminhamentos de uma mesma mensagem para até cinco usuários ou grupos por vez;

    – A limitação do número de membros em um grupo para até 256 pessoas;

    – A exigência de que os serviços obtenham o consentimento prévio dos usuários para incluí-los em grupos ou listas de transmissão;

    – A exigência de que os serviços identifiquem as mensagens que foram encaminhadas e não foram criadas pelo usuário que as enviou.

    O PL das Fake News ainda está sujeito a alterações na Câmara dos Deputados e pode enfrentar resistências tanto da oposição quanto da base governista. Além disso, ele pode ser questionado judicialmente por entidades que defendem os interesses das plataformas ou dos usuários na internet.

    Para saber mais sobre o PL das Fake News, confira as fontes abaixo:

    Fontes: Link 1, Link 2.

    O objetivo é combater a desinformação e a incitação à violência que podem afetar a democracia e os direitos humanos.

    O projeto foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (CIDADANIA-SE) em maio de 2020 e aprovado pelo Senado em junho do mesmo ano. Desde então, ele tramita na Câmara dos Deputados, onde recebeu uma nova versão do relator Orlando Silva (PCdoB-SP) em março de 2021. Um requerimento de urgência para votar o projeto no plenário foi rejeitado em abril de 2021, mas um novo requerimento deve ser apreciado em breve.

    O PL das Fake News tem gerado polêmica e debate entre diferentes setores da sociedade. Alguns defendem que ele é necessário para garantir a liberdade de expressão e o direito à informação verídica e plural. Outros criticam que ele pode representar uma ameaça à privacidade e à autonomia dos usuários e das plataformas na internet.

    Entre as principais medidas previstas no projeto estão:

    – A exigência de que as plataformas adotem políticas de moderação de conteúdo que respeitem os princípios constitucionais e os direitos humanos;

    – A obrigatoriedade de que as plataformas identifiquem e rotulem conteúdos patrocinados, impulsionados ou produzidos por robôs;

    – A proibição de que as plataformas excluam ou limitem o alcance de conteúdos sem justa causa ou sem informar os motivos aos usuários;

    – A criação de mecanismos para que os usuários possam recorrer das decisões das plataformas sobre a remoção ou a redução de visibilidade de conteúdos;

    – A determinação de que as plataformas mantenham registros dos conteúdos removidos ou rotulados por violarem as regras da plataforma ou a legislação brasileira;

    – A previsão de sanções administrativas para as plataformas que descumprirem a lei, que podem variar desde advertência até multa de até 10% do faturamento no Brasil.

    O projeto também estabelece regras específicas para os serviços de mensagens privadas, como o WhatsApp e o Telegram. Entre elas estão:

    – A limitação do número de encaminhamentos de uma mesma mensagem para até cinco usuários ou grupos por vez;

    – A limitação do número de membros em um grupo para até 256 pessoas;

    – A exigência de que os serviços obtenham o consentimento prévio dos usuários para incluí-los em grupos ou listas de transmissão;

    – A exigência de que os serviços identifiquem as mensagens que foram encaminhadas e não foram criadas pelo usuário que as enviou.

    O PL das Fake News ainda está sujeito a alterações na Câmara dos Deputados e pode enfrentar resistências tanto da oposição quanto da base governista. Além disso, ele pode ser questionado judicialmente por entidades que defendem os interesses das plataformas ou dos usuários na internet.

    Para saber mais sobre o PL das Fake News, confira as fontes abaixo:

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Xiaomi 13 Ultra: por que novo celular está sendo considerado o melhor do mundo?

    Xiaomi 13 Ultra: por que novo celular está sendo considerado o melhor do mundo?

    Você já imaginou ter um celular que parece uma câmera digital? Essa é a proposta do Xiaomi 13 Ultra, o novo flagship da marca chinesa que foi lançado nesta semana.

    O aparelho traz um design diferenciado, com uma traseira que imita couro e uma protuberância que lembra uma lente de câmera. Mas não se engane: o Xiaomi 13 Ultra não é só bonito, ele também é poderoso.

    O smartphone conta com um conjunto de quatro câmeras traseiras, todas com 50 MP de resolução e lentes da Leica, uma das mais renomadas fabricantes de câmeras do mundo. A câmera principal tem um sensor de 1 polegada, o que garante fotos nítidas e detalhadas, mesmo em ambientes com pouca luz. Além disso, o aparelho oferece zoom óptico de até 5x, ultrawide com ângulo de 122 graus e modo macro para capturar objetos a 5 cm de distância.

    O Xiaomi 13 Ultra também não decepciona na tela, que é uma AMOLED de 6,73 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização variável de até 120 Hz. O display tem brilho máximo de 2600 nits e suporta as tecnologias Dolby Vision e HDR10+. O leitor de digitais fica sob a tela e ainda mede os batimentos cardíacos do usuário.

    Por dentro, o Xiaomi 13 Ultra traz o processador Snapdragon 8 Gen 2, o mais avançado da Qualcomm até o momento. O chip é acompanhado por até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento interno. O smartphone ainda tem bateria de 5000 mAh com carregamento rápido de 90W com fio e 50W sem fio, além de NFC, Wi-Fi 7, som estéreo com Dolby Atmos e Android 13 com MIUI 14.

    O Xiaomi 13 Ultra já está em pré-venda na China e deve chegar ao mercado no dia 26 de abril. Os preços variam entre R$ 4.320 e R$ 6.480, em conversão direta. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do aparelho no Brasil.

    O aparelho traz um design diferenciado, com uma traseira que imita couro e uma protuberância que lembra uma lente de câmera. Mas não se engane: o Xiaomi 13 Ultra não é só bonito, ele também é poderoso.

    O smartphone conta com um conjunto de quatro câmeras traseiras, todas com 50 MP de resolução e lentes da Leica, uma das mais renomadas fabricantes de câmeras do mundo. A câmera principal tem um sensor de 1 polegada, o que garante fotos nítidas e detalhadas, mesmo em ambientes com pouca luz. Além disso, o aparelho oferece zoom óptico de até 5x, ultrawide com ângulo de 122 graus e modo macro para capturar objetos a 5 cm de distância.

    O Xiaomi 13 Ultra também não decepciona na tela, que é uma AMOLED de 6,73 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização variável de até 120 Hz. O display tem brilho máximo de 2600 nits e suporta as tecnologias Dolby Vision e HDR10+. O leitor de digitais fica sob a tela e ainda mede os batimentos cardíacos do usuário.

    Por dentro, o Xiaomi 13 Ultra traz o processador Snapdragon 8 Gen 2, o mais avançado da Qualcomm até o momento. O chip é acompanhado por até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento interno. O smartphone ainda tem bateria de 5000 mAh com carregamento rápido de 90W com fio e 50W sem fio, além de NFC, Wi-Fi 7, som estéreo com Dolby Atmos e Android 13 com MIUI 14.

    O Xiaomi 13 Ultra já está em pré-venda na China e deve chegar ao mercado no dia 26 de abril. Os preços variam entre R$ 4.320 e R$ 6.480, em conversão direta. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do aparelho no Brasil.

  • Elon Musk quer processar Microsoft por treinar Inteligência Artificial com dados coletados do Twitter

    Elon Musk quer processar Microsoft por treinar Inteligência Artificial com dados coletados do Twitter

    Elon Musk, o fundador da Tesla e da SpaceX, não está satisfeito com a forma como a Microsoft está usando os dados do Twitter para treinar sua inteligência artificial (IA).

    Em um tweet publicado na última quarta-feira (19), ele acusou a gigante de tecnologia de violar os direitos autorais dos usuários da rede social e ameaçou processá-la na justiça.

    A polêmica começou quando a Microsoft anunciou que havia criado um modelo de linguagem natural chamado Turing-NLG, capaz de gerar textos coerentes e fluentes a partir de palavras-chave ou frases. Para isso, a empresa usou um conjunto de dados chamado Common Crawl, que contém bilhões de páginas da web, incluindo tweets de milhões de usuários do Twitter.

    Musk, que é um dos usuários mais populares do Twitter, com mais de 60 milhões de seguidores, não gostou da ideia de ter seus tweets usados para alimentar a IA da Microsoft. Ele afirmou que isso é uma forma de “roubo” e que ele não autorizou o uso de seus dados para esse fim. Ele também disse que a Microsoft deveria pagar pelos direitos autorais dos usuários do Twitter ou parar de usar seus dados imediatamente.

    A Microsoft, por sua vez, defendeu-se dizendo que o uso dos dados do Common Crawl é legal e ético, e que o objetivo do Turing-NLG é avançar a pesquisa em linguagem natural e beneficiar a sociedade. A empresa também afirmou que respeita a privacidade dos usuários do Twitter e que não usa seus dados para fins comerciais ou maliciosos.

    A questão levanta um debate sobre os limites éticos e legais do uso de dados públicos para treinar modelos de IA. Por um lado, os defensores da liberdade de informação argumentam que os dados disponíveis na web são um recurso valioso para o desenvolvimento científico e tecnológico, e que não devem ser restringidos por questões de direitos autorais. Por outro lado, os defensores da privacidade e da propriedade intelectual argumentam que os dados pessoais dos usuários da web são protegidos por lei e que não devem ser usados sem o seu consentimento explícito.

    O caso ainda não foi levado à justiça, mas pode ter repercussões importantes para o futuro da IA e da web. Enquanto isso, Musk continua usando o Twitter para expressar suas opiniões e provocar seus rivais no mundo da tecnologia.

    Em um tweet publicado na última quarta-feira (19), ele acusou a gigante de tecnologia de violar os direitos autorais dos usuários da rede social e ameaçou processá-la na justiça.

    A polêmica começou quando a Microsoft anunciou que havia criado um modelo de linguagem natural chamado Turing-NLG, capaz de gerar textos coerentes e fluentes a partir de palavras-chave ou frases. Para isso, a empresa usou um conjunto de dados chamado Common Crawl, que contém bilhões de páginas da web, incluindo tweets de milhões de usuários do Twitter.

    Musk, que é um dos usuários mais populares do Twitter, com mais de 60 milhões de seguidores, não gostou da ideia de ter seus tweets usados para alimentar a IA da Microsoft. Ele afirmou que isso é uma forma de “roubo” e que ele não autorizou o uso de seus dados para esse fim. Ele também disse que a Microsoft deveria pagar pelos direitos autorais dos usuários do Twitter ou parar de usar seus dados imediatamente.

    A Microsoft, por sua vez, defendeu-se dizendo que o uso dos dados do Common Crawl é legal e ético, e que o objetivo do Turing-NLG é avançar a pesquisa em linguagem natural e beneficiar a sociedade. A empresa também afirmou que respeita a privacidade dos usuários do Twitter e que não usa seus dados para fins comerciais ou maliciosos.

    A questão levanta um debate sobre os limites éticos e legais do uso de dados públicos para treinar modelos de IA. Por um lado, os defensores da liberdade de informação argumentam que os dados disponíveis na web são um recurso valioso para o desenvolvimento científico e tecnológico, e que não devem ser restringidos por questões de direitos autorais. Por outro lado, os defensores da privacidade e da propriedade intelectual argumentam que os dados pessoais dos usuários da web são protegidos por lei e que não devem ser usados sem o seu consentimento explícito.

    O caso ainda não foi levado à justiça, mas pode ter repercussões importantes para o futuro da IA e da web. Enquanto isso, Musk continua usando o Twitter para expressar suas opiniões e provocar seus rivais no mundo da tecnologia.

  • Como tirar o visto para nômade digital em Portugal

    Como tirar o visto para nômade digital em Portugal

    Você é um profissional que trabalha de forma remota e quer morar em Portugal? Então você precisa conhecer o visto para nômade digital, uma novidade que foi aprovada na Lei de Estrangeiros em 2022.

    Neste post, vamos explicar o que é esse visto, quem pode solicitar, quais os requisitos e como fazer o pedido.

    O que é o visto para nômade digital em Portugal?

    O visto para nômade digital é uma autorização de entrada e permanência em Portugal por um período superior a 90 dias, destinada aos profissionais estrangeiros que prestam seus serviços de forma remota, seja como um trabalhador subordinado ou como um trabalhador independente.

    Esse visto pode ser solicitado de forma temporária, por menos de um ano, ou como visto de residência, por mais de um ano. Ele permite que você more em Portugal e aproveite as vantagens de ser um nômade digital em um dos melhores países para trabalhar dessa forma.

    Quem pode solicitar o visto para nômade digital em Portugal?

    Qualquer profissional estrangeiro que se enquadre na situação de nômade digital e que cumpra os requisitos exigidos pode pedir o visto para nômade digital em Portugal. Mas o que é um nômade digital?

    Um nômade digital é alguém que trabalha de forma remota, usando a internet e as tecnologias digitais, sem estar preso a um local físico específico. Ele pode viajar pelo mundo e escolher onde quer morar e trabalhar, desde que tenha uma boa conexão à rede.

    Quem pode trabalhar como nômade digital são pessoas que exercem atividades profissionais que podem ser realizadas à distância, como programadores, designers, escritores, tradutores, consultores, professores online, entre outros.

    Quais os requisitos para tirar o visto para nômade digital em Portugal?

    Para tirar o visto para nômade digital em Portugal, você precisa comprovar que tem uma atividade profissional remota e que tem rendimentos suficientes para se sustentar no país. Além disso, você precisa apresentar os seguintes documentos:

    • Passaporte válido;
    • Seguro de saúde ou certificado de assistência médica no Brasil;
    • Certidão negativa de antecedentes criminais;
    • Comprovativo de residência fiscal;
    • Contrato de trabalho, promessa de contrato ou declaração do empregador (para trabalhadores subordinados);
    • Contrato de sociedade, contrato de prestação de serviços, proposta escrita ou documento demonstrativo de serviços prestados (para trabalhadores independentes);
    • Comprovativo de rendimentos médios mensais nos últimos três meses de valor mínimo equivalente a quatro salários mínimos portugueses.

    Como solicitar o visto para nômade digital em Portugal?

    Para solicitar o visto para nômade digital em Portugal, você precisa seguir os seguintes passos:

    • Preencher o requerimento eletrônico no site do Portal das Comunidades Portuguesas;
    • Imprimir o recibo do requerimento e pagar a taxa correspondente;
    • Agendar uma entrevista no consulado português mais próximo da sua residência;
    • Comparecer ao consulado no dia e hora marcados com os documentos originais e cópias;
    • Aguardar a análise do pedido e a emissão do visto.

    O tempo médio para obter o visto para nômade digital em Portugal é de 30 a 60 dias. O visto tem uma validade inicial de quatro meses e pode ser renovado por períodos sucessivos até ao limite máximo de dois anos.

    Se você quer morar e trabalhar como nômade digital em Portugal, não perca essa oportunidade e solicite já o seu visto. Assim, você poderá desfrutar das belezas, da cultura e da qualidade de vida desse país incrível.

    Neste post, vamos explicar o que é esse visto, quem pode solicitar, quais os requisitos e como fazer o pedido.

    O que é o visto para nômade digital em Portugal?

    O visto para nômade digital é uma autorização de entrada e permanência em Portugal por um período superior a 90 dias, destinada aos profissionais estrangeiros que prestam seus serviços de forma remota, seja como um trabalhador subordinado ou como um trabalhador independente.

    Esse visto pode ser solicitado de forma temporária, por menos de um ano, ou como visto de residência, por mais de um ano. Ele permite que você more em Portugal e aproveite as vantagens de ser um nômade digital em um dos melhores países para trabalhar dessa forma.

    Quem pode solicitar o visto para nômade digital em Portugal?

    Qualquer profissional estrangeiro que se enquadre na situação de nômade digital e que cumpra os requisitos exigidos pode pedir o visto para nômade digital em Portugal. Mas o que é um nômade digital?

    Um nômade digital é alguém que trabalha de forma remota, usando a internet e as tecnologias digitais, sem estar preso a um local físico específico. Ele pode viajar pelo mundo e escolher onde quer morar e trabalhar, desde que tenha uma boa conexão à rede.

    Quem pode trabalhar como nômade digital são pessoas que exercem atividades profissionais que podem ser realizadas à distância, como programadores, designers, escritores, tradutores, consultores, professores online, entre outros.

    Quais os requisitos para tirar o visto para nômade digital em Portugal?

    Para tirar o visto para nômade digital em Portugal, você precisa comprovar que tem uma atividade profissional remota e que tem rendimentos suficientes para se sustentar no país. Além disso, você precisa apresentar os seguintes documentos:

    • Passaporte válido;
    • Seguro de saúde ou certificado de assistência médica no Brasil;
    • Certidão negativa de antecedentes criminais;
    • Comprovativo de residência fiscal;
    • Contrato de trabalho, promessa de contrato ou declaração do empregador (para trabalhadores subordinados);
    • Contrato de sociedade, contrato de prestação de serviços, proposta escrita ou documento demonstrativo de serviços prestados (para trabalhadores independentes);
    • Comprovativo de rendimentos médios mensais nos últimos três meses de valor mínimo equivalente a quatro salários mínimos portugueses.

    Como solicitar o visto para nômade digital em Portugal?

    Para solicitar o visto para nômade digital em Portugal, você precisa seguir os seguintes passos:

    • Preencher o requerimento eletrônico no site do Portal das Comunidades Portuguesas;
    • Imprimir o recibo do requerimento e pagar a taxa correspondente;
    • Agendar uma entrevista no consulado português mais próximo da sua residência;
    • Comparecer ao consulado no dia e hora marcados com os documentos originais e cópias;
    • Aguardar a análise do pedido e a emissão do visto.

    O tempo médio para obter o visto para nômade digital em Portugal é de 30 a 60 dias. O visto tem uma validade inicial de quatro meses e pode ser renovado por períodos sucessivos até ao limite máximo de dois anos.

    Se você quer morar e trabalhar como nômade digital em Portugal, não perca essa oportunidade e solicite já o seu visto. Assim, você poderá desfrutar das belezas, da cultura e da qualidade de vida desse país incrível.

  • Epic Games Brasil compra estúdio Aquiris de Horizon Chase

    Epic Games Brasil compra estúdio Aquiris de Horizon Chase

    A Epic Games Brasil anunciou nesta terça-feira (18) a aquisição do estúdio Aquiris, responsável pelo jogo Horizon Chase, um sucesso nacional e internacional de corrida retrô.

    A empresa não revelou os valores envolvidos na negociação, mas afirmou que o objetivo é fortalecer o ecossistema de desenvolvimento de jogos no Brasil e na América Latina.

    A Aquiris é um dos maiores e mais reconhecidos estúdios de jogos do Brasil, fundado em 2007 em Porto Alegre. Além de Horizon Chase, que já foi lançado para diversas plataformas, incluindo consoles, PC e mobile, o estúdio também tem em seu portfólio outros títulos como Ballistic Overkill, Looney Tunes World of Mayhem e Wonderbox.

    A Epic Games é uma gigante do mercado de jogos, dona da Unreal Engine, uma das principais ferramentas de criação de jogos do mundo, e do Fortnite, um dos jogos mais populares da atualidade. A empresa também tem uma loja online de jogos, a Epic Games Store, que oferece títulos gratuitos periodicamente e concorre com a Steam.

    Segundo o comunicado oficial, a Aquiris continuará operando de forma independente, mantendo sua identidade e cultura. A Epic Games Brasil afirmou que apoiará o estúdio em seus projetos atuais e futuros, além de oferecer oportunidades de colaboração com outros desenvolvedores da região.

    A aquisição da Aquiris pela Epic Games Brasil é um marco para o cenário de jogos nacional, que ganha mais visibilidade e reconhecimento internacional. Além disso, é uma oportunidade para os talentos locais se conectarem com uma das maiores empresas do setor e aprenderem com sua experiência e tecnologia.

    Se você é fã de jogos brasileiros ou quer conhecer mais sobre o trabalho da Aquiris, confira o site oficial do estúdio e o jogo Horizon Chase, disponível para diversas plataformas.

    A empresa não revelou os valores envolvidos na negociação, mas afirmou que o objetivo é fortalecer o ecossistema de desenvolvimento de jogos no Brasil e na América Latina.

    A Aquiris é um dos maiores e mais reconhecidos estúdios de jogos do Brasil, fundado em 2007 em Porto Alegre. Além de Horizon Chase, que já foi lançado para diversas plataformas, incluindo consoles, PC e mobile, o estúdio também tem em seu portfólio outros títulos como Ballistic Overkill, Looney Tunes World of Mayhem e Wonderbox.

    A Epic Games é uma gigante do mercado de jogos, dona da Unreal Engine, uma das principais ferramentas de criação de jogos do mundo, e do Fortnite, um dos jogos mais populares da atualidade. A empresa também tem uma loja online de jogos, a Epic Games Store, que oferece títulos gratuitos periodicamente e concorre com a Steam.

    Segundo o comunicado oficial, a Aquiris continuará operando de forma independente, mantendo sua identidade e cultura. A Epic Games Brasil afirmou que apoiará o estúdio em seus projetos atuais e futuros, além de oferecer oportunidades de colaboração com outros desenvolvedores da região.

    A aquisição da Aquiris pela Epic Games Brasil é um marco para o cenário de jogos nacional, que ganha mais visibilidade e reconhecimento internacional. Além disso, é uma oportunidade para os talentos locais se conectarem com uma das maiores empresas do setor e aprenderem com sua experiência e tecnologia.

    Se você é fã de jogos brasileiros ou quer conhecer mais sobre o trabalho da Aquiris, confira o site oficial do estúdio e o jogo Horizon Chase, disponível para diversas plataformas.

  • Amazon Luna: o que é e como funciona o serviço de streaming de jogos

    Amazon Luna: o que é e como funciona o serviço de streaming de jogos

    O Amazon Luna é o serviço de streaming de jogos da gigante do e-commerce, que permite jogar títulos de diversos gêneros em dispositivos como Fire TV, tablets Fire, PCs Windows, Chromebook, Macs, iPhones, iPads, Android e TVs Samsung.

    Mas quando o Amazon Luna chega ao Brasil? E como ele funciona? Confira neste post.

    O que é o Amazon Luna?

    O Amazon Luna é uma plataforma de jogos na nuvem, que dispensa a necessidade de baixar ou instalar os games. Basta ter uma conexão estável de internet e um dispositivo compatível para acessar um catálogo variado de jogos, que inclui desde clássicos até lançamentos.

    O Amazon Luna funciona por meio de assinaturas mensais, que dão acesso a diferentes bibliotecas de jogos. Por exemplo, o Luna+ oferece jogos de vários gêneros, como ação, aventura, corrida e RPG. Já o Ubisoft+ traz os títulos da famosa desenvolvedora francesa, como Assassin’s Creed, Far Cry e Watch Dogs.

    Além disso, o Amazon Luna conta com o Luna Controller, um controle sem fio que se conecta diretamente aos servidores da Amazon, reduzindo a latência e facilitando a transição entre os dispositivos. O controle também tem integração com a Alexa, a assistente virtual da Amazon, que permite iniciar os jogos por comando de voz.

    Quando o Amazon Luna chega ao Brasil?

    Infelizmente, ainda não há uma data oficial para o lançamento do Amazon Luna no Brasil. O serviço foi anunciado em setembro de 2020 e lançado oficialmente nos Estados Unidos em março de 2021. Desde então, não houve nenhuma informação sobre a expansão para outros países.

    No entanto, é possível que o Amazon Luna chegue ao Brasil em algum momento do futuro, considerando o potencial do mercado brasileiro de jogos e o interesse da Amazon em oferecer seus serviços por aqui. Por enquanto, os brasileiros podem se contentar com outras opções de streaming de jogos disponíveis no país, como o Google Stadia e o Xbox Cloud Gaming.

    Mas quando o Amazon Luna chega ao Brasil? E como ele funciona? Confira neste post.

    O que é o Amazon Luna?

    O Amazon Luna é uma plataforma de jogos na nuvem, que dispensa a necessidade de baixar ou instalar os games. Basta ter uma conexão estável de internet e um dispositivo compatível para acessar um catálogo variado de jogos, que inclui desde clássicos até lançamentos.

    O Amazon Luna funciona por meio de assinaturas mensais, que dão acesso a diferentes bibliotecas de jogos. Por exemplo, o Luna+ oferece jogos de vários gêneros, como ação, aventura, corrida e RPG. Já o Ubisoft+ traz os títulos da famosa desenvolvedora francesa, como Assassin’s Creed, Far Cry e Watch Dogs.

    Além disso, o Amazon Luna conta com o Luna Controller, um controle sem fio que se conecta diretamente aos servidores da Amazon, reduzindo a latência e facilitando a transição entre os dispositivos. O controle também tem integração com a Alexa, a assistente virtual da Amazon, que permite iniciar os jogos por comando de voz.

    Quando o Amazon Luna chega ao Brasil?

    Infelizmente, ainda não há uma data oficial para o lançamento do Amazon Luna no Brasil. O serviço foi anunciado em setembro de 2020 e lançado oficialmente nos Estados Unidos em março de 2021. Desde então, não houve nenhuma informação sobre a expansão para outros países.

    No entanto, é possível que o Amazon Luna chegue ao Brasil em algum momento do futuro, considerando o potencial do mercado brasileiro de jogos e o interesse da Amazon em oferecer seus serviços por aqui. Por enquanto, os brasileiros podem se contentar com outras opções de streaming de jogos disponíveis no país, como o Google Stadia e o Xbox Cloud Gaming.

  • O novo Bing está mesmo melhor que o Google?

    O novo Bing está mesmo melhor que o Google?

    Você já imaginou usar o Bing em vez do Google no seu smartphone Samsung? Essa pode ser uma realidade em breve, pois a Samsung está considerando trocar o mecanismo de busca padrão do Google pelo Bing, da Microsoft, em seus dispositivos Galaxy.

    Essa mudança pode ter um grande impacto no mercado de buscas e na receita do Google, que depende muito dos acordos com fabricantes de smartphones para manter sua posição dominante.

    Mas por que a Samsung estaria interessada em fazer essa mudança? Uma das possíveis razões é a tecnologia de inteligência artificial (IA) que o Bing incorporou recentemente. O Bing se tornou um buscador mais inteligente e capaz de fornecer respostas mais precisas e relevantes aos usuários, graças à integração do chatbot ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI. O ChatGPT é uma tecnologia de geração de texto que usa redes neurais profundas para aprender com bilhões de textos na internet e produzir respostas coerentes e naturais.

    O Google também está trabalhando em suas próprias tecnologias de IA para melhorar seu mecanismo de busca e oferecer uma experiência mais personalizada aos usuários. No entanto, o Google ainda não conseguiu superar o Bing em termos de qualidade e confiabilidade das respostas. Além disso, o Google enfrenta uma forte concorrência de outros buscadores equipados com IA, como a OpenAI, que criou o ChatGPT.

    A Samsung é a maior fabricante de smartphones do mundo e vendeu 259 milhões de unidades no ano passado. A maioria dos seus dispositivos roda o sistema operacional Android, do Google. Se a Samsung decidir mudar para o Bing, isso pode significar uma perda de receita anual de US$ 3 bilhões para o Google, além de uma perda de prestígio e de participação de mercado.

    Ainda não há uma decisão oficial da Samsung sobre essa possível mudança. O contrato entre a Samsung e o Google está em negociação e é provável que a Samsung ainda mantenha o Google como seu mecanismo de busca padrão. No entanto, essa possibilidade mostra que o mercado de buscas está em constante evolução e que os usuários podem ter mais opções e benefícios com a concorrência entre os buscadores.

    Essa mudança pode ter um grande impacto no mercado de buscas e na receita do Google, que depende muito dos acordos com fabricantes de smartphones para manter sua posição dominante.

    Mas por que a Samsung estaria interessada em fazer essa mudança? Uma das possíveis razões é a tecnologia de inteligência artificial (IA) que o Bing incorporou recentemente. O Bing se tornou um buscador mais inteligente e capaz de fornecer respostas mais precisas e relevantes aos usuários, graças à integração do chatbot ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI. O ChatGPT é uma tecnologia de geração de texto que usa redes neurais profundas para aprender com bilhões de textos na internet e produzir respostas coerentes e naturais.

    O Google também está trabalhando em suas próprias tecnologias de IA para melhorar seu mecanismo de busca e oferecer uma experiência mais personalizada aos usuários. No entanto, o Google ainda não conseguiu superar o Bing em termos de qualidade e confiabilidade das respostas. Além disso, o Google enfrenta uma forte concorrência de outros buscadores equipados com IA, como a OpenAI, que criou o ChatGPT.

    A Samsung é a maior fabricante de smartphones do mundo e vendeu 259 milhões de unidades no ano passado. A maioria dos seus dispositivos roda o sistema operacional Android, do Google. Se a Samsung decidir mudar para o Bing, isso pode significar uma perda de receita anual de US$ 3 bilhões para o Google, além de uma perda de prestígio e de participação de mercado.

    Ainda não há uma decisão oficial da Samsung sobre essa possível mudança. O contrato entre a Samsung e o Google está em negociação e é provável que a Samsung ainda mantenha o Google como seu mecanismo de busca padrão. No entanto, essa possibilidade mostra que o mercado de buscas está em constante evolução e que os usuários podem ter mais opções e benefícios com a concorrência entre os buscadores.

  • Quais são os principais concorrentes do SteamDeck?

    Quais são os principais concorrentes do SteamDeck?

    O SteamDeck é o novo dispositivo da Valve que promete levar os jogos de PC para as suas mãos. Mas ele não é o único portátil de jogos no mercado.

    Neste post, vamos comparar o SteamDeck com alguns dos seus principais concorrentes: o Nintendo Switch, o GPD Win 3 e o Aya Neo.

    O Nintendo Switch é o líder de vendas entre os portáteis de jogos, com mais de 80 milhões de unidades vendidas desde o seu lançamento em 2017. Ele tem um catálogo exclusivo de jogos da Nintendo, como Zelda, Mario e Pokémon, além de suportar jogos de outras plataformas através da loja online. O Switch tem uma tela de 6,2 polegadas com resolução de 1280 x 720 pixels e pode ser conectado a uma TV através de um dock. Ele usa um processador Nvidia Tegra X1 e tem 4 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno. O Switch custa cerca de R$ 2.500 no Brasil.

    O GPD Win 3 é um portátil de jogos que roda Windows 10 e permite jogar qualquer jogo de PC compatível. Ele tem uma tela deslizante de 5,5 polegadas com resolução de 1280 x 720 pixels e um teclado QWERTY embutido. Ele usa um processador Intel Core i5 ou i7 e tem 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento SSD. O GPD Win 3 tem uma bateria de 44 Wh que dura cerca de 3 horas em jogos intensos. Ele custa cerca de R$ 6.000 no Brasil.

    O Aya Neo é outro portátil de jogos que roda Windows 10 e permite jogar qualquer jogo de PC compatível. Ele tem uma tela sensível ao toque de 7 polegadas com resolução de 1280 x 800 pixels e botões analógicos e digitais. Ele usa um processador AMD Ryzen 5 e tem 16 GB de RAM e 512 GB ou 1 TB de armazenamento SSD. O Aya Neo tem uma bateria de 47 Wh que dura cerca de 4 horas em jogos intensos. Ele custa cerca de R$ 5.000 no Brasil.

    O SteamDeck é o mais recente portátil de jogos que roda SteamOS, um sistema operacional baseado em Linux que permite jogar os jogos da biblioteca do Steam. Ele tem uma tela sensível ao toque de 7 polegadas com resolução de 1280 x 800 pixels e botões analógicos, digitais e capacitivos. Ele usa um processador AMD customizado e tem 16 GB de RAM e 64 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento interno. O SteamDeck tem uma bateria de 40 Wh que dura entre 2 a 8 horas em jogos, dependendo da configuração. Ele também pode ser conectado a uma TV ou monitor através de um dock opcional. O SteamDeck custa entre R$ 2.000 e R$ 4.000 no Brasil, dependendo da versão.

    Como podemos ver, cada portátil de jogos tem as suas vantagens e desvantagens, dependendo do tipo de jogo que você quer jogar, do seu orçamento e das suas preferências pessoais. O SteamDeck parece ser uma boa opção para quem quer ter acesso aos jogos do Steam em um dispositivo portátil e potente, mas ainda há muitas incertezas sobre o seu desempenho, compatibilidade e disponibilidade no Brasil.

    Neste post, vamos comparar o SteamDeck com alguns dos seus principais concorrentes: o Nintendo Switch, o GPD Win 3 e o Aya Neo.

    O Nintendo Switch é o líder de vendas entre os portáteis de jogos, com mais de 80 milhões de unidades vendidas desde o seu lançamento em 2017. Ele tem um catálogo exclusivo de jogos da Nintendo, como Zelda, Mario e Pokémon, além de suportar jogos de outras plataformas através da loja online. O Switch tem uma tela de 6,2 polegadas com resolução de 1280 x 720 pixels e pode ser conectado a uma TV através de um dock. Ele usa um processador Nvidia Tegra X1 e tem 4 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno. O Switch custa cerca de R$ 2.500 no Brasil.

    O GPD Win 3 é um portátil de jogos que roda Windows 10 e permite jogar qualquer jogo de PC compatível. Ele tem uma tela deslizante de 5,5 polegadas com resolução de 1280 x 720 pixels e um teclado QWERTY embutido. Ele usa um processador Intel Core i5 ou i7 e tem 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento SSD. O GPD Win 3 tem uma bateria de 44 Wh que dura cerca de 3 horas em jogos intensos. Ele custa cerca de R$ 6.000 no Brasil.

    O Aya Neo é outro portátil de jogos que roda Windows 10 e permite jogar qualquer jogo de PC compatível. Ele tem uma tela sensível ao toque de 7 polegadas com resolução de 1280 x 800 pixels e botões analógicos e digitais. Ele usa um processador AMD Ryzen 5 e tem 16 GB de RAM e 512 GB ou 1 TB de armazenamento SSD. O Aya Neo tem uma bateria de 47 Wh que dura cerca de 4 horas em jogos intensos. Ele custa cerca de R$ 5.000 no Brasil.

    O SteamDeck é o mais recente portátil de jogos que roda SteamOS, um sistema operacional baseado em Linux que permite jogar os jogos da biblioteca do Steam. Ele tem uma tela sensível ao toque de 7 polegadas com resolução de 1280 x 800 pixels e botões analógicos, digitais e capacitivos. Ele usa um processador AMD customizado e tem 16 GB de RAM e 64 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento interno. O SteamDeck tem uma bateria de 40 Wh que dura entre 2 a 8 horas em jogos, dependendo da configuração. Ele também pode ser conectado a uma TV ou monitor através de um dock opcional. O SteamDeck custa entre R$ 2.000 e R$ 4.000 no Brasil, dependendo da versão.

    Como podemos ver, cada portátil de jogos tem as suas vantagens e desvantagens, dependendo do tipo de jogo que você quer jogar, do seu orçamento e das suas preferências pessoais. O SteamDeck parece ser uma boa opção para quem quer ter acesso aos jogos do Steam em um dispositivo portátil e potente, mas ainda há muitas incertezas sobre o seu desempenho, compatibilidade e disponibilidade no Brasil.