Categoria: Tecnologia

  • WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    Você já ouviu falar em WaterTok? Esse é o nome de uma nova tendência que surgiu no TikTok, a rede social de vídeos curtos que faz sucesso entre os jovens.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

  • Zune: o que foi, como usar e onde encontrar o player da Microsoft

    Zune: o que foi, como usar e onde encontrar o player da Microsoft

    O Zune foi um player de mídia digital lançado pela Microsoft em 2006, com o objetivo de concorrer com o iPod da Apple.

    O aparelho tinha capacidade de armazenar músicas, vídeos, podcasts e imagens, além de se conectar à internet via Wi-Fi e sincronizar com o serviço online Zune Marketplace.

    Para usar o Zune, era necessário instalar o software Zune em um computador com Windows, que permitia gerenciar a biblioteca de mídia, criar listas de reprodução, gravar CDs, se inscrever em podcasts e acessar a loja online. O software também reconhecia automaticamente as músicas que estavam no computador e as adicionava à coleção.

    O Zune teve quatro gerações de modelos, sendo o último lançado em 2009. Em 2011, a Microsoft anunciou o fim da produção do aparelho e o encerramento do serviço online em 2015. No entanto, ainda é possível encontrar alguns modelos à venda em sites como Amazon e eBay, além de comunidades de fãs que mantêm o software funcionando.

    Se você tem um Zune ou quer saber mais sobre esse player histórico, confira alguns artigos que selecionamos sobre o assunto:

    • HOME | ZUNE DENIM: https://www.zune.com.br/

    • Microsoft Zune: como usar – TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/tutorial/24563-microsoft-zune-como-usar.htm

    • Microsoft Zune in 2022 – Can You Still Use It? – YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uvCQ-stETiI

    O aparelho tinha capacidade de armazenar músicas, vídeos, podcasts e imagens, além de se conectar à internet via Wi-Fi e sincronizar com o serviço online Zune Marketplace.

    Para usar o Zune, era necessário instalar o software Zune em um computador com Windows, que permitia gerenciar a biblioteca de mídia, criar listas de reprodução, gravar CDs, se inscrever em podcasts e acessar a loja online. O software também reconhecia automaticamente as músicas que estavam no computador e as adicionava à coleção.

    O Zune teve quatro gerações de modelos, sendo o último lançado em 2009. Em 2011, a Microsoft anunciou o fim da produção do aparelho e o encerramento do serviço online em 2015. No entanto, ainda é possível encontrar alguns modelos à venda em sites como Amazon e eBay, além de comunidades de fãs que mantêm o software funcionando.

    Se você tem um Zune ou quer saber mais sobre esse player histórico, confira alguns artigos que selecionamos sobre o assunto:

    • HOME | ZUNE DENIM: https://www.zune.com.br/

    • Microsoft Zune: como usar – TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/tutorial/24563-microsoft-zune-como-usar.htm

    • Microsoft Zune in 2022 – Can You Still Use It? – YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uvCQ-stETiI
  • Engenheiro sênior do Google admite que empresa está perdendo a corrida da inteligência artificial

    Engenheiro sênior do Google admite que empresa está perdendo a corrida da inteligência artificial

    A inteligência artificial (IA) é um campo em constante evolução e competitivo, que pode definir o futuro da tecnologia.

    Mas será que o Google, um dos líderes em IA, está conseguindo acompanhar o ritmo das inovações? Segundo um engenheiro sênior de software da empresa, a resposta é não.

    Em um documento interno publicado em abril, Luke Sernau criticou a estratégia do Google em relação à IA e afirmou que a empresa está perdendo sua vantagem para a comunidade de código aberto, onde muitos pesquisadores independentes usam a tecnologia de IA para fazer avanços rápidos e inesperados.

    Sernau argumentou que o Google está focado demais na rivalidade com a startup OpenAI, que tem chamado a atenção com seus modelos gigantes de linguagem natural, como o ChatGPT. No entanto, ele disse que a verdadeira ameaça ao Google vem das comunidades de código aberto, onde os engenheiros estão desenvolvendo modelos que rivalizam com os das grandes empresas de tecnologia e podem ser feitos mais baratos.

    Esses modelos, ele disse, podem ser mais rápidos, mais personalizáveis e mais úteis do que os do Google. Além disso, ele alertou que os clientes não estariam dispostos a pagar por modelos com tecnologia de tão alta qualidade oferecida gratuitamente.

    Sernau sugeriu que o Google deveria mudar seu foco para modelos menores e mais ágeis, que podem ser iterados rapidamente. Ele também defendeu que o Google deveria aprender com e colaborar com o que os outros estão fazendo fora da empresa.

    O documento de Sernau gerou muita repercussão entre os funcionários do Google e foi publicado pela consultoria SemiAnalysis na quinta-feira. O porta-voz do Google não comentou o conteúdo da postagem.

    Fonte: Link.

    Mas será que o Google, um dos líderes em IA, está conseguindo acompanhar o ritmo das inovações? Segundo um engenheiro sênior de software da empresa, a resposta é não.

    Em um documento interno publicado em abril, Luke Sernau criticou a estratégia do Google em relação à IA e afirmou que a empresa está perdendo sua vantagem para a comunidade de código aberto, onde muitos pesquisadores independentes usam a tecnologia de IA para fazer avanços rápidos e inesperados.

    Sernau argumentou que o Google está focado demais na rivalidade com a startup OpenAI, que tem chamado a atenção com seus modelos gigantes de linguagem natural, como o ChatGPT. No entanto, ele disse que a verdadeira ameaça ao Google vem das comunidades de código aberto, onde os engenheiros estão desenvolvendo modelos que rivalizam com os das grandes empresas de tecnologia e podem ser feitos mais baratos.

    Esses modelos, ele disse, podem ser mais rápidos, mais personalizáveis e mais úteis do que os do Google. Além disso, ele alertou que os clientes não estariam dispostos a pagar por modelos com tecnologia de tão alta qualidade oferecida gratuitamente.

    Sernau sugeriu que o Google deveria mudar seu foco para modelos menores e mais ágeis, que podem ser iterados rapidamente. Ele também defendeu que o Google deveria aprender com e colaborar com o que os outros estão fazendo fora da empresa.

    O documento de Sernau gerou muita repercussão entre os funcionários do Google e foi publicado pela consultoria SemiAnalysis na quinta-feira. O porta-voz do Google não comentou o conteúdo da postagem.

    Fonte: Link.

  • Como Brasil e EUA podem se proteger das ameaças cibernéticas globais

    Como Brasil e EUA podem se proteger das ameaças cibernéticas globais

    A cibersegurança é um tema cada vez mais relevante e urgente em um mundo conectado e vulnerável a ataques cibernéticos.

    Segundo a MIT Technology Review Brasil, esses ataques aumentaram em 2021 e podem se tornar ainda mais frequentes e sofisticados em 2022. Diante desse cenário, como Brasil e Estados Unidos estão se preparando para enfrentar os desafios da cibersegurança?

    A matéria da MIT Technology Review Brasil analisa as estratégias nacionais de cibersegurança dos dois países e aponta as principais semelhanças e diferenças entre elas. Ambos reconhecem a importância de proteger seus interesses nacionais, seus cidadãos e suas instituições contra as ameaças cibernéticas, mas também enfrentam desafios como a falta de recursos humanos qualificados, a necessidade de cooperação internacional e a complexidade regulatória.

    O Brasil lançou sua Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (ENSC) em 2020, com o objetivo de fortalecer a governança, a capacitação, a inovação e a resiliência no campo da cibersegurança. A ENSC prevê a criação de uma Agência Nacional de Segurança Cibernética (ANSC), que seria responsável por coordenar as ações do governo e dos setores privado e acadêmico. Além disso, a ENSC busca promover a conscientização da sociedade sobre os riscos cibernéticos e incentivar o desenvolvimento de soluções nacionais de cibersegurança.

    Os Estados Unidos, por sua vez, têm uma longa trajetória na área de cibersegurança e contam com diversas agências e órgãos dedicados ao tema. Em 2021, o governo americano lançou uma nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (NCS), que visa proteger o país contra as ameaças cibernéticas provenientes de atores estatais e não estatais. A NCS enfatiza a importância de deter os adversários, defender os ativos críticos, capacitar os aliados e parceiros, e promover um ambiente internacional seguro e estável no ciberespaço.

    Apesar das iniciativas dos dois países, a matéria da MIT Technology Review Brasil questiona se essas estratégias nacionais de cibersegurança são suficientes para proteger nações e instituições contra os ataques cibernéticos. A matéria sugere que é preciso transformar as estratégias em ações efetivas, que envolvam não apenas o governo, mas também o setor privado, a academia e a sociedade civil. Além disso, é preciso investir em educação, pesquisa, desenvolvimento e inovação em cibersegurança, bem como em cooperação regional e global para enfrentar os desafios comuns.

    Segundo a MIT Technology Review Brasil, esses ataques aumentaram em 2021 e podem se tornar ainda mais frequentes e sofisticados em 2022. Diante desse cenário, como Brasil e Estados Unidos estão se preparando para enfrentar os desafios da cibersegurança?

    A matéria da MIT Technology Review Brasil analisa as estratégias nacionais de cibersegurança dos dois países e aponta as principais semelhanças e diferenças entre elas. Ambos reconhecem a importância de proteger seus interesses nacionais, seus cidadãos e suas instituições contra as ameaças cibernéticas, mas também enfrentam desafios como a falta de recursos humanos qualificados, a necessidade de cooperação internacional e a complexidade regulatória.

    O Brasil lançou sua Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (ENSC) em 2020, com o objetivo de fortalecer a governança, a capacitação, a inovação e a resiliência no campo da cibersegurança. A ENSC prevê a criação de uma Agência Nacional de Segurança Cibernética (ANSC), que seria responsável por coordenar as ações do governo e dos setores privado e acadêmico. Além disso, a ENSC busca promover a conscientização da sociedade sobre os riscos cibernéticos e incentivar o desenvolvimento de soluções nacionais de cibersegurança.

    Os Estados Unidos, por sua vez, têm uma longa trajetória na área de cibersegurança e contam com diversas agências e órgãos dedicados ao tema. Em 2021, o governo americano lançou uma nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (NCS), que visa proteger o país contra as ameaças cibernéticas provenientes de atores estatais e não estatais. A NCS enfatiza a importância de deter os adversários, defender os ativos críticos, capacitar os aliados e parceiros, e promover um ambiente internacional seguro e estável no ciberespaço.

    Apesar das iniciativas dos dois países, a matéria da MIT Technology Review Brasil questiona se essas estratégias nacionais de cibersegurança são suficientes para proteger nações e instituições contra os ataques cibernéticos. A matéria sugere que é preciso transformar as estratégias em ações efetivas, que envolvam não apenas o governo, mas também o setor privado, a academia e a sociedade civil. Além disso, é preciso investir em educação, pesquisa, desenvolvimento e inovação em cibersegurança, bem como em cooperação regional e global para enfrentar os desafios comuns.

  • Como evitar o golpe do falso ‘Feirão Serasa Limpa Nome’ na internet

    Como evitar o golpe do falso ‘Feirão Serasa Limpa Nome’ na internet

    Você já recebeu algum e-mail ou mensagem oferecendo um desconto incrível para limpar seu nome no Serasa?

    Cuidado, pode ser um golpe. Segundo uma reportagem da Agência Lupa, sites falsos estão usando o nome da empresa de proteção ao crédito para aplicar fraudes e roubar dados pessoais dos consumidores.

    O golpe funciona assim: os criminosos enviam um link para um site que imita o layout do Serasa, mas com um domínio diferente. Lá, eles pedem que o usuário faça um cadastro com seus dados pessoais e bancários, e depois escolha uma das supostas dívidas que estão sendo negociadas com descontos de até 90%. Porém, ao clicar em uma das opções, o usuário é redirecionado para uma página de erro ou para o site oficial do Serasa.

    A reportagem da Lupa consultou o Serasa e confirmou que se trata de uma fraude. A empresa informou que não envia e-mails ou mensagens com links para o Feirão Limpa Nome, e que o único site oficial para consultar e negociar dívidas é o www.serasa.com.br. Além disso, a empresa alertou que nunca solicita dados bancários ou senhas dos consumidores.

    Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante seguir algumas dicas de segurança:

    • Desconfie de ofertas muito vantajosas ou urgentes que chegam por e-mail ou mensagem;

    • Não clique em links suspeitos ou desconhecidos;

    • Verifique se o site tem um cadeado verde na barra de endereço, indicando que é seguro;

    • Digite o endereço do site oficial do Serasa diretamente no navegador;

    • Não forneça seus dados pessoais ou bancários em sites não confiáveis;

    • Monitore seu CPF regularmente e denuncie qualquer movimentação suspeita.

    Cuidado, pode ser um golpe. Segundo uma reportagem da Agência Lupa, sites falsos estão usando o nome da empresa de proteção ao crédito para aplicar fraudes e roubar dados pessoais dos consumidores.

    O golpe funciona assim: os criminosos enviam um link para um site que imita o layout do Serasa, mas com um domínio diferente. Lá, eles pedem que o usuário faça um cadastro com seus dados pessoais e bancários, e depois escolha uma das supostas dívidas que estão sendo negociadas com descontos de até 90%. Porém, ao clicar em uma das opções, o usuário é redirecionado para uma página de erro ou para o site oficial do Serasa.

    A reportagem da Lupa consultou o Serasa e confirmou que se trata de uma fraude. A empresa informou que não envia e-mails ou mensagens com links para o Feirão Limpa Nome, e que o único site oficial para consultar e negociar dívidas é o www.serasa.com.br. Além disso, a empresa alertou que nunca solicita dados bancários ou senhas dos consumidores.

    Para evitar cair nesse tipo de golpe, é importante seguir algumas dicas de segurança:

    • Desconfie de ofertas muito vantajosas ou urgentes que chegam por e-mail ou mensagem;

    • Não clique em links suspeitos ou desconhecidos;

    • Verifique se o site tem um cadeado verde na barra de endereço, indicando que é seguro;

    • Digite o endereço do site oficial do Serasa diretamente no navegador;

    • Não forneça seus dados pessoais ou bancários em sites não confiáveis;

    • Monitore seu CPF regularmente e denuncie qualquer movimentação suspeita.
  • Desafio do Benadryl no TikTok: o que é e quais são os riscos

    Desafio do Benadryl no TikTok: o que é e quais são os riscos

    O TikTok é uma rede social que se tornou popular entre os jovens por seus vídeos curtos e divertidos.

    Porém, nem tudo é diversão na plataforma. Alguns desafios propostos pelos usuários podem ser perigosos e até fatais. Um deles é o chamado Desafio do Benadryl, que consiste em ingerir grandes quantidades de um antialérgico e filmar os efeitos no corpo.

    O Benadryl é o nome comercial de um medicamento que contém difenidramina, uma substância anti-histamínica que combate alergias. Em doses normais, o remédio pode causar sonolência, boca seca e tontura. Em doses elevadas, pode provocar alucinações, arritmia cardíaca, convulsões, coma e até morte.

    O desafio viralizou no TikTok em 2020, mas voltou a ganhar repercussão após a morte de um adolescente de 13 anos nos Estados Unidos, em maio de 2023. Segundo a imprensa local, o jovem tomou mais de 14 comprimidos de Benadryl e teve uma overdose. Ele ficou seis dias internado em estado grave até que os médicos declararam sua morte cerebral.

    O caso acendeu um alerta para os pais e as autoridades sobre os riscos dos desafios do TikTok. Especialistas alertam que a ingestão de medicamentos sem prescrição médica pode causar danos irreversíveis à saúde e até levar à morte. Além disso, recomendam que os medicamentos sejam mantidos fora do alcance de crianças e adolescentes.

    O TikTok, por sua vez, afirmou que proíbe conteúdos que incentivem ou promovam comportamentos perigosos e que remove vídeos que violem suas políticas. A rede social também disse que oferece ferramentas para os pais controlarem o acesso dos filhos à plataforma.

    Porém, nem tudo é diversão na plataforma. Alguns desafios propostos pelos usuários podem ser perigosos e até fatais. Um deles é o chamado Desafio do Benadryl, que consiste em ingerir grandes quantidades de um antialérgico e filmar os efeitos no corpo.

    O Benadryl é o nome comercial de um medicamento que contém difenidramina, uma substância anti-histamínica que combate alergias. Em doses normais, o remédio pode causar sonolência, boca seca e tontura. Em doses elevadas, pode provocar alucinações, arritmia cardíaca, convulsões, coma e até morte.

    O desafio viralizou no TikTok em 2020, mas voltou a ganhar repercussão após a morte de um adolescente de 13 anos nos Estados Unidos, em maio de 2023. Segundo a imprensa local, o jovem tomou mais de 14 comprimidos de Benadryl e teve uma overdose. Ele ficou seis dias internado em estado grave até que os médicos declararam sua morte cerebral.

    O caso acendeu um alerta para os pais e as autoridades sobre os riscos dos desafios do TikTok. Especialistas alertam que a ingestão de medicamentos sem prescrição médica pode causar danos irreversíveis à saúde e até levar à morte. Além disso, recomendam que os medicamentos sejam mantidos fora do alcance de crianças e adolescentes.

    O TikTok, por sua vez, afirmou que proíbe conteúdos que incentivem ou promovam comportamentos perigosos e que remove vídeos que violem suas políticas. A rede social também disse que oferece ferramentas para os pais controlarem o acesso dos filhos à plataforma.

  • Como alguns países estão regulando as redes sociais

    Como alguns países estão regulando as redes sociais

    As redes sociais são ferramentas poderosas para a comunicação, a informação e a participação social.

    No entanto, elas também podem ser usadas para disseminar conteúdos falsos, ofensivos ou ilegais, que podem ameaçar a democracia, a convivência e os direitos humanos. Por isso, alguns países têm adotado medidas para regular as plataformas digitais e responsabilizá-las pelo que é publicado em seus espaços.

    Um dos primeiros países a legislar de maneira mais rigorosa sobre a responsabilização das redes sociais foi a Alemanha, que em 2017 instituiu o NetzDG, uma lei que obriga as empresas a removerem conteúdos manifestamente ilegais em até 24 horas, sob pena de multas milionárias. A lei também exige que as plataformas publiquem relatórios sobre as denúncias recebidas e as ações tomadas.

    Outros países da União Europeia seguiram o exemplo da Alemanha e criaram ou estão criando normas semelhantes, como a França, o Reino Unido e Portugal. Esses países buscam equilibrar o combate à desinformação e ao discurso de ódio com o respeito à liberdade de expressão e à privacidade dos usuários.

    No Brasil, o tema da regulação das redes sociais ganhou destaque após o presidente Lula defender a necessidade de regular os meios de comunicação no país e no mundo. O governo petista diz que pretende debater o assunto com a sociedade, os especialistas e os meios de mídia, além de levar a discussão ao G20 e ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

    A proposta de regulação das redes sociais divide opiniões entre aqueles que acreditam ser necessário para proteger a democracia e aqueles que temem que seja uma forma de censura. O desafio é encontrar um modelo que garanta a transparência, a accountability e a pluralidade das plataformas digitais sem violar os direitos fundamentais dos cidadãos.

    No entanto, elas também podem ser usadas para disseminar conteúdos falsos, ofensivos ou ilegais, que podem ameaçar a democracia, a convivência e os direitos humanos. Por isso, alguns países têm adotado medidas para regular as plataformas digitais e responsabilizá-las pelo que é publicado em seus espaços.

    Um dos primeiros países a legislar de maneira mais rigorosa sobre a responsabilização das redes sociais foi a Alemanha, que em 2017 instituiu o NetzDG, uma lei que obriga as empresas a removerem conteúdos manifestamente ilegais em até 24 horas, sob pena de multas milionárias. A lei também exige que as plataformas publiquem relatórios sobre as denúncias recebidas e as ações tomadas.

    Outros países da União Europeia seguiram o exemplo da Alemanha e criaram ou estão criando normas semelhantes, como a França, o Reino Unido e Portugal. Esses países buscam equilibrar o combate à desinformação e ao discurso de ódio com o respeito à liberdade de expressão e à privacidade dos usuários.

    No Brasil, o tema da regulação das redes sociais ganhou destaque após o presidente Lula defender a necessidade de regular os meios de comunicação no país e no mundo. O governo petista diz que pretende debater o assunto com a sociedade, os especialistas e os meios de mídia, além de levar a discussão ao G20 e ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

    A proposta de regulação das redes sociais divide opiniões entre aqueles que acreditam ser necessário para proteger a democracia e aqueles que temem que seja uma forma de censura. O desafio é encontrar um modelo que garanta a transparência, a accountability e a pluralidade das plataformas digitais sem violar os direitos fundamentais dos cidadãos.

  • Moraes determina que PF ouça diretores de grandes empresas de tecnologia sobre anúncios contra PL das Fake News

    Moraes determina que PF ouça diretores de grandes empresas de tecnologia sobre anúncios contra PL das Fake News

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que a Polícia Federal (PF) ouça os presidentes ou equivalentes das empresas Google, Meta, Spotify e Brasil Paralelo sobre possíveis ações contra o projeto de lei (PL) das Fake News.

    A decisão foi tomada nesta terça-feira (2) e também exigiu que as empresas excluam todos os anúncios, textos e informações veiculados com críticas ao PL.

    Segundo Moraes, as condutas dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus dirigentes precisam ser investigadas, pois são remuneradas por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes legais.

    O PL das Fake News visa combater a disseminação de notícias falsas e manipuladas na internet, mas enfrenta resistência de diversos setores da sociedade civil que alegam que a proposta fere a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

    A decisão foi tomada nesta terça-feira (2) e também exigiu que as empresas excluam todos os anúncios, textos e informações veiculados com críticas ao PL.

    Segundo Moraes, as condutas dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus dirigentes precisam ser investigadas, pois são remuneradas por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes legais.

    O PL das Fake News visa combater a disseminação de notícias falsas e manipuladas na internet, mas enfrenta resistência de diversos setores da sociedade civil que alegam que a proposta fere a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

  • ChatGPT: por que algumas empresas estão proibindo que seus funcionários utilizem o chatbot?

    ChatGPT: por que algumas empresas estão proibindo que seus funcionários utilizem o chatbot?

    Algumas empresas e instituições estão proibindo ou limitando o uso do ChatGPT por seus funcionários ou alunos, por diferentes motivos.

    Um deles é a segurança da informação. A Amazon, por exemplo, solicitou aos funcionários que não utilizassem o chatbot para evitar que informações da empresa possam vazar e colocar em risco a confidencialidade da propriedade intelectual da companhia. O JPMorgan Chase também restringiu temporariamente o uso do ChatGPT entre seus funcionários globais, de acordo com uma fonte anônima.

    Outro motivo é a preocupação com a integridade acadêmica. Escolas públicas de Nova York e Seattle restringiram o uso do ChatGPT para os alunos, devido ao receio de que ele possa ser usado para trapacear nas tarefas. O chatbot pode gerar textos sobre diversos temas, como poesia, trabalhos acadêmicos e modelos de documentos jurídicos.

    Além disso, há questões éticas e sociais envolvidas no uso do ChatGPT. Alguns analistas veem o chatbot como uma ameaça à criatividade humana, ao aprendizado e à educação, ao trabalho e à própria democracia. Eles argumentam que o programa pode ser usado para manipular opiniões, disseminar desinformação e enganar as pessoas.

    O ChatGPT foi desenvolvido pela OpenAI, empresa fundada em 2015 nos EUA por Sam Altman e pelo empresário Elon Musk. O sistema está disponível em quase 100 línguas, mas funciona melhor em inglês. O seu potencial de se desenvolver ainda mais a longo prazo vem provocando não só admiração, mas também alguns temores.

    Um deles é a segurança da informação. A Amazon, por exemplo, solicitou aos funcionários que não utilizassem o chatbot para evitar que informações da empresa possam vazar e colocar em risco a confidencialidade da propriedade intelectual da companhia. O JPMorgan Chase também restringiu temporariamente o uso do ChatGPT entre seus funcionários globais, de acordo com uma fonte anônima.

    Outro motivo é a preocupação com a integridade acadêmica. Escolas públicas de Nova York e Seattle restringiram o uso do ChatGPT para os alunos, devido ao receio de que ele possa ser usado para trapacear nas tarefas. O chatbot pode gerar textos sobre diversos temas, como poesia, trabalhos acadêmicos e modelos de documentos jurídicos.

    Além disso, há questões éticas e sociais envolvidas no uso do ChatGPT. Alguns analistas veem o chatbot como uma ameaça à criatividade humana, ao aprendizado e à educação, ao trabalho e à própria democracia. Eles argumentam que o programa pode ser usado para manipular opiniões, disseminar desinformação e enganar as pessoas.

    O ChatGPT foi desenvolvido pela OpenAI, empresa fundada em 2015 nos EUA por Sam Altman e pelo empresário Elon Musk. O sistema está disponível em quase 100 línguas, mas funciona melhor em inglês. O seu potencial de se desenvolver ainda mais a longo prazo vem provocando não só admiração, mas também alguns temores.

  • Por que o “padrinho” da inteligência artificial se arrependeu do seu trabalho no Google?

    Por que o “padrinho” da inteligência artificial se arrependeu do seu trabalho no Google?

    A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias mais promissoras e desafiadoras da atualidade. Mas nem todos os seus criadores estão satisfeitos com os rumos que ela está tomando.

    É o caso de Geoffrey Hinton, considerado o “padrinho” da IA por suas pesquisas pioneiras sobre aprendizagem profunda e redes neurais.

    Hinton, que trabalhou no Google por cerca de uma década, pediu demissão da empresa e alertou sobre os perigos da IA em uma entrevista ao jornal The New York Times. Ele disse que agora se arrepende do seu trabalho e que teme que a IA possa ser usada para “coisas ruins” por “pessoas mal-intencionadas”.

    O cientista de 75 anos afirmou que os chatbots (robôs virtuais) de IA podem em breve superar os humanos em conhecimento e raciocínio, criando um “cenário de pesadelo”. Ele também disse que se aposentou para poder falar livremente sobre os riscos da tecnologia, já que o Google agiu com responsabilidade, mas limitou sua liberdade de expressão.

    A saída de Hinton reacendeu o debate sobre os benefícios e os perigos da IA, que pode ter aplicações positivas em áreas como saúde, educação e meio ambiente, mas também pode gerar problemas éticos, sociais e políticos. A União Europeia, por exemplo, está trabalhando para criar regras mais efetivas para regular a IA e garantir seus direitos humanos.

    É o caso de Geoffrey Hinton, considerado o “padrinho” da IA por suas pesquisas pioneiras sobre aprendizagem profunda e redes neurais.

    Hinton, que trabalhou no Google por cerca de uma década, pediu demissão da empresa e alertou sobre os perigos da IA em uma entrevista ao jornal The New York Times. Ele disse que agora se arrepende do seu trabalho e que teme que a IA possa ser usada para “coisas ruins” por “pessoas mal-intencionadas”.

    O cientista de 75 anos afirmou que os chatbots (robôs virtuais) de IA podem em breve superar os humanos em conhecimento e raciocínio, criando um “cenário de pesadelo”. Ele também disse que se aposentou para poder falar livremente sobre os riscos da tecnologia, já que o Google agiu com responsabilidade, mas limitou sua liberdade de expressão.

    A saída de Hinton reacendeu o debate sobre os benefícios e os perigos da IA, que pode ter aplicações positivas em áreas como saúde, educação e meio ambiente, mas também pode gerar problemas éticos, sociais e políticos. A União Europeia, por exemplo, está trabalhando para criar regras mais efetivas para regular a IA e garantir seus direitos humanos.