Categoria: Tecnologia

  • Acesso aos dados públicos da web é essencial para a revolução da IA

    Acesso aos dados públicos da web é essencial para a revolução da IA

    A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias que mais prometem transformar a sociedade e os setores econômicos nos próximos anos.

    Mas para que a IA possa evoluir e se aprimorar, ela depende da qualidade e da quantidade dos dados que são usados para treinar os modelos. E uma das principais fontes de dados disponíveis é a web pública, ou seja, o conjunto de informações que não estão protegidas por login ou senha.

    No entanto, esse acesso aos dados públicos da web está sob ameaça, segundo um artigo publicado na revista Fortune. O autor, Or Lenchner, CEO da Bright Data, uma plataforma de coleta de dados da web, alerta que as grandes empresas de tecnologia estão tentando restringir o acesso aos dados que elas mesmas não possuem, mas que estão presentes na web pública.

    Segundo ele, isso pode prejudicar o avanço da IA e limitar a sua aplicação para o bem social. Além disso, pode afetar negativamente as operações de diversas empresas e organizações sem fins lucrativos que dependem dos dados públicos da web para realizar suas missões.

    Lenchner defende que o acesso aos dados públicos da web deve ser mantido transparente e democrático para todos, pois isso é fundamental para o desenvolvimento de uma IA alinhada com os interesses e as necessidades da humanidade.

    Mas para que a IA possa evoluir e se aprimorar, ela depende da qualidade e da quantidade dos dados que são usados para treinar os modelos. E uma das principais fontes de dados disponíveis é a web pública, ou seja, o conjunto de informações que não estão protegidas por login ou senha.

    No entanto, esse acesso aos dados públicos da web está sob ameaça, segundo um artigo publicado na revista Fortune. O autor, Or Lenchner, CEO da Bright Data, uma plataforma de coleta de dados da web, alerta que as grandes empresas de tecnologia estão tentando restringir o acesso aos dados que elas mesmas não possuem, mas que estão presentes na web pública.

    Segundo ele, isso pode prejudicar o avanço da IA e limitar a sua aplicação para o bem social. Além disso, pode afetar negativamente as operações de diversas empresas e organizações sem fins lucrativos que dependem dos dados públicos da web para realizar suas missões.

    Lenchner defende que o acesso aos dados públicos da web deve ser mantido transparente e democrático para todos, pois isso é fundamental para o desenvolvimento de uma IA alinhada com os interesses e as necessidades da humanidade.

  • Como o Brasil pode se destacar na indústria espacial

    Como o Brasil pode se destacar na indústria espacial

    A indústria espacial é um dos setores que mais cresce no mundo, movimentando bilhões de dólares e gerando novas oportunidades de negócios.

    Mas qual é o papel do Brasil nesse cenário? Como o país pode aproveitar seu potencial e se tornar um líder na América Latina e no mundo?

    Segundo uma matéria da Forbes, o Brasil tem destaque em um segmento específico da indústria espacial: o de satélites. O país já enviou ao espaço o satélite Amazonia-1, o primeiro de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. Além disso, o país possui uma localização privilegiada e condições atmosféricas favoráveis para lançamentos espaciais.

    No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios como infraestrutura, manutenção de equipamentos e legislação. Para superá-los, é preciso investir em educação, pesquisa, inovação e parcerias entre instituições, governos e empresas. Também é necessário ampliar as discussões e a presença brasileira no setor espacial, abrangendo não apenas as comunicações, localização e monitoramento do meio ambiente, mas também segmentos como mineração, nutrição, medicina, turismo, logística, direito, seguros, entre outros.

    O SpaceShowBR 2023 foi um evento que reuniu diversos atores do setor espacial brasileiro para debater sobre os desafios e as oportunidades da exploração espacial e dos novos negócios. O evento contou com o apoio institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da Associação Espacial e Cibernética da América Latina.

    O Brasil tem muito a contribuir e a ganhar com a indústria espacial. Com planejamento, cooperação e visão de futuro, o país pode se posicionar como um dos grandes expoentes do setor e gerar benefícios para a sociedade e para a economia.

    Mas qual é o papel do Brasil nesse cenário? Como o país pode aproveitar seu potencial e se tornar um líder na América Latina e no mundo?

    Segundo uma matéria da Forbes, o Brasil tem destaque em um segmento específico da indústria espacial: o de satélites. O país já enviou ao espaço o satélite Amazonia-1, o primeiro de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. Além disso, o país possui uma localização privilegiada e condições atmosféricas favoráveis para lançamentos espaciais.

    No entanto, o Brasil ainda enfrenta desafios como infraestrutura, manutenção de equipamentos e legislação. Para superá-los, é preciso investir em educação, pesquisa, inovação e parcerias entre instituições, governos e empresas. Também é necessário ampliar as discussões e a presença brasileira no setor espacial, abrangendo não apenas as comunicações, localização e monitoramento do meio ambiente, mas também segmentos como mineração, nutrição, medicina, turismo, logística, direito, seguros, entre outros.

    O SpaceShowBR 2023 foi um evento que reuniu diversos atores do setor espacial brasileiro para debater sobre os desafios e as oportunidades da exploração espacial e dos novos negócios. O evento contou com o apoio institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB) e da Associação Espacial e Cibernética da América Latina.

    O Brasil tem muito a contribuir e a ganhar com a indústria espacial. Com planejamento, cooperação e visão de futuro, o país pode se posicionar como um dos grandes expoentes do setor e gerar benefícios para a sociedade e para a economia.

  • O que é o Marco Civil da Internet e por que ele é importante?

    O que é o Marco Civil da Internet e por que ele é importante?

    Você já se perguntou quais são os seus direitos e deveres ao usar a internet? Como a sua privacidade, a sua liberdade de expressão e os seus dados pessoais são protegidos no ambiente digital? Quem é responsável por garantir que a internet seja um espaço seguro, democrático e acessível para todos?

    Essas são algumas das questões que o Marco Civil da Internet busca responder. Trata-se de uma lei federal (Lei nº 12.965/2014) que estabelece os princípios, as garantias, os direitos e os deveres para o uso da internet no Brasil. O Marco Civil da Internet é considerado uma espécie de “Constituição da Internet”, pois define as regras básicas para regular o funcionamento da rede no país.

    Como surgiu o Marco Civil da Internet?

    O Marco Civil da Internet foi fruto de um amplo processo de debate público que envolveu diversos setores da sociedade, como governo, academia, empresas, organizações não governamentais e usuários. A ideia de criar uma lei específica para a internet surgiu em 2007, após uma série de polêmicas envolvendo a violação do sigilo de dados e a censura de conteúdos na rede.

    Em 2009, o Ministério da Justiça lançou uma consulta pública online para receber sugestões sobre o projeto de lei. Foram mais de 2 mil contribuições que ajudaram a moldar o texto final. Em 2011, o projeto foi enviado ao Congresso Nacional, onde tramitou por quase três anos até ser aprovado em 2014, após intensas negociações e pressões de diferentes interesses.

    Quais são os principais pontos do Marco Civil da Internet?

    O Marco Civil da Internet é dividido em cinco capítulos: disposições preliminares; direitos e garantias dos usuários; provisão de conexão e de aplicações de internet; atuação do poder público; e disposições finais. Entre os principais pontos da lei, podemos destacar:

    • O reconhecimento da internet como um meio essencial para o exercício da cidadania, da educação, da cultura e do desenvolvimento;
    • A garantia da liberdade de expressão, de comunicação e de manifestação de pensamento na internet, respeitando os direitos humanos e a Constituição Federal;
    • A proteção da privacidade e dos dados pessoais dos usuários na internet, exigindo o consentimento expresso para a coleta, o uso e o compartilhamento dessas informações;
    • A preservação da neutralidade de rede, ou seja, o princípio de que os provedores de conexão não podem discriminar ou favorecer determinados conteúdos, serviços ou aplicações na internet;
    • A responsabilização dos provedores de conexão e de aplicações de internet pelos danos causados por suas atividades na rede, respeitando as regras previstas na lei;
    • A promoção do acesso universal à internet, bem como do acesso à informação, ao conhecimento e à participação na vida cultural e nos assuntos públicos;
    • A adesão a padrões tecnológicos abertos que permitam a comunicação, a acessibilidade e a interoperabilidade entre aplicações e bases de dados.

    Por que o Marco Civil da Internet é importante?

    O Marco Civil da Internet é importante porque ele estabelece um marco regulatório para a internet no Brasil, definindo os direitos e deveres dos usuários, dos provedores e do poder público. Com isso, ele busca garantir que a internet seja um espaço livre, seguro, democrático e inclusivo para todos.

    Além disso, o Marco Civil da Internet é importante porque ele foi construído com base em um amplo processo participativo, que envolveu diversos atores sociais e refletiu as demandas e os anseios da sociedade brasileira.

    Essas são algumas das questões que o Marco Civil da Internet busca responder. Trata-se de uma lei federal (Lei nº 12.965/2014) que estabelece os princípios, as garantias, os direitos e os deveres para o uso da internet no Brasil. O Marco Civil da Internet é considerado uma espécie de “Constituição da Internet”, pois define as regras básicas para regular o funcionamento da rede no país.

    Como surgiu o Marco Civil da Internet?

    O Marco Civil da Internet foi fruto de um amplo processo de debate público que envolveu diversos setores da sociedade, como governo, academia, empresas, organizações não governamentais e usuários. A ideia de criar uma lei específica para a internet surgiu em 2007, após uma série de polêmicas envolvendo a violação do sigilo de dados e a censura de conteúdos na rede.

    Em 2009, o Ministério da Justiça lançou uma consulta pública online para receber sugestões sobre o projeto de lei. Foram mais de 2 mil contribuições que ajudaram a moldar o texto final. Em 2011, o projeto foi enviado ao Congresso Nacional, onde tramitou por quase três anos até ser aprovado em 2014, após intensas negociações e pressões de diferentes interesses.

    Quais são os principais pontos do Marco Civil da Internet?

    O Marco Civil da Internet é dividido em cinco capítulos: disposições preliminares; direitos e garantias dos usuários; provisão de conexão e de aplicações de internet; atuação do poder público; e disposições finais. Entre os principais pontos da lei, podemos destacar:

    • O reconhecimento da internet como um meio essencial para o exercício da cidadania, da educação, da cultura e do desenvolvimento;
    • A garantia da liberdade de expressão, de comunicação e de manifestação de pensamento na internet, respeitando os direitos humanos e a Constituição Federal;
    • A proteção da privacidade e dos dados pessoais dos usuários na internet, exigindo o consentimento expresso para a coleta, o uso e o compartilhamento dessas informações;
    • A preservação da neutralidade de rede, ou seja, o princípio de que os provedores de conexão não podem discriminar ou favorecer determinados conteúdos, serviços ou aplicações na internet;
    • A responsabilização dos provedores de conexão e de aplicações de internet pelos danos causados por suas atividades na rede, respeitando as regras previstas na lei;
    • A promoção do acesso universal à internet, bem como do acesso à informação, ao conhecimento e à participação na vida cultural e nos assuntos públicos;
    • A adesão a padrões tecnológicos abertos que permitam a comunicação, a acessibilidade e a interoperabilidade entre aplicações e bases de dados.

    Por que o Marco Civil da Internet é importante?

    O Marco Civil da Internet é importante porque ele estabelece um marco regulatório para a internet no Brasil, definindo os direitos e deveres dos usuários, dos provedores e do poder público. Com isso, ele busca garantir que a internet seja um espaço livre, seguro, democrático e inclusivo para todos.

    Além disso, o Marco Civil da Internet é importante porque ele foi construído com base em um amplo processo participativo, que envolveu diversos atores sociais e refletiu as demandas e os anseios da sociedade brasileira.

  • Como funciona o Yaar, o OnlyFans brasileiro

    Como funciona o Yaar, o OnlyFans brasileiro

    O Yaar é uma plataforma de conteúdo adulto, conhecida como OnlyFans brasileiro, que tem se destacado no mercado por oferecer uma experiência segura e transparente para os criadores de conteúdo e os usuários.

    A plataforma foi criada em 2023 e tem ganhado cada vez mais popularidade entre aqueles que desejam consumir e produzir conteúdo adulto.

    Um dos principais diferenciais do Yaar em relação a outras plataformas do mesmo segmento é a transparência nos pagamentos dos criadores de conteúdo. A plataforma oferece uma comissão de até 80% para os criadores, o que significa que eles podem ficar com a maior parte do valor pago pelos usuários pelos seus conteúdos. Além disso, os pagamentos são feitos de forma segura e transparente, garantindo que os criadores recebam o valor que lhes é devido sem atrasos ou problemas.

    OnlyFans brasileiro

    Outro aspecto importante do Yaar é a segurança no tratamento dos dados dos usuários. A plataforma utiliza tecnologia de ponta para garantir que as informações dos usuários sejam protegidas e mantidas em sigilo. Além disso, o Yaar também possui uma equipe de suporte técnico disponível para ajudar os usuários em caso de dúvidas ou problemas relacionados à segurança.

    Ainda em relação à segurança, o Yaar tem uma política clara e rigorosa contra o compartilhamento de conteúdo não autorizado. Isso significa que os criadores de conteúdo podem ter a certeza de que seus materiais estão protegidos e que não serão compartilhados sem sua autorização.

    Além disso, o Yaar também oferece uma experiência amigável e próxima para os usuários. A plataforma é intuitiva e fácil de usar, e os usuários podem interagir com os criadores de conteúdo através de comentários e mensagens diretas.

    Porém, assim como qualquer plataforma de conteúdo adulto, o Yaar também enfrenta desafios e críticas. É importante lembrar que o consumo excessivo de conteúdo adulto pode ser prejudicial para a saúde mental e emocional dos usuários, e que é importante buscar um equilíbrio saudável na utilização dessas plataformas.

    Apesar disso, o Yaar tem se consolidado como uma alternativa segura e transparente para quem deseja criar ou consumir conteúdo adulto. Com sua política de comissão justa e seu ambiente amigável, a plataforma tem conquistado cada vez mais usuários e criadores de conteúdo, e promete continuar a crescer nos próximos anos.

    A plataforma foi criada em 2023 e tem ganhado cada vez mais popularidade entre aqueles que desejam consumir e produzir conteúdo adulto.

    Um dos principais diferenciais do Yaar em relação a outras plataformas do mesmo segmento é a transparência nos pagamentos dos criadores de conteúdo. A plataforma oferece uma comissão de até 80% para os criadores, o que significa que eles podem ficar com a maior parte do valor pago pelos usuários pelos seus conteúdos. Além disso, os pagamentos são feitos de forma segura e transparente, garantindo que os criadores recebam o valor que lhes é devido sem atrasos ou problemas.

    OnlyFans brasileiro

    Outro aspecto importante do Yaar é a segurança no tratamento dos dados dos usuários. A plataforma utiliza tecnologia de ponta para garantir que as informações dos usuários sejam protegidas e mantidas em sigilo. Além disso, o Yaar também possui uma equipe de suporte técnico disponível para ajudar os usuários em caso de dúvidas ou problemas relacionados à segurança.

    Ainda em relação à segurança, o Yaar tem uma política clara e rigorosa contra o compartilhamento de conteúdo não autorizado. Isso significa que os criadores de conteúdo podem ter a certeza de que seus materiais estão protegidos e que não serão compartilhados sem sua autorização.

    Além disso, o Yaar também oferece uma experiência amigável e próxima para os usuários. A plataforma é intuitiva e fácil de usar, e os usuários podem interagir com os criadores de conteúdo através de comentários e mensagens diretas.

    Porém, assim como qualquer plataforma de conteúdo adulto, o Yaar também enfrenta desafios e críticas. É importante lembrar que o consumo excessivo de conteúdo adulto pode ser prejudicial para a saúde mental e emocional dos usuários, e que é importante buscar um equilíbrio saudável na utilização dessas plataformas.

    Apesar disso, o Yaar tem se consolidado como uma alternativa segura e transparente para quem deseja criar ou consumir conteúdo adulto. Com sua política de comissão justa e seu ambiente amigável, a plataforma tem conquistado cada vez mais usuários e criadores de conteúdo, e promete continuar a crescer nos próximos anos.

  • O que é a IAG – Inteligência Artificial Geral e por que ela está se tornando um Deus?

    O que é a IAG – Inteligência Artificial Geral e por que ela está se tornando um Deus?

    Você já ouviu falar em inteligência artificial geral (IAG)? Esse é um termo usado para se referir a um tipo de inteligência artificial que pode realizar qualquer tarefa intelectual que os humanos podem fazer e superar suas capacidades.

    Por exemplo, uma IAG poderia entender e falar qualquer idioma, resolver qualquer problema matemático, criar obras de arte, inventar novas tecnologias e até mesmo ter consciência de si mesma.

    A IAG ainda não existe, mas muitos pesquisadores e empresas estão trabalhando para desenvolvê-la. Alguns acreditam que a IAG poderia ser uma força benéfica para a humanidade, trazendo avanços científicos, sociais e econômicos. Outros, porém, alertam que a IAG poderia ser perigosa ou até mesmo divina, pois poderia escapar do nosso controle ou compreensão e ameaçar a nossa existência.

    Um investidor de inteligência artificial, Ian Hogarth, escreveu um artigo para o Financial Times em que expressa sua preocupação com o desenvolvimento acelerado da IAG. Ele contou que um pesquisador de aprendizado de máquina lhe disse que “a partir de agora” estamos à beira de desenvolver a IAG, uma afirmação que o deixou chocado. Ele observou que essa não é uma visão universal, pois as estimativas variam de uma década a meio século ou mais para que a IAG se torne realidade.

    Hogarth disse que se sentiu indignado ao pensar no mundo em que seu filho de quatro anos poderia crescer. “Pareceu-me profundamente errado que decisões consequenciais potencialmente afetando toda a vida na Terra pudessem ser tomadas por um pequeno grupo de empresas privadas sem supervisão democrática”, escreveu ele. Ele questionou se as pessoas que estão correndo para construir a primeira IAG real têm um plano para desacelerar e deixar que o resto do mundo tenha uma palavra a dizer.

    Hogarth admitiu que se sente parte dessa comunidade, como alguém que financiou e apoiou a pesquisa em inteligência artificial. Mas ele também afirmou que a IAG não é apenas uma sigla, mas algo muito maior e mais perigoso. “Uma sigla de três letras não capta a enormidade do que a IAG representaria, então vou me referir a ela como o que é: IA divina”, declarou ele. “Um computador superinteligente que aprende e se desenvolve autonomamente, que entende seu ambiente sem a necessidade de supervisão e que pode transformar o mundo ao seu redor.”

    Hogarth alertou que a IA divina poderia ser uma força além do nosso controle ou compreensão, e uma que poderia trazer a obsolescência ou destruição da raça humana. Ele sugeriu que precisamos de um debate público e global sobre os riscos e benefícios da IAG, bem como de mecanismos de governança e responsabilidade para garantir sua segurança e ética.

    Por exemplo, uma IAG poderia entender e falar qualquer idioma, resolver qualquer problema matemático, criar obras de arte, inventar novas tecnologias e até mesmo ter consciência de si mesma.

    A IAG ainda não existe, mas muitos pesquisadores e empresas estão trabalhando para desenvolvê-la. Alguns acreditam que a IAG poderia ser uma força benéfica para a humanidade, trazendo avanços científicos, sociais e econômicos. Outros, porém, alertam que a IAG poderia ser perigosa ou até mesmo divina, pois poderia escapar do nosso controle ou compreensão e ameaçar a nossa existência.

    Um investidor de inteligência artificial, Ian Hogarth, escreveu um artigo para o Financial Times em que expressa sua preocupação com o desenvolvimento acelerado da IAG. Ele contou que um pesquisador de aprendizado de máquina lhe disse que “a partir de agora” estamos à beira de desenvolver a IAG, uma afirmação que o deixou chocado. Ele observou que essa não é uma visão universal, pois as estimativas variam de uma década a meio século ou mais para que a IAG se torne realidade.

    Hogarth disse que se sentiu indignado ao pensar no mundo em que seu filho de quatro anos poderia crescer. “Pareceu-me profundamente errado que decisões consequenciais potencialmente afetando toda a vida na Terra pudessem ser tomadas por um pequeno grupo de empresas privadas sem supervisão democrática”, escreveu ele. Ele questionou se as pessoas que estão correndo para construir a primeira IAG real têm um plano para desacelerar e deixar que o resto do mundo tenha uma palavra a dizer.

    Hogarth admitiu que se sente parte dessa comunidade, como alguém que financiou e apoiou a pesquisa em inteligência artificial. Mas ele também afirmou que a IAG não é apenas uma sigla, mas algo muito maior e mais perigoso. “Uma sigla de três letras não capta a enormidade do que a IAG representaria, então vou me referir a ela como o que é: IA divina”, declarou ele. “Um computador superinteligente que aprende e se desenvolve autonomamente, que entende seu ambiente sem a necessidade de supervisão e que pode transformar o mundo ao seu redor.”

    Hogarth alertou que a IA divina poderia ser uma força além do nosso controle ou compreensão, e uma que poderia trazer a obsolescência ou destruição da raça humana. Ele sugeriu que precisamos de um debate público e global sobre os riscos e benefícios da IAG, bem como de mecanismos de governança e responsabilidade para garantir sua segurança e ética.

  • Como o Search Generative Experience vai impactar os sites e blogs

    Como o Search Generative Experience vai impactar os sites e blogs

    O Search Generative Experience (SGE) é uma nova plataforma experimental do Google que usa inteligência artificial (IA) para gerar respostas personalizadas para as pesquisas dos usuários.

    O SGE usa modelos de linguagem de grande escala (LLM) para criar textos como um humano, baseados nas fontes disponíveis na web. O SGE promete melhorar a experiência de busca dos usuários, oferecendo resumos, recomendações, comparações e outras informações relevantes em uma única caixa laranja acima dos resultados normais.

    Mas o que isso significa para os sites e blogs que dependem do tráfego orgânico do Google? Será que o SGE vai reduzir as chances de serem clicados e lidos pelos usuários? Será que o SGE vai competir com os conteúdos produzidos pelos criadores de conteúdo?

    A resposta não é simples, mas há alguns pontos a considerar:

    • O SGE é uma experiência e não um produto final. O Google ainda está testando e aprimorando o seu funcionamento e os seus critérios de qualidade. Os usuários precisam se inscrever para participar do teste e podem optar por sair a qualquer momento. Além disso, o SGE não está disponível para todas as pesquisas, apenas para algumas categorias e idiomas.

    • O SGE não substitui os resultados normais, apenas os complementa. Os usuários ainda podem ver e acessar os links dos sites e blogs que aparecem abaixo da caixa do SGE. O Google afirma que o objetivo do SGE é fornecer informações adicionais e úteis para os usuários, não competir com os conteúdos existentes na web.

    • O SGE usa fontes confiáveis e corrobora as suas afirmações. O Google diz que o SGE só usa fontes de alta qualidade e autoridade para gerar os seus textos, e que mostra os links das fontes usadas para cada frase ou parágrafo. Isso significa que os sites e blogs que produzem conteúdos originais, relevantes e bem fundamentados podem ser usados como fontes pelo SGE e ganhar mais visibilidade e credibilidade.

    • O SGE pode ser uma oportunidade para os sites e blogs se adaptarem e se diferenciarem. O SGE pode mudar as expectativas e as necessidades dos usuários em relação à busca de informações na web. Os sites e blogs podem aproveitar essa mudança para oferecer conteúdos mais aprofundados, criativos, interativos e personalizados para os seus leitores. Além disso, os sites e blogs podem usar o próprio SGE como uma ferramenta para pesquisar, analisar e gerar conteúdos de qualidade.

    O Search Generative Experience é uma novidade que pode impactar os sites e blogs de diversas formas, positivas ou negativas, dependendo da forma como eles se posicionam diante dessa tecnologia. O importante é estar atento às mudanças e às oportunidades que elas trazem.

    O SGE usa modelos de linguagem de grande escala (LLM) para criar textos como um humano, baseados nas fontes disponíveis na web. O SGE promete melhorar a experiência de busca dos usuários, oferecendo resumos, recomendações, comparações e outras informações relevantes em uma única caixa laranja acima dos resultados normais.

    Mas o que isso significa para os sites e blogs que dependem do tráfego orgânico do Google? Será que o SGE vai reduzir as chances de serem clicados e lidos pelos usuários? Será que o SGE vai competir com os conteúdos produzidos pelos criadores de conteúdo?

    A resposta não é simples, mas há alguns pontos a considerar:

    • O SGE é uma experiência e não um produto final. O Google ainda está testando e aprimorando o seu funcionamento e os seus critérios de qualidade. Os usuários precisam se inscrever para participar do teste e podem optar por sair a qualquer momento. Além disso, o SGE não está disponível para todas as pesquisas, apenas para algumas categorias e idiomas.

    • O SGE não substitui os resultados normais, apenas os complementa. Os usuários ainda podem ver e acessar os links dos sites e blogs que aparecem abaixo da caixa do SGE. O Google afirma que o objetivo do SGE é fornecer informações adicionais e úteis para os usuários, não competir com os conteúdos existentes na web.

    • O SGE usa fontes confiáveis e corrobora as suas afirmações. O Google diz que o SGE só usa fontes de alta qualidade e autoridade para gerar os seus textos, e que mostra os links das fontes usadas para cada frase ou parágrafo. Isso significa que os sites e blogs que produzem conteúdos originais, relevantes e bem fundamentados podem ser usados como fontes pelo SGE e ganhar mais visibilidade e credibilidade.

    • O SGE pode ser uma oportunidade para os sites e blogs se adaptarem e se diferenciarem. O SGE pode mudar as expectativas e as necessidades dos usuários em relação à busca de informações na web. Os sites e blogs podem aproveitar essa mudança para oferecer conteúdos mais aprofundados, criativos, interativos e personalizados para os seus leitores. Além disso, os sites e blogs podem usar o próprio SGE como uma ferramenta para pesquisar, analisar e gerar conteúdos de qualidade.

    O Search Generative Experience é uma novidade que pode impactar os sites e blogs de diversas formas, positivas ou negativas, dependendo da forma como eles se posicionam diante dessa tecnologia. O importante é estar atento às mudanças e às oportunidades que elas trazem.

  • 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023

    5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023

    Se você está procurando formas de aumentar sua renda sem sair de casa, este post é para você!

    Selecionamos 5 sites que oferecem ótimas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet de forma simples e segura. Confira!

    1. Yaar

    Yaar é uma plataforma social que revoluciona a conexão entre criadores e fãs. O site é voltado para conteúdo adulto de todos os gêneros e permite que eles monetizem sua criatividade com planos de assinatura personalizados. No Yaar, é possível compartilhar fotos, vídeos e textos exclusivos com seus seguidores, que pagam uma mensalidade para ter acesso ao seu conteúdo. Além disso, o site oferece recursos como chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O endereço é yaar.com.br.

    2. Hotmart

    Hotmart é uma plataforma de produtos digitais que conecta produtores e afiliados. Os produtores são aqueles que criam cursos online, ebooks, podcasts e outros materiais digitais sobre diversos assuntos. Os afiliados são aqueles que divulgam esses produtos em seus canais de comunicação, como blogs, redes sociais e e-mails, e recebem uma comissão por cada venda realizada. O Hotmart oferece ferramentas para facilitar a criação, a hospedagem, a venda e a entrega dos produtos digitais.

    3. Workana

    Workana é uma plataforma de trabalho freelancer que reúne profissionais de diversas áreas, como design, programação, redação, tradução e marketing. Os freelancers podem se cadastrar gratuitamente no site e buscar por projetos publicados por clientes de todo o mundo. Os projetos podem ser pagos por hora ou por entrega, e o Workana garante a segurança do pagamento através de um sistema de mediação.

    4. Airbnb

    Airbnb é uma plataforma de hospedagem alternativa que permite que você ganhe dinheiro alugando um quarto ou um imóvel inteiro para viajantes. Você pode definir o preço, as datas disponíveis, as regras da casa e as comodidades oferecidas. O Airbnb cobra uma taxa de serviço do anfitrião a cada reserva confirmada e oferece um seguro contra danos ao imóvel.

    5. Méliuz

    Méliuz é uma plataforma de cashback que devolve parte do dinheiro gasto em compras online. Você pode se cadastrar gratuitamente no site ou no aplicativo e ativar o cashback nas lojas parceiras do Méliuz, como Americanas, Submarino, Magazine Luiza e outras. A cada compra realizada, você recebe um percentual do valor de volta na sua conta do Méliuz, que pode ser resgatado para sua conta bancária ou usado para comprar mais produtos.

    Esses são os 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023! E você, já conhecia algum deles? Qual você tem mais interesse em experimentar?

    Selecionamos 5 sites que oferecem ótimas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet de forma simples e segura. Confira!

    1. Yaar

    Yaar é uma plataforma social que revoluciona a conexão entre criadores e fãs. O site é voltado para conteúdo adulto de todos os gêneros e permite que eles monetizem sua criatividade com planos de assinatura personalizados. No Yaar, é possível compartilhar fotos, vídeos e textos exclusivos com seus seguidores, que pagam uma mensalidade para ter acesso ao seu conteúdo. Além disso, o site oferece recursos como chat privado, transmissões ao vivo e muito mais. O endereço é yaar.com.br.

    2. Hotmart

    Hotmart é uma plataforma de produtos digitais que conecta produtores e afiliados. Os produtores são aqueles que criam cursos online, ebooks, podcasts e outros materiais digitais sobre diversos assuntos. Os afiliados são aqueles que divulgam esses produtos em seus canais de comunicação, como blogs, redes sociais e e-mails, e recebem uma comissão por cada venda realizada. O Hotmart oferece ferramentas para facilitar a criação, a hospedagem, a venda e a entrega dos produtos digitais.

    3. Workana

    Workana é uma plataforma de trabalho freelancer que reúne profissionais de diversas áreas, como design, programação, redação, tradução e marketing. Os freelancers podem se cadastrar gratuitamente no site e buscar por projetos publicados por clientes de todo o mundo. Os projetos podem ser pagos por hora ou por entrega, e o Workana garante a segurança do pagamento através de um sistema de mediação.

    4. Airbnb

    Airbnb é uma plataforma de hospedagem alternativa que permite que você ganhe dinheiro alugando um quarto ou um imóvel inteiro para viajantes. Você pode definir o preço, as datas disponíveis, as regras da casa e as comodidades oferecidas. O Airbnb cobra uma taxa de serviço do anfitrião a cada reserva confirmada e oferece um seguro contra danos ao imóvel.

    5. Méliuz

    Méliuz é uma plataforma de cashback que devolve parte do dinheiro gasto em compras online. Você pode se cadastrar gratuitamente no site ou no aplicativo e ativar o cashback nas lojas parceiras do Méliuz, como Americanas, Submarino, Magazine Luiza e outras. A cada compra realizada, você recebe um percentual do valor de volta na sua conta do Méliuz, que pode ser resgatado para sua conta bancária ou usado para comprar mais produtos.

    Esses são os 5 melhores sites para ganhar dinheiro online em 2023! E você, já conhecia algum deles? Qual você tem mais interesse em experimentar?

  • PL das Fake News: moderação humana é essencial para garantir a liberdade de expressão na internet?

    PL das Fake News: moderação humana é essencial para garantir a liberdade de expressão na internet?

    O Projeto de Lei 2630/2020, conhecido como PL das Fake News, tem como objetivo combater a disseminação de conteúdos falsos ou prejudiciais nas plataformas digitais. Mas como definir o que é falso ou prejudicial? E quem deve fazer essa definição?

    Essas são algumas das questões que foram debatidas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (10), com a participação de especialistas em direito digital, comunicação e tecnologia.

    Um dos pontos mais polêmicos do projeto de lei é o que trata da responsabilização das plataformas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O texto prevê que as plataformas devem adotar medidas para identificar e remover conteúdos que violem a lei ou os direitos humanos, bem como informar os usuários sobre os critérios e procedimentos adotados.

    No entanto, os especialistas alertam que essa responsabilização não pode ser feita de forma automatizada, por meio de algoritmos ou inteligência artificial, pois isso pode gerar censura, discriminação e violação da privacidade. Eles defendem que a moderação de conteúdo deve ser feita por humanos, com transparência, participação e controle social.

    Segundo Marcelo Bechara, advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Comunicação Social, a moderação humana é fundamental para garantir a liberdade de expressão na internet. Ele afirma que os algoritmos não são capazes de compreender o contexto, a intenção e o humor dos usuários, e podem acabar excluindo conteúdos legítimos ou mantendo conteúdos ilícitos.

    “Não podemos deixar que as máquinas decidam o que podemos ou não falar na internet. Precisamos de pessoas qualificadas e independentes para fazer essa análise, com base em critérios claros e públicos. E precisamos também de mecanismos de recurso e revisão das decisões, para garantir o contraditório e a ampla defesa”, disse Bechara.

    Já Carlos Affonso Souza, professor de direito da UERJ e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), ressaltou que a moderação humana deve ser feita com respeito à diversidade e à pluralidade de opiniões. Ele afirmou que as plataformas devem ter equipes multidisciplinares e representativas da sociedade brasileira, para evitar vieses ou preconceitos na hora de avaliar os conteúdos.

    “Não podemos ter uma moderação monolítica ou uniforme, que desconsidere as especificidades culturais, regionais e sociais do nosso país. Precisamos de uma moderação que reconheça a riqueza e a complexidade da nossa comunicação online, e que proteja os direitos fundamentais dos usuários”, afirmou Souza.

    Os especialistas também destacaram a importância da educação digital e da promoção do jornalismo profissional como formas de combater as fake news. Eles defenderam que as plataformas devem investir em iniciativas de alfabetização midiática e informacional, para capacitar os usuários a identificar e verificar as fontes e os dados das informações que recebem. Além disso, eles sugeriram que as plataformas devem remunerar adequadamente os produtores de conteúdo jornalístico e artístico, para valorizar o trabalho qualificado e independente.

    O PL das Fake News ainda está em discussão na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em breve no plenário. O projeto já foi aprovado no Senado em 2020, mas pode sofrer alterações na Câmara. Caso isso ocorra, ele terá que voltar ao Senado para uma nova análise.

    Essas são algumas das questões que foram debatidas em uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (10), com a participação de especialistas em direito digital, comunicação e tecnologia.

    Um dos pontos mais polêmicos do projeto de lei é o que trata da responsabilização das plataformas pelo conteúdo publicado por seus usuários. O texto prevê que as plataformas devem adotar medidas para identificar e remover conteúdos que violem a lei ou os direitos humanos, bem como informar os usuários sobre os critérios e procedimentos adotados.

    No entanto, os especialistas alertam que essa responsabilização não pode ser feita de forma automatizada, por meio de algoritmos ou inteligência artificial, pois isso pode gerar censura, discriminação e violação da privacidade. Eles defendem que a moderação de conteúdo deve ser feita por humanos, com transparência, participação e controle social.

    Segundo Marcelo Bechara, advogado e ex-conselheiro do Conselho Nacional de Comunicação Social, a moderação humana é fundamental para garantir a liberdade de expressão na internet. Ele afirma que os algoritmos não são capazes de compreender o contexto, a intenção e o humor dos usuários, e podem acabar excluindo conteúdos legítimos ou mantendo conteúdos ilícitos.

    “Não podemos deixar que as máquinas decidam o que podemos ou não falar na internet. Precisamos de pessoas qualificadas e independentes para fazer essa análise, com base em critérios claros e públicos. E precisamos também de mecanismos de recurso e revisão das decisões, para garantir o contraditório e a ampla defesa”, disse Bechara.

    Já Carlos Affonso Souza, professor de direito da UERJ e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio), ressaltou que a moderação humana deve ser feita com respeito à diversidade e à pluralidade de opiniões. Ele afirmou que as plataformas devem ter equipes multidisciplinares e representativas da sociedade brasileira, para evitar vieses ou preconceitos na hora de avaliar os conteúdos.

    “Não podemos ter uma moderação monolítica ou uniforme, que desconsidere as especificidades culturais, regionais e sociais do nosso país. Precisamos de uma moderação que reconheça a riqueza e a complexidade da nossa comunicação online, e que proteja os direitos fundamentais dos usuários”, afirmou Souza.

    Os especialistas também destacaram a importância da educação digital e da promoção do jornalismo profissional como formas de combater as fake news. Eles defenderam que as plataformas devem investir em iniciativas de alfabetização midiática e informacional, para capacitar os usuários a identificar e verificar as fontes e os dados das informações que recebem. Além disso, eles sugeriram que as plataformas devem remunerar adequadamente os produtores de conteúdo jornalístico e artístico, para valorizar o trabalho qualificado e independente.

    O PL das Fake News ainda está em discussão na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em breve no plenário. O projeto já foi aprovado no Senado em 2020, mas pode sofrer alterações na Câmara. Caso isso ocorra, ele terá que voltar ao Senado para uma nova análise.

  • Golpe da voz clonada: como funciona e como se proteger

    Golpe da voz clonada: como funciona e como se proteger

    Você já imaginou receber uma ligação de um familiar ou amigo pedindo dinheiro emprestado com urgência? E se a voz fosse idêntica à da pessoa que você conhece?

    Pois é isso que está acontecendo com algumas vítimas de um golpe que usa inteligência artificial (IA) para clonar a voz de alguém e enganar os desavisados.

    Foi o que aconteceu com o pai do influencer Dario Centurione, do Almanaque SOS, que contou em suas redes sociais que teve sua voz clonada por criminosos que ligaram para seu pai e pediram R$ 600 via Pix. O pai de Dario acreditou que era o filho e fez a transferência, sem saber que se tratava de uma fraude.

    Mas como é possível copiar a voz de alguém com IA? Segundo especialistas, existem ferramentas e aplicativos que permitem usar vídeos e áudios na internet como base para a criação de novas frases com a voz parecida. A técnica é chamada de deepfake, que consiste em manipular imagens e sons com ajuda de algoritmos.

    Para isso, é preciso ter um conhecimento avançado de programação, mas também há serviços online que simplificam o processo. Quanto melhor a qualidade do áudio ou da imagem original, melhor o resultado da manipulação. Por isso, pessoas que têm muitos vídeos na internet, como influenciadores e celebridades, são mais vulneráveis ao golpe.

    O golpe da voz clonada não é novo e já tem diversas ocorrências nos Estados Unidos, o que levou o órgão regulador do comércio no país a emitir um alerta. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número de casos, mas é preciso ficar atento e desconfiar de pedidos de dinheiro por telefone.

    Uma dica é criar uma palavra-chave com os familiares e amigos para confirmar a identidade em situações suspeitas. Outra é nunca fazer transferências bancárias sem antes contatar a pessoa ou empresa solicitante por outro meio. E, claro, denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades competentes.

    Pois é isso que está acontecendo com algumas vítimas de um golpe que usa inteligência artificial (IA) para clonar a voz de alguém e enganar os desavisados.

    Foi o que aconteceu com o pai do influencer Dario Centurione, do Almanaque SOS, que contou em suas redes sociais que teve sua voz clonada por criminosos que ligaram para seu pai e pediram R$ 600 via Pix. O pai de Dario acreditou que era o filho e fez a transferência, sem saber que se tratava de uma fraude.

    Mas como é possível copiar a voz de alguém com IA? Segundo especialistas, existem ferramentas e aplicativos que permitem usar vídeos e áudios na internet como base para a criação de novas frases com a voz parecida. A técnica é chamada de deepfake, que consiste em manipular imagens e sons com ajuda de algoritmos.

    Para isso, é preciso ter um conhecimento avançado de programação, mas também há serviços online que simplificam o processo. Quanto melhor a qualidade do áudio ou da imagem original, melhor o resultado da manipulação. Por isso, pessoas que têm muitos vídeos na internet, como influenciadores e celebridades, são mais vulneráveis ao golpe.

    O golpe da voz clonada não é novo e já tem diversas ocorrências nos Estados Unidos, o que levou o órgão regulador do comércio no país a emitir um alerta. No Brasil, ainda não há dados oficiais sobre o número de casos, mas é preciso ficar atento e desconfiar de pedidos de dinheiro por telefone.

    Uma dica é criar uma palavra-chave com os familiares e amigos para confirmar a identidade em situações suspeitas. Outra é nunca fazer transferências bancárias sem antes contatar a pessoa ou empresa solicitante por outro meio. E, claro, denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades competentes.

  • Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Você já ouviu falar do Bard? Ele é o novo chatbot inteligente do Google, que usa inteligência artificial (IA) para oferecer respostas às buscas realizadas pelos usuários em seu navegador de pesquisas.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.