Categoria: Tecnologia

  • Tiangong: a estação espacial chinesa que desafia o domínio dos EUA no espaço

    Tiangong: a estação espacial chinesa que desafia o domínio dos EUA no espaço

    A China está construindo uma estação espacial permanente em órbita terrestre baixa, chamada Tiangong, que significa “Palácio Celestial” em chinês. O projeto é parte dos esforços do país para se tornar uma potência espacial e competir com os EUA, que lideram a Estação Espacial Internacional (ISS).

    A Tiangong é uma estação espacial modular, composta por um módulo central e dois módulos laboratoriais, que serão lançados entre 2021 e 2022. A estação terá cerca de um quinto da massa da ISS e aproximadamente a mesma massa da antiga estação espacial russa Mir. A estação poderá abrigar até seis taikonautas (como são chamados os astronautas chineses) e realizar diversos experimentos científicos nas áreas de ciências da vida, microgravidade, física, astronomia e tecnologia.

    A Tiangong é a terceira fase do programa espacial tripulado da China, que começou em 2003 com o primeiro voo humano do país. As duas primeiras fases envolveram o lançamento de dois laboratórios espaciais temporários, Tiangong-1 e Tiangong-2, que serviram para testar as tecnologias de acoplagem e de suporte à vida no espaço. A Tiangong-1 foi lançada em 2011 e reentrou na atmosfera terrestre em 2018, após perder o controle. A Tiangong-2 foi lançada em 2016 e desorbitada intencionalmente em 2019.

    A China tem planos ambiciosos para a Tiangong, que incluem a realização de missões de longa duração, a cooperação internacional com outros países e organizações, e a instalação de um telescópio óptico acoplado à estação, chamado Xuntian, que terá um campo de visão 300 vezes maior do que o do telescópio espacial Hubble.

    A Tiangong representa um desafio para o domínio dos EUA no espaço, que até então era o único país capaz de operar uma estação espacial permanente. Os EUA proibiram a participação da China na ISS por questões de segurança nacional e de direitos humanos, o que motivou os chineses a desenvolverem seu próprio programa espacial independente. A Tiangong pode se tornar uma alternativa à ISS, que tem seu funcionamento previsto até 2024, mas que pode ser estendido até 2030.

    A Tiangong também pode ser vista como uma oportunidade de colaboração entre as duas potências espaciais, que poderiam compartilhar seus conhecimentos e recursos para explorar o espaço de forma pacífica e sustentável. A China já manifestou seu interesse em cooperar com outros países na Tiangong, e alguns parceiros potenciais são a Rússia, a Agência Espacial Europeia, a Agência Espacial Brasileira e a ONU.

    A Tiangong é um marco histórico para a China e para o mundo, pois demonstra o avanço tecnológico e científico do país asiático e sua capacidade de realizar feitos espaciais impressionantes. A estação espacial chinesa pode abrir novas possibilidades de pesquisa e descoberta no espaço, além de estimular a competição e a cooperação entre as nações.

    A Tiangong é uma estação espacial modular, composta por um módulo central e dois módulos laboratoriais, que serão lançados entre 2021 e 2022. A estação terá cerca de um quinto da massa da ISS e aproximadamente a mesma massa da antiga estação espacial russa Mir. A estação poderá abrigar até seis taikonautas (como são chamados os astronautas chineses) e realizar diversos experimentos científicos nas áreas de ciências da vida, microgravidade, física, astronomia e tecnologia.

    A Tiangong é a terceira fase do programa espacial tripulado da China, que começou em 2003 com o primeiro voo humano do país. As duas primeiras fases envolveram o lançamento de dois laboratórios espaciais temporários, Tiangong-1 e Tiangong-2, que serviram para testar as tecnologias de acoplagem e de suporte à vida no espaço. A Tiangong-1 foi lançada em 2011 e reentrou na atmosfera terrestre em 2018, após perder o controle. A Tiangong-2 foi lançada em 2016 e desorbitada intencionalmente em 2019.

    A China tem planos ambiciosos para a Tiangong, que incluem a realização de missões de longa duração, a cooperação internacional com outros países e organizações, e a instalação de um telescópio óptico acoplado à estação, chamado Xuntian, que terá um campo de visão 300 vezes maior do que o do telescópio espacial Hubble.

    A Tiangong representa um desafio para o domínio dos EUA no espaço, que até então era o único país capaz de operar uma estação espacial permanente. Os EUA proibiram a participação da China na ISS por questões de segurança nacional e de direitos humanos, o que motivou os chineses a desenvolverem seu próprio programa espacial independente. A Tiangong pode se tornar uma alternativa à ISS, que tem seu funcionamento previsto até 2024, mas que pode ser estendido até 2030.

    A Tiangong também pode ser vista como uma oportunidade de colaboração entre as duas potências espaciais, que poderiam compartilhar seus conhecimentos e recursos para explorar o espaço de forma pacífica e sustentável. A China já manifestou seu interesse em cooperar com outros países na Tiangong, e alguns parceiros potenciais são a Rússia, a Agência Espacial Europeia, a Agência Espacial Brasileira e a ONU.

    A Tiangong é um marco histórico para a China e para o mundo, pois demonstra o avanço tecnológico e científico do país asiático e sua capacidade de realizar feitos espaciais impressionantes. A estação espacial chinesa pode abrir novas possibilidades de pesquisa e descoberta no espaço, além de estimular a competição e a cooperação entre as nações.

  • Moraes exige que Telegram tenha representantes legais no Brasil em 24 horas

    Moraes exige que Telegram tenha representantes legais no Brasil em 24 horas

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (26) que o Telegram informe à Corte em até 24 horas quem é seu representante oficial no Brasil.

    A decisão foi tomada no âmbito do inquérito aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar a conduta da empresa em uma “campanha abusiva contra” o PL das Fake News.

    Segundo Moraes, a empresa não cumpriu a ordem de prestar depoimento à Polícia Federal e não indicou nenhum advogado para atuar no caso. Caso a empresa descumpra a ordem, Moraes determinou a suspensão do serviço da plataforma por 48 horas, além de multa diária de R$ 500 mil.

    O Telegram é um aplicativo de mensagens que se destaca pela criptografia e pela privacidade dos usuários. A empresa tem sede nos Emirados Árabes Unidos e não possui escritório no Brasil. A empresa já foi alvo de outras decisões do STF em outros inquéritos, como o das fake news e o dos atos antidemocráticos.

    O PL das Fake News é um projeto de lei que visa combater a disseminação de notícias falsas e conteúdos prejudiciais nas redes sociais e serviços de mensagens. O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados. O projeto tem sido criticado por entidades da sociedade civil e empresas de tecnologia por supostamente violar direitos fundamentais, como a liberdade de expressão e a privacidade.

    Fonte: Link.

    A decisão foi tomada no âmbito do inquérito aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar a conduta da empresa em uma “campanha abusiva contra” o PL das Fake News.

    Segundo Moraes, a empresa não cumpriu a ordem de prestar depoimento à Polícia Federal e não indicou nenhum advogado para atuar no caso. Caso a empresa descumpra a ordem, Moraes determinou a suspensão do serviço da plataforma por 48 horas, além de multa diária de R$ 500 mil.

    O Telegram é um aplicativo de mensagens que se destaca pela criptografia e pela privacidade dos usuários. A empresa tem sede nos Emirados Árabes Unidos e não possui escritório no Brasil. A empresa já foi alvo de outras decisões do STF em outros inquéritos, como o das fake news e o dos atos antidemocráticos.

    O PL das Fake News é um projeto de lei que visa combater a disseminação de notícias falsas e conteúdos prejudiciais nas redes sociais e serviços de mensagens. O projeto foi aprovado pelo Senado em junho de 2020 e está em tramitação na Câmara dos Deputados. O projeto tem sido criticado por entidades da sociedade civil e empresas de tecnologia por supostamente violar direitos fundamentais, como a liberdade de expressão e a privacidade.

    Fonte: Link.

  • Como os consoles portáteis estão mudando o cenário dos jogos em 2023

    Como os consoles portáteis estão mudando o cenário dos jogos em 2023

    Os consoles portáteis são dispositivos que permitem jogar videogames em qualquer lugar, sem depender de uma TV ou de uma tomada. Eles existem há décadas, mas estão ganhando cada vez mais espaço e popularidade entre os gamers, graças ao avanço da tecnologia e à diversidade de opções disponíveis.

    Consoles portáteis: a tendência que vai revolucionar o mercado de jogos

    Mas quais são os benefícios dos consoles portáteis? E como eles podem substituir os modelos tradicionais, como o Playstation, o Xbox e o PC? Neste post, vamos responder essas perguntas e mostrar alguns dos melhores consoles portáteis do mercado em 2023.

    Por que escolher um console portátil?

    Os consoles portáteis têm várias vantagens em relação aos consoles de mesa. A principal delas é a praticidade: você pode levar o seu console para onde quiser e jogar em qualquer momento, seja no ônibus, na fila do banco ou na cama. Além disso, você não precisa se preocupar com cabos, adaptadores ou espaço na estante.

    Outra vantagem é a economia: os consoles portáteis costumam ser mais baratos do que os consoles de mesa, e também gastam menos energia. Alguns modelos ainda têm baterias recarregáveis, que dispensam o uso de pilhas ou carregadores.

    Por fim, os consoles portáteis oferecem uma enorme variedade de jogos, que atendem a todos os gostos e idades. Você pode encontrar desde clássicos dos anos 80 e 90 até lançamentos exclusivos e originais. Alguns consoles ainda permitem jogar online com outros usuários ou conectar-se à TV para uma experiência mais imersiva.

    Quais são os melhores consoles portáteis de 2023?

    Se você ficou interessado em adquirir um console portátil, saiba que existem dois tipos principais: os originais e os emuladores. Os originais são consoles de marcas renomadas, que têm jogos próprios e licenciados. Já os emuladores são consoles que reproduzem jogos de outras plataformas, geralmente antigas.

    A escolha entre um tipo ou outro depende do seu perfil e preferência. Os originais costumam ter mais qualidade, garantia e suporte técnico, mas também são mais caros e limitados em termos de compatibilidade. Os emuladores são mais baratos, versáteis e nostálgicos, mas podem ter problemas de desempenho, legalidade e durabilidade.

    Para ajudar você a decidir, separamos alguns dos melhores consoles portáteis de 2023, com base nas suas características, funcionalidades e avaliações dos usuários. Confira:

    • Nintendo Switch OLED: é o modelo mais recente da Nintendo, que tem uma tela OLED incrível, que faz os jogos terem o melhor aspecto possível. Além disso, tem mais armazenamento e bateria do que o modelo anterior. O diferencial do Switch é que ele pode ser acoplado à TV para um jogo estático, ou usado como um console portátil com os controles destacáveis.

    • Nintendo Switch Lite: é a versão reduzida do Switch original, que é exclusivamente portátil e tem um design mais compacto e leve. Tem acesso à mesma biblioteca de jogos do Switch, incluindo títulos exclusivos da Nintendo, como Mario, Zelda e Pokémon.

    • Valve Steam Deck: é um console portátil voltado para os jogadores de PC, que permite acessar a enorme biblioteca de jogos do Steam em movimento. Tem uma arquitetura de PC em miniatura, com um hardware potente e um sistema operacional baseado em Linux. Pode ser conectado a um monitor externo ou a uma dock para um jogo estático.

    • Videogame Portátil X7: é um console emulador que vem com mais de 10 mil jogos clássicos instalados na memória interna de 32 GB. Pode reproduzir jogos de plataformas como SNES, Mega Drive, GBA e outros. Tem uma tela LCD de 4 polegadas e uma bateria recarregável com autonomia de até 6 horas.

    • Videogame Portátil Pixel Player: é outro console emulador que vem com 300 jogos retrô na memória interna. Pode reproduzir jogos de plataformas como NES e Atari. Tem uma tela LCD colorida de 2.75 polegadas e funciona com três pilhas AAA.

    Os consoles portáteis são uma tendência que veio para ficar no mercado de jogos. Eles oferecem praticidade, economia e diversão para quem quer jogar em qualquer lugar. Além disso, eles podem substituir os modelos tradicionais graças à sua tecnologia avançada e à sua variedade de jogos.

    Esperamos que este post tenha ajudado você a conhecer melhor os consoles portáteis e a escolher o melhor para você. Se gostou deste conteúdo, compartilhe com seus amigos nas redes sociais e deixe seu comentário abaixo.

    Consoles portáteis: a tendência que vai revolucionar o mercado de jogos

    Mas quais são os benefícios dos consoles portáteis? E como eles podem substituir os modelos tradicionais, como o Playstation, o Xbox e o PC? Neste post, vamos responder essas perguntas e mostrar alguns dos melhores consoles portáteis do mercado em 2023.

    Por que escolher um console portátil?

    Os consoles portáteis têm várias vantagens em relação aos consoles de mesa. A principal delas é a praticidade: você pode levar o seu console para onde quiser e jogar em qualquer momento, seja no ônibus, na fila do banco ou na cama. Além disso, você não precisa se preocupar com cabos, adaptadores ou espaço na estante.

    Outra vantagem é a economia: os consoles portáteis costumam ser mais baratos do que os consoles de mesa, e também gastam menos energia. Alguns modelos ainda têm baterias recarregáveis, que dispensam o uso de pilhas ou carregadores.

    Por fim, os consoles portáteis oferecem uma enorme variedade de jogos, que atendem a todos os gostos e idades. Você pode encontrar desde clássicos dos anos 80 e 90 até lançamentos exclusivos e originais. Alguns consoles ainda permitem jogar online com outros usuários ou conectar-se à TV para uma experiência mais imersiva.

    Quais são os melhores consoles portáteis de 2023?

    Se você ficou interessado em adquirir um console portátil, saiba que existem dois tipos principais: os originais e os emuladores. Os originais são consoles de marcas renomadas, que têm jogos próprios e licenciados. Já os emuladores são consoles que reproduzem jogos de outras plataformas, geralmente antigas.

    A escolha entre um tipo ou outro depende do seu perfil e preferência. Os originais costumam ter mais qualidade, garantia e suporte técnico, mas também são mais caros e limitados em termos de compatibilidade. Os emuladores são mais baratos, versáteis e nostálgicos, mas podem ter problemas de desempenho, legalidade e durabilidade.

    Para ajudar você a decidir, separamos alguns dos melhores consoles portáteis de 2023, com base nas suas características, funcionalidades e avaliações dos usuários. Confira:

    • Nintendo Switch OLED: é o modelo mais recente da Nintendo, que tem uma tela OLED incrível, que faz os jogos terem o melhor aspecto possível. Além disso, tem mais armazenamento e bateria do que o modelo anterior. O diferencial do Switch é que ele pode ser acoplado à TV para um jogo estático, ou usado como um console portátil com os controles destacáveis.

    • Nintendo Switch Lite: é a versão reduzida do Switch original, que é exclusivamente portátil e tem um design mais compacto e leve. Tem acesso à mesma biblioteca de jogos do Switch, incluindo títulos exclusivos da Nintendo, como Mario, Zelda e Pokémon.

    • Valve Steam Deck: é um console portátil voltado para os jogadores de PC, que permite acessar a enorme biblioteca de jogos do Steam em movimento. Tem uma arquitetura de PC em miniatura, com um hardware potente e um sistema operacional baseado em Linux. Pode ser conectado a um monitor externo ou a uma dock para um jogo estático.

    • Videogame Portátil X7: é um console emulador que vem com mais de 10 mil jogos clássicos instalados na memória interna de 32 GB. Pode reproduzir jogos de plataformas como SNES, Mega Drive, GBA e outros. Tem uma tela LCD de 4 polegadas e uma bateria recarregável com autonomia de até 6 horas.

    • Videogame Portátil Pixel Player: é outro console emulador que vem com 300 jogos retrô na memória interna. Pode reproduzir jogos de plataformas como NES e Atari. Tem uma tela LCD colorida de 2.75 polegadas e funciona com três pilhas AAA.

    Os consoles portáteis são uma tendência que veio para ficar no mercado de jogos. Eles oferecem praticidade, economia e diversão para quem quer jogar em qualquer lugar. Além disso, eles podem substituir os modelos tradicionais graças à sua tecnologia avançada e à sua variedade de jogos.

    Esperamos que este post tenha ajudado você a conhecer melhor os consoles portáteis e a escolher o melhor para você. Se gostou deste conteúdo, compartilhe com seus amigos nas redes sociais e deixe seu comentário abaixo.

  • Como editar mensagens enviadas no WhatsApp

    Como editar mensagens enviadas no WhatsApp

    O WhatsApp é um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários ativos. A ferramenta permite trocar textos, áudios, fotos, vídeos e documentos com seus contatos de forma rápida e segura.

    Até pouco tempo atrás, a única forma de fazer isso era apagar a mensagem enviada e escrever uma nova, ou enviar uma correção manual usando asteriscos em outra mensagem. Mas isso podia gerar confusão ou desconfiança entre os interlocutores, além de deixar o histórico de conversa incompleto.

    Felizmente, o WhatsApp anunciou uma novidade que promete facilitar a vida dos usuários: a possibilidade de editar as mensagens enviadas em conversas individuais ou em grupos. O recurso foi anunciado pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, em seu perfil oficial no Facebook, no dia 22 de maio de 2023.

    Com essa função, você pode reescrever o texto de uma mensagem enviada por engano ou com algum erro nas conversas. Segundo o WhatsApp, isso deve evitar que você tenha que deletar um conteúdo já enviado, como ocorria antes.

    A mensagem editada exibe um rótulo logo abaixo de “Mensagem editada às” seguido do último horário de modificação. Cada pessoa tem até 15 minutos para realizar essa ação a partir do momento que enviou a mensagem original.

    Os ajustes ficam registrados em um histórico de edição acessível por qualquer pessoa do grupo. Dessa forma, dá para ver como era o texto antigo e como ele ficou após a correção.

    A ferramenta de edição é ótima para quem costuma enviar mensagens muito grandes, nas quais erros podem passar batidos. Em vez de apagar e recomeçar do zero ou mandar correções manuais usando asterísco em uma nova mensagem, você corrigi a própria mensagem e pronto.

    Para editar uma mensagem no WhatsApp, você deve fazer o seguinte:

    • Pressione e mantenha o dedo sobre a mensagem a ser editada (iPhone) ou selecione a mensagem e toque no ícone de três pontos (Android);
    • Toque na opção “Editar”;
    • Faça as alterações desejadas no texto e toque em “Salvar”;
    • Pronto! A mensagem será atualizada na conversa com o rótulo de edição.

    Como de costume, tanto os conteúdos originais quanto os editados serão protegidos por criptografia de ponta a ponta. Somente pessoas autorizadas, ou seja, incluídas nas conversas, deverão visualizar os textos no mensageiro.

    O recurso está disponível para todos os usuários do WhatsApp, mas será liberado gradualmente ao longo das próximas semanas. Isso significa que o seu app ainda pode não ter suporte às mensagens editadas neste momento mesmo que esteja na versão mais recente disponível nas lojas de Android e iOS.

    A edição de mensagens na versão Web chegou no começo de maio, embora a empresa já tivesse exibido um alerta que antecipava o desembarque do botão. Aparentemente, somente o WhatsApp Beta para Windows ainda não deve ter nada parecido — o que não deve demorar.

    A limitação de tempo é uma forma de manter a autenticidade das conversas, impedindo que o conteúdo seja tirado do contexto muitas horas ou dias depois. A ideia do WhatsApp é permitir que usuários corrijam erros de digitação, em vez de mudar o teor do chat.

    Nem sempre as mensagens saem como o esperado, e às vezes é as editar mensagens.

    Até pouco tempo atrás, a única forma de fazer isso era apagar a mensagem enviada e escrever uma nova, ou enviar uma correção manual usando asteriscos em outra mensagem. Mas isso podia gerar confusão ou desconfiança entre os interlocutores, além de deixar o histórico de conversa incompleto.

    Felizmente, o WhatsApp anunciou uma novidade que promete facilitar a vida dos usuários: a possibilidade de editar as mensagens enviadas em conversas individuais ou em grupos. O recurso foi anunciado pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg, em seu perfil oficial no Facebook, no dia 22 de maio de 2023.

    Com essa função, você pode reescrever o texto de uma mensagem enviada por engano ou com algum erro nas conversas. Segundo o WhatsApp, isso deve evitar que você tenha que deletar um conteúdo já enviado, como ocorria antes.

    A mensagem editada exibe um rótulo logo abaixo de “Mensagem editada às” seguido do último horário de modificação. Cada pessoa tem até 15 minutos para realizar essa ação a partir do momento que enviou a mensagem original.

    Os ajustes ficam registrados em um histórico de edição acessível por qualquer pessoa do grupo. Dessa forma, dá para ver como era o texto antigo e como ele ficou após a correção.

    A ferramenta de edição é ótima para quem costuma enviar mensagens muito grandes, nas quais erros podem passar batidos. Em vez de apagar e recomeçar do zero ou mandar correções manuais usando asterísco em uma nova mensagem, você corrigi a própria mensagem e pronto.

    Para editar uma mensagem no WhatsApp, você deve fazer o seguinte:

    • Pressione e mantenha o dedo sobre a mensagem a ser editada (iPhone) ou selecione a mensagem e toque no ícone de três pontos (Android);
    • Toque na opção “Editar”;
    • Faça as alterações desejadas no texto e toque em “Salvar”;
    • Pronto! A mensagem será atualizada na conversa com o rótulo de edição.

    Como de costume, tanto os conteúdos originais quanto os editados serão protegidos por criptografia de ponta a ponta. Somente pessoas autorizadas, ou seja, incluídas nas conversas, deverão visualizar os textos no mensageiro.

    O recurso está disponível para todos os usuários do WhatsApp, mas será liberado gradualmente ao longo das próximas semanas. Isso significa que o seu app ainda pode não ter suporte às mensagens editadas neste momento mesmo que esteja na versão mais recente disponível nas lojas de Android e iOS.

    A edição de mensagens na versão Web chegou no começo de maio, embora a empresa já tivesse exibido um alerta que antecipava o desembarque do botão. Aparentemente, somente o WhatsApp Beta para Windows ainda não deve ter nada parecido — o que não deve demorar.

    A limitação de tempo é uma forma de manter a autenticidade das conversas, impedindo que o conteúdo seja tirado do contexto muitas horas ou dias depois. A ideia do WhatsApp é permitir que usuários corrijam erros de digitação, em vez de mudar o teor do chat.

  • Como a falta de diversidade na IA afeta a sociedade e o que fazer para mudar essa realidade

    Como a falta de diversidade na IA afeta a sociedade e o que fazer para mudar essa realidade

    A inteligência artificial (IA) está enfrentando uma crise de diversidade. Se não for resolvida rapidamente, as falhas na cultura de trabalho da IA irão perpetuar vieses que excluem e prejudicam grupos inteiros de pessoas.

    Além disso, a “inteligência” resultante será falha, faltando conhecimento social-emocional e cultural variado.

    Em um relatório de 2019 do AI Now Institute da Universidade de Nova York, os pesquisadores observaram que mais de 80% dos professores de IA eram homens. Além disso, os indivíduos negros representavam apenas 2,5% dos funcionários do Google e 4% dos que trabalhavam no Facebook e na Microsoft. Além disso, os autores do relatório observaram que o “foco esmagador em ‘mulheres na tecnologia’” ao discutir questões de diversidade na IA “é muito estreito e provavelmente privilegia as mulheres brancas sobre outras”.

    Alguns pesquisadores estão lutando por mudanças, mas há também uma cultura de resistência aos seus esforços. “Por baixo dessa aparência de ‘oh, a IA é o futuro, e temos todas essas coisas brilhantes e legais’, tanto a academia quanto a indústria da IA são fundamentalmente conservadoras”, diz Sabine Weber, consultora científica da VDI/VDE Innovation + Technik, uma consultoria de tecnologia sediada em Berlim. A IA em ambos os setores é “dominada por homens brancos de meia-idade de origem abastada. Eles estão realmente apegados ao status quo”, diz Weber, que é uma das organizadoras do grupo de defesa Queer in AI.

    A revista Nature conversou com cinco pesquisadores que estão liderando esforços para mudar o status quo e tornar o ecossistema da IA mais equitativo. Um deles é Delali Agbenyegah, gerente sênior de ciência de dados na Shopify em Atlanta, Geórgia, e presidente geral da conferência Deep Learning Indaba 2023.

    Agbenyegah é originalmente de Gana e fez seu mestrado em estatística na Universidade de Akron em Ohio em 2011. Sua formação é em usar aprendizado de máquina para resolver problemas de negócios no gerenciamento da experiência do cliente. Ele aplica suas habilidades analíticas para construir modelos que direcionam o comportamento do cliente, como sistemas de recomendação de segmentação de clientes, aspectos da pontuação de leads – o ranking de clientes em potencial, priorizando quais contatar para diferentes comunicações – e coisas desse tipo.

    Este ano, ele também é presidente geral do Deep Learning Indaba, um encontro da comunidade africana de aprendizado de máquina e IA que é realizado em um país africano diferente a cada ano. No ano passado, foi realizado na Tunísia. Este ano, acontecerá em Gana em setembro. Nossa organização é construída para toda a África. No ano passado, 52 países participaram. O objetivo é ter todos os 54 países africanos representados.

    O Deep Learning Indaba visa fortalecer a comunidade africana de IA por meio da educação, pesquisa e inovação. A conferência oferece oportunidades para os participantes aprenderem sobre os últimos avanços em IA, interagirem com especialistas globais e locais e se conectarem com colegas africanos.

    Agbenyegah diz que a diversidade na IA é importante porque ela afeta todos os aspectos da vida humana. “A IA está sendo usada para tomar decisões sobre saúde, educação, finanças e muito mais. Se não tivermos pessoas diversas construindo essas soluções, elas não serão justas nem inclusivas”, diz ele.

    Ele acrescenta que a diversidade também traz benefícios para a inovação e a criatividade na IA. “Ter pessoas com diferentes origens, experiências e perspectivas pode levar a novas ideias e soluções que não seriam possíveis se todos pensassem da mesma forma”, diz ele.

    Para aumentar a diversidade na IA, Agbenyegah diz que é preciso haver mais investimento em educação e capacitação para grupos sub-representados. Ele também diz que é preciso haver mais conscientização sobre as oportunidades e os benefícios da carreira em IA. Além disso, ele diz que é preciso haver mais apoio e mentoria para os profissionais de IA existentes que vêm desses grupos.

    “Não basta apenas trazer pessoas diversas para a IA. Temos que garantir que elas se sintam bem-vindas, valorizadas e apoiadas”, diz ele.

    Fonte: Link.

    Além disso, a “inteligência” resultante será falha, faltando conhecimento social-emocional e cultural variado.

    Em um relatório de 2019 do AI Now Institute da Universidade de Nova York, os pesquisadores observaram que mais de 80% dos professores de IA eram homens. Além disso, os indivíduos negros representavam apenas 2,5% dos funcionários do Google e 4% dos que trabalhavam no Facebook e na Microsoft. Além disso, os autores do relatório observaram que o “foco esmagador em ‘mulheres na tecnologia’” ao discutir questões de diversidade na IA “é muito estreito e provavelmente privilegia as mulheres brancas sobre outras”.

    Alguns pesquisadores estão lutando por mudanças, mas há também uma cultura de resistência aos seus esforços. “Por baixo dessa aparência de ‘oh, a IA é o futuro, e temos todas essas coisas brilhantes e legais’, tanto a academia quanto a indústria da IA são fundamentalmente conservadoras”, diz Sabine Weber, consultora científica da VDI/VDE Innovation + Technik, uma consultoria de tecnologia sediada em Berlim. A IA em ambos os setores é “dominada por homens brancos de meia-idade de origem abastada. Eles estão realmente apegados ao status quo”, diz Weber, que é uma das organizadoras do grupo de defesa Queer in AI.

    A revista Nature conversou com cinco pesquisadores que estão liderando esforços para mudar o status quo e tornar o ecossistema da IA mais equitativo. Um deles é Delali Agbenyegah, gerente sênior de ciência de dados na Shopify em Atlanta, Geórgia, e presidente geral da conferência Deep Learning Indaba 2023.

    Agbenyegah é originalmente de Gana e fez seu mestrado em estatística na Universidade de Akron em Ohio em 2011. Sua formação é em usar aprendizado de máquina para resolver problemas de negócios no gerenciamento da experiência do cliente. Ele aplica suas habilidades analíticas para construir modelos que direcionam o comportamento do cliente, como sistemas de recomendação de segmentação de clientes, aspectos da pontuação de leads – o ranking de clientes em potencial, priorizando quais contatar para diferentes comunicações – e coisas desse tipo.

    Este ano, ele também é presidente geral do Deep Learning Indaba, um encontro da comunidade africana de aprendizado de máquina e IA que é realizado em um país africano diferente a cada ano. No ano passado, foi realizado na Tunísia. Este ano, acontecerá em Gana em setembro. Nossa organização é construída para toda a África. No ano passado, 52 países participaram. O objetivo é ter todos os 54 países africanos representados.

    O Deep Learning Indaba visa fortalecer a comunidade africana de IA por meio da educação, pesquisa e inovação. A conferência oferece oportunidades para os participantes aprenderem sobre os últimos avanços em IA, interagirem com especialistas globais e locais e se conectarem com colegas africanos.

    Agbenyegah diz que a diversidade na IA é importante porque ela afeta todos os aspectos da vida humana. “A IA está sendo usada para tomar decisões sobre saúde, educação, finanças e muito mais. Se não tivermos pessoas diversas construindo essas soluções, elas não serão justas nem inclusivas”, diz ele.

    Ele acrescenta que a diversidade também traz benefícios para a inovação e a criatividade na IA. “Ter pessoas com diferentes origens, experiências e perspectivas pode levar a novas ideias e soluções que não seriam possíveis se todos pensassem da mesma forma”, diz ele.

    Para aumentar a diversidade na IA, Agbenyegah diz que é preciso haver mais investimento em educação e capacitação para grupos sub-representados. Ele também diz que é preciso haver mais conscientização sobre as oportunidades e os benefícios da carreira em IA. Além disso, ele diz que é preciso haver mais apoio e mentoria para os profissionais de IA existentes que vêm desses grupos.

    “Não basta apenas trazer pessoas diversas para a IA. Temos que garantir que elas se sintam bem-vindas, valorizadas e apoiadas”, diz ele.

    Fonte: Link.

  • 7 ferramentas de inteligência artificial que vão te ajudar nas tarefas do dia a dia

    7 ferramentas de inteligência artificial que vão te ajudar nas tarefas do dia a dia

    A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que permite que máquinas e sistemas realizem tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana, como reconhecer imagens, compreender linguagem natural, tomar decisões e resolver problemas.

    Cada vez mais, a IA está presente em nosso cotidiano, facilitando e otimizando diversas atividades. Neste post, vamos apresentar 7 ferramentas de IA que você pode usar para melhorar sua produtividade, criatividade e bem-estar. Confira!

    As ferramentas de inteligência artificial são aplicações que usam algoritmos e dados para simular capacidades cognitivas humanas, como reconhecimento de padrões, compreensão de linguagem, aprendizado e raciocínio.

    Existem muitas ferramentas de IA disponíveis para diferentes propósitos e áreas de atuação. Aqui estão algumas delas:

    • ChatGPT: é um robô virtual que responde a perguntas e solicitações via chat, usando como base os textos públicos da internet. Pode ser usado para pesquisar informações sobre diversos assuntos, desde história até ciência.

    • Research Rabbit: é uma ferramenta gratuita que permite criar coleções e organizar artigos acadêmicos encontrados na web. Também sugere arquivos baseados no perfil do usuário e oferece uma rede acadêmica de artigos e coautoria de gráficos.

    • Consensus: é um software que fornece respostas baseadas em artigos científicos publicados por pesquisadores. Pode ser usado para tirar dúvidas sobre temas específicos ou encontrar evidências para embasar argumentos.

    • ChatPDF: é uma ferramenta que permite editar, converter e comprimir arquivos PDF usando comandos de voz ou texto. Pode ser usado para facilitar o trabalho com documentos digitais, especialmente para quem tem dificuldades com o mouse ou o teclado.

    • Elicit: é uma ferramenta que permite criar conteúdo original e relevante para blogs, redes sociais e sites usando inteligência artificial. Pode ser usado para gerar ideias de títulos, introduções, parágrafos e conclusões, além de otimizar o texto para SEO.

    • Scite.ai: é uma ferramenta que permite verificar a confiabilidade e o impacto de artigos científicos usando inteligência artificial. Pode ser usado para identificar citações que apoiam ou contestam as afirmações dos artigos, bem como para acompanhar as métricas de citação e retração.

    • Lobe: é uma ferramenta que permite criar modelos de machine learning sem precisar de código. Pode ser usado para treinar máquinas para reconhecer imagens, sons, gestos e textos, além de aplicar os modelos em aplicativos ou sites.

    A inteligência artificial tem muitas vantagens, mas também algumas limitações que devem ser consideradas. Algumas delas são:

    • Falta de emoções: a inteligência artificial não consegue reproduzir as emoções humanas, como a empatia, a compaixão e a criatividade. Isso pode afetar o relacionamento com as pessoas e a capacidade de resolver problemas que exigem sensibilidade e intuição.

    • Dependência de dados: a inteligência artificial depende de dados para funcionar e aprender. Se os dados forem insuficientes, incorretos ou enviesados, isso pode comprometer a qualidade e a confiabilidade dos resultados. Além disso, a coleta e o uso de dados podem gerar questões de privacidade e segurança.
    • Custo elevado: a inteligência artificial requer investimentos altos para desenvolver, manter e atualizar os sistemas e as máquinas. Também pode demandar energia e recursos naturais em grande escala, causando impactos ambientais.

    • Riscos éticos e sociais: a inteligência artificial pode trazer benefícios, mas também desafios para a sociedade. Por exemplo, pode substituir trabalhadores humanos, gerando desemprego e desigualdade; pode discriminar grupos minoritários, se não for regulada e fiscalizada; pode ser usada para fins maliciosos, como armas automáticas e ataques cibernéticos; pode alterar a noção de humanidade e de responsabilidade, se não houver limites e valores claros.

    Cada vez mais, a IA está presente em nosso cotidiano, facilitando e otimizando diversas atividades. Neste post, vamos apresentar 7 ferramentas de IA que você pode usar para melhorar sua produtividade, criatividade e bem-estar. Confira!

    As ferramentas de inteligência artificial são aplicações que usam algoritmos e dados para simular capacidades cognitivas humanas, como reconhecimento de padrões, compreensão de linguagem, aprendizado e raciocínio.

    Existem muitas ferramentas de IA disponíveis para diferentes propósitos e áreas de atuação. Aqui estão algumas delas:

    • ChatGPT: é um robô virtual que responde a perguntas e solicitações via chat, usando como base os textos públicos da internet. Pode ser usado para pesquisar informações sobre diversos assuntos, desde história até ciência.

    • Research Rabbit: é uma ferramenta gratuita que permite criar coleções e organizar artigos acadêmicos encontrados na web. Também sugere arquivos baseados no perfil do usuário e oferece uma rede acadêmica de artigos e coautoria de gráficos.

    • Consensus: é um software que fornece respostas baseadas em artigos científicos publicados por pesquisadores. Pode ser usado para tirar dúvidas sobre temas específicos ou encontrar evidências para embasar argumentos.

    • ChatPDF: é uma ferramenta que permite editar, converter e comprimir arquivos PDF usando comandos de voz ou texto. Pode ser usado para facilitar o trabalho com documentos digitais, especialmente para quem tem dificuldades com o mouse ou o teclado.

    • Elicit: é uma ferramenta que permite criar conteúdo original e relevante para blogs, redes sociais e sites usando inteligência artificial. Pode ser usado para gerar ideias de títulos, introduções, parágrafos e conclusões, além de otimizar o texto para SEO.

    • Scite.ai: é uma ferramenta que permite verificar a confiabilidade e o impacto de artigos científicos usando inteligência artificial. Pode ser usado para identificar citações que apoiam ou contestam as afirmações dos artigos, bem como para acompanhar as métricas de citação e retração.

    • Lobe: é uma ferramenta que permite criar modelos de machine learning sem precisar de código. Pode ser usado para treinar máquinas para reconhecer imagens, sons, gestos e textos, além de aplicar os modelos em aplicativos ou sites.

    A inteligência artificial tem muitas vantagens, mas também algumas limitações que devem ser consideradas. Algumas delas são:

    • Falta de emoções: a inteligência artificial não consegue reproduzir as emoções humanas, como a empatia, a compaixão e a criatividade. Isso pode afetar o relacionamento com as pessoas e a capacidade de resolver problemas que exigem sensibilidade e intuição.

    • Dependência de dados: a inteligência artificial depende de dados para funcionar e aprender. Se os dados forem insuficientes, incorretos ou enviesados, isso pode comprometer a qualidade e a confiabilidade dos resultados. Além disso, a coleta e o uso de dados podem gerar questões de privacidade e segurança.
    • Custo elevado: a inteligência artificial requer investimentos altos para desenvolver, manter e atualizar os sistemas e as máquinas. Também pode demandar energia e recursos naturais em grande escala, causando impactos ambientais.

    • Riscos éticos e sociais: a inteligência artificial pode trazer benefícios, mas também desafios para a sociedade. Por exemplo, pode substituir trabalhadores humanos, gerando desemprego e desigualdade; pode discriminar grupos minoritários, se não for regulada e fiscalizada; pode ser usada para fins maliciosos, como armas automáticas e ataques cibernéticos; pode alterar a noção de humanidade e de responsabilidade, se não houver limites e valores claros.
  • Regulamentação da inteligência artificial: por que é importante e quais são as iniciativas em andamento

    Regulamentação da inteligência artificial: por que é importante e quais são as iniciativas em andamento

    A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias mais revolucionárias do nosso tempo, trazendo benefícios significativos em diversas áreas, como saúde, finanças, transporte e muito mais. 

    No entanto, a crescente utilização da IA também levanta questões importantes sobre ética, privacidade, segurança e regulação. Neste post, discutiremos os argumentos contra e a favor da regulamentação da IA e as iniciativas em andamento em todo o mundo para abordar essas questões.

    Por que é importante regulamentar a IA?

    Embora a IA tenha o potencial de trazer muitos benefícios, ela também pode representar uma ameaça significativa se for mal utilizada ou se os algoritmos forem tendenciosos. Por exemplo, algoritmos de IA usados em processos de recrutamento ou de crédito podem discriminar candidatos com base em raça, gênero ou outros fatores. Além disso, a IA pode ser usada para fins maliciosos, como ataques cibernéticos, espionagem ou manipulação de eleições.

    A regulação da IA é importante para garantir que os sistemas de IA sejam usados ​​de maneira justa e segura. A regulamentação pode estabelecer padrões para a transparência e responsabilidade dos sistemas de IA, garantindo que eles sejam auditáveis ​​e que as decisões tomadas por eles possam ser explicadas. A regulamentação também pode proteger a privacidade dos dados e garantir que as decisões tomadas pelos sistemas de IA não violem os direitos humanos ou a dignidade humana.

    Quais são os argumentos contra e a favor da regulamentação da IA?

    Os argumentos contra a regulamentação da IA são geralmente baseados na ideia de que ela pode limitar a inovação e a competitividade do setor. Alguns defensores da IA argumentam que a regulação pode ser prematura ou desnecessária, pois os sistemas de IA já estão sujeitos às leis existentes. Eles também afirmam que a regulação pode ser contraproducente ou ineficaz, pois pode criar barreiras à entrada ou incentivos perversos para os desenvolvedores de IA.

    Os argumentos a favor da regulamentação da IA são geralmente baseados na ideia de que ela pode promover a confiança e a aceitação social da tecnologia. Alguns defensores da regulação argumentam que ela é necessária para garantir que os sistemas de IA sejam éticos e alinhados com os valores humanos. Eles também afirmam que a regulação pode ser benéfica ou eficaz, pois pode criar oportunidades de colaboração ou padronização para os desenvolvedores de IA.

    Quais são as iniciativas de regulamentação da IA em todo o mundo?

    As iniciativas de regulamentação da IA estão em andamento em todo o mundo, com vários países e organizações desenvolvendo estratégias e regulamentações específicas. Aqui estão algumas das iniciativas mais importantes em andamento:

    • União Europeia: A União Europeia é uma das regiões mais avançadas na regulamentação da IA. Em abril de 2021, a UE apresentou um projeto de regulamento que visa criar um quadro jurídico comum para a IA em toda a UE. O regulamento proposto estabelece três níveis de risco para a IA, com requisitos de conformidade mais rigorosos para sistemas de IA de alto risco. O regulamento também inclui regras para garantir a transparência e a responsabilidade dos sistemas de IA.

    • Estados Unidos: Nos Estados Unidos, a regulação da IA está sendo desenvolvida principalmente pelos estados. A Califórnia foi o primeiro estado a aprovar uma lei de privacidade de dados em 2018, que inclui requisitos específicos para empresas que utilizam a IA. Em março de 2021, a Virgínia se tornou o segundo estado a aprovar uma lei de privacidade de dados, que inclui disposições específicas para a regulamentação da IA.

    • Brasil: No Brasil, ainda não há uma lei específica sobre inteligência artificial, mas há alguns projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional que visam estabelecer princípios e diretrizes para o uso ético e responsável da tecnologia. Além disso, há algumas iniciativas do governo e da sociedade civil para promover o debate e o desenvolvimento da IA no país.

    No entanto, a crescente utilização da IA também levanta questões importantes sobre ética, privacidade, segurança e regulação. Neste post, discutiremos os argumentos contra e a favor da regulamentação da IA e as iniciativas em andamento em todo o mundo para abordar essas questões.

    Por que é importante regulamentar a IA?

    Embora a IA tenha o potencial de trazer muitos benefícios, ela também pode representar uma ameaça significativa se for mal utilizada ou se os algoritmos forem tendenciosos. Por exemplo, algoritmos de IA usados em processos de recrutamento ou de crédito podem discriminar candidatos com base em raça, gênero ou outros fatores. Além disso, a IA pode ser usada para fins maliciosos, como ataques cibernéticos, espionagem ou manipulação de eleições.

    A regulação da IA é importante para garantir que os sistemas de IA sejam usados ​​de maneira justa e segura. A regulamentação pode estabelecer padrões para a transparência e responsabilidade dos sistemas de IA, garantindo que eles sejam auditáveis ​​e que as decisões tomadas por eles possam ser explicadas. A regulamentação também pode proteger a privacidade dos dados e garantir que as decisões tomadas pelos sistemas de IA não violem os direitos humanos ou a dignidade humana.

    Quais são os argumentos contra e a favor da regulamentação da IA?

    Os argumentos contra a regulamentação da IA são geralmente baseados na ideia de que ela pode limitar a inovação e a competitividade do setor. Alguns defensores da IA argumentam que a regulação pode ser prematura ou desnecessária, pois os sistemas de IA já estão sujeitos às leis existentes. Eles também afirmam que a regulação pode ser contraproducente ou ineficaz, pois pode criar barreiras à entrada ou incentivos perversos para os desenvolvedores de IA.

    Os argumentos a favor da regulamentação da IA são geralmente baseados na ideia de que ela pode promover a confiança e a aceitação social da tecnologia. Alguns defensores da regulação argumentam que ela é necessária para garantir que os sistemas de IA sejam éticos e alinhados com os valores humanos. Eles também afirmam que a regulação pode ser benéfica ou eficaz, pois pode criar oportunidades de colaboração ou padronização para os desenvolvedores de IA.

    Quais são as iniciativas de regulamentação da IA em todo o mundo?

    As iniciativas de regulamentação da IA estão em andamento em todo o mundo, com vários países e organizações desenvolvendo estratégias e regulamentações específicas. Aqui estão algumas das iniciativas mais importantes em andamento:

    • União Europeia: A União Europeia é uma das regiões mais avançadas na regulamentação da IA. Em abril de 2021, a UE apresentou um projeto de regulamento que visa criar um quadro jurídico comum para a IA em toda a UE. O regulamento proposto estabelece três níveis de risco para a IA, com requisitos de conformidade mais rigorosos para sistemas de IA de alto risco. O regulamento também inclui regras para garantir a transparência e a responsabilidade dos sistemas de IA.

    • Estados Unidos: Nos Estados Unidos, a regulação da IA está sendo desenvolvida principalmente pelos estados. A Califórnia foi o primeiro estado a aprovar uma lei de privacidade de dados em 2018, que inclui requisitos específicos para empresas que utilizam a IA. Em março de 2021, a Virgínia se tornou o segundo estado a aprovar uma lei de privacidade de dados, que inclui disposições específicas para a regulamentação da IA.

    • Brasil: No Brasil, ainda não há uma lei específica sobre inteligência artificial, mas há alguns projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional que visam estabelecer princípios e diretrizes para o uso ético e responsável da tecnologia. Além disso, há algumas iniciativas do governo e da sociedade civil para promover o debate e o desenvolvimento da IA no país.
  • ChatGPT: o chatbot que passou em um exame de radiologia

    ChatGPT: o chatbot que passou em um exame de radiologia

    O ChatGPT é um chatbot que usa um modelo de aprendizado profundo para reconhecer padrões e relações entre palavras em seus vastos dados de treinamento para gerar respostas humanas baseadas em um prompt.

    Mas como não há uma fonte de verdade em seus dados de treinamento, o chatbot pode gerar respostas que são factualmente incorretas.

    Recentemente, duas novas pesquisas publicadas na Radiology, uma revista da Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA), testaram o desempenho do ChatGPT em um exame de estilo de radiologia, destacando o potencial dos grandes modelos de linguagem, mas também revelando limitações que prejudicam a confiabilidade.

    Os pesquisadores usaram 150 questões de múltipla escolha projetadas para corresponder ao estilo, conteúdo e dificuldade dos exames do Royal College canadense e do American Board of Radiology. As questões não incluíam imagens e foram agrupadas por tipo de questão para obter insights sobre o desempenho: pensamento de ordem inferior (recordação de conhecimento, compreensão básica) e pensamento de ordem superior (aplicar, analisar, sintetizar).

    O desempenho do ChatGPT foi avaliado no geral e por tipo e tópico de questão. A confiança da linguagem nas respostas também foi avaliada.

    Os pesquisadores descobriram que o ChatGPT baseado no GPT-3.5, atualmente a versão mais usada, respondeu corretamente a 69% das questões (104 de 150), próximo da nota de aprovação de 70% usada pelo Royal College no Canadá. O modelo teve um desempenho relativamente bom em questões que exigiam pensamento de ordem inferior (84%, 51 de 61), mas teve dificuldades com questões que envolviam pensamento de ordem superior (60%, 53 de 89). Mais especificamente, ele teve dificuldades com questões de ordem superior envolvendo descrição de achados de imagem (61%, 28 de 46), cálculo e classificação (25%, 2 de 8) e aplicação de conceitos (30%, 3 de 10). Seu fraco desempenho em questões de pensamento de ordem superior não foi surpreendente, dado sua falta de pré-treinamento específico para radiologia.

    O GPT-4 foi lançado em março de 2023 em forma limitada para usuários pagos, alegando ter melhorado as capacidades avançadas de raciocínio sobre o GPT-3.5.

    Em um estudo de acompanhamento, o GPT-4 respondeu corretamente a 81% (121 de 150) das mesmas questões, superando o GPT-3.5 e excedendo o limite de aprovação de 70%. O GPT-4 teve um desempenho muito melhor do que o GPT-3.5 em questões que exigiam pensamento de ordem superior (81%), mais especificamente aquelas envolvendo descrição de achados de imagem (85%) e aplicação de conceitos (90%).

    Os resultados sugerem que as capacidades avançadas de raciocínio do GPT-4 se traduzem em um melhor desempenho em um contexto radiológico. Eles também sugerem uma melhor compreensão contextual da terminologia específica da radiologia, incluindo descrições de imagem, que é crítica para permitir futuras aplicações downstream.

    “Nosso estudo demonstra uma impressionante melhoria no desempenho do ChatGPT em radiologia em um curto período de tempo, destacando o crescente potencial dos grandes modelos de linguagem neste contexto”, disse o autor principal Rajesh Bhayana, M.D., FRCPC, um radiologista abdominal e líder tecnológico na University Medical Imaging Toronto, Toronto General Hospital em Toronto, Canadá.

    O GPT-4 não mostrou melhoria nas questões que exigiam pensamento de ordem inferior (80% vs 84%) e respondeu incorretamente a 12 questões que o GPT-3.5 respondeu corretamente, levantando questões relacionadas à sua confiabilidade para coleta de informações.

    “Ficamos inicialmente surpresos com as respostas precisas e confiantes do ChatGPT a algumas questões desafiadoras da radiologia, mas depois igualmente surpresos com algumas afirmações muito ilógicas e imprecisas”, disse o Dr. Bhayana. “É claro que, dado como esses modelos funcionam, as respostas imprecisas não devem ser particularmente surpreendentes.”

    A perigosa tendência do ChatGPT em produzir respostas imprecisas, chamadas alucinações, é menos frequente no GPT-4 mas ainda limita a usabilidade na educação médica e na prática no momento.

    Ambos os estudos mostraram que o ChatGPT usou linguagem confiante consistentemente, mesmo quando incorreta. Isso é particularmente perigoso se for usado apenas para informação, observa o Dr. Bhayana, especialmente para novatos que podem não reconhecer as respostas incorretas confiantes como imprecisas.

    “Para mim, esta é sua maior limitação. No momento, o ChatGPT é melhor usado para gerar ideias, ajudar a iniciar o processo de escrita médica e na sumarização de dados. Se usado para recordação rápida de informações, ele sempre precisa ser verificado”, disse o Dr. Bhayana.

    Fonte: Link.

    Mas como não há uma fonte de verdade em seus dados de treinamento, o chatbot pode gerar respostas que são factualmente incorretas.

    Recentemente, duas novas pesquisas publicadas na Radiology, uma revista da Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA), testaram o desempenho do ChatGPT em um exame de estilo de radiologia, destacando o potencial dos grandes modelos de linguagem, mas também revelando limitações que prejudicam a confiabilidade.

    Os pesquisadores usaram 150 questões de múltipla escolha projetadas para corresponder ao estilo, conteúdo e dificuldade dos exames do Royal College canadense e do American Board of Radiology. As questões não incluíam imagens e foram agrupadas por tipo de questão para obter insights sobre o desempenho: pensamento de ordem inferior (recordação de conhecimento, compreensão básica) e pensamento de ordem superior (aplicar, analisar, sintetizar).

    O desempenho do ChatGPT foi avaliado no geral e por tipo e tópico de questão. A confiança da linguagem nas respostas também foi avaliada.

    Os pesquisadores descobriram que o ChatGPT baseado no GPT-3.5, atualmente a versão mais usada, respondeu corretamente a 69% das questões (104 de 150), próximo da nota de aprovação de 70% usada pelo Royal College no Canadá. O modelo teve um desempenho relativamente bom em questões que exigiam pensamento de ordem inferior (84%, 51 de 61), mas teve dificuldades com questões que envolviam pensamento de ordem superior (60%, 53 de 89). Mais especificamente, ele teve dificuldades com questões de ordem superior envolvendo descrição de achados de imagem (61%, 28 de 46), cálculo e classificação (25%, 2 de 8) e aplicação de conceitos (30%, 3 de 10). Seu fraco desempenho em questões de pensamento de ordem superior não foi surpreendente, dado sua falta de pré-treinamento específico para radiologia.

    O GPT-4 foi lançado em março de 2023 em forma limitada para usuários pagos, alegando ter melhorado as capacidades avançadas de raciocínio sobre o GPT-3.5.

    Em um estudo de acompanhamento, o GPT-4 respondeu corretamente a 81% (121 de 150) das mesmas questões, superando o GPT-3.5 e excedendo o limite de aprovação de 70%. O GPT-4 teve um desempenho muito melhor do que o GPT-3.5 em questões que exigiam pensamento de ordem superior (81%), mais especificamente aquelas envolvendo descrição de achados de imagem (85%) e aplicação de conceitos (90%).

    Os resultados sugerem que as capacidades avançadas de raciocínio do GPT-4 se traduzem em um melhor desempenho em um contexto radiológico. Eles também sugerem uma melhor compreensão contextual da terminologia específica da radiologia, incluindo descrições de imagem, que é crítica para permitir futuras aplicações downstream.

    “Nosso estudo demonstra uma impressionante melhoria no desempenho do ChatGPT em radiologia em um curto período de tempo, destacando o crescente potencial dos grandes modelos de linguagem neste contexto”, disse o autor principal Rajesh Bhayana, M.D., FRCPC, um radiologista abdominal e líder tecnológico na University Medical Imaging Toronto, Toronto General Hospital em Toronto, Canadá.

    O GPT-4 não mostrou melhoria nas questões que exigiam pensamento de ordem inferior (80% vs 84%) e respondeu incorretamente a 12 questões que o GPT-3.5 respondeu corretamente, levantando questões relacionadas à sua confiabilidade para coleta de informações.

    “Ficamos inicialmente surpresos com as respostas precisas e confiantes do ChatGPT a algumas questões desafiadoras da radiologia, mas depois igualmente surpresos com algumas afirmações muito ilógicas e imprecisas”, disse o Dr. Bhayana. “É claro que, dado como esses modelos funcionam, as respostas imprecisas não devem ser particularmente surpreendentes.”

    A perigosa tendência do ChatGPT em produzir respostas imprecisas, chamadas alucinações, é menos frequente no GPT-4 mas ainda limita a usabilidade na educação médica e na prática no momento.

    Ambos os estudos mostraram que o ChatGPT usou linguagem confiante consistentemente, mesmo quando incorreta. Isso é particularmente perigoso se for usado apenas para informação, observa o Dr. Bhayana, especialmente para novatos que podem não reconhecer as respostas incorretas confiantes como imprecisas.

    “Para mim, esta é sua maior limitação. No momento, o ChatGPT é melhor usado para gerar ideias, ajudar a iniciar o processo de escrita médica e na sumarização de dados. Se usado para recordação rápida de informações, ele sempre precisa ser verificado”, disse o Dr. Bhayana.

    Fonte: Link.

  • O que se sabe sobre o misterioso avião espacial da China

    O que se sabe sobre o misterioso avião espacial da China

    A China lançou e recuperou um avião espacial não tripulado em uma missão secreta que durou dois dias.

    O veículo foi lançado em um foguete Longa Marcha 2F na sexta-feira e pousou em um local não revelado no domingo, segundo a agência de notícias estatal Xinhua.

    O avião espacial é semelhante ao X-37B dos Estados Unidos, que também é capaz de orbitar a Terra por longos períodos e pousar como um avião. No entanto, pouco se sabe sobre o propósito e as capacidades do avião espacial chinês, que foi descrito como um “dispositivo de teste reutilizável” pela Xinhua.

    Especialistas especulam que o avião espacial pode ter usos tanto de pesquisa quanto militares. Por exemplo, ele pode ser usado para testar novas tecnologias espaciais, como satélites, sensores ou armas. Ele também pode ser usado para realizar reconhecimento ou vigilância de áreas de interesse estratégico.

    Alguns observadores também sugerem que o avião espacial pode ser parte de um esforço da China para desenvolver um sistema de transporte espacial rápido, que poderia transportar tropas ou cargas para qualquer lugar do mundo em questão de horas. Isso poderia dar à China uma vantagem militar significativa sobre seus rivais.

    O lançamento e a recuperação do avião espacial são mais um sinal do rápido avanço da China no campo espacial. A China tem investido pesadamente em seu programa espacial civil e militar nos últimos anos, realizando missões ambiciosas como pousar uma sonda e um rover em Marte, enviar uma sonda e uma amostra da Lua, e construir sua própria estação espacial.

    A China também tem aumentado sua cooperação espacial com outros países, especialmente os que fazem parte da iniciativa Belt and Road. Ao mesmo tempo, a China tem enfrentado crescentes tensões com os Estados Unidos, que vêem o espaço como um domínio de competição e conflito potencial.

    O avião espacial chinês é mais um elemento nessa complexa dinâmica espacial, que envolve interesses científicos, econômicos e de segurança. Embora o avião espacial possa ter benefícios pacíficos e práticos, ele também pode representar uma ameaça ou um desafio para outros atores espaciais. Portanto, é importante que a China seja transparente sobre seus objetivos e atividades espaciais, e que haja mais diálogo e cooperação entre as nações espaciais para garantir a paz e a estabilidade no espaço.

    Fonte: Link.

    O veículo foi lançado em um foguete Longa Marcha 2F na sexta-feira e pousou em um local não revelado no domingo, segundo a agência de notícias estatal Xinhua.

    O avião espacial é semelhante ao X-37B dos Estados Unidos, que também é capaz de orbitar a Terra por longos períodos e pousar como um avião. No entanto, pouco se sabe sobre o propósito e as capacidades do avião espacial chinês, que foi descrito como um “dispositivo de teste reutilizável” pela Xinhua.

    Especialistas especulam que o avião espacial pode ter usos tanto de pesquisa quanto militares. Por exemplo, ele pode ser usado para testar novas tecnologias espaciais, como satélites, sensores ou armas. Ele também pode ser usado para realizar reconhecimento ou vigilância de áreas de interesse estratégico.

    Alguns observadores também sugerem que o avião espacial pode ser parte de um esforço da China para desenvolver um sistema de transporte espacial rápido, que poderia transportar tropas ou cargas para qualquer lugar do mundo em questão de horas. Isso poderia dar à China uma vantagem militar significativa sobre seus rivais.

    O lançamento e a recuperação do avião espacial são mais um sinal do rápido avanço da China no campo espacial. A China tem investido pesadamente em seu programa espacial civil e militar nos últimos anos, realizando missões ambiciosas como pousar uma sonda e um rover em Marte, enviar uma sonda e uma amostra da Lua, e construir sua própria estação espacial.

    A China também tem aumentado sua cooperação espacial com outros países, especialmente os que fazem parte da iniciativa Belt and Road. Ao mesmo tempo, a China tem enfrentado crescentes tensões com os Estados Unidos, que vêem o espaço como um domínio de competição e conflito potencial.

    O avião espacial chinês é mais um elemento nessa complexa dinâmica espacial, que envolve interesses científicos, econômicos e de segurança. Embora o avião espacial possa ter benefícios pacíficos e práticos, ele também pode representar uma ameaça ou um desafio para outros atores espaciais. Portanto, é importante que a China seja transparente sobre seus objetivos e atividades espaciais, e que haja mais diálogo e cooperação entre as nações espaciais para garantir a paz e a estabilidade no espaço.

    Fonte: Link.

  • Como colocar rastreador no carro de graça: dicas e passos

    Como colocar rastreador no carro de graça: dicas e passos

    Você sabia que é possível rastrear o seu carro com GPS sem gastar nada? Isso mesmo, com um celular Android e um aplicativo gratuito, você pode monitorar a localização do seu veículo em tempo real.

    O primeiro passo é baixar o aplicativo SpySat na Google Play Store. Esse aplicativo permite que você use o seu celular como um rastreador de carros. Depois de instalar o aplicativo, você precisa criar uma conta no site https://spysat.eu para poder acessar o serviço de rastreamento.

    Em seguida, você precisa adicionar o dispositivo móvel que será usado como rastreador no site. Para isso, basta entrar no aplicativo com os seus dados de login do SpySat e seguir as instruções na tela.

    Agora, você precisa colocar o celular no carro que deseja rastrear. O ideal é que o aparelho esteja conectado a uma fonte de energia ou tenha uma bateria reserva, pois o aplicativo consome bastante energia.

    Pronto, agora você pode acompanhar a posição do seu carro pelo site SpySat. Você pode ver o histórico de movimentos, a velocidade, a direção e outras informações sobre o veículo.

    Outra opção para rastrear o seu carro de graça é usar o aplicativo FamiSafe. Esse aplicativo é voltado para o controle parental, mas também pode ser usado para monitorar o seu veículo. Para isso, você precisa instalar o FamiSafe em dois celulares: um que ficará no carro e outro que será usado para rastrear.

    Depois de instalar o aplicativo, você precisa criar uma conta FamiSafe e vincular os dois dispositivos. Você pode escolher qual será o celular do pai e qual será o do filho.

    A partir daí, você pode ver a localização do seu carro pelo celular do pai. Você também pode receber alertas de geofencing, que são áreas delimitadas que você pode definir para receber notificações quando o carro entrar ou sair delas.

    Essas são duas formas simples e gratuitas de colocar um rastreador no seu carro. Com elas, você pode aumentar a segurança do seu veículo e ter mais tranquilidade.

    O primeiro passo é baixar o aplicativo SpySat na Google Play Store. Esse aplicativo permite que você use o seu celular como um rastreador de carros. Depois de instalar o aplicativo, você precisa criar uma conta no site https://spysat.eu para poder acessar o serviço de rastreamento.

    Em seguida, você precisa adicionar o dispositivo móvel que será usado como rastreador no site. Para isso, basta entrar no aplicativo com os seus dados de login do SpySat e seguir as instruções na tela.

    Agora, você precisa colocar o celular no carro que deseja rastrear. O ideal é que o aparelho esteja conectado a uma fonte de energia ou tenha uma bateria reserva, pois o aplicativo consome bastante energia.

    Pronto, agora você pode acompanhar a posição do seu carro pelo site SpySat. Você pode ver o histórico de movimentos, a velocidade, a direção e outras informações sobre o veículo.

    Outra opção para rastrear o seu carro de graça é usar o aplicativo FamiSafe. Esse aplicativo é voltado para o controle parental, mas também pode ser usado para monitorar o seu veículo. Para isso, você precisa instalar o FamiSafe em dois celulares: um que ficará no carro e outro que será usado para rastrear.

    Depois de instalar o aplicativo, você precisa criar uma conta FamiSafe e vincular os dois dispositivos. Você pode escolher qual será o celular do pai e qual será o do filho.

    A partir daí, você pode ver a localização do seu carro pelo celular do pai. Você também pode receber alertas de geofencing, que são áreas delimitadas que você pode definir para receber notificações quando o carro entrar ou sair delas.

    Essas são duas formas simples e gratuitas de colocar um rastreador no seu carro. Com elas, você pode aumentar a segurança do seu veículo e ter mais tranquilidade.