Categoria: Tecnologia

  • Como será o primeiro hotel espacial que pretende abrir em 2027

    Como será o primeiro hotel espacial que pretende abrir em 2027

    Você já imaginou passar as férias em um hotel no espaço? Essa pode ser uma realidade em breve, graças a uma empresa americana que anunciou planos de construir um resort de luxo em órbita da Terra até 2027.

    O projeto se chama Voyager Station e é uma iniciativa da Orbital Assembly Corporation (OAC), uma startup de Sacramento que se dedica a desenvolver estruturas espaciais. O hotel terá capacidade para 280 hóspedes e 112 tripulantes, e oferecerá diversas comodidades, como restaurante, bar, sala de concertos, academia e até cinema.

    Mas o que mais chama a atenção é o design do hotel, que se baseia em um conceito antigo de colonização espacial: uma roda giratória que gera gravidade artificial por meio da força centrífuga. Assim, os visitantes poderão se movimentar normalmente na borda da estação, onde ficarão os módulos de habitação. No centro, haverá um hub de acoplagem com gravidade zero, onde os hóspedes chegarão após decolar da Terra.

    E claro, não podemos esquecer da vista espetacular que o hotel proporcionará: uma fração da superfície terrestre, azul, verde e branca, curvando-se contra o negro do espaço sideral. Será uma experiência única e inesquecível para quem puder pagar por ela.

    Mas quanto custará uma estadia no hotel espacial? A empresa não revelou os preços, mas disse que tem como objetivo tornar a viagem acessível para quem quiser ir ao espaço por preferência, e não por dinheiro. Segundo Tim Alatorre, vice-presidente e arquiteto da OAC, o custo do transporte espacial deve diminuir com o desenvolvimento de sistemas de lançamento mais eficientes, como o foguete Starship e o propulsor Super Heavy da SpaceX.

    A OAC não é a única empresa que pretende explorar o mercado de turismo espacial. Outras companhias, como a Axiom e a Sierra Space, também têm planos de construir estações comerciais em órbita nos próximos anos. Mas a Voyager Station é a única que se apresenta como um hotel de luxo voltado para o lazer e o entretenimento.

    O projeto ainda enfrenta muitos desafios e incertezas, mas a empresa está confiante na viabilidade técnica e financeira da ideia. A OAC já concluiu o trabalho arquitetônico para protótipos menores da estação, chamados de Gravity Ring e Pioneer Stations, que servirão para testar as tecnologias antes da montagem final da Voyager.

    “Nós estamos comprometidos com isso e investimos nossas vidas e nossas fortunas para tornar isso uma realidade”, disse Alatorre. “Não há nada tecnologicamente impedindo nosso caminho. É apenas uma questão de tempo e dinheiro, e nós podemos superar isso.”

    Fonte: Link.

    O projeto se chama Voyager Station e é uma iniciativa da Orbital Assembly Corporation (OAC), uma startup de Sacramento que se dedica a desenvolver estruturas espaciais. O hotel terá capacidade para 280 hóspedes e 112 tripulantes, e oferecerá diversas comodidades, como restaurante, bar, sala de concertos, academia e até cinema.

    Mas o que mais chama a atenção é o design do hotel, que se baseia em um conceito antigo de colonização espacial: uma roda giratória que gera gravidade artificial por meio da força centrífuga. Assim, os visitantes poderão se movimentar normalmente na borda da estação, onde ficarão os módulos de habitação. No centro, haverá um hub de acoplagem com gravidade zero, onde os hóspedes chegarão após decolar da Terra.

    E claro, não podemos esquecer da vista espetacular que o hotel proporcionará: uma fração da superfície terrestre, azul, verde e branca, curvando-se contra o negro do espaço sideral. Será uma experiência única e inesquecível para quem puder pagar por ela.

    Mas quanto custará uma estadia no hotel espacial? A empresa não revelou os preços, mas disse que tem como objetivo tornar a viagem acessível para quem quiser ir ao espaço por preferência, e não por dinheiro. Segundo Tim Alatorre, vice-presidente e arquiteto da OAC, o custo do transporte espacial deve diminuir com o desenvolvimento de sistemas de lançamento mais eficientes, como o foguete Starship e o propulsor Super Heavy da SpaceX.

    A OAC não é a única empresa que pretende explorar o mercado de turismo espacial. Outras companhias, como a Axiom e a Sierra Space, também têm planos de construir estações comerciais em órbita nos próximos anos. Mas a Voyager Station é a única que se apresenta como um hotel de luxo voltado para o lazer e o entretenimento.

    O projeto ainda enfrenta muitos desafios e incertezas, mas a empresa está confiante na viabilidade técnica e financeira da ideia. A OAC já concluiu o trabalho arquitetônico para protótipos menores da estação, chamados de Gravity Ring e Pioneer Stations, que servirão para testar as tecnologias antes da montagem final da Voyager.

    “Nós estamos comprometidos com isso e investimos nossas vidas e nossas fortunas para tornar isso uma realidade”, disse Alatorre. “Não há nada tecnologicamente impedindo nosso caminho. É apenas uma questão de tempo e dinheiro, e nós podemos superar isso.”

    Fonte: Link.

  • Google I/O 2023: as principais novidades do evento de tecnologia

    Google I/O 2023: as principais novidades do evento de tecnologia

    O Google I/O 2023 foi realizado nos dias 10 e 11 de maio e trouxe diversas novidades para os fãs da gigante de Mountain View.

    O evento, que acontece anualmente, é voltado para desenvolvedores e apresenta as últimas inovações em inteligência artificial, sistemas operacionais, dispositivos e serviços do Google. Neste post, vamos destacar as principais novidades anunciadas no Google I/O 2023.

    Android 14: o sistema mais personalizado e seguro

    A grande estrela do evento foi o Android 14, a nova versão do sistema operacional mais usado no mundo. O Android 14 traz um novo design chamado Material You, que permite personalizar o visual do sistema de acordo com o papel de parede escolhido pelo usuário. O sistema também adapta as cores dos menus, widgets e ícones para criar uma harmonia visual.

    Além disso, o Android 14 reforça a privacidade e a segurança dos usuários, com um novo painel que mostra quais aplicativos acessam dados sensíveis, como localização, câmera e microfone. O usuário pode revogar essas permissões a qualquer momento ou usar modos de acesso restrito. O sistema também traz melhorias na performance, na bateria e na conectividade.

    Pixel Fold: o primeiro celular dobrável do Google

    Outra novidade que chamou a atenção foi o Pixel Fold, o primeiro celular dobrável do Google. O aparelho tem uma tela de 7,6 polegadas que se dobra ao meio, transformando-se em um smartphone compacto. O Pixel Fold usa o processador Google Tensor G2, desenvolvido pela própria empresa, e promete uma experiência fluida e inteligente.

    O Pixel Fold também se destaca pela câmera traseira de 108 MP e pela câmera frontal de 32 MP, que ficam escondidas sob a tela quando o aparelho está dobrado. O celular ainda conta com recursos exclusivos do Google Fotos, como o Magic Editor, que usa inteligência artificial para editar as imagens de forma automática ou manual.

    PaLM 2: a inteligência artificial conversacional do Google

    O Google também apresentou o PaLM 2, um modelo de linguagem que usa inteligência artificial para gerar conversas naturais e coerentes sobre diversos temas. O PaLM 2 é capaz de entender o contexto e o propósito da conversa, além de usar outras mídias além do texto, como imagens e vídeos.

    O PaLM 2 será usado para melhorar os serviços do Google que envolvem comunicação, como o Gmail, o Docs, o Chat e o Assistente. O modelo também poderá ser usado por desenvolvedores externos para criar aplicativos e experiências conversacionais.

    Essas foram algumas das principais novidades do Google I/O 2023. O evento ainda trouxe outras inovações em áreas como mapas, compras, fotos, wearables e realidade aumentada. Para saber mais sobre o evento, você pode acessar os sites oficiais do Google I/O e do Android.

    O evento, que acontece anualmente, é voltado para desenvolvedores e apresenta as últimas inovações em inteligência artificial, sistemas operacionais, dispositivos e serviços do Google. Neste post, vamos destacar as principais novidades anunciadas no Google I/O 2023.

    Android 14: o sistema mais personalizado e seguro

    A grande estrela do evento foi o Android 14, a nova versão do sistema operacional mais usado no mundo. O Android 14 traz um novo design chamado Material You, que permite personalizar o visual do sistema de acordo com o papel de parede escolhido pelo usuário. O sistema também adapta as cores dos menus, widgets e ícones para criar uma harmonia visual.

    Além disso, o Android 14 reforça a privacidade e a segurança dos usuários, com um novo painel que mostra quais aplicativos acessam dados sensíveis, como localização, câmera e microfone. O usuário pode revogar essas permissões a qualquer momento ou usar modos de acesso restrito. O sistema também traz melhorias na performance, na bateria e na conectividade.

    Pixel Fold: o primeiro celular dobrável do Google

    Outra novidade que chamou a atenção foi o Pixel Fold, o primeiro celular dobrável do Google. O aparelho tem uma tela de 7,6 polegadas que se dobra ao meio, transformando-se em um smartphone compacto. O Pixel Fold usa o processador Google Tensor G2, desenvolvido pela própria empresa, e promete uma experiência fluida e inteligente.

    O Pixel Fold também se destaca pela câmera traseira de 108 MP e pela câmera frontal de 32 MP, que ficam escondidas sob a tela quando o aparelho está dobrado. O celular ainda conta com recursos exclusivos do Google Fotos, como o Magic Editor, que usa inteligência artificial para editar as imagens de forma automática ou manual.

    PaLM 2: a inteligência artificial conversacional do Google

    O Google também apresentou o PaLM 2, um modelo de linguagem que usa inteligência artificial para gerar conversas naturais e coerentes sobre diversos temas. O PaLM 2 é capaz de entender o contexto e o propósito da conversa, além de usar outras mídias além do texto, como imagens e vídeos.

    O PaLM 2 será usado para melhorar os serviços do Google que envolvem comunicação, como o Gmail, o Docs, o Chat e o Assistente. O modelo também poderá ser usado por desenvolvedores externos para criar aplicativos e experiências conversacionais.

    Essas foram algumas das principais novidades do Google I/O 2023. O evento ainda trouxe outras inovações em áreas como mapas, compras, fotos, wearables e realidade aumentada. Para saber mais sobre o evento, você pode acessar os sites oficiais do Google I/O e do Android.

  • ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    Neste post, você vai conhecer a história de como a OpenAI desenvolveu o ChatGPT, um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno.

    O ChatGPT é um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno cultural desde o seu lançamento em novembro de 2022. Desenvolvido pela OpenAI, uma empresa de Inteligência Artificial (IA) de São Francisco, o ChatGPT é capaz de conversar com os usuários sobre diversos assuntos, desde o clima até a poesia. Mas como essa tecnologia foi criada? Quais foram os desafios e as surpresas que os seus criadores enfrentaram? E quais são os próximos passos para aprimorar essa ferramenta?

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    A matéria da MIT Technology Review Brasil traz a verdadeira história de como o ChatGPT foi desenvolvido, contada pelas pessoas que o criaram. A reportagem entrevistou quatro membros da equipe da OpenAI: John Schulman, cofundador da empresa; Jan Leike, líder da equipe de alinhamento; Sandhini Agarwal, que trabalha com políticas; e Liam Fedus, cientista que trabalhou no ChatGPT.

    Eles revelaram que o ChatGPT é uma versão aprimorada do GPT-3.5, uma família de grandes modelos de linguagem que a OpenAI já havia lançado anteriormente. O diferencial do ChatGPT é que ele foi treinado com dados de conversação e com feedback humano, o que o tornou mais acessível, útil e alinhado com o que os usuários querem fazer com ele.

    Os entrevistados também contaram que não esperavam que o ChatGPT viralizasse e tivesse tanto sucesso. Eles viram o chatbot como uma “prévia de pesquisa”, uma forma de testar a tecnologia e coletar feedback do público. Eles também admitiram que ficaram surpresos e confusos com a repercussão do chatbot, que trouxe à tona vários problemas já conhecidos, como a veracidade, a toxicidade e o jailbreak (quando os usuários induzem o chatbot a se comportar mal).

    A matéria também mostra como a OpenAI tem lidado com esses problemas, usando técnicas como treinamento adversário e red-teaming para melhorar a segurança e a qualidade do chatbot. Além disso, a reportagem aborda como o sucesso do ChatGPT tem impactado o mercado de IA, gerando parcerias com empresas como Microsoft e Bain, e estimulando uma corrida do ouro em torno de grandes modelos de linguagem.

    O ChatGPT é um exemplo de como a IA pode transformar muitos aspectos da sociedade, mas também de como essa tecnologia ainda é falha e precisa ser constantemente monitorada e aprimorada. A matéria da MIT Technology Review Brasil oferece uma visão privilegiada de como essa revolução está sendo construída por trás dos bastidores.

    O ChatGPT é um chatbot inteligente que se tornou um fenômeno cultural desde o seu lançamento em novembro de 2022. Desenvolvido pela OpenAI, uma empresa de Inteligência Artificial (IA) de São Francisco, o ChatGPT é capaz de conversar com os usuários sobre diversos assuntos, desde o clima até a poesia. Mas como essa tecnologia foi criada? Quais foram os desafios e as surpresas que os seus criadores enfrentaram? E quais são os próximos passos para aprimorar essa ferramenta?

    ChatGPT: como a OpenAI criou o chatbot inteligente que conquistou o mundo

    A matéria da MIT Technology Review Brasil traz a verdadeira história de como o ChatGPT foi desenvolvido, contada pelas pessoas que o criaram. A reportagem entrevistou quatro membros da equipe da OpenAI: John Schulman, cofundador da empresa; Jan Leike, líder da equipe de alinhamento; Sandhini Agarwal, que trabalha com políticas; e Liam Fedus, cientista que trabalhou no ChatGPT.

    Eles revelaram que o ChatGPT é uma versão aprimorada do GPT-3.5, uma família de grandes modelos de linguagem que a OpenAI já havia lançado anteriormente. O diferencial do ChatGPT é que ele foi treinado com dados de conversação e com feedback humano, o que o tornou mais acessível, útil e alinhado com o que os usuários querem fazer com ele.

    Os entrevistados também contaram que não esperavam que o ChatGPT viralizasse e tivesse tanto sucesso. Eles viram o chatbot como uma “prévia de pesquisa”, uma forma de testar a tecnologia e coletar feedback do público. Eles também admitiram que ficaram surpresos e confusos com a repercussão do chatbot, que trouxe à tona vários problemas já conhecidos, como a veracidade, a toxicidade e o jailbreak (quando os usuários induzem o chatbot a se comportar mal).

    A matéria também mostra como a OpenAI tem lidado com esses problemas, usando técnicas como treinamento adversário e red-teaming para melhorar a segurança e a qualidade do chatbot. Além disso, a reportagem aborda como o sucesso do ChatGPT tem impactado o mercado de IA, gerando parcerias com empresas como Microsoft e Bain, e estimulando uma corrida do ouro em torno de grandes modelos de linguagem.

    O ChatGPT é um exemplo de como a IA pode transformar muitos aspectos da sociedade, mas também de como essa tecnologia ainda é falha e precisa ser constantemente monitorada e aprimorada. A matéria da MIT Technology Review Brasil oferece uma visão privilegiada de como essa revolução está sendo construída por trás dos bastidores.

  • Starlink no Brasil: internet via satélite fica mais barata e competitiva

    Starlink no Brasil: internet via satélite fica mais barata e competitiva

    A Starlink, empresa de internet via satélite da SpaceX, anunciou uma redução significativa no preço da sua mensalidade no Brasil e em outros países.

    Saiba mais sobre os novos valores e como contratar a Starlink no Brasil.

    Starlink no Brasil

    A internet via satélite da Starlink, um dos projetos mais ambiciosos de Elon Musk, está ficando mais acessível para os brasileiros. A empresa enviou um comunicado por e-mail aos seus clientes informando que a mensalidade do serviço vai cair 20% nas faturas geradas a partir de 10 de maio de 2023.

    Antes, o valor da assinatura era de R$ 530 por mês, sem os impostos. Com a redução, passou para R$ 230. O desconto vale também para novos assinantes e será aplicado automaticamente. Além disso, o kit de equipamentos necessário para usar a internet da Starlink, que inclui uma antena e um roteador, teve seu preço reduzido de R$ 2.000 para R$ 1.000.

    A Starlink é uma constelação de satélites em órbita baixa que fornecem internet de alta velocidade e baixa latência para qualquer lugar do mundo, inclusive em áreas rurais ou com pouca infraestrutura de telecomunicações. A empresa promete velocidades de até 1 Gbps e latência de 25 milissegundos.

    A Starlink foi aprovada pela Anatel em janeiro de 2022 e tem autorização para operar no Brasil até 2027. Segundo o site oficial da empresa, há mais de 100 mil usuários ativos do serviço em 14 países. A meta é lançar cerca de 12 mil satélites até o final de 2023 e atingir mais de um milhão de clientes.

    Para contratar a Starlink no Brasil, é preciso acessar o site da empresa e verificar a disponibilidade do serviço na sua região. O valor final da assinatura varia conforme o frete e os impostos estaduais. A empresa também cobra uma taxa única de R$ 100 para reservar o serviço.

    A redução no preço da Starlink no Brasil pode tornar o serviço mais competitivo em relação às outras operadoras de internet via satélite disponíveis no país, como a HughesNet e a Viasat. Essas empresas oferecem planos com velocidades entre 10 Mbps e 25 Mbps e preços entre R$ 149,90 e R$ 359,90 por mês.

    No entanto, a Starlink ainda enfrenta alguns desafios para se consolidar no mercado brasileiro, como a instabilidade do sinal em dias nublados ou chuvosos, a necessidade de instalar uma antena com visão clara do céu e a concorrência com as redes móveis 4G e 5G.

    Saiba mais sobre os novos valores e como contratar a Starlink no Brasil.

    Starlink no Brasil

    A internet via satélite da Starlink, um dos projetos mais ambiciosos de Elon Musk, está ficando mais acessível para os brasileiros. A empresa enviou um comunicado por e-mail aos seus clientes informando que a mensalidade do serviço vai cair 20% nas faturas geradas a partir de 10 de maio de 2023.

    Antes, o valor da assinatura era de R$ 530 por mês, sem os impostos. Com a redução, passou para R$ 230. O desconto vale também para novos assinantes e será aplicado automaticamente. Além disso, o kit de equipamentos necessário para usar a internet da Starlink, que inclui uma antena e um roteador, teve seu preço reduzido de R$ 2.000 para R$ 1.000.

    A Starlink é uma constelação de satélites em órbita baixa que fornecem internet de alta velocidade e baixa latência para qualquer lugar do mundo, inclusive em áreas rurais ou com pouca infraestrutura de telecomunicações. A empresa promete velocidades de até 1 Gbps e latência de 25 milissegundos.

    A Starlink foi aprovada pela Anatel em janeiro de 2022 e tem autorização para operar no Brasil até 2027. Segundo o site oficial da empresa, há mais de 100 mil usuários ativos do serviço em 14 países. A meta é lançar cerca de 12 mil satélites até o final de 2023 e atingir mais de um milhão de clientes.

    Para contratar a Starlink no Brasil, é preciso acessar o site da empresa e verificar a disponibilidade do serviço na sua região. O valor final da assinatura varia conforme o frete e os impostos estaduais. A empresa também cobra uma taxa única de R$ 100 para reservar o serviço.

    A redução no preço da Starlink no Brasil pode tornar o serviço mais competitivo em relação às outras operadoras de internet via satélite disponíveis no país, como a HughesNet e a Viasat. Essas empresas oferecem planos com velocidades entre 10 Mbps e 25 Mbps e preços entre R$ 149,90 e R$ 359,90 por mês.

    No entanto, a Starlink ainda enfrenta alguns desafios para se consolidar no mercado brasileiro, como a instabilidade do sinal em dias nublados ou chuvosos, a necessidade de instalar uma antena com visão clara do céu e a concorrência com as redes móveis 4G e 5G.

  • Elizabeth Holmes: a ascensão e queda da “nova Steve Jobs”

    Elizabeth Holmes: a ascensão e queda da “nova Steve Jobs”

    Elizabeth Holmes foi uma das empreendedoras mais celebradas do Vale do Silício, fundadora da Theranos, uma startup de saúde que prometia revolucionar o diagnóstico de doenças com uma simples gota de sangue.

    Elizabeth Holmes tinha apenas 19 anos quando abandonou a Universidade de Stanford para fundar a Theranos, uma empresa que pretendia mudar o mundo com uma tecnologia inovadora: um dispositivo chamado Edison, capaz de realizar centenas de exames médicos com apenas algumas gotas de sangue retiradas do dedo do paciente.

    A ideia parecia genial: um teste rápido, barato e menos invasivo do que os métodos tradicionais, que poderia detectar doenças como câncer, diabetes e HIV. Holmes afirmava que o Edison era baseado em uma ciência sólida e patenteada, e que tinha o potencial de salvar milhões de vidas.

    Com seu carisma, sua visão ousada e seu estilo inspirado em Steve Jobs (o lendário fundador da Apple), Holmes conquistou a admiração e o apoio de figuras influentes do mundo dos negócios, da política e da mídia. Ela levantou mais de US$ 700 milhões de investidores como Henry Kissinger, Rupert Murdoch e Betsy DeVos. Ela fechou parcerias com grandes redes de farmácias e hospitais. Ela foi capa de revistas como Forbes, Fortune e Time, que a apelidaram de “a mais jovem bilionária self-made do mundo” e “a nova Steve Jobs”.

    Em 2014, a Theranos foi avaliada em US$ 9 bilhões, e Holmes tinha uma fortuna estimada em US$ 4,5 bilhões. Ela era vista como um exemplo de sucesso e inovação no Vale do Silício, o polo tecnológico dos Estados Unidos.

    Mas havia um problema: a tecnologia da Theranos não funcionava como Holmes prometia. Na verdade, ela mal funcionava. O Edison era incapaz de realizar a maioria dos exames com precisão e confiabilidade. A empresa usava máquinas de outras empresas para fazer os testes, muitas vezes diluindo o sangue dos pacientes para obter resultados. Os dados eram manipulados ou omitidos para esconder as falhas. Os funcionários que questionavam ou denunciavam as irregularidades eram demitidos ou intimidados.

    A farsa começou a ser desmascarada em 2015, quando o jornal The Wall Street Journal publicou uma série de reportagens investigativas sobre a Theranos, revelando as fraudes e os riscos que a empresa representava para a saúde pública. A partir daí, a empresa entrou em colapso: perdeu clientes, parceiros e investidores; foi alvo de processos judiciais, multas e sanções; teve que fechar seus laboratórios e dispensar centenas de funcionários; e viu seu valor despencar para quase zero.

    Em 2018, Holmes e seu ex-namorado e ex-sócio Ramesh “Sunny” Balwani foram indiciados por fraude eletrônica e conspiração para fraudar investidores, médicos e pacientes. Eles se declararam inocentes e alegaram que agiram de boa-fé, mas não convenceram o júri. Em janeiro de 2022, Holmes foi condenada a 11 anos de prisão. Balwani ainda aguarda julgamento.

    Elizabeth Holmes tinha apenas 19 anos quando abandonou a Universidade de Stanford para fundar a Theranos, uma empresa que pretendia mudar o mundo com uma tecnologia inovadora: um dispositivo chamado Edison, capaz de realizar centenas de exames médicos com apenas algumas gotas de sangue retiradas do dedo do paciente.

    A ideia parecia genial: um teste rápido, barato e menos invasivo do que os métodos tradicionais, que poderia detectar doenças como câncer, diabetes e HIV. Holmes afirmava que o Edison era baseado em uma ciência sólida e patenteada, e que tinha o potencial de salvar milhões de vidas.

    Com seu carisma, sua visão ousada e seu estilo inspirado em Steve Jobs (o lendário fundador da Apple), Holmes conquistou a admiração e o apoio de figuras influentes do mundo dos negócios, da política e da mídia. Ela levantou mais de US$ 700 milhões de investidores como Henry Kissinger, Rupert Murdoch e Betsy DeVos. Ela fechou parcerias com grandes redes de farmácias e hospitais. Ela foi capa de revistas como Forbes, Fortune e Time, que a apelidaram de “a mais jovem bilionária self-made do mundo” e “a nova Steve Jobs”.

    Em 2014, a Theranos foi avaliada em US$ 9 bilhões, e Holmes tinha uma fortuna estimada em US$ 4,5 bilhões. Ela era vista como um exemplo de sucesso e inovação no Vale do Silício, o polo tecnológico dos Estados Unidos.

    Mas havia um problema: a tecnologia da Theranos não funcionava como Holmes prometia. Na verdade, ela mal funcionava. O Edison era incapaz de realizar a maioria dos exames com precisão e confiabilidade. A empresa usava máquinas de outras empresas para fazer os testes, muitas vezes diluindo o sangue dos pacientes para obter resultados. Os dados eram manipulados ou omitidos para esconder as falhas. Os funcionários que questionavam ou denunciavam as irregularidades eram demitidos ou intimidados.

    A farsa começou a ser desmascarada em 2015, quando o jornal The Wall Street Journal publicou uma série de reportagens investigativas sobre a Theranos, revelando as fraudes e os riscos que a empresa representava para a saúde pública. A partir daí, a empresa entrou em colapso: perdeu clientes, parceiros e investidores; foi alvo de processos judiciais, multas e sanções; teve que fechar seus laboratórios e dispensar centenas de funcionários; e viu seu valor despencar para quase zero.

    Em 2018, Holmes e seu ex-namorado e ex-sócio Ramesh “Sunny” Balwani foram indiciados por fraude eletrônica e conspiração para fraudar investidores, médicos e pacientes. Eles se declararam inocentes e alegaram que agiram de boa-fé, mas não convenceram o júri. Em janeiro de 2022, Holmes foi condenada a 11 anos de prisão. Balwani ainda aguarda julgamento.

  • PL das Fake News: o que diz o relator e por que o Telegram é contra

    PL das Fake News: o que diz o relator e por que o Telegram é contra

    O Projeto de Lei 2630/2020, conhecido como PL das Fake News, está em tramitação na Câmara dos Deputados e tem gerado polêmica entre as plataformas digitais, os parlamentares e a sociedade civil.

    O projeto pretende instituir a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, com o objetivo de combater a desinformação, o discurso de ódio e outros conteúdos criminosos no ambiente digital.

    O relator do projeto na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), defende que a proposta é necessária para garantir a democracia e a liberdade de expressão, e que não há intenção de censurar ou controlar as redes sociais. Ele afirma que o projeto foi construído com base em sugestões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que conduz inquéritos sobre fake news e atos antidemocráticos.

    No entanto, o Telegram, um dos principais aplicativos de troca de mensagens do mundo, publicou um manifesto contra o PL das Fake News, alegando que ele acaba com a liberdade e a privacidade dos usuários. O Telegram diz que o projeto obriga as plataformas a armazenar dados pessoais e metadados de comunicação dos usuários por três anos, além de exigir que elas identifiquem os responsáveis por conteúdos considerados ilegais ou ofensivos.

    O Telegram também critica o fato de o projeto prever a criação de um Conselho de Transparência e Responsabilidade na Internet, composto por representantes do governo, do Congresso, do Judiciário e da sociedade civil, que teria poderes para fiscalizar e punir as plataformas. Para o Telegram, isso abre espaço para interferências políticas e ideológicas na internet.

    O projeto ainda enfrenta resistência de outros setores, como as grandes empresas de tecnologia (big techs), que se opõem à obrigatoriedade de remunerar os autores de conteúdo jornalístico e artístico compartilhados em suas plataformas. A votação do projeto na Câmara ainda não tem data definida.

    O projeto pretende instituir a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, com o objetivo de combater a desinformação, o discurso de ódio e outros conteúdos criminosos no ambiente digital.

    O relator do projeto na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), defende que a proposta é necessária para garantir a democracia e a liberdade de expressão, e que não há intenção de censurar ou controlar as redes sociais. Ele afirma que o projeto foi construído com base em sugestões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que conduz inquéritos sobre fake news e atos antidemocráticos.

    No entanto, o Telegram, um dos principais aplicativos de troca de mensagens do mundo, publicou um manifesto contra o PL das Fake News, alegando que ele acaba com a liberdade e a privacidade dos usuários. O Telegram diz que o projeto obriga as plataformas a armazenar dados pessoais e metadados de comunicação dos usuários por três anos, além de exigir que elas identifiquem os responsáveis por conteúdos considerados ilegais ou ofensivos.

    O Telegram também critica o fato de o projeto prever a criação de um Conselho de Transparência e Responsabilidade na Internet, composto por representantes do governo, do Congresso, do Judiciário e da sociedade civil, que teria poderes para fiscalizar e punir as plataformas. Para o Telegram, isso abre espaço para interferências políticas e ideológicas na internet.

    O projeto ainda enfrenta resistência de outros setores, como as grandes empresas de tecnologia (big techs), que se opõem à obrigatoriedade de remunerar os autores de conteúdo jornalístico e artístico compartilhados em suas plataformas. A votação do projeto na Câmara ainda não tem data definida.

  • Como a inteligência artificial pode ameaçar o emprego dos médicos

    Como a inteligência artificial pode ameaçar o emprego dos médicos

    A inteligência artificial na medicina é uma tecnologia que pode trazer benefícios, mas também desafios para os profissionais da saúde.

    A inteligência artificial na medicina é uma tecnologia que permite que sistemas informatizados reproduzam o comportamento humano na realização de tarefas. Ela pode ser usada para analisar dados, auxiliar no diagnóstico, recomendar tratamentos, monitorar pacientes e apoiar a pesquisa médica. No entanto, ela também pode representar uma ameaça para o emprego dos médicos, pois pode substituir algumas de suas funções e competências.

    Segundo um estudo da Universidade de Oxford, publicado em 2013, cerca de 47% dos empregos nos Estados Unidos estão em risco de serem automatizados nos próximos 20 anos. Entre as profissões mais vulneráveis estão as que envolvem tarefas repetitivas, rotineiras e previsíveis. Já as que exigem criatividade, julgamento e interação social são mais difíceis de serem replicadas por máquinas.

    Nesse cenário, os médicos podem ser afetados de diferentes formas pela inteligência artificial na medicina. Por um lado, eles podem se beneficiar das ferramentas que facilitam o seu trabalho e aumentam a qualidade do atendimento. Por outro lado, eles podem perder espaço para os sistemas que realizam diagnósticos mais precisos, rápidos e baratos do que os humanos.

    Além disso, a inteligência artificial na medicina pode mudar o perfil e as habilidades exigidas dos médicos. Eles terão que se adaptar às novas tecnologias, aprender a interpretar os dados gerados por elas e a interagir com os pacientes de forma mais humana e empática. Eles também terão que lidar com questões éticas, legais e sociais relacionadas ao uso da inteligência artificial na medicina.

    Portanto, a inteligência artificial na medicina é uma realidade que traz oportunidades e desafios para os médicos. Eles devem estar preparados para as mudanças que essa tecnologia pode provocar no mercado de trabalho e na prática médica. Eles devem buscar se atualizar constantemente e desenvolver competências que os diferenciem das máquinas.

    A inteligência artificial na medicina é uma tecnologia que permite que sistemas informatizados reproduzam o comportamento humano na realização de tarefas. Ela pode ser usada para analisar dados, auxiliar no diagnóstico, recomendar tratamentos, monitorar pacientes e apoiar a pesquisa médica. No entanto, ela também pode representar uma ameaça para o emprego dos médicos, pois pode substituir algumas de suas funções e competências.

    Segundo um estudo da Universidade de Oxford, publicado em 2013, cerca de 47% dos empregos nos Estados Unidos estão em risco de serem automatizados nos próximos 20 anos. Entre as profissões mais vulneráveis estão as que envolvem tarefas repetitivas, rotineiras e previsíveis. Já as que exigem criatividade, julgamento e interação social são mais difíceis de serem replicadas por máquinas.

    Nesse cenário, os médicos podem ser afetados de diferentes formas pela inteligência artificial na medicina. Por um lado, eles podem se beneficiar das ferramentas que facilitam o seu trabalho e aumentam a qualidade do atendimento. Por outro lado, eles podem perder espaço para os sistemas que realizam diagnósticos mais precisos, rápidos e baratos do que os humanos.

    Além disso, a inteligência artificial na medicina pode mudar o perfil e as habilidades exigidas dos médicos. Eles terão que se adaptar às novas tecnologias, aprender a interpretar os dados gerados por elas e a interagir com os pacientes de forma mais humana e empática. Eles também terão que lidar com questões éticas, legais e sociais relacionadas ao uso da inteligência artificial na medicina.

    Portanto, a inteligência artificial na medicina é uma realidade que traz oportunidades e desafios para os médicos. Eles devem estar preparados para as mudanças que essa tecnologia pode provocar no mercado de trabalho e na prática médica. Eles devem buscar se atualizar constantemente e desenvolver competências que os diferenciem das máquinas.

  • Golpes do Pix: Conheça os mais famosos e saiba como evitar cair neles

    Golpes do Pix: Conheça os mais famosos e saiba como evitar cair neles

    O Pix é um sistema de pagamentos instantâneos que permite transferir dinheiro entre contas bancárias em segundos, sem custo para o usuário.

    Mas essa facilidade também atrai a atenção de criminosos que tentam aplicar golpes na internet usando o Pix como isca.

    Veja a seguir alguns dos golpes mais comuns e como se proteger deles:

    • Sequestro do WhatsApp: o golpista clona o aplicativo de mensagens de uma pessoa e pede dinheiro aos seus contatos, usando o Pix como forma de pagamento. Para evitar esse golpe, ative a verificação em duas etapas no WhatsApp e não forneça o código de acesso a ninguém.

    • Falso cadastro do Pix: o golpista envia um link por e-mail, SMS ou redes sociais para que a vítima faça o cadastro das chaves do Pix em um site falso, que rouba seus dados bancários. Para evitar esse golpe, cadastre as chaves do Pix apenas nos canais oficiais do seu banco e não clique em links suspeitos.

    • Falsa central de atendimento: o golpista liga para a vítima se passando por um funcionário do banco ou de uma empresa e pede informações pessoais ou senhas para confirmar uma transação ou resolver um problema com o Pix. Para evitar esse golpe, não forneça dados sensíveis por telefone e desconfie de ligações não solicitadas.

    • Falsa promoção ou investimento: o golpista usa perfis falsos nas redes sociais para oferecer vantagens financeiras em troca de um depósito via Pix. O golpista promete lucros altos e rápidos, mas depois some com o dinheiro da vítima. Para evitar esse golpe, não acredite em ofertas milagrosas e verifique a reputação da empresa ou pessoa antes de fazer qualquer pagamento.

    • Falsa venda ou compra: o golpista anuncia um produto ou serviço na internet por um preço muito baixo e pede que o pagamento seja feito via Pix. Depois de receber o dinheiro, o golpista não entrega o produto ou serviço e bloqueia o contato com a vítima. Para evitar esse golpe, prefira usar plataformas confiáveis de comércio eletrônico e desconfie de preços muito abaixo do mercado.

    Mas essa facilidade também atrai a atenção de criminosos que tentam aplicar golpes na internet usando o Pix como isca.

    Veja a seguir alguns dos golpes mais comuns e como se proteger deles:

    • Sequestro do WhatsApp: o golpista clona o aplicativo de mensagens de uma pessoa e pede dinheiro aos seus contatos, usando o Pix como forma de pagamento. Para evitar esse golpe, ative a verificação em duas etapas no WhatsApp e não forneça o código de acesso a ninguém.

    • Falso cadastro do Pix: o golpista envia um link por e-mail, SMS ou redes sociais para que a vítima faça o cadastro das chaves do Pix em um site falso, que rouba seus dados bancários. Para evitar esse golpe, cadastre as chaves do Pix apenas nos canais oficiais do seu banco e não clique em links suspeitos.

    • Falsa central de atendimento: o golpista liga para a vítima se passando por um funcionário do banco ou de uma empresa e pede informações pessoais ou senhas para confirmar uma transação ou resolver um problema com o Pix. Para evitar esse golpe, não forneça dados sensíveis por telefone e desconfie de ligações não solicitadas.

    • Falsa promoção ou investimento: o golpista usa perfis falsos nas redes sociais para oferecer vantagens financeiras em troca de um depósito via Pix. O golpista promete lucros altos e rápidos, mas depois some com o dinheiro da vítima. Para evitar esse golpe, não acredite em ofertas milagrosas e verifique a reputação da empresa ou pessoa antes de fazer qualquer pagamento.

    • Falsa venda ou compra: o golpista anuncia um produto ou serviço na internet por um preço muito baixo e pede que o pagamento seja feito via Pix. Depois de receber o dinheiro, o golpista não entrega o produto ou serviço e bloqueia o contato com a vítima. Para evitar esse golpe, prefira usar plataformas confiáveis de comércio eletrônico e desconfie de preços muito abaixo do mercado.
  • CEO da OpenAI critica o trabalho remoto e defende o retorno ao escritório

    CEO da OpenAI critica o trabalho remoto e defende o retorno ao escritório

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, não é contra a mudança – ele ajudou a iniciar a atual corrida da inteligência artificial com o chatbot ChatGPT, ameaçando transformar várias indústrias – mas ele ainda acha que as startups são mais eficazes quando os funcionários trabalham juntos em um escritório.

    A ideia de que o trabalho remoto se tornaria a norma já foi e voltou, ele disse esta semana em um bate-papo em San Francisco organizado pela empresa de fintech Stripe.

    “Eu acho que definitivamente um dos piores erros da indústria de tecnologia em muito tempo foi que todo mundo poderia ir para o remoto para sempre, e as startups não precisavam estar juntas”, disse ele aos participantes. “Não haveria perda de criatividade. Eu diria que o experimento sobre isso acabou, e a tecnologia ainda não é boa o suficiente para que as pessoas possam ser remotas para sempre, especialmente em startups”.

    Ele não está sozinho em sua avaliação. Muitos CEOs têm exigido que os funcionários remotos passem mais tempo no escritório, entre eles Bob Iger na Disney, Howard Schultz na Starbucks e Robert Thomson na News Corp. Durante a pandemia, o trabalho remoto ou um cronograma de trabalho híbrido era a única opção para muitos trabalhadores de escritório – e muitos passaram a preferir isso a estar no escritório todos os dias úteis.

    Altman disse que aconselharia as startups contra o trabalho remoto porque pode criar confusão. Ele observou que “quanto mais incerto e inicial o produto é, mais tempo presencial a equipe precisa para trabalhar junto”.

    A ideia de que o trabalho remoto se tornaria a norma já foi e voltou, ele disse esta semana em um bate-papo em San Francisco organizado pela empresa de fintech Stripe.

    “Eu acho que definitivamente um dos piores erros da indústria de tecnologia em muito tempo foi que todo mundo poderia ir para o remoto para sempre, e as startups não precisavam estar juntas”, disse ele aos participantes. “Não haveria perda de criatividade. Eu diria que o experimento sobre isso acabou, e a tecnologia ainda não é boa o suficiente para que as pessoas possam ser remotas para sempre, especialmente em startups”.

    Ele não está sozinho em sua avaliação. Muitos CEOs têm exigido que os funcionários remotos passem mais tempo no escritório, entre eles Bob Iger na Disney, Howard Schultz na Starbucks e Robert Thomson na News Corp. Durante a pandemia, o trabalho remoto ou um cronograma de trabalho híbrido era a única opção para muitos trabalhadores de escritório – e muitos passaram a preferir isso a estar no escritório todos os dias úteis.

    Altman disse que aconselharia as startups contra o trabalho remoto porque pode criar confusão. Ele observou que “quanto mais incerto e inicial o produto é, mais tempo presencial a equipe precisa para trabalhar junto”.

  • Projeto de lei para regulamentar inteligência artificial no Brasil: o que você precisa saber

    Projeto de lei para regulamentar inteligência artificial no Brasil: o que você precisa saber

    A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que vem transformando diversos setores da sociedade, desde a saúde até a educação.

    Mas quais são os direitos e deveres das pessoas afetadas pela IA? E como garantir que essa tecnologia seja usada de forma ética, segura e responsável?

    Essas são algumas das questões que o projeto de lei (PL) 5051/2020, em tramitação no Senado Federal, pretende responder. O texto, de autoria do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), estabelece princípios, direitos e deveres para o uso da IA no Brasil, além de criar um órgão de supervisão e fiscalização da tecnologia.

    O PL 5051/2020 foi inspirado em iniciativas internacionais, como as diretrizes da União Europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre IA. O objetivo é criar um marco legal que incentive a inovação e o desenvolvimento da IA no país, mas também proteja os direitos fundamentais dos cidadãos.

    Entre os princípios previstos pelo projeto estão: o respeito à dignidade humana, à diversidade e aos direitos humanos; a transparência e a explicabilidade das decisões baseadas em IA; a segurança e a confiabilidade dos sistemas de IA; e a responsabilização dos agentes envolvidos no ciclo de vida da IA.

    O projeto também define direitos para as pessoas afetadas pela IA, como: o direito de ser informado sobre o uso da tecnologia e seus possíveis riscos; o direito de solicitar a revisão humana das decisões automatizadas; o direito de exigir a correção ou a exclusão dos dados pessoais usados pela IA; e o direito de recusar o uso da IA quando isso violar seus direitos ou interesses legítimos.

    Além disso, o projeto estabelece deveres para os desenvolvedores, fornecedores e usuários da IA, como: garantir que os sistemas de IA sejam compatíveis com os princípios e os direitos previstos na lei; adotar medidas de segurança e prevenção de danos; respeitar a privacidade e a proteção dos dados pessoais; e informar as autoridades competentes sobre eventuais incidentes ou violações envolvendo a IA.

    Para fiscalizar o cumprimento da lei, o projeto propõe a criação do Conselho Nacional de Inteligência Artificial (CNIA), um órgão colegiado composto por representantes do poder público, da sociedade civil, da academia e do setor produtivo. O CNIA teria atribuições como: elaborar normas complementares sobre IA; monitorar e avaliar o impacto da IA na sociedade; promover a educação e a capacitação sobre IA; e aplicar sanções administrativas em caso de infrações.

    O projeto de lei ainda está em fase inicial de tramitação no Senado e pode sofrer alterações. A expectativa é que ele contribua para o debate sobre os desafios e as oportunidades da IA no Brasil, buscando equilibrar os benefícios da tecnologia com os valores democráticos e constitucionais.

    Mas quais são os direitos e deveres das pessoas afetadas pela IA? E como garantir que essa tecnologia seja usada de forma ética, segura e responsável?

    Essas são algumas das questões que o projeto de lei (PL) 5051/2020, em tramitação no Senado Federal, pretende responder. O texto, de autoria do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), estabelece princípios, direitos e deveres para o uso da IA no Brasil, além de criar um órgão de supervisão e fiscalização da tecnologia.

    O PL 5051/2020 foi inspirado em iniciativas internacionais, como as diretrizes da União Europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre IA. O objetivo é criar um marco legal que incentive a inovação e o desenvolvimento da IA no país, mas também proteja os direitos fundamentais dos cidadãos.

    Entre os princípios previstos pelo projeto estão: o respeito à dignidade humana, à diversidade e aos direitos humanos; a transparência e a explicabilidade das decisões baseadas em IA; a segurança e a confiabilidade dos sistemas de IA; e a responsabilização dos agentes envolvidos no ciclo de vida da IA.

    O projeto também define direitos para as pessoas afetadas pela IA, como: o direito de ser informado sobre o uso da tecnologia e seus possíveis riscos; o direito de solicitar a revisão humana das decisões automatizadas; o direito de exigir a correção ou a exclusão dos dados pessoais usados pela IA; e o direito de recusar o uso da IA quando isso violar seus direitos ou interesses legítimos.

    Além disso, o projeto estabelece deveres para os desenvolvedores, fornecedores e usuários da IA, como: garantir que os sistemas de IA sejam compatíveis com os princípios e os direitos previstos na lei; adotar medidas de segurança e prevenção de danos; respeitar a privacidade e a proteção dos dados pessoais; e informar as autoridades competentes sobre eventuais incidentes ou violações envolvendo a IA.

    Para fiscalizar o cumprimento da lei, o projeto propõe a criação do Conselho Nacional de Inteligência Artificial (CNIA), um órgão colegiado composto por representantes do poder público, da sociedade civil, da academia e do setor produtivo. O CNIA teria atribuições como: elaborar normas complementares sobre IA; monitorar e avaliar o impacto da IA na sociedade; promover a educação e a capacitação sobre IA; e aplicar sanções administrativas em caso de infrações.

    O projeto de lei ainda está em fase inicial de tramitação no Senado e pode sofrer alterações. A expectativa é que ele contribua para o debate sobre os desafios e as oportunidades da IA no Brasil, buscando equilibrar os benefícios da tecnologia com os valores democráticos e constitucionais.