Categoria: Tecnologia

  • Projeto de lei sobre proteção de dados pode ir a plenário do Senado

    O Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional sobre matérias relacionadas ao tema, discutiu hoje (9) o Projeto de Lei da Câmara 53, que disciplina a proteção dos dados pessoais e a exploração destes por empresas e pelo poder público. O colegiado decidiu se abster e não abrir um processo de análise sobre a matéria.

    Com isso, o PLC pode ser apreciado no plenário do Senado. O texto, aprovado na Câmara em maio, disciplina a forma como as informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicadas em redes sociais. A proposta foi mantida na semana passada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), mantendo o conteúdo da Câmara e indicando regime de urgência para votação na casa. A urgência foi apresentada em plenário, mas não chegou a ser apreciada.

    Cronograma apertado

    A tensão sobre o PLC no Conselho estava relacionada ao cronograma apertado do Senado, que fará suas últimas sessões nesta semana antes do recesso de meio de ano. Caso o colegiado resolvesse escolher um relator e iniciar uma análise, dificultaria uma possível aprovação do projeto antes do recesso. Frente a esse prazo exíguo, a maioria dos integrantes optou por não se manifestar sobre o projeto.

    “Considerando o fato de que já foi aprovado na CAE, que o requerimento de urgência já está encaminhado e que o Conselho recebeu manifestações pela aprovação amparado por entidades representativas da nossa sociedade, entendo que o conselho não deveria se manifestar sobre o tema”, defendeu o presidente do órgão, Murillo de Aragão.

    “O texto construído pelo deputado Orlando Silva [PCdoB-SP, relator do PL na Câmara] ficou redondo e conseguiu consenso e oposição, governo e situação na hora de votação. Não é o texto ideal, mas como não cabe agora uma discussão prolongada a respeito do tema, que o Conselho ratifique o manifesto”, pontuou o conselheiro João Camilo Júnior.

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    Apoio e divergências

    O PLC tem apoio de entidades diversas, como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e a Coalizão Direitos na Rede, que reúne entidades de defesa de direitos dos usuários de internet. Mas encontra resistência em organizações do ramo financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional de Seguradoras. Por Agência Brasil.

  • Chineses estariam desenvolvendo um rifle “AK-47 a laser”

    Depois que a imprensa chinesa informou sobre o desenvolvimento do rifle “AK-47 a laser”, por engenheiros chineses, especialistas do mundo inteiro tentam imaginar como essa arma funcionaria. As declarações dos desenvolvedores animaram ainda mais os entusiastas.

    “Ninguém saberá de onde foi realizado o disparo. Vai parecer um acidente”, disse um dos desenvolvedores do rifle a um jornal local.

    Para o especialista militar Aleksei Leonkov, o laser tem limitações e provavelmente este rifle não será nada do que imaginamos. Em entrevista à Rádio Sputnik, ele comentou o trabalho dos engenheiros chineses.

    “É difícil classificar esse produto como uma arma. O laser tem limitações de alcance e para transformá-lo em uma arma letal será necessária uma fonte de energia. Mas o laser pode ser usado como elemento para cegar, para neutralizar, por exemplo, meios óticos e elétricos presentes em tanques, veículos blindados de transporte de pessoal e veículos de combate de infantaria – todos eles usam esses dispositivos”, disse.

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    “O desenvolvimento é interessante, mas é bastante duvidoso em termos militares. Certamente, não é aquela arma que vimos em filmes de ação, onde os rifles a laser são usados em ações de combate”, acrescentou Leonkov.

    Ele ressaltou que, assim que surgirem dados técnicos, será possível determinar para que finalidade essa arma foi projetada. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Facebook libera por engano pessoas bloqueadas por 800 mil usuários

    Na segunda-feira (2), o Facebook anunciou que está notificando mais de 800 mil usuários que a plataforma desbloqueou por engano pessoas que foram incluídas em suas listas negras.

    O erro, que segundo a empresa já foi corrigido, aconteceu entre 29 de maio e 5 de junho.

    Embora as pessoas bloqueadas não pudessem ter acesso ao conteúdo que os usuários compartilhavam com seus amigos, o erro da plataforma permitiu que elas visualizassem publicações destinadas a um público mais amplo.

    As pessoas que são bloqueadas por um usuário do Facebook não podem acessar postagens em seus perfis, enviar solicitações de amizade ou entrar em contato.

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    A rede social especificou que assédio, ameaças, invasão de privacidade e conflitos de relacionamentos são os principais motivos dos bloqueios realizados pelos usuários.

    A empresa pediu desculpas pelo erro. Por Sputnik Brasil.

  • Mais de 10 aplicativos que roubam usuários são encontrados no Google Play

    Especialistas da empresa norte-americana de software de segurança McAfee encontraram mais de dez aplicativos infectados na loja oficial Google Play.

    Especialistas afirmaram que a criação de software malicioso envolveu hackers do grupo AsiaHitGroup. O vírus chamado Sonvpay.C utiliza notificações silenciosas. Portanto, o aplicativo, depois de instalado, envia aos usuários uma notificação sobre a atualização. No entanto, a inscrição para serviços pagos é disfarçada.

    Para que os donos de smartphones com sistema operacional Android não percebam o truque, os hackers usam o WAP billing, que não requer o envio de mensagens SMS. Isso permite retirar dinheiro diretamente da conta bancária dos usuários do celular e, ao mesmo tempo, eles não encontrarão nada no histórico de mensagens enviadas.

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    Segundo a McAfee, o principal alvo dos invasores foram cidadãos do Cazaquistão e da Malásia, mas os especialistas acreditam que os fraudadores planejam expandir a escala dos crimes cibernéticos. Desde janeiro de 2018 os criminosos podem ter se apropriado de US$ 60 mil (R$ 231 mil) a US$ 145 mil (R$ 560 mil). Por Sputnik Brasil.

  • Facebook sabe mais sobre você que o seu melhor amigo, marido ou esposa

    Talvez você não saiba, mas o Facebook armazena mais informações sobre a sua vida do que o cérebro humano mais próximo de você. E isso está preocupando o mundo inteiro. Na Europa, medidas legais já foram tomadas e a rede social de Mark Zuckerberg teve que se enquadrar no novo Regulamento Geral de Proteção de Dados.

    Por hora, o problema foi resolvido, mas e no resto do mundo, incluindo aí os mais de 2,7 bilhões de usuários na América Latina?

    É o que quatorze associações civis latino-americanas querem saber. As associações que promovem os direitos digitais escreveram uma carta para Zuckerberg, pedindo que o Facebook inclua os usuários da América Latina no novo Regulamento da Europa.

    O Facebook tem dois escritórios centrais. Um se situa nos EUA, e controla tanto o mercado local como o canadense, e o outro na Irlanda, fazendo o mesmo com os usuários ao redor do mundo, disse à Sputnik Mundo Cédric Laurant, diretor da associação civil mexicana Artículo 12.

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    “Isso quer dizer que por ter um escritório na Irlanda, o Facebook teve que cumprir a legislação europeia sobre proteção de dados, e todos os usuários — argentinos, mexicanos, africanos, asiáticos, exceto os dos EUA e Canadá, poderiam contar com ela”, explicou.

    É uma regulação mais garantida, que modifica o chamado “princípio da responsabilidade proativa”. A partir de agora, as empresas devem ser capazes de demonstrar em todos os momentos que cumprem os regulamentos e tomam as precauções necessárias para que os dados pessoais não sejam manipulados.

    “Mas eles perceberam, obviamente, que isso poderia causar problemas, porque os usuários em todo o mundo teriam mais direitos graças aos regulamentos europeus. Então eles decidiram limitar o acesso a esta lei apenas aos residentes da União Europeia”, argumenta.

    Desta maneira, a partir de 25 de maio “as pessoas que estão na Europa terão um melhor tratamento pelo Facebook do que o resto do mundo que usa o Facebook”.

    O ativista realçou que esta situação é inaceitável e relembrou que há estudos que mostram como, com 120 curtidas, “o Facebook sabe mais sobre nós que nosso melhor amigo, marido ou esposa”. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Instagram ficou instável em várias partes do mundo

    Desde o início da semana, o Instagram tem se mostrado instável, gerando reclamações de usuários de várias partes do mundo. De acordo com o site Downdetector, que monitora o funcionamento dos aplicativos e serviços mais populares, os internautas da rede social têm tido problemas para acessar o aplicativo, atualizar o feed e até acessar o site do Instagram.

    O Downdetector informou que os problemas foram relatados por usuários nos EUA, Europa, algumas regiões da Rússia, incluindo o centro, o leste e o sul do país. Os internautas do Extremo Oriente e Japão também de queixaram de dificuldades de acesso.

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    No Brasil, alguns usuários relataram os problemas por outras redes sociais como Twitter e Facebook. Em alguns casos, os problemas foram resolvidos após desinstalar e instalar o aplicativo novamente. Em outros casos essa ação não resultou em nada, apenas uma solução temporária, já que logo em seguida o APP voltou a apresentar problemas.

    Cerca de metade dos internautas do Instagram (49%) disseram não ter conseguido acessar seus perfis, 40% relataram problemas com a atualização de notícias e 10% referiram o mau funcionamento do site. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Seu celular escuta tudo o que você diz e temos provas disso

    “Sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderá ser usado contra nós”, diz o artigo de um repórter que apresenta evidências de que os nossos “amigos eletrônicos” estão nos gravando e escutando mesmo quando não suspeitamos disso.

    Há alguns anos, Sam Nichols, repórter da revista Vice, notou uma coisa estranha: depois de conversar com um amigo sobre uma viagem ao Japão, ambos começaram a receber anúncios no Facebook sobre viagens de avião a Tóquio, o que a princípio parecia uma “coincidência assustadora”.

    “Então isso é apenas paranoia, ou nossos smartphones estão realmente nos escutando?”, se perguntou Sam e decidiu responder a essa pergunta escrevendo um artigo especial sobre o tema.

    Ele também citou o Dr. Peter Henway, consultor sênior de segurança da empresa de cibersegurança Asterix e ex-palestrante e pesquisador da Universidade Edith Cowan, que acabou por confirmar suas dúvidas.

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    O Sr. Henway ressaltou desde o início que, para o celular realmente levar em conta sua conversa, tem que haver um “disparador”, por exemplo, as frases “Oi Siri” ou “Ok Google”.

    “Na ausência desses disparadores, os dados fornecidos são processados apenas por seu próprio telefone”, disse ele.

    Embora isso possa não parecer alarmante, todos os aplicativos de terceiros que você tem em seu telefone, como o Facebook, por exemplo, têm sempre acesso a esses dados “não disparados”.

    O especialista continuou explicando que tais aplicativos como o Facebook ou o Instagram podem ter milhares de disparadores. Uma simples conversa com um amigo sobre um novo par de jeans pode ser suficiente para ativá-lo. A palavra usada é “pode”, porque empresas como o Facebook negam expressamente escutar as conversas dos seus usuários.

    “Realmente, não há razão para que este não seja o caso. Faz sentido do ponto de vista do marketing, e se seus acordos de uso final e a lei permitem isso, então eu acho que sim, mas não há como ter certeza disso”, acrescentou Henway.

    Sam Nichols decidiu então verificar por si mesmo. Duas vezes por dia, durante cinco dias, ele tentou dizer um monte de frases que teoricamente poderiam servir como disparadores. Frases do tipo que ele precisava de camisas baratas para o trabalho ou que ele estava pensando em voltar para a faculdade. E em seguida, ele observou cuidadosamente os posts patrocinados no Facebook.

    “De repente, começaram a me falar sobre cursos de meio semestre em várias universidades e algumas marcas oferecendo roupas baratas. Uma conversa privada com um amigo sobre o fato de eu ter ficado sem espaço de dados resultou em um anúncio de espaços de dados baratos de 20 GB. E mesmo que fossem bons negócios, o total foi revelador e completamente aterrorizante”, escreveu o jornalista.

    “Como a maioria das empresas de tecnologia está sediada nos Estados Unidos, a NSA [Agência de Segurança Nacional], ou talvez a CIA, podem potencialmente divulgar suas informações, seja isso legal em seu país de origem ou não”, disse Henway.

    “Então, sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderia ser usado contra nós. Mas, segundo Peter [Henway], ao menos, não é algo que a maioria das pessoas deva ter medo”, conclui o jornalista.

    Diversos usuários da Internet têm relatado por várias vezes terem sido “vítimas” de tais práticas: eles argumentam que mesmo sem terem mencionado um tópico em uma conversa telefônica, o objeto de sua busca era exibido e proposto em anúncios nas redes sociais. Assim, a experiência do jornalista confirmou mais uma vez a teoria de que estaríamos permanentemente sob escuta. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Facebook pode ter cedido dados de usuários para Apple, Microsoft e muito mais

    Que o Facebook está envolvido em um mega escândalo com os dados de seus usuários todo mundo já sabe. O que nós não sabemos ainda é até que ponto esse dados foram cedidos sem o nosso consentimento.

    Segundo uma reportagem do The New York Times, o Facebook forneceu a pelo menos 60 fabricantes de dispositivos, incluindo a Apple, Microsoft e BlackBerry, o acesso aos dados pessoais de milhões de usuários.

    A rede social fez parcerias de compartilhamento de dados com empresas fabricantes de dispositivos para expandir seu alcance e para que elas ofereçam recursos populares do Facebook a seus clientes. De acordo com o jornal, os dados são apenas sobre compartilhamento de mensagens e agendas telefônicas dos clientes.

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    O Facebook teria permitido que empresas fabricantes de dispositivos acessassem as informações dos amigos dos usuários sem a permissão deles, e algumas destas empresas conseguiam recuperar dados de pessoas que proibiram qualquer compartilhamento.

    O Facebook começou a encerrar essas parcerias em abril deste ano, em meio ao escândalo referente à Cambridge Analytica, mas a maioria ainda está em vigor. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Novo recurso do WhatsApp vai agradar quem gosta de compartilhar fotos

    Durante anos o WhatsApp tem se mostrado um dos aplicativos mais populares mundialmente falando. Até em países onde o APP não é líder, há uma quantidade considerável de usuários. Esse sucesso todo se deve ao fato de cumprir rigorosamente sua política de atualizações constantes propostas pelos clientes.

    De acordo com uma publicação recente do site WaBetaInfo, a próxima atualização do programa vai contar com uma nova função bem interessante para aquelas pessoas que compartilham muitas fotos.

    Batizada de “prever o carregamento”, a função faz com que o WhatsApp seja capaz de “prever” qual foto você gostaria de compartilhar. Assim, a foto é carregada diretamente para o servidor antes que esta seja enviada.

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    Com isso o WP ganha uma espécie de “compartilhamento rápido de imagens”, uma vez que as fotos já foram previamente carregadas dentro do servidor do WhatsApp.

    O jornal Financial Express ressalta que após a nova atualização do programa, o sistema só vai carregar arquivos para seu servidor se você permitir através das configurações. Ou seja, é preciso ativar esse recurso. Além disso, as únicas imagens que vão usufruir da atualização são as imagens editadas. Quando você escolhe uma foto para ser compartilhada, o WhatsApp costuma lhe redirecionar para a seção “editar” antes de enviar as fotos. Nesse momento, o aplicativo vai saber que você está disposto a enviar essas fotos e já vai carregá-las no servidor.

    Para descobrir se você já tem essa versão em seu celular, verifique se já baixou a atualização 2.18.61 no sistema operacional iOS. Se você usa Android, o WhatsApp está introduzindo as mudanças de modo mais lento, por isso, é preciso ter a atualização 2.18.156 estável primeiro, e somente depois contar com modificação nova.

  • ZooPark, novo vírus de celular que pode espionar toda a sua vida

    Um novo vírus batizado de ZooPark está ameaçando a privacidade dos usuários durante a troca de mensagens nas redes sociais tais como WhatsApp e Telegram.

    Detectado pela empresa de segurança Kaspersky, o vírus foi achado especialmente em países do Oriente Médio e atua, por enquanto, em dispositivos com Android. Segundo a empresa, este “programa” é capaz de revelar as conversas criptografadas, cujo acesso era praticamente impossível de ser hackeado.

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    Depois de ser instalado no celular do usuário, os autores do vírus podem ter acesso a todas as informações particulares do aparelho. Ele também pode tirar fotos, gravar vídeos e áudios e capturar a tela sem que o dono do aparelho saiba disso. Acredita-se que a nova forma de espionagem informática pode ser patrocinada por algum governo com objetivo de atingir organizações políticas em países do Oriente Médio.

    Ultimamente, aplicativos das redes sociais têm sido atingidos por muitos ataques de vírus para monitorar e roubar os dados pessoais. Com informações da Sputnik Brasil.