Categoria: Tecnologia

  • Europa proíbe WhatsApp para menores de 16 anos

    Segundo informa a Agência Reuters, o WhatsApp aumentou de 13 para 16 a idade mínima para que seus usuários possam usar o aplicativo. A mudança faz parte de uma grande atualização dos termos de serviços e políticas de privacidade do app na Europa.

    Os usuários que entrarem no aplicativo precisarão confirmar que têm 16 anos ou mais. A empresa não afirmou como pretende confirmar a veracidade dos dados fornecidos pelos usuários. No entanto, dada a quantidade relativamente pequena de dados que ela coleta de seus usuários, é possível que ela aceite a idade auto-declarada.

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    Além disso, a empresa também prepara outras mudanças para se adequar às novas leis europeias como permitir, no futuro próximo, que seus usuários façam download de todos os dados que o WhatsApp tem sobre eles.

    As novas regras começam a valer no dia 25 de maio, por enquanto apenas na Europa. Em relação ao resto do mundo, a idade mínima para usar o aplicativo não deve ser alterada.

  • Hackers norte-coreanos estão crescendo assustadoramente

    Segundo uma reportagem publicada pelo The Wall Street Journal, os pesquisadores de segurança internacional afirmam que hackers ligados a Pyongyang estão melhorando e realizando ataques agressivos que atingem cada vez mais alvos.

    A empresa de segurança digital McAfee, diz que identificou uma campanha de hackers fora da Coreia do Norte, chamada Operação GhostSecret. Essa operação atingiu 17 países, incluindo os EUA, e uma ampla gama de indústrias como infraestrutura crítica, telecomunicações, assistência médica e pesquisa.

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    Essa onda crescente de hackers norte-coreanos estaria ligada às sanções econômicas ao país. Após a punição, a Coreia do Norte usou o hacking para levantar fundos e consequentemente aos poucos está melhorando suas capacidades cibernéticas.

    O Wall Street Journal observa que, por causa de seu isolamento político, a nação “não tem medo de repercussões diplomáticas” de hacks. À medida que suas ligações cibernéticas melhoram, o país imprevisível pode se tornar uma ameaça cibernética aterrorizante.

  • Golpe da recarga grátis fez 20 mil vítimas em menos de 24 horas

    Um novo golpe praticado através do WhatsApp está fazendo um estrago gigantesco e pegou até famosos e influenciadores digitais. Prometendo dar R$ 70 em crédito de recargas para celular, o golpe já fez mais de 20 mil vítimas em menos de 24 horas.

    Segundo informa a empresa de cibersegurança PSafe, ele funciona assim:

    A vítima recebe uma mensagem em seu WhatsApp vinda de um de seus contatos. Na mensagem há um link malicioso que, ao clicar nele, a vítima é levada a um site cheio de depoimentos falsos. Entre os depoimentos vemos algo como “Consegui de primeira e já fiz várias vezes” e “Nunca mais compro crédito, agora só convidando amigos”.

    Ao clicarem no link, as vítimas são incentivadas a compartilharem a mensagem com um determinado número de amigos. Durante o processo uma barra de progresso vai enchendo mostrando quanto falta para receber os créditos grátis.

    Depois de completar o golpe, a vítima recebe uma mensagem de que o recebeu os R$70, mas na realidade é tudo mentira. Além de perder tempo, correr riscos quanto a segurança do aparelho e de ter seus dados roubados, quem cai nesse golpe acaba contribuindo para dissemina-lo ainda mais.

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    Antes de clicar em qualquer link que chega por e-mail, WhatsApp ou Facebook, é altamente recomendado que você verifique se é seguro ou algum tipo de golpe. Existe uma ferramenta capaz de PSafe que te informa se o linke é seguro ou não. Para acessar, basta clicar aqui.

  • Rússia ameaça bloquear o Facebook caso a rede social não cumpra as regras

    A lei russa exige que todas as redes sociais movam dados de usuários russos para a Rússia. Assim, o Facebook também é obrigado a remover todas as informações proibidas, de acordo com o chefe da agência reguladora russa para internet Roskomnadzor, Aleksandr Zharov.

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    “Se nenhuma das medidas for tomada pelo Facebook ou se algumas delas não forem cumpridas, ou se o Estado russo não for informado da intenção de fazê-lo, obviamente haverá uma questão de bloqueio”, disse Zharov ao jornal Izvestia.

    O site da rede profissional LinkedIn já foi banido na Rússia por se recusar a cumprir a legislação. O popular mensageiro Telegram foi bloqueado na Rússia depois de se recusar a fornecer ao Serviço de Segurança Federal (FSB) da Rússia chaves para descriptografar suas mensagens.

    O FSB disse que o Telegram é amplamente usado por terroristas. O trabalho da Amazon e do Google na Rússia também está em questão, afirmou Zharov. A Roskomnadzor enfrentou problemas para bloquear o Telegram, já que está usando a Amazon e os servidores na nuvem do Google.

    A Roskomnadzor baniu 16 milhões de endereços IP usados pelo Telegram, incluindo os fornecidos pelo Google e pela Amazon. As ações da agência levaram a sérios distúrbios na Internet russa, e vários sites que usam a hospedagem da Amazon foram bloqueados acidentalmente.

    Zharov negou esta informação, dizendo que 99,9% dos sites inocentes permanecem intocados pelo regulador. O Telegram continua a funcionar como de costume.

    “O presidente do Telegram, Pavel Durov, tem usado as capacidades do Google e da Amazon para contornar a proibição da Roskomnadzor. Ninguém jamais tentou persistentemente contornar o bloqueio”, disse à RT o conselheiro presidencial para questões da Internet, German Klimenko.

    O conselheiro disse que os problemas com websites hospedados pela Amazon aconteceram porque seus proprietários não pagaram a taxa de US$ 5 por um grupo único de endereços IP e estavam usando endereços IP públicos em vez de uma versão paga barata. Com informações da Sputnik Brasil

  • Tribunal determina bloqueio do Telegram na Rússia

    Tribunal moscovita do distrito Tagansky permitiu que Roskomnadzor bloqueasse aplicativo Telegram imediatamente no território da Rússia.

    A sessão do tribunal durou menos de uma hora depois o juiz saiu para sala de deliberação, informa correspndente da Sputnik presente no local.

    Segundo representantes do Roskomnadzor (Serviço Federal de Vigilância na Área das Comunicações, Tecnologias da Informação e Mass Media)e do Serviço de Segurança da Rússia (FSB), a recusa do Telegram de apresentar as chaves criptográficas aos serviços especiais ameaça os interesses do país e sociedade e pode favorecer terroristas.

    O aplicativo permanecerá bloqueado até que seus criadores apresentem as chaves criptográficas, detalharam no tribunal.

    “A posição do Telegram continua sendo a mesma — exigências do FSB de apresentar as mensagens pessoais dos usuários não correspondem à Constituição e não são baseadas nas leis. Além disso, essas exigências não podem ser cumpridas por razões técnicas. A exigência de bloquear é infundada e ilegítima”, declarou representante da organização responsável pela defesa do caso.

    Pavel Durov destacou várias vezes que o aplicativo é a favor da inviolabilidade da vida privada e liberdade de expressão, sendo assim, não pode cumprir exigências do Roskomnadzor. Com informações da Sputnik Brasil

  • Quer estagiar na Nasa? Agência espacial abre processo seletivo no Brasil

    Pra quem sempre sonhou em ser um(a) astronauta ou pelo menos fazer parte de uma das missões da NASA, a hora chegou! A Agência Espacial dos Estados Unidos abriu processo de seleção para estagiários no mundo todo e o Brasil está incluso.

    A AEB, Agência Espacial Brasileira, é a responsável pela seleção. Eles vão selecionar cinco doutorandos para disputar uma das vagas de estágio com doutorandos de outros países. O programa faz parte de uma parceria que a Nasa tem com agências do mundo inteiro e todo ano o eles selecionam estudantes estrangeiros para passar um período por lá.

    Não é impossível, mas também não é nada fácil ser um dos escolhidos. Para se candidatar é preciso estar cursando doutorado nos Estados Unidos e ser das áreas de ciências exatas, como Engenharia, Ciência da Computação ou Tecnologia da Informação.

    O estágio começa em 27 de agosto e vai até 14 de dezembro e as inscrições no site da AEB começaram no dia 10 de abril e serão aceitas até às 23h do dia 19 de abril, horário de Brasília.

  • Rio de Janeiro regulamenta serviços de transporte por aplicativo

    A prefeitura do Rio de Janeiro publicou hoje (12) no Diário Oficial decreto que regulamenta o serviço de transporte individual da passageiros por aplicativos, feito por empresas como a Uber, 99Pop e Cabify, entre outros. De acordo com o decreto, as empresas que operam esses serviços terão que repassar à prefeitura um percentual do valor total das viagens cobradas pelos motoristas.

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    Com a medida, a prefeitura espera arrecadar cerca de R$ 20 milhões por ano. Parte do dinheiro arrecadado pelo município será utilizado na melhoria do aplicativo Taxi.Rio. Uma das justificativas do prefeito para regulamentar o serviço é a geração de empregos, já que estima-se que haja 100 mil motoristas trabalhando com esses aplicativos no estado do Rio.

    De acordo com a prefeitura, o decreto segue o que foi determinado pela Lei Federal 13.640, de 2018, sancionada pelo presidente Michel Temer no dia 26 de março passado.

    Além de repassar parte das receitas, as empresas terão de apresentar ao município um cadastro dos veículos e motoristas que fazem o serviço. Os condutores também precisarão comprovar que possuem bons antecedentes criminais e vão passar por um curso específico, ministrado por instituição credenciada pela Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), entre outras obrigações. Eles terão 180 dias para se adaptarem às novas exigências.

    Por meio de nota, a Uber ressaltou o fato de o Rio ser a primeira cidade a regulamentar esse tipo de serviço depois da lei federal. “Ao mesmo tempo em que estipula regras claras para o transporte individual privado na cidade do Rio de Janeiro, o decreto repudia limitações artificiais, como uso de placas restritas para este tipo de serviço – liderando o debate sobre como a tecnologia pode servir melhor as cidades.” Apesar disso, a empresa se disse preocupada com o fato de que ainda há pontos pendentes de definição no decreto carioca. “É fundamental que o detalhamento futuro não abra espaço para a inclusão de burocracias que prejudiquem a atividade dos motoristas parceiros”, diz a nota. Por Agência Brasil

  • Co-fundador da Apple deixa o Facebook e critica Mark Zuckerberg

    O co-fundador da Apple, Steve Wozniak, está encerrando sua conta no Facebook enquanto a gigante rede social luta com a pior crise de sua história.

    Em e-mail para o USA Today, Wozniak disse que o Facebook faz muito dinheiro com publicidade a partir de dados pessoais fornecidos pelos usuários. Ele disse que “os lucros são todos baseados nas informações do usuário, mas os usuários não recuperam nenhum dos lucros”.

    Wozniak disse que prefere pagar pelo Facebook. “A Apple faz dinheiro com bons produtos, não de você”.

    Em entrevista com a Associated Press, Wozniak disse que decidiu apagar sua conta no Facebook após ver amigos seus de confiança fazerem o mesmo.

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    O co-fundador da Apple lembrou que o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, comprou todas as casas ao seu redor na sua residência na Califórnia. “Ele sabe o valor disso [da privacidade], mas ele não está cuidando da minha.”

    Um dos pivôs da crise da rede social é a companhia britânica Cambridge Analytica — que utilizou dados obtidos por meio de falhas de segurança do Facebook para fazer marketing eleitoral durante a campanha eleitoral de Donald Trump.

    Zuckerberg pediu desculpas e a diretora número dois do Facebook, Sheryl Sandberg, disse que lamenta que a empresa tenha decepcionado tantas pessoas.

    O CEO do Facebook vai testemunhar no Congresso dos EUA na terça e quarta-feira (10 e 11) sobre o escândalo da empresa. Com informações do Sputnik Brasil

  • Spotify deve lançar caixa de som para carro em breve

    Preparem o bolso pois o Spotify deve apresentar em breve uma caixa de som para o carro, que permite controlar a reprodução de música por meio da voz. A empresa marcou um evento para o dia 24 de abril, onde pretende mostrar ao mundo suas novidades para o próximo ano.

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    Segundo o site The Verge, alguns usuários do Spotify nos EUA foram contatados pela empresa para assinarem um novo plano. Em vez de pagarem os US$ 10 por mês pelo serviço de streaming, eles poderiam fazer um upgrade, pagando US$ 13 pelos próximos 12 meses e recebendo um dispositivo para reprodução de música.

    Ao que tudo indica o aparelho é universal e pode ser colocado em qualquer modelo de carro. Seu design é discreto, circular com botões pequenos e uma faixa de LED com o verde que é tão marcante do Spotify.

    Ainda não há uma data oficial para o lançamento do aparelho, nem mesmo informações sobre em quais países ele será lançado.

  • Para especialistas, difusão de fake news está ligada à crise do jornalismo

    A disseminação de notícias falsas pelas redes sociais, conhecidas pelo termo em inglês fake news, está diretamente ligada à crise de credibilidade no jornalismo tradicional, segundo os especialistas que participaram hoje (4) do seminário Desafios da Internet no Debate Democrático e nas Eleições. O evento foi promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.

    Para o professor de teoria da comunicação da Universidade Federal da Bahia, Wilson Gomes, grande parte do público que consome notícias tem dificuldade em entender o que é a prática jornalística profissional. “A crise de credibilidade do jornalismo é parte do problema das fake news [notícias falsas, em inglês]. Se o cidadão acha que, para uma coisa gozar da credibilidade do jornalismo, basta parecer jornalismo, do ponto de vista da diagramação e da retórica factual, então, ele não distingue mais o que é jornalismo”, disse.

    O especialista atribui o problema a uma perda da confiança dos meios tradicionais de comunicação nos últimos anos. “Desde 2014, há uma erosão na credibilidade do jornalismo. O cara que vê aquilo ali não sabe, acha que o jornalismo também é aquilo ali: é parcial, é distorcido, é ativista, está em campanha”, analisou. Esse cenário deverá, na opinião de Gomes, ter impacto direto nas eleições deste ano. “Esse vai ser o ciclo eleitoral brasileiro em que o jornalismo tem a menor taxa de credibilidade possível”, enfatizou.

    “Nós temos uma grande parcela de culpa nessa história toda, porque nós deixamos de ser confiáveis pela população de um modo geral”, concordou a jornalista Cristina De Luca, responsável pelo blog Porta 23. Para ela, trata-se de um fenômeno mundial.

    O jornalista Leonardo Sakamoto, diretor da organização não governamental Repórter Brasil, acredita que há um problema de formação, em que parte do público não compreende as diferenças entre opinião e informação. “A questão é anterior. Não é que as pessoas não sabem o que é fake news. As pessoas não sabem diferenciar notícia de opinião. As pessoas apontam para uma análise econômica e dizem que é fake news porque não concordam com o viés de interpretação”, ressaltou.

    O membro do coletivo Intervozes Jonas Valente criticou os meios de comunicação tradicionais que, para ele, nunca tiveram compromisso com o jornalismo e a informação de qualidade. “A gente sabe, o Brasil é um exemplo disso, em que a dita mídia tradicional consegue fazer muita notícia falsa e desinformação”, afirmou.

    Ferramentas pagas

    No entanto, Valente acredita que o problema da manipulação de informações vai além das notícias falsas. Ele destacou como preocupantes o uso de informações pessoais para adequar os discursos a diferentes tipos de público. Esse tipo de estratégia já teria sido usada, por exemplo, na campanha do atual presidente norte-americano Donald Trump.

    Para o ativista, o recurso pode ser associado a ferramentas pagas, disponibilizadas pelas redes sociais e plataformas de busca, em que são oferecidos anúncios de acordo com o perfil do usuário. O uso desse tipo de recurso foi liberado na reforma eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional em outubro de 2017. “A propaganda paga, na minha opinião, é um problema tão grave quanto a questão das notícias falsas, porque ela pode fazer aquilo que a gente chama de ‘o candidato de várias caras’. Ou seja, para cada pessoa, esse candidato é uma coisa”, ressaltou. Por: Agência Brasil