Categoria: Eleições

  • Mesários começam a ser convocados para trabalhar nas eleições

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    Fonte: Agência Brasil


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Redes sociais tentam combater fakenews em campanhas eleitorais

    Em julho, o Senado aprovou um projeto sobre fakenews, responsabilizando as plataformas pela retirada de conteúdo que promova a desinformação.

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  • Bloqueado! WhatsApp suspende conta de campanha da ex-presidente Dilma

    A ex-presidente Dilma Rousseff, que está concorrendo a um dos dois cargos para senador em Minas Gerais, denunciou que o aplicativo WhatsApp encerrou a sua conta de campanha.

    A conta havia sido criada para servir como um canal de comunicação com os eleitores, como uma estratégia de campanha ao Senado.

    Segundo a ex-presidente, a conta foi bloqueada devido ao sucesso obtido com a iniciativa #DilmaZAP. O alto volume de mensagens fez com que o aplicativo bloqueasse o número de telefone.

    Em sua conta no Twitter, Dilma postou um vídeo explicando o ocorrido e dizendo quais serão os próximos passo.

    Contra ou a favor?

    O WhatsApp suspendeu a conta de Dilma Rousseff devido ao grande número de mensagens.

    Ainda não se sabe se as mensagens foram a favor ou contra a petista.

    Nas redes sociais, por exemplo, é possível ver uma grande quantidade de mensagens contrárias a candidata que foram enviadas para o número.

  • Eleitores não podem ser presos a partir desta terça

    Começa a valer nesta terça (2) a regra que proíbe a prisão de eleitores. A proteção vale até as 17h da próxima terça-feira (9), dois dias após a realização do primeiro turno das eleições. A determinação está prevista no Código Eleitoral (Lei 4.737, de 1965).

    Durante esse período, a legislação só permite o encarceramento em três situações excepcionais: a primeira em caso de flagrante de crime, quando alguém é surpreendido cometendo uma infração ou acabou de cometê-la. De acordo com o Código de Processo Penal, se um eleitor é detido durante perseguição policial ou se é encontrado com armas ou objetos que sugiram participação em um crime recente, também há flagrante delito.

    No segundo caso, é permitida a prisão daquele contra quem há sentença criminal condenatória por crime inafiançável: racismo, tortura, tráfico de drogas, crimes hediondos, terrorismo e ação de grupos armados contra a ordem constitucional.

    A última exceção é para a autoridade que desobedecer salvo-conduto. Funciona assim: o juiz eleitoral ou o presidente de mesa pode expedir uma ordem específica para proteger o eleitor vítima de violência ou que tenha sido ameaçado em seu direito de votar. O documento garante liberdade ao cidadão nos três dias que antecedem e nos dois dias que se seguem ao pleito. A autoridade que desobedecer o salvo-conduto pode ser detida por até cinco dias.

    O eleitor preso durante a próxima semana deve ser imediatamente levado à presença de um juiz. Se entender que a detenção é ilegal, o magistrado deve relaxar a prisão e punir o responsável. A proteção contra detenções durante o período eleitoral também vale para membros de mesas e fiscais de partidos políticos. Já os candidatos estão sob proteção legal contra prisão desde o dia 22 de setembro, salvo se pegos em flagrante delito. Por Agência Senado.

  • Ainda não sabe em quem votar para Deputado e Senador? Que tal uma ajudinha?

    Caso você não saiba, hoje em dia existem diversas maneiras de descobrir se um candidato é bom ou não. Não basta apenas ser honesto. Quem vai te representar na Câmara dos Deputados (onde trabalham os Deputados) e no Senado Federal (onde trabalham os Senadores), tem que saber governar e cumprir o que prometeu.

    Se você estiver pensando em reeleger algum Deputado ou Senador que já tem mandato, você pode ver como foi o trabalho dele por lá. Caso o seu candidato não tenha sido eleito, você pode saber as suas ideias e propostas.

    O Ranking dos Políticos é, como o próprio nome já diz, um ranking que compara os políticos de todo o Brasil. Senadores e Deputados Federais do melhor para o pior. Acessando o site você pode conferir as notas de cada político. Você também pode classificar o seu candidato de acordo com o seu último mandato.

    Além disso eles também têm um APP para Android. A versão para iOS chega em breve.

    Já com o Detector de Ficha de Político, basta fotografar um candidato para acessar um banco de dados e saber se político tem problemas com a Justiça. Além disso também é possível conhecer o histórico de algum candidato ao digitar o nome dele.

    O aplicativo é de criação do Instituo Reclame Aqui e está disponível para Android e iOS.

    O Meu Deputado é focado na esfera federal do poder legislativo. Com este app, você pode seguir os políticos que te interessam, comparar o desempenho entre eles e ainda acompanhar quanto dinheiro cada um gasta em verbas parlamentares.

    O aplicativo está disponível para Android e iOS

    O #TEMMEUVOTO é um site em que o usuário só precisa responder a sete perguntas que dão um direcionamento a respeito das suas posições políticas. Em seguida, a plataforma exibe os candidatos que mais se encaixam no seu perfil.

    Para a basta acessar o site #TEMMEUVOTO em qualquer dispositivo.

  • Facebook anuncia novas medidas para combater contas falsas

    O Facebook anunciou novas medidas para evitar abusos na plataforma durante as Eleições no Brasil.

    A empresa já havia anunciado diversas iniciativas relacionadas à propaganda eleitoral paga, a contas falsas e à disseminação de desinformação, como as chamadas notícias falsas (Fake News).

    Neste novo comunicado, a empresa afirma que foram removidas páginas inicialmente criadas para reunir pessoas com interesses diversos e que tiveram seus nomes e propósitos alterados para apoiar um candidato ou tomar partido na disputa eleitoral.

    “Removemos essas páginas porque nossas políticas não permitem mudanças de nome de páginas que resultem em conexões falsas ou não intencionais, e que alterem substancialmente o assunto das páginas”, disse a nota.

    A plataforma também derrubou vários perfis falsos, que se faziam passar por candidatos disputando as eleições.

    Essa violação foi enquadrada no que a companhia chama de “comportamento não autêntico”, conduta que foi usada para remover 186 páginas e 97 perfis ligados ao Movimento Brasil Livre em julho.

    O trabalho para verificar as informações e os perfis falsos são feitos por agências de checagem parcerias do Facebook. No Brasil estão a Lupa, Aos Fatos e Agência France Press.

  • Parada LGBTS em Brasília tem como foco a participação nas eleições

    Em ano de eleições, a 21º Parada do Orgulho LGBTS de Brasília tem por objetivo mostrar o poder eleitoral de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais. Com o mote #LGBTePoliticaSIM, o evento ocorre hoje (1º), com concentração na Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional.

    “Queremos ser representados no Parlamento e na política como um todo. Queremos que o Legislativo assegure nossos direitos humanos e civis. Queremos leis que dialoguem com nossos direitos e que combatam o preconceito”, disse o presidente do Brasília Orgulho, Michel Platini, entidade organizadora da parada.

    Uma pesquisa realizada em junho passado pelo próprio grupo organizador da parada mostrou que, para 97% dos 259 LGBT entrevistados, é importante ou muito importante que os candidatos ao Governo do Distrito Federal e à Presidência da República defendam o grupo. Para isso que se efetive o grupo vem convocando as pessoas LGBT e simpatizantes a participarem das eleições e a não anularem os votos.

    A programação começou com discotecagem e discursos nos carros de som. Em seguida, a drag queen Aretuza Lovi assumiu um dos cinco trios. “Vamos dar voz e eleger quem nos representa”, disse à multidão. A brasiliense gravou recentemente a música Joga Bunda,com Pabllo Vittar e Gloria Groove.

    “A cada dia estamos morrendo, sendo caçados e agredidos nas ruas por preconceito. E preconceito nada mais é do que falta de educação. Precisamos eleger pessoas que invistam em educação, que criem leis que nos protejam”, afirmou Aretuza.

    De acordo com o Grupo Gay da Bahia, em 2017 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram mortos em crimes motivados por homofobia. O número, o maior em 38 anos em que o levantamento é realizado, representa uma vítima a cada 19 horas. Os dados de 2017 representam um aumento de 30% em relação a 2016, quando foram registrados 343 casos.

    “Temos um Congresso considerado o mais conservador desde a ditadura militar. É importante que nos posicionemos”, acrescentou a ativista Nathálya Ananias, que atua pela Anistia Internacional. Chamando atenção para a causa lésbica, ela recordou o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, até hoje sem solução. Uma petição online da Anistia cobra ações efetivas por parte dos responsáveis pelas investigações.

    Em meio à Copa do Mundo, a homofobia na Rússia também foi lembrada na parada. Cartazes mostravam o presidente russo, Vladimir Putin, caracterizado como drag queen.

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    Houve também o que comemorar. Em decisão histórica, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a transexualidade de sua lista de transtornos mentais na atualização do manual de classificação de doenças da organização. A decisão ocorreu durante a Copa da Rússia, país conhecido pela perseguição à população LGBT.

    “Demorou para isso acontecer. É triste falar que é revolucionário, porque deveria ser um direito adquirido há muito tempo. É um pequeno passo, mas é muito importante”, afirmou Aretuza Lovi.
    De acordo com o Brasília Orgulho, a parada da capital é a terceira mais antiga do Brasil. Até as 18h50, segundo balanço da Polícia Militar do DF, havia cerca de 15 mil pessoas no evento. A expectativa é que, até o fiml do evento, a participação supere os 60 mil do ano passado. Por Agência Brasil.

  • Evo Morales diz que relações com Brasil serão diferentes caso Bolsonaro vença eleições

    O presidente da Bolívia foi entrevistado pela agência de notícias Sputnik Mundo e comentou como ficaria a situação dos dois países com a possível vitória de Jair Bolsonaro.

    Segundo Evo, um “novo plano Condor” está em execução na América do Sul, com a diferença de que hoje os golpes são políticos e não militares.

    “Esses golpes não são golpes militares. Agora são golpes judiciais ou golpes do Congresso”, disse ele.

    Além disso, para ele, nenhum presidente de “direita” foi deposto nas últimas décadas, ao contrário do que aconteceu com presidentes de esquerda e como foi no caso do “golpe do Congresso contra Dilma”.

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    Evo também aproveitou para manifestar seu apoio ao ex-presidente Lula, cuja prisão, segundo Morales, foi política.

    Ao comentar as eleições presidenciais no Brasil, o presidente afirmou que a Bolívia respeita a cláusula democrática da Unasul e respeitará o resultado das eleições no país, independente de quem vença: direita ou esquerda. No entanto, o líder boliviano afirmou que, no caso da vitória de Jair Bolsonaro, as relações com o país devem mudar.

    No entanto, concluiu o presidente, “[Bolívia] seguirá o resultado das eleições, seja para a esquerda ou para direita, de modo a respeitar [o resultado] e para poder trabalhar junto”. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Fake news podem influenciar eleição, alerta professor

    A difusão de fake news pode influenciar nas eleições de 2018. A afirmação é do coordenador do Monitor do Debate Público no Meio Digital da Universidade de São Paulo (USP), Pablo Ortellado. Ele foi um dos palestrantes do painel Fake News: como enfrentar o tsunami, promovido na tarde desta quinta-feira (24), dentro do seminário O Legislativo e as Mídias Sociais.

    Ortellado definiu a notícia falsa como uma simulação jornalística, com texto jornalístico, com aparência de jornalismo, mas sem os critérios da apuração jornalística. Ele disse que uma fake news é diferente de um boato, que não tem aspecto jornalístico e é espalhado com base em testemunhos.

    Segundo Ortellado, as notícias falsas normalmente não aparecem em grandes sites nem são reproduzidas em jornais tradicionais. Ele apontou que o recorrente é que a notícia falsa seja publicada em “sites hiperpartidarizados” e divulgada por pessoas altamente engajadas na divulgação de informações nas redes sociais, comumente ligadas à polarização política. Ortellado acrescentou que os sites de notícias falsas também usam várias notícias verdadeiras, recortadas conforme seu interesse ideológico, para dar uma espécie de legitimidade ao site.

    — O Brasil corre o risco de votar com base em informações altamente viciadas. A sociedade precisa olhar criticamente para aquilo que acredita. Quando estamos muito apaixonados por um assunto, fica difícil ter critério — alertou.

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    Ortellado ressaltou que a difusão de fake news e a polarização política são fenômenos que não se limitam ao Brasil, mas ocorrem em todo o mundo. Ele apontou, no entanto, que é preciso aprender a conviver com o outro e a tolerar o pensamento diferente. Segundo o pesquisador, um dos caminhos apontados para enfrentar as notícias falsas é criminalizar e censurar essa divulgação. Ortellado disse, porém, que não é um grande entusiasta dessa medida. Ele defendeu uma maior conscientização do cidadão, com mais critérios de confirmação, e atribuiu às agências de checagem de fatos um papel pedagógico na pesquisa de notícias falsas.

    Regulação

    Para Sivaldo Pereira, professor da UnB e especialista em comunicação política e regulação da comunicação digital, a regulação dos meios em comunicação existe em vários países do mundo e é importante para garantir direitos. Ele fez questão de destacar que a regulação não quer dizer censura e defendeu que o debate regulatório alcance todos os tipos de mídia e não apenas a internet. Sivaldo acrescentou que, para combater a desinformação, é preciso que o cidadão tenha educação e informação de qualidade.

    — As pessoas precisam ter vergonha de compartilhar notícia falsa. Quando isso ocorrer, não haverá mais fake news — afirmou o professor.

    A pesquisadora Laura Tresca, da ONG Artigo19, apontou que as notícias falsas podem trazer grandes prejuízos para a população. Ela citou como exemplo as fake news que envolvem questões de saúde. Para Laura, a regulamentação não deve responsabilizar os intermediários, mas sim o autor da notícia falsa.

    O secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Eduardo Frazão, lembrou que o tribunal criou um conselho para lidar com fake news, mas reconheceu que a questão é bastante complexa. Para Frazão, o controle sobre notícias falsas deveria ser feito fora do Estado, pela sociedade civil.

    — O TSE não pode dar um selo para o que é verdade e o que não é. Temos que olhar para a sociedade e a sociedade é o local por excelência onde esse controle deve acontecer. Precisamos ter educação e consciência digital — declarou.

    O seminário

    O seminário O Legislativo e as Mídias Sociais é promovido pelo Senado com o objetivo de contribuir para a consciência ética e para a reflexão sobre a importância das mídias sociais, e para a atualização do Parlamento frente às novas demandas de divulgação do trabalho legislativo. O evento começou na manhã desta quinta-feira e vai até a manhã de sexta-feira (25). Com informações da Agência Senado.

  • Marina Silva anuncia pré candidatura à presidência

    O Partido Rede Sustentabilidade lançou, neste sábado (7/4), a pré-candidatura de Marina Silva à Presidência da República. O evento foi durante o 3º Congresso Nacional do partido, em Brasília, com o tema “a democracia e a luta das mulheres no século 21”.

    Apesar do lançamento da pré-candidatura, a legenda ainda não definiu quem deve compor a chapa e com quem vai fazer coligações. Isso deve ser definido na convenção do partido, prevista para o fim de junho.

    Marina Silva é do Acre e já atuou na carreira política como vereadora de Rio Branco, deputada estadual, senadora por dois mandatos e ministra do Meio Ambiente. Também já foi candidata à presidência da república nas eleições de 2010 e 2014.

    Marina Silva se soma a outros pré-candidatos, na corrida ao Palácio do Planalto: Geraldo Alckmin, Pelo PSDB; Álvaro Dias, do PODEMOS; Jair Bolsonaro, pelo PSL; Ciro Gomes, do PDT; Fernando Collor, do PTC; Eymael, do PSDC; Guilherme Boulos, do Psol; João Amoêdo, do NOVO; João Vicente Goulart, Pelo PPL; Levy Fidélix, do PRTB; Lula, do PT; Rodrigo Maia, do DEM; Manuela D’Ávila, do PCdoB; Paulo Rabello De Castro, do PSC; e Vera Lúcia, do PSTU. O MDB, partido do presidente Michel Temer, ainda não anunciou, oficialmente, quem deve concorrer pelo partido. Por: Radioagencia Nacional