Categoria: Internacional

  • Venezuela estaria dificultando saída de cidadãos insatisfeitos com o governo

    A Venezuela vive hoje a pior crise de sua história resultando em uma fuga em massa do país. Pessoas de todas as classes, que estão insatisfeitas com a política do ditador Nicolás Maduro, migram para várias partes do mundo, em especial para a América Latina.

    Mas segundo o Comitê de Autoridades de Migração (CAAM), composto por Bolívia, Equador, Colômbia e Peru, o governo venezuelano está dificultando a emissão de documentos para que os cidadãos possam deixar o país.

    Depois de uma longa reunião nesta quinta-feira em Lima, representantes do CAAM apelaram ao ditador para que facilite a emissão de documentos.

    Além disso, uma série de prioridades para o tratamento dos imigrantes foi aprovada.

    Inicialmente, os países que estiveram presentes na reunião, se dispuseram a trocar informações sobre o fluxo migratório. O objetivo é buscar “mecanismos de controle migratório”.

    Eles também definiram que haverá uma cooperação regional para colaborar com o financiamento de traslados e a fixação dos venezuelanos em áreas específicas em cada país.

    O comitê pediu que Nicolás Maduro facilite a entrega dos documentos como identidade, certidões de nascimento e passaportes aos venezuelanos que queiramm deixar o país.

  • EUA ameaça Turquia com novas sanções se pastor norte-americano não for libertado

    O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, declarou nesta quinta-feira (16) que os Estados Unidos estão prontos para impor mais sanções à Turquia caso o pastor norte-americano, Andrew Brunson, não seja libertado.

    “Temos planejado fazer ainda mais se eles não o libertarem rapidamente”, disse Mnuchin durante uma reunião do gabinete do presidente Donald Trump.

    Segundo o ministro de Relações Exteriores da Turquia, Berat Albayrak, a Turquia pretende superar a crise econômica, causada pelas ações dos EUA, junto com seus aliados, incluindo a Rússia.

    “Os EUA introduziram sanções contra uma infinidade de estados em todo o mundo. Em resposta a essas medidas, é necessário dar passos conjuntos bem coordenados. A Turquia superará isso junto com a Alemanha, Rússia e China”, disse o ministro.

    A Turquia encarcerou o pastor Andrew Brunson há dois anos por supostos laços com o movimento fundado pelo clérigo islâmico Fethullah Gülen, que Ancara acusou de orquestrar um golpe militar que fracassou no país, em 2016. No final de julho, Brunson foi libertado de uma prisão turca e colocado em prisão domiciliar.


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    Em resposta, Washington sancionou dois ministros turcos e depois dobrou as tarifas sobre as importações de aço e alumínio da Turquia. Por Sputnik Brasil.

  • Vazamento de ácido sulfúrico causa evacuação de bairro inteiro na Coreia do Sul

    Segundo informa a Yonhap News, cerca de 5.000 litros de ácido sulfúrico vazaram na terça-feira (07) de uma estação de tratamento de resíduos químicos na Coreia do Sul. Apesar do vazamento de proporções catastróficas, ninguém ficou ferido, segundo informou bombeiros e funcionários da empresa.

    O vazamento aconteceu por volta das 18h (horário local) em um tanque de armazenamento de resíduos químicos da F-One Chemical em Chilgok, uma cidade na província de Gyeongsang do Norte. O vazamento ocorreu logo após cerca de 20.000 litros de ácido residual foram injetados no tanque.

    Com o vazamento de ácido sulfúrico, um vapor ácido amarelo foi visto em torno da instalação.

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    A ordem de evacuação foi emitida para as pessoas que moram no bairro onde se localiza a usina.

    Os bombeiros removeram o restante do ácido residual do tanque para evitar novos vazamentos. Eles estão atualmente trabalhando na medição da contaminação do ar para garantir a segurança.

    A causa exata do acidente ainda não é conhecida.

  • Número de mortos em incêndios na Grécia sobre para 91

    O número de mortos nos incêndios, no litoral da região de Ática, na Grécia, chegou a 91, segundo o último relatório oficial dos bombeiros. Os incêndios começaram no último dia 23 e são os mais fatais registrados na Europa desde 1900.

    Dos 91 corpos localizados, 87 corpos estavam na área de Mati, cidade onde foram registradas todas as vítimas, enquanto outras quatro morreram em hospitais.

    O serviço de bombeiros informou que oficialmente há 25 pessoas desaparecidas, mas acrescentou que até agora conseguiu-se identificar 59 corpos, daí a possibilidade de que pessoas ainda procuradas poderiam estar entre eles.

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    Dos mais de 180 feridos internados há uma semana, permanecem hospitalizadas 45 pessoas, entre elas uma criança.

    A inspeção da região avança. A expectativa é que a conclusão ocorra em breve, segundo autoridades. Com informações da Agência EFE.

  • Príncipes Charles e William recusaram encontro com Trump

    O príncipe Charles e o príncipe William se recusaram a participar do encontro entre e a rainha britânica Elizbeth II e o presidente norte-americano, Donald Trump. A informação foi divulgada por fontes citadas pela revista Times.

    “Eles [Charles e Willian] simplesmente se recusaram a participar. Isso é extremamente incomum, a rainha estar sozinha. Normalmente, ela é acompanhada por alguém”, disse a fonte.

    De acordo com a publicação, durante a ocasião, o príncipe William jogava polo para uma campanha de caridade, e o príncipe Charles participou de um evento com a polícia do condado de Gloucestershire.

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    Na sexta-feira, 13 de julho, o presidente dos EUA, Donald Trump, e sua esposa, Melanie, chegaram ao Castelo de Windsor para uma reunião com a rainha Elizabeth II. Trump se tornou o 12º presidente dos EUA, com quem Elizabeth II se encontrou pessoalmente.

    No início do dia, o presidente dos EUA manteve conversações e uma coletiva de imprensa conjunta com a primeira-ministra britânica, Theresa May. Por Sputnik Brasil.

  • Guerra comercial travada por Casa Branca pode abalar até Hollywood

    A indústria cinematográfica norte-americana na China está ameaçada: o maior e mais crescente mercado do mundo pode logo abrir mão da produção de Hollywood. Os especialistas entrevistados pela Sputnik frisam que em um futuro próximo a cota para os filmes estrangeiros na China será revisada e, pelo visto, não será em vantagem dos EUA.

    Em 2017, os cinemas chineses ganharam 55,9 bilhões de yuans, ou seja, 33,46 bilhões de reais. Em relação ao ano de 2016, os respectivos lucros aumentaram 22,3%. Entre os filmes estrangeiros mostrados na China, a parte leonina é de produção estadunidense.

    Atualmente, os especialistas de Hollywood prognosticam perdas potenciais para a indústria norte-americana relacionadas com o agravamento da guerra comercial com a China, comunica a edição Newsweek. As cotas para os filmes podem ser uma das respostas de Pequim às tarifas impostas pela administração do presidente Trump, assegura a mídia.

    “A guerra comercial entre a China e os EUA pode influir, sem dúvida, nas relações econômicas e comerciais entre os dois países, afetando também outras esferas, tais como a indústria cinematográfica, particularmente influenciar de modo negativo a divulgação de filmes norte-americanos na China”, disse à Sputnik China o famoso crítico cinematográfico, Wu Jiang.

    “Hoje em dia, na China está estabelecida uma cota anual de 34 filmes estrangeiros. Esta cota foi aprovada em 2012, como resultado de negociações entre Xi Jinping [líder chinês] e Joe Biden [ex-vice-presidente dos EUA no governo Obama], por um prazo de cinco anos. No futuro breve, essas mesmas condições devem ser revisadas. Devido à guerra comercial, há hipótese de que o número de filmes norte-americanos apresentados nos EUA seja reduzido”, adiantou.

    Já o diretor do centro de pesquisa de informações e comunicação social da Academia Chinesa de Ciências Sociais, Zhang Shuhua, frisa que com suas medidas restritivas os EUA estão prejudicando apenas a si mesmos.

    “A administração Trump começou uma guerra comercial com todo o mundo, provocando caos na economia mundial. Devemos tratar isso de modo muito sério. Ao longo dos últimos anos, o balanço no campo da produção cultural está sofrendo um déficit no que se trata das trocas com os EUA e outros países. Ao mesmo tempo, os filmes norte-americanos contam com mais de metade dos lucros totais dos cinemas chineses, o que faz os norte-americanos ganharem grandes lucros”, sublinhou.

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    Dado que o mercado cinematográfico chinês é o que cresce com maior ritmo no mundo, qualquer produtor sonha entrar nele. Assim, caso os EUA percam seu lugar lá, os cineastas estrangeiros ganharão oportunidades inéditas.

    De acordo com Wu Jiang, recentemente os espectadores chineses têm estado mais interessados em filmes de produção nacional, e a redução do número de filmes norte-americanos pode incentivar ainda mais esse interesse.

    Entre outros atores que podem ganhar grande peso no mercado chinês, o especialista enumera os produtores cinematográficos russos.

    “Basta relembrar como, logo após o início da política de reformas e abertura na década de 80, a China foi inundada pelo boom da animação japonesa, surgiram as telenovelas latino-americanas, e mais tarde — os dramas coreanos. Agora é a hora certa para agir. Os norte-americanos prejudicam a si mesmos por tolice, e os russos voltam a ganhar confiança em si mesmos e fazem ressuscitar a sua cultura”, observa Zhang Shuhua. Por Sputnik Brasil.

  • Ex-promotora-geral da Venezuela conta sua versão da morte de Hugo Chávez

    A ex-promotora-geral do Ministério Público venezuelano, Luisa Ortega Díaz, que se encontra no exílio, afirmou que, na verdade, o ex-presidente do país Hugo Chávez faleceu em dezembro de 2012, e não em março de 2013.

    De acordo com ela, foi Diosdado Cabello, que ocupava então o cargo do Presidente da Assembleia Nacional venezuelana, que lhe comunicou as informações.

    “No dia 28 de dezembro [de 2012], estava fora do país, e Diosdado ligou para mim: venha para cá, Chávez morreu”, afirmou Ortega em entrevista ao portal Punto del Corte, que agora está bloqueado por motivos desconhecidos.

    Contudo, o texto da entrevista foi repassado por vários veículos de mídia, inclusive pela edição El Nacional.

    A ex-promotora assinalou que naquele momento ela foi comprar as passagens para voltar à Venezuela, porém, Cabello telefonou de novo e desmentiu as próprias palavras, afirmando que Chávez estava vivo. Ortega frisou que ninguém lhe mostrou a certidão de óbito de Chávez.

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    Segundo os dados oficiais, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, faleceu em março de 2013 de câncer, diagnosticado em 2011, aos 58 anos, no hospital militar de Caracas. Os restos mortais de Chávez repousam em um sarcófago de mármore no Museu da Revolução em Caracas. Por Sputnik Brasil.

  • México: 520 políticos e funcionários públicos foram assassinados durante campanha eleitoral

    Durante a campanha para as eleições gerais no México, 523 políticos foram assassinados, segundo um relatório elaborado pela empresa de análise de riscos Etellekt.

    A empresa analisou o período entre 8 de setembro do ano passado e 1 de julho de 2018, o dia das eleições. No total, 152 políticos, inclusive 48 candidatos a diversos cargos, e 371 funcionários públicos de variados níveis foram mortos.

    Ou seja, a média de assassinatos de políticos e de funcionários públicos no país foi de 1,7 ao dia.

    Já no dia 1 de julho, quando ocorreram as eleições, foram registrados 138 ataques e sete assassinatos de políticos nos 26 estados mexicanos.

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    O grande vencedor do pleito foi o candidato à presidência da esquerda, Andrés Manuel López Obrador. O político deve assumir o cargo no dia 1 de dezembro. Obrador pretende alterar as formas de combate à violência, que tomou conta do país no âmbito da “guerra contra as drogas”. Segundo ele, o combate deve se dar no campo social, e não da segurança. Por Sputnik Brasil.

  • Trump e Kim vão se reunir ‘a sós’ no dia dos namorados

    O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, já tem um encontro marcado para o dia 12 de Junho, que no Brasil é comemorado o dia dos namorados. E o que isso tem a ver com o encontro dos dois? Absolutamente nada, mas rendeu bons memes na internet, principalmente pelo fato de que os dois vão começar o encontro histórico a sós.

    Durante a primeira reunião os dois estarão acompanhados apenas de seus tradutores, segundo informou a Casa Branca nesta segunda-feira (11) através de um comunicado de imprensa.

    “O presidente Donald Trump se reunirá com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, a partir da manhã de terça-feira (12), às 9h (1.00 GMT); logo após as saudações iniciais, Trump e Kim participarão de uma reunião a sós, cara a cara, apenas com seus intérpretes, e em seguida terão uma reunião bilateral expandida e um almoço de trabalho”, informou o comunicado.

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    O secretário de Estado, Mike Pompeo, o chefe do gabinete, John Kelly, e o assessor de Segurança Nacional, John Bolton, participarão da reunião expandida, segundo a Casa Branca.

    As conversas entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte avançaram mais rápido do que se esperava, acrescenta o comunicado.

    A equipe de Trump prevê voltar a Washington junto com o presidente na noite da terça-feira (12). Na chegada aos EUA darão uma conferência de imprensa. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Seul e Pyongyang podem anunciar fim da Guerra da Coreia após 65 anos

    A cúpula intercoreana do próximo dia 27 de abril pode ser histórica, já que é aguardado um grande anúncio por parte das duas Coreias e, segundo a mídia local nesta terça-feira, é grande a chance de que um acordo de paz seja fechado, pondo um fim oficial à Guerra da Coreia após 65 anos.

    O acordo para pôr fim às hostilidades entre Seul e Pyongyang vem sendo negociado pelas autoridades dos dois países, segundo o site sul-coreano Munhwa. Se fechado, o acerto para paz na Península da Coreia poderia ser anunciado em conjunto pelo presidente sul-coreano Moon Jae-in e pelo líder norte-coreano Kim Jong-un.

    Oficialmente, Coreia do Norte e Coreia do Sul continuam em guerra, sendo que um armistício (trégua) foi firmado em 1953, depois de três anos do início da Guerra da Coreia. De lá para cá, a península foi dividida em dois blocos distintos, com os Estados Unidos capitalista ao lado de Seul, e a União Soviética e os comunistas com Pyongyang.

    “A completa desnuclearização da península coreana é a tarefa mais urgente que temos diante de nós e uma tarefa que devemos completar pacificamente”, afirmou Moon, citado pela agência sul-coreana Yonhap, enquanto participava de um culto budista realizado para o sucesso de sua cúpula com o líder norte-coreano.

    Os líderes das duas Coreias devem se encontrar no vilarejo fronteiriço de Panmunjom, uma zona desmilitarizada (DMZ) cercada de tensão, soldados e armas – foi também o local da assinatura do armistício em 1953. De acordo com o Munhwa, autoridades dos dois países negociam “incluir questões de restituição da DMZ como um plano de prioridades para acabar com o confronto militar”.

    A desnuclearização da Coreia do Norte deverá estar no topo dos assuntos prioritários da cúpula entre os dois líderes, e um compromisso de Pyongyang em desmontar o seu programa nuclear tende a abrir espaço para que um acordo de paz seja firmado em caráter oficial. Para Moon, é tempo de buscar a reconciliação, coexistência e “derrubar o muro” entre as duas nações.

    Esta será a terceira cúpula intercoreana da história, tendo as outras duas sido realizadas em 2000 e 2007 – ambas realizadas em Pyongyang. Será a primeira vez que um líder da Coreia do Norte pisará oficialmente em território sul-coreano. Vale lembrar que os países já mantiveram 655 conversações desde 1971, com 55% delas tendo acontecido em Panmunjom.

    O sucesso ou fracasso da cúpula também deve ter impacto no aguardado encontro que Kim deve ter com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em data e local a serem definidos pelos dois países – possivelmente em maio ou junho. Com informações da Sputnik Brasil