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  • Governo quer criar agência de cibersegurança e cobrar taxa de internet

    Governo quer criar agência de cibersegurança e cobrar taxa de internet

    Um projeto de lei que prevê a criação de uma agência nacional de segurança cibernética, a ANCiber, e a cobrança de uma taxa sobre o uso da internet e o registro de domínios está sendo elaborado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

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    A proposta, que deve ser enviada ao Congresso ainda neste ano, tem como objetivo conter o aumento de ciberataques no Brasil e custará cerca de R$ 600 milhões por ano.

    Para financiar a agência, o GSI pretende cobrar uma taxa de 1,5% sobre o valor dos serviços de internet e de 10% sobre o valor do registro de domínios. A taxa seria recolhida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e repassada à ANCiber.

    A ANCiber seria uma autarquia de regime especial, com 800 servidores, e teria como missão coordenar as ações de defesa cibernética do país, monitorar as redes e sistemas críticos, prevenir e responder a incidentes, capacitar profissionais e promover a conscientização da sociedade sobre o tema.

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    A proposta, que deve ser enviada ao Congresso ainda neste ano, tem como objetivo conter o aumento de ciberataques no Brasil e custará cerca de R$ 600 milhões por ano.

    Para financiar a agência, o GSI pretende cobrar uma taxa de 1,5% sobre o valor dos serviços de internet e de 10% sobre o valor do registro de domínios. A taxa seria recolhida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e repassada à ANCiber.

    A ANCiber seria uma autarquia de regime especial, com 800 servidores, e teria como missão coordenar as ações de defesa cibernética do país, monitorar as redes e sistemas críticos, prevenir e responder a incidentes, capacitar profissionais e promover a conscientização da sociedade sobre o tema.

  • Neve cai em São Joaquim, no Planalto Sul Catarinense

    Neve cai em São Joaquim, no Planalto Sul Catarinense

    A MetSul Meteorologia divulgou um vídeo no Twitter que mostra a queda de neve em São Joaquim, no Planalto Sul Catarinense, na madrugada desta sexta-feira.

    O fenômeno raro e atrativo ocorreu no distrito do Cruzeiro, a 1.500 metros de altitude.

    O vídeo foi feito por Caio Souza, que registrou vários momentos da neve caindo sobre a paisagem. Segundo a MetSul, a neve foi provocada por uma massa de ar frio e úmido que atingiu a região.

    São Joaquim é uma das cidades mais frias do Brasil e costuma registrar temperaturas baixas no inverno. A última vez que nevou na cidade foi em agosto de 2020.

    O fenômeno raro e atrativo ocorreu no distrito do Cruzeiro, a 1.500 metros de altitude.

    O vídeo foi feito por Caio Souza, que registrou vários momentos da neve caindo sobre a paisagem. Segundo a MetSul, a neve foi provocada por uma massa de ar frio e úmido que atingiu a região.

    São Joaquim é uma das cidades mais frias do Brasil e costuma registrar temperaturas baixas no inverno. A última vez que nevou na cidade foi em agosto de 2020.

  • Infecções fúngicas do cérebro: o que são, como se transmitem e como se prevenir

    Infecções fúngicas do cérebro: o que são, como se transmitem e como se prevenir

    Milhões de pessoas na África estão em risco de contrair infecções fúngicas mortais que afetam o cérebro, principalmente devido à epidemia de HIV e à falta de recursos para diagnóstico e tratamento.

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    Essa é a conclusão de um relatório publicado pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM).

    O relatório alerta que as infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC) são uma das principais causas de morte entre os pacientes com HIV na África, mas recebem pouca atenção dos governos e organizações de saúde. As doenças fúngicas mais comuns que afetam o cérebro são a meningite criptocócica e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii, que são causadas por fungos oportunistas que aproveitam a baixa imunidade dos pacientes.

    Além do HIV, outros fatores que contribuem para o aumento das ameaças fúngicas na África são as mudanças climáticas, que favorecem o crescimento e a dispersão de alguns fungos patogênicos, as doenças imunossupressoras, como o câncer e o diabetes, os avanços médicos, que permitem a sobrevivência de pacientes mais vulneráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, que alteram a flora bacteriana e facilitam as infecções fúngicas, e a pandemia de covid-19, que sobrecarrega os sistemas de saúde e dificulta o acesso aos cuidados necessários.

    O relatório também aponta os desafios para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas do SNC na África. A maioria dos países não dispõe de laboratórios bem equipados, medicamentos antifúngicos eficazes e baratos e dados epidemiológicos sobre as infecções fúngicas. Além disso, algumas cepas fúngicas desenvolveram resistência aos medicamentos disponíveis, tornando o tratamento mais difícil e caro.

    Os autores do relatório pedem uma maior conscientização sobre o problema das infecções fúngicas do SNC na África e uma maior cooperação entre os países e as organizações internacionais para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Eles também defendem mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antifúngicos e vacinas.

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    Essa é a conclusão de um relatório publicado pela Sociedade Internacional de Micologia Humana e Animal (ISHAM).

    O relatório alerta que as infecções fúngicas do sistema nervoso central (SNC) são uma das principais causas de morte entre os pacientes com HIV na África, mas recebem pouca atenção dos governos e organizações de saúde. As doenças fúngicas mais comuns que afetam o cérebro são a meningite criptocócica e a pneumonia por Pneumocystis jirovecii, que são causadas por fungos oportunistas que aproveitam a baixa imunidade dos pacientes.

    Além do HIV, outros fatores que contribuem para o aumento das ameaças fúngicas na África são as mudanças climáticas, que favorecem o crescimento e a dispersão de alguns fungos patogênicos, as doenças imunossupressoras, como o câncer e o diabetes, os avanços médicos, que permitem a sobrevivência de pacientes mais vulneráveis, o uso indiscriminado de antibióticos, que alteram a flora bacteriana e facilitam as infecções fúngicas, e a pandemia de covid-19, que sobrecarrega os sistemas de saúde e dificulta o acesso aos cuidados necessários.

    O relatório também aponta os desafios para o diagnóstico e o tratamento das infecções fúngicas do SNC na África. A maioria dos países não dispõe de laboratórios bem equipados, medicamentos antifúngicos eficazes e baratos e dados epidemiológicos sobre as infecções fúngicas. Além disso, algumas cepas fúngicas desenvolveram resistência aos medicamentos disponíveis, tornando o tratamento mais difícil e caro.

    Os autores do relatório pedem uma maior conscientização sobre o problema das infecções fúngicas do SNC na África e uma maior cooperação entre os países e as organizações internacionais para melhorar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessas doenças. Eles também defendem mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antifúngicos e vacinas.

  • Desenrola Brasil: programa para renegociar dívidas começa na segunda-feira

    Desenrola Brasil: programa para renegociar dívidas começa na segunda-feira

    Você tem dívidas com bancos, fintechs, cooperativas ou consórcios e quer renegociá-las com condições especiais?

    Então fique atento ao programa Desenrola Brasil, que começa na segunda-feira, 17 de julho de 2023.

    O programa é uma iniciativa do Banco Central, da Febraban e de outras entidades do setor financeiro para ajudar os brasileiros a saírem do endividamento. Ele é destinado a devedores com renda de até R$ 20 mil que tenham débitos vencidos ou a vencer.

    Para participar, basta procurar as instituições financeiras onde você tem dívidas e negociar as melhores condições de pagamento. Você pode conseguir descontos, parcelamentos e carência, dependendo do seu caso.

    Não perca essa oportunidade de colocar as contas em dia e recuperar o seu crédito. O programa Desenrola Brasil vai até o dia 31 de agosto de 2023. Aproveite!

    Então fique atento ao programa Desenrola Brasil, que começa na segunda-feira, 17 de julho de 2023.

    O programa é uma iniciativa do Banco Central, da Febraban e de outras entidades do setor financeiro para ajudar os brasileiros a saírem do endividamento. Ele é destinado a devedores com renda de até R$ 20 mil que tenham débitos vencidos ou a vencer.

    Para participar, basta procurar as instituições financeiras onde você tem dívidas e negociar as melhores condições de pagamento. Você pode conseguir descontos, parcelamentos e carência, dependendo do seu caso.

    Não perca essa oportunidade de colocar as contas em dia e recuperar o seu crédito. O programa Desenrola Brasil vai até o dia 31 de agosto de 2023. Aproveite!

  • Estudo revela os danos à saúde causados pelo uso indiscriminado de ivermectina e hidroxicloroquina na pandemia

    Estudo revela os danos à saúde causados pelo uso indiscriminado de ivermectina e hidroxicloroquina na pandemia

    Você já deve ter ouvido falar que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem curar ou prevenir a COVID-19? Se sim, cuidado! Esses medicamentos podem causar mais mal do que bem se usados sem orientação médica.

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    Um artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública analisou as possíveis intoxicações resultantes do uso indiscriminado desses medicamentos durante a pandemia. Os autores revisaram a literatura científica sobre os efeitos adversos desses medicamentos e os dados de notificações de intoxicações no Brasil.

    Eles descobriram que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem causar problemas como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, tontura, alterações visuais, arritmias cardíacas, convulsões e até coma. Além disso, o uso desses medicamentos sem evidência de eficácia e segurança pode aumentar o risco de intoxicações graves e até fatais, além de gerar resistência parasitária e bacteriana.

    Os autores alertaram que as autoridades de saúde devem orientar a população sobre os riscos do uso indiscriminado desses medicamentos e fiscalizar sua prescrição e dispensação. Eles também enfatizaram que a melhor forma de prevenir e tratar a COVID-19 é seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, como usar máscara, manter o distanciamento social, higienizar as mãos e se vacinar.

    Portanto, não se deixe enganar por falsas promessas de cura milagrosa. A ivermectina e a hidroxicloroquina podem ser perigosas para a sua saúde se usadas sem critério. Consulte sempre o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

    Fonte: Link.

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    Um artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Pública analisou as possíveis intoxicações resultantes do uso indiscriminado desses medicamentos durante a pandemia. Os autores revisaram a literatura científica sobre os efeitos adversos desses medicamentos e os dados de notificações de intoxicações no Brasil.

    Eles descobriram que a ivermectina e a hidroxicloroquina podem causar problemas como náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, tontura, alterações visuais, arritmias cardíacas, convulsões e até coma. Além disso, o uso desses medicamentos sem evidência de eficácia e segurança pode aumentar o risco de intoxicações graves e até fatais, além de gerar resistência parasitária e bacteriana.

    Os autores alertaram que as autoridades de saúde devem orientar a população sobre os riscos do uso indiscriminado desses medicamentos e fiscalizar sua prescrição e dispensação. Eles também enfatizaram que a melhor forma de prevenir e tratar a COVID-19 é seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, como usar máscara, manter o distanciamento social, higienizar as mãos e se vacinar.

    Portanto, não se deixe enganar por falsas promessas de cura milagrosa. A ivermectina e a hidroxicloroquina podem ser perigosas para a sua saúde se usadas sem critério. Consulte sempre o seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

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  • Como o álcool, a melatonina e o zolpidem afetam o seu sono

    Como o álcool, a melatonina e o zolpidem afetam o seu sono

    O sono é um processo fisiológico que envolve vários estágios, cada um com funções específicas para o organismo. Durante o sono, ocorrem processos de restauração, consolidação da memória, regulação hormonal e imunológica, entre outros.

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    No entanto, muitas pessoas têm dificuldade para dormir bem e recorrem a substâncias que podem afetar o sono de formas diferentes. Neste post, vamos falar sobre três delas: o álcool, a melatonina e o zolpidem.

    O álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central que pode causar sonolência e facilitar o início do sono. No entanto, o álcool também pode prejudicar a qualidade do sono, pois interfere nos ciclos e estágios do sono. O álcool pode causar fragmentação do sono, ou seja, despertares frequentes durante a noite, e reduzir a quantidade de sono REM, que é o estágio mais profundo e restaurador do sono. Além disso, o álcool pode provocar ronco, apneia do sono, desidratação e ressaca.

    A melatonina é um hormônio produzido pela glândula pineal que regula o ciclo circadiano, ou seja, o ritmo biológico de 24 horas que determina quando dormimos e acordamos. A melatonina é liberada à noite, em resposta à escuridão, e sinaliza ao cérebro que é hora de dormir. A melatonina pode ajudar a induzir o sono em pessoas que sofrem de distúrbios do ritmo circadiano, como jet lag, trabalho noturno ou insônia. A melatonina também pode ter efeitos antioxidantes e imunomoduladores. No entanto, a melatonina não é uma solução mágica para o sono e deve ser usada com cautela e orientação médica. A melatonina pode interagir com outros medicamentos, causar sonhos vívidos e alterar os níveis hormonais.

    O zolpidem é um medicamento hipnótico que pertence à classe dos benzodiazepínicos. O zolpidem atua nos receptores GABA do cérebro, que são responsáveis pela inibição da atividade neuronal. O zolpidem pode facilitar o início do sono em pessoas com insônia crônica ou ocasional. No entanto, o zolpidem também pode causar efeitos colaterais indesejados, como sonolência diurna, amnésia, alucinações, sonambulismo e dependência. O zolpidem deve ser usado somente sob prescrição médica e por períodos curtos.

    Como você pode ver, existem substâncias que podem afetar o sono de formas diferentes. Algumas podem ser úteis em situações específicas, mas outras podem ser prejudiciais para a saúde. O ideal é buscar hábitos saudáveis de higiene do sono, como ter uma rotina regular de dormir e acordar, evitar luzes e ruídos no quarto, evitar cafeína e nicotina à noite, praticar exercícios físicos moderados durante o dia e relaxar antes de dormir.

    Assim, você poderá desfrutar dos benefícios de um sono reparador e melhorar a sua qualidade de vida. Boa noite!

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    No entanto, muitas pessoas têm dificuldade para dormir bem e recorrem a substâncias que podem afetar o sono de formas diferentes. Neste post, vamos falar sobre três delas: o álcool, a melatonina e o zolpidem.

    O álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central que pode causar sonolência e facilitar o início do sono. No entanto, o álcool também pode prejudicar a qualidade do sono, pois interfere nos ciclos e estágios do sono. O álcool pode causar fragmentação do sono, ou seja, despertares frequentes durante a noite, e reduzir a quantidade de sono REM, que é o estágio mais profundo e restaurador do sono. Além disso, o álcool pode provocar ronco, apneia do sono, desidratação e ressaca.

    A melatonina é um hormônio produzido pela glândula pineal que regula o ciclo circadiano, ou seja, o ritmo biológico de 24 horas que determina quando dormimos e acordamos. A melatonina é liberada à noite, em resposta à escuridão, e sinaliza ao cérebro que é hora de dormir. A melatonina pode ajudar a induzir o sono em pessoas que sofrem de distúrbios do ritmo circadiano, como jet lag, trabalho noturno ou insônia. A melatonina também pode ter efeitos antioxidantes e imunomoduladores. No entanto, a melatonina não é uma solução mágica para o sono e deve ser usada com cautela e orientação médica. A melatonina pode interagir com outros medicamentos, causar sonhos vívidos e alterar os níveis hormonais.

    O zolpidem é um medicamento hipnótico que pertence à classe dos benzodiazepínicos. O zolpidem atua nos receptores GABA do cérebro, que são responsáveis pela inibição da atividade neuronal. O zolpidem pode facilitar o início do sono em pessoas com insônia crônica ou ocasional. No entanto, o zolpidem também pode causar efeitos colaterais indesejados, como sonolência diurna, amnésia, alucinações, sonambulismo e dependência. O zolpidem deve ser usado somente sob prescrição médica e por períodos curtos.

    Como você pode ver, existem substâncias que podem afetar o sono de formas diferentes. Algumas podem ser úteis em situações específicas, mas outras podem ser prejudiciais para a saúde. O ideal é buscar hábitos saudáveis de higiene do sono, como ter uma rotina regular de dormir e acordar, evitar luzes e ruídos no quarto, evitar cafeína e nicotina à noite, praticar exercícios físicos moderados durante o dia e relaxar antes de dormir.

    Assim, você poderá desfrutar dos benefícios de um sono reparador e melhorar a sua qualidade de vida. Boa noite!

  • Estudo descobre proteína que pode ajudar a combater a resistência aos medicamentos do câncer de pulmão

    Estudo descobre proteína que pode ajudar a combater a resistência aos medicamentos do câncer de pulmão

    Um dos maiores desafios no tratamento do câncer é a resistência aos medicamentos, que ocorre quando as células tumorais se adaptam e sobrevivem à terapia alvo.

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    Um novo estudo, publicado na revista Nature, revela como os tumores pulmonares podem desenvolver essa resistência ao longo do tempo, e sugere uma possível forma de combatê-la.

    Os pesquisadores analisaram amostras de tumores de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC), que é o tipo mais comum de câncer de pulmão. Eles descobriram que uma proteína chamada APOBEC3A estava envolvida na geração de mutações nas células tumorais, tornando-as resistentes aos medicamentos que visam anormalidades genéticas específicas.

    O APOBEC3A é uma enzima que normalmente ajuda a proteger o DNA de vírus e bactérias, mas também pode causar danos ao DNA das células humanas. Os pesquisadores mostraram que o APOBEC3A era ativado em resposta ao estresse celular causado pela terapia alvo, e que sua inibição reduzia a resistência aos medicamentos em modelos animais.

    Esse achado abre uma nova perspectiva para o tratamento do CPNPC, que é responsável por cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão. Os pesquisadores esperam obter mais informações sobre os mecanismos pelos quais o APOBEC causa resistência aos medicamentos, o que pode ajudar a desenvolver um medicamento para inibir sua expressão ou atividade.

    O estudo também destaca a importância de monitorar as mudanças genéticas nos tumores ao longo do tempo, para ajustar a terapia de acordo com as características do tumor. Terapias que visam anormalidades genéticas específicas em tumores revolucionaram as possibilidades de tratamento nas últimas duas décadas, mas ainda há muito a ser feito para melhorar os resultados dos pacientes com câncer.

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    Um novo estudo, publicado na revista Nature, revela como os tumores pulmonares podem desenvolver essa resistência ao longo do tempo, e sugere uma possível forma de combatê-la.

    Os pesquisadores analisaram amostras de tumores de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC), que é o tipo mais comum de câncer de pulmão. Eles descobriram que uma proteína chamada APOBEC3A estava envolvida na geração de mutações nas células tumorais, tornando-as resistentes aos medicamentos que visam anormalidades genéticas específicas.

    O APOBEC3A é uma enzima que normalmente ajuda a proteger o DNA de vírus e bactérias, mas também pode causar danos ao DNA das células humanas. Os pesquisadores mostraram que o APOBEC3A era ativado em resposta ao estresse celular causado pela terapia alvo, e que sua inibição reduzia a resistência aos medicamentos em modelos animais.

    Esse achado abre uma nova perspectiva para o tratamento do CPNPC, que é responsável por cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão. Os pesquisadores esperam obter mais informações sobre os mecanismos pelos quais o APOBEC causa resistência aos medicamentos, o que pode ajudar a desenvolver um medicamento para inibir sua expressão ou atividade.

    O estudo também destaca a importância de monitorar as mudanças genéticas nos tumores ao longo do tempo, para ajustar a terapia de acordo com as características do tumor. Terapias que visam anormalidades genéticas específicas em tumores revolucionaram as possibilidades de tratamento nas últimas duas décadas, mas ainda há muito a ser feito para melhorar os resultados dos pacientes com câncer.

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  • Mordidas de cães: o que o clima tem a ver com isso e como se proteger

    Mordidas de cães: o que o clima tem a ver com isso e como se proteger

    Você sabia que o clima pode influenciar o risco de ser mordido por um cachorro? Um estudo recente descobriu que a incidência de mordidas de cães aumenta com a temperatura, a poluição por ozônio e a radiação ultravioleta.

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    Esses fatores podem afetar o eixo HPA, o sistema de resposta ao estresse do cérebro, e a dopamina, um hormônio envolvido no comportamento impulsivo e recompensador. Isso pode tornar os cães mais irritados, ansiosos e agressivos.

    Mas o clima não é o único culpado. O comportamento humano também pode influenciar a agressividade dos cães, por isso é importante aprender a ler os sinais de alerta dos cães e evitar provocações. Alguns exemplos são: não se aproximar de um cão desconhecido, não olhar nos olhos de um cão, não tocar na cabeça ou na cauda de um cão, não incomodar um cão que está comendo ou dormindo, e não correr ou gritar perto de um cão.

    O estudo analisou 69.525 casos de mordidas de cães em oito cidades dos EUA e foi conduzido por pesquisadores da Harvard Medical School e do Spaulding Rehabilitation Hospital. Os resultados foram publicados na revista Scientific Reports e podem ajudar a prevenir acidentes e melhorar a saúde pública e animal.

    Se você quiser saber mais sobre o assunto, você pode ler o artigo completo aqui.

    Espero que você tenha gostado deste post e que tenha aprendido algo novo. Se você tem alguma dúvida ou comentário, deixe abaixo. E se você gosta de conteúdo sobre animais, saúde e meio ambiente, siga o nosso blog para receber mais novidades. Até a próxima! ????

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    Esses fatores podem afetar o eixo HPA, o sistema de resposta ao estresse do cérebro, e a dopamina, um hormônio envolvido no comportamento impulsivo e recompensador. Isso pode tornar os cães mais irritados, ansiosos e agressivos.

    Mas o clima não é o único culpado. O comportamento humano também pode influenciar a agressividade dos cães, por isso é importante aprender a ler os sinais de alerta dos cães e evitar provocações. Alguns exemplos são: não se aproximar de um cão desconhecido, não olhar nos olhos de um cão, não tocar na cabeça ou na cauda de um cão, não incomodar um cão que está comendo ou dormindo, e não correr ou gritar perto de um cão.

    O estudo analisou 69.525 casos de mordidas de cães em oito cidades dos EUA e foi conduzido por pesquisadores da Harvard Medical School e do Spaulding Rehabilitation Hospital. Os resultados foram publicados na revista Scientific Reports e podem ajudar a prevenir acidentes e melhorar a saúde pública e animal.

    Se você quiser saber mais sobre o assunto, você pode ler o artigo completo aqui.

    Espero que você tenha gostado deste post e que tenha aprendido algo novo. Se você tem alguma dúvida ou comentário, deixe abaixo. E se você gosta de conteúdo sobre animais, saúde e meio ambiente, siga o nosso blog para receber mais novidades. Até a próxima! ????

  • O que explica o crescimento da fome no Brasil e no mundo em pleno século 21

    O que explica o crescimento da fome no Brasil e no mundo em pleno século 21

    A fome é um problema grave que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Segundo um relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado em julho de 2021, o número de brasileiros que passam por alguma privação alimentar bateu os 70,3 milhões, o que significa que uma em…

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    A fome, definida como subalimentação crônica, assola 10,1 milhões de brasileiros, mas registrou queda em relação ao período de 2014 a 2016. Ainda assim, o país está longe de atingir a meta de erradicar a fome até 2030, estabelecida pela Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU.

    A piora da situação alimentar no Brasil é atribuída à pandemia de covid-19, que provocou uma crise econômica e social sem precedentes, mas também a eventos climáticos extremos, como secas e inundações, e conflitos violentos, como o que ocorre na região do semiárido nordestino.

    No cenário global, o quadro também é preocupante. O número de pessoas passando fome ao redor do globo cresceu em 122 milhões desde 2019 e totaliza, hoje, 735 milhões. O pior quadro é na África, com uma a cada cinco pessoas passando fome. A Ásia também concentra a maior parte dos famintos do mundo, com 418 milhões.

    As causas da fome no mundo são complexas e multifatoriais, mas incluem a pobreza extrema, a desigualdade social, a instabilidade política, os conflitos armados, as mudanças climáticas, as perdas e desperdícios de alimentos, a falta de acesso à água potável e ao saneamento básico, entre outras.

    Diante desse cenário alarmante, é urgente que os governos e a sociedade civil tomem medidas efetivas para combater a fome e garantir o direito humano à alimentação adequada. Algumas ações possíveis são: fortalecer os programas de transferência de renda e de segurança alimentar; promover o desenvolvimento rural sustentável; apoiar a agricultura familiar e agroecológica; reduzir as emissões de gases de efeito estufa; prevenir e resolver os conflitos; ampliar a cooperação internacional; conscientizar e mobilizar a população sobre o tema.

    A fome é um problema que afeta não apenas a saúde e a dignidade das pessoas, mas também o desenvolvimento econômico e social dos países. Por isso, é preciso agir agora para evitar que mais vidas sejam perdidas ou comprometidas pela falta de comida. A fome não é uma fatalidade, mas uma violação dos direitos humanos que pode e deve ser superada.

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    A fome, definida como subalimentação crônica, assola 10,1 milhões de brasileiros, mas registrou queda em relação ao período de 2014 a 2016. Ainda assim, o país está longe de atingir a meta de erradicar a fome até 2030, estabelecida pela Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU.

    A piora da situação alimentar no Brasil é atribuída à pandemia de covid-19, que provocou uma crise econômica e social sem precedentes, mas também a eventos climáticos extremos, como secas e inundações, e conflitos violentos, como o que ocorre na região do semiárido nordestino.

    No cenário global, o quadro também é preocupante. O número de pessoas passando fome ao redor do globo cresceu em 122 milhões desde 2019 e totaliza, hoje, 735 milhões. O pior quadro é na África, com uma a cada cinco pessoas passando fome. A Ásia também concentra a maior parte dos famintos do mundo, com 418 milhões.

    As causas da fome no mundo são complexas e multifatoriais, mas incluem a pobreza extrema, a desigualdade social, a instabilidade política, os conflitos armados, as mudanças climáticas, as perdas e desperdícios de alimentos, a falta de acesso à água potável e ao saneamento básico, entre outras.

    Diante desse cenário alarmante, é urgente que os governos e a sociedade civil tomem medidas efetivas para combater a fome e garantir o direito humano à alimentação adequada. Algumas ações possíveis são: fortalecer os programas de transferência de renda e de segurança alimentar; promover o desenvolvimento rural sustentável; apoiar a agricultura familiar e agroecológica; reduzir as emissões de gases de efeito estufa; prevenir e resolver os conflitos; ampliar a cooperação internacional; conscientizar e mobilizar a população sobre o tema.

    A fome é um problema que afeta não apenas a saúde e a dignidade das pessoas, mas também o desenvolvimento econômico e social dos países. Por isso, é preciso agir agora para evitar que mais vidas sejam perdidas ou comprometidas pela falta de comida. A fome não é uma fatalidade, mas uma violação dos direitos humanos que pode e deve ser superada.

  • Novo ciclone extratropical atinge o Sul do Brasil e causa estragos

    Novo ciclone extratropical atinge o Sul do Brasil e causa estragos

    Na última terça-feira, 11 de julho, um ciclone extratropical se formou na região Sul do Brasil e trouxe ventos fortes, chuvas intensas e queda de temperatura para os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

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    O fenômeno meteorológico causou uma morte em Santa Catarina, onde um homem foi atingido por uma árvore, e deixou mais de 250 mil pessoas sem energia elétrica nos três estados.

    Os ventos chegaram a ultrapassar 120 km/h em algumas cidades, como Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba, e provocaram danos em casas, prédios, postes, árvores e veículos. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho para vendavais e risco de enxurradas, alagamentos e deslizamentos de terra nas áreas mais afetadas.

    Segundo a Defesa Civil Nacional, os ventos desse novo ciclone devem ser iguais ou até superiores aos que atingiram o Rio Grande do Sul em junho deste ano, quando diversas cidades registraram estragos e nove pessoas morreram. O órgão orientou a população a evitar sair de casa durante o temporal e a procurar abrigo em locais seguros.

    O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no oceano e se desloca para o continente, trazendo ar frio e úmido. Ele se diferencia do ciclone tropical, que ocorre em regiões de clima quente e úmido, como o Nordeste do Brasil. O ciclone extratropical costuma ocorrer no inverno e pode provocar neve nas áreas mais elevadas do Sul do país.

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    O fenômeno meteorológico causou uma morte em Santa Catarina, onde um homem foi atingido por uma árvore, e deixou mais de 250 mil pessoas sem energia elétrica nos três estados.

    Os ventos chegaram a ultrapassar 120 km/h em algumas cidades, como Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba, e provocaram danos em casas, prédios, postes, árvores e veículos. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho para vendavais e risco de enxurradas, alagamentos e deslizamentos de terra nas áreas mais afetadas.

    Segundo a Defesa Civil Nacional, os ventos desse novo ciclone devem ser iguais ou até superiores aos que atingiram o Rio Grande do Sul em junho deste ano, quando diversas cidades registraram estragos e nove pessoas morreram. O órgão orientou a população a evitar sair de casa durante o temporal e a procurar abrigo em locais seguros.

    O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no oceano e se desloca para o continente, trazendo ar frio e úmido. Ele se diferencia do ciclone tropical, que ocorre em regiões de clima quente e úmido, como o Nordeste do Brasil. O ciclone extratropical costuma ocorrer no inverno e pode provocar neve nas áreas mais elevadas do Sul do país.