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  • Mais um: Terceiro paciente pode ter sido curado do vírus HIV

    Dois dias depois que cientistas anunciaram que uma segunda pessoa foi curada do curada do vírus HIV após receber um tratamento experimental de transplante de medula óssea, um terceiro paciente também teria sido totalmente curado da doença.

    O anúncio foi feito na terça-feira (5) durante a Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunista que ocorreu em Seattle, nos Estados Unidos.

    Confira na reportagem de Flávio Gomes.

  • Acompanhe ao vivo a situação nas estradas de São Paulo

    Acompanhe ao vivo a situação nas estradas de São Paulo

    Com clima instável, paulistano enfrenta dificuldades na volta do Carnaval. Confira ao vivo a situação nas principais estradas de São Paulo.

  • Justiça decreta prisão preventiva de três funcionários dos Correios

    A Justiça do Paraná decretou a prisão preventiva de três funcionários do Centro de Encomendas Internacionais dos Correios, em Pinhais, no Paraná, que foram detidos temporariamente no último dia 28. De acordo com a Polícia Federal (PF) em Curitiba, a decisão ocorreu depois de feitos interrogatórios, análise do material aprendido e indiciamento dos acusados.

    “A PF apurou que os trabalhadores violavam correspondências e desviavam seus conteúdos, em especial drogas sintéticas enviadas ilegalmente do exterior para o Brasil”, explicou, em nota, a assessoria do órgão.

    A prisão temporária perderia efeito no domingo (3), por isso o pedido dos investigadores foi encaminhado à 12ª Vara da Justiça Federal na última sexta-feira (1º).

    A prisão temporária tem duração de cinco dias, prorrogáveis por mais cinco, e ocorre durante a fase de investigação do inquérito policial, para coleta de provas. A preventiva, prevista no Código de Processo Penal, não tem prazo pré-definido e pode ser decretada em qualquer fase da investigação policial. A medida é adotada quando há evidências de crime, para evitar que o réu continue a atuar fora da lei ou atrapalhe o andamento do processo.

    Os investigados foram indiciados pelos crimes de peculato e associação criminosa. A denúncia partiu da própria empresa que identificou as irregularidades e acionou a PF.

    Em nota, os Correios explicaram que os empregados terceirizados envolvidos no esquema serão desligados, enquanto os concursados serão submetidos à corregedoria interna.

  • Cerveja e picanha estão mais baratas neste Carnaval

    O churrasco neste Carnaval está mais que garantido. Segundo uma pesquisa da Apas (Associação Paulista de Supermercados), tanto a picanha quanto a cerveja, dois itens básicos do tradicional churrasco brasileiro, estão mais baratos em comparação com o carnaval do ano passado.

    A queda no valor da cerveja é resultado da concorrência. As novas marcas colocaram uma necessidade de adequação das marcas tradicionais, mantendo o ou reduzindo o preço das cervejas. Além das marcas tradicionais, o crescimento dos rótulos “premium” também contribuiu para uma redução no preço como um todo.

    No caso da carne, a queda de preço já vinha sendo registrada ao longo de 2018. Segundo aponta a pesquisa, essa queda se deve pelo fato da economia estar em ritmo lento. Com o desemprego ainda alto, o quarteto filé-mignon, contrafilé, alcatra e picanha está com preço menor por causa da queda do consumo.

    Vale lembrar que para não ficar no prejuízo, o consumidor precisa pesquisar. As dicas são comparar os preços em mercados e fazer as contas antes de fechar a compra de uma grande quantidade. Até porque outros itens do churrasco, como a cebola, estão em alta.

  • Carnaval 2019: Acompanhe ao vivo a situação nas estradas de São Paulo

    Carnaval 2019: Acompanhe ao vivo a situação nas estradas de São Paulo

    Com clima instável, paulistano enfrenta alagamentos, falta de luz, semáforos desligados e trânsito intenso na saída desta sexta-feira (01).

    Confira ao vivo a situação nas principais estradas de São Paulo.

  • Obras do Minha Casa Minha Vida serão retomadas, diz ministro

    O atraso na entrega de obras do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida foi tema de questionamento pelos senadores ao ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto. Em audiência na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), o ministro adiantou que está em análise um pedido de adiantamento de verbas no valor de R$ 1,35 bilhão para subsidiar o programa. Ouça mais detalhes na reportagem de Paula Groba, da Rádio Senado.

  • Crianças poderão passar por avaliação de saúde no ensino fundamental

    Os estudantes que ingressarem no ensino fundamental terão que fazer uma avaliação médica completa. É o que prevê o projeto de lei (PL 1.219/2019) apresentado pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM). O poder público será responsável por garantir que os exames serão feitos. A escola vai ter que manter o prontuário médico de cada estudante, com os resultados da avaliação. A proposta vai passar pelas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), Educação, Cultura e Esporte (CE) e Assuntos Sociais (CAS).

    Ouça os detalhes na reportagem de Maurício de Santi, da Rádio Senado.

  • Pesquisa revela que mães jovens reduzem o consumo de álcool durante a gravidez

    Uma nova pesquisa revelou que mães jovens reduzem a ingestão de álcool durante a gravidez. A pesquisa rastreou os hábitos de consumo de mais de 4.000 mães na adolescência, na faixa dos 20 e 30 anos. A maioria reduz drasticamente o consumo de álcool ao saber que estão grávidas.

    Confira na reportagem de Flávio Assunção.

  • Petrobras lucra pela primeira vez desde 2013; resultado positivo de $ 25,8 bilhões

    A Petrobras registrou um lucro líquido de R$ 2,10 bilhões em 2018. O resultado ficou abaixo dos R$ 8,91 bilhões esperados pelos analistas.

    Confira na reportagem de Flávio Assunção.

  • Investimentos do Brasil na Venezuela serão examinados pela CRE

    A Comissão de Relações Exteriores (CRE) deve participar de audiência pública em que dirigentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) serão chamados a detalhar os empréstimos feitos pelo Brasil à Venezuela durante os governos do PT (de 2003 a 2016).

    Em uma reunião da CRE nesta quarta-feira (27) para discutir a situação venezuelana, o senador Eduardo Girão (Pode-CE) disse que os financiamentos podem ter fortalecido os governos de Hugo Chávez e de Nicolás Maduro, relegando ao Brasil parte da responsabilidade pela atual crise política e humanitária no país vizinho. De acordo com o senador, dinheiro brasileiro financiou metrôs, usina, ponte e saneamento básico.

    — Queremos verificar se há responsabilidade do Brasil nessa crise. O Brasil investiu bilhões de reais que podem ter financiado a atual ditadura — destacou Girão.

    A audiência vai acontecer na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e defesa do Consumidor (CTFC), ainda sem data marcada.

    Soraya Thronicke (PSL-MS) reforçou a importância de debater a questão, dizendo que bilhões de dólares foram emprestados a juros baixos “de forma estranha”:

    — É grave. Foi muito dinheiro financiando ditadura. Fora que o Brasil tem sua dívida, paga juros, precisa investir aqui e ainda empresta para quem não paga — reclamou.

    Na reunião da CRE, os senadores avaliaram a postura da diplomacia e do Exército e a recusa do governo de Maduro à ajuda humanitária enviada pelo Brasil e pela Colômbia, o que acirrou os ânimos nas fronteiras durante o fim de semana e resultou em morte de civis venezuelanos.

    Diplomacia

    Para Jaques Wagner (PT-BA), a postura do Brasil sobre socorro e ajuda humanitária deve seguir fielmente a das Nações Unidas.

    — A Venezuela já fez a demanda de ajuda humanitária à ONU. Se houver uma missão da ONU de levar ajuda humanitária, o Brasil deve participar, mas o país não deve tomar parte em articulação que não esteja sob o guarda-chuvas da ONU.

    Wagner acredita não ser hora de o Brasil se dedicar a problemas que estão além da fronteira e disse que a diplomacia brasileira precisa ser “menos de punho de renda e mais como a americana, que é pragmática e comercial”.

    A posição dos Estados Unidos na crise foi comentada por vários senadores. Para Telmário Mota (Pros-RR), o Brasil deve manter sua tradição na mediação, paz e boa vizinhança, mas está sendo usado pelo governo de Donald Trump, que teria mais interesse no petróleo do que na crise humanitária.

    — Se estivessem preocupados com o povo, deveriam suspender as sanções, chamar a ONU e a Cruz Vermelha. Mas na verdade essa carnificina que está acontecendo na Venezuela não tem as impressões digitais dos Estados Unidos porque eles usaram a Colômbia e o Brasil para fazer esse papel.

    Humberto Costa (PT-PE) reforçou o discurso de Telmário, dizendo que o Brasil não deve entrar numa guerra que não é sua. Até pelo histórico e reconhecimento internacional por sua posição equilibrada nos conflitos, buscando a construção da paz e a mediação, avaliou:

    — Mas atualmente o Ministério das Relações Exteriores joga gasolina na crise. Ainda bem que os militares em Roraima, de maneira muito sábia, adotam a posição de moderação.

    O senador Alessandro Vieira (PPS-SE) também comentou a relevância econômica e estratégica da Venezuela para todo o mundo, por causa do petróleo.

    — Não devemos endossar o discurso tolo sobre a defesa de democracia, a partir de países que toleram ditaduras no mundo inteiro, dependendo da conveniência econômica. O interesse essencial do nosso grande parceiro econômico, que é os EUA, é o controle de uma importante rota de produção de petróleo e gás.

    Mediação

    Líder do partido de Bolsonaro no Senado, o senador Major Olimpio (PSL-SP) disse que “corpos no chão é tudo o que o Brasil não quer neste momento”. E que o país tem grande chance de se colocar de forma altiva nesse processo como mediador.

    Para Márcio Bittar (MDB-AC), o Brasil precisa se envolver na questão da Venezuela e se posicionar porque o regime do país vizinho é ilegítimo e há uma questão humanitária.

    — O país em que as pessoas reviram lixo para ver se tem resto de comida é uma questão humanitária. O regime de Maduro foi surreal ao rejeitar ajuda humanitária e atacar seu próprio povo.

    Bittar afirmou que, nos últimos anos, a Venezuela deixou de ser um dos mais ricos do continente para estar entre os mais pobres.

    — O PIB caiu 40% e a inflação atingiu 1.000% ao ano, 61% da população vive na extrema pobreza e 64% das pessoas perderam em média 11 quilos. Negar ajuda humanitária é surreal.

    Roraima

    Mecias de Jesus (PRB-RR) relatou o que a crise tem gerado em seu estado: problemas agrários e fundiários e colapso da saúde, da segurança pública e da educação.

    — Não só os venezuelanos sofrem com a falta de assistência. Ela não chega aos roraimenses também. Queremos paz, porque somos o primeiro alvo. Mas paz com diálogo.

    Telmário disse aos senadores que Roraima depende do calcário da Venezuela, do ferro e da gasolina, e mais de 60% do consumo de energia no estado é gerado no país vizinho. O comércio também sofre com o fechamento da fronteira, o que afastou os compradores venezuelanos.

    — O estado está numa crise socioeconômica gravíssima. Proporcionalmente, somos o estado com maior população abaixo do nível de pobreza. A violência contra jovens e mulheres estourou, assim como o desemprego. A migração desordenada deixou todas as cirurgias eletivas suspensas; não tem antibiótico, não tem leito.

    Segundo ele, aulas foram adiadas, não há transporte escolar, os terceirizados estão há sete meses sem receber e os médicos estão há dois meses sem salário também.

    — O governo federal está de costas pro estado de Roraima — desabafou. Por Agência Senado.