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  • Prédios são esvaziados por ameaça de desabamento

    O Corpo de Bombeiros esvaziou dois prédios residenciais, na Vila Andrade, região do Morumbi, na tarde desta terça-feira (19).

    A Defesa Civil constatou rachaduras e que havia ameaça de desabamento e determinou a interdição dos edifícios.

    “A Defesa Civil da Cidade de São Paulo informa que foi acionada para vistoriar dois prédios em um condomínio na Vila Andrade. Ambas as torres, de 12 pavimentos cada – sendo 8 pisos com 6 apartamentos, um térreo e 3 de garagem – foram interditadas e evacuadas preventivamente para realização de diagnóstico estrutural. Foram constatadas rachaduras nas edificações. A ação contou ainda com a presença de um engenheiro, agente vistor da subprefeitura, além do Corpo de Bombeiros. A Defesa Civil irá monitorar as edificações e o processo de estabilização das torres interditadas”.

  • Foliões caem no golpe da trocar de cartões no carnaval de São Paulo

    Ainda estamos no pré-carnaval mas os foliões, assim como os golpistas, já estão no ritmo do carnaval.

    Um dos novos tipos de golpe que se espalha entre nesse período é conhecido como “golpe da troca do cartão” e funciona assim:

    O vendedor mal-intencionado espia a vítima digitando a senha do cartão na máquina, ou aproveita um momento de distração pra fazer a pessoa digitar a senha no campo do valor, que mostra os números no visor da maquininha.

    O golpista então memoriza a senha e, ainda se aproveitando da distração da vítima, rouba o cartão e devolve outro, idêntico.

    A maioria das pessoas demora para perceber a troca porque nem repara que o nome que está no cartão não é o seu.

    Segundo a Federação Brasileira dos Bancos, esse tipo de golpe não é raro e as pessoas precisam ficar atentas aos cartões, principalmente nessa época de carnaval, quando compram bebidas de vendedores ambulantes ou em lugares que não frequentam normalmente.

  • Barragem em risco: Moradores de Macacos passam a noite fora de casa após sirene de alerta

    A noite de sábado (16) não foi nada fácil para os moradores de Macacos, em Nova Lima, na Grande Belo Horizonte.

    A mineradora Vale executou o plano de evacuação obrigando cerca de 200 pessoas a deixarem suas casas às pressas, devido ao risco da barragem B3/B4 (Mina Mar Azul) romper.

    As sirenes provocaram pânico nos moradores e turistas que passaram a noite fora de casa.

    Alguns foram para casa de parentes, enquanto outros procuraram hotéis na região e em Belo Horizonte.

    Os que ficaram na cidade passaram a noite em claro em busca de informações da Vale.

    Sem resposta, alguns moradores se recusaram a voltar para casa na manhã deste domingo (17) e planejam se mudar para outra região.

  • Carnaval na Vila Madalena começa com chuva e lixo

    O tradicional carnaval da Vila Madalena teve início oficialmente neste fim de semana.

    Na semana passada alguns bloquinhos já desfilavam pelas ruas do bairro, mas o calendário oficial marcava o início das festas para a sexta-feira (15).

    A CET montou um esquema especial nas ruas da região. Desde Pinheiros até a região do Sumarezinho, o trânsito sofreu várias alterações.

    Entre as mudanças está a proibição de estacionamento de carros nas principais ruas dos bairros.

    Houve também o policiamento reforçado na região.

    Com chuva constante e uma grande quantidade de lixo nas ruas e calçadas, por mais um ano o carnaval da Vila Madalena não deve deixar saudades para os moradores.

  • Defesa Civil alerta para chuva de longa duração na capital

    A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil alertou toda a Região Metropolitana de São Paulo para o risco de chuva de longa duração.

    Segundo a Defesa Civil, haverá um acumulado de cinco dias com valores acima de 130mm nas Regiões Metropolitanas de Bauru, Araraquara, Sorocaba, Campinas, São Paulo e Baixada Santista.

    “Chuva de longa duração no município. Não enfrente alagamentos. Preste atenção ao aumento dos níveis dos rios. Fique atento a rachaduras.”

    Nas demais regiões da faixa leste, incluindo Vale do Ribeira e do Paraíba, o tempo está instável e chuvoso durante esta sexta-feira (15).

    É recomendado observar a ocorrência de árvores inclinadas, bem como trincas em terrenos, paredes e pisos – e também “muros embarrigados” – pois são sinais da possibilidade de deslizamento antes mesmo do início da chuva.

    Para manter a população informada sobre as condições climáticas, a Defesa Civil disponibiliza gratuitamente alertas via SMS. Basta enviar uma mensagem com o número do CEP (sem ponto ou hífen) para o número 40199.

  • Rodovias paulistas têm tráfego lento nesta sexta

    A vida de quem tenta deixar a cidade de São Paulo nesta sexta-feira (15) não é nada boa. Há congestionamentos em várias rodovias, sentido Rio de Janeiro, litoral e interior.

    Na Anhanguera, a pista sentido Sul (Interior – Capital) tem tráfego congestionado em Jundiaí devido ao tráfego intenso.

    Na Dutra, a pista sentido SP – RIO registra tráfego lento na pista Marginal devido ao excesso de veículos.

    Confira a cobertura ao vivo.

  • Alimentos que comprovadamente fazem mal à saúde

    Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), esses alimentos devem ser evitados ao máximo. Todos da lista são extremamente prejudiciais à saúde.

  • Vanderlan critica falta de investimentos em ciência e tecnologia

    O senador Vanderlan Cardoso (PP-GO) criticou a falta de investimentos em ciência e tecnologia, em pronunciamento nesta quinta-feira (14). Presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), ele ressaltou a importância da comissão para o setor.

    — Nós não vamos ficar ali durante dois anos discutindo simplesmente para onde vai essa rádio, essa concessão, somente na área da comunicação. Vamos ter diálogo sobre isso. Mas eu quero debater é ciência, é tecnologia, para resolvermos os problemas deste país, que está muito atrasado. É por isso que a CCT é de fundamental importância e nós temos que virar o foco para a ciência e a tecnologia, se nós quisermos voltar a crescer nesse país.

    O senador criticou os aumentos abusivos das agências reguladoras de energia elétrica. Ele ressaltou ainda que o Brasil precisa voltar a gerar empregos e renda, mas tem deixado de lado a busca por alternativas, principalmente na área da energia.

    — As agências reguladoras de energia produzem aumentos abusivos. Em Goiás aconteceu o abuso: a inflação, no último ano, foi algo em torno de 3,5%, mas o aumento da energia para o grande consumidor foi de 26%, e para o consumidor de baixa renda, ou seja, o pequeno consumidor, foi de 16%. O mundo avançou tanto na produção de energia e nós fomos ficando para trás — reclamou. Por Agência Senado.

  • Presidente da Vale vai ao Senado falar sobre segurança das barragens

    A Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) quer ouvir o presidente da Vale sobre a segurança das barragens da companhia.

    O convite foi sugerido pela senadora Rose de Freitas (Pode-ES) e aprovado na primeira reunião do colegiado em 2019, que terá o senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL) como presidente.

    A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado.

  • Isenção no pagamento dos pedágios pode voltar à análise dos senadores

    O senador Esperidião Amin (PP-SC) quer que o Senado vote o projeto de sua autoria que isenta do pagamento de pedágio o veículo cujo proprietário more ou trabalhe na cidade onde é feita a cobrança (PLC 8/2013). A proposta foi arquivada no final do ano passado, mas Amim já pediu que ela volte a tramitar. O requerimento de desarquivamento está pronto para ser votado em Plenário.

    O senador, que apresentou o projeto na legislatura passada, quando era deputado federal, argumenta que as concessões de rodovias trouxeram prejuízos para a população das cidades onde foram instalados os pedágios. Para mudar essa situação, Amim condiciona a isenção do pedágio ao credenciamento dos veículos, segundo regulamentação feita posteriormente à promulgação da regra. Nos casos das concessões de rodovias já em vigor, o projeto permitiria ao concessionário pedir o reajuste do valor da tarifa do pedágio, como uma forma de compensar a redução de arrecadação decorrente das isenções concedidas.

    O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e enviado ao Senado em março de 2011. Ele também recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) em abril de 2016, mas, como não obteve um parecer conclusivo da Comissão de Serviços de Infra-Estrutura (CI), foi enviado ao arquivo ao final da legislatura passada, de acordo com o que determina o Regimento Interno do Senado. Caso o projeto seja reativado, ele deve voltar à pauta da CI.

    Votação dividida

    Relator na CCJ, o ex-senador Benedito de Lira (PP-AL), concordou com a argumentação de Amim. “A política de concessão de rodovias gerou uma injustiça social, uma espécie de punição à população dos municípios onde são cobrados estes pedágios”, escreveu Lira em seu relatório.

    Na CCJ, o ex-senador Valdir Raupp (MDB-RO) apresentou um voto em separado, pela rejeição do PLC 8/2013. Raupp citou que, em 2005, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional proposta semelhante aprovada pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo. De acordo com o acórdão do STF, “a lei estadual afeta o equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão celebrado pela administração capixaba (…), afronta evidente ao princípio da harmonia entre os poderes, na medida em que o Poder Legislativo pretende substituir o Executivo na gestão dos contratos administrativos celebrados”.

    Raupp sustentou ainda que a proposta geraria “insegurança jurídica”. E criticou o projeto por estabelecer uma “espécie negativa de subsídio cruzado, pois causará um aumento da tarifa para quem não tiver a isenção”.

    — Esta situação, caso prospere, na prática vai inviabilizar diversas concessões, pois provocará quedas de receitas de até 70% — ponderou.

    Os argumentos foram contestados na ocasião por Lira, para quem, ao prever a possibilidade de renegociação contratual, o PLC 8/2013 resguardaria o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão. Na votação, o parecer de Lira foi aprovado com o voto contrário de Raupp e de outros cinco senadores.

    Na CI, onde o projeto chegou em 2018, o ex-senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) foi designado relator. A comissão aprovou a realização de uma audiência pública para discutir o projeto. Porém, em novembro, diante da não realização do debate, Flexa pediu que o seu cancelamento para que o projeto pudesse entrar em pauta. Não houve, no entanto, tempo para votação na CI até o final de 2018. Por Agência Senado.