Blog

  • Globo gasta verba milionária em publicidade para reverter queda de audiência

    Enfrentando uma concorrência cada vez maior, a Rede Globo perdeu espaço para outras atrações da tv aberta, tv paga e para Netflix e cia. Numa tentativa de amenizar a perda, a emissora carioca abriu os cofres para realizar campanhas de publicidade. Os valores não foram divulgados, mas segundo especialistas em marketing digital, é um gasto considerável.

    Durante décadas a Globo teve mais de 90% da audiência e nunca precisou recorrer a outros meios para divulgar seus programas. A divulgação sempre ocorria em sua própria programação e telejornais, além dos intervalos. É a primeira vez que a emissora recorre a revistas, painéis de LED, sites e redes sociais. Twitter, Facebook e Google são as principais plataformas utilizadas nessa divulgação.

  • Governo não vai aumentar impostos, afirma Onyx

    O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro se ”equivocou” e o governo não vai aumentar impostos.

    Na manhã dessa sexta-feira (4), Bolsonaro informou que iria reduzir a alíquota máxima do imposto de renda, de 27,5% para 25%, e aumentar o IOF, imposto sobre operações financeiras.

    Sobre a reforma da previdência, o presidente anunciou que haveria uma transição de modo que, ao fim do governo dele, em 2022, os homens pudessem se aposentar por idade aos 62 anos e as mulheres, aos 57.

    No fim do dia, Onyx declarou que um dos princípios do atual governo é não aumentar a carga tributária.

    Acrescentou que, quando o Planalto decidiu conceder incentivos fiscais para as superintendências de desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste, a equipe da Receita Federal chegou a propor o aumento do IOF. Seria uma forma de compensar a despesa para garantir o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas, segundo o ministro da Casa Civil, o governo rejeitou.

    Foi sobre isso que Jair Bolsonaro se ”equivocou”, nas palavras de Onyx Lorenzoni.

    “O presidente [Jair Bolsonaro] ontem (3) assinou a sanção. Este poderia ter sido o caminho de hoje, assinado o decreto. A solução [de não aumentar o IOF foi encontrada porque a equipe da Receita e da Casa Civil buscou a solução. E nós optamos, validamos com o presidente, por essa solução”, afirmou o ministro.

    O ministro afirmou que os incentivos fiscais não vão impactar as contas do governo este ano. Disse também que a equipe econômica ainda não decidiu sobre a redução da alíquota mais alta do Imposto de Renda e que a proposta de reforma da Previdência ainda não foi concluída.

    Com informações da Agência Brasil, da Rádio Nacional, em Brasília, Victor Ribeiro.

  • Vila Madalena prepara o “esquenta” do carnaval 2019 de São Paulo


  • Proibição de casamento antes dos 16 anos será votada pelo Plenário

    Pode ser analisado em 2019 pelo Plenário do Senado o projeto que proíbe definitivamente o casamento de menores de 16 anos. O PLC 56/2018, já aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), tem pedido de urgência e está pronto para a análise do Plenário.

    De acordo com o Código Civil, o casamento é permitido após a maioridade civil (18 anos) ou após os 16 anos, com a autorização dos pais. Para menores de 16 anos, o casamento só é admitido em caso de gravidez ou para evitar imposição ou cumprimento de pena criminal, já que ter relações sexuais com menores de 14 anos é crime com pena que vai de 8 a 15 anos de reclusão.

    Apesar de o Código Penal não prever mais a extinção da pena com o casamento, a menção a essa situação não foi revogada no Código Civil. Para a deputada Laura Carneiro (DEM-RJ), autora do texto, a presença dessa redação na lei, ainda que sem eficácia, atenta tanto contra a dignidade das crianças quanto contra a imagem do país no exterior. Para ela, a mudança na lei é um avanço. A relatora, senadora Marta Suplicy (MDB-SP), concorda.

    — O projeto atende a um mundo que mudou. Tem que ser encarada a questão das meninas, e por que não dizer dos meninos também, que são obrigados a casamentos que não fazem o menor sentido — disse Marta.

    Relatório do Banco Mundial aponta que o número de matrículas de meninas no ensino secundário (parte do ensino fundamental e todo o ensino médio) e o coeficiente de emprego das mulheres são mais altos onde a idade legal para elas se casarem é 18 anos ou mais.

    “Níveis educacionais mais baixos devido ao casamento infantil também podem afetar a capacidade da mulher de conseguir emprego”, aponta o relatório. Por Agência Senado.

  • Abuso psicológico agora é crime na Irlanda

    A Lei da Violência Doméstica, que entrou em vigor na Irlanda este mês, passa a oferecer maior proteção às vítimas do chamado “controle coercitivo”, considerado crime. A prática, também identificada como abuso psicológico, envolve situações de humilhação e intimidação por uma das partes do relacionamento, sendo um meio de obter controle e poder sobre a vítima.

  • Volkswagen confirma T-Cross no Brasil: SUV será lançado em abril

    Com o fim da produção da SpaceFox, a Volkswagen confirmou que o T-Cross será lançado no mercado brasileiro. Modelo chega com motores 1.0 TSI e 1.4 TSI com preços que vão de R$ 85 mil a R$ 115 mil.

  • Em queda, Globo encerra o ano com a pior audiência desde 2012


  • Sexta-feira começa com trânsito complicado nas rodovias paulistas


  • Comissão de Infraestrutura analisará projeto sobre ferrovias privadas

    A Comissão de Infraestrutura (CI) deve iniciar os trabalhos em 2019 com a discussão de um projeto que permite à iniciativa privada a construção e a operação de suas próprias ferrovias. O PLS 261/2018, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), já foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em dezembro.

    A “rodoviarização” do Brasil a partir dos anos 1960, quando se abandonou o sistema ferroviário para implantar o sistema rodoviário, levou o país ao retrocesso, argumenta Serra na justificativa do projeto.

    “As ferrovias transportam somente 15% das cargas no país. Em extensão de trilhos ativos, retrocedemos aos níveis de 1911, apesar de todos os avanços em produtividade e segurança. A grande maioria de nossas metrópoles está acometida de engarrafamentos que poderiam ser fortemente reduzidos pela extensão da rede de trilhos”, afirma.

    Na defesa do projeto, Serra ainda diz que há um mito de que o transporte de passageiros por ferrovias é antieconômico. Mas as experiências japonesa e norte-americana mostram que a exploração das áreas do entono das estações e das linhas — as chamadas áreas lindeiras — são um grande fator de complemento de renda das ferrovias, sustenta o senador.

    O senador Paulo Rocha (PT-PA), que participou das discussões na CAE, antecipou que pretende pedir uma audiência pública na CI para debater a proposta.

    — Quando as estradas de ferro brasileiras foram construídas, pensou-se apenas na integração com as rodovias. Mas existe uma alternativa, sobretudo na Região Norte: as hidrovias. Precisamos de um projeto que articule os três modais: rodovias, ferrovias e hidrovias.

    O que diz o projeto

    A exploração das ferrovias se dará por uma autorização, em que o governo primeiro fará uma chamada pública de interessados. A competição entre empresas explorando a mesma região geográfica está prevista como forma de incentivar a competição e a modicidade dos preços.

    Está prevista a utilização de um mesmo trecho ferroviário por várias empresas, não ocorrendo a exclusividade no trecho, como atualmente ocorre.

    Também será criada uma entidade privada de autorregulamentação ferroviária, composta proporcionalmente de concessionários ferroviários (60%), passageiros (15%), embarcadores de carga (20%) e indústria ferroviária (5%).

    Além disso, uma série de regras sobre fiscalização, financiamento e desativamento de ramais está prevista no projeto.

    Segundo a relatora do projeto na CAE, senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), o projeto se inspira no modelo norte-americano do Staggers Rail Act, que modernizou o setor ferroviário.

    — Em 1980, o novo modelo implantado nos Estados Unidos salvou o mercado ferroviário americano da falência ao proporcionar a redução do preço do frete ferroviário em 50% e incrementar o volume da carga e a produtividade em 100% e 150%, respectivamente. Por Agência Senado.

  • ANS muda cálculo de reajuste dos planos de saúde em 2019; oito milhões de pessoas serão atingidas

    Em 2019, o cálculo do reajuste máximo anual dos planos de saúde será diferente.

    A mudança, segundo a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar – deve atingir oito milhões de pessoas e começa a valer a partir de maio.

    Mas, o que muda?

    Durante muito tempo, o aumento para esses planos individuais e familiares contratados a partir de 1999 era baseado na variação dos planos coletivos com mais de trinta participantes.

    Mas, agora uma nova fórmula vai estipular o aumento máximo da mensalidade calculando as despesas assistênciais das operadoras de saúde mais a variação do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo.

    O Diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Rogério Scarabel, detalha como será.

    Para chegar ao índice anual de reajuste, a ANS vai descontar a eficiência na gestão dos planos e também a variação de gastos pela faixa etária.

    Segundo o órgão, esses fatores devem contribuir para diminuir o reajuste e beneficiar quem tem esse tipo de plano de saúde.

    O Diretor de Normas da Agência, Rogério Scarabel, esclarece.

    Em nota, a Abrangi disse que o novo cálculo do reajuste não acabará com o desequilíbrio nas contas das operadoras nos últimos anos, mas que poderá ser modelo transitório que oferecerá mais transparência e segurança.