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  • Empresas aéreas devem embarcar clientes da 123 Milhas, diz ANAC

    Empresas aéreas devem embarcar clientes da 123 Milhas, diz ANAC

    A Agência Nacional de Aviação Civil emitiu uma resolução que obriga as companhias aéreas a embarcarem os passageiros que compraram bilhetes pela 123 Milhas.

    A medida visa garantir o direito dos consumidores que já adquiriram pacotes de viagens e passagens aéreas pela empresa, que é investigada por crimes contra o consumidor, pirâmide financeira e estelionato.

    A 123 Milhas é uma empresa que vende passagens aéreas com desconto, usando milhas compradas de terceiros. Segundo a empresa, ela possui um sistema que busca as melhores combinações de voos e preços para os clientes. No entanto, muitos consumidores relataram que tiveram suas passagens canceladas sem aviso prévio ou reembolso, ficando sem opção de viagem.

    A empresa alegou que teve problemas com os fornecedores de milhas e que foi afetada pela pandemia de Covid-19, que reduziu a demanda por viagens aéreas. A empresa também entrou com um pedido de recuperação judicial, alegando que possui uma dívida de R$ 300 milhões.

    A ANAC informou que as companhias aéreas devem cumprir o contrato de transporte com os clientes da 123 Milhas, independentemente da situação da empresa intermediária. A agência também orientou os consumidores a verificarem a confirmação das suas reservas junto às empresas aéreas e a registrarem reclamações nos canais oficiais da ANAC, do Procon ou da plataforma consumidor.gov.br.

    A Defensoria Pública de Minas Gerais ajuizou uma ação civil pública para indenizar os consumidores afetados pelo cancelamento das passagens da 123 Milhas. A defensora pública Ana Carolina Lopes afirmou que a empresa violou os direitos dos consumidores ao não prestar informações claras e transparentes sobre os serviços contratados e ao não oferecer alternativas ou reembolso em caso de cancelamento.

    A CPI de Pirâmides Financeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais também investiga a 123 Milhas por suspeita de prática de pirâmide financeira e estelionato. A comissão pediu a condução coercitiva dos sócios da empresa, que faltaram à sessão convocada para esclarecer as denúncias. O presidente da CPI, deputado Ulysses Gomes, disse que a empresa lesou milhares de pessoas e que vai cobrar responsabilidades.

    A medida visa garantir o direito dos consumidores que já adquiriram pacotes de viagens e passagens aéreas pela empresa, que é investigada por crimes contra o consumidor, pirâmide financeira e estelionato.

    A 123 Milhas é uma empresa que vende passagens aéreas com desconto, usando milhas compradas de terceiros. Segundo a empresa, ela possui um sistema que busca as melhores combinações de voos e preços para os clientes. No entanto, muitos consumidores relataram que tiveram suas passagens canceladas sem aviso prévio ou reembolso, ficando sem opção de viagem.

    A empresa alegou que teve problemas com os fornecedores de milhas e que foi afetada pela pandemia de Covid-19, que reduziu a demanda por viagens aéreas. A empresa também entrou com um pedido de recuperação judicial, alegando que possui uma dívida de R$ 300 milhões.

    A ANAC informou que as companhias aéreas devem cumprir o contrato de transporte com os clientes da 123 Milhas, independentemente da situação da empresa intermediária. A agência também orientou os consumidores a verificarem a confirmação das suas reservas junto às empresas aéreas e a registrarem reclamações nos canais oficiais da ANAC, do Procon ou da plataforma consumidor.gov.br.

    A Defensoria Pública de Minas Gerais ajuizou uma ação civil pública para indenizar os consumidores afetados pelo cancelamento das passagens da 123 Milhas. A defensora pública Ana Carolina Lopes afirmou que a empresa violou os direitos dos consumidores ao não prestar informações claras e transparentes sobre os serviços contratados e ao não oferecer alternativas ou reembolso em caso de cancelamento.

    A CPI de Pirâmides Financeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais também investiga a 123 Milhas por suspeita de prática de pirâmide financeira e estelionato. A comissão pediu a condução coercitiva dos sócios da empresa, que faltaram à sessão convocada para esclarecer as denúncias. O presidente da CPI, deputado Ulysses Gomes, disse que a empresa lesou milhares de pessoas e que vai cobrar responsabilidades.

  • 123 milhas: entenda o que está acontecendo e o que fazer se você comprou passagens

    123 milhas: entenda o que está acontecendo e o que fazer se você comprou passagens

    A empresa 123 Milhas anunciou a suspensão temporária de sua linha promocional de passagens aéreas, que oferecia datas flexíveis de embarque.

    A medida afeta os clientes que compraram pacotes para viajar entre setembro e dezembro de 2023. A empresa alega que a decisão foi tomada por causa das condições adversas do mercado.

    Os clientes que já receberam as passagens emitidas não serão prejudicados e poderão viajar normalmente. Já os que ainda não receberam terão o valor pago devolvido em forma de vouchers, que poderão ser usados para comprar outros produtos na 123 Milhas. Os vouchers terão uma correção monetária de 150% do CDI e poderão ser solicitados pelos canais oficiais da empresa.

    No entanto, os consumidores que se sentirem lesados podem recorrer à Justiça e aos órgãos de defesa do consumidor para exigir o reembolso em dinheiro. Segundo a advogada Renata Abalém, o contrato de adesão não pode sobrepor a legislação, que garante o direito de escolha do cliente em caso de falha na prestação de serviços. Ela também orienta os clientes a tentarem renegociar as despesas com hospedagem, alimentação e passeios que foram contratadas por fora da 123 Milhas.

    A medida afeta os clientes que compraram pacotes para viajar entre setembro e dezembro de 2023. A empresa alega que a decisão foi tomada por causa das condições adversas do mercado.

    Os clientes que já receberam as passagens emitidas não serão prejudicados e poderão viajar normalmente. Já os que ainda não receberam terão o valor pago devolvido em forma de vouchers, que poderão ser usados para comprar outros produtos na 123 Milhas. Os vouchers terão uma correção monetária de 150% do CDI e poderão ser solicitados pelos canais oficiais da empresa.

    No entanto, os consumidores que se sentirem lesados podem recorrer à Justiça e aos órgãos de defesa do consumidor para exigir o reembolso em dinheiro. Segundo a advogada Renata Abalém, o contrato de adesão não pode sobrepor a legislação, que garante o direito de escolha do cliente em caso de falha na prestação de serviços. Ela também orienta os clientes a tentarem renegociar as despesas com hospedagem, alimentação e passeios que foram contratadas por fora da 123 Milhas.