Tag: Açúcar

  • Como as células cancerosas se adaptam à falta de açúcar

    Como as células cancerosas se adaptam à falta de açúcar

    As células cancerosas precisam de muito açúcar para se multiplicar. O açúcar é a principal fonte de energia para as células normais e também para as malignas. Mas o que acontece quando o açúcar fica escasso no organismo? As células cancerosas conseguem sobreviver sem ele?

    Um estudo recente publicado na revista Nature Communications revelou que as células cancerosas têm uma estratégia alternativa para obter energia na ausência de açúcar. Elas usam um tipo de gordura chamada ceramida como combustível.

    A ceramida é uma molécula que faz parte da membrana das células e também tem funções importantes na sinalização celular, na inflamação e na morte celular programada. Ela é produzida a partir de outros tipos de gordura, como o ácido palmítico.

    Os pesquisadores descobriram que as células cancerosas aumentam a produção de ceramida quando o açúcar está baixo. Eles também observaram que a ceramida é transportada para dentro das mitocôndrias, as organelas responsáveis pela produção de energia nas células. Lá, a ceramida é quebrada em partes menores e usada como fonte de energia.

    Essa descoberta pode ter implicações importantes para o tratamento do câncer. Se as células cancerosas dependem da ceramida para sobreviver sem açúcar, bloquear a sua produção ou transporte pode ser uma forma de matá-las. Além disso, a ceramida pode ser usada como um biomarcador para identificar tumores que são mais resistentes à falta de açúcar.

    O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade de Louvain, na Bélgica, e contou com a colaboração de cientistas da França, da Alemanha e dos Estados Unidos. Eles usaram técnicas avançadas de biologia molecular, bioquímica e microscopia para analisar o metabolismo das células cancerosas em diferentes condições.

    O câncer é uma doença complexa e heterogênea, que envolve diversas alterações genéticas e metabólicas nas células. Entender como as células cancerosas se adaptam ao ambiente e aos tratamentos é fundamental para desenvolver novas estratégias terapêuticas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Fonte: Link.

    Um estudo recente publicado na revista Nature Communications revelou que as células cancerosas têm uma estratégia alternativa para obter energia na ausência de açúcar. Elas usam um tipo de gordura chamada ceramida como combustível.

    A ceramida é uma molécula que faz parte da membrana das células e também tem funções importantes na sinalização celular, na inflamação e na morte celular programada. Ela é produzida a partir de outros tipos de gordura, como o ácido palmítico.

    Os pesquisadores descobriram que as células cancerosas aumentam a produção de ceramida quando o açúcar está baixo. Eles também observaram que a ceramida é transportada para dentro das mitocôndrias, as organelas responsáveis pela produção de energia nas células. Lá, a ceramida é quebrada em partes menores e usada como fonte de energia.

    Essa descoberta pode ter implicações importantes para o tratamento do câncer. Se as células cancerosas dependem da ceramida para sobreviver sem açúcar, bloquear a sua produção ou transporte pode ser uma forma de matá-las. Além disso, a ceramida pode ser usada como um biomarcador para identificar tumores que são mais resistentes à falta de açúcar.

    O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade de Louvain, na Bélgica, e contou com a colaboração de cientistas da França, da Alemanha e dos Estados Unidos. Eles usaram técnicas avançadas de biologia molecular, bioquímica e microscopia para analisar o metabolismo das células cancerosas em diferentes condições.

    O câncer é uma doença complexa e heterogênea, que envolve diversas alterações genéticas e metabólicas nas células. Entender como as células cancerosas se adaptam ao ambiente e aos tratamentos é fundamental para desenvolver novas estratégias terapêuticas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Fonte: Link.

  • Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Adoçantes artificiais fazem mal à saúde? Veja o que diz a OMS

    Você costuma usar adoçante no lugar do açúcar para tentar emagrecer ou evitar o diabetes? Se sim, você pode estar cometendo um engano. Segundo uma nova diretriz da Organização Mundial de Saúde (OMS), os adoçantes artificiais devem ser usados apenas por quem já tem diabetes e em quantidades mínimas.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

    A OMS analisou uma série de estudos sobre os efeitos dos adoçantes artificiais na saúde e concluiu que eles não ajudam a emagrecer nem a prevenir o diabetes. Pelo contrário, eles podem aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, além de reduzir a expectativa de vida.

    Os adoçantes artificiais são substâncias químicas que imitam o sabor do açúcar, mas sem fornecer calorias ou nutrientes. Eles são encontrados em diversos produtos industrializados, como refrigerantes, sucos, balas, bolos e biscoitos. Entre os mais comuns estão o acesulfame K, aspartame, advantame, ciclamatos, neotame, sacarina, sucralose, estévia e seus derivados.

    Segundo Francesco Branca, diretor de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, as pessoas deveriam reduzir o consumo de açúcares livres (aqueles que são adicionados aos alimentos ou bebidas) e optar por alimentos com açúcares naturais, como frutas, ou alimentos e bebidas sem açúcar.

    “Adoçantes artificiais não são fatores dietéticos essenciais e não têm valor nutricional. As pessoas devem reduzir completamente a doçura da dieta, começando cedo na vida, para melhorar sua saúde”, afirma o especialista.

    A recomendação da OMS é que os adultos consumam no máximo 25 gramas de açúcar por dia (o equivalente a seis colheres de chá). Já os adoçantes artificiais devem ser usados com moderação e apenas por quem tem diabetes diagnosticado.

    Para Levimar Araújo, presidente do departamento de Diabetes Mellitus da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a posição da OMS vai ao encontro do que os médicos já observam há algum tempo.

    “O estudo chama a atenção de que a gente deve reduzir ao máximo tanto a quantidade de açúcar quanto de alimentos artificiais no dia a dia, utilizando-os o mínimo possível”, diz o especialista. “O que a gente vê por aí são pessoas que substituem o açúcar pelo adoçante, mas continuam consumindo alimentos extremamente açucarados, com excesso de adoçante que, por ser um produto químico, também faz mal à saúde quando usado em excesso”, completa.

    Segundo o médico, as pessoas devem olhar para seus hábitos alimentares de maneira ampla, buscando comer mais alimentos naturais e em composições equilibradas. Ou seja, além de evitar adoçar o cafezinho com açúcar ou adoçante, deve-se prestar atenção aos rótulos de alimentos industrializados que são ricos em adoçantes químicos artificiais.

    Fonte: Link.

  • Como reduzir o consumo de açúcar e prevenir doenças

    Como reduzir o consumo de açúcar e prevenir doenças

    O açúcar é um ingrediente que está presente em muitos alimentos e bebidas que consumimos no dia a dia. Ele é responsável por dar sabor doce e energia ao nosso organismo, mas também pode trazer diversos problemas de saúde se consumido em excesso.

    O consumo excessivo de açúcar pode aumentar o risco de doenças como obesidade, diabetes, esteatose hepática, hipertensão e doenças cardiovasculares. Isso acontece porque o açúcar eleva os níveis de glicose e insulina no sangue, o que pode causar resistência à insulina, inflamação, acúmulo de gordura no fígado e nos vasos sanguíneos.

    Além disso, o açúcar pode causar dependência, pois estimula a liberação de serotonina, um neurotransmissor que regula o humor e o bem-estar. Quando os níveis de glicose caem, sentimos vontade de comer mais doces para recuperar a sensação de prazer.

    Mas isso não significa que devemos eliminar completamente o açúcar da nossa alimentação. O açúcar também tem benefícios para a saúde, pois fornece glicose, um combustível essencial para o funcionamento do cérebro, da retina e dos rins. A glicose é necessária para manter a concentração, a memória, a visão e a filtração renal.

    O que devemos fazer é reduzir o consumo de açúcar refinado e processado, que é adicionado aos alimentos industrializados, como refrigerantes, sucos artificiais, bolos, biscoitos, sorvetes, chocolates e balas. Esses alimentos são pobres em nutrientes e ricos em calorias vazias.

    Uma forma de reduzir o consumo de açúcar refinado é substituí-lo por fontes naturais de açúcar, como as frutas. As frutas contêm frutose, um tipo de açúcar que tem menor impacto na glicemia e na insulina do que a sacarose (açúcar de mesa). Além disso, as frutas são ricas em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que trazem benefícios para a saúde.

    Outra forma de reduzir o consumo de açúcar refinado é evitar o consumo de alimentos processados e optar por alimentos naturais e integrais, como verduras, legumes, cereais, grãos, oleaginosas e proteínas magras. Esses alimentos têm menor índice glicêmico e maior valor nutricional do que os alimentos refinados.

    Também é importante controlar as porções e a frequência do consumo de doces. O ideal é consumir doces apenas ocasionalmente e em pequenas quantidades. Uma dica é escolher um dia da semana para comer um doce que você goste muito e se satisfazer com ele.

    Reduzir o consumo de açúcar não é fácil, mas é possível com hábitos alimentares saudáveis e equilibrados. Ao diminuir a ingestão de açúcar refinado e processado, você estará prevenindo doenças e melhorando a sua qualidade de vida.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

    O consumo excessivo de açúcar pode aumentar o risco de doenças como obesidade, diabetes, esteatose hepática, hipertensão e doenças cardiovasculares. Isso acontece porque o açúcar eleva os níveis de glicose e insulina no sangue, o que pode causar resistência à insulina, inflamação, acúmulo de gordura no fígado e nos vasos sanguíneos.

    Além disso, o açúcar pode causar dependência, pois estimula a liberação de serotonina, um neurotransmissor que regula o humor e o bem-estar. Quando os níveis de glicose caem, sentimos vontade de comer mais doces para recuperar a sensação de prazer.

    Mas isso não significa que devemos eliminar completamente o açúcar da nossa alimentação. O açúcar também tem benefícios para a saúde, pois fornece glicose, um combustível essencial para o funcionamento do cérebro, da retina e dos rins. A glicose é necessária para manter a concentração, a memória, a visão e a filtração renal.

    O que devemos fazer é reduzir o consumo de açúcar refinado e processado, que é adicionado aos alimentos industrializados, como refrigerantes, sucos artificiais, bolos, biscoitos, sorvetes, chocolates e balas. Esses alimentos são pobres em nutrientes e ricos em calorias vazias.

    Uma forma de reduzir o consumo de açúcar refinado é substituí-lo por fontes naturais de açúcar, como as frutas. As frutas contêm frutose, um tipo de açúcar que tem menor impacto na glicemia e na insulina do que a sacarose (açúcar de mesa). Além disso, as frutas são ricas em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes, que trazem benefícios para a saúde.

    Outra forma de reduzir o consumo de açúcar refinado é evitar o consumo de alimentos processados e optar por alimentos naturais e integrais, como verduras, legumes, cereais, grãos, oleaginosas e proteínas magras. Esses alimentos têm menor índice glicêmico e maior valor nutricional do que os alimentos refinados.

    Também é importante controlar as porções e a frequência do consumo de doces. O ideal é consumir doces apenas ocasionalmente e em pequenas quantidades. Uma dica é escolher um dia da semana para comer um doce que você goste muito e se satisfazer com ele.

    Reduzir o consumo de açúcar não é fácil, mas é possível com hábitos alimentares saudáveis e equilibrados. Ao diminuir a ingestão de açúcar refinado e processado, você estará prevenindo doenças e melhorando a sua qualidade de vida.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

  • Qual o melhor jeito de emagrecer segundo a ciência?

    Qual o melhor jeito de emagrecer segundo a ciência?

    É importante ter em mente que o emagrecimento saudável é um processo gradual e sustentável, por isso, mudanças realistas e orientação profissional são fundamentais.

    Existem várias maneiras cientificamente comprovadas para emagrecer, mas é importante lembrar que o melhor jeito varia de acordo com cada indivíduo. Aqui estão algumas estratégias geralmente recomendadas para perda de peso saudável:

    1. Reduzir a ingestão de calorias: Para emagrecer, é necessário que você consuma menos calorias do que gasta. A redução de calorias pode ser alcançada através de uma combinação de mudanças na dieta e no estilo de vida.
    2. Fazer exercícios físicos: O exercício físico é uma parte importante da perda de peso e manutenção da saúde. Além de ajudar a queimar calorias, o exercício aumenta o metabolismo e ajuda a manter a massa muscular.
    3. Comer alimentos saudáveis: Comer alimentos saudáveis como frutas, verduras, legumes, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis ajudará a garantir que você obtenha os nutrientes necessários para uma boa saúde, além de ajudar a manter a saciedade.
    4. Evitar alimentos processados e ricos em açúcar: Alimentos processados e ricos em açúcar são geralmente ricos em calorias e pobres em nutrientes, o que pode levar a um aumento de peso. É importante limitar a ingestão desses alimentos.
    5. Dormir bem: A privação do sono pode aumentar o risco de ganho de peso, pois pode afetar os hormônios que controlam o apetite e o metabolismo. Dormir bem é importante para manter um peso saudável.
    6. Procurar ajuda profissional: Se você está tendo dificuldade em emagrecer, pode ser útil procurar a ajuda de um profissional da saúde, como um nutricionista, médico ou treinador pessoal.

    Lembre-se que emagrecer de forma saudável é um processo gradual e pode levar tempo. É importante fazer mudanças realistas e sustentáveis na dieta e no estilo de vida, e não esperar resultados imediatos. Consulte sempre um profissional da saúde antes de iniciar qualquer programa de perda de peso ou mudança na dieta.

    Existem várias maneiras cientificamente comprovadas para emagrecer, mas é importante lembrar que o melhor jeito varia de acordo com cada indivíduo. Aqui estão algumas estratégias geralmente recomendadas para perda de peso saudável:

    1. Reduzir a ingestão de calorias: Para emagrecer, é necessário que você consuma menos calorias do que gasta. A redução de calorias pode ser alcançada através de uma combinação de mudanças na dieta e no estilo de vida.
    2. Fazer exercícios físicos: O exercício físico é uma parte importante da perda de peso e manutenção da saúde. Além de ajudar a queimar calorias, o exercício aumenta o metabolismo e ajuda a manter a massa muscular.
    3. Comer alimentos saudáveis: Comer alimentos saudáveis como frutas, verduras, legumes, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis ajudará a garantir que você obtenha os nutrientes necessários para uma boa saúde, além de ajudar a manter a saciedade.
    4. Evitar alimentos processados e ricos em açúcar: Alimentos processados e ricos em açúcar são geralmente ricos em calorias e pobres em nutrientes, o que pode levar a um aumento de peso. É importante limitar a ingestão desses alimentos.
    5. Dormir bem: A privação do sono pode aumentar o risco de ganho de peso, pois pode afetar os hormônios que controlam o apetite e o metabolismo. Dormir bem é importante para manter um peso saudável.
    6. Procurar ajuda profissional: Se você está tendo dificuldade em emagrecer, pode ser útil procurar a ajuda de um profissional da saúde, como um nutricionista, médico ou treinador pessoal.

    Lembre-se que emagrecer de forma saudável é um processo gradual e pode levar tempo. É importante fazer mudanças realistas e sustentáveis na dieta e no estilo de vida, e não esperar resultados imediatos. Consulte sempre um profissional da saúde antes de iniciar qualquer programa de perda de peso ou mudança na dieta.

  • Estudo liga consumo de bebidas açucaradas ao risco de câncer colorretal


    As taxas de câncer colorretal em pessoas com menos de 50 anos aumentaram consideravelmente nos últimos anos.

    Embora os pesquisadores ainda não saibam exatamente por qual motivo, um novo estudo que analisou mulheres e suas dietas sugere que bebidas adoçadas com açúcar podem ter algum papel nesses números.

    (mais…)
  • Exportações brasileiras de açúcar tiveram alta de 84% em julho

    Dados da CNA também apresentam aumento das exportações de frutas e oleaginosas

    Ouça na W:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.

    Fonte: Brasil 61


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Imposto sobre açúcar aumenta preço da Coca-Cola em 40% no Reino Unido

    Nesta sexta-feira (6) entra em vigor no Reino Unido uma lei que obriga fabricantes de refrigerantes e outras bebidas não alcoólicas a pagar uma taxa sobre os produtos com adição de açúcar. A medida tem como objetivo ajudar a combater a obesidade, um problema que atinge um a cada quatro adultos do país – o maior percentual de toda a Europa Ocidental. Mas a medida já encontra críticos que duvidam de sua eficácia.

    A reportagem completa foi ao ar no Linha Direta, pela RFI Brasil. Confira abaixo: