Tag: África

  • Como o Brasil se tornou um dos principais destinos dos imigrantes africanos

    Como o Brasil se tornou um dos principais destinos dos imigrantes africanos

    O Brasil é um dos países que mais recebe imigrantes africanos no mundo.

    Segundo dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Brasil acolheu mais de 200 mil africanos entre 2000 e 2015, sendo o quarto país com maior número de imigrantes do continente africano, atrás apenas dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido.

    Mas o que faz do Brasil um destino tão atraente para os africanos? Quais são os benefícios e os desafios de viver no país?

    Economia e emprego

    Uma das principais motivações dos imigrantes africanos é a busca por oportunidades de trabalho e renda. O Brasil tem uma economia crescente e um alto nível de emprego, especialmente nos setores de serviços, indústria e agricultura. O país também tem uma demanda por mão de obra qualificada em áreas como saúde, educação e tecnologia.

    O Brasil tem uma legislação migratória flexível, que facilita a entrada e a regularização de estrangeiros no país. O Brasil também oferece asilo para pessoas que fogem de conflitos e perseguições em seus países de origem. Além disso, o Brasil tem acordos de cooperação com vários países africanos, que permitem a concessão de vistos especiais para estudantes, professores, pesquisadores, artistas e profissionais.

    História e cultura

    O Brasil tem uma história de laços culturais e afetivos com a África, pois foi o maior destino do tráfico negreiro durante a época colonial. Hoje, o Brasil tem a maior população de origem africana fora da África, cerca de 56% dos brasileiros se identificam como negros. A presença africana é marcante na cultura, na música, na dança, na culinária, no carnaval, entre outras manifestações artísticas.

    Os imigrantes africanos encontram no Brasil uma sociedade diversa e multicultural, que acolhe e respeita as diferenças étnicas, religiosas e culturais. Os africanos também contribuem para a riqueza cultural do país, trazendo suas tradições, seus idiomas, seus saberes e suas expressões.

    Desafios e perspectivas

    Apesar das vantagens de viver no Brasil, os imigrantes africanos também enfrentam desafios e dificuldades. Um deles é a barreira linguística, pois muitos africanos não falam português ou têm dificuldade em se comunicar. Outro é a questão da documentação, pois muitos chegam ao país sem documentos ou com documentos irregulares, o que dificulta o acesso a serviços públicos e privados.

    Além disso, os imigrantes africanos sofrem com o preconceito, a discriminação e a violência por parte de alguns setores da sociedade brasileira. Muitos são vítimas de racismo, xenofobia e intolerância religiosa. Muitos também são explorados no mercado de trabalho, recebendo salários baixos e condições precárias.

    Apesar desses obstáculos, os imigrantes africanos têm esperança e otimismo em relação ao seu futuro no Brasil. Eles buscam integrar-se à sociedade brasileira, participando de atividades sociais, culturais e políticas. Eles também buscam manter sua identidade africana, valorizando sua origem e sua cultura.

    O Brasil é um país acolhedor para os africanos, que encontram aqui oportunidades de crescimento pessoal e profissional. O Brasil também é um país beneficiado pela presença dos africanos, que enriquecem sua cultura e sua economia. O Brasil e a África têm muito em comum e muito a aprender um com o outro.

    Segundo dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM), o Brasil acolheu mais de 200 mil africanos entre 2000 e 2015, sendo o quarto país com maior número de imigrantes do continente africano, atrás apenas dos Estados Unidos, da França e do Reino Unido.

    Mas o que faz do Brasil um destino tão atraente para os africanos? Quais são os benefícios e os desafios de viver no país?

    Economia e emprego

    Uma das principais motivações dos imigrantes africanos é a busca por oportunidades de trabalho e renda. O Brasil tem uma economia crescente e um alto nível de emprego, especialmente nos setores de serviços, indústria e agricultura. O país também tem uma demanda por mão de obra qualificada em áreas como saúde, educação e tecnologia.

    O Brasil tem uma legislação migratória flexível, que facilita a entrada e a regularização de estrangeiros no país. O Brasil também oferece asilo para pessoas que fogem de conflitos e perseguições em seus países de origem. Além disso, o Brasil tem acordos de cooperação com vários países africanos, que permitem a concessão de vistos especiais para estudantes, professores, pesquisadores, artistas e profissionais.

    História e cultura

    O Brasil tem uma história de laços culturais e afetivos com a África, pois foi o maior destino do tráfico negreiro durante a época colonial. Hoje, o Brasil tem a maior população de origem africana fora da África, cerca de 56% dos brasileiros se identificam como negros. A presença africana é marcante na cultura, na música, na dança, na culinária, no carnaval, entre outras manifestações artísticas.

    Os imigrantes africanos encontram no Brasil uma sociedade diversa e multicultural, que acolhe e respeita as diferenças étnicas, religiosas e culturais. Os africanos também contribuem para a riqueza cultural do país, trazendo suas tradições, seus idiomas, seus saberes e suas expressões.

    Desafios e perspectivas

    Apesar das vantagens de viver no Brasil, os imigrantes africanos também enfrentam desafios e dificuldades. Um deles é a barreira linguística, pois muitos africanos não falam português ou têm dificuldade em se comunicar. Outro é a questão da documentação, pois muitos chegam ao país sem documentos ou com documentos irregulares, o que dificulta o acesso a serviços públicos e privados.

    Além disso, os imigrantes africanos sofrem com o preconceito, a discriminação e a violência por parte de alguns setores da sociedade brasileira. Muitos são vítimas de racismo, xenofobia e intolerância religiosa. Muitos também são explorados no mercado de trabalho, recebendo salários baixos e condições precárias.

    Apesar desses obstáculos, os imigrantes africanos têm esperança e otimismo em relação ao seu futuro no Brasil. Eles buscam integrar-se à sociedade brasileira, participando de atividades sociais, culturais e políticas. Eles também buscam manter sua identidade africana, valorizando sua origem e sua cultura.

    O Brasil é um país acolhedor para os africanos, que encontram aqui oportunidades de crescimento pessoal e profissional. O Brasil também é um país beneficiado pela presença dos africanos, que enriquecem sua cultura e sua economia. O Brasil e a África têm muito em comum e muito a aprender um com o outro.

  • Como o avanço da tecnologia está reescrevendo a história da evolução humana

    Como o avanço da tecnologia está reescrevendo a história da evolução humana

    Você sabia que os humanos modernos não se originaram de uma única região da África, mas de múltiplas populações ancestrais espalhadas pelo continente?

    Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista Nature, que explorou a diversidade dos genomas humanos usando novos softwares e dados genômicos de populações africanas e europeias, além de DNA neandertal.

    O estudo desafia a ideia amplamente aceita de que os humanos surgiram de um único ponto na África, baseada em parte em registros fósseis. Mas essa teoria não se encaixa bem nos dados, diz Eleanor Scerri, arqueóloga evolutiva do Instituto Max Planck de Geoantropologia em Jena, Alemanha. As ferramentas e traços físicos atribuídos ao Homo sapiens aparecem em toda a África em torno de um período similar. Se os humanos tivessem se irradiado de uma única localização, os arqueólogos esperariam ver fósseis mais recentes mais distantes de um ponto central, e mais antigos mais próximos dele.

    Os modelos usados no estudo sugerem que os humanos se originaram de uma espécie ancestral comum, mas geneticamente ligeiramente diferente, que tinha populações locais que se intercruzaram por milênios, compartilhando quaisquer diferenças genéticas que haviam evoluído. Eles também se moveram pela África ao longo do tempo. “Nossas raízes estão em uma população geral muito diversa, composta por populações locais fragmentadas”, diz Scerri. O entrelaçamento desses ramos, apenas fracamente separados por genética, deu origem a um conceito de evolução humana que os pesquisadores descreveram como um “tronco fracamente estruturado” – mais como uma videira emaranhada do que uma “árvore da vida”.

    O estudo contribui com mais evidências para a ideia de que não há um único berço na África, e que a evolução humana é um processo com raízes africanas muito profundas. Ele também mostra como o avanço da tecnologia e da disponibilidade de dados pode ajudar a esclarecer questões ainda não resolvidas sobre as origens humanas.

    Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista Nature, que explorou a diversidade dos genomas humanos usando novos softwares e dados genômicos de populações africanas e europeias, além de DNA neandertal.

    O estudo desafia a ideia amplamente aceita de que os humanos surgiram de um único ponto na África, baseada em parte em registros fósseis. Mas essa teoria não se encaixa bem nos dados, diz Eleanor Scerri, arqueóloga evolutiva do Instituto Max Planck de Geoantropologia em Jena, Alemanha. As ferramentas e traços físicos atribuídos ao Homo sapiens aparecem em toda a África em torno de um período similar. Se os humanos tivessem se irradiado de uma única localização, os arqueólogos esperariam ver fósseis mais recentes mais distantes de um ponto central, e mais antigos mais próximos dele.

    Os modelos usados no estudo sugerem que os humanos se originaram de uma espécie ancestral comum, mas geneticamente ligeiramente diferente, que tinha populações locais que se intercruzaram por milênios, compartilhando quaisquer diferenças genéticas que haviam evoluído. Eles também se moveram pela África ao longo do tempo. “Nossas raízes estão em uma população geral muito diversa, composta por populações locais fragmentadas”, diz Scerri. O entrelaçamento desses ramos, apenas fracamente separados por genética, deu origem a um conceito de evolução humana que os pesquisadores descreveram como um “tronco fracamente estruturado” – mais como uma videira emaranhada do que uma “árvore da vida”.

    O estudo contribui com mais evidências para a ideia de que não há um único berço na África, e que a evolução humana é um processo com raízes africanas muito profundas. Ele também mostra como o avanço da tecnologia e da disponibilidade de dados pode ajudar a esclarecer questões ainda não resolvidas sobre as origens humanas.

  • Como a fumaça da África afeta a Amazônia e o clima do Brasil

    Como a fumaça da África afeta a Amazônia e o clima do Brasil

    Um estudo inédito revelou que até dois terços da fuligem encontrada na floresta amazônica vem do outro lado do Atlântico, carregada por massas de ar.

    Essas partículas de fumaça têm efeitos negativos para a saúde humana e o meio ambiente. Elas retêm radiação solar, aquecendo a atmosfera, e alteram a formação das nuvens, podendo reduzir a chuva na região. Além disso, elas podem interferir no ciclo do carbono e na biodiversidade da Amazônia.

    O estudo foi liderado por Bruna Holanda, doutoranda do Max Planck Institute for Chemistry, na Alemanha, e publicado na revista Communications Earth & Environment. A pesquisa usou dados coletados em uma torre de 325 metros de altura instalada na floresta, que mede a concentração e a composição das partículas de fumaça.

    Os cientistas conseguiram diferenciar as partículas originadas na África das provenientes da própria Amazônia, pois elas apresentam características físico-químicas diferentes. As africanas são maiores e contêm menos matéria orgânica, pois são geradas por incêndios em savanas, gramados e florestas abertas, mais secos e menos densos que o bioma amazônico.

    Os períodos em que as partículas da África estão mais presentes na Amazônia são de janeiro a março e de agosto a novembro. Esses são os meses em que ocorrem mais queimadas no continente africano, principalmente na região subsaariana.

    O estudo alerta para a necessidade de monitorar os impactos da fumaça transcontinental na Amazônia e no clima do Brasil, especialmente em um cenário de mudanças climáticas e aumento das emissões de gases de efeito estufa.

    Fonte: Link.

    Essas partículas de fumaça têm efeitos negativos para a saúde humana e o meio ambiente. Elas retêm radiação solar, aquecendo a atmosfera, e alteram a formação das nuvens, podendo reduzir a chuva na região. Além disso, elas podem interferir no ciclo do carbono e na biodiversidade da Amazônia.

    O estudo foi liderado por Bruna Holanda, doutoranda do Max Planck Institute for Chemistry, na Alemanha, e publicado na revista Communications Earth & Environment. A pesquisa usou dados coletados em uma torre de 325 metros de altura instalada na floresta, que mede a concentração e a composição das partículas de fumaça.

    Os cientistas conseguiram diferenciar as partículas originadas na África das provenientes da própria Amazônia, pois elas apresentam características físico-químicas diferentes. As africanas são maiores e contêm menos matéria orgânica, pois são geradas por incêndios em savanas, gramados e florestas abertas, mais secos e menos densos que o bioma amazônico.

    Os períodos em que as partículas da África estão mais presentes na Amazônia são de janeiro a março e de agosto a novembro. Esses são os meses em que ocorrem mais queimadas no continente africano, principalmente na região subsaariana.

    O estudo alerta para a necessidade de monitorar os impactos da fumaça transcontinental na Amazônia e no clima do Brasil, especialmente em um cenário de mudanças climáticas e aumento das emissões de gases de efeito estufa.

    Fonte: Link.

  • África registra aumento de 40% no número de mortes por Covid-19 em apenas um mês

    Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o aumento no número de mortes por Covid-19 na África se deve pelas novas variantes do coronavírus encontradas na região.

    A maioria dos países no continente trava uma luta diária contra essas variantes, que são mais contagiosas e letais. Os sistemas de saúde estão sobrecarregados e ainda não há campanhas de vacinação.

    Os primeiros casos de coronavírus na África foram diagnosticados em 14 de fevereiro de 2020. Desde então, mais de 3,7 milhões de pessoas foram contagiadas e 96 mil morreram.

    Ouça na W:

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • Asteroide de 2 metros se transforma em bola de fogo ao cair na África

    Batizado de 2018 LA, o asteroide foi visto sobre o território de Botsuana a uma velocidade de 17 km/s. Este é o terceiro corpo celeste que se aproxima da Terra a ser descoberto antes da colisão.

    Ele foi descoberto no dia 2 de junho pelo projeto Catalina Sky Survey, no Arizona, EUA. Ao ser detectado pela primeira vez, o asteroide estava a uma distância considerável, próximo a órbita da Lua.

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    Embora a falta de dados de monitorização impediu a equipe de prever com precisão o local de sua queda na Terra, foram calculadas possíveis localizações, do sul da África a Papua-Nova Guiné.

    O asteroide acabou caindo sobre o território africano, perto de Botsuana, a uma velocidade de 17 km/s e se desintegrou na atmosfera provocando uma bola brilhante de fogo que iluminou o céu.

    O evento natural foi presenciado por várias testemunhas e por algumas câmeras de segurança. Com informações da Sputnik Brasil.