Tag: Água
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Crise hídrica: “Governos anteriores não investiram em prevenção e o atual finge que não existe”
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O Brasil passar pela pior crise hídrica dos últimos 90 anos. Mudanças climáticas, falta de investimento em infraestrutura e programas de conscientização da população são apontados como os principais causadores dessa situação.
A W Rádio Brasil ouviu um técnico do setor sobre o assunto e, segundo ele, desde 2014, quando os estados do sul e sudeste passaram por uma crise semelhante, muito pouco foi feito para evitar a crise atual.
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Governo emite alerta de emergência hídrica em 5 estados
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Você está pronto para o racionamento? Brasil está perto da pior crise hídrica da história
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Senado aprova novo marco legal do saneamento, que facilita privatizações
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Confira os destaques dos principais jornais do país:
Folha de São Paulo:
- A cantora e compositora MC Luanna apresentou seu novo álbum, intitulado "Irrefreável", no Palco Arouche da Virada Cultural na madrugada deste domingo (24). Leia mais (05/24/2026 – 07h13)
- O Fogo de Chão incluiu cortes suínos no rodízio da rede. Até junho, é possível provar peças como pork chops e assado de tira. Já a rede de cozinha italiana […]
- "Sou homem e minha parceira é mais rica, famosa e bem-sucedida financeira e profissionalmente. Como faço para lidar com isso?". É esta a pergunta que conduz o segundo episódio da […]
Gazeta do Povo:
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O Globo:
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O Tempo:
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Despejo de chorume no solo ou em rio poderá dar até cinco anos de prisão
Quem derramar chorume (líquido liberado no apodrecimento do lixo orgânico) no solo ou em rio poderá ser punido com pena de um a cinco anos de reclusão. O Projeto de Lei do Senado (PLS) 54/2016, que insere a possibilidade na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998), tramita em decisão final na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
O relator da proposta, senador Jorge Viana (PT-AC), observa que a prática já é punida de forma genérica pela Lei de Crimes Ambientais. Mas, por enxergar aí uma conduta “de alto desvalor”, concordou em acrescentá-la na lista de crimes de poluição que têm pena de um a cinco anos de reclusão. O desvio vai receber o mesmo tratamento dado, por exemplo, à poluição de cursos de água capaz de interromper o abastecimento de uma comunidade.
“O derrame de chorume por caminhões de lixo tem se tornado prática cada vez mais comum em muitos municípios brasileiros. O chorume é altamente nocivo quando derramado sem as devidas precauções, por contaminar o solo e os recursos hídricos”, afirma Viana no parecer.
Emenda
A proposta original, do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) pretendia punir o derramamento de chorume feito apenas por caminhão de lixo. A CMA, no entanto, decidiu aprovar uma emenda do relator ad hoc, senador Cristovam Buarque (PPS-DF), ampliando a caracterização do crime, de modo a punir o despejo do líquido tóxico “por qualquer outro veículo ou por indústria”.
Apesar de considerar a emenda da CMA “apropriada”, já que procurava não restringir a punição ao derramamento de chorume por caminhão de lixo, Viana optou por rejeitá-la e propor outra mudança no texto. Sua emenda eliminou a menção a “caminhão de lixo” do projeto, de modo a punir a conduta realizada por qualquer meio.
Depois de passar pela CCJ, a proposta será enviada direto à Câmara dos Deputados se não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado. Por Agência Senado.
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Privatização da água é tema de audiência pública interativa
Dando prosseguimento ao ciclo de encontros sobre democracia e direitos humanos, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) promove na quarta-feira (5) audiência pública interativa para debater a privatização da água. A reunião começa às 14h na sala 2 da Ala Nilo Coelho do Senado Federal.
Foram convidados para a audiência o presidente do Sindiágua-RS e dirigente da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), Arilson Wunsch; o diretor da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), Sérgio Antonio Gonçalves; e o dirigente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Água, Energia e Meio Ambiente (Fenatema) Rene Vicente dos Santos.
Também devem participar o presidente da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae), Aparecido Hojaij; o conselheiro da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) Abelardo de Oliveira Filho; e o representante da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) Edson Aparecido da Silva.
Foram convidados ainda representantes da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe), da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Ministério das Cidades.
Qualquer pessoa pode participar da audiência com comentários ou perguntas por meio do portal do programa e-Cidadania ou através do Fale com o Senado (0800 612211). A presidente da CDH é a senadora Regina Sousa (PT-PI). Por Agência Senado.
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Cientistas descobrem evidências diretas de água congelada na superfície lunar
A descoberta foi publicada no Anuário da Academia Nacional de Ciências e mostram que o gelo perto do polo sul da lua está contido principalmente nas crateras lunares. No norte, o gelo foi distribuído mais amplamente pela superfície.
A descoberta inicial de gelo na Lua foi feita por uma missão conjunta entre a NASA e o Instituto de Investigação Espacial da Índia (ISRO). A espaçonave ISRO Chandrayaan-1 entrou em órbita ao redor da lua em 2008, e a nave lançou uma sonda de impacto que atingiu a superfície lunar em novembro daquele ano.
O impacto revelou a água congelada sob a superfície da lua e observações adicionais sugeriram que ela também poderia estar na superfície perto dos polos.
Em 2010, os cientistas relataram que os dados da Chandrayaan-1 indicaram 40 crateras permanentemente escurecidas na superfície da Lua, levando a estimativas de 600 milhões de toneladas métricas de água gelada.
Um estudo mais aprofundado dos dados do instrumento Moon Mineralogy Mapper (M3), da NASA, sobre a espaçonave, levou a evidências diretas e definitivas desse gelo. Foi aí que um espectrômetro de imagens criou o primeiro mapa mineralógico da superfície lunar.
A nova descoberta significa que futuras missões à Lua poderiam acessar o gelo, apoiando astronautas durante estadias prolongadas. De acordo com um relatório da NASA JPL, “a água poderia ser acessada como um recurso para futuras expedições para explorar e até ficar na Lua, e potencialmente mais fácil de acessar do que a água detectada sob a superfície da lua”.
Com uma nova pesquisa sugerindo que a Lua pode até mesmo ter abrigado a vida, fica claro que há muito o que aprender sobre o vizinho mais próximo da Terra.
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Cientistas encontram evidências de que Lua teria sido habitada
Astrobiólogos da Universidade do Estado de Washington chegaram à conclusão de que na Lua poderia ter existido vida, segundo o estudo publicado no portal Phys.org.
Os autores da pesquisa afirmam que as condições na superfície lunar eram favoráveis para sustentar formas de vida simples há bilhões de anos.
Segundo especialistas, após o satélite da Terra ter se formado há mais de 4 bilhões de anos, a Lua estava lançando de seu interior grandes volumes de gases voláteis muito quentes, incluindo vapor de água.
O processo de desgaseificação teria resultado na formação de massas de água na superfície lunar e uma atmosfera densa o suficiente para preservar isso por milhões de anos, acreditam especialistas.
“Se a água em estado líquido e uma significativa atmosfera estivessem presentes na Lua inicial por um longo período de tempo, achamos que a superfície lunar teria sido pelo menos transitoriamente habitável”, afirmou Dirk Schulze-Makuch, autor do estudo.
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– Aquecimento global causará onda de suicídios nos EUA, dizem cientistasAs conclusões foram tiradas com base nas observações e missões espaciais entre 2009 e 2010, quando foram descobertas milhões de toneladas métricas de gelo nas crateras da Lua. Também há evidências de que a água está presente no manto do satélite.
Os pesquisadores acreditam que as moléculas biológicas, que se tornaram base para possíveis seres vivos (tais como bactérias), teriam sido levadas à Lua por cometas e asteroides ou poderiam ter chegado da Terra, que também sofreu bombardeamentos intensos de asteroides. Por Sputnik Brasil.