Tag: AVC

  • Como evitar um primeiro AVC com exames e mudanças no estilo de vida

    Como evitar um primeiro AVC com exames e mudanças no estilo de vida

    É possível reduzir o risco de ter um primeiro acidente vascular cerebral (AVC) com comportamentos saudáveis, como uma boa alimentação, parar de fumar e fazer exercícios, além de realizar exames de saúde regulares e usar medicamentos para controlar problemas de saúde, como doenças cardíacas.

    Essas orientações vêm de um novo guia da Associação Americana de AVC, publicado recentemente.

    Um AVC acontece quando o fluxo de sangue para o cérebro é interrompido, seja porque um vaso sanguíneo é bloqueado por um coágulo ou porque se rompe. Quando isso ocorre, o cérebro fica sem oxigênio e sofre danos, o que pode causar dificuldades de pensamento, fala e movimento. O AVC é uma das principais causas de morte nos EUA, resultando em cerca de 160.000 mortes por ano. Todos os anos, mais de 600.000 pessoas nos EUA têm um primeiro AVC, mas até 80% dos casos poderiam ser evitados.

    Como evitar um AVC?

    A melhor maneira de evitar um AVC é preveni-lo antes que aconteça. Isso é chamado de “prevenção primária”. Algumas pessoas correm mais risco de ter um AVC devido a fatores como genética, estilo de vida ou condições sociais, e muitas vezes elas não são adequadamente avaliadas pelos médicos para saberem se têm esse risco.

    O novo “Guia de 2024 para Prevenção Primária do AVC” traz recomendações para ajudar os médicos a prevenir o AVC em pessoas que nunca tiveram esse problema antes. O guia orienta como manter o cérebro saudável ao longo da vida por meio de comportamentos saudáveis e cuidados médicos preventivos.

    Principais recomendações para prevenir o AVC:

    1. Identificar e controlar fatores de risco: Coisas como pressão alta, colesterol elevado, obesidade e diabetes aumentam o risco de AVC. Com exames simples, como medição da pressão e exames de sangue, esses problemas podem ser identificados e controlados com mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, medicamentos. Para pessoas com risco elevado, remédios para baixar a pressão e o colesterol podem ajudar a prevenir um AVC.
    2. Estilo de vida saudável: Coisas que podemos mudar no dia a dia podem reduzir o risco de AVC. Isso inclui ter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, evitar fumar, manter o peso saudável e controlar os níveis de colesterol e açúcar no sangue. O guia recomenda seguir uma dieta mediterrânea, rica em frutas, vegetais, nozes e azeite de oliva. Além disso, é importante se exercitar por pelo menos 150 minutos por semana.
    3. Equidade na saúde: Nem todas as pessoas têm o mesmo acesso aos cuidados de saúde. Fatores como educação, condições econômicas e o local onde moramos podem influenciar o risco de ter um AVC. Os médicos devem garantir que todos tenham acesso a cuidados de saúde adequados, levando em consideração essas diferenças.
    4. Cuidados especiais para mulheres: Mulheres podem ter fatores específicos de risco para AVC, como o uso de anticoncepcionais ou complicações durante a gravidez. O guia recomenda que os médicos fiquem atentos a esses fatores e ajudem as mulheres a controlá-los.

    Seguir as orientações deste guia pode ajudar a reduzir significativamente o risco de ter um primeiro AVC. Além disso, muitos desses cuidados também ajudam a prevenir outros problemas de saúde, como a demência, que está relacionada a doenças vasculares no cérebro. Aprender a identificar os sinais de um AVC e agir rapidamente também é essencial.

    Com exames, tratamentos e um estilo de vida saudável, muitas pessoas podem evitar o AVC e viver com mais saúde.

    Fonte: Link.


    Essas orientações vêm de um novo guia da Associação Americana de AVC, publicado recentemente.

    Um AVC acontece quando o fluxo de sangue para o cérebro é interrompido, seja porque um vaso sanguíneo é bloqueado por um coágulo ou porque se rompe. Quando isso ocorre, o cérebro fica sem oxigênio e sofre danos, o que pode causar dificuldades de pensamento, fala e movimento. O AVC é uma das principais causas de morte nos EUA, resultando em cerca de 160.000 mortes por ano. Todos os anos, mais de 600.000 pessoas nos EUA têm um primeiro AVC, mas até 80% dos casos poderiam ser evitados.

    Como evitar um AVC?

    A melhor maneira de evitar um AVC é preveni-lo antes que aconteça. Isso é chamado de “prevenção primária”. Algumas pessoas correm mais risco de ter um AVC devido a fatores como genética, estilo de vida ou condições sociais, e muitas vezes elas não são adequadamente avaliadas pelos médicos para saberem se têm esse risco.

    O novo “Guia de 2024 para Prevenção Primária do AVC” traz recomendações para ajudar os médicos a prevenir o AVC em pessoas que nunca tiveram esse problema antes. O guia orienta como manter o cérebro saudável ao longo da vida por meio de comportamentos saudáveis e cuidados médicos preventivos.

    Principais recomendações para prevenir o AVC:

    1. Identificar e controlar fatores de risco: Coisas como pressão alta, colesterol elevado, obesidade e diabetes aumentam o risco de AVC. Com exames simples, como medição da pressão e exames de sangue, esses problemas podem ser identificados e controlados com mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, medicamentos. Para pessoas com risco elevado, remédios para baixar a pressão e o colesterol podem ajudar a prevenir um AVC.
    2. Estilo de vida saudável: Coisas que podemos mudar no dia a dia podem reduzir o risco de AVC. Isso inclui ter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, evitar fumar, manter o peso saudável e controlar os níveis de colesterol e açúcar no sangue. O guia recomenda seguir uma dieta mediterrânea, rica em frutas, vegetais, nozes e azeite de oliva. Além disso, é importante se exercitar por pelo menos 150 minutos por semana.
    3. Equidade na saúde: Nem todas as pessoas têm o mesmo acesso aos cuidados de saúde. Fatores como educação, condições econômicas e o local onde moramos podem influenciar o risco de ter um AVC. Os médicos devem garantir que todos tenham acesso a cuidados de saúde adequados, levando em consideração essas diferenças.
    4. Cuidados especiais para mulheres: Mulheres podem ter fatores específicos de risco para AVC, como o uso de anticoncepcionais ou complicações durante a gravidez. O guia recomenda que os médicos fiquem atentos a esses fatores e ajudem as mulheres a controlá-los.

    Seguir as orientações deste guia pode ajudar a reduzir significativamente o risco de ter um primeiro AVC. Além disso, muitos desses cuidados também ajudam a prevenir outros problemas de saúde, como a demência, que está relacionada a doenças vasculares no cérebro. Aprender a identificar os sinais de um AVC e agir rapidamente também é essencial.

    Com exames, tratamentos e um estilo de vida saudável, muitas pessoas podem evitar o AVC e viver com mais saúde.

    Fonte: Link.


  • Como os vírus podem afetar o nosso sistema nervoso?

    Como os vírus podem afetar o nosso sistema nervoso?

    O sistema nervoso é o responsável por captar, interpretar e responder aos estímulos que recebemos do ambiente e do nosso próprio corpo.

    Ele é formado por dois componentes principais: o sistema nervoso central, que inclui o cérebro e a medula espinhal, e o sistema nervoso periférico, que inclui os nervos que se ramificam pelo corpo.

    O sistema nervoso também pode ser dividido em sistema nervoso somático, que controla os movimentos voluntários e as sensações, e sistema nervoso autônomo, que controla os movimentos involuntários e as funções vitais, como respiração, circulação, digestão, etc.

    O sistema nervoso é essencial para a nossa sobrevivência, mas também é vulnerável a diversas doenças e infecções, causadas por bactérias, fungos, parasitas e vírus. Os vírus são agentes infecciosos que invadem as células do nosso organismo e usam o seu material genético para se reproduzir. Eles podem atingir diferentes partes do sistema nervoso, causando desde sintomas leves, como dor de cabeça, perda de olfato e paladar, até complicações graves, como inflamação do cérebro, da medula ou das meninges, paralisia dos músculos, derrame cerebral, entre outras.

    Mas como os vírus conseguem afetar o nosso sistema nervoso?

    Existem diversos mecanismos possíveis, que dependem do tipo de vírus, da sua forma de entrada no organismo, da sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro dos agentes externos), da resposta imune do hospedeiro e de outros fatores. Alguns exemplos são:

    • Invasão direta: alguns vírus podem infectar diretamente as células nervosas, como os neurônios e as células da glia, e causar danos ao seu funcionamento ou morte celular. Isso pode levar a alterações na transmissão dos impulsos nervosos, na produção de neurotransmissores, na formação de sinapses, etc. Exemplos de vírus que podem invadir diretamente o sistema nervoso são o herpes simples, o vírus da raiva, o vírus da poliomielite, o vírus do Nilo Ocidental, entre outros.
    • Inflamação excessiva: alguns vírus podem desencadear uma reação inflamatória intensa no organismo, que visa combater a infecção, mas que também pode causar danos aos tecidos saudáveis. A inflamação pode afetar o cérebro, a medula, as meninges ou os nervos periféricos, causando sintomas como dor, febre, rigidez, confusão, convulsões, etc. Exemplos de vírus que podem provocar inflamação no sistema nervoso são o vírus da dengue, o vírus da zika, o vírus da chikungunya, o vírus da influenza, entre outros.
    • Alteração da coagulação: alguns vírus podem interferir no processo de coagulação do sangue, que é responsável por evitar hemorragias e formar coágulos quando há lesões nos vasos sanguíneos. A alteração da coagulação pode causar sangramentos ou obstruções nos vasos que irrigam o sistema nervoso, comprometendo o fornecimento de oxigênio e nutrientes para as células nervosas. Isso pode levar a isquemias, hemorragias ou derrames cerebrais, que podem causar sequelas neurológicas permanentes. Exemplos de vírus que podem alterar a coagulação no sistema nervoso são o vírus da hepatite C, o vírus do HIV, o vírus da febre amarela, o vírus do ebola, entre outros.
    • Resposta imune desregulada: alguns vírus podem induzir uma resposta imune anormal, que ataca as próprias células do organismo, em vez de combater os agentes infecciosos. Isso pode causar doenças autoimunes, que afetam o sistema nervoso de forma crônica e progressiva, causando inflamação, degeneração e perda de função das células nervosas. Exemplos de vírus que podem desencadear doenças autoimunes no sistema nervoso são o vírus da rubéola, o vírus do sarampo, o vírus da caxumba, o vírus da hepatite B, entre outros.

    Um dos vírus que tem chamado a atenção por seus possíveis efeitos no sistema nervoso é o coronavírus, que causa a COVID-19, uma doença respiratória que se tornou uma pandemia mundial. O coronavírus pode afetar o sistema nervoso por vários dos mecanismos citados acima, como invasão direta, inflamação excessiva, alteração da coagulação e resposta imune desregulada. Além disso, o coronavírus pode causar hipóxia, que é a diminuição do oxigênio no sangue, que também pode prejudicar o funcionamento do sistema nervoso.

    Os sintomas neurológicos mais comuns da COVID-19 são dor de cabeça, perda de olfato e paladar, fadiga, confusão, ansiedade e depressão. No entanto, casos mais graves podem apresentar complicações como meningite, encefalite, mielite, síndrome de Guillain-Barré, AVC, entre outras. Ainda não se sabe ao certo qual é a frequência, a gravidade e a duração desses efeitos no sistema nervoso, nem quais são os fatores de risco e de proteção para o seu desenvolvimento. Por isso, é importante que as pessoas que tiveram COVID-19 façam um acompanhamento médico e neurológico, para detectar e tratar possíveis sequelas.

    O sistema nervoso é um dos sistemas mais complexos e fascinantes do nosso corpo, mas também um dos mais sensíveis e vulneráveis. Por isso, é fundamental que cuidemos da nossa saúde física e mental, e que nos protejamos das infecções virais, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e se vacinar. Assim, podemos preservar o nosso sistema nervoso e garantir a nossa qualidade de vida.

    Ele é formado por dois componentes principais: o sistema nervoso central, que inclui o cérebro e a medula espinhal, e o sistema nervoso periférico, que inclui os nervos que se ramificam pelo corpo.

    O sistema nervoso também pode ser dividido em sistema nervoso somático, que controla os movimentos voluntários e as sensações, e sistema nervoso autônomo, que controla os movimentos involuntários e as funções vitais, como respiração, circulação, digestão, etc.

    O sistema nervoso é essencial para a nossa sobrevivência, mas também é vulnerável a diversas doenças e infecções, causadas por bactérias, fungos, parasitas e vírus. Os vírus são agentes infecciosos que invadem as células do nosso organismo e usam o seu material genético para se reproduzir. Eles podem atingir diferentes partes do sistema nervoso, causando desde sintomas leves, como dor de cabeça, perda de olfato e paladar, até complicações graves, como inflamação do cérebro, da medula ou das meninges, paralisia dos músculos, derrame cerebral, entre outras.

    Mas como os vírus conseguem afetar o nosso sistema nervoso?

    Existem diversos mecanismos possíveis, que dependem do tipo de vírus, da sua forma de entrada no organismo, da sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica (que protege o cérebro dos agentes externos), da resposta imune do hospedeiro e de outros fatores. Alguns exemplos são:

    • Invasão direta: alguns vírus podem infectar diretamente as células nervosas, como os neurônios e as células da glia, e causar danos ao seu funcionamento ou morte celular. Isso pode levar a alterações na transmissão dos impulsos nervosos, na produção de neurotransmissores, na formação de sinapses, etc. Exemplos de vírus que podem invadir diretamente o sistema nervoso são o herpes simples, o vírus da raiva, o vírus da poliomielite, o vírus do Nilo Ocidental, entre outros.
    • Inflamação excessiva: alguns vírus podem desencadear uma reação inflamatória intensa no organismo, que visa combater a infecção, mas que também pode causar danos aos tecidos saudáveis. A inflamação pode afetar o cérebro, a medula, as meninges ou os nervos periféricos, causando sintomas como dor, febre, rigidez, confusão, convulsões, etc. Exemplos de vírus que podem provocar inflamação no sistema nervoso são o vírus da dengue, o vírus da zika, o vírus da chikungunya, o vírus da influenza, entre outros.
    • Alteração da coagulação: alguns vírus podem interferir no processo de coagulação do sangue, que é responsável por evitar hemorragias e formar coágulos quando há lesões nos vasos sanguíneos. A alteração da coagulação pode causar sangramentos ou obstruções nos vasos que irrigam o sistema nervoso, comprometendo o fornecimento de oxigênio e nutrientes para as células nervosas. Isso pode levar a isquemias, hemorragias ou derrames cerebrais, que podem causar sequelas neurológicas permanentes. Exemplos de vírus que podem alterar a coagulação no sistema nervoso são o vírus da hepatite C, o vírus do HIV, o vírus da febre amarela, o vírus do ebola, entre outros.
    • Resposta imune desregulada: alguns vírus podem induzir uma resposta imune anormal, que ataca as próprias células do organismo, em vez de combater os agentes infecciosos. Isso pode causar doenças autoimunes, que afetam o sistema nervoso de forma crônica e progressiva, causando inflamação, degeneração e perda de função das células nervosas. Exemplos de vírus que podem desencadear doenças autoimunes no sistema nervoso são o vírus da rubéola, o vírus do sarampo, o vírus da caxumba, o vírus da hepatite B, entre outros.

    Um dos vírus que tem chamado a atenção por seus possíveis efeitos no sistema nervoso é o coronavírus, que causa a COVID-19, uma doença respiratória que se tornou uma pandemia mundial. O coronavírus pode afetar o sistema nervoso por vários dos mecanismos citados acima, como invasão direta, inflamação excessiva, alteração da coagulação e resposta imune desregulada. Além disso, o coronavírus pode causar hipóxia, que é a diminuição do oxigênio no sangue, que também pode prejudicar o funcionamento do sistema nervoso.

    Os sintomas neurológicos mais comuns da COVID-19 são dor de cabeça, perda de olfato e paladar, fadiga, confusão, ansiedade e depressão. No entanto, casos mais graves podem apresentar complicações como meningite, encefalite, mielite, síndrome de Guillain-Barré, AVC, entre outras. Ainda não se sabe ao certo qual é a frequência, a gravidade e a duração desses efeitos no sistema nervoso, nem quais são os fatores de risco e de proteção para o seu desenvolvimento. Por isso, é importante que as pessoas que tiveram COVID-19 façam um acompanhamento médico e neurológico, para detectar e tratar possíveis sequelas.

    O sistema nervoso é um dos sistemas mais complexos e fascinantes do nosso corpo, mas também um dos mais sensíveis e vulneráveis. Por isso, é fundamental que cuidemos da nossa saúde física e mental, e que nos protejamos das infecções virais, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e se vacinar. Assim, podemos preservar o nosso sistema nervoso e garantir a nossa qualidade de vida.

  • Infarto e AVC lideram as mortes por doenças do coração no Brasil

    Infarto e AVC lideram as mortes por doenças do coração no Brasil

    Em 2022, cerca de 400 mil brasileiros morreram por problemas no coração e no sistema circulatório, segundo um relatório internacional publicado em 2023.

    O número é quase igual ao total de mortos pela pandemia do novo coronavírus no pior ano da crise sanitária, em 2021.

    As doenças cardiovasculares são aquelas que afetam o coração e os vasos sanguíneos, como o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC). O infarto acontece quando uma parte do músculo cardíaco morre por falta de sangue, devido ao entupimento de uma artéria. O AVC ocorre quando um vaso sanguíneo do cérebro se rompe ou se obstrui, causando danos às células nervosas.

    Esses dois problemas foram responsáveis por 76% das mortes por doenças cardiovasculares no Brasil em 2022, sendo o infarto a principal causa de óbito em todos os estados brasileiros. As outras doenças cardiovasculares incluem a insuficiência cardíaca, a arritmia, a angina, a cardiopatia congênita, a endocardite, a pericardite, a miocardite, a arteriosclerose, a aneurisma, a trombose, a embolia, a hipertensão pulmonar, a doença reumática do coração, a cardiomiopatia, a doença cardíaca valvular e a doença cardíaca isquêmica.

    As doenças cardiovasculares são consideradas doenças crônicas não transmissíveis, ou seja, que não são causadas por vírus ou bactérias, mas por fatores de risco que podem ser modificados, como a hipertensão, o diabetes, o colesterol alto, o tabagismo, o sedentarismo, o estresse e a obesidade. Esses fatores podem levar ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias, dificultando a passagem do sangue e aumentando o risco de infarto e AVC.

    A boa notícia é que as doenças cardiovasculares podem ser prevenidas e tratadas com hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos, o controle do peso, a redução do consumo de álcool e o abandono do cigarro. Além disso, é importante fazer exames periódicos para medir a pressão arterial, o nível de glicose e o colesterol no sangue, e seguir as orientações médicas para o uso de medicamentos, se necessário.

    Segundo os especialistas, a prevenção das doenças cardiovasculares é fundamental para reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida da população, especialmente em um cenário de envelhecimento e de aumento das doenças crônicas. Por isso, é preciso conscientizar as pessoas sobre os riscos e os benefícios de cuidar do coração, que é o órgão mais vital do corpo humano.

    Fonte: Link.

    O número é quase igual ao total de mortos pela pandemia do novo coronavírus no pior ano da crise sanitária, em 2021.

    As doenças cardiovasculares são aquelas que afetam o coração e os vasos sanguíneos, como o infarto do miocárdio e o acidente vascular cerebral (AVC). O infarto acontece quando uma parte do músculo cardíaco morre por falta de sangue, devido ao entupimento de uma artéria. O AVC ocorre quando um vaso sanguíneo do cérebro se rompe ou se obstrui, causando danos às células nervosas.

    Esses dois problemas foram responsáveis por 76% das mortes por doenças cardiovasculares no Brasil em 2022, sendo o infarto a principal causa de óbito em todos os estados brasileiros. As outras doenças cardiovasculares incluem a insuficiência cardíaca, a arritmia, a angina, a cardiopatia congênita, a endocardite, a pericardite, a miocardite, a arteriosclerose, a aneurisma, a trombose, a embolia, a hipertensão pulmonar, a doença reumática do coração, a cardiomiopatia, a doença cardíaca valvular e a doença cardíaca isquêmica.

    As doenças cardiovasculares são consideradas doenças crônicas não transmissíveis, ou seja, que não são causadas por vírus ou bactérias, mas por fatores de risco que podem ser modificados, como a hipertensão, o diabetes, o colesterol alto, o tabagismo, o sedentarismo, o estresse e a obesidade. Esses fatores podem levar ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias, dificultando a passagem do sangue e aumentando o risco de infarto e AVC.

    A boa notícia é que as doenças cardiovasculares podem ser prevenidas e tratadas com hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos, o controle do peso, a redução do consumo de álcool e o abandono do cigarro. Além disso, é importante fazer exames periódicos para medir a pressão arterial, o nível de glicose e o colesterol no sangue, e seguir as orientações médicas para o uso de medicamentos, se necessário.

    Segundo os especialistas, a prevenção das doenças cardiovasculares é fundamental para reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida da população, especialmente em um cenário de envelhecimento e de aumento das doenças crônicas. Por isso, é preciso conscientizar as pessoas sobre os riscos e os benefícios de cuidar do coração, que é o órgão mais vital do corpo humano.

    Fonte: Link.

  • Coronavírus pode aumentar o risco de AVC, alertam especialistas

    Coronavírus pode aumentar o risco de AVC, alertam especialistas

    O coronavírus, causador da Covid-19, é conhecido por afetar principalmente os pulmões, mas ele também pode ter efeitos graves no sistema circulatório e no cérebro.

    Segundo estudos recentes, há uma relação entre o coronavírus e o aumento de casos de acidente vascular cerebral (AVC), uma condição que ocorre quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, causando danos às células nervosas.

    O AVC pode ser de dois tipos: isquêmico ou hemorrágico. O AVC isquêmico acontece quando um coágulo sanguíneo bloqueia uma artéria que leva sangue ao cérebro. O AVC hemorrágico ocorre quando uma artéria se rompe e sangra dentro do cérebro. Ambos os tipos podem causar sequelas graves, como paralisia, dificuldade de fala, perda de memória e até morte.

    Mas como o coronavírus pode provocar um AVC?

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis explicações. Uma delas é que o vírus pode causar inflamação nas artérias que irrigam o cérebro, favorecendo a formação de coágulos que podem obstruir o fluxo sanguíneo. Outra hipótese é que o coronavírus pode aumentar os níveis de uma proteína chamada Dímero-D, que está relacionada ao risco de coagulação sanguínea.

    O mais preocupante é que esses efeitos podem acontecer mesmo em pessoas jovens e sem outras doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes. Alguns casos relatados na literatura médica mostram que pacientes com Covid-19 desenvolveram AVCs graves com menos de 50 anos de idade.

    Por isso, é importante ficar atento aos sintomas de um AVC, que podem ser facilmente lembrados pela sigla SAMU: sorriso torto, braço caído, fala enrolada e urgência em ligar para o 192. Se você suspeitar que está tendo um AVC, procure atendimento médico imediatamente. O tempo é essencial para reduzir as chances de sequelas e aumentar as chances de recuperação.

    Segundo estudos recentes, há uma relação entre o coronavírus e o aumento de casos de acidente vascular cerebral (AVC), uma condição que ocorre quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, causando danos às células nervosas.

    O AVC pode ser de dois tipos: isquêmico ou hemorrágico. O AVC isquêmico acontece quando um coágulo sanguíneo bloqueia uma artéria que leva sangue ao cérebro. O AVC hemorrágico ocorre quando uma artéria se rompe e sangra dentro do cérebro. Ambos os tipos podem causar sequelas graves, como paralisia, dificuldade de fala, perda de memória e até morte.

    Mas como o coronavírus pode provocar um AVC?

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis explicações. Uma delas é que o vírus pode causar inflamação nas artérias que irrigam o cérebro, favorecendo a formação de coágulos que podem obstruir o fluxo sanguíneo. Outra hipótese é que o coronavírus pode aumentar os níveis de uma proteína chamada Dímero-D, que está relacionada ao risco de coagulação sanguínea.

    O mais preocupante é que esses efeitos podem acontecer mesmo em pessoas jovens e sem outras doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes. Alguns casos relatados na literatura médica mostram que pacientes com Covid-19 desenvolveram AVCs graves com menos de 50 anos de idade.

    Por isso, é importante ficar atento aos sintomas de um AVC, que podem ser facilmente lembrados pela sigla SAMU: sorriso torto, braço caído, fala enrolada e urgência em ligar para o 192. Se você suspeitar que está tendo um AVC, procure atendimento médico imediatamente. O tempo é essencial para reduzir as chances de sequelas e aumentar as chances de recuperação.

  • Beber mais de cinco drinques por semana pode encurtar a sua vida

    Uma taça de vinho ou uma lata de cerveja por dia não faz mal a ninguém, pelo contrário, os médicos até recomendam ingerir essa quantidade de álcool. Mas de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Cambridge, beber mais do que isso pode tirar anos de sua vida.

    O estudo mostra que a ingestão diária de certa quantidade de álcool está associado a um risco maior de acidente vascular cerebral, aneurisma fatal, insuficiência cardíaca e morte. Os autores dizem que suas descobertas desafiam a crença generalizada de que o consumo moderado é benéfico para a saúde cardiovascular.

    “O consumo de álcool está associado a um risco ligeiramente menor de ataques cardíacos não fatais, mas isso deve ser equilibrado com o maior risco associado a outras doenças cardiovasculares graves – e potencialmente fatais”, disse uma das pesquisadoras.

    O estudo comparou os hábitos de saúde e bebida de mais de 600.000 pessoas em 19 países do mundo e controlou a idade, tabagismo, histórico de diabetes, nível de instrução e ocupação.

    O limite superior de segurança para beber era de cerca de cinco doses por semana (100g de álcool puro, 12,5 unidades ou pouco mais de cinco litros de cerveja ABV de 4% ou cinco copos de 175ml de vinho ABV de 13%). No entanto, beber acima desse limite foi relacionado à menor expectativa de vida. Por exemplo, tomar 10 ou mais doses por semana estava ligado a uma expectativa de vida de um a dois anos a menos. Ter ingerido 18 bebidas ou mais por semana, foi associado de quatro a cinco anos de expectativa de vida mais curta.

    Por outro lado, o consumo de álcool foi associado a um risco ligeiramente menor de ataques cardíacos não fatais.

    Os autores observam que as diferentes relações entre o consumo de álcool e vários tipos de doenças cardiovasculares, podem estar relacionadas aos efeitos elevadores do álcool na pressão arterial e a fatores relacionados ao colesterol HDL-C (também conhecido como colesterol “bom”). Eles enfatizam que o menor risco de infarto do miocárdio não fatal deve ser considerado no contexto do aumento do risco de várias outras doenças cardiovasculares graves e frequentemente fatais.

    Com o resultado da pesquisa, os cientistas recomendam que homens e mulheres não bebam mais do que seis litros de cerveja ou seis copos de vinho por semana.