Tag: BH

  • Maternidade em Belo Horizonte Registra Nascimento de Bebê Gigante

    Maternidade em Belo Horizonte Registra Nascimento de Bebê Gigante

    Belo Horizonte foi palco de um evento notável na Maternidade Odete Valadares (MOV), da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

    Uma bebê “gigante”, chamada Ketllin Sofia Araújo de Jesus, nasceu pesando 4,5 quilos, um peso considerado acima do padrão. A mãe, Isabel Madalena de Jesus, e a recém-nascida estão bem.

    Isabel, que é diabética, foi transferida com urgência de uma unidade em Ouro Preto para realizar a cesariana em Belo Horizonte, devido ao risco associado ao tamanho do bebê. Segundo a obstetra da MOV, Ana Cláudia Capanema Braga, o aumento da glicemia materna, comum em diabéticas, pode causar alterações no metabolismo do feto, resultando em crescimento fetal excessivo.

    O diabetes gestacional, quando diagnosticado, deve ser tratado e monitorado para evitar complicações, que podem levar ao óbito fetal. A orientação é uma mudança no estilo de vida da mãe, incluindo uma dieta equilibrada e atividade física. A gestante também pode fazer o controle em casa, aferindo a glicemia de três a cinco vezes por dia.

    A Maternidade Odete Valadares é referência em gestação de alto risco e saúde da mulher, além de integrar a rede de apoio para o atendimento a pessoas em situação de violência sexual em Belo Horizonte.

    Fonte: Link.


    Uma bebê “gigante”, chamada Ketllin Sofia Araújo de Jesus, nasceu pesando 4,5 quilos, um peso considerado acima do padrão. A mãe, Isabel Madalena de Jesus, e a recém-nascida estão bem.

    Isabel, que é diabética, foi transferida com urgência de uma unidade em Ouro Preto para realizar a cesariana em Belo Horizonte, devido ao risco associado ao tamanho do bebê. Segundo a obstetra da MOV, Ana Cláudia Capanema Braga, o aumento da glicemia materna, comum em diabéticas, pode causar alterações no metabolismo do feto, resultando em crescimento fetal excessivo.

    O diabetes gestacional, quando diagnosticado, deve ser tratado e monitorado para evitar complicações, que podem levar ao óbito fetal. A orientação é uma mudança no estilo de vida da mãe, incluindo uma dieta equilibrada e atividade física. A gestante também pode fazer o controle em casa, aferindo a glicemia de três a cinco vezes por dia.

    A Maternidade Odete Valadares é referência em gestação de alto risco e saúde da mulher, além de integrar a rede de apoio para o atendimento a pessoas em situação de violência sexual em Belo Horizonte.

    Fonte: Link.


  • Aumento de casos de Covid-19 em BH preocupa autoridades e população

    Aumento de casos de Covid-19 em BH preocupa autoridades e população

    A capital mineira vive um momento de alerta em relação à pandemia de Covid-19.

    Segundo dados da prefeitura, o número de casos confirmados da doença aumentou 225% entre a primeira e a última semana de outubro, passando de 1.065 para 3.465. A taxa de ocupação de leitos de UTI também subiu de 36,5% para 41,9% no mesmo período.

    Uma das possíveis causas para o aumento dos casos é a circulação de uma nova subvariante da ômicron, identificada pela primeira vez na África do Sul e que já foi detectada em outros países, inclusive no Brasil. A secretaria municipal de saúde informou que essa subvariante pode ser mais transmissível e explicar o aumento da positividade dos testes, que chegou a 12,8% na última semana de outubro.

    A pasta reforçou que a vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves da doença e os óbitos, e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com a segunda dose ou a dose única, conforme o caso. No entanto, a cobertura vacinal em BH ainda está abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, principalmente entre crianças e adolescentes.

    De acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado na quarta-feira (1º), apenas 57,8% das crianças de 6 meses a 4 anos receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, e 38,9% receberam a segunda dose. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, os índices são de 69,9% e 31,8%, respectivamente. A meta é vacinar pelo menos 95% desse público.

    Para tentar aumentar a adesão à vacinação, a prefeitura realizou uma campanha de multivacinação entre os dias 21 de outubro e 4 de novembro, oferecendo a vacina contra a Covid-19 para o público de 6 meses a 14 anos, além de outras vacinas do calendário nacional. Os centros de saúde das nove regionais ficaram abertos no sábado (30) para receber os interessados.

    A secretaria municipal de saúde também orientou que as pessoas mantenham as medidas de prevenção, como o uso de máscaras, o distanciamento social e a higienização das mãos. Em Santa Luzia, cidade vizinha a BH, a prefeitura determinou a volta do uso de máscaras após os casos de Covid-19 aumentarem na cidade. A orientação é para que as máscaras sejam utilizadas por pessoas em situações de risco ou vulnerabilidade, como idosos, gestantes, imunossuprimidos e portadores de doenças crônicas.

    Segundo dados da prefeitura, o número de casos confirmados da doença aumentou 225% entre a primeira e a última semana de outubro, passando de 1.065 para 3.465. A taxa de ocupação de leitos de UTI também subiu de 36,5% para 41,9% no mesmo período.

    Uma das possíveis causas para o aumento dos casos é a circulação de uma nova subvariante da ômicron, identificada pela primeira vez na África do Sul e que já foi detectada em outros países, inclusive no Brasil. A secretaria municipal de saúde informou que essa subvariante pode ser mais transmissível e explicar o aumento da positividade dos testes, que chegou a 12,8% na última semana de outubro.

    A pasta reforçou que a vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves da doença e os óbitos, e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com a segunda dose ou a dose única, conforme o caso. No entanto, a cobertura vacinal em BH ainda está abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, principalmente entre crianças e adolescentes.

    De acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado na quarta-feira (1º), apenas 57,8% das crianças de 6 meses a 4 anos receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, e 38,9% receberam a segunda dose. Entre os adolescentes de 12 a 17 anos, os índices são de 69,9% e 31,8%, respectivamente. A meta é vacinar pelo menos 95% desse público.

    Para tentar aumentar a adesão à vacinação, a prefeitura realizou uma campanha de multivacinação entre os dias 21 de outubro e 4 de novembro, oferecendo a vacina contra a Covid-19 para o público de 6 meses a 14 anos, além de outras vacinas do calendário nacional. Os centros de saúde das nove regionais ficaram abertos no sábado (30) para receber os interessados.

    A secretaria municipal de saúde também orientou que as pessoas mantenham as medidas de prevenção, como o uso de máscaras, o distanciamento social e a higienização das mãos. Em Santa Luzia, cidade vizinha a BH, a prefeitura determinou a volta do uso de máscaras após os casos de Covid-19 aumentarem na cidade. A orientação é para que as máscaras sejam utilizadas por pessoas em situações de risco ou vulnerabilidade, como idosos, gestantes, imunossuprimidos e portadores de doenças crônicas.

  • BH confirma terceira morte por dengue em 2023

    BH confirma terceira morte por dengue em 2023

    A Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte confirmou nesta quarta-feira (19) a terceira morte por dengue na capital mineira em 2023.

    Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela secretaria, BH registrou 8.764 casos prováveis de dengue neste ano, sendo 2.282 confirmados e 6.482 em investigação. A incidência da doença é considerada alta, com 329 casos por 100 mil habitantes.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela. Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos.

    Para evitar a proliferação do mosquito e a transmissão da doença, é importante adotar medidas simples como:

    • Eliminar água parada em recipientes como vasos, pneus, garrafas e calhas;
    • Manter caixas d’água e cisternas bem tampadas;
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada do mosquito;
    • Usar repelente e roupas que cubram a pele;
    • Procurar atendimento médico em caso de suspeita de dengue.

    A prevenção é a melhor forma de combater a dengue e proteger a saúde da população.

    Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela secretaria, BH registrou 8.764 casos prováveis de dengue neste ano, sendo 2.282 confirmados e 6.482 em investigação. A incidência da doença é considerada alta, com 329 casos por 100 mil habitantes.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela. Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos.

    Para evitar a proliferação do mosquito e a transmissão da doença, é importante adotar medidas simples como:

    • Eliminar água parada em recipientes como vasos, pneus, garrafas e calhas;
    • Manter caixas d’água e cisternas bem tampadas;
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada do mosquito;
    • Usar repelente e roupas que cubram a pele;
    • Procurar atendimento médico em caso de suspeita de dengue.

    A prevenção é a melhor forma de combater a dengue e proteger a saúde da população.

  • Prefeitura de Belo Horizonte vai financiar vacina desenvolvida pela UFMG

    A prefeitura deve destinar R$ 30 milhões para a produção do imunizante. De acordo com o Estado de Minas, o valor vai ser dividido em seis parcelas.

    “As pessoas acham que são valores altos (R$ 30 milhões), mas se compararmos com o preço da tecnologia que temos importado, inclusive vacinas que estão escassas e que a gente não consegue ter acesso a elas, é estrondosa a diferença do preço da tecnologia nacional”, disse a reitora da UFMG, Sandra Goulart.

    A expectativa é que os testes clínicos com a vacina comecem até novembro.


    Ouça a W:

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  • Cuidadora de idosos teria aplicado falsas vacinas contra a Covid-19 em condomínio de luxo em BH

    Nova edição do Boletim Brasil disponível para download.

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    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Acompanhe aqui.


  • PF investiga importação e aplicação ilegal de vacinas em Belo Horizonte

    A aplicação dos imunizantes, que estaria acontecendo na garagem de uma empresa de transporte rodoviário, gerou a expedição de quatro mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (26).

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  • Belo Horizonte registra colapso no sistema de saúde público e privado

    A capital mineira amanheceu nesta terça-feira (23) sem leitos de UTI na rede publica e privada.

    Ao menos 60 pacientes com Covid-19 estão na fila de espera por uma vaga de terapia intensiva.

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  • Manifestantes protestam em BH contra medidas restritivas

    Nesta segunda-feira (11), Belo Horizonte amanheceu com as portas das lojas de rua e de shoppings fechadas.

    Apenas atividades consideradas essenciais, como padarias, supermercados e postos de gasolina puderam funcionar.

    As medidas restritivas valem por tempo indeterminado para tentar conter o avanço da Covid-19 na cidade.

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  • “Chegamos no vermelho, o comerciante tem que se preparar”, diz prefeito de BH

    A cidade de Belo Horizonte entrará em lockdown a partir de segunda-feira (11). O anúncio foi feito pelo prefeito Alexandre Kalil em redes sociais.

    Segundo ele, a capital mineira chegou ao limite e que, após uma reunião de governo, foi orientado a tomar a decisão de editar um decreto fechando todos os serviços não essenciais da cidade.

    “O comerciante tem que se preparar, porque sexta-feira estaremos soltando um decreto voltando a cidade à estaca zero. São números impressionantes, houve uma importação de doença surpreendente. Temos casos de famílias inteiras, que passaram o Natal juntos, infectados e internados”, disse Kalil.

    Os únicos locais não essenciais que ficarão em funcionamento serão as praças públicas e o zoológico, que terá visitas agendadas.

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